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Id: biblio-989446
Autor: Palacios-Mosquera, Y; Mondragón, D; Santos-Moreno, A.
Título: Vertebrate florivory of vascular epiphytes: the case of a bromeliad / Florivores vertebrados de epífitas vasculares: o caso de uma bromélia
Fonte: Braz. j. biol;79(2):201-207, Apr.-June 2019. graf.
Idioma: en.
Projeto: Instituto Politécnico Nacional de México.
Resumo: Abstract The avoidance of vertebrate herbivory is thought to be one of the possible drivers for the evolution of epiphytism. Scarce literature suggests that epiphyte herbivory is mainly related to insect attack on reproductive structures. In a pine-oak forest we observed almost all inflorescences of an epiphytic bromeliad (Tillandsia carlos-hankii) with signs of florivory; the degree of damage suggested that vertebrate herbivores could be involved. To assess the intensity of vertebrate florivory damage we recorded the percentage of damaged individuals in a 500 m2 plots during two flowering seasons. To identify possible vertebrate herbivores, we installed 20 mixed capture stations, 10 photo-traps focused on bromeliads and analyzed stomach contents of captured vertebrates. Florivory was observed on 62% of individuals during the first flowering season and 77% on the second; and average one individual lost 41% of reproductive structures. Vertebrates associated with florivory were a bird, Icterus bullockii (Aves, Passeriformes, Icteridae), a squirrel Sciurus aureogaster (Mammalia, Rodentia, Sciuridae), and mice, Peromyscus gratus, P. levipes and P. aztecus (Mammalia, Rodentia, Cricetidae). Our results suggest that vascular epiphytes are used as opportunistic resources for small vertebrates during seasons when preferred resources are scarce.

Resumo Acredita-se que a prevenção da herbivoria dos vertebrados é um dos possíveis impulsores da evolução da epífita. A literatura escassa sugere que a herbivora em epífitas está relacionada principalmente ao ataque de insetos as estruturas reprodutivas. Em uma floresta de pinheiros observamos que quase da todas as inflorescências de uma bromélia epífita (Tillandsia carlos-hankii) apresentavam sinais de florivoria; o grau de danos sugeria que herbívoros majores (vertebrados) pudessem estar envolvidos. Para avaliar a intensidade do dano de florivoria de vertebrados, registramos a porcentagem de indivíduos danificados em quadrantes de 500 m2 durante duas estações de florescimento. Para identificar possíveis herbívoros vertebrados, instalamos 20 estações de captura mista e analisamos o conteúdo estomacal de vertebrados capturados. Além disso, foram instaladas 10 foto-armadilhas focadas em bromélias. A florivoria foi observada em 62% dos indivíduos durante a primeira estação de floração e 77% na segunda. Os vertebrados associados à florivoria foram pássaro, Icterus bullockii (Aves, Passeriformes, Icteridae), um esquilo Sciurus aureogaster (Mammalia, Rodentia, Sciuridae) e ratos, Peromyscus gratus, P. levipes e P. aztecus (Mammalia, Rodentia, Cricetidae). Assim, nossos resultados sugerem que epífitas vasculares são usadas como recurso facultativo para estes animais durante as estações, quando os recursos preferidos estão escassos.
Descritores: Tillandsia
Inflorescência/fisiologia
Herbivoria/fisiologia
-Aves/fisiologia
Mamíferos/fisiologia
Limites: Animais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-947974
Autor: Vieira, Marcos Ribeiro da Silva; Lima, Giuseppina Pace Pereira; Souza, Angela Vacaro de; Oliveira, Nelson Geraldo de; Simões, Adriano do Nascimento.
Título: Influência da temperatura de armazenamento na qualidade das inflorescências de estrelítzia (Strelitzia reginae Banks ex Aiton) / Influence of storage temperature on quality of inflorescences strelitzia (Strelitzia reginae Banks ex Aiton)
Fonte: Biosci. j. (Online);30(5 Supplement 2):783-790, 2014. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: O presente trabalho tem por objetivo de estudar a influência da temperatura de armazenamento (câmara fria e temperatura ambiente) na qualidade das inflorescências de estrelítzia. Escapos florais foram selecionados, etiquetados e descartados quanto à presença de danos mecânicos, doenças e/ou pragas. Transcorrido esse período, foram transferidos para recipientes, onde foram submetidos a dois experimentos. No experimento 1, escapos foram colocados em baldes contendo água da rede pública e levadas para câmara fria a 7,5 ºC e UR de 90%, por um período de doze dias. No experimento 2, os escapos foram mantidos nas mesmas condições, porém em temperatura ambiente por um período de seis dias. Nos dois experimentos, as análises visuais: coloração, brilho, manchas (através da atribuição de notas), abertura e queda de floretes (contagem) foram avaliadas em intervalo de quatro dias em câmara fria e a cada 48 horas em condições de temperatura ambiente. A sépala foi o órgão que apresentou maior perda na coloração. A variável brilho apresentou o mesmo comportamento em relação aos dois experimentos. Maiores incidências de manchas nas inflorescências ocorreram em temperatura ambiente. Os escapos apresentaram aumento no número de floretes abertos em câmara fria. Essa tendência não ocorreu em temperatura ambiente. Não foram observados diferenças na queda de floretes. Conclui-se que a temperatura de armazenamento não contribui para a qualidade pós-colheita de estrelítzia.

This work was based to study the influence of the storage temperature (cold and room temperature) in the quality of inflorescences strelitzia. The scapes were selected, labeled and there were zero problems concerning mechanical damage, disease and/or plagues. Subsequently this period, the scapes were moved randomly to recipients with water, in which two postharvest trials were conducted. In experiment 1, the flower scapes were placed in buckets with water from public supply and sanitation department and taken to a cold room at temperature of 7.5 ºC and RH of 90%, for a twelve day period. For the experiment 2, were kept under the same conditions but at room temperature for a period of six days. In both experiments, the visual analysis: color, gloss, stains (by assigning notes), opening and drop florets (count) were evaluated at intervals of four days in cold and every 48 hours at ambient temperature conditions. In both experiments, the visual analysis: color, gloss, stains (by assigning notes), opening and drop florets (count) were evaluated at intervals of four days in cold and every 48 hours at ambient temperature conditions. The sepal is the organ that showed greater loss in coloration. The variable gloss showed the same pattern for the two experiments. Incidences of stains on the inflorescences occurred in patches at room temperature. The scapes increased number of florets open in cold. This tendency did not occur at room temperature. No were observed differences in the fall of florets. Conclude that the storage temperature does not contribute to postharvest quality of strelitzia.
Descritores: Temperatura
Envelhecimento
Strelitziaceae
Inflorescência
Responsável: BR396.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-912382
Autor: Silva, Neuza Pereira; Araujo, Eliezer Beleza; Mielke, Olaf H; Morais, Helena Castanheira.
Título: Aspectos biológicos de Heliopetes arsalte (Linnaeus, 1758) (Hesperiidae, Pyrginae) em cerrado do Distrito Federal / Biological aspects of Heliopetes arsalte (Linnaeus, 1758) (Hesperiidae, Pyrginae) in cerrado of Federal District
Fonte: Biosci. j. (Online);28(1):114-117, jan./feb. 2012. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Heliopetes arsalte (Linnaeus, 1758) (Hesperiidae, Pyrginae) é uma espécie com ampla distribuição, especialmente em vegetação aberta, e suas larvas utilizam diversas espécies de Malvaceae como plantas hospedeiras. Larvas de H. arsalte foram encontradas em inflorescências de Pavonia rosa-campestris St. Hil. (Malvaceae), sendo este um novo registro de planta hospedeira desta espécie de borboleta no cerrado do Brasil central. Ilustrações de ovo, da larva e da pupa, e a ocorrência de parasitismo da larva por Braconidae (Hymenoptera) são apresentadas.

Heliopetes arsalte (Linnaeus, 1758) (Hesperiidae, Pyrginae) is a widespread skipper butterfly, commonly found in open sites. The larvae may utilize several species of Malvaceae as host plants. In this study, larvae of H. arsalte were observed on inflorescences of Pavonia rosa-campestris St. Hil. (Malvaceae), which represents a new record of host plants for this butterfly in cerrado of central Brazil. Illustrations of the immature and adult stages, as well as the occurrence of parasitism by Braconidae (Hymenoptera) are presented.
Descritores: Vespas
Fenômenos Biológicos
Borboletas
Magnoliopsida
Pradaria
Larva
-Inflorescência
Responsável: BR396.4


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Id: lil-774511
Autor: Martins, F. M.; Cunha-Neto, I. L.; Pereira, T. M..
Título: Floral morphology and anatomy of Dalechampia alata Klotzsch ex Baill. (Euphorbiaceae), with emphasis on secretory structures / Morfologia e anatomia da flor de Dalechampia alata Klotzsch ex Baill. (Euphorbiaceae), com ênfase nas estruturas secretoras
Fonte: Braz. j. biol;76(1):233-244, Feb. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract The morphology and anatomy of the flower of Dalechampia alata, as well as the chemical nature of the exudates secreted in the inflorescence were studied using light microscope. This is the first report showing the presence of colleters in the genus Dalechampia. In the staminate flower occur a group of small secretory glands. The histochemical results indicate that the substance secreted from the glands is lipidic and resinuous in nature, while in the colleters it consists of polysaccharides and lipid-rich substances. The ovule of D. alata are anatropous, subglobose and bitegmic. It presents obturator, micropyle occluded by nucellar beak and meristematic activity in the ovary wall. The secretion produced in the stigmatic and transmitting tissue consists of polysaccharides.

Resumo A morfologia e anatomia das flores de Dalechampia alata, bem como a natureza química dos exsudatos secretados na inflorescência foram analisadas utilizando microscopia de luz. Este é o primeiro relato de coléteres para o gênero Dalechampia. Um grupo de pequenas glândulas secretoras ocorre nas flores estaminadas. Os resultados dos testes histoquímicos indicam que a substância secretada pelas glândulas apresenta natureza lipídica e resinosa, enquanto nos coléteres a secreção é constituída de polissacarídeos e lipídeos. O ovulo de D. alata é anátropo, subgloboso e bitegumentado. A presença de obturador, projeção do tecido nucelar pela micrópila e atividade meristemática na parede do ovário foram relatadas. A secreção do estigma e do tecido transmissor é constituída de polissacarídeos.
Descritores: Euphorbiaceae/anatomia & histologia
Euphorbiaceae/química
-Inflorescência/anatomia & histologia
Inflorescência/química
Limites: Animais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-770375
Autor: CORREDOR-PRADO, J.P.; DE CONTI, D.; SEZERINO, A.; GUERRA, M.P.; ORTH, A.I..
Título: Biologia reprodutiva e ausência de frutificação de Aloe saponaria (Aiton) Haw. (Xanthorrhoeaceae) fora do local de origem / Reproductive biology and absence of fruiting of Aloe saponaria (Aiton) Haw. (Xanthorrhoeaceae) outside its place of origin
Fonte: Rev. bras. plantas med;17(4,supl.1):713-721, 2015. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMO O gênero Aloe, originário principalmente da África, tem atualmente uma ampla distribuição no mundo. No entanto, são poucas as regiões que têm realizado estudos quanto ao sistema reprodutivo. O objetivo do presente trabalho foi analisar as características e o comportamento reprodutivo de Aloe saponaria em Florianópolis, Santa Catarina. Foram conduzidos estudos sobre sua morfologia e biologia floral, visitantes florais e sistema reprodutivo. Esta espécie apresentou uma inflorescência por planta, com um comprimento de 105 ± 0,1 cm e 267 ± 92,7 flores. A razão pólen/óvulo sugere que a espécie é xenogâmica. O volume e concentração de sólidos solúveis totais do néctar potencial foi 16,6 ± 6,3 μL e 22 ± 2,4 °Brix respectivamente. O néctar instantâneo não apresentou diferenças significativas nos períodos avaliados (9:00h e 15:00h) e o estigma permaneceu receptivo até o segundo dia após a antese. Foram coletados 110 insetos visitantes florais, dos quais 61,8% foram indivíduos de Trigona spinipes. Entretanto, nos testes de polinização não foi observada frutificação efetiva, indicando que a propagação vegetativa é o principal tipo de reprodução usado nessa população. Isto pode estar relacionado a um mecanismo de autoincompatibilidade esporofítica, a anormalidades cromossômicas durante a formação do pólen, as condições climáticas, e a escassa variabilidade genética no local de estudo.

ABSTRACT The Aloe genus, originating mainly from Africa, currently has a wide distribution in the world. However, in few regions studies about the reproductive system have been carried on. The aim e of this study was to analyze the characteristics and reproductive performance of the Aloesaponaria in Florianópolis, Santa Catarina. The morphology, floral biology, flower visitors and the reproductive system were determined. The plants presented an inflorescence per plant, with 105 ± 0,1 cm in length and 267 ± 92.7 flowers. The pollen/ovule ratio suggested that the species is xenogamic. The volume and concentration of total soluble solids in the potential nectar were 16.6 ± 6.3 μL and 22 ± 2.4°Brix, respectively. The instant nectar showed no significant differences between the evaluated periods (9:00h and 15:00h) and the stigma remained receptive until the second day the after anthesis. 110 insects were collected, from which 61.8% were from theTrigona spinipesspecies. However, in the pollination tests the fruit set was not observation, indicating that vegetative propagation is the main type of reproduction used by this population. This may be related to a mechanism of sporophytic self-incompatibility, to chromosomal abnormalities during the formation of pollen, to weather conditions, and to the low genetic variability at the study site.
Descritores: Aloe/classificação
Comportamento Reprodutivo/classificação
-Inflorescência
Polinização
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-768217
Autor: Cavalcanti, L. H.; Ferreira, I. N.; Bezerra, A. C. C.; Costa, A. A. A..
Título: Microhabitats occupied by Myxomycetes in the Brazilian Atlantic Forest: Heliconiaceae inflorescences / Microhabitats ocupados por Myxomycetes na Floresta Atlântica Brasileira: inflorescências de Heliconiaceae
Fonte: Braz. j. biol;75(4):859-867, Nov. 2015. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: CNPq.
Resumo: Abstract The occurrence of Myxomycetes in Heliconia psittacorum L.f. inflorescences was researched within four conservation units located in Northeast Brazil, aiming at evaluating the occupation of this microhabitat in fragments of Atlantic Forest along an altitude between 30-750 m. Inflorescences attached to the plant were examined; dead flowers and bracts were collected to assemble moist chambers (368). Four families, four genera and 10 species were recorded. A preference was evidenced for a basic pH substrate and a predominance of calcareous species (5:1). The composition of the myxobiota in fragments pertaining to altitudes above 400 m was similar and differed significantly from the one found in fragments of lowland forests (<100 m). Physarum compressum and Arcyria cinerea are the most characteristic species of the studied myxobiota.

Resumo A ocorrência de mixomicetos em inflorescências de Heliconia psittacorum L.f. foi pesquisada em quatro unidades de conservação situadas no Nordeste do Brasil, visando avaliar a ocupação deste microhabitat em fragmentos de Floresta Atlântica, numa faixa altitudinal de 30-750 m. Foram examinadas partes mortas de inflorescências ainda presas à planta; flores e brácteas mortas foram colhidas para montagem de câmaras-úmidas (368). Foram registrados quatro famílias, quatro gêneros e 10 espécies. Evidenciou-se preferência para substrato com pH básico e predominância de espécies calcárias (5:1). A composição da mixobiota nos fragmentos de altitudes acima de 400 m foi semelhante e diferiu significativamente da encontrada nos fragmentos de florestas de terras baixas (<100 m). Physarum compressum e Arcyria cinerea são as espécies mais características da mixobiota estudada.
Descritores: Florestas
Heliconiaceae
Mixomicetos/fisiologia
-Brasil
Inflorescência/crescimento & desenvolvimento
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-744329
Autor: Guilherme, FAG; Vasconcelos, EI; Coelho, CP.; Ressel, K; Batista, NTF; Souza, LF..
Título: Vegetative and reproductive phenology of Butia purpurascens Glassman (Arecaceae) under the effects of leaf harvesting / Fenologia vegetativa e reprodutiva de Butia purpurascens Glassman (Arecaceae) sob efeitos da extração de folhas
Fonte: Braz. j. biol;75(1):77-85, Jan-Mar/2015. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: CNPq.
Resumo: Butia purpurascens is an endemic and threatened palm tree species that occurs in open areas of the Brazilian Cerrado, predominantly in southwestern Goiás. The leaves of this palm tree are harvested by local people to fabricate brooms. This study evaluated changes in vegetative and reproductive phenology in two different natural populations of this palm tree: one population with leaf harvesting and another non-harvested population. Twenty plants were monitored in each area for 23 months. The phenophases were related to the temperature and precipitation averages for a 30-year period. Leaf sprouting occurred throughout the year, with a slight reduction in periods of low temperatures and low rainfall. The first spathes emerged in March and flowering began during the dry season (June), continuing until January of the following year, concurrent with the period of most intense fruiting. Flowering and fruiting appear to be triggered by periods of drought, which are commonly observed in the Cerrado. The harvested sites produced significantly fewer leaves, spathes, inflorescences and infructescences than the non-harvested sites. Thus, the supply of resources to the local fauna is possibly reduced in sites under leaf exploitation, which in the long term can represent damage to the palm tree population’s structure and dynamics. Other socioeconomic and ecological studies about the effects of leaf harvesting in B. purpurascens are necessary to enable strategies for sustainable use, devise management alternatives and conserve this threatened palm species.

Butia purpurascens é uma palmeira endêmica e ameaçada que ocorre em áreas de cerrado sentido restrito do sudoeste goiano e tem suas folhas extraídas pela população local para a confecção de vassouras. O estudo avaliou variações na fenologia vegetativa e reprodutiva em duas populações naturais da palmeira em Jataí, GO: uma área sem extração e outra com extrativismo foliar. Vinte indivíduos foram monitorados em cada área durante 23 meses. As fenofases foram relacionadas às medias de temperatura e precipitação por um período de 30 anos. O brotamento foliar ocorreu ao longo de todo o ano, embora tenha reduzido nos períodos de menor temperatura e pluviosidade. A emissão das primeiras espatas se iniciou em março e a floração teve início durante a estação seca (junho), perdurando até janeiro do ano seguinte, concomitante ao período de intensa frutificação. Floração e frutificação parecem ser desencadeadas por períodos de estiagem, comum no Cerrado brasileiro. Áreas com extração produziram número significativamente menor de folhas, espatas, inflorescências e infrutescências do que áreas sem extração. Assim, a oferta de recursos para a fauna local é reduzida em áreas sob extrativismo, o que pode prejudicar a estrutura e a dinâmica populacional da palmeira, em longo prazo. Outros estudos sócio-econômicas e ecológicos sobre os efeitos da extração foliar em B. purpurascens são necessários para permitir estratégias de exploração sustentável, alternativas de manejo e a conservação dessa espécie atualmente ameaçada.
Descritores: Arecaceae/crescimento & desenvolvimento
Monitoramento Ambiental
-Arecaceae/classificação
Arecaceae/fisiologia
Brasil
Espécies em Perigo de Extinção
Inflorescência
Densidade Demográfica
Reprodução/fisiologia
Estações do Ano
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Costa Rica
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Id: lil-715468
Autor: Marquínez, Xavier.
Título: Estructura, ontogenia y vascularización de las flores e inflorescencias de Drimys granadensis (Winteraceae) / Structure, ontogeny and vascularization of the flowers and inflorescences of Drimys granadensis (Winteraceae)
Fonte: Rev. biol. trop;62(2):743-756, Jun.-Aug. 2014. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Drimys granadensis is a widespread species in montane forests of South and Central America. In this research, the structure, ontogeny, phyllotaxis and vascularization of the flowers and inflorescences of this species was studied in a population from the Eastern hills of Sabana de Bogota, Colombia. The methods used applied both optical microscopy, with astra blue-fuchsin staining, and scanning electron microscopy, using critical point dryed and gold-paladium metallized samples. Besides, results were compared with those of Drimys winteri, a widely studied species distributed in Chile and Argentina. Additionally, we studied the detail of the floral anatomy to determine the bracteal or calicine identity of the caliptra. I confirmed the proliferative status of the monothelic inflorescence, discarding alternative explanations of the terminal flower identity. I found that uniflorescences have an acropetal development until the terminal meristem becomes the terminal flower, then this flower develops rapidly resulting in a determined uniflorescence. I found pseudosyphonosthelic vascularization in peduncles and pedicels. Besides, I discovered some evidence in the vascular and anatomical structures, to consider the caliptra as the fusion product of various structures and therefore of calicine origin. The caliptra showed a whorled phyllotaxis, but the petals, stamens and carpels presented a spiral condition; phyllotaxis change was explained by the long time lapse between the initiation of the calyx and the corolla. I found great similarities among the inflorescences of D. granadensis and D. winteri; they were different in the proliferation start time, and in the frequent presence of nomophylls in D. granadensis, in contrast to the presence of reduced bracts and bracteoles in D. winteri inflorescences.

Drimys granadensis es una especie de amplia distribución en los bosques montanos de Sur y Centro América. En esta investigación se estudiaron, mediante microscopía óptica y electrónica de barrido, la estructura, ontogenia, filotaxis y vascularización de sus flores e inflorescencias, y fueron comparadas con las de Drimys winteri, especie distribuida en Chile y Argentina. Adicionalmente, se buscó evidencia para determinar la identidad bracteal o calicina de la caliptra de sus flores. Se confirmó la condición monotélica proliferante de la inflorescencia, descartando explicaciones alternativas de identidad de la flor terminal. Las uniflorescencias presentan un desarrollo acrópeto, hasta que el meristemo terminal se transforma en flor terminal, entonces esta flor se desarrolla rápidamente dando lugar a una uniflorescencia determinada. La vascularización es pseudosifonostélica para pedúnculos y pedicelos. Se encontró evidencia en la vascularización y estructura anatómica para considerar la caliptra como el producto de fusión de varias estructuras y, por tanto, de origen calicino. La caliptra presentó una filotaxis verticilada, pero los pétalos, estambres y carpelos presentaron una filotaxis espiralada; el cambio se explicó por el tiempo prolongado entre la iniciación de cáliz y corola. Las inflorescencias de D. granadensis y D. winteri son muy similares; siendo diferente el tiempo de inicio de la proliferación y la frecuente presencia de nomófilos en las inflorescencias de D. granadensis, en contraste con la presencia de brácteas y bracteolas reducidas en D. winteri.
Descritores: Drimys/classificação
Flores/classificação
Inflorescência/classificação
Feixe Vascular de Plantas/classificação
-Argentina
Chile
Drimys/anatomia & histologia
Drimys/ultraestrutura
Flores/anatomia & histologia
Flores/ultraestrutura
Inflorescência/anatomia & histologia
Inflorescência/ultraestrutura
Feixe Vascular de Plantas/anatomia & histologia
Feixe Vascular de Plantas/ultraestrutura
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: CR1.1 - BINASSS - Biblioteca Nacional de Salud y Seguridad Social


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Id: lil-689844
Autor: Genovese-Marcomini, PR.; Mendonca, MS.; Carmello-Guerreiro, SM..
Título: Morphoanatomy of the flower of Syagrus inajai (SPRUCE) Becc. (Arecaceae- Arecoideae- Attaleinae), Amazon / Morfoanatomia floral de Syagrus inajai (Spruce) Becc. (Arecaceae- Arecoideae- Attaleinae), Amazônia
Fonte: Braz. j. biol;73(3):649-661, ago. 2013. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: The occurrence of Syagrus inajai (Spruce) Becc., popularly known as pupunha palm, among other names, has been registered in the Guianas and in the North of Brazil in areas of terra firme (non-flooding) and gallery forests. In order to characterize the inflorescence and further knowledge of this family, a morphoanatomical study was carried out of the palm S. inajai in a green area of the Campus of the Federal University of Amazonas - UFAM, Manaus, Amazonas. The inflorescences are branched to one order, pedunculate, and interfoliar, measuring 62-82 cm in length, with woody bracts with longitudinal grooves on the external surface, and flowers in triads. The number of flowers to each inflorescence varies from 5,904 to 17,316 for staminate flowers, and from 180 to 3,528 for pistillate flowers. Staminate flowers with six anthers and one vascular bundle each; three-lobed pistillodium, vascularized pistillodium. Its pistillate flowers have six staminodia joined to form a circle, syncarpic, tricarpellary, trilocular gynoecium, one ovule to each locule, synascidiate in the ovary, and plicated above. Tripartite stigma, apical and sessile, with epidermis composed of elongated papillary cells, pattern of epidermis that is maintained throughout the stylar canal. Bitegmented, anatrope, pachychalazal ovule.

Syagrus inajai (Spruce) Becc., popularmente conhecida como pupunha-brava entre outras denominações, teve sua ocorrência registrada para Guianas e no norte do Brasil em áreas de floresta de terra firme e floresta de galeria. Com o intuito de caracterizar a inflorescência ampliando o conhecimento a respeito da família foi realizado o estudo morfoanatômico da palmeira S. inajai, em área verde do Campus da Universidade Federal do Amazonas - UFAM, Manaus, Amazonas. A inflorescência é ramificada em primeira ordem, pedunculada, interfoliar com 62-82 cm de comprimento, bráctea lenhosa com fissuras longitudinais na superfície externa e flores em tríades. O número de flores por inflorescência varia entre 5.904 - 17.316 para flores estaminadas e 180 - 3.528 para as flores pistiladas. Flores estaminadas com seis anteras e um feixe vascular cada; pistilódio trífido e vascularizado. Flores pistiladas com seis estaminódios unidos formando um círculo. Gineceu sincárpico, tricarpelar, trilocular, um óvulo por lóculo, sinascidiado no ovário e plicado acima. Estigma tripartido, apical e séssil, com epiderme composta por células papilosas alongadas, padrão de epiderme que se mantem por todo canal estilar. Óvulo é anátropo, paquicalazal e bitegumentado.
Descritores: Arecaceae/ultraestrutura
Flores/ultraestrutura
-Arecaceae/anatomia & histologia
Arecaceae/classificação
Brasil
Flores/anatomia & histologia
Inflorescência/anatomia & histologia
Inflorescência/ultraestrutura
Microscopia Eletrônica de Varredura
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-686577
Autor: Silva, L.L.; Garlet, Q.I.; Benovit, S.C.; Dolci, G.; Mallmann, C.A.; Burger, M.E.; Baldisserotto, B.; Longhi, S.J.; Heinzmann, B.M..
Título: Sedative and anesthetic activities of the essential oils of Hyptis mutabilis (Rich.) Briq. and their isolated components in silver catfish (Rhamdia quelen)
Fonte: Braz. j. med. biol. res = Rev. bras. pesqui. méd. biol;46(9):771-779, 19/set. 2013. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: FAPERGS/PRONEX; . CNPq.
Resumo: This study evaluated the sedative and anesthetic effects of the essential oils (EO) of Hyptis mutabilis (Rich.) Briq. and their isolated components on silver catfish (Rhamdia quelen). Quantitative chemical differences between the EOs obtained from leaves and inflorescences were verified, and a new chemotype rich in globulol was described. Although there were no significant differences in the time of induction for sedation and anesthesia between the EOs, only the leaf EO at 344 mg/L anesthetized all fish without side effects. Fractionation of the leaf EO was carried out by column chromatography. The isolated compounds [(+)-1-terpinen-4-ol and (-)-globulol] showed different activity from that detected for the leaf EO in proportional concentrations and similar sedation to a eugenol control at 10 mg/L. However, fish exposed to 1-terpinen-4-ol (3 and 10 mg/L) did not remain sedated for 30 min. Anesthesia was obtained with 83-190 mg/L globulol, but animals showed loss of mucus during induction and mortality at these concentrations. Synergism of the depressor effects was detected with the association of globulol and benzodiazepine (BDZ), compared with either drug alone. Fish exposed to BDZ or globulol+BDZ association showed faster recovery from anesthesia in water containing flumazenil, but the same did not occur with globulol. In conclusion, the use of globulol in aquaculture procedures should be considered only at sedative concentrations of 10 and 20 mg/L, and its mechanism of action seems not to involve the GABAA-BDZ system.
Descritores: Anestésicos/farmacologia
Peixes-Gato
Hipnóticos e Sedativos/farmacologia
Hyptis/química
Óleos Voláteis/farmacologia
-Análise de Variância
Anestésicos/isolamento & purificação
GABAérgicos/metabolismo
Cromatografia Gasosa-Espectrometria de Massas
Hipnóticos e Sedativos/isolamento & purificação
Inflorescência/química
Mortalidade
Óleos Voláteis/isolamento & purificação
Folhas de Planta/química
Estatísticas não Paramétricas
Sesquiterpenos/isolamento & purificação
Sesquiterpenos/farmacocinética
Terpenos/isolamento & purificação
Terpenos/farmacologia
Limites: Animais
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME



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