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Id: lil-660892
Autor: Dib, Luciana Azôr; Broi, Michele Gomes da; Araújo, Maria Cristina Picinato Medeiros de; Giorgenon, Roberta Cristina; Ferriani, Rui Alberto; Navarro, Paula Andrea de Albuquerque Sales.
Título: Análise invasiva e não invasiva do fuso meiótico de oócitos humanos obtidos de ciclos estimulados: dados preliminares / Invasive and noninvasive analysis of the meiotic spindle of human oocytes obtained from stimulate cycles: preliminary results
Fonte: Rev. bras. ginecol. obstet;34(11):524-529, nov. 2012. tab.
Idioma: pt.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; . Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: OBJETIVOS: Avaliar a concordância entre as técnicas de microscopia de polarização e microscopia confocal na avaliação do fuso meiótico de oócitos humanos maturados in vivo. MÉTODOS: Estudo prospectivo que avaliou oócitos com o primeiro corpúsculo polar extruído obtidos de mulheres inférteis submetidas à estimulação ovariana para realização de injeção intracitoplasmática de espermatozoide. Os oócitos com o primeiro corpúsculo polar extruído foram avaliados por meio da microscopia de polarização e, imediatamente após, foram fixados e corados para avaliação dos microtúbulos e cromatina pela microscopia confocal de alto desempenho. Foram comparadas as técnicas de microscopia de polarização e confocal, de acordo com a visualização ou não do fuso meiótico pela microscopia de polarização e a presença ou não de anomalias meióticas à análise pela microscopia confocal. Foram calculados os intervalos de confiança, o índice de Kappa e a concordância entre as metodologias, considerando a análise da microscopia de imunofluorescência como padrão-ouro para avaliação de normalidade do fuso e distribuição cromossômica oocitária. RESULTADOS: Observou-se que 72,7% dos oócitos em metáfase II com fuso celular não visível à polarização apresentaram anormalidades meióticas à análise confocal e que 55,6% dos oócitos em metáfase II com fuso celular visível à polarização apresentaram-se como oócitos anormais à análise confocal. Somente 44,4% dos oócitos com fuso celular visível à polarização apresentaram-se como normais à análise confocal. A concordância entre os métodos foi de 51,1% (Kappa: 0,11; IC95% -0,0958 - 0,319). CONCLUSÕES: A baixa concordância entre a microscopia de polarização e a confocal na avaliação do fuso meiótico oocitário sugere que a visualização do fuso meiótico de oócitos humanos em metáfase II pela microscopia de polarização tem limitado o valor preditivo de normalidade meiótica oocitária.

PURPOSE: To evaluate the concordance between polarization microscopy and confocal microscopy techniques in the evaluation of the meiotic spindle of human oocytes matured in vivo. METHODS: Prospective study that evaluated oocytes with the first polar extruded body obtained from infertile women who had undergone ovarian stimulation for intracytoplasmic sperm injection. The oocytes with the first polar extruded body were evaluated by polarization microscopy and were then immediately fixed and stained for microtubule and chromatin evaluation by high-performance confocal microscopy. We determined the correlation of polarization microscopy with confocal microscopy in the detection of meiotic oocyte anomalies, and we also evaluated the percentage of oocytes with a visible and non-visible cell spindle by polarization microscopy and with meiotic normality and abnormalities by confocal microscopy. Confidence intervals, Kappa's index and concordance between the methodologies were calculated, considering immunofluorescence microscopy analysis as the golden-standard for evaluating normal spindle and oocyte chromosome distribution. RESULTS: We observed that 72.7% of metaphase II oocytes with a nonvisible meiotic spindle by polarization microscopy showed no meiotic abnormalities by confocal analysis and 55.6% of metaphase II oocytes with a visible meiotic spindle by polarization microscopy were found to be abnormal oocytes by the confocal analysis. Only 44.4% of oocytes with a visible meiotic spindle by polarization microscopy were found to be normal by confocal analysis. Concordance between the methods was 51.1% (Kappa: 0.11; 95%CI -0.0958 - 0.319). CONCLUSIONS: The low correlation between polarization microscopy and confocal microscopy in the assessment of oocyte meiotic spindle suggests that visualization of the meiotic spindle of human oocytes at metaphase II by polarization microscopy is not a good indicator of oocyte meiotic normality.
Descritores: Indução da Ovulação
Oócitos/ultraestrutura
Fuso Acromático
-Microscopia Confocal
Microscopia de Polarização
Estudos Prospectivos
Limites: Feminino
Seres Humanos
Gravidez
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-225193
Autor: Domínguez, María Guadalupe; Rivera, Horacio; Troyo, Rogelio.
Título: C-anaphases (Common Variant) are unrelated to colchicine and phytohemagglutinin
Fonte: Arch. med. res;28(1):25-7, mar. 1997. tab.
Idioma: en.
Resumo: We wvaluated the effect of different concentrations of colchicine (0.0, 0.1, 0.3, 0.5 µg/ml) and phytohemagglutinin (PHA) (0.10, 0.15, 0.20 µg/ml) on the rate of C-anaphases in lymphocyte cultures from five healthy individuals with the common variant of C-anaphases. For each of the 12 possible combinations, two subjects were randomly tested. The frequency of these variant figures was <3 percent; a single culture (out of six with the colchicine concentration of 0.1 µg/ml) lacked C-anaphases. Multiple variance and Student's t tests revealed, as the only significant difference, a decrease with the colchicine concnetration of 0.3 µg/ml compared with the cultures without colchicie (p<0.05), which exhibited the greatest ratio of C-anaphases. The PHA had no influence on the frequency of C-anaphases. We conclude that the common variant of C-anaphases is unrelated to the colchicine and PHA concentrations tested; moreover, our data confirm the occurrence of such a mitotic variant in colchicine-free cultures
Descritores: Anáfase/efeitos dos fármacos
Fuso Acromático
Fuso Acromático/fisiologia
Cromossomos Humanos/ultraestrutura
Colchicina/farmacologia
Lectinas/farmacologia
Linfócitos/efeitos dos fármacos
Linfócitos/ultraestrutura
Limites: Seres Humanos
Feminino
Adulto
Responsável: MX1.1 - CENIDSP - Centro de Información para Decisiones en Salud Pública


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Andrade, Luís Eduardo Coelho
Id: lil-204790
Autor: Andrade, Luís Eduardo Coelho.
Título: Identificaçäo e caracterizaçäo de sistemas de auto-anticorpos reativos contra o aparelho mitótico.
Fonte: Säo Paulo; s.n; 1994. 87 p. ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Escola Paulista de Medicina para obtenção do grau de Professor Livre Docente.
Descritores: Autoanticorpos
Autoantígenos
Síndrome de Sjogren
Fuso Acromático
Responsável: BR1.2 - Biblioteca Central
BR1.2; 3211


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Id: lil-103732
Autor: Ureña, Francisco.
Título: Ultraestructura del núcleo mitótico en Leishmania mexicana ssp.: reconstrucción tridimensional del huso mitótico y placas densas / Ultrastructure of the mitotic nuclei in Leishmania mexicana ssp.: tridimensional reconstruction of the mitotic spindle and dense plaques
Fonte: Rev. biol. trop;36(1):129-37, jun. 1988. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Se estudió mediante cortes ultrafinos seriados, la ultraestructura del núcleo mitótico en una especie del complejo Leishmania mexicana. Al inicio de la división nuclear, un grupo de seis placas densa se localiza en la región ecuatorial del núcleo y un huso microtubular se forma entre dos polos opuestos. El huso mitótico es completamente intranuclear, con la membrana nuclear presente en todo el proceso de la división. Los huso polares están formados por aproximadamente (zona de superposición) por aproximadamente 100 microtúbulos. No se observó centros organizadores de microtúbulos en relación con el huso. Las placas y hemiplacas apareciaron en asociación con grupos de microtúbulos, que finalizan en ellas o pasan tangencialmente. Esto sugiere que el huso tiene un especial significado en la ffisiologia del desplazamiento de las hemiplacas durante la separación de los genomios. Al inicio del estado de elongación, las placas se dividen en mitades y cada grupo emigra a un polo opuesto. Se concluye que las placas juegan un papel similar a de los cinetocoros y así Leishmania mexicana tendría seis unidades cromosomales. Los eventos mitóticos en esta especie son esencialmente similares a los observados en Trypanosoma cruzi
Descritores: Leishmania mexicana/ultraestrutura
Mitose
Fuso Acromático/ultraestrutura
Limites: Animais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-97137
Autor: Ureña, Francisco.
Título: Ultrastructure of the mitotic nucleus in Leishmania mexicana sp. tridimensional reconstruction of the mitotic sindle and dense plaques
Fonte: Microsc. electron. biol. celular;9(1):51-65, 1985. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Se ha estudiado mediante cortes ultrafinos seriados la ultraestructura del núcleo mitótico en una especie del complejo Leishmania mexicana. Cambios en el núcleo interfásico y en los cuatro estados de la división son descritos. Al inicio de la división nuclear, un grupo de seis placas densas se localizan en la región ecuatorial del núcleo y un huso microtubular se forma entre dos polos opuestos. El huso mitótico es completamente intranuclear, con las membrana nuclear presente en todo el proceso de la división. Los husos polares están formados por aproximadamente 50 microtúbulos, y el ecuatoial (zona de superposición) por aproximadamente 100 mucrotúbulos. No se observaron centros organizadores de microtúbulos en relación con el huso. Las placas y hemiplacas fueron obaservadas en asociación con grupos de microtúbulos, que finalizan en ellas o pasan tangencialmente. Esto sugiere que el Huso tiene un especial significado en la fisiología del desplazamiento de las hemiplacas durante la separación de los genomios. Al inicio del estado elongacional, las placas se dividen en mitades y cada grupo emigra a un polo opuesto. Se concluye que las placas juegan un papel similar al de los cinetocoros y así Leishmania mexicana tendría seis unidades cormosomales. Los eventos mitóticos en esta especie son esencialmente similares a los observados en Trypanosoma cruzi
Descritores: Leishmania mexicana/ultraestrutura
-Microscopia Eletrônica
Mitose
Núcleo Celular/ultraestrutura
Fuso Acromático/ultraestrutura
Responsável: BR1.1 - BIREME



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