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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-1094105
Autor: Vidal Jiménez, Eligio; Aneiro Alfonso, Crescencio; Álvarez Armas, Abel; Sierra Benítez, Enrique Marcos; León Pérez, Mairianny Quianella.
Título: Discectomía, artrodesis intersomática y estabilización en mielopatía espondilótica cervical. Presentación de un caso / Discectomy, artrodesis and stabilization in cervical spondylotic myelopathy. Presentation of a case
Fonte: Rev. medica electron;41(4):1012-1019, jul.-ago. 2019. graf.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Las alteraciones degenerativas de la columna se engloban en el término de espondilosis cervical. La mielopatía espondilótica cervical (MEC) es la forma más común de disfunción del cordón espinal en mayores de 55 años. Se considera la intervención quirúrgica en la mayoría de los casos de mielopatía cervical espondilótica evidente desde el punto de vista clínico, dado el riesgo de deterioro neurológico. En la mayoría de los casos de mielopatía cervical, la descompresión de la médula espinal genera estabilización o mejoría de la función de los haces largos medulares. La función es mejor cuando se restablecen bien las dimensiones del conducto vertebral después de la descompresión, cuando la descompresión es más precoz y cuando no hay comorbilidad considerable.

ABSTRACT The degenerative alterations of the column are included in the term of cervical espondilosis. The cervical spondylotic myelopathy it is the form more common of disfuntion of the spinal cord in bigger than 55 years. It is considered the surgical intervention in most of the cases of cervical spondylotic myelopathy evident from the clinical, given point of view the risk of neurological deterioration. In most of the cases of cervical myelopathy, the decompression of the spinal marrow generates stabilization or improvement of the function of the medullary long sheaves. The function is better when they recover well the dimensions of the vertebral conduit after the decompression, when the decompression is more precocious and when there is not considerable comorbility.
Descritores: Artrodese
Doenças da Medula Espinal/cirurgia
Doenças da Medula Espinal/complicações
Doenças da Medula Espinal/diagnóstico
Doenças da Medula Espinal/etiologia
Doenças da Medula Espinal/tratamento farmacológico
Doenças da Medula Espinal/diagnóstico por imagem
Discotomia
Espondilose/diagnóstico
Degeneração do Disco Intervertebral/diagnóstico
-Canal Vertebral/fisiopatologia
Espectroscopia de Ressonância Magnética
Neurocirurgia
Limites: Humanos
Masculino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CU424.1 - Centro Provincial de Información de Ciencias Médicas


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Id: biblio-1077978
Autor: Carvalho, Emerson Alexandre P; Oliveira, Giuliano Parreira.
Título: Bloqueios espinhais em cirurgia cardíaca / Spinal blocks in cardiac surgery.
Fonte: São Paulo; IDPC; 2003. 73 p.
Idioma: pt.
Resumo: A cirurgia cariaca acarreta importante estímulo neuro, endócrino e metabólico ao paciente. A anestesia espinhal, seja raquidiana ou peridural, fornece significativa contribuição à anestesia geral para diminuir as repercussões deste evento...
Descritores: Anestesia Epidural
Canal Vertebral
Cirurgia Torácica
Raquianestesia
Responsável: BR79.1 - CIC - Centro de Informação Cardiovascular Mendonça de Barros
BR79.1


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Id: biblio-828612
Autor: Morales-Rangel, Eliu Hazael; Espinoza-Choque, Fernando; Moheno-Gallardo, Alfredo Javier; Saavedra-Badillo, Luis Antonio; Elizalde-Martínez, Eulalio; Fuente-Zuno, Juan Carlos de la; Pérez-Atanasio, José Manuel.
Título: Parameters of nuclear magnetic resonance in patients with congenital narrowing of the lumbar spinal canal / Parâmetros de ressonância magnética em pacientes com estreitamento congênito do canal vertebral lombar / Parámetros de resonancia magnética en pacientes con estrechamiento congénito del conducto lumbar
Fonte: Coluna/Columna;15(4):287-289, Oct.-Dec. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To compare the morphological parameters of magnetic resonance in patients with congenital narrowing of the lumbar spinal canal with patients with low back pain. Methods: A descriptive, retrospective, observational study was conducted with measurements in the axial and sagittal magnetic resonance sections of the vertebral body and canal of the lumbar spine of 64 patients with diagnosis of low back pain, which were compared with resonance images taken from 31 Mexican patients with congenital narrowing of the lumbar spinal canal. Results: The results show that patients with congenital narrowing of the lumbar spinal canal in the axial sections have a difference in diameters, being L2<13.9 mm, L3<13.3 mm, L4<12.9 mm, L5<13.1 mm, compared with controls L2<20.5 mm, L3<20.5 mm, L4<19.3 mm, L5<18.1 mm with p = 0.000. Conclusions: We found different measurements in the Mexican population compared to those found by similar studies. With the parameters obtained, it would be possible to make the proper diagnosis, surgical planning, and treatment.

RESUMO Objetivo: Comparar os parâmetros morfológicos de ressonância magnética de pacientes com estreitamento congênito do canal lombar com os pacientes com lombalgia. Métodos: Foi realizado um estudo descritivo, retrospectivo, observacional, com medições nos cortes axiais e sagitais de ressonância magnética do corpo e do canal vertebral da coluna lombar de 64 pacientes com diagnóstico de lombalgia, os quais foram comparados com ressonâncias feitas em 31 pacientes com diagnóstico de estreitamento congênito de canal vertebral lombar na população mexicana. Resultados: Os resultados obtidos mostram que os pacientes com estreitamento congênito do canal vertebral lombar apresentam, nos cortes axiais, uma diferença com relação aos diâmetros, sendo em L2 < 13,9 mm, L3 < 13,3 mm, L4 < 12,9 mm, L5 < 13,1 mm, em comparação com os controles L2 < 20,5 mm, L3 < 20,5 mm, L4 < 19,3 mm, L5 < 18,1 mm com p = 0,000. Conclusões: Foram encontradas distintas medições na população mexicana em comparação com outros estudos similares. Com os parâmetros obtidos será possível realizar o diagnóstico adequado, planejamento cirúrgico e tratamento.

RESUMEN Objetivo: Comparar parámetros morfológicos en resonancia magnética nuclear de pacientes con estrechamiento congénito del conducto lumbar con pacientes con lumbalgia. Métodos: Se realizó un estudio descriptivo, retrospectivo, observacional, con mediciones en cortes axiales y sagitales del cuerpo y conducto vertebral en resonancias magnéticas de columna lumbar de 64 pacientes con diagnóstico de lumbalgia y se comparó con resonancias magnéticas de 31 pacientes diagnosticados con estrechamiento congénito del conducto lumbar en población mexicana. Resultados: Los resultados obtenidos demuestran que los pacientes con estenosis lumbar congénita presentan, en cortes axiales, una diferencia en cuanto a los diámetros, siendo en L2 < 13,9 mm, L3 < 13,3 mm, L4 < 12,9 mm, L5 < 13,1 mm en comparación a los controles L2 < 20,5 mm, L3 < 20,5 mm, L4 < 19,3 mm, L5 < 18,1 mm con una p = 0,000. Conclusiones: Encontramos distintas mediciones en población mexicana comparado a otros estudios similares. Con estos parámetros obtenidos se podrá realizar un adecuado diagnóstico, planeación quirúrgica y tratamiento.
Descritores: Canal Vertebral/diagnóstico por imagem
-Imagem por Ressonância Magnética
Antropometria
Vértebras Lombares/anatomia & histologia
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Id: lil-795008
Autor: Ancheschi, Bruno da Costa; Savarese, Aniello; Pratali, Raphael de Rezende; Maranho, Daniel Augusto Carvalho; Castilha, Marcello Teixeira; Nogueira-Barbosa, Marcello Henrique; Costa, Herton Rodrigo Tavares; Defino, Helton Luiz Aparecido; Herrero, Carlos Fernando Pereira da Silva.
Título: Dynamic magnetic resonance imaging: preliminary presentation of a technique / Ressonância magnética dinâmica: apresentação preliminar de uma técnica / Resonancia magnética dinámica: presentación preliminar de una técnica
Fonte: Coluna/Columna;15(3):209-212, July-Sept. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To evaluate morphometric variations of the cervical spine in patients with cervical spondylotic myelopathy (CSM) using dynamic magnetic resonance imaging (MRI) in neutral, flexion and extension positions. Methods: This is a prospective study of patients with CSM secondary to degenerative disease of the cervical spine. The morphometric parameters were evaluated using T2-weighted MRI sequences in the sagittal plane in neutral, flexion and extension position of the neck. The parameters studied were the anterior length of the spinal cord (ALSC), the posterior length of the spinal cord (PLSC), the diameter of the vertebral canal (DVC) and the diameter of the spinal cord (DSC). Results: The ALSC and PLSC were longer in flexion than in extension and neutral position, with statistically significant difference between the flexion and extension position. The DVC and the DSC were greater in flexion than in extension and neutral position, however, there was no statistically significant difference when they were compared in the neutral, flexion and extension positions. Conclusion: Dynamic MRI allows to evaluate morphometric variations in the cervical spinal canal in patients with cervical spondylotic myelopathy.

RESUMO Objetivo: Avaliar variações morfométricas da coluna vertebral cervical em pacientes portadores de mielopatia cervical espondilótica (MCE) por meio da ressonância magnética dinâmica nas posições neutra, em flexão e em extensão. Métodos: Este é um estudo prospectivo de pacientes portadores de MCE secundária à doença degenerativa da coluna vertebral cervical. Os parâmetros morfométricos foram avaliados pelas sequências de ressonância magnética ponderadas em T2, no plano sagital em posições neutra, flexão e extensão. Os parâmetros estudados foram o comprimento anterior da medula espinhal (CAME), o comprimento posterior da medula espinhal (CPME), o diâmetro do canal vertebral (DCV) e o diâmetro da medula espinhal (DME). Resultados: O CAME e o CPME foram mais longos em flexão do que nas posições neutra e em extensão, sendo encontrada diferença estatisticamente significativa entre a posição em flexão e extensão. O DCV e o DME foram maiores em flexão do que nas posições neutra e em extensão, no entanto não foi encontrada diferença estatisticamente significativa quando comparados nas posições neutra, em flexão e em extensão. Conclusão: O exame de ressonância magnética dinâmica permite avaliar as variações morfométricas do canal vertebral cervical em pacientes portadores de mielopatia cervical espondilótica.

RESUMEN Objetivo: Evaluar las variaciones morfométricas de la columna cervical en pacientes con mielopatía cervical espondilótica (MCE) mediante resonancia magnética dinámica en la posición neutra, en flexión y extensión. Métodos: Se trata de un estudio prospectivo de pacientes con MCE secundaria a la enfermedad degenerativa de la columna cervical. Los parámetros morfométricos fueron evaluados en las secuencias ponderadas en T2 en el plano sagital en la posición neutra, en flexión y extensión de la resonancia magnética. Los parámetros estudiados fueron la longitud anterior de la médula espinal (LAME), la longitud posterior de la médula espinal (LPME), el diámetro del canal espinal (DCE) y el diámetro de la médula espinal (DME). Resultados: La LAME y la LPME fueron más largas en flexión que en las posiciones neutra y en extensión, con diferencia estadísticamente significativa entre la posición en flexión y extensión. El DME y el DCE fueron mayores en flexión que en extensión y la posición neutra, sin embargo no hubo diferencia estadísticamente significativa cuando se compararon en la posición neutral, en flexión y extensión. Conclusión: El examen de resonancia magnética dinámica permite evaluar los cambios morfométricos en el canal espinal cervical en pacientes con mielopatía cervical espondilótica.
Descritores: Espectroscopia de Ressonância Magnética/métodos
-Canal Vertebral
Doenças da Medula Espinal
Espondilose
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Id: lil-787859
Autor: Castellanos, Roxana Torres; Medel, Roberto Alfonso Martínez; Rodríguez, Emilio Barbarín.
Título: Evaluation of the diameter of the lumbar vertebral canal using computed tomography in mexican population / Avaliação do diâmetro do canal vertebral lombar por tomografia computadorizada na população mexicana / Evaluación del diámetro del conducto lumbar por tomografía computarizada en población mexicana
Fonte: Coluna/Columna;15(2):118-119tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To conduct a descriptive study to find measures of central tendency in the vertebral bodies L3, L4, and L5 in the Mexican population. Methods: Fifty patients were considered, 33 male and 17 female, aged between 30 and 55 years. Measurements were performed at the levels L3, L4 and L5 taking the interpedicular distance (A), mid-sagittal diameter (B), anteroposterior distance (AP) and the depth of lateral recess (R) in axial 2-mm sections of CT scans (Somaton Emotion, SIEMENS, 2 sections) in a Mexican population with healthy vertebral bodies, with no history of lumbar pathology. Results: Overall, the measures obtained were mean interpedicular distance of 22.80 in L3, range of 16.34/28.72. In L4, mean of 23.83, range of 17.62/27.92. In L5, mean of 25.28, range of 21.88/31.29. Conclusions: This study managed to make a database that did not exist in Mexico, using measures of central tendency. Therefore, it opens the way for it to be possible, in future studies, to identify predictive factors or even developing implants.

RESUMO Objetivo: Realizar um estudo descritivo para encontrar medidas de tendência central nos corpos vertebrais L3, L4 e L5 na população mexicana. Métodos: Foram considerados 50 pacientes, 33 homens e 17 mulheres, com idades entre 30 e 55 anos. Foram realizadas medidas no nível de L3, L4 e L5, tomando-se a distância interpedicular (A), o diâmetro mediossagital (B), a distância anteroposterior (AP) e a profundidade do recesso lateral (R) em cortes axiais de tomografia computadorizada (tomógrafo Somaton Emotion, SIEMENS, 2 cortes) em uma população mexicana com corpos vertebrais saudáveis, sem história prévia de patologia lombar. Resultados: Obteve-se, no geral, distância interpedicular média de 22,80 em L3, com faixa de 16,34/28,72. Em L4, média de 23,83, faixa de 17,62/27,92. Em L5, média de 25,28, faixa de 21,88/31,29. Conclusões: O presente estudo conseguiu fazer um banco de dados que não existia no país usando medidas de tendência central. Desse modo, abre-se o caminho para que, em estudos posteriores, seja possível identificar fatores preditivos ou até mesmo o desenvolvimento de implantes.

RESUMEN Objetivo: Realizar un estudio descriptivo para buscar medidas de tendencia central en los cuerpos vertebrales L3, L4 y L5 en población mexicana Métodos: Fueron considerados 50 pacientes, 33 hombres y 17 mujeres, con edades entre 30 y 55 años. Se realizaron mediciones a nivel de L3, L4, L5, tomando la distancia interpedicular (A), el diámetro mediosagital (B), la distancia anteroposterior (AP) y profundidad de receso lateral (R) en cortes axiales de tomografía axial computarizada de 2 mm (tomógrafo Somaton Emotion, SIEMENS, 2 cortes) en una población mexicana con cuerpos vertebrales sanos, sin antecedente previo de patología lumbar. Resultados: Se obtuvo en general una distancia interpedicular media de 22,80 en L3, con un rango de 16,34/28,72. En L4, media de 23,83, rango de 17,62/27,92. En L5, media de 25,28, rango de 21,88/31,29. Conclusiones: El presente estudio logró realizar una base de datos no existente en el país utilizando medidas de tendencia central. De este modo, se abre camino para que en estudios posteriores se logre determinar factores predictivos o inclusive el desarrollo de implantes.
Descritores: Canal Vertebral/diagnóstico por imagem
-Imagem por Ressonância Magnética
Epidemiologia Descritiva
Região Lombossacral
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Id: lil-779082
Autor: Tisot, Rodrigo Arnold; Vieira, Juliano Silveira Luiz; Tisot, Orley Fauth; Santos, Renato Tadeu dos; Badotti, Augusto Alves; Berardi, Andrius; Collares, Diego da Silva.
Título: Thoracolumbar burst fracture: structural changes and clinical outcome of treatment / Fratura toracolombar tipo explosão: alterações estruturais e resultado clínico do tratamento / Fractura toracolumbar tipo explosión: cambios estructurales y resultados clínico del tratamiento
Fonte: Coluna/Columna;15(1):68-72, Jan.-Mar. 2016. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To evaluate the correlation between structural changes in burst fractures of thoracic and lumbar spine with clinical outcome of the treatment. Methods: A retrospective study in 25 patients with fractures of thoracic and lumbar spine burst fractures without neurological deficit. Eleven patients underwent conservative treatment and for the remaining the treatment was surgical. All patients were followed up for at least 24 months. The cases were evaluated by a protocol that included: posttraumatic measurement of kyphosis, vertebral body collapse and narrowing of the spinal canal, the visual analog scale of pain, and the quality of life questionnaire SF-36 at the follow-up. For statistical analysis, the significance level was 5% and the software SPSS 18.0 was used. Results: No statistically significant difference was observed when comparing the clinical outcomes of one treatment over another. Similarly, there was no statistically significant correlation between kyphosis and post-traumatic narrowing of the spinal canal with clinical worsening in the follow-up, regardless of the treatment used. We found a positive correlation (p<0.05) between initial collapse and SF-36 domains in both groups (operated and non-operated). Conclusion: There was no significant superiority of one treatment over the other, and no correlation was found between kyphosis and spinal canal narrowing in burst fractures of the thoracic and lumbar spine without neurological deficit. However, there was correlation between initial collapse and clinical outcome in some domains of the SF-36 questionnaire.

RESUMO Objetivo: Avaliar a correlação entre as alterações estruturais das fraturas da coluna torácica e lombar tipo explosão com o resultado clínico do tratamento. Métodos: Foi realizado estudo retrospectivo em 25 pacientes, com fraturas da coluna torácica ou lombar tipo explosão sem déficit neurológico. Onze pacientes foram submetidos ao tratamento conservador e, nos demais, o tratamento foi cirúrgico. Todos os pacientes foram acompanhados por, no mínimo, 24 meses. Os casos foram avaliados por um protocolo que incluiu: aferição pós-traumática da cifose, colapso do corpo vertebral e estreitamento do canal vertebral e escala visual analógica de dor e questionário de qualidade de vida SF-36 no seguimento. Para a análise estatística dos resultados foi considerado nível de significância de 5% e utilizou-se o programa PASW 18.0. Resultados: Não foi evidenciada diferença estatisticamente significativa ao comparar os resultados clínicos de um tratamento sobre outro. Da mesma forma, não houve correlação estatisticamente significativa entre cifose e estreitamento pós-traumático do canal vertebral com piora clínica no seguimento, independentemente do tipo de tratamento adotado. Encontramos correlação positiva (p < 0,05), entre colapso inicial e domínios do SF36 em ambos os grupos (operados e não operados). Conclusão: Não foi evidenciada superioridade de um tratamento sobre o outro, assim como não foi encontrada correlação entre cifose e estreitamento do canal vertebral nas fraturas da coluna torácica e lombar tipo explosão sem déficit neurológico. Porém, verificou-se correlação entre colapso inicial e desfecho clínico em alguns domínios do questionário SF36.

RESUMEN Objetivo: Evaluar la correlación entre los cambios estructurales en las fracturas de la columna vertebral torácica y lumbar del tipo explosión con el resultado clínico del tratamiento. Métodos: Estudio retrospectivo de 25 pacientes con fracturas de la columna vertebral lumbar o torácica de tipo explosión y sin déficit neurológico. Once pacientes fueron sometidos a tratamiento conservador y en los demás, el tratamiento fue quirúrgico. Todos los pacientes tuvieron seguimiento mínimo de 24 meses. Los casos fueron evaluados por un protocolo que incluyó: evaluación de la cifosis postraumática, colapso del cuerpo vertebral y el estrechamiento del canal espinal y la escala analógica visual de dolor y el cuestionario SF-36 durante el seguimiento. Para el análisis estadístico, se consideró el nivel de significación del 5% y se utilizó el programa PASW 18.0. Resultados: No se observaron diferencias estadísticamente significativas al comparar los resultados clínicos de un tratamiento sobre otro. También no hubo correlación estadísticamente significativa entre la cifosis y estrechamiento postraumático de canal espinal con empeoramiento clínico en el seguimiento, sin importar el tratamiento utilizado. Se encontró una correlación positiva (p < 0,05) entre el colapso inicial y dominios SF36 en ambos grupos (operados y no operados). Conclusión: No hubo superioridad significativa de un tratamiento sobre el otro y no se encontró correlación entre la cifosis y estrechamiento del canal espinal en las fracturas de la columna torácica o lumbar del tipo explosión sin déficit neurológico. Sin embargo, hubo correlación entre el colapso inicial y el resultado clínico en algunos dominios del cuestionario SF36.
Descritores: Fraturas da Coluna Vertebral
-Canal Vertebral
Resultado do Tratamento
Cifose
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Id: lil-779080
Autor: Garcia, Enguer Beraldo; Dressler, Hugo Bertani; Garcia Junior, Enguer Beraldo; Garcia, Liliane Faria; Santos, Lucas do Amaral; Barros, Gilberto Afonso Vieira; Gonçalves, Roberto Garcia; Martins, José Carlos Tadeu; Rodrigues, Rogéria Nobre.
Título: Study of variation of the diameter of the spinal canal and the foramina in spondylolisthesis / Estudo da variação do diâmetro do canal e dos forames vertebrais na espondilolistese / Estudio de la variación del diámetro del canal y de los forámenes vertebrales en espondilolistesis
Fonte: Coluna/Columna;15(1):26-29, Jan.-Mar. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To define and quantify the degree of change of the spinal canal diameter in patients with degenerative and spondylolytic spondylolisthesis. Methods: We studied CT scans of 54 patients. Of this total, 37 (29 women and 8 men) had degenerative type and 17 (7 women and 10 men) had spondylolytic type. Results: In the degenerative spondylolisthesis group, the average diameter of the spinal canal at the injured vertebra level was 17.35 mm and 17.64 mm for the upper vertebra level. The average diameter of the foramen at the level of the affected vertebra was 14.61 mm to left side and 15.00 mm to the right side. The average diameter of the foramen at the upper vertebra level was 16.82 mm to the left side and 16.51 mm to the right side. In the spondylolytic group, the average diameter of the spinal canal at the level of the affected vertebra was 23.25 mm and at the upper vertebra level was 18.66 mm. The average diameter of the foramen at the level of the affected vertebra was 11.98 mm to the left side and 12.34 mm to the right side. The average diameter of the foramen at the level of the upper vertebra was 16.97 mm to the left side and 15.58 mm to the right side. Conclusion: The diameter of the spinal canal in the sagittal plane showed no statistically significant increase in the spondylolytic spondylolisthesis group, in contrast to what is found in the degenerative spondylolisthesis group. It was also observed a reduction in vertebral foramina of the injured level in both groups.

RESUMO Objetivo: Definir e quantificar o grau de alteração do diâmetro do canal vertebral em pacientes portadores de espondilolistese degenerativa e espondilolítica. Métodos: Tomografias de 54 pacientes foram estudadas. Desse total, 37 (29 mulheres e 8 homens) apresentavam o tipo degenerativo e 17 (7 mulheres e 10 homens) apresentaram o tipo espondilolítico. Resultados: No grupo de espondilolistese degenerativa, o diâmetro médio do canal no nível da vértebra lesada foi 17,35 mm e 17,64 mm no nível da vértebra superior. O diâmetro médio do forame no nível da vértebra lesada foi 14,61 mm à esquerda e 15,00 mm à direita. O diâmetro médio do forame no nível da vértebra superior foi 16,82 mm à esquerda e 16,51 mm à direita. No grupo espondilolítico, o diâmetro médio do canal no nível da vértebra lesada foi 23,25 mm e no nível da vértebra superior foi 18,66 mm. O diâmetro médio do forame no nível da vértebra lesada foi 11,98 mm à esquerda e 12,34 mm à direita. O diâmetro médio do forame no nível da vértebra superior foi 16,97 mm à esquerda e 15,58 mm à direita. Conclusão: O diâmetro do canal vertebral no plano sagital não apresentou aumento estatisticamente significante no grupo espondilolistese espondilolítica, ao contrário do que se observou no grupo espondilolistese degenerativa. Observou-se também a redução dos forames no nível da vértebra lesada em ambos os grupos.

RESUMEN Objetivo: Definir y cuantificar el grado de cambio del diámetro del canal espinal en pacientes con espondilolistesis degenerativa y espondilolítica. Métodos: Hemos estudiado las TC de 54 pacientes. De este total 37 (29 mujeres y 8 hombres) tenían el tipo degenerativo y 17 (7 mujeres y 10 hombres) tenían el tipo espondilolítico. Resultados: En el grupo espondilolistesis degenerativa, el diámetro medio del canal en el nivel de la vértebra lesionada fue 17,35 mm y 17,64 mm para el nivel de la vértebra superior. El diámetro medio del foramen en el nivel de la vértebra lesionada fue 14,61 mm a la izquierda y 15,00 mm a la derecha. El diámetro medio del foramen en el nivel de la vértebra superior fue 16,82 mm a la izquierda y 16,51 mm a la derecha. En el grupo espondilolítico, el diámetro medio del canal en el nivel de la vértebra lesionada fue 23,25 mm y en el nivel de la vértebra superior fue 18,66 mm. El diámetro medio del foramen en el nivel de la vértebra lesionada fue 11,98 mm a la izquierda y 12,34 mm a la derecha. El diámetro medio del foramen en el nivel de la vértebra superior fue 16,97 mm a la izquierda y 15,58 mm a la derecha. Conclusión: El diámetro del canal vertebral en el plano sagital no mostró ningún aumento estadísticamente significativo en el grupo espondilolistesis espondilolítica, contrariamente a lo que se observó en el grupo espondilolistesis degenerativa. También se observó reducción en los forámenes vertebrales en el nivel lesionado en ambos grupos.
Descritores: Espondilolistese
-Canal Vertebral
Diagnóstico por Imagem
Tomografia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Id: biblio-890889
Autor: Lámbarri, Jesús Cisneros; López, José Tovar; Tellez, José Grimaldo; Sandoval, Haro.
Título: Use of ct for analysis of the vertebral foramen in the hospital of querétaro / Uso de tc para análise do forame vertebral no hospital de querétaro / Uso de tc para análisis del foramen vertebral en el hospital de querétaro
Fonte: Coluna/Columna;16(2):109-111, Apr.-June 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To determine the morphology of the vertebral foramen and its distance to the midline. Methods: Twenty cervical CT scans from the radiographic record of 12 men and 8 women, 18 to 74 years old, of C1 to C6 segments were evaluated, measuring the foramen diameter and its distance to the midline. We look for anomalies of vertebral foramen morphology, using Philips Ingenuity CT equipment with Philips IntelliSpace Portal software. Results: The mean age was 47 years; the segment with the most anomalies was C1, with 10% (increase in foramen diameter), followed by C2 and C6, with 5% (vertebral foramen hypotrophy); the mean diameter of the C1 to C6 segment was 6.081 mm, and the median distance from the midline to the vertebral foramen of C2 to C6 was 13.215 mm. The largest diameter of the vertebral foramen was C2, with a mean of 6.67 mm and the smallest was C4, with a mean of 5.75 mm; the greatest distance from the midline to the vertebral foramen was C1, with a mean of 22.59 mm and the shortest was C4, with a mean of 12.13 mm. Conclusions: The mean diameter of the vertebral foramen and its distance to the midline was determined, setting a safety region for procedures. In our city, there is no study that determines the means of the vertebral foramina diameters, the distance from the midline and its anomalies. It is necessary to rely on CT scans and to make a preoperative plan to avoid complications associated with morphological alterations.

RESUMO Objetivo: Determinar a morfologia do forame vertebral e sua distância da linha mediana. Métodos: Foram avaliadas 20 tomografias cervicais do arquivo radiográfico de 12 homens e 8 mulheres, de 18 a 74 anos de idade, dos segmentos C1 a C6, fazendo a medição do diâmetro do forame e de sua distância até a linha mediana. Buscaram-se as anomalias da morfologia do forame vertebral, usando um equipamento Philips Ingenuity CT com o software Philips IntelliSpace Portal. Resultados: A média de idade foi 47 anos; o segmento com mais anomalias foi C1, com 10% (aumento do diâmetro do forame), seguido por C2 e C6, com 5% (hipotrofia do forame vertebral); o diâmetro médio do segmento C1 a C6 foi 6,081 mm e a distância média da linha mediana até o forame vertebral de C2 a C6 foi 13,215 mm. O maior diâmetro do forame vertebral foi C2, com média de 6,67 mm e o menor foi C4, com média de 5,75 mm; a maior distância da linha mediana até o forame vertebral foi a de C1, com média de 22,59 mm e a menor foi em C4, com média de 12,13 mm. Conclusões: Foi determinada a média do diâmetro do forame vertebral e sua distância até a linha mediana, estabelecendo-se uma região de segurança para procedimentos. Em nossa cidade, não há um estudo que determine a médias dos diâmetros do forame vertebral, a distância da linha mediana e suas anomalias. É preciso contar com a tomografia e fazer um plano pré-operatório para evitar as complicações associadas às alterações morfológicas.

RESUMEN Objetivo: Determinar la morfología del foramen vertebral y su distancia de la línea media. Métodos: Se evaluaron 20 tomografías cervicales, del archivo radiográfico de 12 hombres y 8 mujeres, de 18 a 74 años de edad, del segmento C1 a C6, realizando la medición del diámetro del foramen, y su distancia de la línea media. Se buscaron las anomalías morfológicas del foramen vertebral, usando un equipo Philips Ingenuity CT y software Philips IntelliSpace Portal. Resultados: La edad promedio fue de 47 años; el segmento con más anomalías fue C1, con 10% (aumento del diámetro del foramen), seguido de C2 y C6 con 5% (hipotrofia del foramen vertebral); el promedio del diámetro del segmento C1 a C6 fue de 6,081 mm y el promedio de distancia de la línea media al foramen vertebral de C2 a C6 fue 13,215 mm. El mayor diámetro del foramen vertebral fue en C2, con promedio de 6,67 mm y el menor fue en C4 con promedio de 5,75 mm; la mayor distancia de línea media al foramen vertebral correspondió en C1 con promedio de 22,59 mm y la menor fue en C4 con promedio de 12,13 mm. Conclusiones: Se determinó el promedio del diámetro del foramen vertebral y su distancia a la línea media, estableciendo una zona de seguridad para procedimientos. En nuestra ciudad no existe un estudio que determine promedios del diámetro del foramen vertebral, la distancia desde la línea media y sus anomalías. Es preciso contar con tomografía y hacer un plan preoperatorio para evitar las complicaciones asociadas con alteraciones morfológicas.
Descritores: Coluna Vertebral/anatomia & histologia
-Canal Vertebral
Diagnóstico por Imagem
Tomografia Computadorizada por Raios X
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Id: biblio-975004
Autor: Velasco, Juan Manuel; Sapriza, Santiago; Galli, Nicolás; Garcìa, Fernando.
Título: Vertebral hydatidosis: bibliographical review and clinical case report / Hidatidose vertebral: revisão bibliográfica e relato de caso clínico / Hidatidosis vertebral: revisión bibliográfica y reporte de caso clínico
Fonte: Coluna/Columna;17(4):326-329, Oct.-Dec. 2018. graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT We will present a literature review of the vertebral location of hydatidosis. It is a rare, locally aggressive condition with a high recurrence rate that requires clinical treatment (antihelminthic drugs) and surgery, with decompression of the spinal canal. We report a case with more than 11 years of follow-up, which required surgical treatment on 4 occasions. Level of Evidence V; Therapeutic-investigational study of treatment results.

RESUMO Estaremos apresentando uma revisão bibliográfica da localização vertebral da hidatidose, patologia de baixa frequência, localmente agressiva, com alta taxa de recorrência, que requer tratamento médico (antihelmíntico) e cirúrgico com a descompressão do canal espinhal. Nós reportamos um caso com seguimentos de mais de 11 anos, que exigiu tratamento cirúrgico em 4 oportunidades. Nível de Evidência V; Estudo terapêutico - investigação dos resultados do tratamento.

RESUMEN Presentaremos una revisión bibliográfica de la localización vertebral de la hidatidosis. Es una patología poco frecuente, agresiva localmente, con alta tasa de recurrencia y que requiere tratamiento clínico (medicaciones antihelmínticas) y quirúrgico, con descompresión del canal vertebral. Mostramos un caso clínico con seguimiento de más de 11 años, el que requirió tratamiento quirúrgico en 4 oportunidades. Nivel de Evidencia V; Estudio terapéutico-investigación de los resultados del tratamiento.
Descritores: Equinococose
-Canal Vertebral
Coluna Vertebral/cirurgia
Anti-Helmínticos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-680731
Autor: Silva, Matheus Luís da; Tisot, Rodrigo Arnold; Vieira, Juliano Silveira Luiz; Santos, Renato Tadeu dos; Tisot, Orley Fauth.
Título: Fratura tipo explosão da coluna torácica e lombar: correlação entre o segmento biomecânico sagital acometido e as alterações estruturais da vértebra fraturada / Burst fracture of the thoracic and lumbar spine: correlation between the biomechanical sagittal segment affected and structural changes of the fractured vertebra / Fractura por estallido de la columna torácica y lumbar: correlación entre el segmento biomecánico sagital afectado y los cambios estructurales de la vértebra fracturada
Fonte: Coluna/Columna;12(2):142-145, 2013. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: Analisar as fraturas tipo explosão da coluna torácica e lombar e fazer a correlação entre o segmento biomecânico sagital acometido e as alterações estruturais da vértebra fraturada. MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 72 pacientes com fraturas tipo explosão da coluna torácica e lombar. O estreitamento do canal vertebral, o colapso vertebral e a cifose local foram avaliados em três segmentos distintos: torácico, transição toracolombar e lombar. RESULTADOS: Houve diferença estatística significativa (p < 0,05) dos valores do estreitamento do canal vertebral e cifose local nos diferentes segmentos da coluna vertebral avaliados. CONCLUSÃO: As fraturas tipo explosão da coluna torácica e lombar, embora apresentem características semelhantes, independentemente do local de ocorrência, sofrem influência direta do segmento biomecânico sagital no que diz respeito às alterações estruturais que ocorrem na vértebra fraturada.

OBJECTIVE: To analyze the thoracic and lumbar burst fractures and make a correlation of the biomechanical sagittal segment affected with the structural changes of the fractured vertebra. METHODS: A retrospective study of 72 patients with thoracic and lumbar burst fractures. The narrowing of the spinal canal, vertebral collapse and local kyphosis were evaluated in three distinct segments: thoracic, thoracolumbar transition, and lumbar. RESULTS: There was a statistically significant difference (p<0.05) in the spinal canal narrowing and kyphosis in the different segments of the spine evaluated. CONCLUSION: Burst fractures of the thoracic and lumbar spine, although with similar characteristics regardless of where they occur, are influenced directly by the biomechanical sagittal segment with respect to structural changes that occur in the fractured vertebra.

OBJETIVO: Analizar las fracturas por estallido de la columna torácica y lumbar y hacer una correlación del segmento biomecánico sagital afectado con los cambios estructurales de la vértebra fracturada. MÉTODOS: Estudio retrospectivo de 72 pacientes con fracturas por estallido en la columna torácica y lumbar. El estrechamiento del canal espinal, el colapso vertebral y la cifosis fueron evaluados en tres segmentos distintos: torácico, transición toracolumbar y lumbar. RESULTADOS: Se observó una diferencia estadísticamente significativa (p < 0,05) en el estrechamiento del canal espinal y la cifosis en diferentes segmentos de la columna vertebral evaluados. CONCLUSIÓN: Las fracturas torácica y lumbar por estallido, aunque tienen características similares independientemente del lugar donde se producen, son directamente influenciadas por el segmento biomecánico sagital con respecto a los cambios estructurales que ocurren en la vértebra fracturada.
Descritores: Fenômenos Biomecânicos
-Canal Vertebral
Fraturas da Coluna Vertebral
Cifose
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante



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