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Id: lil-777069
Autor: Fernández-Calienes Valdés, Aymé; Cuesta Rubio, Osmany; Fuentes Fiallo, Víctor; Monzote Fidalgo, Lianet; Mendiola Martínez, Judith.
Título: Actividad anti-plasmodial de especies de Solanaceae presentes en Cuba / Antiplasmodial activity of Solanaceae species present in Cuba
Fonte: Rev. cuba. med. trop;67(3):0-0, dic. 2015. tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: el control de la malaria depende en gran medida de una terapia efectiva. Muchos de los anti-maláricos actuales son de origen natural. Especies de la flora cubana contienen metabolitos anti-Plasmodium. En este estudio, se identifican extractos de Solanaceae con actividad antiplasmodial promisoria. Objetivo: evaluar la actividad esquizonticida frente a Plasmodium berghei de 31 extractos de 7 especies, correspondientes a 5 géneros de plantas de Solanaceae, colectadas en el occidente de nuestro país y sin antecedentes de un estudio similar. Métodos: se prepararon 31 extractos hidroalcohólicos (90 y 30 por ciento etanol) de diferentes órganos de: Brunfelsia undulata Sw., Datura stramonium L. var. tatula (L.) Torr., Physalis solanaceus (Schltdl.) Axelius, Solandra longiflora Tuss., Solanum myriacanthum Dunal, Solanum seaforthianum And. ySolanum umbellatum Mill.La actividad de los extractos se evaluó in vitro frente a P. berghei y se determinó su citotoxicidad frente a fibroblastos humanos MRC-5. Resultados: los extractos deB. undulata y S. umbellatumfueron inactivos.El extracto de tallos de S. seaforthianummostró la actividad antiplasmodial más potente (CI50 = 3,9µg/mL) con excelentes electividad (18,2). Conclusiones: se demostró la actividad anti-plasmodial in vitro de extractos de cinco especies de Solanaceae sin antecedentes de esta acción farmacológica. Se identificó un extracto con potente actividad esquizonticida frente a P. berghei y con excelente selectividad. Este resultado nos anima a continuar el estudio de la preparación vegetal de S. seaforthianum(AU)
Descritores: Plasmodium berghei/efeitos dos fármacos
Solanaceae/parasitologia
Esquizontes/efeitos dos fármacos
-Cuba
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: lil-638463
Autor: Muno, Renata Morley.
Título: Citogênese e estágios esquizontes em células epiteliais de felinos infectadas pelo Toxoplasma gondii, in vitro / Cystogenesis stages and schizonts in epithelial cells of cats infected with Toxoplasma gondii in vitro.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 2011. xii,108 p. ilus, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Instituto Oswaldo Cruz para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: O Toxoplasma gondii é um protozoário parasito intracelular, agente causador da toxoplasmose que é uma das zoonoses mais endêmicas do mundo. O T.gondii possui dois tipos de reprodução : assexuada, que origina dois estágios evolutivos infectivos, os bradizoítos e taquizoítos e a sexuada que ocorre no tecido epitelial intestinal, exclusivamente de felídeos hospedeiros definitivos, resultando na formação de oocistos imaturos que são eliminados nas suas fezes. A disseminação de oocistos no ambiente é o principal fator que explica a distribuição mundial do parasito, associada à formação de cistos teciduais que aumentam a capacidade de transmissão do parasito, através do consumo de carne crua ou mal cozida. Dada a especificidade de o ciclo sexuado ocorrer no tecido epitelial, o principal objetivo do presente trabalho foi investiga, in vitro, a interação do T. gondii com células epiteliais oriundas do intestino de ratos e de rim de felídeos, a fim de estabelecer possíveis correlações entre a origem do tecido (epitelial) e a fonte (rato e felídeos) que possam determinar o destino intracelular do parasito. Assim, culturas de linhagens celulares CRFK e IEC-6 foram infectadas com bradizoítos e taquizoítos de T. gondii com diferentes cargas infectivas. Após os desenhos experimentais as culturas foram processadas como de rotina para microscopia óptica de luz e fluorescência e para microscopia eletrônica de transmissão e varredura. As análises quantitativas mostraram que a linhagem CRFK foi mais suscetível à infecção frente aos dois estágios infectivos do que a linhagem IEC-6 e que essa diferença foi independente da carga parasitária e do estágio infectivo utilizados. As análises qualitativas mostraram que a linhagem CRFK foi mais susceptível à infecção do que a linhagem IEC-6 e esse evento foi independente da carga infectiva utilizada. As análises qualitativas mostraram que a cistogêneses se estabeleceu de forma espontânea na CRFK quando infectada com bradizoítos da cepa ME49 ao se utilizar a carga efetiva de 1:10 (parasito-célula hospedeira). Além disso, esta linhagem celular apontou estágios infectivos morfologicamente distintos de taquizoítos e bradizoítos, similares aos estágios esquizontes de T. gondii. O presente estudo mostrou que existem diferenças no destino intracelular do parasito de acordo com o tipo celular utilizado. O emprego de células epiteliais de felinos como modelo celular da toxoplasmose experimental mostrou que pode contribuir com novos subsídios para o estudo da biologia celular do parasito, assim como contribuir como metodologia alternativa para o melhor entendimento do ciclo enteroepitelial do T. gondii. Este modelo celular abre um novo campo de investigação para aspectos moleculares desta interação que possam contribuir, por exemplo, para introdução de estratégias que venham a interferir em umas das principais vias de disseminação da toxoplasmose. Além disso, a CRFK se mostrou um modelo celular em potencial para a produção de cistos de T. gondii in vitro em larga escala abrindo perspectivas na redução do uso de animais experimentais para isolamento de cistos e inserção na área de inovação e desenvolvimento tecnológico.
Descritores: Cistos
Células Epiteliais
Esquizontes
Toxoplasma
Toxoplasmose
Limites: Ratos
Responsável: BR15.1 - Biblioteca de Ciências Biomédicas
BR15.1



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