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Id: lil-787328
Autor: Erdogan, Gurkan; Unlu, Cihan; Gunay, Betul Onal; Kardes, Esra; Ergin, Ahmet.
Título: Implantation of foldable posterior chamber intraocular lens in aphakic vitrectomized eyes without capsular support / Implantação lente intraocular dobrável de câmara posterior em olhos afácicos vitrectomizados sem apoio capsular
Fonte: Arq. bras. oftalmol;79(3):159-162tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Purpose: To evaluate the outcomes of three different surgical techniques for foldable posterior chamber intraocular lens (PCIOL) implantation in vitrectomized eyes without capsular support. Methods: A total of 60 patients with aphakic and vitrectomized eyes without capsular support were enrolled. All patients underwent three-piece foldable PCIOL implantation into the posterior chamber through a small corneal incision. Transscleral fixation (TSF), iris fixation (IF), and intrascleral tunnel fixation (ISF) surgical techniques were performed. Results: Postoperative PCIOL subluxation or dislocation occurred in one case in the TSF group and two cases in the ISF group. Intraoperative PCIOL dislocation occurred in two patients in the IF group. The incidence of temporary postoperative complications, such as mild intraocular hemorrhage and cystoid macular edema, was higher in the ISF group. No statistically significant difference in PCIOL-related astigmatism was observed between groups. Visual acuity improved in all groups. Conclusions: Postoperative outcomes were comparable between TSF, IF, and ISF for PCIOL in vitrectomized eyes without capsular support.

RESUMO Objetivo: Avaliar os resultados de três diferentes técnicas cirúrgicas para implantação da lente intraocular de câmara posterior (PCIOL) dobrável em olhos vitrectomizados sem apoio capsular. Métodos: Um total de 60 olhos de 60 pacientes afácicos vitrectomizados, sem apoio capsular foram inscritos. Todos os pacientes foram submetidos ao implante de PCIOL dobrável de três peças na câmara posterior, através de uma pequena incisão na córnea. Foram utilizados as técnicas cirúrgicas de fixação transescleral (TSF), fixação iriana (IF) e túnel de fixação intraescleral (ISF). Resultados: Subluxação ou luxação da PCIOL ocorreu em um caso no grupo TSF e em dois casos no grupo ISF. Deslocamentos intraoperatórios da PCIOL ocorram em dois pacientes no grupo IF. Frequência de complicações pós-operatórias temporárias como hemorragia intraocular leve e edema macular cistóide foi maior no grupo ISF. Não houve diferença estatisticamente significativa do astigmatismo relacionado à PCIOL entre os grupos. A acuidade visual melhorou em todos os grupos. Conclusões: Nenhuma das três técnicas cirúrgicas teve destaque em termos de resultados cirúrgicos comparativos.
Descritores: Afacia/cirurgia
Vitrectomia/métodos
Implante de Lente Intraocular/métodos
Lentes Intraoculares
-Complicações Pós-Operatórias
Astigmatismo/etiologia
Esclera/cirurgia
Fatores de Tempo
Vitrectomia/efeitos adversos
Acuidade Visual
Iris/cirurgia
Estudos Retrospectivos
Técnicas de Sutura
Resultado do Tratamento
Estatísticas não Paramétricas
Córnea/cirurgia
Implante de Lente Intraocular/efeitos adversos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Trevisani, Virginia Fernandes Moça
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Id: biblio-827965
Autor: Fidelix, Tania Sales de Alencar; Vieira, Luis Antonio; Trevisani, Virginia Fernandes Moca.
Título: Management of necrotizing scleritis after pterygium surgery with rituximab / Tratamento com rituximabe de esclerite necrosante após cirurgia de pterigeo
Fonte: Arq. bras. oftalmol;79(5):339-341, Sept.-Oct. 2016. graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT The authors present a case of necrotizing scleritis after pterygium excision successfully treated with rituximab after attempts with high doses of corticosteroids and immunosuppressive drugs. A literature review revealed case reports and a phase I/II dose-ranging randomized clinical trial using rituximab for necrotizing scleritis with or without association with autoimmune disease. This is the only case report on rituximab treatment for necrotizing scleritis after pterygium surgery. In cases with refractoriness to immunosuppressive drugs, a CD20 antibody can be used.

RESUMO Os autores apresentam um caso de sucesso no tratamento com rituximabe de esclerite necrosante após cirurgia de pterígio refratário a altas doses de corticosteroides e drogas imunossupressoras. Uma revisão da literatura direcionada ao uso de rituximabe para tratamento de esclerites necrosantes revelou relatos de casos e um estudo clínico randomizando fase I/II. Este é o único caso descrito de rituximabe para o tratamento de esclerite necrosante pós cirúrgica. O uso de anticorpo anti-CD20 pode ser uma opção em casos refratários aos imunossupressores no tratamento da esclerite necrosante pós-cirúrgica.
Descritores: Pterígio/cirurgia
Esclerite/tratamento farmacológico
Rituximab/uso terapêutico
Fatores Imunológicos/uso terapêutico
-Complicações Pós-Operatórias/etiologia
Complicações Pós-Operatórias/tratamento farmacológico
Esclera/efeitos dos fármacos
Esclera/patologia
Procedimentos Cirúrgicos Oftalmológicos/efeitos adversos
Esclerite/etiologia
Reprodutibilidade dos Testes
Resultado do Tratamento
Limites: Humanos
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-888186
Autor: Jovanovic, Vesna; Jankov, Mirko; Nikolic, Ljubisa.
Título: Treatment of perforated cornea with an autologous lamellar scleral graft: histologic findings / Tratamento de córnea perfurada com enxerto autônomo de esclera lamelar: achados histológicos
Fonte: Arq. bras. oftalmol;81(1):59-62, Jan.-Feb. 2018. graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT We report a case of central corneal perforation treated with an autologous lamellar scleral graft and histologic findings obtained after a subsequent penetrating keratoplasty. A corneal perforation within a large Pseudomonas ulcer in a 55-year-old male rigid gas permeable contact lens wearer was sealed by a lamellar scleral graft from the same eye, followed by an uneventful penetrating keratoplasty 6 months later. Histology of the excised button revealed that the well-apposed graft, which maintained the irregular arrangement of the scleral collagen fibers, was embedded in the corneal stroma over the deep blood vessels and a rupture in Descemet's membrane. The clinical and histologic findings showed that autologous lamellar scleral grafts can be successfully used for the emergency treatment of corneal perforation when a corneal transplant is not available. The distinctive scleral structure revealed by histology and the inadequate graft transparency indicate that visual rehabilitation of eyes with a central corneal perforation can be achieved only by a subsequent optic penetrating keratoplasty.

RESUMO Relatamos um caso de perfuração corneana central tratada com enxerto autólogo lamelar de esclera e os achados histológicos obtidos após ceratoplastia penetrante (CP) subsequente. Uma perfuração da córnea devido a uma grande úlcera por Pseudomonas em um usuário de lentes de contato rígidas gás permeável de 55 anos de idade foi selada por um enxerto escleral lamelar do mesmo olho, seguida de ceratoplastia penetrante, sem intercorrências, seis meses depois. A histologia do botão excisado revelou que um enxerto bem posicionado, que manteve o arranjo irregular das fibras de colágeno escleral, foi incorporado no estroma corneano sobre os vasos sanguíneos profundos e uma ruptura na membrana de Descemet. Os achados clínicos e histológicos demonstraram que o enxerto autônomo de esclerose lamelar pode ser usado com sucesso como tratamento de emergência da perfuração da córnea, quando o transplante de córnea não é possível. A estrutura escleral característica revelada pela histologia e a transparência inadequada do enxerto indicam que a reabilitação visual dos olhos com uma perfuração corneana central só pode ser alcançada através de uma ceratoplastia penetrante óptica subsequente.
Descritores: Esclera/transplante
Ceratoplastia Penetrante/métodos
Perfuração da Córnea/cirurgia
-Esclera/patologia
Transplante Autólogo
Acuidade Visual
Reprodutibilidade dos Testes
Resultado do Tratamento
Córnea/patologia
Perfuração da Córnea/patologia
Limites: Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-950476
Autor: Correa, Zélia M; Huth, Bradley; Augsburger, James J.
Título: Scleral necrosis in patients with posterior uveal melanomas evaluated by transcleral fine needle aspiration biopsy and treated by 125I plaque / Necrose escleral em pacientes com melanoma da úvea posterior avaliados pela biópsia aspirativa com agulha fina e tratados com placa de Iodo 125
Fonte: Arq. bras. oftalmol;81(4):330-335, July-Aug. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Purpose: To evaluate the incidence, potential correlation with transcleral fine needle aspiration biopsy, and treatment of scleral necrosis in patients with posterior uveal melanomas treated by 125I plaque radiotherapy and assessed by transcleral fine needle aspiration biopsy. Methods: We per­formed a retrospective review of posterior uveal melanoma treated by 125I plaque radiotherapy at a single academic institution between July 2006 and July 2013. Consecutive patients diagnosed with a posterior uveal melanoma during the study period that had an anterior margin at or anterior to the equator who were evaluated by transcleral fine needle aspiration biopsy prior to 125I plaque radiotherapy were included. The main outcome measure was development of scleral necrosis, and the secondary outcome was treatment of this complication. Statistical analysis included computation of conventional descriptive statistics, cross-tabulation and chi-square tests of potential factors related to the development of scleral necrosis, and summarizing of treatment approaches and results. The incidence of treatment of scleral necrosis was calculated using the Kaplan-Meier method. Results: During the 7-year study period, 87 posterior uveal melanomas were evaluated by transcleral fine needle aspiration biopsy and treated by 125I plaque radiotherapy. The median largest basal diameter of the tumor was 13.3 mm, and the median thickness was 6.8 mm. Eight patients (9.2%) developed scleral necrosis during follow-up. Thicker tumors (> 6.5 mm) were more likely to develop scleral necrosis (n=7) than thinner tumors (p=0.05). The median interval between 125I plaque radiotherapy and detection of scleral necrosis was 19.1 months. The overall cumulative probability of scleral necrosis was 6.2% at 6 months and 14.3% at 24 months, subsequently remaining stable. For thicker tumors, the probability of scleral necrosis was 23.5% at 45.4 months. Five patients were treated by scleral patch graft (62.5%) and three by observation (37.5%). One patient underwent enucleation after two failed scleral patch attempts and recurrent scleral necrosis. The mean follow-up period for patients with scleral necrosis was 34.5 months. Conclusions: Thicker posterior uveal melanomas are more likely to develop scleral necrosis after 125I plaque radiotherapy and transcleral fine needle aspiration biopsy. While observation is sufficient for managing limited scleral necrosis, scleral patch graft is a viable alternative for eye preservation in extensive scleral necrosis.

RESUMO Objetivo: Avaliar incidência, possível correlação da biópsia aspirativa com agulha fina trans-escleral e manejo da necrose escleral em pacientes com melanoma da úvea posterior tratados com placa de Iodo-125 (PLACA) avaliados pela biópsia aspirativa com agulha fina trans-escleral. Métodos: Revisão retrospectiva de melanoma da úvea posterior tratados com placa de Iodo-125 entre 07/2006 e 07/2013 em uma única instituição acadêmica. Pacientes diagnosticados consecutivamente com melanoma da úvea posterior durante o intervalo desse estudo cuja margem anterior está no equador ou anterior ao mesmo e foram avaliados pela biópsia aspirativa com agulha fina trans-escleral antes do tratamento com PLACA foram incluídos. O principal desfecho avaliado foi desenvolvimento de necrose escleral e o desfecho secundário foi o manejo dessa complicação. Análise estatística incluiu computação de variáveis descritivas convencionais; tabulação e teste do Chi-quadrado de fatores potencialmente relacionados com o desenvolvimento de necrose escleral e sumarização do manejo dessa complicação. A incidência de necrose escleral foi calculada usando o método de Kaplan-Meier. Resultados: Durante o período de 7 anos desse estudo, 87 melanomas da úvea posterior foram avaliados pela biópsia aspirativa com agulha fina trans-escleral e tratados com placa. A mediana do maior diâmetro basal tumoral foi 13,3 mm e a mediana da espessura foi 6,8 mm. Oito pacientes (9,2%) desenvolveram necrose escleral durante o período de acompanhamento. Tumores mais espessos (> 6,5 mm) foram mais propensos a desenvolver necrose escleral (n=7) que tumores mais finos (p=0,05). O intervalo mediano entre PLACA e a detecção da necrose escleral foi 19,1 meses. Probabilidade cumulativa de desenvolvimento de necrose escleral foi 6,2% em 6 meses e 14,3% em 24 meses permanecendo estável subsequentemente. Em tumores espessos, a probabilidade de necrose escleral foi 23,5% em 45,4 meses. Cinco pacientes foram manejados com enxerto escleral (62,5%), 3 foram observados (37,5%). Um paciente foi enucleado após 2 enxertos esclerais com necrose escleral recidivada. Tempo de seguimento médio dos pacientes com necrose escleral foi 34,5 meses. Conclusões: Tumores espessos pareceram mais propensos a desenvolver necrose escleral após PLACA e biópsia aspirativa com agulha fina trans-escleral para melanoma da úvea posterior. Apesar de observação para necrose escleral limitada ser suficiente, enxerto de esclera é uma alternativa viável para preservação ocular em necrose escleral extensa.
Descritores: Esclera/patologia
Neoplasias Uveais/radioterapia
Radioisótopos do Iodo/uso terapêutico
Melanoma/radioterapia
-Neoplasias Uveais/patologia
Braquiterapia/métodos
Estudos Retrospectivos
Seguimentos
Biópsia por Agulha Fina
Melanoma/patologia
Necrose
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-973852
Autor: Ozek, Dilay; Kemer, Ozlem Evren; Altiaylik, Pinar.
Título: Visual performance of scleral lenses and their impact on quality of life in patients with irregular corneas / Desempenho visual das lentes esclerais e seu impacto na qualidade de vida de pacientes com córneas irregulares
Fonte: Arq. bras. oftalmol;81(6):475-480, Nov.-Dec. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Purpose: We aimed to evaluate the visual quality performance of scleral contact lenses in patients with keratoconus, pellucid marginal degeneration, and post-keratoplasty astigmatism, and their impact on quality of life. Methods: We included 40 patients (58 eyes) with keratoconus, pellucid marginal degeneration, and post-keratoplasty astigmatism who were examined between October 2014 and June 2017 and fitted with scleral contact lenses in this study. Before fitting scleral contact lenses, we noted refraction, uncorrected distance visual acuity, spectacle-corrected distance visual acuity, uncorrected contrast sensitivity, and spectacle-corrected contrast sensitivity. We performed corneal topography on and applied a questionnaire that included the National Eye Institute Visual Functioning Questionnaire to all participants. We recorded corrected contrast sensitivity and corrected distance visual acuity on the third month after fitting scleral contact lenses and requested that subjects repeat the National Eye Institute Visual Functioning Questionnaire. Results: The mean age of patients was 28.12 ± 13.19 years. Mean logMAR uncorrected distance visual acuity, spectacle-corrected distance visual acuity, and corrected distance visual acuity with scleral contact lenses were 0.91 ± 0.21 (0.40-1.80), 0.57 ± 0.12 (0.10-1.80), and 0.16 ± 0.02 (0.00-1.30), respectively. We observed significantly higher corrected distance visual acuity with scleral contact lenses compared with uncorrected distance visual acuity and spectacle-corrected distance visual acuity (p<0.05). Mean uncorrected contrast sensitivity, spectacle-corrected contrast sensitivity and CCS with scleral contact lenses were 0.97 ± 0.12 (0.30-1.65), 1.16 ± 0.51 (0.30-1.80), and 1.51 ± 0.25 (0.90-1.80), respectively. Significantly higher contrast sensitivity levels were recorded with scleral contact lenses compared with those recorded with uncorrected contrast sensitivity and spectacle-corrected contrast sensitivity (p<0.05). We found the National Eye Institute Visual Functioning Questionnaire overall score for patients with scleral contact lens treatment to be significantly higher compared with that for patients with uncorrected sight (p<0.05). Conclusion: Scleral contact lenses are an effective alternative visual correction method for keratoconus, pellucid marginal degeneration, and post-keratoplasty astigmatism. A significant increase in visual acuity and contrast sensitivity can be obtained with scleral contact lenses in patients with irregular corneas.

RESUMO Objetivo: Avaliar o desempenho da qualidade visual das lentes de contato esclerais em pacientes com ceratocone, degeneração marginal transparente e astigmatismo pós-ceratoplastia e seu impacto na qualidade de vida. Métodos: Foram incluídos 40 pacientes (58 olhos) com ceratocone, degeneração marginal transparente ou astigmatismo pós-ce­ratoplastia que foram examinados entre outubro de 2014 e junho de 2017 e adaptados com lentes de contato esclerais neste estudo. Antes de ajustar as lentes de contato esclerais, registrou-se refração, acuidade visual à distância não corrigida, acuidade visual à distância corrigida por óculos, sensibilidade ao contraste não corrigida e sensibilidade ao contraste corrigida por óculos. Rea­lizamos topografia da córnea e aplicamos um questionário que incluía o Questionário de Funcionamento Visual do National Eye Institute para todos os participantes. Registramos a sensibilidade ao contraste corrigida e corrigimos a acuidade visual à distância no terceiro mês após a adaptação das lentes de contato esclerais e solicitamos aos participantes que repetissem o Questionário de Funcionamento Visual do National Eye Institute. Resultados: A idade média dos pacientes foi de 28,12 ± 13,19 anos. A acuidade visual à distância não corrigida logMAR média, a acuidade visual à distância corrigida por óculos e a distância visual corrigida com as lentes de contato esclerais foram 0,91 ± 0,21 (0,40-1,80), 0,57 ± 0,12 (0,10-1,80), 0,16 ± 0,02 (0,00-1,30), respectivamente. Observamos uma acuidade visual à distância corrigida significativamente maior com lentes de contato esclerais em comparação à acuidade visual à distância não corrigida e à acuidade visual à distância corrigida por óculos (p<0,05). Sensibilidade ao contraste médio não corrigido, sensibilidade ao contraste corrigida por óculos e CCS com lentes de contato esclerais foram 0,97 ± 0,12 (0,30-1,65), 1,16 ± 0,51 (0,30-1,80), 1,51 ± 0,25 (0,90-1,80), respectivamente. Significativamente maiores níveis de sensibilidade ao contraste foram registrados com lentes de contato esclerais em comparação com aqueles registrados com sensibilidade ao contraste não corrigida e sensibilidade ao contraste corrigida por óculos (p<0,05). Descobrimos que a pontuação geral do Questionário de Funcionamento Visual do National Eye Institute para pacientes em tratamento com lentes de contato esclerais é significativamente maior em comparação com pacientes com visão não corrigia (p<0,05). Conclusão: As lentes de contato esclerais constituem um método alternativo eficaz de correção visual alternativa para o ceratocone, degeneração marginal transparente e o astigmatismo pós-ceratoplastia. Um aumento significativo na acuidade visual e sensibilidade ao contraste pode ser obtido com lentes de contato esclerais em pacientes com córneas irregulares.
Descritores: Qualidade de Vida
Esclera
Acuidade Visual/fisiologia
Lentes de Contato
Doenças da Córnea/reabilitação
-Astigmatismo/cirurgia
Astigmatismo/reabilitação
Inquéritos e Questionários
Topografia da Córnea
Ceratocone/reabilitação
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1019408
Autor: Pekel, Gökhan; Taşçı, Murat; Bahar, Alperen; Pekel, Evre; Çetin, Ebru Nevin; Martin, Çiğdem; Çobankara, Veli.
Título: Evaluation of corneal layers and anterior sclera in patients with primary Sjögren's syndrome / Avaliação das camadas da córnea e da esclera anterior na síndrome de Sjögren primária
Fonte: Arq. bras. oftalmol;82(4):270-274, July-Aug. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Purpose: We aimed to compare the thickness of anterior sclera, corneal layers, and pre-ocular tear film between patients with primary Sjögren's syndrome and healthy individuals. Methods: Fifty-one patients with primary Sjögren's syndrome and 41 healthy control participants were recruited in this cross-sectional and comparative study. The thickness of the pre-ocular tear film, corneal epithelium, Bowman's layer, stroma, Descemet's membrane, and endothelium were measured on the corneal apex. Anterior scleral thickness was measured at distances of 1 mm and 3 mm from the limbus. The anterior segment module of spectral-domain optical coherence tomography was used to measure thicknesses of pre-ocular tear film, corneal layers, and anterior sclera. Results: Tear film thickness, Schirmer's test, and tear break up time values were significantly lower in the Sjögren's disease group than in the healthy controls (p<0.05). The thickness measurements of corneal layers and sclera were similar between the groups. Tear film thickness was moderately correlated with the Schirmer's test results (r=0.34, p=0.001), but there was no correlation between the Schirmer's test results and tear break up time (r=0.18, p=0.09). Conclusions: Pre-ocular tear film, as measured by anterior segment optical coherence tomography, was thinner in patients with primary Sjögren's syndrome than in the healthy controls. The thicknesses of corneal layers and anterior sclera were similar between the groups.

RESUMO Propósito: Nosso objetivo foi comparar a espessura da esclera anterior, camadas da córnea e do filme lacrimal pré-ocular entre pacientes com síndrome de Sjögren primária e indivíduos saudáveis. Métodos: Cinquenta e um pacientes com síndrome de Sjögren primária e 41 controles saudáveis foram recrutados neste estudo comparativo e transversal. A espessura do filme lacrimal pré-ocular, epitélio corneal, camada de Bowman, estroma, membrana de Descemet e endotélio foram medidos no ápice corneal. A espessura da esclera anterior foi medida às distâncias de 1 mm e 3 mm do limbo. O módulo do segmento anterior da tomografia de coerência óptica de domínio espectral foi utilizado para mensurar as espessuras do filme lacrimal pré-ocular, camadas da córnea e esclera anterior. Resultados: A espessura do filme lacrimal, o teste de Schirmer e os valores do tempo de ruptura do filme lacrimal foram significativamente menores no grupo com síndrome de Sjögren do que nos controles saudáveis (p<0,05). As medidas de espessura das camadas corneais e da esclera foram similares entre os grupos. A espessura do filme lacrimal foi moderadamente correlacionada com os resultados do teste de Schirmer (r=0,34, p=0,001), mas não houve correlação entre os resultados do teste de Schirmer e tempo de ruptura (r=0,18, p=0,09). Conclusões: O filme lacrimal pré-ocular, medido pela tomografia de coerência óptica de segmento anterior, foi mais fino em pacientes com síndrome de Sjögren primária do que nos controles saudáveis. As espessuras das camadas da córnea e da esclera anterior foram semelhantes entre os grupos.
Descritores: Esclera/patologia
Síndrome de Sjogren/patologia
Córnea/patologia
-Valores de Referência
Esclera/diagnóstico por imagem
Lágrimas/fisiologia
Síndrome de Sjogren/fisiopatologia
Estudos de Casos e Controles
Estudos Transversais
Córnea/diagnóstico por imagem
Tomografia de Coerência Óptica/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1019426
Autor: Yavuzer, Kamil; Evcimen, Yusuf.
Título: Sutureless transconjunctival intrascleral intraocular lens fixation: the modified Yamane technique / Fixação de lente intraocular intraescleral transconjuntival sem sutura: técnica de Yamane modificada
Fonte: Arq. bras. oftalmol;82(5):389-393, Sept.-Oct. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Purpose: To evaluate the efficacy and safety of the modified Yamane technique with sutureless transconjunctival intrascleral intraocular lens fixation. Methods: Sutureless transconjunctival intrascleral haptic fixated intraocular lens implantation was performed in patients with aphakia and dislocated intraocular lenses. A clear corneal incision (2.8 mm) was made into the temporal quadrant and a three-piece intraocular lens was implanted into the anterior chamber. The haptics of the intraocular lens were externalized with a 27 G needle via transconjunctival scleral tunnels at the 6 and 12 o'clock positions. The transconjunctival scleral tunnels were prepared to conform to the haptic position and curvature. The site of the scleral tunnels was 2mm from the limbus with a length of 2 mm in the sclera and was aimed at the end of the posterior chamber. The tips of the haptics were cauterized to create a terminal knob. The haptics were pushed back and the knobs were implanted into the scleral tunnels. Results: The study cohort included 21 patients with unilateral aphakia and dislocated intraocular lenses. All patients were examined postoperatively and at postoperative day 1, day 7, month 1, and month 3. All examinations revealed formation of the anterior chamber and well-centralized intraocular lenses. No haptic-related complications of exposure, foreign body sensation, or discomfort were observed. Conclusion: Sutureless transconjunctival intrascleral haptic fixated intraocular lensimplantation is an effective, safe, and practical surgical alternative. This technique was superior to the Yamane method with regard to comfort and surgical duration. Further studies with longer follow-up evaluations are warranted to verify long-term complications.

RESUMO Objetivo: Avaliar a eficácia e a segurança da técnica de Yamane modificada com a fixação de lenta intraocular transconjuntival sem sutura. Métodos: O implante de lente intraocular intraescleral e transconjuntival sem sutura foi realizado em pacientes com afacia e lentes intraoculares luxadas. Uma incisão em córnea clara (2,8 mm) foi feita no quadrante temporal e uma lente intraocular de três peças foi implantada na câmara anterior. Os hápticos da lente intraocular foram externalizados com uma agulha 27G através de túneis esclerais transconjuntivais nas posições de 6 e 12 horas. Os túneis esclerais transconjuntivais foram preparados para se ajustarem à posição e curvatura hápticas. O local dos túneis esclerais foi de 2 mm do limbo com um comprimento de 2 mm na esclera e foi destinado ao final da câmara posterior. As pontas dos hápticos foram cauterizadas para criar uma saliência terminal. Os hápticos foram empurrados para tras e as saliências foram implantadas nos túneis esclerais. Resultados: A coorte do estudo incluiu 21 pacientes com afacia unilateral e lentes intraocular deslocada. Todos os pacientes foram examinados no pós-operatório e no dia 1, 7, 1 mês e 3 meses do pós-operatório. Todos os exames revelaram formação da uma câmara anterior e lentes intraoculares bem centralizadas. Nenhuma complicação hápticas relacionada à exposição, sensação de corpo estranho ou desconforto foram observadas. Conclusão: O implante de lente intraocular transconjuntival intraescleral sem sutura é uma alternativa cirúrgica eficaz, segura e prática. Esta técnica foi superior ao método de Yamane no que diz respeito ao conforto e duração cirúrgica. Mais estudos com avaliações de seguimento mais prolongados são necessários para verificar as complicações de longo prazo.
Descritores: Afacia Pós-Catarata/cirurgia
Esclera/cirurgia
Implante de Lente Intraocular/métodos
-Afacia Pós-Catarata/fisiopatologia
Esclera/fisiopatologia
Acuidade Visual
Técnicas de Sutura
Procedimentos Cirúrgicos sem Sutura
Lentes Intraoculares
Câmara Anterior/cirurgia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-720794
Autor: Craide, Fernanda Helena; Fonseca, Juliana Salvini Barbosa Martins da; Mariano, Priscila Coelho; Fernandez, Natalia Monteiro; Castro, Carlos Gustavo Carneiro de; Mene, Yuri de Souza Lima.
Título: Alkaptonuria - Case report
Fonte: An. bras. dermatol;89(5):799-801, Sep-Oct/2014. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Alkaptonuria, also called endogenous ochronosis, is a rare metabolic autosomal recessive disorder. It occurs by complete inhibition of homogentisic acid oxidase enzyme having its deposition in various tissues. Male patient, 52 years old, sought medical help complaining about progressive appearance of hyperchromic papules on the lateral edge of the second finger of both hands for 02 years. He also complained about darkening of urine, sperm and underwear. Incisional biopsy of second hand finger and test for homogentisic acid in the urine results were positive. The findings are compatible with the diagnosis of alkaptonuria. Given these findings, treatment was initiated, followed-up by other specialties and he was advised to avoid certain foods.
Descritores: Alcaptonúria/patologia
Ocronose/patologia
-Esclera/patologia
Pele/patologia
Biópsia
Limites: Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: lil-744026
Autor: Ambou Frutos, Isabel; Valdés Petitón, Ángeles; de Prada Sánchez, Carmen; Pérez Sotolongo, Lisette; Carvajal Reyes, Sandra.
Título: Escleritis posterior: a propósito de un caso / Posterior scleritis: a propos of a case
Fonte: Rev. cuba. oftalmol;27(3):497-502, jul.-set. 2014. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Las enfermedades inflamatorias de la esclera son infrecuentes. Involucran tanto la esclera como la epiesclera y se caracterizan por su cronicidad, dolor y por ser una causa potencial de ceguera. Su asociación con enfermedades sistémicas, frecuentemente de causa autoinmune, y la aparición de graves complicaciones oculares, conllevan una terapia sistémica agresiva con antinflamatorios no esteroideos, corticoesteroides y agentes inmunosupresores, los cuales se pueden utilizar solos o combinados. Presentamos el caso de un paciente masculino de 37 años de edad quien acudió al Cuerpo de Guardia por dolor ocular intenso, asociado a ojo rojo, disminución de la agudeza visual y cifras elevadas de tensión ocular del ojo derecho, a quien le fue diagnosticada una escleritis posterior.

The inflammatory diseases of the sclera are uncommon. They involve both the sclera and the episclera and are characterized by chronic nature, pain and potential cause of blindness. Their association with systemic diseases, frequently autoimmune ones, and the occurrence of serious ocular complications lead to applying aggressive systemic therapy with non-steroid antinflammatory drugs, corticosteroids and immunosuppressive agents, which can be administered alone or combined. This is a 37 years-old patient who went to the emergency service because he suffered intense ocular pain associated to red eyes, reduction of visual acuity and high ocular pressure values in his right eye. He was finally diagnosed with posterior scleritis.
Descritores: Esclera/anormalidades
Doenças da Esclera/diagnóstico
Esclerite/diagnóstico
Limites: Humanos
Masculino
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Coutinho, Ligia M. Barbosa
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Id: biblio-848263
Autor: Degrazia, Carlos Oswaldo; Coutinho, Ligia M. Barbosa; Degrazia, José Eduardo Candal; Degrazia, Daniel Figueiró; Lubisco Filho, Humberto.
Título: Tumor indiferenciado da lâmina fusca / Undifferentiated tumor of the lamina fusca
Fonte: Rev. AMRIGS;52(4):261-272, out.-dez. 2008. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Na reunião da Associação Pan-americana de Patologia Oftálmica, realizada em Los Angeles CA, 10 de Outubro de 1991, no DOHENY EYE INSTITUTE, C.O. Degrazia propôs o nome de LOFONEUROGONIOMA para um tumor solitário intra-ocular, indiferenciado, originado nas células da lâmina fusca, com células indiferenciadas de expressiva diferenciação para a linhagem schwannocítica, melanocítica e neuroendócrina. Em face do trimorfismo, o patologista pode ser conduzido para os diagnósticos de melanoma, schwannoma maligno ou outro tipo de tumor. O exaustivo estudo do tumor apresentado, através da microscopia eletrônica, da histoquímica e da imunohistoquímica permitiu a formulação da seguinte hipótese: uma célula indiferenciada em repouso, a lofoneurogô- nia, segue as linhagens melanocítica, schwannocítica e neuroendócrina. A diversidade de células dentro de um tumor, o continuus intratumor, responsável pela estrutura em mosaico de muitas neoplasias, além da multiclonalidade resultante de mitoses atípicas, pode ser explicada por essa hipótese. É dessa maneira que se torna compreensível a classificação de Callender para os melanomas intra-oculares nos tipos celulares fusiforme A, fusiforme B, epitelióide, fasciculado e misto, num verdadeiro continuus intertumores. Para justificar a designação proposta, e para enquadrar o caso num grupo taxonômico, foram usadas duas bases classificatórias: 1o ­ histogênica, isto é, correlacionar as células do tumor com as células normalmente existentes nas membranas oculares, no caso, a lâmina fusca; 2o ­ embriogênica isto é, delimitar um grupo de tumores cuja base, no desenvolvimento do embrião, é a crista neural (AU)

In the meeting of the Panamerican Association of Ophtalmic Pathology, held in the Doheny Eye Institute in Los Angeles, CA on Oct 10 1991, C.O. Degrazia proposed the name LOPHONEUROGONIOMA for an undifferentiated intraocular solitary tumor, originating from the cells of the lamina fusca, with undifferentiated cells of expressive differentiation for the schwannian, melanocitic and neuroendocrine lines. Because of the trimorphism, the pathologist may be led to the diagnosis of melanoma, malignant schwannoma or other type of tumor. The exhaustive investigation of the presented tumor through electronmicroscopy, histochemistry, and immunohistochemistry allowed the formulation of the following hypothesis: an undifferentiated cell at rest, the lophoneurogonia, follows the melanocitic, schwannian, and neuroendocrine lines. The diversity of cells inside a tumor responsible for the mosaic structure of many neoplasias, besides the multiclonality resulting from atypical mitoses, can be explained by this hypothesis. This also elucidates Callender's classification of intraocular melanomas in cell types fusiform A, fusiform B, epithelioid, fasciculated and mixed, in a true intertumor continuum. In order to justify the proposed designation, and to fit the case into a taxonomic group, two classificatory bases were used: first, a histogenic one, correlating tumor cells with normally existing cells; and second, embriogenic which bases is the neural crest (AU)
Descritores: Neoplasias Oculares/classificação
Crista Neural/anormalidades
Esclera/patologia
-Biomarcadores Tumorais/análise
Imuno-Histoquímica/estatística & dados numéricos
Doenças da Esclera/patologia
Esclera/anatomia & histologia
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR18.1 - Biblioteca FAMED/HCPA



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