Base de dados : LILACS
Pesquisa : A09.371.060.217 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 541 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 55 ir para página                         

  1 / 541 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Laus, José Luiz
Texto completo
Id: biblio-886227
Autor: Claros-Chacaltana, Flor Diana Yokoay; Kobashigawa, Karina Kamachi; Padua, Ivan Ricardo Martinez; Valdetaro, Gisele Pereira; Aldrovani, Marcela; Laus, José Luiz.
Título: Corneal angiogenesis based on different protocols of alkaline cauterization in murine models
Fonte: Acta cir. bras;32(8):607-616, Aug. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: CNPQ; . FAPESP.
Resumo: Abstract Purpose: To establish and compare protocols of alkaline cauterization for inducing corneal angiogenesis in murine models. Methods: Twenty-four adult Wistar rats were distributed into four groups (G1, G2, G3, and G4). The right eye cornea from each rat was cauterized using filter paper (3 mm), soaked in a solution of silver and potassium nitrates (3:1). Cauterization times were 10 (G1 and G4), or 20 seconds (G2 and G3). Cauterized corneas were washed with Ringer's lactate solution. The filter paper was either removed before washing (G1 and G2), or kept on the corneas (G3 and G4). Corneas were photographed at multiple time points (2, 4, 6, 8, 11, 13, and 15 days after the procedure), and neovascularization parameters were assayed. Results: Neovascularization was observed in 66% of G1 corneas, and 100% of G2, G3, and G4 corneas. On day 15, G1 corneas showed smaller vascularized areas (12.63 ± 12.59%) compared to those in the G3 (41.95 ± 17.32%) and G4 (33 ± 11.74%) (P < 0.05) groups. Conclusions: The silver and potassium nitrate solution effectively induced corneal angiogenesis. The G2, G3, and G4 protocols showed excellent reproducibility, and induced vascularization in 100% of corneas.
Descritores: Cauterização/métodos
Neovascularização da Córnea/etiologia
Compostos de Potássio
Modelos Animais de Doenças
Neovascularização Patológica/etiologia
Nitratos
-Valores de Referência
Fatores de Tempo
Reprodutibilidade dos Testes
Ratos Wistar
Córnea/cirurgia
Córnea/irrigação sanguínea
Limites: Animais
Masculino
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


  2 / 541 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1004242
Autor: Cruz, Giovanna Karinny Pereira; Ferreira Júnior, Marcos Antonio; Azevedo, Isabelle Campos de; Santos, Viviane Euzébia Pereira; Flores, Vanessa Giavarotti Taboza; Gonçalves, Elenilda de Andrade Pereira.
Título: Fatores clínicos e cirúrgicos e as complicações intraoperatórias em pacientes que realizaram ceratoplastias penetrantes / Clinical and surgical factors and intraoperative complications in patients who underwent penetrating keratoplasty / Factores clínicos y quirúrgicos y las complicaciones intraoperatorias en pacientes que realizaron queratoplastias penetrantes
Fonte: Rev. latinoam. enferm. (Online);27:e3141, 2019. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo identificar as principais complicações intraoperatórias dos pacientes que realizaram ceratoplastias e sua relação com fatores clínicos e cirúrgicos. Método estudo transversal, observacional. Realizou-se um censo dos pacientes submetidos a ceratoplastias que totalizou 258 procedimentos. Resultados foram registradas 22 complicações intraoperatórias, todas em ceratoplastias penetrantes. Do total, 59,09% foram realizadas em pacientes do sexo masculino com idade média de 58,5 anos. A principal complicação intraoperatória notificada foi a perda vítrea (36,36%). Encontrou-se relação estatisticamente significativa entre a variável "complicação intraoperatória" e as variáveis "cirurgia prévia", "ceratoplastia combinada com extração de catarata" e "botão corneano do receptor maior que 8,0 mm". Conclusão identificar as principais complicações intraoperatórias da ceratoplastia possibilita à enfermagem compreender quais fatores podem interferir nesses procedimentos, apontar possíveis fatores preditores das complicações e buscar medidas de controles para que tais complicações não ocorram.

Objective to identify the main intraoperative complications of patients who underwent keratoplasty and relationship between these complications and clinical and surgical factors. Method cross-sectional observational study. A census of the patients submitted to keratoplasty was carried out, which totaled 258 procedures. Results twenty-two intraoperative complications were recorded, all in penetrating keratoplasty surgeries, of which 59.09% were performed in male patients with a mean age of 58.5 years. The main intraoperative complication was vitreous loss (36.36%). A statistically significant relationship was found between the variable "intraoperative complication" and the variables "previous surgery", "combined keratoplasty and cataract extraction" and "corneal host button greater than 8.0 mm". Conclusion identifying the main intraoperative complications of keratoplasty enables nurses to understand which factors may interfere with these procedures, point out possible predictors of complications, and seek control measures so that such complications do not occur.

Objetivo identificar las principales complicaciones intraoperatorias de los pacientes que realizaron queratoplastias y su relación con factores clínicos y quirúrgicos. Método estudio transversal, observacional. Se realizó un censo de los pacientes sometidos a las queratoplastias que tuvo un total de 258 procedimientos. Resultados fueron registradas 22 complicaciones intraoperatorias, todas en queratoplastias penetrantes. Del total, 59,09% fueron realizadas en pacientes del sexo masculino con edad media de 58,5 años. La principal complicación intraoperatoria notificada fue la pérdida vítrea (36,36%). Fue encontrada relación estadísticamente significativa entre la variable "complicación intraoperatoria" y las variables "cirugía previa", "queratoplastia combinada con extracción de catarata" y "botón corneal del receptor mayor que 8,0 mm". Conclusión identificar las principales complicaciones intraoperatorias de la queratoplastia posibilita a la enfermería comprender cuáles factores pueden interferir en estos procedimientos, apuntar posibles factores predictores de las complicaciones y buscar medidas de controles para que tales complicaciones no ocurran.
Descritores: Transplante de Córnea/reabilitação
Ceratoplastia Penetrante/métodos
Complicações Intraoperatórias
-Extração de Catarata
Córnea/fisiologia
Olho/anatomia & histologia
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


  3 / 541 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-911038
Autor: Almeida, Timóteo AL; Camelo, Ricardo M; Araújo, Fernanda GB.
Título: The Corneomandibular Reflex and the race of the reflexes: Clinical and Historical Aspects
Fonte: Arq. bras. neurocir;35(4):304-306, 30/11/2016.
Idioma: en.
Resumo: The corneomandibular reflex was first described in 1902 by German doctor Von Sölder, who reported the presence of the reflex in patients and in the general population. For him, the corneomandibular reflex represented an exaggeration of the normal response. This was one of the more than 250 reflexes described in the beginning of the 20th century, during the so called "race of the reflexes".

O reflexo córneo-mandibular foi descrito pela primeira vez em 1902 pelo alemão Von Sölder, que relatou a presença de reflexos em pacientes e indivíduos normais. Segundo ele, o reflexo córneo-mandibular representa um exagero da resposta convencional. Este é um dos mais de 250 reflexos descritos no início do século XX, durante a chamada "corrida dos reflexos".
Descritores: Reflexo
Córnea
Mandíbula
-História
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR584.1 - Biblioteca Central BSCAN


  4 / 541 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-1019532
Autor: Taghe, Shiva; Mirzaeei, Shahla.
Título: Preparation and characterization of novel, mucoadhesive ofloxacin nanoparticles for ocular drug delivery
Fonte: Braz. J. Pharm. Sci. (Online);55:e17105, 2019. tab, graf, ilus.
Idioma: en.
Resumo: The efficacy of conventional ocular formulations is limited by poor corneal retention and permeation, resulting in low ocular bioavailability. Mucoadhesive chitosan (CS)/ tripolyphosphatesodium (TPP) and chitosan (CS)/ tripolyphosphatesodium (TPP)-alginate (ALG) nanoparticles were investigated for the prolonged topical ophthalmic delivery of ofloxacin. A modified ionotropic gelation method was used to produce ofloxacin-loaded nanoreservoir systems. The ofloxacin-loaded CS/TPP and CS/TPP-ALG nanoparticles were characterized for particle size, morphology, zeta potential, encapsulation efficiency, subsequent release and corneal penetration study. The designed nanoparticles have a particle size from 113.8 nm to 509 nm and zeta potential from 16.2 mV to 40.3 mV and encapsulation efficiency values ranging from 19.7% to 33.1%. Nanoparticles revealed a release during the first hours, followed by a more gradual drug release. The ofloxacin-loading CS/TPP or CS/TPP-ALG NPs developed are pronounced penetration enhancing effect as compared to OFX solution (5-6.5 times). Thus, these nanoparticles have a strong potential for ocular drug delivery.
Descritores: Ofloxacino/análise
Quitosana/análise
Nanopartículas/análise
Administração Oftálmica
Fenômenos Fisiológicos Oculares
-Infecções Oculares/classificação
Cromatografia Líquida de Alta Pressão/métodos
Córnea
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas


  5 / 541 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-990788
Autor: Santana, João Carlos Dominice; Biancardi, Ana Luiza; Moraes Junior, Haroldo Vieira de; Silvano, Elisa; Moraes, Henrique.
Título: Síndrome de Blau: infiltrados subepiteliais como manifestações oftalmológicas incomuns / Blau Syndrome: subepithelial infiltrates as uncommon ophthalmologic manifestation
Fonte: Rev. bras. oftalmol;78(1):62-64, jan.-fev. 2019. graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo A Síndrome de Blau é uma doença de caráter hereditário autossômico dominante a qual também pode ocorrer de forma esporádica via mutação "de novo". Em geral, tem aparecimento precoce ainda na primeira infância e sua tríade clássica inclui artrite, dermatite e uveíte. Este trabalho visa relatar as manifestações clínicas e principalmente oftalmológicas de uma paciente diagnosticada com Síndrome de Blau com ênfase ao achado incomum de infiltrados corneanos subepiteliais, raramente descrito na literatura.

Abstract The Blau syndrome is an autosomal dominant hereditary disease which can also occur sporadically via "de novo" mutation. Overall it has early onset and its classic triad includes arthritis, dermatitis and uveitis. This paper describes clinical and mainly especially ophthalmologic manifestations of a patient diagnosed with Blau syndrome with emphasis on an uncommon finding of corneal subepithelial infiltrates, rarely described in the literature.
Descritores: Artrite/genética
Uveíte/etiologia
Uveíte/genética
Córnea
Dermatite/genética
Mutação
-Síndrome
Limites: Seres Humanos
Feminino
Adolescente
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.2 - Biblioteca Central


  6 / 541 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-990789
Autor: Coelho, João; Casal, Inês; Neves, Luis Miguel; Gomes, Miguel; Oliveira, Luis.
Título: Desmascarando o queratocone: efeito do epitélio corneano no queratocone / Unmasking keratoconus: effect of corneal epithelium in keratoconus
Fonte: Rev. bras. oftalmol;78(1):22-26, jan.-fev. 2019. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Objetivo: Na presença de uma córnea irregular, como no queratocone, o epitélio tem uma distribuição diferente do normal, "mascarando" a irregularidade do estroma. A avaliação topográfica sem considerar o efeito do epitélio pode induzir uma avaliação menos correta, afetando a precisão de um eventual tratamento guiado por topografia. O objetivo deste trabalho é avaliar o efeito de "máscara" do epitélio no queratocone, comparando a tomografia corneana com e sem epitélio, no decurso da realização de Crosslinking (CXL). Métodos: Cinco olhos de 5 doentes com queratocone em progressão submetidos a CXL segundo o protocolo original de Dresden. Foi realizada tomografia corneana antes e durante o procedimento (imediatamente após a remoção do epitélio), e avaliados os valores da queratometria - K1, K2, K médio (Km), ponto de máxima curvatura (Kmax), valores paquimétricos e astigmatismo corneano. Resultados: Os valores médios de curvatura corneanas antes e após a remoção do epitélio foram de: K1: 43,50 ± 2,54D e 44,32±2,64D (p=0,080); K2: 46,64±2,35D e 49,38±2,86D (p=0,043); Km: 45,48±2,42D e 46,72±2,60D (p=0,042). Observou-se igualmente um aumento estatisticamente significativo do valor de queratometria máxima após a remoção do epitélio (p=0,043). Na paquimetria central observou-se uma redução média de 26,8µm de 524,8±33,0µm para 498,2±37,7µm (p= 0,042). Conclusão: Observou-se um aumento estatisticamente significativo nos valores do Kmax, K2, e Kmédio após remoção do epitélio. Este estudo demonstra o efeito de "máscara" que o epitélio exerce no queratocone.

Abstract Objective: In the presence of an irregular cornea, like in keratoconus, the corneal epithelium has a different profile "masking" the irregular corneal stroma surface. Topographical analysis without considering the epithelium effect can result in an incorrect assessment, affecting the accuracy of any topography guided treatment. The aim of this study was to evaluate the "masking" effect of the corneal epithelium on corneal curvature in patients with keratoconus, comparing topographical findings before and after removal of the epithelium during Crosslinking (CXL). Methods: Five eyes of 5 patients with progressive keratoconus submitted to CXL according to the original Dresden protocol. Corneal topography was performed before and during the procedure (immediately after epithelium removal) and values of keratometry: K1, K2, mean K (Km), maximum corneal apical curvature (Kmax), corneal thickness and corneal astigmatism were evaluated. Results: The average values of corneal curvature before and after epithelial remove were: K1: 43.50±2.54D and 44.32±2,64D (p=0.080); K2 46.64±2,35D and 49.38±2,86D (p=0.043); Km 45.48±2.42D and 46.72±2.60D (p=0.042). It was also observed a significant increase in the maximum values of corneal apical curvature after removal of the epithelium (p=0.043). In central corneal thickness there was seen a reduction of 26.8µm from 524.8±33.0µm to 498.2±37.7µm (p = 0.042). Conclusion: There was seen a significant increase in the values of Kmax, K2 and mean K. This study demonstrates the masking effect of corneal epithelium on corneal curvature in keratoconus.
Descritores: Tomografia Computadorizada por Raios X
Topografia da Córnea
Reagentes para Ligações Cruzadas
Ceratocone/diagnóstico
-Estudos Retrospectivos
Córnea/cirurgia
Epitélio/cirurgia
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.2 - Biblioteca Central


  7 / 541 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-998581
Autor: Rodríguez Cambas, Annia; Matos López, Uver; Francisco Domingos, Marcelina; Tirado Soler, Maidolis.
Título: Anomalía de Peters. presentación de un caso clínico / Peters's anomaly. A clinical case presentation
Fonte: Rev. inf. cient;97(2):i:362-f:368, 2018. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Se describió un caso con anomalía de Peters, defecto congénito de la córnea que aparece de manera generalmente esporádica y de etiología aun incierta. Se hace referencia a sus formas de presentación y a los posibles tratamientos, siendo el pronóstico más sombrío cuando se acompaña de manifestaciones sistémicas. Se explicó cómo se llegó al diagnóstico que es eminentemente clínico, dejando algunas consideraciones finales(AU)

It described a case with anomaly of Peters, congenital defect of the cornea that appears of way generally sporadic and of etiology even uncertain. It does reference to his forms of presentation and to the possible treatments being the darkest prognosis when it accompanies of systemic manifestations. It explained how the diagnostic was reached. It is essentially clinical, letting some final considerations(AU)
Descritores: Córnea/anormalidades
Opacidade da Córnea/terapia
Limites: Seres Humanos
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CU419.1 - Centro Provincial de Información de Ciencias Médicas de Guantánamo


  8 / 541 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-995717
Autor: Galvis, Virgilio; Pedraza-Concha, Angélica; Tello, Alejandro; Carreño, Néstor I; Berrospi, Rubén D; Niño, Camilo A.
Título: Secuelas oftalmológicas secundarias a Síndrome de Stevens - Johnson / Ophthalmic sequelae due to Stevens - Johnson syndrome / Sequelas oftalmológicas secundárias à Síndrome de Stevens - Johnson
Fonte: MedUNAB;21(2):8-11, 2018.
Idioma: es.
Resumo: Figura A. Simblefaron, es decir adherencia de los bordes de los dos párpados (flecha blanca) y queratinización del limbo esclero-corneal (flecha amarilla) en el ojo derecho. Figura B. Ojo derecho: irregularidad del borde del párpado inferior con obstrucción completa y queratinización de los puntos de drenaje de las Glándulas de Meibomio, como consecuencia de la inflamación crónica secundaria al Síndrome de Stevens - Johnson. Figura C. Ojo derecho: conjuntivalización completa por falla del limbo y pérdida del epitelio corneal en el ojo derecho de la paciente, llevando a una córnea totalmente opaca como secuela del ojo seco severo crónico secundario al síndrome de Stevens - Johnson. Figura D. Ojo izquierdo: queratoprótesis de Boston Tipo I in situ. Se aprecia el cilindro central que permite el paso de la luz al interior del ojo. Los agujeros que translucen a través del tejido se encuentran en la placa de titanio que sostiene fijo el cilindro óptico al tejido corneal de un donante, que se suturó a la córnea periférica de la paciente. Ese tejido corneal donante se encuentra completamente conjuntivalizado y opaco, pero el extremo del cilindro óptico, al ser de material sintético, mantiene la transparencia. Se evidencia queratinización de la superficie con acúmulo de queratina en la interfase entre el material sintético del cilindro y el tejido corneal.

Figure A. Symblepharon, i.e., adhesion from the edges of the two eyelids (white arrow) and keratinization of the sclerocorneal limbus (yellow arrow) in the right eye. Figure B. Right eye: irregularity from the edge of the lower eyelid with complete obstruction and keratinization of the excretory ducts of the Meibomian glands, due to chronicity of the inflammation in consequence to Stevens - Johnson syndrome. Figure C. Right eye: showing complete conjunctivalization due to limbus failure and loss of the corneal epithelium in the patient's right eye, leading to corneal haze as a sequel to chronic severe dry eye secondary to Stevens - Johnson syndrome. Figure D. Left eye: Boston type I keratoprosthesis in situ. As showed, the central cylinder allows light to enter through the eye. The holes seen through the tissue are on the titanium plate that holds the optical cylinder in place on the corneal tissue of a donor, sutured to the patient's peripheral cornea. This donor corneal tissue is completely conjunctivalized and hazy, but since the end of the optical cylinder is made of synthetic material, it remains transparent. Keratinization of the surface is evident, with an accumulation of keratin in the interface between the synthetic material of the cylinder and the corneal tissue.

Figura A. Simbléfaro, ou seja, aderência das bordas das pálpebras (seta branca) e queratinização do limbo esclerocorneano (seta amarela) no olho direito. Figura B. Olho direito: irregularidade da borda da pálpebra inferior com obstrução completa e queratinização dos pontos de drenagem das glândulas meibomianas, como consequência da inflamação crônica secundária à síndrome de Stevens - Johnson. Figura C. Olho direito: conjuntivalização completa devido a falha do limbo e perda do epitélio corneano no olho direto da paciente, ocasionando uma córnea completamente opaca como sequela do olho seco crônico grave secundário à síndrome de Stevens-Johnson. Figura D. Olho esquerdo: ceratoprótese de Boston Tipo I in situ. O cilindro central que permite a passagem da luz para o olho é apreciado. Os orifícios translúcidos através do tecido estão na placa de titânio que segura o cilindro óptico ao tecido corneano de um doador, o qual foi suturado à córnea periférica da paciente. Esse tecido corneano doado está completamente conjuntivalizado e opaco, mas o extremo do cilindro óptico, por ser feito de material sintético, mantém a transparência. É evidente a queratinização da superfície com acúmulo de queratina na interface entre o material sintético do cilindro e o tecido corneano.
Descritores: Oftalmologia
-Acuidade Visual
Glaucoma
Córnea
Ceratoconjuntivite
Responsável: CO179.1 - Biblioteca


  9 / 541 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-970612
Autor: Jaramillo, Luis Carlos; Galvis, Virgilio; Tello, Alejandro; Camacho, Paul Anthony; Castillo, Ángela; Pareja, Luis A.
Título: Corneal Power Determination with Corneal Tomography after Refractive Surgery with Excimer Laser / Determinación del poder corneal con un tomógrafo corneal luego de cirugía refractiva con láser excimer / Determinação da potência corneana com uma topografia de córnea após cirurgia refrativa com excimer láser
Fonte: MedUNAB;21(1):31-45, 2018.
Idioma: en.
Resumo: Introduction. Corneal power determination after refractive surgery with excimer laser is complex. Different alternatives with the use of corneal tomography have been used for this measurement. Objective. To evaluate various methods of determination of corneal power in patients undergoing photorefractive surgery, including diagnostic tests with quantitative measurements. Methodology. This is a retrospective observational study. We included patients undergoing photorefractive surgery with refractive results and post-operative corneal tomography taken at least ten weeks after surgery. Results. In myopic eyes, significant differences were found in the value determined by the keratometry derived from the clinical history when compared with the average post-operative manual keratometry, the simulated 32keratometry and the Mean Pupil Power of the Sirius®tomograph. On another note, when averaging the mean post-operative manual keratometry with the post-operative Mean Pupil Power (value called Kpopaverage 1) and comparing it with the keratometry derived from the clinical history method, no statistically significant differences were observed in myopic patients. Likewise, when averaging the simulated post-operative keratometry of the Sirius® equipment with the post-operative Mean Pupil Power (value called "Kpop average 2") and comparing it with the keratometry derived by the method of the clinical history, no statistically significant differences were observed in myopic patients. On the other hand, in hyperopic eyes and those with mixed astigmatism, mean errors from post-operative Mean Pupil Power, in comparison to the keratometry derived by clinical history method, were not significantly different from the errors when comparing the "Kpop average 1" and the "Kpop average 2"with keratometry derived by the clinical history method. Conclusions. In myopic eyes the post-operative corneal power determinations with the "Kpop average 1" and "Kpop average 2" are closer to the keratometry derived by clinical history method than to measurements from the average post-operative manual keratometry, the post-operative simulated keratometry or the Mean Pupil Power of the Sirius® equipment.

Introducción. La determinación del poder corneal, después de la cirugía refractiva con láser excimer, es difícil. Diferentes alternativas con el uso de tomógrafos corneales se han utilizado para esta medición. Objetivo. Evaluar diversos métodos de determinación del poder corneal en pacientes operados de cirugía fotorrefractiva, incluyendo pruebas diagnósticas con medidas cuantitativas. Metodología. Estudio retrospectivo de pacientes operados de cirugía fotorrefractiva que tuvieran resultados refractivos y tomografía corneal post-operatoria al menos diez semanas luego de cirugía. Resultados. En los ojos miopes se encontraron diferencias significativas en el valor determinado por la queratometría derivada de la historia clínica al compararla con la queratometría manual promedio postoperatoria, la queratometría simulada y el Mean Pupil Power del tomógrafo Sirius®. Por otra parte, al promediar la queratometría manual promedio postoperatoria con el Mean Pupil Power postoperatorio (valor denominado Kpop promedio 1) y compararla con la queratometría derivada por el método de la historia clínica, no se observaron en los pacientes miopes diferencias estadísticamente significativas. Asimismo, al promediar la queratometría simulada postoperatoria del equipo Sirius® con el Mean Pupil Power postoperatorio (valor denominado Kpop promedio 2) y compararla con la queratometría derivada por el método de la historia clínica tampoco se observaron en los pacientes miopes diferencias estadísticamente significativas. Por otro lado, en los ojos hipermétropes y con astigmatismo mixto, los promedios de los errores del Mean Pupil Power postoperatorio, con respecto a la queratometría derivada por el método de la historia clínica, no fueron significativamente diferentes de los errores al comparar la Kpop promedio 1 y la Kpop promedio 2 con la queratometría derivada por el método de la historia clínica. Conclusiones. En ojos miopes las determinaciones del poder corneal postoperatorio con las Kpop promedio 1 y Kpop promedio 2 se aproximan más a la queratometría derivada por el método de la historia clínica que a las mediciones de la queratometría manual promedio postoperatoria, la queratometría simulada postoperatoria o el Mean Pupil Power del equipo Sirius®. [Jaramillo LC, Galvis V, Tello A, Camacho PA, Castillo A, Pareja LA. Determinación del poder corneal con un tomógrafo corneal luego de cirugía refractiva con láser excimer. MedUNAB. 2018;21(1):16-30. doi:1029375/01237047.2397].

Introdução. A determinação da potência corneana, após a cirurgia refrativa com excimer láser, é difícil. Foram usadas diferentes alternativas com o uso de tomógrafos de córnea para esta medição. Objetivo. Avaliar vários métodos de determinação da potência corneana em pacientes submetidos à cirurgia fotorrefrativa, incluindo testes diagnósticos com medidas quantitativas. Métodos. Este é um estudo observacional retrospectivo. Foram incluídos pacientes submetidos à cirurgia fotorrefrativa com resultados refrativos e topografía corneana pós-operatória pelo menos um mês após a cirurgia. Resultados. Nos olhos míopes foram encontradas diferenças significativas no valor determinado pela ceratectomia derivada da história clínica, quando comparada com a média da ceratectomia manual pós-operátoria, a ceratectomia simulada e o Mean Pupil Power do tomógrafo Sirius®. Por outro lado, ao calcularmos a média da ceratectomia manual pós-operatória com o Mean Pupil Power pós-operatório (valor denominado Kpop média 1) e compará-la com a ceratectomia pelo método da história clínica, não foram observadas diferenças estatisticamente significantes nos pacientes miopes. Da mesma forma, ao calcular a média da ceratectomia pós-operatória simulada do equipamento Sirius® com o Mean Pupil Power pósoperatório (valor denominado Kpop média 2) e comparála com a ceratectomia derivada do método de história clínica, não foram observadas diferenças estatisticamente significantes nos pacientes miopes. Por outro lado, em olhos hipermetrópicos e com astigmatismo mixto, as médias de erros do Mean Pupil Power pós-operatório, em relação à ceratectomia derivada pelo método da história clínica, não foram significativamente diferentes dos erros na comparação do Kpop média 1 y la Kpop média 2 com a ceratectomia derivada pelo método da história clínica. Conclusões. Nos olhos míopes, as determinações de potência corneana pósoperatória com Kpop média 1 e Kpop média 2 estão mais próximas da ceratectomia derivada pelo método da história clínica do que das medidas de ceratectomia manual média pós-operatória, da ceratectomia simulada pós-operatória ou Mean Pupil Power do equipamento Sirius®. [Jaramillo LC, Galvis V, Tello A, Camacho PA, Castillo A, Pareja LA. Determinação da potência corneana com uma topografia de córnea após cirurgia refrativa com excimer láser. MedUNAB. 2018;21(1):16-30. doi:1029375/01237047.2397].
Descritores: Topografia da Córnea
-Erros de Refração
Ceratectomia Fotorrefrativa
Córnea
Procedimentos Cirúrgicos Refrativos
Lasers de Excimer
Responsável: CO179.1 - Biblioteca


  10 / 541 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Texto completo
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-970192
Autor: Jaramillo, Luis Carlos; Galvis, Virgilio; Tello, Alejandro; Camacho, Paul Anthony; Castillo, Ángela; Pareja, Luis.
Título: Determinación del poder corneal con un tomógrafo corneal luego de cirugía refractiva con láser excimer / Corneal Power Determination with Corneal Tomography after Refractive Surgery with Excimer Laser / Determinação da potência corneana com uma topografia de córnea após cirurgia refrativa com excimer láser
Fonte: MedUNAB;21(1):16-30, 2018.
Idioma: es.
Resumo: Introducción. La determinación del poder corneal, después de la cirugía refractiva con láser excimer, es difícil. Diferentes alternativas con el uso de tomógrafos corneales se han utilizado para esta medición. Objetivo. Evaluar diversos métodos de determinación del poder corneal en pacientes operados de cirugía fotorrefractiva, incluyendo pruebas diagnósticas con medidas cuantitativas. Metodología. Estudio retrospectivo de pacientes operados de cirugía fotorrefractiva que tuvieran resultados refractivos y tomografía corneal post-operatoria al menos diez semanas luego de cirugía. Resultados. En los ojos miopes se encontraron diferencias significativas en el valor determinado por la queratometría derivada de la historia clínica al compararla con la queratometría manual promedio postoperatoria, la queratometría simulada y el Mean Pupil Power del tomógrafo Sirius®. Por otra parte, al promediar la queratometría manual promedio postoperatoria con el Mean Pupil Power postoperatorio (valor denominado Kpop promedio 1) y compararla con la queratometría derivada por el método de la historia clínica, no se observaron en los pacientes miopes diferencias estadísticamente significativas. Asimismo, al promediar la queratometría simulada postoperatoria del equipo Sirius® con el Mean Pupil Power postoperatorio (valor denominado Kpop promedio 2) y compararla con la queratometría derivada por el método de la historia clínica tampoco se observaron en los pacientes miopes diferencias estadísticamente significativas. Por otro lado, en los ojos hipermétropes y con astigmatismo mixto, los promedios de los errores del Mean Pupil Power postoperatorio, con respecto a la queratometría derivada por el método de la historia clínica, no fueron significativamente diferentes de los errores al comparar la Kpop promedio 1 y la Kpop promedio 2con la queratometría derivada por el método de la historia clínica. Conclusiones. En ojos miopes las determinaciones del poder corneal postoperatorio con las Kpop promedio 1 y Kpop promedio 2 se aproximan más a la queratometría derivada por el método de la historia clínica que a las mediciones de la queratometría manual promedio postoperatoria, la queratometría simulada postoperatoria o el Mean Pupil Power del equipo Sirius®

Introduction. The determination of corneal power, after excimer laser refractive surgery, is difficult. Different alternatives with the use of corneal tomographs have been used for this measurement. Objective. To evaluate various methods of determination of corneal power in patients undergoing photorefractive surgery, including diagnostic tests with quantitative measurements. Methodology. This is a retrospective observational study. We included patients undergoing photorefractive surgery with refractive results and postoperative corneal tomography taken at least ten weeks after surgery. Results. In the myopic eyes significant differences were found in the value determined by the keratometry derived from the clinical history when compared with the average postoperative manual keratometry, the simulated keratometry and the Mean Pupil Power of the Sirius® tomograph. On the other hand, when averaging the average postoperative manual keratometry with the postoperative Mean Pupil Power (value called Kpop average 1) and comparing it with the keratometry derived by the clinical history method, no statistically significant differences were observed in the myopic patients. Likewise, when averaging the simulated postoperative keratometry of the Sirius® equipment with the postoperative Mean Pupil Power (value called "Kpop average 2") and comparing it with the keratometry derived by the method of the clinical history, no statistically significant differences were observed in the myopic patients. On the other hand, in hyperopic eyes and with mixed astigmatism, mean errors of the postoperative Mean Pupil Power, with respect to the keratometry derived by the clinical history method, were not significantly different from the errors when comparing the "Kpop average 1" and the "Kpop average 2" with the keratometry derived by the clinical history method. Conclusions. In myopic eyes the postoperative corneal power determinations with the "Kpop average 1" and "Kpop average 2" are closer to the keratometry derived by the clinical history method than to the measurements of the average postoperative manual keratometry, the postoperative simulated keratometry or the Mean Pupil Power of the Sirius® equipment

Introdução. A determinação da potência corneana, após a cirurgia refrativa com excimer láser, é difícil. Foram usadas diferentes alternativas com o uso de tomógrafos de córnea para esta medição. Objetivo. Avaliar vários métodos de determinação da potência corneana em pacientes submetidos à cirurgia fotorrefrativa, incluindo testes diagnósticos com medidas quantitativas. Métodos. Este é um estudo observacional retrospectivo. Foram incluídos pacientes submetidos à cirurgia fotorrefrativa com resultados refrativos e topografía corneana pós-operatória pelo menos um mês após a cirurgia. Resultados. Nos olhos míopes foram encontradas diferenças significativas no valor determinado pela ceratectomia derivada da história clínica, quando comparada com a média da ceratectomia manual pós-operátoria, a ceratectomia simulada e o Mean Pupil Power do tomógrafo Sirius®. Por outro lado, ao calcularmos a média da ceratectomia manual pós-operatória com o Mean Pupil Power pós-operatório (valor denominado Kpop média 1) e compará-la com a ceratectomia pelo método da história clínica, não foram observadas diferenças estatisticamente significantes nos pacientes miopes. Da mesma forma, ao calcular a média da ceratectomia pós-operatória simulada do equipamento Sirius® com o Mean Pupil Power pós-operatório (valor denominado Kpop média 2) e compará-la com a ceratectomia derivada do método de história clínica, não foram observadas diferenças estatisticamente significantes nos pacientes miopes. Por outro lado, em olhos hipermetrópicos e com astigmatismo mixto, as médias de erros do Mean Pupil Power pós-operatório, em relação à ceratectomia derivada pelo método da história clínica, não foram significativamente diferentes dos erros na comparação do Kpop média 1 y la Kpop média 2 com a ceratectomia derivada pelo método da história clínica. Conclusões. Nos olhos míopes, as determinações de potência corneana pós-operatória com Kpop média 1 e Kpop média 2 estão mais próximas da ceratectomia derivada pelo método da história clínica do que das medidas de ceratectomia manual média pós-operatória, da ceratectomia simulada pós-operatória ou Mean Pupil Power do equipamento Sirius®
Descritores: Topografia da Córnea
-Erros de Refração
Ceratectomia Fotorrefrativa
Córnea
Procedimentos Cirúrgicos Refrativos
Lasers de Excimer
Responsável: CO179.1 - Biblioteca



página 1 de 55 ir para página                         
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde