Base de dados : LILACS
Pesquisa : B01.050.150.900.493.850 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 41 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 5 ir para página              

  1 / 41 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-1135374
Autor: Martínez-Palacios, Carlos A; Concha-Santos, Sibila; Toledo-Cuevas, Elva M; Ríos-Durán, María G; Martínez-Chávez, Carlos C; Navarrete-Ramírez, Pamela; Raggi, Luciana; Strussmann, Carlos; Hualde, Juan P; Demicheli, Mariela A; Fonseca-Madrigal, Jorge.
Título: High levels of docosahexaenoic acid are present in eight New World silversides (Pisces: Atherinopsidae)
Fonte: Neotrop. ichthyol;18(2):e190089, 2020. tab.
Idioma: en.
Projeto: CONACYT.
Resumo: Docosahexaenoic acid (DHA) is the most critical and least available omega-3 fatty acid in the Western human diet. Currently, the source of omega-3 long chain polyunsaturated fatty acids (LC-PUFA) is mainly dependent on wild fisheries, making this resource unsustainable in the foreseeable future. In recent years, a high rate of biosynthesis and accumulation of DHA has been discovered in a freshwater species (Chirostoma estor) belonging to the Atherinopsidae family. Interest in evaluating fatty acid composition in other members of the family has emerged, so this study compiles original data of flesh composition of eight atherinopsid species from freshwater and brackish environments, either wild or cultured. High levels of DHA (16 to 31%) were found in all analyzed members of the family, except in C. grandocule, independently of their habitat or origin. The analyzed species of the Jordani group (C. estor, C. promelas and C. humboldtianum) showed high DHA and low EPA levels (<0.5%) as previously reported for cultured C. estor. The low trophic niche of these atherinopsids and their fatty acid accumulation capabilities are factors that make these species noteworthy candidates for sustainable aquaculture.(AU)

O ácido docosahexaenóico (DHA) é o ácido graxo ômega-3 mais importante e menos disponível na dieta humana ocidental. Atualmente, a fonte de ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa ômega-3 (LC-PUFA) depende principalmente da pesca extrativista, tornando esse recurso insustentável em um futuro próximo. Nos últimos anos, uma alta taxa de biossíntese e acúmulo de DHA foi descoberta em uma espécie de água doce (Chirostoma estor) pertencente à família Atherinopsidae. Deste modo, surgiu o interesse em avaliar a composição de ácidos graxos em outros membros da família. Portanto, este estudo compila dados originais da composição de carne de oito espécies de aterinopsídeos de ambientes de água doce e salobra, selvagens ou cultivadas. Altos níveis de DHA (16 a 31%) foram encontrados em todos os membros da família analisados, exceto em C. grandocule, independentemente de seu habitat ou origem. As espécies analisadas do grupo Jordani (C. estor, C. promelas e C. humboldtianum) apresentaram altos níveis de DHA e EPA baixos (<0,5%), como relatado anteriormente para C. estor cultivado. O baixo nicho trófico desses aterinopsídeos e sua capacidade de acumulação de ácidos graxos são fatores que tornam essas espécies notáveis candidatas à aquicultura sustentável.(AU)
Descritores: Ecossistema
Aquicultura
Smegmamorpha/fisiologia
Ácidos Graxos
-Ácidos Graxos Ômega-3
Ácidos Docosa-Hexaenoicos
Água Doce
Limites: Animais
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


  2 / 41 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-1135381
Autor: Martínez-Cárdenas, Leonardo; Frías-Quintana, Carlos A; Álvarez-González, Carlos A; Jiménez-Martínez, Luis D; Martínez-García, Rafael; Hernández-Almeida, Oscar U; Bello-Pineda, Javier; Arellano-Méndez, Leonardo U; Ponce-Palafox, Jesús T.
Título: Partial characterization of digestive proteases in juveniles of Microphis brachyurus (short-tailed pipefish) (Syngnathiformes: Syngnathidae)
Fonte: Neotrop. ichthyol;18(2):e190085, 2020. graf.
Idioma: en.
Resumo: Short-tailed pipe fish (Microphis brachyurus) is a freshwater organism with high economic potential for the aquarium hobby, so it is necessary to implement methods to promote its culture through studies of digestive physiology. General activities of acid and alkaline proteases were evaluated, as well as the effect of pH, temperature and inhibitors. The optimal pH of stomach proteases was 2, while the optimal pH of intestinal proteases was 10. Optimal temperature for the acidic proteases was 35 ºC, while for alkaline proteases it was 45 ºC. Thermal stability showed high resistance at 35 ºC for both acid and alkaline proteases (above 100% residual activity). Acid proteases are resistant at pH 2 (50% of residual activity), meanwhile alkaline proteases were highly resistant at pH 10 (90% of residual activity). Acid proteases were inhibited by 80% with pepstatin A and alkaline proteases were inhibited with TLCK and TPCK for trypsin (75%) and chymotrypsin (80%), respectively. Finally, metallo-proteases were 75% partially inhibited some serine proteases by 75% with EDTA. In conclusion, M. brachyurus has a good digestive capacity, since they can degrade a wide variety of proteins due to their greater proteolytic activity.(AU)

El pez pipa (Microphis brachyurus) es un organismo dulceacuícola con alto potencial económico para la acuarofilia; sin embargo, es necesario implementar su cultivo a través de estudios de fisiología digestiva. Se evaluó el efecto del pH, temperatura e inhibidores sobre las actividades enzimáticas de proteasas ácidas y alcalinas. El pH óptimo de proteasas estomacales es de 2, mientras que el de proteases intestinales es de 10. La temperatura óptima de proteasas ácidas es de 35 ºC y las alcalinas de 45 ºC. La estabilidad térmica para proteasas ácidas y alcalinas es a los 35 ºC (más de 100% de actividad residual). La estabilidad a los diferentes pH de las proteasas ácidas es en 2 (50 % de la actividad residual), mientras que para las proteasas alcalinas es en 10 (90 % de la actividad residual). Las proteasas ácidas fueron inhibidas en 80% con pepstatina A y las proteasas alcalinas fueron altamente inhibidas con TLCK para tripsina (75%) y TPCK quimitripsina (80%). Finalmente, las metaloproteasas fueron inactivadas con EDTA en 70%. En conclusión, M. brachyurus tiene una buena capacidad digestiva al degradar una amplia variedad de proteinas debido a su alta actividad proteolítica.(AU)
Descritores: Smegmamorpha/anatomia & histologia
Smegmamorpha/fisiologia
Fenômenos Fisiológicos do Sistema Digestório
-Inibidores de Proteases
Temperatura
Limites: Animais
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


  3 / 41 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: lil-616838
Autor: Ferreira, Fabiano de Andrade; Carbonera, Nádia; Santo, Milton Luiz Pinho Espírito.
Título: Influência do teor de NaCl no caviar à base de ovas de tainha(Mugil platanus) / Effect of NaCl contents in the mullet (Mugil platanus) spawn-based caviar
Fonte: Rev. Inst. Adolfo Lutz;70(1):35-40, jan.-mar. 2011. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Com o objetivo de efetuar o desenvolvimento de um produto tipo caviar à base de ovas de tainha (Mugilplatanus), foram preparadas várias formulações em função do teor de cloreto de sódio adicionado: 3,5(A); 5,0 (B) e 6,5 (C). As amostras A, B e C foram avaliadas quanto às características físico-químicas. Os maiores valores obtidos foram observados na determinação de umidade na amostra B (47,83), em relação a cinzas na amostra A (1,91), lipídios na amostra A (11,13), proteínas (23,37) na amostra B, carboidratos na amostra B (17,15) e os resultados de valores calóricos e de pH corresponderam, respectivamente, a 258,61 kcal/100 g (A) e 4,5 (A). Na avaliação microbiológica das três formulações utilizadas na elaboração do produto, foram obtidos os seguintes resultados: micro-organismos aeróbios viáveis < 10 UFC/g, coliformes termotolorantes < 3 NMP/g, Staphylococcus coagulase positiva < 102 UFC/ge ausência de Salmonella spp. nas amostras A, B e C estudadas.
Descritores: Cloretos
Controle de Qualidade
Ovos
Smegmamorpha
Responsável: BR91.2 - Centro de Documentação


  4 / 41 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Romano, Luis A
Texto completo
Id: biblio-886641
Autor: RAMOS, LEONARDO R V; PEDROSA, VIRGÍNIA F; MORI, AGNES; ANDRADE, CARLOS F F DE; ROMANO, LUIS A; ABREU, PAULO C; TESSER, MARCELO B.
Título: Exogenous enzyme complex prevents intestinal soybean meal-induced enteritis in Mugil liza (Valenciennes, 1836) juvenile
Fonte: An. acad. bras. ciênc;89(1):341-353, Jan,-Mar. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Four soybean meal-based diets containing increasing levels of an enzyme complex (E50, E100, E150 and E200 at 50, 100, 150 and 200 g ton-1, respectively) and one soybean meal-based diet without the enzyme complex (E0) were fed in triplicate to M. liza juveniles in a semi-static flow system with 20 fish per tank for 75 days. There were no differences between the treatments for animal performance parameters, but fish fed the enzyme complex treatment exhibited significantly (P<0.05) higher values of calcium bone retention compared with control fish. Although there was no relationship between bacterial counts in different sections of the gastrointestinal tract or enzyme levels, filamentous bacteria were increased in E50 compared with E150. All of the treatments resulted in higher bacterial counts in the stomach than in intestinal segments. Histological screening showed serious to moderate infiltration of inflammatory cells, modification in villus morphology and necrosis in some cases in fish fed the E0 diet. In addition, fish from the E0 treatment exhibited significantly (P<0.05) lower lipid deposition in the peritoneal cavity. Therefore, the use of low levels of exogenous enzyme is recommended in diets for M. liza when soybean meal is used as the main source of protein.
Descritores: Soja
Smegmamorpha/crescimento & desenvolvimento
Dieta/veterinária
Enterite/veterinária
Enzimas/administração & dosagem
Doenças dos Peixes/prevenção & controle
-Valores de Referência
Fatores de Tempo
Reprodutibilidade dos Testes
Análise de Variância
Estatísticas não Paramétricas
Smegmamorpha/microbiologia
Trato Gastrointestinal/microbiologia
Trato Gastrointestinal/patologia
Enterite/microbiologia
Enterite/patologia
Enterite/prevenção & controle
Carga Bacteriana
Ração Animal/análise
Limites: Animais
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


  5 / 41 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-886867
Autor: PAHOR-FILHO, EDUARDO; KLOSTERHOFF, MARTA C; MARCHIORI, NATALIA C; PEREIRA JÚNIOR, JOABER.
Título: Moderate pathogenic effect of Ligophorus uruguayense (Monogenoidea, Ancyrocephalidae) in juvenile mullet Mugil liza (Actinopterygii, Mugilidae) from Brazil
Fonte: An. acad. bras. ciênc;89(4):2997-3003, Oct.-Dec. 2017. graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Monogenoidea pathogenic activity can elicit various histological responses in fish. Species of Ligophorus are specific parasites of mullets, and its relationship with host fish may result in a moderate pathogenic action. In order to ascertain this relationship, estuarine mullets (Mugil liza) were collected in an estuary, reared in laboratory, for three weeks, and forwarded for histological and parasitological analyses. Ligophorus uruguayense (Monogenoidea) infestation in the gills of the mullets was identified. The severe infestation by only one species of Monogenoidea may result from the specificity of these parasites to mullets. Mullets submitted to histological analysis exhibited respiratory epithelium detachment; mild, moderate and severe hyperplasia of the respiratory epithelium; atrophy; and telangiectasia of the gills. This is the first study reporting that mullets highly infested by Monogenoidea can show mild (100%) to severe (20%) gill changes with a distinct frequency of occurrence. Because of the high prevalence of mild alterations observed, it is possible to accept that L. uruguayense is moderately pathogenic to M. liza, even during high prevalence and intensity of infestation, as a result of its specificity.
Descritores: Platelmintos/patogenicidade
Infecções por Trematódeos/parasitologia
Smegmamorpha/parasitologia
Brânquias/parasitologia
-Infecções por Trematódeos/patologia
Brasil
Smegmamorpha/classificação
Limites: Animais
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


  6 / 41 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-1056802
Autor: Duarte, Michele; Gawryszewski, Felipe M; Ramineli, Suzana; Bessa, Eduardo.
Título: Disruptive coloration and habitat use by seahorses
Fonte: Neotrop. ichthyol;17(4):e190064, 2019. graf.
Idioma: en.
Projeto: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: Predation avoidance is a primary factor influencing survival. Therefore, any trait that affects the risk of predation, such as camouflage, is expected to be under selection pressure. Background matching (homochromy) limits habitat use, especially if the habitat is heterogeneous. Another camouflage mechanism is disruptive coloration, which reduces the probability of detection by masking the prey's body contours. Here we evaluated if disruptive coloration in the longsnout seahorse, Hippocampus reidi, allows habitat use diversification. We analyzed 82 photographs of animals, comparing animal and background color, and registering anchorage substrate (holdfast). We tested whether the presence (disruptive coloration) or absence of bands (plain coloration) predicted occupation of backgrounds of different colors. We also calculated the connectance between seahorse morph and background color or holdfast, as well as whether color morph differed in their preferences for holdfast. Animals with disruptive coloration were more likely to be found in environments with colors different from their own. Furthermore, animals with disruptive coloration occupied more diversified habitats, but as many holdfasts as plain colored animals. Therefore, animals with disruptive coloration were less selective in habitat use than those lacking disruptive color patterns, which agrees with the disruptive coloration hypothesis.(AU)

Evitar a predação é um dos principais fatores que influenciam a sobrevivência. Portanto, qualquer traço que afete o risco de predação, como a camuflagem, deverá estar sob forte pressão de seleção. Confundir-se com a cor do fundo (homocromia) limita o uso do habitat, especialmente se ele é heterogêneo. Outro mecanismo de camuflagem é a coloração disruptiva, que reduz a probabilidade de detecção mascarando o contorno do corpo da presa. Aqui nós avaliamos se a coloração disruptiva no cavalo-marinho de focinho comprido, Hippocampus reidi, permite diversificar o uso do habitat. Analisamos 82 fotografias de animais, comparando a cor do animal à do fundo, e registrando o substrato de apoio (holdfast). Nós testamos se a presença (coloração disruptiva) ou ausência de bandas (coloração lisa) predizia a ocupação de substratos de cores diferentes. Nós também calculamos a conectância entre o morfo do cavalo-marinho e a cor do fundo ou o substrato de apoio, bem como se o morfo diferiu em suas preferências por substratos de apoio. Animais com coloração disruptiva eram mais encontrados em ambientes com cores diferentes de sua própria cor. Além disso, os animais com coloração disruptiva ocupavam habitats mais diversificados, mas tantos substratos de apoio quanto animais lisos. Portanto, animais com cores disruptivas eram menos seletivos do que animais lisos quanto ao habitat que utilizavam, o que concorda com a hipótese da coloração disruptiva.(AU)
Descritores: Ecossistema
Smegmamorpha/classificação
Tecnologia Disruptiva/classificação
-Coloração e Rotulagem/veterinária
Limites: Animais
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


  7 / 41 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-1039081
Autor: Rabiei, Sana; Rezaei, Masoud; Asgharzade, Samira; Nikoo, Mehdi; Rafieia-kopai, Mahmoud.
Título: Antioxidant and cytotoxic properties of protein hydrolysates obtained from enzymatic hydrolysis of Klunzinger's mullet (Liza klunzingeri) muscle
Fonte: Braz. J. Pharm. Sci. (Online);55:e18304, 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Today, consumers are looking for functional foods that promote health and prevent certain diseases in addition to provide nutritional requirements. This study aimed to evaluate the antioxidant and cytotoxic properties of Liza klunzingeri protein hydrolysates. Fish protein hydrolysates (FPHs) were prepared from L. klunzingeri muscle using enzymatic hydrolysis with papain at enzyme/substrate ratios of 1:25 and 1:50 for 45, 90 and 180 min. The antioxidant activities of the FPHs were investigated through five antioxidant assays. The cytotoxic effects on 4T1 carcinoma cell line were also evaluated. The amino acid composition and molecular weight distribution of the hydrolysate with the highest antioxidant activity were determined by HPLC. All six FPHs exhibited good scavenging activity on ABTS (IC50=0.60-0.12 mg/mL), DPPH (IC50= 3.18-2.08 mg/mL), and hydroxyl (IC50=4.13-2.07 mg/mL) radicals. They also showed moderate Fe+2 chelating capacity (IC50=2.12-12.60 mg/mL) and relatively poor ferric reducing activity (absorbance at 70 nm= 0.01-0.15, 5 mg/mL). In addition, all hydrolysates showed cytotoxic activities against the 4T1 cells (IC50=1.62-2.61 mg/mL). 94.6% of peptide in hydrolysate with the highest antioxidant activity had molecular weight less than 1,000 Da. L. klunzingeri protein hydrolysates show significant antioxidant and anticancer activities in vitro and are suggested to be used in animal studies.
Descritores: Smegmamorpha/anatomia & histologia
Citotoxinas/efeitos adversos
Antioxidantes/análise
-Hidrolisados de Proteína/farmacocinética
Técnicas In Vitro/instrumentação
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas


  8 / 41 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Chile
Texto completo
Id: lil-734681
Autor: Tano de la Hoz, María Florencia; Longo, María Victoria; Escalante, Alicia Haydée; Díaz, Alcira Ofelia.
Título: Surface ultrastructure of the gills of Odontesthes bonariensis (Valenciennes, 1835)(Teleostei: Atheriniformes) from a temperate shallow lake / Estudio ultraestructural de las branquias de Odontesthes bonariensis (Valenciennes, 1835) (Teleostei: Atheriniformes) de un lago somero templado
Fonte: Int. j. morphol;32(4):1341-1346, Dec. 2014. ilus.
Idioma: en.
Projeto: Universidad Nacional de Mar del Plata.
Resumo: We studied the gill epithelium of juveniles of Odontesthes bonariensis using scanning electron microscopy with a particular interest in the relationship between cell morphology and the different functional aspects of gills. The specimens used were collected in Laguna de los Padres, Buenos Aires Province, Argentina. The gill filaments or primary lamellae are arranged in two rows along the convex outer face of the gill arch forming the anterior and posterior hemibranchiae. On its concave inner face, each arch supports two rows of gill rakers forming the pharyngeal region wall. The primary lamellae are lined by a stratified epithelium made up of polygonal cells with well-defined outlines and cell membrane microfolds. Several mucous and chloride cells were observed in the primary lamellae. The epithelial cells of the secondary lamellae have ill-defined outlines and few microfolds. Both the arches and gill rakers are covered by a stratified epithelium of polygonal cells, among which mucous cells and taste corpuscles are abundant. The ultrastructural analysis of gills of O. bonariensis contributes to the advancement of knowledge of the organ histophysiology and of future histopathological studies.

Se estudió el epitelio branquial de juveniles de Odontesthes bonariensis utilizando microscopía electrónica de barrido con un interés particular en la relación entre la morfología celular y los distintos aspectos funcionales de las branquias. Los ejemplares utilizados fueron colectados en la Laguna de los Padres, Provincia de Buenos Aires, Argentina. Los filamentos branquiales o laminillas primarias están dispuestos en dos filas a lo largo de la cara exterior convexa del arco branquial formando las hemibranquias anterior y posterior. En su cara interior cóncava, cada arco sostiene dos hileras de branquiespinas que forman la pared de la región faríngea. Las laminillas primarias están revestidas por un epitelio estratificado constituido por células poligonales con contornos bien definidos y micropliegues de la membrana celular. Se observaron numerosas células clorhídricas y mucosas en las laminillas primarias. Las células epiteliales de las laminillas secundarias tienen contornos poco definidos y escasos micropliegues. Tanto los arcos como las branquiespinas están cubiertos por un epitelio estratificado de células poligonales, entre las cuales hay abundantes células mucosas y corpúsculos gustativos. El análisis ultraestructural de las branquias de O. bonariensis proporciona información para avanzar en el conocimiento de la histofisiología del órgano y para realizar futuros estudios histopatológicos.
Descritores: Microscopia Eletrônica de Varredura
Peixes/anatomia & histologia
Brânquias/ultraestrutura
-Smegmamorpha
Limites: Animais
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


  9 / 41 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-895110
Autor: Díaz-Murillo, Bertha P; Ruiz-Campos, Gorgonio; Piller, Kyle R; McMahan, Caleb D; García-De-León, Francisco J; Camarena-Rosales, Faustino.
Título: Assessing population-level morphometric variation of the Mountain Mullet Agonostomus monticola (Teleostei: Mugilidae) across its Middle American distribution
Fonte: Neotrop. ichthyol;15(4):e170036, 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología.
Resumo: Population-level morphometric variation of the Mountain Mullet (Agonostomus monticola) was assessed in 419 adult specimens from 25 sample sites (river basins) across its Middle American distribution (Pacific and Atlantic-Caribbean drainages). This analysis was based on 36 standardized linear measurements and 19 landmarks on geometric morphometrics approach. Discriminant function analysis (DFA) revealed 19 linear morphological characters with significant variation among groups. Geometrically, the most notable changes were associated to the curvature of the frontal region of the head, the anterior and posterior insertion of the first dorsal and anal fins. The resulting grouping based on the DFA and geometric morphometrics techniques (Pacific-A, Pacific-B and NE México-Caribbean) were similar to those previously recovered by genetic techniques, where the Pacific-B (Ayuquila river basin) was the most different group. Our results provide morphological evidence for considering Agonostomus monticola as a complex of evolutionary entities, represented by two forms in the Pacific Ocean and another in the Atlantic Ocean.(AU)

La variación morfométrica de poblaciones de la lisa de montaña Agonostomus monticola fue evaluada en 419 especímenes adultos recolectados en 25 sitios (cuencas) a través de su distribución mesoamericana (Pacífico, Atlántico y cuencas del Caribe). El análisis fue basado en 36 medidas lineales estandarizadas y 19 puntos de referencia basados en morfometría geométrica. El análisis de función discriminante (AFD) reveló 19 caracteres morfométricos con variación significativa entre grupos. Geométricamente, los cambios más notables estuvieron asociados con la curvatura de la región frontal de la cabeza y la inserción anterior y posterior de la primera aleta dorsal y de la aleta anal. Los agrupamientos resultantes del AFD y del análisis de morfometría geométrica (Pacífico-A, Pacífico-B y NE México-Caribe) fueron similares con los previamente definidos mediante técnicas genéticas. El grupo Pacífico-B (cuenca de Ayuquila) fue el más disímil. Nuestros resultados proveen evidencia morfológica para considerar a Agonostomus monticola como un complejo de entidades evolutivas, representadas por dos formas en la cuenca del océano Pacífico y una forma en la cuenca del océano Atlántico.(AU)
Descritores:
Demografia/tendências
Smegmamorpha/anatomia & histologia
Limites: Animais
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


  10 / 41 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-895413
Autor: Rosa, Janaina V. da; Käefer, Karoline; Conceição, Natália V. da; Conceição, Rita C. S. da; Timm, Cláudio D.
Título: Formação de biofilme por Vibrio parahaemolyticus isolados de pescados / Biofilm formation by Vibrio parahaemolyticus isolated from fish
Fonte: Pesqui. vet. bras = Braz. j. vet. res;37(4):339-345, Apr. 2017. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: O pescado é um alimento altamente perecível, possui pH próximo a neutralidade, elevada atividade de água e alto teor de nutrientes facilmente utilizáveis por micro-organismos. Vibrio parahaemolyticus pode ser encontrado em ambientes com salinidade entre 3% e 8% e tem pH ideal para multiplicação entre 7,8 e 8,6. É um patógeno que pode causar gastrenterite aguda pelo consumo de frutos do mar contaminados, crus ou mal cozidos. Mesmo os processos de tratamento de água como cloração, adição de antibióticos e filtros apresentam dificuldade em reduzir a contaminação por Vibrio, sendo suposto que este gênero bacteriano pode formar biofilmes em diferentes superfícies. O objetivo do trabalho foi verificar a capacidade de V. parahaemolyticus isolados de pescados formarem biofilme após estresse subletal. No decorrer de um ano, foram realizadas 12 coletas mensais de amostras de peixes capturados no estuário da Lagoa dos Patos, as quais foram analisadas quanto à presença de V. parahaemolyticus. Concomitantemente, foram coletadas assepticamente amostras de água do estuário para análise de sanilidade e pH. Os isolados de Vibrio foram analisados pela reação em cadeia da polimerase (PCR) para identificação da espécie pela presença dos genes toxR. Além dos isolados obtidos no presente trabalho, também foram estudadas 15 outras cepas de V. parahaemolyticus previamente isoladas em outros trabalhos. As cepas foram avaliadas quanto à capacidade de produção de biofilme em placas de microtitulação. A capacidade de produção de biofilme após as cepas serem submetidas a diferentes tipos de estresse subletal (42ºC, 20ºC, 4ºC e pH ácido) também foi testada. Dentre os 120 peixes analisados, foram isolados V. parahaemolyticus de quatro (3,33%) pescados, sendo Mugil platanus a única espécie de peixe na qual o micro-organismo foi encontrado. Das 19 cepas analisadas, 89,5% foram capazes de formar biofilme, o que parece indicar que essa capacidade tem um papel importante na sobrevivência do micro-organismo nos pescados. Dessas, 25% das cepas aumentaram a capacidade de formar biofilme. Com base nos resultados, conclui-se que peixes da espécie M. platanus do estuário da Lagoa dos Patos são hospedeiros de V. parahaemolyticus e que a quase totalidade das cepas são formadoras de biofilme. A exposição a condições subletais de estresse tem efeito distinto sobre as diferentes cepas, induzindo aumento na capacidade de formar biofilme em algumas. Este foi o primeiro estudo realizado com V. parahaemolyticus, para avaliar o efeito de fatores de estresse sobre a formação de biofilme.(AU)

Fish is a highly perishable food, has a neutral pH, high water activity and high content nutrient, which makes it favorable to the microorganisms multiplication. Vibrio parahaemolyticus may be found in environments with a salinity of 3% and 8% and has optimal pH for multiplication between 7.8 and 8.6. This pathogen can cause acute gastroenteritis by consumption of contaminated raw or undercooked seafood. There is difficulty in reducing Vibrio contamination during fish processing, being supposed that this bacterial genus can form biofilm on different surfaces. The aim of this study was to verify the ability of V. parahaemlyticus isolated from fish from biofilm after sublethal stress. In the course of one year, 12 monthly samples of fish caught in the Lagoa dos Patos Estuary were analyzed for the presence of V. parahaemolyticus. Concurrently, water samples from estuary were collected aseptically for salinity analysis and pH. Vibrio isolates were analyzed by polymerase chain reaction (PCR) to identification of the species by presence of the toxR gene. In addition to the isolates obtained in this study were also studied 15 other strains of V. parahaemolyticus previously isolated in other works. The strains were evaluated for biofilm production capacity in microtiter plates. The biofilm production capacity after the strains had being subjected to different types of sublethal stress (42oC, 20°C, 4°C and acid pH) was also tested. Among the 120 analyzed fish, V. parahaemolyticus were isolated from four (3.33%) fishes, and Mugil platanus was the only species in which the microorganism was found. Among the 19 strains analyzed, 89.5% were able to form biofilm, which seems to indicate that this ability has an important role in the microorganism survival in the fish. Among these strains, 25% increased the ability to form biofilm after sublethal exposure. Based on the results, we concluded that fish of the species M. platanus of the Lagoa dos Patos Estuary are hosts of V. parahaemolyticus and that almost all of these strains are forming biofilm. Exposure to sublethal stress conditions has distinct effect on different strains, inducing an increase in the ability to form biofilm in some. This was the first study about the effects of stress on the V. parahaemolyticus biofilms formation.(AU)
Descritores: Estresse Fisiológico
Vibrio parahaemolyticus
Acidez da Água
Biofilmes
Smegmamorpha/microbiologia
-Reação em Cadeia da Polimerase/veterinária
Limites: Animais
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice



página 1 de 5 ir para página              
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde