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Id: biblio-1291284
Autor: Pazmiño Medina, Jorge; Zurita Aguirre, Gabriela; Coello Vergara, Jonathan; Marin Castro, Pedro.
Título: Evisceración de intestino delgado por periné posterior como presentación de hernia interrecto-vaginal: reporte de un caso / Evisceration of the small intestine through the posterior perineum aspresentation of interrecto-vaginal hernia: a case report
Fonte: Rev. colomb. cir;36(4):732-737, 25082021. fig.
Idioma: es.
Resumo: Introducción. El enterocele es causado por un defecto herniario del piso pélvico, siendo el más común la hernia interrecto-vaginal. Se produce por un debilitamiento del piso pélvico, por diversos factores, entre ellos, las cirugías en la región pélvica, el estreñimiento crónico o las patologías que aumentan la presión intraabdominal, el antecedente de prolapso rectal o vaginal, y también, factores congénitos. Presentación de caso. Paciente femenina de 84 años de edad, con antecedentes de un parto eutócico y múltiples procedimientos quirúrgicos, entre ellos histerectomía hace 40 años y rectosigmoidectomía por enfermedad diverticular complicada hace 6 años, quien cuatro meses antes presenta constipación crónica, que empeora en los días previos a su ingreso, con dolor perineal intenso y salida de asas intestinales a nivel de la región perineal, que la obliga a consultar a Urgencias. Al encontrarse con asas intestinales expuestas, con cambios de coloración, es intervenida quirúrgicamente con resultado satisfactorio, postquirúrgico inmediato optimo y seguimiento por consulta externa por 3 meses sin evidencia de recidiva. Discusión. La hernia interrecto-vaginal tiene una incidencia baja y una presentación clínica variada. El único tratamiento es quirúrgico

Introduction. The enterocele is produced by an hernia defect of the pelvic floor, being the most common the interrecto-vaginal hernia. It is produced by weakness of the pelvic floor for multiples factors, among them surgeries of the pelvic region, chronic constipation or pathologies that increase intra-abdominal pressure, a history of rectal or vaginal prolapse, and congenital factors. Case report. A 84-year-old female patient, with a history of eutocic delivery and multiple surgical procedures, including hysterectomy 40 years ago and rectosigmoidectomy for complicated diverticular disease 6 years ago, presented four months earlier with chronic constipation, which worsens in the days before her admission, with intense perineal pain and exit of intestinal loops at the level of the perineal region, which forced her to consult the emergency room. At examination the intestinal loops were found exposed, with color changes, she underwent surgery with satisfactory results, optimal immediate postoperative and outpatient follow-up for 3 months with no evidence of recurrence. Discussion. Interrecto-vaginal hernia has a low incidence and a varied clinical presentation. The only treatment is surgery
Descritores: Períneo
Escavação Retouterina
Hérnia
-Diafragma da Pelve
Intestino Delgado
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CO113


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Id: biblio-983669
Autor: Xu, Min-Min; Zhu, Ping; Wang, Hao; Yang, Bo-Lin; Chen, Hong-Jin; Zeng, Li.
Título: Analysis of the clinical characteristics of perianal fistulising crohn's disease in a single center / Análise das características clínicas da doença de crohn fistulizante perianal em um único centro
Fonte: ABCD arq. bras. cir. dig;32(1):e1420, 2019. tab.
Idioma: en.
Projeto: Open Topic of National Chinese Medicine Clinical Research Base; . National Natural Science Foundation of China.
Resumo: ABSTRACT Background: Clinical characteristics are keys to improve identification and treatment of Crohn´s disease (CD) so that large sample analysis is of great value. Aim: To explore the clinical characteristics of perianal fistulising CD. Methods: Analysis of 139 cases focused on their clinical data. Results: The proportion of males and females is 3.3:1; the mean age is 28.2 years; 47.5% of patients had anal fistula before CD diagnosis. Patients with prior perianal surgery and medication accounted for 64.7% and 74.1% respectively. The L3 type of lesion was present in 49.6% and the B1 and B2 types for 51.8% and 48.2% respectively; complex anal fistula was diagnosed in 90.6%. Symptoms of diarrhea were found in 46% and perianal lesions alone in 29.5% of patients. Abnormal BMI values was present in 44.6%; active CD activity index in 64.7%; and 94.2% had active perianal disease activity index. A proportion of patients manifest abnormal C-reactive protein, erythrocyte sedimentation rate, platelet, hemoglobin and albumin. Conclusion: We suggest that patients with anal fistula associated to these clinical features should alert the medical team to the possibility of CD, which should be further investigated through endoscopy and imaging examination of alimentary tract to avoid the damage of anal function by routine anal fistula surgery.

RESUMO Racional: As características clínicas são fundamentais para melhorar a identificação e o tratamento da doença de Crohn (DC), de modo que a análise da amostra seja de grande valor. Objetivo: Explorar as características clínicas da DC fistulizante perianal. Métodos: Análise de 139 casos focados em seus dados clínicos. Resultados: A proporção de homens e mulheres foi de 3,3: 1; a média de idade de 28,2 anos; 47,5% dos pacientes tiveram fístula anal antes do diagnóstico de DC. Pacientes com cirurgia perianal prévia e medicação representaram 64,7% e 74,1%, respectivamente. O tipo de lesão L3 estava presente em 49,6% e os tipos B1 e B2, em 51,8% e 48,2%, respectivamente; fístula anal complexa foi diagnosticada em 90,6%. Sintomas de diarréia foram encontrados em 46% e lesões perianais isoladas em 29,5% dos pacientes. Valores anormais de IMC estavam presentes em 44,6%; índice de atividade DC ativa em 64,7%; e 94,2% tinham índice de atividade de doença perianal ativo. Proporção significativa de pacientes tinha proteína-C reativa, taxa de sedimenta do eritrócito, plaquetas hemoglobina e albumina anormais. Conclusão: Sugere-se que pacientes com fístula anal associada às essas características clínicas alertem a equipe médica para a possibilidade de DC, que deve ser investigada por endoscopia e exame de imagem do trato digestivo para evitar dano na função anal pela operação que rotineiramente é realizada no tratamento da fístula anal.
Descritores: Doença de Crohn/complicações
Fístula Retal/etiologia
-Períneo
Doença de Crohn/diagnóstico
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1130531
Autor: Dannunzio, Elsa; Valverde, Alain; Lupinacci, Renato Micelli.
Título: Perineal repair after abdominoperineal excision with rectus abdominis myocutaneous flap / Reconstrução do períneo após amputação abdominoperineal com retalho pediculado do músculo reto abdominal
Fonte: ABCD arq. bras. cir. dig;33(2):e1507, 2020. graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Background: Abdominoperineal excision of the rectum (APR) remains the only potential curative treatment for very low rectal adenocarcinoma and squamous cell carcinoma of the anus. Yet, it implies a significant perineal exenteration and has set the attention on the perineal reconstruction. Aim: To present technique used in one case of APR for anal cancer, with resection of the vaginal posterior wall with large perineal defect which has called for the necessity of a flap for reconstruction Method: To cover the large perineal defect and reconstruct the posterior vaginal wall was perform a standardized and reproducible surgical technique using oblique rectus abdominis myocutaneous (ORAM) flap. The overlying skin of this flap is thick and well vascularized by both superficial branches and perforators of the superior epigastric artery and the deep inferior epigastric artery which serves as the vascular pedicle for the ORAM flap. Results: This procedure was applied in a 65-year-old woman with recurrent squamous cell carcinoma of the anus infiltrating the posterior wall of the vagina. Was performed an APR with en-bloc resection of the vaginal posterior wall in order to achieve tumor-free margins. Postoperative course was uneventful and she was discharged home at postoperative day 9. Final pathological report confirmed the oncological adequacy of the procedure (R0) and showed a rypT4N0 lesion. Conclusion: Flap reconstruction is an effective way to cover the perineal wound reducing both perineal complication rate and wound healing delay. The ORAM is particularly interesting for female whose tumors require resection and subsequent reconstruction of the posterior wall of the vagina.

RESUMO Racional: A amputação abdominoperineal do reto (APR) continua sendo o único tratamento curativo nos casos de adenocarcinoma retal muito baixo e carcinoma espinocelular do ânus. No entanto, implica em exenteração perineal significativa e exige atenção na reconstrução perineal. Objetivo: Propor, ilustrando com um caso clinico, proposta de APR para câncer anal com ressecção da parede posterior da vagina com cobertura do grande defeito perineal através de reconstrução com retalho miocutâneo oblíquo do reto abdominal (ORAM). Método: Para cobrir o defeito e reconstruir a parede vaginal posterior, realizou-se técnica de retalho miocutâneo oblíquo do reto abdominal (ORAM). A pele subjacente desse retalho por ser espessa e bem vascularizada por ramos perforantes superficiais da artéria epigástrica superior e pela artéria epigástrica inferior profunda serviu como pedículo vascular. Resultado: Este procedimento foi aplicado em uma mulher de 65 anos com recidiva de carcinoma espinocelular do ânus infiltrado na parede posterior da vagina. Foi realizada APR com ressecção em bloco da parede posterior vaginal com o objetivo de obter margens livres de tumor. O pós-operatório transcorreu sem intercorrências e a paciente recebeu alta hospitalar no 9° dia pós-operatório. O relatório patológico final confirmou a adequação oncológica do procedimento (R0) e mostrou uma lesão rypT4N0 de 6,5 cm. Conclusão: A reconstrução perineal com utilização de retalho é maneira eficaz de fechar a ferida operatória, reduzindo a taxa de complicações perineais e o atraso na cicatrização. O retalho de tipo ORAM é particularmente interessante para mulheres cujos tumores requerem ressecção e subsequente reconstrução da parede posterior da vagina.
Descritores: Neoplasias Retais/cirurgia
Procedimentos Cirúrgicos Reconstrutivos
Retalho Miocutâneo
Protectomia
-Períneo/cirurgia
Reto/cirurgia
Reto do Abdome/cirurgia
Recidiva Local de Neoplasia
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1117016
Autor: Ramallo, Ignacio F; Pitaco, José I; Crescenti, Daniel; Minetti, Ángel M.
Título: Quiste epidérmico gigante de región perianal: reporte de un caso / Giant epidermal cyst of the perianal region: a case report
Fonte: Rev. argent. coloproctología;31(2):73-75, jun. 2020. ilus.
Idioma: en; es.
Resumo: Introducción: Quiste epidermoide de inclusión es una lesión dérmica benigna frecuente, predominante en hombres de 30-40 años, originada por secuestro de restos epidérmicos, oclusión pilosebácea o implantación traumática de elementos epiteliales en la dermis.Caso clínico: Paciente femenino de 75 años de edad la cual presenta tumoración perineal de 4 años de evolución, con aumento progresivo en el último año ocasionando disconfort. Resonancia magnética nuclear, muestra lesión quística. Escisión quirúrgica incluyendo capsula en su totalidad. Anatomía patológica, quiste de inclusión epidérmica. Control a los 6 meses sin evidencia de recidiva.Conclusión: El quiste epidérmico gigante de inclusión perineal es raro, por lo cual hay que descartar otras patologías similares. El tratamiento quirúrgico debe evitar la escisión fraccionada e incluir la capsula en forma completa, de lo contrario la recidiva es una constante.

Introduction: The epidermoid inclusion cyst is a frequent benign dermal lesion, predominantly in men aged 30-40, caused by sequestration of epidermal remains, pilosebaceous occlusion or traumatic implantation of epithelial elements in the dermis.Case report: A 75-year-old female patient who has 4 years of evolution perineal tumor with a progressive increase in size in the last year causing discomfort. MRI shows a cyst lesion. Surgical excision including capsule. Pathological anatomy, epidermoid inclusion cyst. Following at 6 months without evidence of recurrence.Conclusion: The giant epidermoid cyst of perineum is rare, therefore we must rule out other similar pathologies. Surgical treatment should avoid fractional excision and include the capsule completely, otherwise recurrence is a constant.
Descritores: Períneo/cirurgia
Cisto Epidérmico/cirurgia
-Imageamento por Ressonância Magnética
Cisto Epidérmico/patologia
Cisto Epidérmico/diagnóstico por imagem
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas


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Id: lil-485887
Autor: Brilhante, Adalcides Conde; Lima, Mayara Dalila Cardoso de; Marreiro, Cecília Mendes; Sousa, Brena Andrade de; Aguiar, Maurício Figueiredo Massulo; Fonseca, Roberto Cepêda.
Título: Prostatectomia radical por via perineal (PRVP) em hospital não universitário: um estudo de 13 casos / Radical perineal prostatectomy in non-university hospital: study of 13 cases
Fonte: Rev. para. med = Rev. Para. Med. (Impr.);21(4):43-46, dez. 2007. graf.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo: relatar a experiência inicial de equipe cirúrgica em hospital não-universitário no uso da PRVP. Método: estudo transversal analisando 13 prontuários de pacientes submetidos à prostatectomia radical via perineal PRVP. As cirurgias foram realizadas entre janeiro de 2005 e maio de 2006. As seguintes variáveis são relatadas: idade; PSA total; grau de Gleason; complicações precoces; complicações tardias e o PSA total após 3 meses da cirurgia. Resultados: a idade média dos pacientes foi de 64,5 anos. A maior parte dos pacientes (46%) apresentou valores de PSA total, antes da cirurgia, no intervalo de 4 ng/ml a 5,9 ng/ml. Todos os pacientes apresentaram grau de Gleason entre 5 e 7. Houve complicações precoces em dois indivíduos, sendo um caso de prolapso de reto e outro de fístula perineal. As complicações tardias mais freqüentes foram impotência (77%) e incontinência urinária (62%). Atualmente, 85% dos pacientes estão com PSA total menor que 1ng/ml. Conclusão: a PRVP é um método eficaz para tratar o câncer de próstata, uma vez que os níveis de PSA total após a cirurgia reduziram em 85% dos casos. Entretanto, ocorreram altos índices de impotência e incontinência urinária como complicações tardias.

Objective: this study intends to assess the initial experience with RPP of a surgical team in a non-university hospital. Methods: 13 records of patients who underwent RPP from January 2005 to May 2006 were retrospectively analyzed. The following data were studied: age; total PSA; Gleason score; early complications, late complications and total PSA 3 months afier the surgery. Results: the average age ofthe patients was 64.5 years. Most patients (46%) had total PSA before the surgery ranging between 4 ng/ml and 5.9 ng/ml. All patients presented Gleason score between 5 and 7. There were two cases of early complications: rectal prolapse and perinealfistula. The mostfrequent late complications were impotence (77%) and urinary incontinence (62%). The total PSA of 85% ofthe patients is currently lesser than 1ng/ml. Conclusion: RPP is an efficient method to deal with prostate cancer, because the levels of total PSA afier surgery were reduced in 85% of the cases. However, high levels of impotence and urinary incontinence occurred as late complications.
Descritores: Neoplasias da Próstata
Períneo
Prostatectomia/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR3.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1281269
Autor: Mendes, Edilaine de Paula Batista.
Título: Força muscular perineal de primíparas segundo o tipo de parto: estudo transversal / Pelvic floor muscle strength in primiparous women according to type of delivery: a cross-sectional study.
Fonte: São Paulo; s.n; 2015. 110 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: Introdução: A gravidez, o trabalho de parto e parto podem exercer influência sobre a musculatura do assoalho pélvico, o que pode ocasionar diminuição da força muscular, incontinência urinária e dispareunia de forma transitória ou permanente. Objetivos: 1. Identificar a força muscular do assoalho pélvico (FMAP) em primíparas no pós-parto normal e cesariana entre 50 a 70 dias pós-parto; 2. comparar a FMAP em primíparas segundo o tipo de parto, características sociodemográficas, clínicas e uroginecológicas da mulher, exercício perineal, dados do parto, condições do períneo e dados clínicos do recém-nascido. Método: Estudo transversal conduzido no Pronto Socorro e Maternidade Municipal Zoraide Eva das Dores e Unidades Básicas de Saúde do Município de Itapecerica da Serra, São Paulo, Brasil. A amostra foi constituída por 96 primíparas, sendo 24 pós-cesariana e 72 pós-parto normal, que atenderam aos critérios de inclusão. A FMAP foi avaliada por meio da perineometria (PeritronTM 9301, Laborie). Foram realizadas as análises descritiva e de variância a um e dois fatores. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (CAAE: 13545113.5.0000.5392). Resultados: Foram recrutadas 169 mulheres, dessas 96 (56,8%) constituíram a amostra e 73 (43,2%) foram excluídas por não retornarem a consulta para avaliação da FMAP com dois meses após o parto. A média de idade foi 21,7(±4,8) anos, a maioria das mulheres definiu ser de cor parda(56,3%), ter entre 10 e 12 anos de estudo (75%), viver com o companheiro (78,1%) e não exercer atividade remunerada (61,5%).A média da FMAP em primíparas foi de 24,0 cmH2O (±16,2) e 25,4 cmH2O (±14,7) de pós-parto normal e cesariana, respectivamente, sem diferença significativa (p=0,697). Para as variáveis sociodemográficas houve diferença significativa na FMAP, apenas para a variável escolaridade (p=0,036), a partir de 12 anos de estudo primíparas após o parto normal apresentaram valores de força muscular superiores daquelas de cesariana (42,0±26,3 cmH2O versus 14,6±7,7 cmH2O). Para as características clínicas e uroginecológicas não foi observada diferença na FMAP em relação ao tipo de parto. O exercício perineal realizado durante a gravidez, apresentou efeito na FMAP em primíparas pós-parto normal comparado àquelas submetidas à cesariana (42,6±25,4 cmH2O versus 11,8±4,9 cmH2O; p=0,010). Para as demais variáveis estudadas (dados do parto, condições do períneo e dados do recém-nascido) não foram observadas diferenças significativas da FMAP segundo o tipo de parto. Conclusão: A FMAP não difere entre primíparas de pós-parto normal e pós-cesariana. Primíparas de pós-parto normal, com 12 ou mais anos de estudo apresentam maior FMAP. Realizar exercícios perineais na gravidez está associado a maior FMAP em primíparas pós-parto normal.

Introduction: Pregnancy, labor and delivery may influence the muscles of pelvic floor, which can cause transiently or permanently decreased of muscle strength, urinary incontinence and dyspareunia. Objective: 1. Identify the pelvic floor muscle strength (PFMS) in primiparous women after normal birth and cesarean section between 50 to 70 days postpartum; 2. Compare PFMS in primiparous women according to the type of delivery, sociodemographic, clinical and urogynecological woman characteristics, perineal exercise, birth data, perineal conditions and newborn clinical data. Methods: A Cross-sectional study conducted in the Municipal Maternity and Basic Health Units in the city of Itapecerica da Serra, Sao Paulo, Brazil. The sample consisted of 96 primiparous women, 24 after vaginal delivery and 72 after cesarean section, which met the inclusion criteria. The PFMS was evaluated by perineometry (PeritronTM 9301, Laborie). Descriptive analysis and analysis of variance with one and two factors were performed. The Research Ethics Committee of the University of São Paulo School of Nursing approved the research (CAAE: 13545113.5.0000.5392). Results: In total 169 women were recruited, of which 96 (56.8%) constituted the sample, and 73 (43.2%) were excluded because they did not return for the evaluation of PFMS two months after delivery. The average age was 21.7 (±4.8) years, most of women self-defining as mixed ethnicity (brown) (56.3%), have between 10 and 12 years of education (75%), living with a partner (78 1%) and not having a paid job (61.5%).The average PFMS in primiparous women was 24.0 cmH2O (±16.2) and 25.4 cmH2O (±14.7) after normal birth and caesarean section, respectively, with no significant difference (p=0.697). The sociodemographic variables presented no significant difference in PFMS, except for the years of study variable (p=0.036); from 12 years of study, normal birth women showed higher PFMS values compared to the cesarean women (42.0 ±26.3 cmH2O versus 14.6 ±7.7 cmH2O). For the clinical characteristics and urogynecological no difference was observed in PFMS according to type of delivery. The perineal exercise performed during pregnancy had an effect on PFMS in primiparous women after normal birth compared to those undergoing cesarean section (42.6 ±25.4 cmH2O versus 11.8 ±4.9 cmH2O; p=0.010). For the other variables (birth data, perineal conditions and newborn data) there were no significant differences in PFMS according to the type of delivery. Conclusion: There was no difference in PFMS of primiparous between women after normal birth and cesarean section. Primiparous women after normal birth, with 12 or more years of study had higher PFMS. Women who did perineal exercises in pregnancy had the highest PFMS after normal birth.
Descritores: Estudos Transversais
-Períneo
Força Muscular
Responsável: BR41.1 - Biblioteca Wanda de Aguiar Horta
BR41.1


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Id: lil-742871
Autor: Lopez, Juan Carlos Regueiro; Gomez, Enrique Gomez; Carrillo, Alberto Alonso; Castiñeira, Roque Cano; Tapia, Maria Jose Requena.
Título: Perineostomy: the last oportunity
Fonte: Int. braz. j. urol;41(1):91-100, jan-feb/2015. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Objective To review the technique and outcome of perineal urethrostomy or urethral perineostomy and to identify factors related to the procedure failure. Material and methods We studied 17 patients who underwent perineal urethrostomy between 2009-2013 in a single hospital. Success was defined as no need for additional surgical treatment or urethral dilatation. We reviewed the clinical data related to age, weight, previous urethral surgery, diabetes, hypertension, ischemic cardiopathy, lichen sclerosus and other causes and studied their association with the procedure failure (univariate analysis). We completed the analysis with a multivariate test based on binary regression. Results The average follow-up was 39.41 months. From all the causes, we found Lichen Sclerosus in 35%, idiopathic etiology in 29% and prior hypospadia repair in 18%. Postoperative failure occurred in 3 patients, with a final success of 82.4%. The binary regression model showed as independent risk factors ischemic cardiopathy (OR: 2.34), and the presence of Lichen Sclerosis (OR: 3.21). Conclusions The success rate with the perineal urethrostomy technique shows it to be a valid option above all when we preserve the urethral blood supply and plate. Lichen sclerosus and ischemic vascular problems are risk factors to re-stenosis. .
Descritores: Períneo/cirurgia
Uretra/cirurgia
Estreitamento Uretral/cirurgia
Estomia/métodos
-Procedimentos Cirúrgicos Urológicos/métodos
Uretra/diagnóstico por imagem
Radiografia
Análise de Regressão
Reprodutibilidade dos Testes
Estudos Retrospectivos
Fatores de Risco
Análise de Variância
Seguimentos
Falha de Tratamento
Líquen Escleroso e Atrófico/complicações
Balanite Xerótica Obliterante/complicações
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1281179
Autor: Silva, Renata Luana da.
Título: Fatores associados à intensidade de dor perineal após o parto normal: estudo transversal / Associated factors with the intensity of perineal pain after vaginal delivery: cross-sectional study.
Fonte: São Paulo; s.n; 2015. 106 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: Introdução: A dor perineal é frequente no período de pós-parto, entretanto, não há um consenso entre a associação da intensidade de dor com os fatores maternos, neonatais e a assistência obstétrica recebida no trabalho de parto e parto. Objetivos: Identificar a prevalência e a intensidade de dor perineal no primeiro dia de pós-parto normal; analisar a associação entre intensidade de dor perineal e características sociodemográficas maternas, histórico obstétrico, assistência ao trabalho de parto, parto e pós-parto e características do RN e analisar a associação entre a intensidade de dor perineal e o escore de interferência na execução das atividades maternas. Método: Estudo transversal com coleta de dados realizada no Alojamento Conjunto. A amostra foi composta por 596 puérperas no primeiro dia de pós-parto. Os dados foram obtidos por entrevista e análise de prontuário, e a intensidade de dor foi mensurada pela Escala Numérica Visual (0 a 10). Foram utilizados os testes Qui-quadrado com simulação de Monte Carlo e ANOVA. As variáveis que apresentaram p0,20 foram relacionadas por meio de regressão logística ordinal. A significância utilizada foi de 5% para todos os testes estatísticos. Resultados: A prevalência de dor perineal encontrada foi 38,3% e a intensidade média de 4,6 (dp=1,9), considerada como moderada. A ausência de dor no períneo esteve associada à ausência de trauma (p(p<0,001) e à multiparidade (p=0,012). A dor leve esteve associada à primiparidade (p=0,012), à ter estudado mais de 12 anos (p=0,001) e à episiotomia (p<0,001). A dor moderada esteve associada a ter estudado mais de 12 anos (p=0,001) e a presença de um trauma perineal (p<0,001).A dor intensa associou-se à episiotomia (p<0,001). Puérperas que estudaram até 8 anos tiveram proteção contra o aumento em uma categoria de intensidade de dor no períneo (OR 0,5; IC 95% 0,3 - 0,9) e ter tido laceração de 2º grau no parto aumentou em 3,4 vezes a chance de ter aumento em uma categoria de intensidade de dor (OR 3,4; IC 95% 1,7 6,9). A dor perineal interferiu significativamente na realização de todas as atividades investigadas, com exceção de evacuar. CONCLUSÃO: Maiores intensidades de dor perineal estão associadas a ter estudado por 12 anos ou mais, à presença de mais de um trauma perineal e à episiotomia. A dor perineal interfere nas atividades maternas durante o pós-parto.

Introduction: Perineal pain is a frequent event in the postpartum period. However, there is no agreement between pain intensity association with maternal factors, neonatal factors and obstetric care received during labor and delivery. Objectives: To identify the prevalence and intensity of perineal pain in the first day of postpartum after vaginal delivery; to analyze the association between intensity of perineal pain and maternal sociodemographic characteristics, obstetric history, obstetric care during labor, delivery and postpartum period and newborns characteristics, and to analyze the association between intensity of perineal pain and the interference score in the implementation of maternal activities. Methods: Cross-sectional study, a data collection undertaken in the postnatal ward. The sample consisted of 596 mothers interviewed in their first postpartum day after. Data were collected trough interview and review of medical records. The intensity of pain was measured with the Numeric Visual Scale (0 10). The chi-square tests were used with Monte Carlo simulation and ANOVA and variables with p0.20 were related by ordinal logistic regression. The significance adopted was 5% for all statistical tests. Results: The prevalence of perineal mean pain was 38.3% and the pain intensity 4.6 (SD=1.9), classified as moderate. The absence of perineal pain was associated with the absence of trauma (p<0.001) and multiparity (p=0.012). Mild pain was associated with primiparity (p=0.012), education more than 12 years (p=0.001) and episiotomy (p<0.001). The moderate pain was associated with studying 12 years or more (p=0.001) and any of a perineal trauma (p<0.001). Severe pain was associated with an episiotomy (p<0.001).Studying up to 8 years was a protective factor against the increase in one perineal pain intensity category (OR 0.5; 95% CI 0.3 to 0.9) and 2nd degree tear in childbirth increased by 3.4 times the chance of a higher in a category of pain intensity (OR 3.4; 95% CI 1.7 to 6.9). The perineal pain interfered significantly in carrying out all activities surveyed, except for the fecal evacuation. CONCLUSION: Greater perineal pain intensities are associated with having studied for 12 years or more, of study more than one perineal trauma and an episiotomy. The perineal pain interferes in the activities of the women during the postpartum period.
Descritores: Dor
-Períneo
Estudos Transversais
Período Pós-Parto
Responsável: BR41.1 - Biblioteca Wanda de Aguiar Horta
BR41.1


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Id: lil-785720
Autor: Prabha, Vikram; Devaraju, Shishir; Vernekar, Ritesh; Hiremath, Murigendra.
Título: Single stage: dorsolateral onlay buccal mucosal urethroplasty for long anterior urethral strictures using perineal route
Fonte: Int. braz. j. urol;42(3):564-570tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To assess the outcome of single stage dorsolateral onlay buccal mucosal urethroplasty for long anterior urethral strictures (>4cm long) using a perineal incision. Materials and Methods From August 2010 to August 2013, 20 patients underwent BMG urethroplasty. The cause of stricture was Lichen sclerosis in 12 cases (60%), Instrumentation in 5 cases (25%), and unknown in 3 cases (15%). Strictures were approached through a perineal skin incision and penis was invaginated into it to access the entire urethra. All the grafts were placed dorsolaterally, preserving the bulbospongiosus muscle, central tendon of perineum and one-sided attachement of corpus spongiosum. Procedure was considered to be failure if the patient required instrumentation postoperatively. Results Mean stricture length was 8.5cm (range 4 to 12cm). Mean follow-up was 22.7 months (range 12 to 36 months). Overall success rate was 85%. There were 3 failures (meatal stenosis in 1, proximal stricture in 1 and whole length recurrent stricture in 1). Other complications included wound infection, urethrocutaneous fistula, brownish discharge per urethra and scrotal oedema. Conclusion Dorsolateral buccal mucosal urethroplasty for long anterior urethral strictures using a single perineal incision is simple, safe and easily reproducible by urologists with a good outcome.
Descritores: Períneo/cirurgia
Procedimentos Cirúrgicos Urológicos Masculinos/métodos
Estreitamento Uretral/cirurgia
Mucosa Bucal/transplante
-Complicações Pós-Operatórias
Uretra/cirurgia
Reprodutibilidade dos Testes
Resultado do Tratamento
Duração da Cirurgia
Tempo de Internação
Ilustração Médica
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
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Id: biblio-892891
Autor: Garzón, Horacio J. Alvarez; Maubon, Thomas; Jauffret, Camille; Vieille, Pierre; Fatton, Brigitte; Tayrac, Renaud de.
Título: Synthetic mesh repair of an anterior perineal hernia following robotic radical urethrocystectomy
Fonte: Int. braz. j. urol;43(5):982-986, Sept.-Oct. 2017. graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Introduction: Perineal hernia is a protrusion of intra-abdominal viscera through a defect in the pelvic floor and is a rare but challenging complication after extensive abdominoperineal surgery. There have been small series published after colorectal exenteration, but no cases have been reported after radical cystectomy and urethrectomy. Case Presentation: A 68 years old woman developed an anterior perineal hernia, with no vaginal prolapse, after an anterior exenteration for bladder cancer. A perineal approach with the use of a synthetic polypropylene mesh was chosen to resolve the condition. After 6 months of follow-up, the patient has no symptoms or recurrence of the anterior perineal hernia. Conclusion: To our knowledge, this case is the first report of perineal hernia after radical urethrocystectomy. Although being a case report, this article describes a potential and challenging complication after extensive anterior pelvic surgery, that could increase its incidence in the future. Literature review shows that whether perineal, abdominal or combined approach is chosen, surgery must respect hernia repair principles.
Descritores: Períneo/patologia
Telas Cirúrgicas
Cistectomia/métodos
Hérnia Abdominal/cirurgia
Herniorrafia/métodos
Procedimentos Cirúrgicos Robóticos/métodos
-Períneo/cirurgia
Uretra/cirurgia
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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