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Id: lil-740484
Autor: Irigoyen, Maria Cláudia; Santos, Fernando dos; Farah, Vera; Angelis, Kátia de.
Título: Revisitando a fisiologia do sistema nervoso simpático: o que há de novo? / Facing sympathetic nervous system physiology: what's new?
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;24(2):9-15, abr.-jun. 2014. tab, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: o sistema nervoso autônomo (SNA), descrito no inicio do século passado, é definido como sendo o sistema de neurônios motores que inervam as glândulas e a musculatura lisa e cardíaca, sendo fundamental para a manutenção do equilibrio organismo, definindo esta situação com o termo "homeostasia", Atualmente, entretanto, reconhece-se que este sistema também apresenta neurônios sensoriais (neurônios aferentes), que transmitem as informações recebidas de receptores sensoriais autonômicos, principalmente viscerais, para o sistema nervoso central. O termo autônomo, hoje consagrado, vem da ideia de que este sistema atuava somente de forma autônoma; no entanto, hoje se admite que a atividade deste sistema é gerada, ou pelo menos supervisionada, pelo sistema nervoso central. A ativação e a desativação tônicas e reflexas de seus dois componentes, simpático e do parassimpático, determinam em condições fisiológicas ajustes do débito cardíaco e da resistência vascular periférica, contribuindo para a estabilização e manutenção da pressão arterial sistêmica durante diferentes situações fisiológicas, ampliando a capacidade de adaptação e sobrevivência do organismo. Neste contexto, o termo disautonomia se refere àquelas condições em que a função autonômica se modificou de maneira a contribuir negativamente para a saúde. Estas mudanças têm sido quantificadas e têm permitido estimar a contribuição da hiperatividade simpática na instalação e na manutenção da doença cardiovascular. Neste artigo, são revisados aspectos anatômicos e funcionais do sistema nervoso simpático e parassimpático, destacando os principais métodos de avaliação do SNA, bem como o papel da hiperatividade simpática como mecanismo desencadeador e de agravamento de disfunções cardiovasculares.

The autonomic nervous system (ANS) described at the beginning of the last century is defined as the system of motor neurons that innervate glands as well as smooth and cardiac musc/es essential for maintaining the body's balance, defining this situation with the term "homeostasis". Current1y, however it is recognized that this system also provides sensory neurons (afferent neurons) that transmit information received from sensory autonomic receptors mainly visceral to the central nervous system. The use of the term autonomic comes from the idea that this system acts only in autonomic way; however, nowadays it is accepted that the activity of this system is generated or at least supervised by the central nervous system. The tonic and reflex acti vation and deacti vation of both of its components, the sympathetic and the parasympathetic system, can determine adjustments in cardiac output and peripheral vascular resistance contributing to the stabilization and maintenance of systemic blood pressure during different physiological situations, expanding the capacity of adaptation and survival of the organismo ln this context, the terrn dysautonomia refers to those conditions in which autonomic function was changed in a way that negatively contribute to health. These changes have been quantified and have alJowed to estimate the contribution of sympathetic hyperactivity in the installation and maintenance of cardiovascular disease. In this manuscript anatomical and functional, sympathetic and parasympathetic nervous system aspects are reviewed, highJighting key evaluation methods of ANS and the role of sympathetic overacti vity as a trigger and as a worsening mechanism that can contribute to cardiovascular dysfunctions.
Descritores: Anatomia
Sistema Nervoso Autônomo/anatomia & histologia
Sistema Nervoso Autônomo/fisiologia
Sistema Nervoso Simpático/anatomia & histologia
Sistema Nervoso Simpático/fisiologia
-Doenças Cardiovasculares/etiologia
Doenças Cardiovasculares/fisiopatologia
Fisiologia
Hipertensão/fisiopatologia
Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
Sistema Nervoso Parassimpático/anatomia & histologia
Sistema Nervoso Parassimpático/fisiologia
Limites: Humanos
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: lil-740487
Autor: Armaganijan, Luciana; Staico, Rodolfo; Borelli, Flávio.
Título: Tratamento farmacológico e intervencionista do sistema nervoso simpático / Pharmacological and interventional treatment of sympathetic system
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;24(2):34-43, abr.-jun. 2014. graf.
Idioma: pt.
Resumo: o sistema nervoso autônomo contribui diretamente para uma série de atividades biológicas e está envolvido em inúmeras doenças. A hiperatividade simpática é um dos vários mecanismos envolvidos na patogênese da hipertensão arterial sistêmica (HAS) primária. A transmissão da informação nervosa através de sinapses é mediada por agentes químicos específicos conhecidos como neurotransmissores, representados pela acetilcolina e pelas catecolaminas. O bloqueio dos receptores pré e pós-sinapse permite que a ação de fárrnacos alcance sua plenitude no controle dos portadores de hiperati vidade simpática. Um percentual significativo de hipertensos são resistentes ao tratamento farrnacológico. A denervação simpática renal surgiu como estratégia terapêutica adjunta no controle de hipertensos resistentes ao tratamento clínico. Nos últimos cinco anos, diversos estudos demonstraram resultados consistentes na redução da pressão arterial. Diversas outras condições clínicas associam-se à hiperatividade do sistema adrenérgico, tais como a insuficiência cardíaca, o diabetes mellitus, a doença renal crônica, a síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono e as arritmias cardíacas. Nestes contextos, a redução da atividade simpática renal também mostrou-se ser benéfica em estudos clínicos iniciais. Uma variedade de dispositivos dedicados foram e estão sendo desenvolvidos com o objetivo de ampliar a segurança e a eficácia do método, além de facilitar o procedimento. Estudos multicêntricos, prospectivos, randomizados e controlados em andamento investigam desfechos como mortalidade cardiovascular, infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral em longo prazo.

The autonomic nervous system contributes directly to a number of biological activities and is involved in numerous diseases. Sympathetic hyperactivity is one of several mechanisms involved in the pathogenesis of primary hypertension. The transmission through the nerve synapses is mediated by specific chemical agents known as neurotransmitters represented by the acetylcholine and catecholarnine. Blockade of specific pre-and post-synapse receptors allows the treatment of patients with sympathetic hyperactivity. A large proportion of hypertensive patients are resistant to pharmacological treatment. Renal sympathetic denervation emerged as adjunctive therapeutic strategy in controlling hypertension resistant to medical treatrnent. ln the last five years, several studies have shown consistent results in lowering blood pressure. Several other clinica! conditions are associated with hyperactivity of the adrenergic system such as heart failure, diabetes mellitus, chronic kidney disease, obstructive sleep apnea, polycystic ovary syndrome and cardiac arrhythrnias. ln these contexts, the reduction in renal sympathetic activity also proved to be beneficial in initial clinical studies. A substantial variety of dedicated devices have been developed in order to reduce variability between operators, reduce renal artery manipulation, improve vessel contact, reduce radiation exposure and procedure time, and therefore improving safety and efficacy. Mu!ticenter, prospective, randomized, controlled trials are ongoing to investigate long term outcomes such as cardiovascular mortality, acute myocardial infarction and stroke.
Descritores: Ablação por Cateter/métodos
Hipertensão/complicações
Hipertensão/fisiopatologia
Insuficiência Cardíaca/diagnóstico
Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
Tratamento Farmacológico/métodos
Sistema Nervoso Autônomo/fisiopatologia
Sistema Nervoso Simpático/fisiopatologia
-AGONISTAS DE RECEPTORES ADRENERGICOS ALFA TEMEFOS
Antagonistas Adrenérgicos beta
Clonidina/efeitos adversos
Denervação
Estudos Cross-Over
Fibrilação Atrial/fisiopatologia
Guanabenzo
Guanfacina/efeitos adversos
Metildopa/efeitos adversos
Rim
Simpatectomia/métodos
Limites: Humanos
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Id: lil-789228
Autor: Cintra, Fátima Dumas.
Título: Papel do sistema nervoso autônomonas arritmias cardíacas / Role of the autonomic nervous system in cardiac arrhythmias
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;25(4):182-186, out.-dez.2015. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: As arritmias cardíacas apresentam comportamento eletrofisiológico, manifestação clínica, prognóstico e resposta terapêutica diferentes na população. Sendo assim, a compreensão dos mecanismos envolvidos na gênese da anormalidade do ritmo cardíaco é fundamental para nortear a terapêutica. O sistema nervoso autônomo participa ativamente da eletrofisiologia da célula cardíaca e dos mecanismos relacionados ao desencadeamento das arritmias cardíacas. Dentre as arritmias supraventriculares, a fibrilação atrial merece destaque. Estudos avaliando a variabilidade da frequência cardíaca demonstram importante modificação autonômica antecedendo um quadro defibrilação atrial. Tanto a ativação simpática quanto a estimulação parassimpática podem participar da manutenção dessa arritmia. Além disso, métodos que reduzem a inervação autonômica também reduzem a incidência de arritmias atriais, sugerindo que a neuromodulação possa ser uma ferramenta promissora no controle dessa arritmia. As arritmias ventriculares também se relacionam ao comportamento autonômico. O infarto agudo do miocárdio ocasiona denervação das fibras simpáticas na cicatriz e as áreas de intensa fibrose perdem a capacidade de responderem a estimulação simpática; entretanto asregiões próximas a cicatriz apresentam um encurtamento do período refratário para a estimulação simpática de forma heterogênica predispondo a ocorrência da ectopias ventriculares. Dessa forma, a investigação do sistema nervoso autônomo no desencadeamento e manutenção das arritmias cardíacas é uma linha de pesquisa promissora e a maior compreensão dos mecanismos autonômicos irá propiciar novas ferramentas de controle das anormalidades do ritmo cardíaco...

Cardiac arrhythmias present varying electrophysiological behavior, clinical manifestation, prognosis, and therapeutic response in the population. An understanding of the mechanisms involved in the genesis of heart rhythm disorders is there fore essential for guiding the therapy. The autonomic nervous system plays an active role in the electrophysiology of the cardiac cells and the mechanisms that trigger cardiac arrhythmias. Atrial fibrillation, one of the supraventricular arrhythmias, deserves special attention. Studies to evaluate heart rate variability have demonstrated important modifications preceding an episode of atrial fibrillation. Both sympathetic activation and parasympathetic stimulation can play a role in the persistence of this arrhythmia. More over, methods that reduce autonomic innervation also reduce the incidence of atrial arrhythmias, suggesting that neuromodulation can be a promising tool in the control of this arrhythmia. Ventricular arrhythmias are also related to autonomic behavior. Acute myocardial infarction leads to denervation of the sympathetic fibers in the scar tissue, and the areas of intense fibrosis lose their capacity to respond to sympathetic stimulation, while the regions close to thescar tissue present heterogeneous refractory period shortening for sympathetic stimulation, predisposing to the occurrence of ventricular ectopic beats. Thus, the investigation of the autonomic nervous system in the triggering and persistence of heart arrhythmias is a promising line of research, and a better understanding of the autonomic mechanisms involved will provide new tools for the control of heart rhythm disorders...
Descritores: Arritmias Cardíacas/complicações
Arritmias Cardíacas/terapia
Eletrofisiologia/métodos
Sistema Nervoso Autônomo/fisiologia
-Apneia Obstrutiva do Sono/complicações
Apneia Obstrutiva do Sono/diagnóstico
Bradicardia/complicações
Bradicardia/diagnóstico
Fatores de Risco
Frequência Cardíaca
Átrios do Coração/anormalidades
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
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Id: biblio-847762
Autor: Teixeira, Daniel Sobral; Vilela, Gustavo Chinelato; Areias, Guilherme de Souza; Reis, Hugo Valverde; Reis, Michel Silva.
Título: Variabilidade da frequência cardíaca com a mudança postural na insuficiência cardíaca crônica / Heart rate variability in patients with chronic heart failure after postural changes
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;27(1 (Supl)):29-33, jan.-mar. 2017. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) é uma alternativa de baixo custo para a avaliação da modulação autonômica cardíaca que é relacionada com os indivíduos com insuficiência cardíaca (IC) crônica devido ao desequilíbrio simpático-vagal característico dessa patologia. Objetivo: Comparar a VFC de pacientes com IC crônica e indivíduos saudáveis na mudança da posição supina para sentado. Métodos: Dezenove indivíduos subdivididos em dois grupos: 10 pacientes com o diagnóstico de IC crônica (GI) com 62 ± 6 anos de idade e nove participantes saudáveis (GC) com 64 ± 5 anos. Os intervalos R-R foram captados através do eletrocardiograma nas posições supina e sentada, por 10 minutos em cada condição. Os dados foram analisados nos domínios do tempo e da frequência. Teste t de Student pareado ou de Wilcoxon foram usados para as comparações intragrupos. Nas comparações intergrupos foi aplicado o teste t não pareado ou de Mann Whitney (p <0,05). Resultados: Os indivíduos com IC crônica apresentaram menores valores do SDNN (sentado 18,4 ± 4,5 vs. 28,4 ± 7,6; supina 23,3 ± 5 vs. 32,1 ± 12,4) e do RMSSD (sentado 12,2 ± 2,6 vs. 20,0 ± 6,8; supina 14,5 ± 4,3 vs. 21,3 ± 10) quando comparados ao controle. Após a mudança postural, verificou-se alteração significativa somente no SDNN do grupo IC crônica (23,3 ± 5 vs. 18,4 ± 4,5). Conclusão: Os indivíduos do grupo IC crônica apresentaram VFC reduzida em comparação a indivíduos saudáveis da mesma idade, porém ainda assim foram capazes de realizar a modulação simpático-vagal após a mudança postural

Introduction: Heart rate variability (HRV) is a low-cost alternative for the evaluation of autonomic cardiac modulation, which is related to individuals with chronic heart failure (CHF) due to the sympathovagal imbalance that is characteristic of this pathology. Objective: to compare HRV in patients with CHF and healthy subjects after transition from a supine to a sitting position. Methods: We recruited 19 subjects, who were divided into two groups: 10 patients with a diagnosis of CHF (IG) aged 62 ± 6 years; and nine healthy participants (CG) aged 64 ± 5 years. The RR intervals were captured by electrocardiogram in the supine and sitting positions, for 10 minutes in each condition. The data were analyzed in the domains time and frequency. The paired Student-t or Wilcoxon tests were used for the intragroup comparisons. For the intergroup comparisons, the unpaired t-test or Mann Whitney tests were used (p<0.05). Results: The individuals with CHF showed lower SDNN values (sitting 18.4 ± 4.5 vs. 28.4 ± 7.6, and supine 23.3 ± 5 vs. 32.1 ± 12.4) and lower RMSSD values (sitting 12.2 ± 2.6 vs. 20.0 ± 6.8; and supine 14.5 ± 4.3 vs. 21.3 ± 10) when compared to the control. After the postural change, a significant change occurred only in the SDNN of the chronic CHF group (23.3 ± 5 vs. 18.4 ± 4.5). Conclusion: The individuals of the CHF group showed reduced HRV compared to healthy individuals of the same age, but were still able to perform sympathetic-vagal modulation after the change in posture
Descritores: Posicionamento do Paciente
Insuficiência Cardíaca
Frequência Cardíaca/fisiologia
-Sistema Nervoso Autônomo
Volume Sistólico
Ecocardiografia/métodos
Doença Crônica
Análise Estatística
Fatores Etários
Eletrocardiografia/métodos
/métodos
EXERCISE THERAPYTEMEFOS/métodos
Ventrículos do Coração
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1142876
Autor: Base, Luis Henrique; Oliveira, Juliana Regis da Costa e; Maia, Laura Cristina Pereira; Antão, Jennifer Yohanna Ferreira de Lima; Ferreira Filho, Celso; Ferreira, Celso.
Título: Effect of air pollution on the autonomic modulation of heart rate in overweight adults / Efeito da poluição atmosférica na modulação autonômica da frequência cardíaca em indivíduos com excesso de peso
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO5100, 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To analyze the effect of air pollution on heart rate variability in overweight individuals. Methods: A total of 46 adult individuals, both sexes, aged between 18 and 49 years and with body mass index >25kg/m2 were analyzed. All volunteers were students from public schools of two cities in the state of São Paulo. The clinical, demographic and anthropometric data of each individual, as well as heart rate variability through time domain, geometric and frequency indices were collected. For the air quality analysis, the following variables were investigated: concentration of carbon dioxide, particulate matter, temperature and relative humidity. The analysis was carried out with descriptive and analytical statistics, adopting a level of significance of 5%. Results: There was a reduction in overall heart rate variability in overweight individuals by the following indices: mean standard deviation of all normal RR intervals, long-term standard deviation of continuous RR intervals, ratio of short-and long-term standard deviation of continuous RR intervals. In addition, the indices responsible for parasympathetic control showed a downward trend in their values, as well as the low frequency index, which represented sympathetic action, although not significant. Conclusion: Overweight individuals exposed to air pollution had lower heart rate variability than the Control Group.

RESUMO Objetivo: Analisar o efeito da poluição atmosférica na variabilidade da frequência cardíaca em indivíduos com excesso de peso. Métodos: Foram analisados 46 indivíduos adultos, de ambos os sexos, com idade entre 18 e 49 anos e índice de massa corporal >25kg/m2. Todos os voluntários eram estudantes da Educação de Jovens e Adultos em duas cidades do estado de São Paulo. Foram coletadas informações clínicas, demográficas e antropométricas de cada indivíduo, bem como a variabilidade da frequência cardíaca, por meio dos índices do domínio do tempo, geométricos e de frequência. Para a análise da qualidade do ar, foram investigadas as variáveis concentração de dióxido de carbono, material particulado, temperatura e umidade do ar. A análise se deu por estatística descritiva e analítica, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: Ocorreu redução na variabilidade da frequência cardíaca geral nos indivíduos com excesso de peso por meio dos índices geométricos (desvio padrão a longo prazo dos intervalos RR contínuos, e a razão entre as variações curta e longa dos intervalos RR) e o domínio do tempo (desvio padrão da média de todos os intervalos RR normais). Índices responsáveis pelo controle parassimpático mostraram-se com tendência de queda em seus valores, bem como o índice de baixa frequência que representava a ação do simpático, embora com valores não significativos. Conclusão: Indivíduos com excesso de peso expostos à poluição atmosférica apresentaram menor variabilidade da frequência cardíaca em comparação ao Grupo Controle.
Descritores: Sobrepeso
-Sistema Nervoso Autônomo
Poluição do Ar/efeitos adversos
Material Particulado
Frequência Cardíaca
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-740485
Autor: Masson, Gustavo Santos; Michelini, Lisete Compagno.
Título: Atividade nervosa simpática e desenvolvimento de lesões de órgãos-alvo na hipertensão arterial: benefícios autonômicos induzidos pelo treinamento aeróbio / Sympathetic nerve activity and development of end-organ injury in hypertension: autonomic benefits induced by aerobic training
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;24(2):16-24, abr.-jun. 2014. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: A disfunção autonômica encontra-se estreitamente associada ao estabe- lecimento da hipertensão arterial, sendo caracterizada por aumento da atividade simpática, redução do tônus vagal e disfunção barorreflexa, contribuindo para a instalação da insuficiência cardíaca, do infarto do miocárdio, do acidente vascular cerebral, entre outras comorbidades. Remodelamento hipertrófico de arteríolas cerebrais, ativação de quimiorreceptores, anormalidades na barreira hematoencefálica e aumento da atividade neuronal determinam a geração de espécies reativas de oxigênio e citocinas pró-inflamatórias em áreas de controle cardiovascular, as quais, em associação com a hiperativação do sistema renina-angiotensina, perpetuam a disfunção autonôrnica e favorecem a manutenção da hipertensão arterial crônica. Além disto, a disfunção barorreflexa aumenta a variabilidade da pressão arterial, predispondo à rarefação capilar e determinando a progressão de lesões de órgãos-alvo. Por sua vez, a maior disponibilidade de angiotensina li nos diferentes tecidos é um importante estímulo para a inflamação tecidual e hipertrofia de artérias/arteríolas periféricas, potencializando os efeitos deletérios desencadeados pela hiperatividade simpática e disfunção barorreflexa. A hipertensão, uma vez estabelecida, é uma doença crônica que exige tratamento continuado, o qual pode reduzir os níveis pressóricos, mas não curá-Ia. Um importante avanço no controle da hipertensão foi a constatação de que o treinamento aeróbio, mesmo não normalizando a pressão arterial, reduz acentuadamente o estresse oxidativo e a in- flamação em áreas autonômicas, corrigindo prontamente a disfunção barorreflexa, aumentando o tônus vaga I e reduzindo a atividade simpá- tica. Estas adaptações autonôrnicas, em associação com a reversão do remodelamento hipertrófico arteriolar em tecidos exercitados, reduzem a resistência vascular periférica e a pressão arterial.

Autononic dysfunction is closely related to the development of hypertension, being characterized by increased sympathetic activity, decreased vagal tonus and baroreflex dysfunction. These autonornic adaptations contribute to heart failure, myocardial infarction and stroke as well. Hypertrophic remodeling ofbrain arterioles, chemoreceptors activation, blood-brain barrier abnormalities determine reactive oxygen species and pro-inflammatory cytokines production and increased neuronal activity within autonornic brain areas controlling the cardiovascular system. These responses associated with hyperactivation ofthe renin-angiotensin system allow the maintenance of chronic hypertension. Furthermore, baroreflex dysfunction increases arterial pressure variability that causes capillary rarefaction and end-organs injuries. On several tissues, increased Angiotensin li production is an important stimulus for tissue inflammation and arteries/arterioles hypertrophy, thus potentiating the deleterious effects of sympathetic hyperactivity and baroreflex dysfunction. Once established, hypertension is a chronic disease that needs continuous treatment. Chronic pharmacological interventions are able to decrease arterial pressure, but not cure it. An important advance on hypertension control was our recent finding that aerobic training, even not normalizing arterial pressure, sharply decreases oxidative stress and inflammation into autonornic control areas and promptly corrects baro- reflex dysfunction and cardiac vagal activity. Theses training-induced autonomic adaptations associated with reversion ofhypertrophic arteriole remodeling contribute to decrease peripheraJ vascular resistance and arterial pressure in hypertensive subjects.
Descritores: Exercício Físico/fisiologia
Hipertensão/complicações
Hipertensão/fisiopatologia
Sistema Cardiovascular/fisiopatologia
Sistema Nervoso Simpático/fisiologia
-Barorreflexo
Doença Crônica
Frequência Cardíaca
Pressão Arterial
Sistema Nervoso Autônomo/fisiologia
Órgãos-Alvo
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: biblio-1283658
Autor: Ferreira, Vivian Aguiar Reis; Torres, Daniel da Costa; Ávila, Paulo Eduardo Santos; Da Silva, Andrezza Sousa Assunção; Pereira, Raphael do Nascimento.
Título: Modulação autonômica da frequência cardíaca em crianças e jovens com paralisia cerebral / Autonomic heart rate modulation in children and youths with cerebral palsy
Fonte: Fisioter. Bras;21(6):560-564, Jan 6, 2021.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: A paralisia cerebral é uma doença que causa distúrbios neuromusculares, doenças cardiovasculares, além de distúrbios autonômicos e homeostáticos. Objetivo: Avaliar a modulação autonômica cardíaca de crianças e jovens com PC. Métodos: Estudo de delineamento transversal e observacional de carácter quantitativo. Foram coletados os intervalos R-R (IRR) do eletrocardiograma de 05 voluntários cadeirantes, com idade de 06 a 18 anos com PC através do cardiofrequencimetro Polar modelo V800®. Resultados: Idade média foi de 12,4 anos, ambos os gêneros, massa corpórea de 35,1 kg, estatura de 1,39 m e índice de massa corpórea 16,8 kg/m2 equivalente à desnutrição. Os dados apresentam a modulação autonômica cardíaca no domínio do tempo, as variáveis do desvio-padrão de todos os intervalos RR normais 60,0 ms, raiz-quadrada da média da soma dos quadrados das diferenças entre os IRR normais 60,3 ms, porcentagem dos IRR adjacentes maiores que 50 ms 16,1 % e no domínio da frequência a baixa frequência cardíaca (un) 55,7, a alta frequência cardíaca (un) 44,2, a razão da alta com a baixa frequência cardíaca 2,3. Conclusão: As crianças e adolescentes com paralisia cerebral têm uma baixa variabilidade da frequência cardíaca, com alta probabilidade de desenvolver doenças cardiovasculares, devido ao sedentarismo. (AU)

Introduction: Cerebral Palsy is a disease that causes neuromuscular disorders, cardiovascular diseases, in addition to disorders autonomic and homeostatic. Objective: To measure the cardiac autonomic modulation of children and young people with CP. Methods: Quantitative crosssectional and observational study. The electrocardiogram R-R intervals (IRR) were collected from 05 volunteers in wheelchairs, aged 6 to 18 years with CP through the cardiofrequencimeter Polar model V800®. Results: The average age is 12.4 years, both genders, body mass 35.1 kg, height 1.39 m and body mass index of 16.8 kg/m2 equivalent to malnutrition. The data show cardiac autonomic modulation in the time domain, the standard deviation variables of all normal RR intervals 60.0 ms, square root of the mean of the sum of squares of the differences between normal IRR 60.3 ms, percentage of adjacent IRR greater than 50 ms 16.1% and in the frequency domain, low heart rate (un) 55.7, high heart rate (un) 44.2, the ratio of discharge to low heart rate 2,3. Conclusion: Children and adolescents with cerebral palsy have a low heart rate variability, with a greater probability of developing cardiovascular diseases, due to sedentary lifestyle. (AU)
Descritores: Paralisia Cerebral
Frequência Cardíaca
-Sistema Nervoso Autônomo
Criança
Adolescente
Limites: Humanos
Criança
Adolescente
Responsável: BR1561.1 - Biblioteca Virtual AMMG


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-890749
Autor: Santos, Marcelo R dos; Sayegh, Ana L C; Armani, Rafael; Costa-Hong, Valéria; Souza, Francis R de; Toschi-Dias, Edgar; Bortolotto, Luiz A; Yonamine, Mauricio; Negrão, Carlos E; Alves, Maria-Janieire N N.
Título: Resting spontaneous baroreflex sensitivity and cardiac autonomic control in anabolic androgenic steroid users
Fonte: Clinics;73:e226, 2018. tab.
Idioma: en.
Projeto: FAPESP; . CNPq; . FAPESP; . CNPq; . FAPESP; . CNPq.
Resumo: OBJECTIVES: Misuse of anabolic androgenic steroids in athletes is a strategy used to enhance strength and skeletal muscle hypertrophy. However, its abuse leads to an imbalance in muscle sympathetic nerve activity, increased vascular resistance, and increased blood pressure. However, the mechanisms underlying these alterations are still unknown. Therefore, we tested whether anabolic androgenic steroids could impair resting baroreflex sensitivity and cardiac sympathovagal control. In addition, we evaluate pulse wave velocity to ascertain the arterial stiffness of large vessels. METHODS: Fourteen male anabolic androgenic steroid users and 12 nonusers were studied. Heart rate, blood pressure, and respiratory rate were recorded. Baroreflex sensitivity was estimated by the sequence method, and cardiac autonomic control by analysis of the R-R interval. Pulse wave velocity was measured using a noninvasive automatic device. RESULTS: Mean spontaneous baroreflex sensitivity, baroreflex sensitivity to activation of the baroreceptors, and baroreflex sensitivity to deactivation of the baroreceptors were significantly lower in users than in nonusers. In the spectral analysis of heart rate variability, high frequency activity was lower, while low frequency activity was higher in users than in nonusers. Moreover, the sympathovagal balance was higher in users. Users showed higher pulse wave velocity than nonusers showing arterial stiffness of large vessels. Single linear regression analysis showed significant correlations between mean blood pressure and baroreflex sensitivity and pulse wave velocity. CONCLUSIONS: Our results provide evidence for lower baroreflex sensitivity and sympathovagal imbalance in anabolic androgenic steroid users. Moreover, anabolic androgenic steroid users showed arterial stiffness. Together, these alterations might be the mechanisms triggering the increased blood pressure in this population.
Descritores: Sistema Nervoso Autônomo/efeitos dos fármacos
Nervo Vago/efeitos dos fármacos
Sistema Cardiovascular/efeitos dos fármacos
Barorreflexo/efeitos dos fármacos
Anabolizantes/efeitos adversos
Androgênios/efeitos adversos
-Sistema Nervoso Autônomo/fisiologia
Pressão Sanguínea/efeitos dos fármacos
Fenômenos Fisiológicos Cardiovasculares/efeitos dos fármacos
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Barorreflexo/fisiologia
Rigidez Vascular/efeitos dos fármacos
Análise de Onda de Pulso
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-952795
Autor: Moraes, Oscar Albuquerque de; Flues, Karin; Scapini, Kátia Bilhar; Mostarda, Cristiano; Evangelista, Fabiana de Sant'Anna; Rodrigues, Bruno; Dartora, Daniela Ravizzoni; Fiorino, Patricia; Angelis, Kátia De; Irigoyen, Maria Cláudia.
Título: ACE gene dosage determines additional autonomic dysfunction and increases renal angiotensin II levels in diabetic mice
Fonte: Clinics;73:e246, 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVES: The present study aimed to investigate cardiovascular autonomic modulation and angiotensin II (Ang II) activity in diabetic mice that were genetically engineered to harbor two or three copies of the angiotensin-converting enzyme gene. METHODS: Diabetic and non-diabetic mice harboring 2 or 3 copies of the angiotensin-converting enzyme gene were used in the present study. Animals were divided into 4 groups: diabetic groups with two and three copies of the angiotensin-converting enzyme gene (2CD and 3CD) and the respective age-matched non-diabetic groups (2C and 3C). Hemodynamic, cardiovascular, and autonomic parameters as well as renal Ang II expression were evaluated. RESULTS: Heart rate was lower in diabetic animals than in non-diabetic animals. Autonomic modulation analysis indicated that the 3CD group showed increased sympathetic modulation and decreased vagal modulation of heart rate variability, eliciting increased cardiac sympathovagal balance, compared with all the other groups. Concurrent diabetes and either angiotensin-converting enzyme polymorphism resulted in a significant increase in Ang II expression in the renal cortex. CONCLUSION: Data indicates that a small increase in angiotensin-converting enzyme activity in diabetic animals leads to greater impairment of autonomic function, as demonstrated by increased sympathetic modulation and reduced cardiac vagal modulation along with increased renal expression of Ang II.
Descritores: Sistema Nervoso Autônomo/fisiopatologia
Angiotensina II/análise
Sistema Cardiovascular/fisiopatologia
Peptidil Dipeptidase A/genética
Dosagem de Genes/fisiologia
Diabetes Mellitus Experimental/fisiopatologia
Rim/enzimologia
-Nervo Vago/fisiopatologia
Glicemia/análise
Angiotensina II/metabolismo
Imuno-Histoquímica
Distribuição Aleatória
Reação em Cadeia da Polimerase
Frequência Cardíaca/fisiologia
Limites: Animais
Masculino
Camundongos
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-952813
Autor: Grilletti, Juliana Valente Francica; Scapini, Katia Bilhar; Bernardes, Nathalia; Spadari, Jaqueline; Bigongiari, Aline; Mazuchi, Flavia de Andrade e Souza; Caperuto, Erico Chagas; Sanches, Iris Callado; Rodrigues, Bruno; De Angelis, Kátia.
Título: Impaired baroreflex sensitivity and increased systolic blood pressure variability in chronic post-ischemic stroke
Fonte: Clinics;73:e253, 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVES: Acute post-stroke patients present cardiovascular autonomic dysfunction, which manifests as lower heart rate variability and impaired baroreflex sensitivity. However, few studies performed to date have evaluated cardiovascular autonomic function in chronic post-stroke patients. The aim of this study was to evaluate cardiovascular autonomic modulation in chronic post-ischemic stroke patients. METHODS: The seventeen enrolled subjects were divided into a stroke group (SG, n=10, 5±1 years after stroke) and a control group (CG, n=7). Non-invasive curves for blood pressure were continuously recorded (Finometer®) for 15 minutes while the subject was in a supine position. Heart rate variability and blood pressure variability were analyzed in the time and frequency domains. RESULTS: No differences were observed in systolic and diastolic pressure and heart rate between post-stroke patients and healthy individuals. The SG group had lower indexes for heart rate variability in the time domain (standard deviation of normal to normal R-R intervals, SDNN; variance of normal to normal R-R intervals, VarNN; and root mean square differences of successive R-R intervals, RMSSD) and a lower high-frequency band for heart rate variability than was observed in the CG. Systolic blood pressure variability and the low-frequency band for systolic pressure were higher in post-stroke patients, while the alpha index was lower in the SG than in the CG. CONCLUSION: After ischemic stroke, affected patients present chronically reduced heart rate variability, impaired cardiac vagal modulation, increased systolic blood pressure variability and higher sympathetic vascular modulation along with impaired baroreflex sensitivity, which can increase the risk of cardiovascular events, despite adequate blood pressure control.
Descritores: Sistema Nervoso Autônomo/fisiopatologia
Isquemia Encefálica/fisiopatologia
Barorreflexo/fisiologia
Frequência Cardíaca/fisiologia
Hipertensão/fisiopatologia
-Estudos de Casos e Controles
Doença Crônica
Eletrocardiografia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME



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