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Id: biblio-1147255
Autor: Tastemel Ozturk, Tugba; Suslu, Ahmet E; Kavuncuoglu, Altan; Gumeler, Ekim; Kosemehmetoglu, Kemal; Yalcin, Bilgehan.
Título: Hemangioma fusocelular en las fosas nasales y los senos etmoidales en un lactante de 4 meses de edad / Spindle cell hemangioma of nasal passage and ethmoidal sinus in a 4-month old infant
Fonte: Arch. argent. pediatr;119(1):e36-e40, feb. 2021. ilus.
Idioma: en; es.
Resumo: El hemangioma fusocelular es una neoplasia vascular benigna infrecuente. Afecta la dermis y la hipodermis de la parte distal de las extremidades; la afectación de la cabeza y el cuello es muy poco frecuente y nunca se informó compromiso de los senos paranasales. Este es el caso de un lactante de 4 meses con obstrucción nasal desde las 2 semanas debido a un tumor en los senos etmoidales que obstruía las fosas nasales. Se diagnosticó hemangioma fusocelular y se extirpó parcialmente el tumor. A los seis meses de seguimiento, se observó una regresión mínima con lesiones residuales. A los 30 meses, se observó que el tumor residual había desaparecido. El hemangioma fusocelular es infrecuente en cabeza y cuello y, a veces, la presentación no es indicativa del diagnóstico. El examen histopatológico ayuda con el diagnóstico diferencial y el tratamiento. La sensibilización sobre el hemangioma fusocelular podría aumentar los casos informados.

Spindle cell hemangioma (SCH) is a benign unusual vascular neoplasm. It does not have gender predilection and can occur at all ages. The disease affects dermis and subcutis of distal extremities predominantly; head and neck involvement is very rare, paranasal sinus involvement has not been reported before. Herein we present a 4-month-old infant with nasal obstruction since two weeks of age due to a mass in ethmoid sinus obliterating the nasal passage. After the histopathological diagnosis of SCH, the tumor was partially resected. In the sixth month follow-up, there was minimal regression of residual lesions. In the imaging studies performed 30 months after the surgery, the residual mass was found to be disappeared. SCH is not frequent in the head and neck, and presentation of some patients may not suggest the diagnosis. Histopathology is important for differential diagnosis and to orientate treatment. Awareness of SCH may increase the reported cases
Descritores: Seios Paranasais
Neoplasias de Cabeça e Pescoço/cirurgia
Hemangioma/diagnóstico
-Obstrução Nasal
Limites: Humanos
Masculino
Lactente
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR94.1 - Centro de Información Pediatrica


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Id: biblio-828250
Autor: Zanuncio, Andressa Vinha; Crosara, Paulo Fernando Tormin Borges; Becker, Helena Maria Gonçalves; Becker, Celso Gonçalves; Guimarães, Roberto Eustáquio dos Santos.
Título: Setting of an endoscopic nasal reference point for surgical access to the anterior base through an anatomical study on cadavers / Definição do ponto de referência endoscópica nasal ao acesso cirúrgico à base anterior por estudo anatômico em cadáveres
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);82(6):630-635, Oct.-Dec. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: Diseases of paranasal sinuses, nasal cavity, and skull base can be treated by endonasal operations using a nasal rigid endoscope. When conducting this kind of surgery, anatomical references are critical for safety. Objective: To measure the distance from the posterior wall of the maxillary sinus to the skull base, according to socio-demographic characteristics, and to detail an anatomical reference point for paranasal sinus operations and for an access to the anterior skull base, comparing anatomical variations between right and left sides, gender, height, weight, age, and ethnicity in cadavers. Methods: Measures were taken from the 90° angle (the starting point where deflection of the skull base begins to form the anterior wall of the sphenoid, also known as Δ90°) to the upper, middle, and lower points of the posterior wall of the maxillary sinus. This study used 60 cadavers aged over 17 years, and evaluated these bodies with respect to age, height, BMI, weight, gender, and ethnicity, comparing measurements of right and left sides. Results: The measurements were >1.5 cm in all cadavers and did not vary with age, height, weight, gender, and ethnicity on their right and left sides. The lack of association between the measurement from Δ90° to the upper, middle, and lower posterior walls of the maxillary sinus (categorical or quantitative) is noteworthy, considering the characteristics studied. Conclusion: The methodology defined the nasal point of reference, considering an absence of variation in the cadavers’ characteristics.

Resumo Introdução: Doenças dos seios paranasais, cavidades nasais e doenças da base do crânio podem ser tratadas com operação endonasal utilizando-se endoscópio rígido nasal. Referências anatômicas são importantes para a segurança durante a realização dessas operações. Objetivo: Medir a distância da parede posterior do seio maxilar à base anterior do crânio de acordo com características sócio-demográficas. Detalhar um ponto de referência anatômico para operações dos seios paranasais e acesso à base anterior do crânio comparando variações anatômicas entre os lados direito e esquerdo, gênero, altura, peso, idade e etnia em cadáveres. Método: Medidas do ângulo de 90º (ponto onde inicia a deflexão da base do crânio para formar a parede anterior do esfenoide, chamado de ângulo de 90º – Δ_90º) aos pontos superior, médio e inferior da parede posterior do seio maxilar. Foram utilizados 60 cadáveres com idade acima de 17 anos, e avaliados com idade, altura, peso IMC, gênero e etnia, comparando-se as medidas dos lados direito e esquerdo. Resultados: As medidas foram maiores que 1,5 cm em todos os cadáveres e não variaram com a idade, altura, peso, gênero e etnia nos lados direito e esquerdo dos cadáveres. Destaca-se falta de associação entre a medida do Δ90º à parede posterior superior; média e inferior do maxilar (categórico ou quantitativo) com as características estudadas. Conclusão: A metodologia empregada definiu o ponto de referência nasal por não variar com as características dos cadáveres.
Descritores: Seios Paranasais/anatomia & histologia
Cavidade Nasal/anatomia & histologia
-Seios Paranasais/cirurgia
Cadáver
Endoscopia/métodos
Cavidade Nasal/cirurgia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-839412
Autor: Senturk, Mehmet; Guler, Ibrahim; Azgin, Isa; Sakarya, Engin Umut; Ovet, Gultekin; Alatas, Necat; Tolu, Ismet; Erdur, Omer.
Título: The role of Onodi cells in sphenoiditis: results of multiplanar reconstruction of computed tomography scanning / Papel das células de Onodi na esfenoidite: resultados da tomografia computadorizada com reconstrução multiplanar
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);83(1):88-93, Jan.-Feb. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction Onodi cells are the most posterior ethmoid air cells and extend superolateral to the sphenoid sinus. These cells are also intimately related with the sphenoid sinus, optic nerve, and carotid artery. Radiologic evaluation is mandatory to assess for anatomic variations before any treatment modalities related to the sphenoid sinus. Objective To evaluate the effect of Onodi cells on the frequency of sphenoiditis. Methods A retrospective analysis was performed in 618 adult patients who underwent high-resolution computed tomography between January 2013 and January 2015. The prevalence of Onodi cells and sphenoiditis was evaluated. Whether the presence of Onodi cells leads to an increase in the prevalence of sphenoiditis was investigated. Results Onodi cell positivity was observed in 326 of 618 patients and its prevalence was found to be 52.7%. In the study group, 60.3% (n = 73) were ipsilaterally (n = 21) or bilaterally (n = 52) Onodi-positive, whereas 39.7% (n = 48) were Onodi-negative (n = 35) or only contralaterally Onodi-positive (n = 13). Of the control group, 48.3% (n = 240) were Onodi-positive and 51.7% (n = 257) were Onodi negative. The co-existence of Onodi cells ipsilaterally was observed to increase the identification of sphenoiditis 1.5-fold, and this finding was statistically significant (p < 0.05). Conclusion The prevalence of sphenoiditis appears to be higher in patients with Onodi cells. However, it is not possible to state that Onodi cells are the single factor that causes this disease. Further studies are needed to investigate contributing factors related to sphenoiditis.

Resumo Introdução As células de Onodi são as células etmoidais mais posteriores, que se prolongam superolateralmente ao seio esfenoidal. Essas células também se encontram em íntima relação com o seio esfenoidal, o nervo óptico e a artéria carótida. Para análise de variações anatômicas antes da implantação de qualquer modalidade terapêutica relacionada ao seio esfenoidal, a avaliação radiológica é obrigatória, Objetivo Nosso objetivo foi avaliar o papel das células de Onodi na frequência de esfenoidite. Método Em nosso estudo, foi feita uma análise retrospectiva em 618 pacientes adultos que se submeteram à tomografia computadorizada de alta resolução entre janeiro de 2013 e janeiro de 2015. Avaliamos a prevalência de células de Onodi e de esfenoidite. Investigamos se a presença de células de Onodi leva a um aumento na prevalência de esfenoidite. Resultados A positividade para células de Onodi foi observada em 326 de 618 pacientes e sua prevalência foi de 52,7%. No grupo de estudo, 60,3% (n = 73) eram CO-positivas: ipsilateral (n = 21) ou bilateralmente (n = 52); e 39,7% (n = 48) eram CO-negativas (n = 35) ou apenas contralateralmente CO-positivas (n = 13). No grupo de controle, 48,3% (n = 240) eram CO-positivas; e 51,7% (n = 257) eram CO-negativas. Observamos que a coexistência de CO ipsilateralmente aumentava em 1,5 vez a associação com esfenoidite e esse achado foi estatisticamente significante (p < 0,05). Conclusão A prevalência de esfenoidite parece ser maior em pacientes com células de Onodi, mas não é possível afirmar que elas são isoladamente o fator causador dessa doença. Novos estudos precisam ser feitos para uma investigação dos fatores contributivos relacionados à esfenoidite.
Descritores: Sinusite Esfenoidal/diagnóstico por imagem
-Seios Paranasais/fisiologia
Tomografia Computadorizada por Raios X
Estudos Retrospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-839422
Autor: Ramalho, Clauder Oliveira; Marenco, Horacio Armando; Guimarães Filho, Francisco de Assis Vaz; Costa, Marcos Devanir Silva da; Santos, Bruno Fernandes de Oliveira; Santos, Rodrigo de Paula; Zymberg, Samuel Tau.
Título: Intrasphenoid septations inserted into the internal carotid arteries: a frequent and risky relationship in transsphenoidal surgeries / Septações intraesfenoidais inseridas nas artérias carotídeas internas: uma relação frequente e arriscada nas cirurgias transesfenoidais
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);83(2):162-167, Mar.-Apr. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: When an expanded endonasal transsphenoidal surgical approach is performed, intrasphenoid septations must be completely resected. If these structures are close to the internal carotid artery (ICA), then their manipulation might cause vascular injury. Objective: The objective of this study is to describe the frequency of intrasphenoid septations in the internal carotid artery protuberance (ICAp). Methods: Computed tomography (CT) scans of 421 patients were analysed. Intrasphenoid septations (classified as intersphenoid or accessory) and their relationship to the ICAp were described. Additionally, a sphenoid sinus classification was performed based on their degree of pneumatisation to determine whether a difference exists in the frequency of intrasphenoid septations inserted into ICAp with regard to sinus type. Results: The patient mean age was 39 ± 21.4 years. Overall, 219 patients (52%) had septations in the ICAp; 359 patients (85.3%) had intersphenoid septations; of the latter, 135 (37.6%) had septations in the ICAp. This frequency was higher among patients with sphenoid sinus type 4 or 5 (44.7% and 43.5%, respectively). Accessory septations were found in 255 patients (60.6%); 140 of these septations (54.9%) were in the ICAp. Among 351 patients with types 3, 4 or 5 sphenoid sinuses (i.e., only well-pneumatised sphenoid sinuses), 219 (62.4%) had septations in the ICAp. These frequencies are higher than those reported in most previous studies. Conclusion: The frequency of intrasphenoid septations in the ICAp found is considerable. It is higher among patients with more pneumatised sinuses. This finding justifies an appropriate pre-operative study, and careful attention must be paid during transsphenoidal surgery.

Resumo Introdução: Quando uma abordagem cirúrgica transesfenoidal endonasal ampliada é feita, septações intraesfenoidais devem ser completamente ressecadas. Se essas estruturas estiverem próximas à artéria carótida interna (ACI), a manipulação pode causar lesão vascular. Objetivo: O objetivo deste estudo foi descrever a frequência de septações intraesfenoidais na protuberância da artéria carótida interna (pACI). Método: Exames de tomografia computadorizada (TC) de 421 pacientes foram analisados. As septações intraesfenoidais (classificadas como interesfenoidais ou acessórias) e sua relação com a pACI foram descritas. Além disso, uma classificação do seio esfenoidal foi feita com base no seu grau de pneumatização para determinar se existe uma diferença na frequência de septações intraesfenoidais inseridas em pACI em relação ao tipo de seio. Resultados: Pacientes com idade média de 39 ± 21,4 anos foram incluídos. No geral, 219 pacientes (52%) apresentavam septações na pACI; 359 (85,3%) septações interesfenoidais; 135 (37,6%) septações na pACI. Essa frequência foi maior entre os pacientes com seio esfenoidal tipo 4 ou 5 (44,7 e 43,5%, respectivamente). As septações acessórias foram encontradas em 255 doentes (60,6%); 140 dessas septações (54,9%) estavam na pACI. Entre 351 pacientes com seios esfenoidais tipos 3, 4 ou 5 (isto é, apenas seios esfenoidais bem pneumatizados), 219 (62,4%) tinham septações na pACI. Essas frequências são superiores às relatadas na maioria dos estudos. Conclusão: A frequência de septações intraesfenoidais na pACI encontrada é considerável, é maior entre pacientes com seios mais pneumatizados. Esse achado justifica um estudo pré-operatório adequado e uma atenção especial deve ser dada durante a cirurgia transesfenoidal.
Descritores: Seios Paranasais/cirurgia
Seios Paranasais/diagnóstico por imagem
Seio Esfenoidal/cirurgia
Seio Esfenoidal/diagnóstico por imagem
Artéria Carótida Interna/anatomia & histologia
-Seios Paranasais/anatomia & histologia
Seio Esfenoidal/anatomia & histologia
Artéria Carótida Interna/diagnóstico por imagem
Tomografia Computadorizada por Raios X
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-889261
Autor: Seredyka-Burduk, Malgorzata; Burduk, Pawel Krzysztof; Wierzchowska, Malgorzata; Kaluzny, Bartlomiej; Malukiewicz, Grazyna.
Título: Ophthalmic complications of endoscopic sinus surgery / Complicações oftálmicas da cirurgia endoscópica dos seios nasais
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);83(3):318-323, May-June 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: The proximity of the paranasal sinuses to the orbit and its contents allows the occurence of injuries in both primary or revision surgery. The majority of orbital complications are minor. The major complications are seen in 0.01-2.25% and some of them can be serious, leading to permanent dysfunction. Objective: The aim of this study was to determine the risk and type of ophthalmic complications among patients operated due to a chronic rhinosinusitis. Methods: This is a retrospective study of 1658 patients who underwent endoscopic sinus surgery for chronic rhinosinusitis with or without polyps or mucocele. Surgeries were performed under general anesthesia in all cases and consisted of polyps' removal, followed by middle metal antrostomy, partial or complete ethmoidectomy, frontal recess surgery and sphenoid surgery if necessary. The ophthalmic complications were classified according to type, frequency and clinical findings. Results: In our material 32.68% of the patients required revision surgery and only 10.1% had been previously operated in our Department. Overall complications occurred in 11 patients (0.66%). Minor complications were observed in 5 patients (0.3%) with the most frequent being periorbital ecchymosis with or without emphysema. Major complications were observed in one patient (0.06%) and were related to a lacrimal duct injury. Severe complications occurred in 5 cases (0.3%), with 2 cases and referred to a retroorbital hematoma, optic nerve injury (2 cases) and one case of extraocular muscle injury. Conclusions: Orbital complications of endoscopic nasal surgery are rare. The incidence of serious complications, causing permanent disabilities is less than 0.3%. The most important parameters responsible for complications are extension of the disease, previous endoscopic surgery and coexisting anticoagulant treatment.

Resumo Introdução: A proximidade dos seios paranasais à órbita e seu conteúdo tornam possível a ocorrência de lesões tanto na cirurgia primária como na de revisão. A maioria das complicações orbitais são menores. As maiores são observadas em 0,01%-2,25% e algumas delas podem ser graves levando a disfunção permanente. Objetivo: O objetivo deste estudo foi identificar o risco e o tipo de complicações oftalmológicas em pacientes operados devido a rinossinusite crônica. Método: Foi realizado um estudo retrospectivo com 1.658 pacientes submetidos a cirurgia endoscópica sinusal devido a rinossinusite crônica com ou sem pólipos ou mucocele. As cirurgias foram realizadas sob anestesia geral em todos os casos e consistiram de remoção de pólipos, seguida de antrostomia meatal média ou etmoidectomia parcial ou completa, cirurgia de recesso frontal e cirurgia de esfenoide se necessário. As complicações oftalmológicas foram classificadas de acordo com o tipo, frequência e achados clínicos. Resultados: Em nosso material 32,68% dos pacientes necessitaram de cirurgia de revisão e apenas 10,1% haviam sido anteriormente operados em nosso departamento. As complicações gerais ocorreram em 11 pacientes (0,66%). Complicações menores foram observadas em 5 pacientes (0,3%), sendo que a mais frequente foi equimose periorbital com ou sem enfisema. Complicações maiores foram observadas em um paciente (0,06%) e atribuída à lesão do ducto lacrimal. Complicações graves ocorreram em 5 casos (0,3%) e foram referidas como hematoma retrorbital (2 casos), lesão do nervo óptico (2 casos) e um caso de lesão muscular extraocular. Conclusões: As complicações orbitais da cirurgia endoscópica nasal são raras. A incidência de complicações graves que causam incapacidade permanente é de menos de 0,3%. Os parâmetros mais importantes responsáveis por complicações são extensão da doença, cirurgia endoscópica anterior e tratamento anticoagulante coexistente.
Descritores: Oftalmopatias/etiologia
Cirurgia Endoscópica por Orifício Natural/efeitos adversos
-Seios Paranasais/cirurgia
Complicações Pós-Operatórias
Sinusite/cirurgia
Rinite/cirurgia
Doença Crônica
Estudos Retrospectivos
Cirurgia Endoscópica por Orifício Natural/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-889295
Autor: Wawginiak, Guilherme Henrique; Balsalobre, Leonardo; Kosugi, Eduardo Macoto; Mangussi-Gomes, João Paulo; Samaniego, Raul Ernesto; Stamm, Aldo Cassol.
Título: Efficacy of syringe-irrigation topical therapy and the influence of the middle turbinate in sinus penetration of solutions / Eficácia da terapia tópica de irrigação com seringa e a influência da concha média na penetração sinusal de soluções
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);83(5):546-551, Sept.-Oct. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: Topical therapies are the best postoperative treatment option for chronic rhinosinusitis, especially those with high volume and pressure, such as the squeeze bottles. However, they are not an available option in Brazil, where irrigation syringes are used. Objective: To investigate the efficacy of topical sinonasal therapy with syringe and the influence of the middle turbinate on this process Methods: Intervention study in training models (S.I.M.O.N.T.). After standard dissection, three interventions were performed (Nasal Spray 4 puffs, 60-mL syringe and 240-mL Squeeze Bottle) with normal and Sutured Middle Turbinate. Images of each sinus were captured after the interventions, totalizing 144 images. The images were classified by 10 evaluators according to the amount of residual volume from zero to 3, with zero and 1 being considered poor penetration and 2 and 3, good penetration. The 1440 evaluations were used in this study. Results: Considering all middle turbinate situations, the amount of good penetrations were 8.1% for Spray; 68.3% for Syringe, and 78.3% for Squeeze (p < 0.0001). Considering all types of interventions, the Normal Middle Turbinate group had 48.2% of good penetrations and the Sutured Middle Turbinate, 55% (p = 0.01). Considering only the Sutured Middle Turbinates, there was no difference between the interventions with Syringe and Squeeze (76.3% vs. 80.4%; p = 0.27). Conclusion: Topical therapy of irrigation with a 60-mL syringe was more effective than that with nasal spray. The status of the middle turbinate proved to be fundamental and influenced topical therapy. Irrigation with syringe was as effective as the squeeze bottle when the middle turbinate was sutured to the nasal septum.

Resumo Introdução: Terapias tópicas são a melhor opção de tratamento pós-operatório da rinossinusite crônica, principalmente com alto volume e pressão, como os squeeze bottles. Porém, não são opções disponíveis na realidade brasileira, na qual frequentemente são usados seringas para a irrigação. Objetivo: Averiguar a eficácia da terapia tópica nasossinusal com seringa e a influência da concha média nesse processo. Método: Estudo de intervenção em modelos de treinamento (S.I.M.O.N.T.). Após dissecção padronizada, três intervenções foram feitas (spray nasal 4 puffs, seringa de 60 mL e squeeze bottle de 240 mL) com a concha média normal e suturada. Foram capturadas imagens de cada seio após as intervenções, totalizando 144 imagens. As imagens foram classificadas por 10 avaliadores de acordo com a quantidade de volume residual de zero a 3, sendo zero e 1 considerados penetração ruim e 2 e 3, penetração boa. As 1.440 avaliações foram utilizadas neste estudo. Resultados: Considerando todas as situações de concha média, a quantidade de penetrações boas foi de 8,1% para spray; 68,3% para seringa e 78,3% para squeeze (p < 0,0001). Considerando todos os tipos de intervenção, a concha média normal obteve 48,2% de penetrações boas e a concha média suturada, 55% (p = 0,01). Considerando apenas concha média suturada, não houve diferença entre as intervenções seringa e squeeze (76,3% vs. 80,4%; p = 0,27). Conclusão: A terapia tópica de irrigação com seringa de 60 mL foi mais eficaz do que com spray nasal. O status da concha média mostrou-se fundamental e influenciou a terapia tópica. A irrigação com seringa foi tão eficaz quanto a com squeeze bottle quando a concha média foi suturada ao septo nasal.
Descritores: Seios Paranasais/diagnóstico por imagem
Sinusite/terapia
Seringas
Rinite/terapia
-Conchas Nasais/cirurgia
Conchas Nasais/diagnóstico por imagem
Brasil
Doença Crônica
Endoscopia
Irrigação Terapêutica/instrumentação
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-974385
Autor: Açar, Gülay; Özen, Kemal Emre; Güler, İbrahim; Büyükmumcu, Mustafa.
Título: Computed tomography evaluation of the morphometry and variations of the infraorbital canal relating to endoscopic surgery / Computed tomography evaluation of the morphometry and variations of the infraorbital canal relating to endoscopic surgery
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);84(6):713-721, Nov.-Dec. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: The course of the infraorbital canal may leave the infraorbital nerve susceptible to injury during reconstructive and endoscopic surgery, particularly when surgically manipulating the roof of the maxillary sinus. Objective: We investigated both the morphometry and variations of the infraorbital canal with the aim to show the relationship between them relative to endoscopic approaches. Methods: This retrospective study was performed on paranasal multidetector computed tomography images of 200 patients. Results: The infraorbital canal corpus types were categorized as Type 1: within the maxillary bony roof (55.3%), Type 2: partially protruding into maxillary sinus (26.7%), Type 3: within the maxillary sinus (9.5%), Type 4: located anatomically at the outer limit of the zygomatic recess of the maxillary bone (8.5%). The internal angulation and the length of the infraorbital canal, the infraorbital foramen entry angles and the distances related to the infraorbital foramen localization were measured and their relationships with the infraorbital canal variations were analyzed. We reported that the internal angulations in both sagittal and axial sections were mostly found in infraorbital canal Type 1 and 4 (69.2%, 64.7%) but, there were commonly no angulation in Type 3 (68.4%) (p < 0.001). The length of the infraorbital canal and the distances from the infraorbital foramen to the infraorbital rim and piriform aperture was measured as the longest in Type 3 and the smallest in Type 1 (p < 0.001). The sagittal infraorbital foramen entry angles were detected significantly smaller in Type 3 and larger in Type 1 than that in other types (p = 0.003). The maxillary sinus septa and the Haller cell were observed in 28% and 16% of the images, respectively. Conclusion: Precise knowledge of the infraorbital canal corpus types and relationship with the morphometry allow surgeons to choose an appropriate surgical approach to avoid iatrogenic infraorbital nerve injury.

Resumo: Introdução: O trajeto do canal infraorbitário pode predispor o nervo infraorbitário a lesões durante cirurgias reconstrutoras e endoscópicas com manipulação do teto do seio maxilar. Objetivo: Investigamos a morfometria e as variações do canal infraorbitário e objetivamos demonstrar a relação entre elas, visando as abordagens endoscópicas. Método: Este estudo retrospectivo foi realizado em imagens de tomografia computadorizada multidetectora de seios paranasais de 200 pacientes. Resultados: Os tipos de corpos do canal infraorbitário foram categorizados como Tipo 1; inseridos no teto ósseo maxilar (55,3%), Tipo 2; projetando-se parcialmente dentro do seio maxilar (26,7%), Tipo 3; dentro do seio maxilar (9,5%), Tipo 4; localizado anatomicamente no limite externo do recesso zigomático do osso maxilar (8,5%). A angulação interna e o comprimento do canal infraorbitário, os ângulos de entrada do forame infraorbitário e as distâncias relacionadas à localização do forame foram medidos e suas relações com as variações do canal infraorbitário foram analisadas. Observamos que as angulações internas em ambos os cortes sagital e axial foram encontradas em sua maioria em canais infraorbitários Tipo 1 e 4 (69,2%, 64,7%) e, no geral, não houve angulação no canal Tipo 3 (68,4%) (p < 0,001). O comprimento do canal infraorbitário e as distâncias desde o forame infraorbitário até o rebordo infraorbitário e a abertura piriforme foram medidos e os mais longos foram identificadas no Tipo 3 e os mais curtos no Tipo 1 (p < 0,001). Os ângulos de entrada do forame infraorbitário em projeção sagital foram significativamente menores no Tipo 3 e maiores no Tipo 1, em relação aos outros tipos (p = 0,003). Septos nos seios maxilares e as células de Haller foram observados em 28% e 16% das imagens, respectivamente. Conclusão: O conhecimento preciso dos tipos de corpo do canal infraorbitário e a relação com a morfometria permitem que o cirurgião escolha uma abordagem cirúrgica apropriada para evitar lesões iatrogênicas do nervo infraorbitário.
Descritores: Seios Paranasais/anatomia & histologia
Variação Anatômica
-Órbita/anatomia & histologia
Órbita/diagnóstico por imagem
Seios Paranasais/diagnóstico por imagem
Estudos Retrospectivos
Endoscopia/efeitos adversos
Tomografia Computadorizada Multidetectores
Doença Iatrogênica/prevenção & controle
Nervo Maxilar/diagnóstico por imagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Roithmann, Renato
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Id: biblio-974387
Autor: Bezerra, Thiago Freire Pinto; Stamm, Aldo; Anselmo-Lima, Wilma Teresinha; Fornazieri, Marco Aurélio; Melo, Nelson D'Ávila; Balsalobre, Leonardo; Jotz, Geraldo Pereira; Leão, Henrique Zaquia; Nunes, André Alencar Araripe; Felippu, Alexandre; Cedin, Antonio Carlos; Pinheiro-Neto, Carlos D; Oliveira, Diego Lima; Sakano, Eulalia; Kosugi, Eduardo Macoto; Araújo, Elizabeth; Valera, Fabiana Cardoso Pereira; Pinna, Fábio de Rezende; Romano, Fabrizio Ricci; Pádua, Francine Grecco de Melo; Ramos, Henrique Faria; Telles Jr, João; Sá, Leonardo Conrado Barbosa de; D'Assunção Filho, Leopoldo Marques; Sennes, Luiz Ubirajara; Gregório, Luis Carlos; Sampaio, Marcelo H; Santos, Marco César Jorge dos; Franca, Marco; Mocellin, Marcos; Lessa, Marcus Miranda; Avelino, Melissa Ameloti G; Tepedino, Miguel; Andrade, Nilvano Alves de; Piltcher, Otavio B; Roithmann, Renato; Pilan, Renata Mendonça; Meireles, Roberto Campos; Guimarães, Roberto Eustáquio; Santos, Rodrigo de Paula; Pezato, Rogério; Pignatari, Shirley; Abdo, Tatiana Telles; Nakajima, Victor; Almeida, Washington; Voegels, Richard L.
Título: Anatomical terminology of the internal nose and paranasal sinuses: cross-cultural adaptation to Portuguese / Anatomical terminology of the internal nose and paranasal sinuses: cross-cultural adaptation to Portuguese
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);84(6):677-686, Nov.-Dec. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: Functional endonasal endoscopic surgery is a frequent surgical procedure among otorhinolaryngologists. In 2014, the European Society of Rhinology published the "European Position Paper on the Anatomical Terminology of the Internal Nose and Paranasal Sinuses", aiming to unify the terms in the English language. We do not yet have a unified terminology in the Portuguese language. Objective: Transcultural adaptation of the anatomical terms of the nose and paranasal cavities of the "European Anatomical Terminology of the Internal Nose and Paranasal Sinuses" to Portuguese. Methods: A group of rhinologists from diverse parts of Brazil, all experienced in endoscopic endonasal surgery, was invited to participate in the creation of this position paper on the anatomical terms of the nose and paranasal sinuses in the Portuguese language according to the methodology adapted from that previously described by Rudmik and Smith. Results: The results of this document were generated based on the agreement of the majority of the participants according to the most popular suggestions among the rhinologists. A cross-cultural adaptation of the sinonasal anatomical terminology was consolidated. We suggest the terms "inferior turbinate", "nasal septum", "(bone/cartilaginous) part of the nasal septum", "(middle/inferior) nasal meatus", "frontal sinus drainage pathway", "frontal recess" and "uncinate process" be standardized. Conclusion: We have consolidated a Portuguese version of the European Anatomical Terminology of the Internal Nose and Paranasal Sinuses, which will help in the publication of technical announcements, scientific publications and the teaching of the internal anatomical terms of the nose and paranasal sinuses in Brazil.

Resumo: Introdução: A cirurgia endoscópica funcional endonasal é um procedimento cirúrgico frequente entre os otorrinolaringologistas. Em 2014, a Sociedade Europeia de Rinologia publicou o "Documento Europeu para Posicionamento sobre a Terminologia Anatômica Interna do Nariz e das Cavidades Paranasais" com o objetivo de unificar os termos na língua inglesa. Ainda não dispomos de uma terminologia unificada na língua portuguesa. Objetivo: Adaptação transcultural dos termos anatômicos do nariz e das cavidades paranasais para o português da "European Anatomical Terminology of the Internal Nose and Paranasal Sinuses". Método: Um grupo de rinologistas de todo o Brasil, com experiência em cirurgia endoscópica endonasal, foi convidado a participar da elaboração desse posicionamento sobre os termos anatômicos do nariz e das cavidades paranasais para o português conforme metodologia adaptada da previamente descrita por Rudmik e Smith. Resultados: Os resultados desse documento foram gerados a partir da concordância da maioria dos participantes conforme as sugestões mais populares entre os rinologistas. Uma adaptação transcultural da terminologia anatômica nasossinusal foi consolidada. Sugerimos que se busque uniformizar termos como "concha inferior", "septo nasal", "porção (óssea/cartilaginosa) do septo nasal", "meato (médio/ inferior) nasal", "via da drenagem do seio frontal", "recesso frontal" e "processo uncinado". Conclusão: Consolidamos uma versão adaptada em português da "European Anatomical Terminology of the Internal Nose and Paranasal Sinuses" que auxiliará a publicação de comunicados técnicos, publicações científicas e o ensino dos termos anatômicos internos do nariz e das cavidades paranasais no Brasil.
Descritores: Seios Paranasais/anatomia & histologia
Nariz/anatomia & histologia
Comparação Transcultural
Terminologia como Assunto
-Seios Paranasais/cirurgia
Brasil
Nariz/cirurgia
Estudos Prospectivos
Consenso
Idioma
Cavidade Nasal/anatomia & histologia
Cavidade Nasal/cirurgia
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1039282
Autor: Açar, Gülay; Büyükmumcu, Mustafa; Güler, İbrahim.
Título: Computed tomography based analysis of the lamina papyracea variations and morphology of the orbit concerning endoscopic surgical approaches / Análise tomográfica das variações da lâmina papirácea e da morfologia orbital em abordagens cirúrgicas endoscópicas
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);85(5):551-559, Sept.-Oct. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: Radiologic evaluation is mandatory to assess the type of endoscopic approach concerning sinonasal pathology and reconstruction of fractured defects before any treatment modalities are instituted related to medial wall of the orbit. Objective: The goal was to provide improved understanding of the lamina papyracea variations and the relationship with the orbital morphometry. Methods: This retrospective study was performed using computed tomography scans of 200 orbits and results were compared with respect to age, sex, laterality and LP variations. Results: Lamina papyracea variations were categorized as type A, 80.5% (161/200); type B, 16% (32/200); type C, 3.5% (7/200). For medial wall the anterior and posterior lamina papyracea heights and angles were found as 17.14 mm, 147.88º and 9.6 mm, 152.72º, respectively. Also, the length of the lamina papyracea, the mean area of the orbital floor, medial wall, lamina papyracea and orbital entrance were 33.3 mm, 7.2 cm2, 6.89 cm2, 4.51 cm2 and 12.46 cm2 respectively. The orbital height and width were measured as 35.9 mm and 39.2 mm respectively. The mean orbital cavity depth was 46.3 mm from optic foramen to the orbital entrance and the orbital volume was 19.29 cm3. We analyzed the morphometric measurements tending to increase with aging and greater in men and the relationship of them with lamina papyracea types. Conclusion: Precise knowledge of the lamina papyracea anatomy using computed tomography is essential for safer and more effective surgery and preforming the dimensions of an implant. In this way, the postoperative complications can be decreased and the best outcome can be provided.

Resumo Introdução: A avaliação radiológica é mandatória para avaliar o tipo de abordagem endoscópica no tratamento cirúrgico de doença nasossinusal e na reconstrução de fraturas antes de quaisquer modalidades de tratamento relacionadas à parede medial orbital. Objetivo: O objetivo foi proporcionar uma melhor compreensão das variações da lâmina papirácea e a relação com a morfometria orbital. Método: Este estudo retrospectivo foi realizado por meio de tomografia computadorizada de 200 órbitas, e os resultados foram comparados em relação à idade, sexo, lateralidade e variações da lâmina pairácea. Resultados: As variações da lâmina papirácea foram categorizadas como tipo A, 80,5% (161/200); tipo B, 16% (32/200); tipo C, 3,5% (7/200). Para a parede medial, as medidas das alturas anteriores e posteriores da lâmina papirácea e ângulos foram de 17,14 mm, 147,88º e 9,6 mm, 152,72º, respectivamente. Além disso, as medidas do seu comprimento da, da área média do assoalho orbital, e da parede medial, lâmina papyracea e entrada orbital foram: 33,3 mm, 7,2 cm2, 6,89 cm2, 4,51 cm2 e 12,46 cm2, respectivamente. As medidas da altura e da largura orbitais foram 35,9 mm e 39,2 mm, respectivamente. A profundidade média da cavidade orbital foi de 46,3 mm, do forame óptico até a entrada orbital, e o volume orbital foi de 19,29 cm3. Analisamos as medidas morfométricas com tendência a aumentar com o envelhecimento e nos indivíduos do sexo masculino, e a relação das mesmas com os tipos de lâmina. Conclusões: O conhecimento preciso da anatomia da lâmina papirácea por meio de tomografia computadorizada é essencial para uma cirurgia mais segura e eficaz, além de permitir pré-moldar as dimensões do implante. Assim, as complicações pós-operatórias podem ser minimizadas, obtendo-se melhores resultados.
Descritores: Órbita/anatomia & histologia
Órbita/diagnóstico por imagem
Tomografia Computadorizada por Raios X/métodos
Endoscopia/métodos
-Órbita/lesões
Seios Paranasais/cirurgia
Seios Paranasais/lesões
Seios Paranasais/diagnóstico por imagem
Complicações Pós-Operatórias/prevenção & controle
Estudos Retrospectivos
Osso Etmoide/lesões
Osso Etmoide/diagnóstico por imagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1132586
Autor: Tsai, Shao-Chen; Lai, Ming-Tang; Kao, Yi-Lin; Wu, Chia-Che.
Título: Effect of infiltrating nasal packing with local anesthetics in postoperative pain and anxiety following sinonasal surgeries: a systemic review and meta-analysis / Efeito do tamponamento nasal infiltrado com anestésicos locais na dor e ansiedade pós-operatórias após cirurgias nasosinusais: revisão sistêmica e metanálise
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);86(3):376-382, May-June 2020. graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: Packing of the nasal cavity has traditionally been used for postoperative bleeding control and decreasing synechia formation in patients undergoing nasal surgeries. Although absorbable nasal packing has been gaining popularity in the recent years, nonabsorbable nasal packing is still often used in nasal surgeries in various parts of the world. It is known to be associated with pain and discomfort especially upon and during removal, and previous reviews have only evaluated the effects of local anesthetic infiltration of nasal packing in septal surgeries. Objective: To evaluate the effect of infiltrating nasal packing with local anesthetics in postoperative pain and anxiety following sinonasal surgeries Materials and methods: We searched the PubMed and Embase databases from their earliest record to April 27, 2019, randomized controlled trials and prospective controlled trials for review, and included only randomized controlled trials for data analysis. We included studies using topical anesthetics-infiltrated nasal packing following sinonasal surgeries and evaluated the effectiveness compared to placebo packing in pain reduction during postoperative follow up, as well as the effectiveness in anxiety reduction. Results: Among 15 studies included for review, 9 studies involving 765 participants contributed to the meta-analysis. In terms of pain reduction, our analysis showed significant standard mean differences regarding effectiveness at postoperative 1, 12, 24 h interval for all surgical groups combined, in the sinus surgery group, as well as during nasal packing removal. There was no consistent evidence to support the effectiveness in anxiety reduction. Conclusions: Our study supports anesthetics infiltration of nasal packing as an effective method in managing pain in patients with nasal packing after sinonasal surgeries. However, the level of evidence is low. More high-quality randomized controlled trials are needed to establish its effectiveness in reducing anxiety. We believe this review is of great clinical significance due to the vast patient population undergoing sinonasal surgeries. Postoperative local hemorrhage remains the greatest concern for ear nose and throat surgeons due to the rich vasculature of the nose and sinuses. Sinonasal packing provides structural support and serves as an important measure for hemostasis and synechia formation. Although absorbable packing has been gaining popularity in the recent years, nonabsorable packing materials are still used in many countries due to lower cost. Infiltration of nasal packing with local anesthetic provides a solution to the discomfort, nasal pressure and nasal pain experienced commonly by the patients as evidenced by our analysis.

Resumo Introdução: O tamponamento da cavidade nasal tem sido usado tradicionalmente para controle do sangramento pós-operatório e diminuição da formação de sinéquia em pacientes submetidos a cirurgias nasais. Embora o tamponamento nasal absorvível tenha ganhado popularidade nos últimos anos, o tampão nasal não absorvível ainda é frequentemente usado em várias partes do mundo. Sabe-se que o tamponamento está associado a dor e desconforto, especialmente na sua remoção, e revisões anteriores avaliaram apenas os efeitos do tampão com anestésico local em cirurgias do septo nasal. Objetivo: Avaliar o efeito do tamponamento nasal infiltrado com anestésicos locais na dor e ansiedade pós-operatórias após cirurgias nasosinusais. Material e métodos: Para a revisão, pesquisamos nos bancos de dados PubMed e Embase desde o registro mais antigo até 27 de abril de 2019, incluímos ensaios clínicos controlados e randomizados, a ensaios clínicos prospectivos controlados e apenas ensaios clínicos controlados e randomizados para análise de dados. Incluímos estudos que usaram tamponamento nasal infiltrado com anestésicos tópicos após cirurgias nasosinusais e avaliamos a eficácia em comparação com o tamponamento com placebo na redução da dor durante o acompanhamento pós-operatório, bem como os efeitos na redução da ansiedade. Resultados: Entre os 15 estudos incluídos, 9, que envolveram 765 participantes, contribuíram para a metanálise. Em termos de redução da dor, nossa análise mostrou diferenças médias padrão significantes em relação à eficácia no pós-operatório nos intervalos de 1, 12, 24 horas para todos os grupos cirúrgicos combinados, no grupo da cirurgia sinusal e durante a remoção do tamponamento nasal. Não houve evidências consistentes para apoiar a eficácia na redução da ansiedade. Conclusões: Nosso estudo apoia o uso de tamponamentos nasais infiltrados com anestésicos locais como um método eficaz no tratamento da dor em pacientes após cirurgias nasosinusais. No entanto, o nível de evidência é baixo. São necessários mais ensaios clínicos randomizados de alta qualidade para estabelecer sua eficácia na redução da ansiedade. Acreditamos que esta revisão seja de grande significado clínico devido à vasta população submetida a cirurgias nasosinusais. A hemorragia local pós-operatória continua a ser a maior preocupação para os cirurgiões otorrinolaringológicos devido à rica vasculatura do nariz e seios nasais. O tamponamento nasosinusal fornece suporte estrutural e serve como uma medida importante para a hemostasia e formação de sinéquias. Embora o tamponamento absorvível tenha ganhado popularidade nos últimos anos, os materiais de tamponamento não absorvíveis ainda são usados em muitos países devido ao menor custo. A infiltração do tamponamento nasal com anestésicos locais fornece uma solução para desconforto, pressão e dor nasal comumente referida pelos pacientes, como evidenciado por nossa análise.
Descritores: Ansiedade/psicologia
Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Seios Paranasais/cirurgia
Hemorragia Pós-Operatória/prevenção & controle
Procedimentos Cirúrgicos Nasais/métodos
Anestésicos Locais/administração & dosagem
-Dor Pós-Operatória/psicologia
Bandagens
Ensaios Clínicos como Assunto
Hemorragia Pós-Operatória/psicologia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Metanálise
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME



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