Base de dados : LILACS
Pesquisa : B01.650.940.800.575.912.250.595.400.587 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 13 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 2 ir para página        

  1 / 13 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-914948
Autor: Moraes, Marcilio M de; Camara, Claudio AG da; Araujo, Carolina A de.
Título: Chemical composition of essential oil from leaves of Ocotea limae Vattimo Gil. and Ocotea gardneri (Meisn. ) Mez. growing wild in Atlantic forest of North-Eastern Brazil / [Composición química del aceite esencial de las hojas de Ocotea limae Vattimo Gil. y Ocotea gardneri (Meisn. ) Mez. nativas de la floresta Atlántica del Nordeste de Brasil
Fonte: Bol. latinoam. Caribe plantas med. aromát;16(6):586-593, nov. 2017. tab.
Idioma: en.
Projeto: Fundação de Amparo à Ciencia e Tecnologia do Estado de Pernambuco; . Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: Essential oils from leaves of Ocotea limae and Ocotea gardneri species were analyzed by GC-FID and GC-MS. The analysis revealed the presence of 48 components accounting for 98.1 ± 1.3% e 98.0 ± 0.5% of the essential oils from the O. limae and O. gardneri, respectively. The oils were characterized by high percentage of sesquiterpenes. The mains compounds identified in the essential oils were spathulenol (13.3 ± 0.5%), ß-caryophyllene (12.4 ± 0.5%), bicyclogermacrene (11.3 ± 0.4%) and germacrene D (10.9 ± 0.3%) from the O. limae and germacrene D (26.9 ± 0.9%) e bicyclogermacrene (21.7 ± 0.7%) from the O. glomerata.

Los aceites esenciales de hojas de Ocotea limae y Ocotea gardneri fueron analizados por GC-FID y GC-MS. El análisis reveló la presencia de 48 componentes que representan 98,1 ± 1,3% y 98,0 ± 0,5% de los aceites esenciales de O. limae y O. gardneri, respectivamente. Los aceites se caracterizaron por un alto porcentaje de sesquiterpenos. Los principales compuestos identificados en los aceites esenciales fueron espatulenol (13,3 ± 0,5%), ß-cariofileno (12,4 ± 0,5%), biciclogermacreno (11,3 ± 0,4%) y germacreno D (10,9 ± 0,3%) de O. limae y germacreno D (26,9 ± 0,9%) y bicyclogermacreno (21,7 ± 0,7%) de la O. glomerata.
Descritores: Sesquiterpenos/análise
Óleos Voláteis/química
Folhas de Planta/química
Ocotea
-Terpenos/análise
Brasil
Cromatografia Gasosa/métodos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


  2 / 13 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-889413
Autor: Damasceno, Carolina Sette Barbosa; Oliveira, Letícia Freire de; Szabo, Ellis Marina; Souza, Ângela Maria; Dias, Josiane Fatima Gaspari; Miguel, Marilis Dalarmi; Miguel, Obdúlio Gomes.
Título: Chemical composition, antioxidant and biological activity of Ocotea bicolor Vattimo-Gil (LAURACEAE) essential oil
Fonte: Braz. J. Pharm. Sci. (Online);53(4):e17298, 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT The essential oil composition of the Ocotea bicolor, native plant of Brazil, was studied for the first time. The essential oil of the leaf was obtained by hydrodistillation and analyzed by GC/MS. The analytical procedure revealed a predominance of sesquiterpenes, δ-cadinene (7.39%), ß-sesquiphellandrene (6.67%), ß-elemene (5.41%) and α-cadinol (5,23%). The essential oil was submitted to brine shrimp toxicity evaluation, antioxidant and antibacterial tests. The antioxidant activity by the formation of phosphomolybdenum complex method presented positive results. The minimum inhibitory concentration (MIC) values were higher than 1000 µg/mL for the microorganisms tested. Toxicity activity revealed LC50 results of 40.10 (µg/mL), being toxic to the organisms in this study
Descritores: Óleos Voláteis/análise
Lauraceae/classificação
Lauraceae/química
Antioxidantes/análise
-Plantas Medicinais/anatomia & histologia
Ocotea/efeitos adversos
Tipo de Publ: Técnicas In Vitro
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas


  3 / 13 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-1011642
Autor: Betim, Fernando Cesar Martins; Oliveira, Camila Freitas de; Souza, Angela Maria de; Szabo, Ellis Marina; Zanin, Sandra Maria Warumby; Miguel, Obdulio Gomes; Miguel, Marilis Dallarmi; Dias, Josiane de Fátima Gaspari.
Título: Ocotea nutans (Nees) Mez (Lauraceae): chemical composition, antioxidant capacity and biological properties of essential oil
Fonte: Braz. J. Pharm. Sci. (Online);55:e18284, 2019. tab.
Idioma: en.
Resumo: The present study was undertaken to assess the potential uses of the essential oil obtained from Ocotea nutans (Nees) Mez. The hydrodistilled essential oil from O. nutans leaves was analyzed by gas chromatography-mass spectrometry. Fifty-eight compounds representing 87,29% of the total leaf essential oil components were identified, of which biciclogermacrene(11.41%), germacrene-D (4.89%), bisabolol-11-ol(3.73%) and spathulenol (3.71%) were the major compounds. The essential oil from O. nutans were tested for antibacterial activity using the minimum inhibitory concentracion (MIC) method, Artemia salina method, larvicidal activity in Aedes aegypti, and antioxidant capacity.The antioxidant activity measured by the phosphomolybdenum complex and Prussian blue method had positive results. The minimum inhibitory concentration for the microorganisms tested allowed moderate inhibitionfor Enterococcus faecalis (MIC=500 µg/mL). Artemia salina were toxic to the organisms in the study (LC50= 71,70 µg /mL). The essential oil showed remarkable larvicidal activity potencial (LC50= 250 µg/mL). The present results showed thatO. nutans essential oil has potential biological uses
Descritores: Óleos Voláteis/análise
Ocotea/anatomia & histologia
Antioxidantes/farmacologia
-Folhas de Planta/classificação
Aedes/classificação
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas


  4 / 13 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-909142
Autor: Lima, Rafaela Karin; Cardoso, Maria das Graças; Moraes, Jair Campos; Carvalho, Stephan Malfitano; Melo, Bruno Almeida; Vieira, Sara Silveira.
Título: Composição química e toxicidade de óleos essenciais para o pulgão-verde Schizaphis graminum (Rondani, 1852) / Chemical composition and toxicity of essential oils to the green-aphid Schizaphis graminum (Rondani, 1852)
Fonte: Arq. Inst. Biol;81(1):22-29, mar. 2014. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Este trabalho teve como objetivo identificar e quantificar os constituintes dos óleos essenciais de Illicum verum, Ageratum conyzoides, Piper hispidinervum e Ocotea odorifera, bem como avaliar a toxicidade para o pulgão-verde Schizaphis graminum. A qualificação dos constituintes foi realizada por meio de um cromatógrafo gasoso + espectrômetro de massas, e a quantificação, por um cromatógrafo gasoso + detector de ionização de chama, ambos com uma coluna DB5. O método de hidrodestilação promoveu um rendimento (p/p) de 3,81% para I. verum, 0,46% para A. conyzoides, 2,85% para P. hispidinervum e 0,68% para O. odorífera. Já os componentes majoritários foram: precoceno (87,0%) e (E)-cariofileno (7,1%) para A. conyzoides; (E)-anetol (90,4%), limoneno (2,6%) e metil-chavicol (1,3%) para I. verum; metil-eugenol (81,2%) e safrol (10,6%) para Ocotea odorífera; e safrol (82,5%) e α-terpinoleno (13,4%) para P. hispidinervum. Pelos testes de toxicidade aguda (24 horas) com folhas de sorgo ou papel-filtro contaminados, verificou-se que o óleo de A. conyzoides foi o mais tóxico para o pulgão, com CL50 de 7,13 e 7,08 µL óleo/cm2 respectivamente, seguido por O. odorifera com CL50 de 11,80 e 103,00 µL óleo/cm2 respectivamente; I. verum de 51,80 µL óleo/cm2 em ambos os substratos; e o menos tóxico foi o óleo essencial de P. hispidinervum, com CL50 de 62,50 e 143,00 µL óleo/cm2, respectivamente. Dessa maneira, sugere-se que o uso dos óleos essenciais pode representar uma nova ferramenta em programas de manejo integrado de pragas.(AU)

The aim of this study was to assess the chemical composition of essential oils of Illicum verum, Ageratum conyzoides, Piper hispidinervum and Ocotea odorífera, as well as their toxicity to the green-aphid Schizaphis graminum. Compound identification was carried out with gas chromatography + mass spectrometry, and quantification with gas chromatography + flame ionization detector, both with DB5 column. The hydrodistillation process promoted oil yield of 3.81% for I. verum; 0.46% for A. conyzoides; 2.85 % for P. hispidinervum; and 0.68 % for O. odorífera. The major components from the oils of A. conyzoides was precocene (87.0%) and (E)-caryophyllene (7.1%); (E)-anethol (90.4%), limonene (2.6%) and methyl-chavicol (1.3%) for I. verum; methyleugenol (81.2%) and safrole (10.6%) for O. odorifera; and safrole (82.5%) and α-terpinolene (13.4%) for P. hispidinervum. The acute toxicity test (24 hours) performed by contact in sorghum leaves or contaminated filter-paper showed that the higher toxicity occur with essential oils of A. conyzoides, with LC50 of 7.01 and 7.01 µg oil/cm2, respectively; followed by O. odorifera, with LC50 of 17.10 and 66.70 µg oil/cm2, respectively; I. verum, with LC50of 66.40 and 65.40 µg oil/cm2, respectively; and low toxicity was observed for the P. hispidinervum essential oil, with LC50 of 64.00 and 143.00 oil/cm2, respectively. With the results obtained in this research, we can state that the use of these essential oils can be a new tool in integrated pest management.(AU)
Descritores: Afídeos
Óleos Voláteis
Illicum/administração & dosagem
-Ocotea
Ageratum
Piper
Inseticidas
Responsável: BR1942.1 - NID - Biblioteca - Núcleo de Informação e Documentação


  5 / 13 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Cuba
Texto completo
Id: biblio-845103
Autor: Delgado Avila, Wilman Antonio; CucaSuárez, Luis Enrique; Caroprese, José Fernando.
Título: Composición química del aceite esencial de Ocotea cymbarum Kunth (cascarillo y/o sasafrás) de la región Orinoquia / Chemical composition of essential oil of Ocotea cymbarum Kunth (cascarilla and/or sassafras) from the Orinoquía region
Fonte: Rev. cuba. plantas med;21(3):248-260, jul.-set. 2016. ilus, tab.
Idioma: es.
Descritores: Artrite/tratamento farmacológico
Doenças Respiratórias/tratamento farmacológico
Óleos Voláteis/uso terapêutico
Cromatografia Gasosa/métodos
Mordeduras e Picadas de Insetos/tratamento farmacológico
Animais Venenosos/lesões
-Colômbia
Ocotea/química
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


  6 / 13 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-911730
Autor: Montealegre Pinzón, Catalina.
Título: Etnobotanica preliminar del Espíngo (Ocotea quixos (Lam) Kosterm) en la medicina tradicional indígena Inga, pruebas fotoquímicas y evaluación de la actividad antimicrobiana / Preliminary Ethnobotany of Espíngo (Ocotea quixos (Lam) Kosterm) In Inga indigenous traditional medicine, photochemical tests and evaluation of antimicrobial activity.
Fonte: Bogotá; s.n; 2011. 67 p.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Pontificia Universidad Javeriana para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: La comunidad indígena Inga se ha caracterizado a lo largo de su historia por ser una comunidad de médicos tradicionales por excelencia. A través de un trabajo etnobotánico preliminar se busca hacer un acercamiento al manejo del Espíngo (Ocotea quixos), planta de la medicina tradicional Inga, usando una metodología participativa y creando el rapport con los informantes para poder compartir los diferentes aspectos de esta cultura que enriquecen y dan sentido a lo que son las plantas medicinales. Mas adelante, con el objetivo de encontrar las posibles relaciones entre la forma de conocer de la medicina tradicional y la científica, se hicieron análisis fitoquímicos de esta planta que incluyeron Cromatografía en columna (CC) y de capa delgada (CCD), para detectar grupos de compuestos como terpenos, Glicósidos y fenoles, que gracias a sus propiedades terapéuticas pudieran complementar y argumentar las diferentes aplicaciones del Espíngo en la medicina tradicional. Por ultimo se evaluó la actividad antimicrobiana de las fracciones etanólica y en éter de petróleo del Espíngo, en las cepas bacterianas S. aureus, B. subtilis, P. aeruginosa y E. coli, sin embargo las pruebas realizadas con concentraciones que iban desde los 0.05mg/ml ­ 2mg/ml no presentaron halos de inhibición bacteriana.
Descritores: Anti-Infecciosos
Grupos Populacionais
Medicina Tradicional
Ocotea
-Colômbia
Etnobotânica
Compostos Fitoquímicos
Responsável: BR1.1 - BIREME


  7 / 13 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: lil-759984
Autor: Lima, Vera Targino Moreira.
Título: Avaliação dos efeitos centrais da iangambina isolada de Ocotea duckei Vattimo [Manuscrito]: estudo comportamental e neuroquímico em córtex motor e corpo estriado de camundongo / Evaluation of central effects of isolated yangambin of Ocotea duckei Vattimo [manuscript]: behavioral and neurochemical study on motor cortex and striatum of mice.
Fonte: Fortaleza; s.n; 2005.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal do Ceará para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Os efeitos da administração aguda da iangambina (25, 50 e 75 mg/kg, por via intraperitoneal e oral), foram estudados em vários modelos animais de comportamento (campo aberto, rota rod, nado forçado, tempo de sono induzido por pentobarbital, placa perfurada, labirinto em cruz elevado, convulsão induzida por pentilenotetrazol). Binding in vitro com diferentes concentrações de iangambina (0,5-200 μl), foram realizados para avaliar sua interação com os receptores dopaminérgicos (D1- e D2-simile), receptores muscarínicos (M1+M2)-simile e receptores serotonérgicos (5-HT2)-simile, bem como, estudo HPCL para determinar os efeitos da iangambina (25, 50 e 75 mg/kg, i.p.) após 24 horas de sua administração aguda sobre os níveis de monoaminas seus metabólicos em córtex motor e corpo estriado de camundongos. Os resultados mostraram que a iangambina induziu uma diminuição significativa na atividade locomotora e nas frequências de rearing e grooming no teste de campo aberto, indicativo de possível efeito ansiolítico. Estes resultados podem estar relacionados com o sistema dopaminérgico, desde que houve interação de iangambina com os receptores D1- e D2-simile, em corpo estriado e D2-simile em córtex motor, acompanhado de uma redução de dopamina, indicando uma provável ação antagonista dopaminérgica. A iangambina não causou alteração na coordenação motora dos animais no teste de rota road, sugerindo que a redução da atividade locomotora possa envolver ação central. Houve um aumento significativo na imobilidade dos camundongos no teste do nado forçado induzido pela iangambina. Este efeito, juntamente com a redução da dopamina, noradrenalina e serotonina induzida pela iangambina em corpo estriado, pode explicar seu efeito depressor neste modelo. Além disso, corroborando estes resultados, a iangambina potenciou o tempo de sono induzido pelo pentobarbital em camundongos, sugestivo de efeito depressor central...
Descritores: Ansiolíticos
Monoaminas Biogênicas
Lauraceae
Lignanas
Modelos Animais
Ocotea
Receptores Dopaminérgicos
-Farmacologia
Receptores Muscarínicos
Receptores de Serotonina
Limites: Animais
Camundongos
Responsável: BR6.1 - BCS - Biblioteca de Ciências da Saúde


  8 / 13 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Lima, E. O
Texto completo
Id: lil-596395
Autor: Castro, R. D; Lima, E. O.
Título: Atividade antifúngica dos óleos essenciais de sassafrás (Ocotea odorifera Vell. ) e alecrim (Rosmarinus officinalis L. ) sobre o gênero Candida / Antifungal activity of Brazilian sassafras (Ocotea odorifera Vell. ) and rosemary (Rosmarinus officinalis L. ) essential oils against the genus Candida
Fonte: Rev. bras. plantas med;13(2):203-208, 2011. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Este estudo objetivou avaliar, in vitro, a atividade antifúngica dos óleos essenciais de Ocotea odorifera (Vellozo) Rohwer (Sassafrás) e Rosmarinus officinalis L. (Alecrim) sobre cepas de Candida albicans e C. tropicalis, envolvidas com infecções da cavidade oral. Para tanto, 16 cepas de Candida de origem clínica e de referência foram utilizadas para determinação da concentração inibitória mínima (CIM), utilizando a técnica da microdiluição. Miconazol e nistatina foram utilizados como controles positivos. Observou-se discreta atividade antifúngica de ambos os óleos, com CIM de 2,5 mg mL-1 para sassafrás e CIM de 5 mg mL-1 para alecrim em 68 por cento e 81 por cento das cepas avaliadas, respectivamente. Todas as cepas de Candida mostraram-se sensíveis ao miconazol e nistatina. A partir dos resultados obtidos, foi possível concluir que os óleos essenciais de O. odorifera Vell. e R. officinalis L. apresentam fraca atividade sobre cepas de C. albicans e C. tropicalis envolvidas em infecções da cavidade oral.

This study aimed to evaluate the in vitro antifungal activity of essential oils from Ocotea odorifera Vell. (Brazilian sassafras) and Rosmarinus officinalis L. (rosemary) against Candida albicans and C. tropicalis strains, both involved in oral cavity infections. Thus, 16 Candida strains from clinical origin and standards were used to determine the minimum inhibitory concentration (MIC), using the microdilution technique. Miconazole and nystatin were used as positive controls. A slight antifungal activity was observed for both oils, with 2.5 mg mL-1 MIC for Brazilian sassafras and 5 mg mL-1 MIC for rosemary in 68 and 81 percent strains, respectively. All Candida strains were sensitive to miconazole and nystatin. In conclusion, essential oils from O. odorifera Vell. and R. officinalis L. had weak activity against C. albicans and C. tropicalis strains involved in oral cavity infections.
Descritores: Antifúngicos/agonistas
Candida
Técnicas In Vitro
Ocotea
Óleos Voláteis
Rosmarinus
-Boca
Boca/microbiologia
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR40.1 - DBD - Divisão de Biblioteca e Documentacão do Conjunto das Químicas


  9 / 13 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-527164
Autor: Pires, L. A; Cardoso, V. J. M; Joly, C. A; Rodrigues, R. R.
Título: Germination of Ocotea pulchella (Nees) Mez (Lauraceae) seeds in laboratory and natural restinga environment conditions / Germinação de sementes de Ocotea pulchella (Nees) Mez (Lauraceae) em laboratório e em ambiente natural de Restinga
Fonte: Braz. j. biol;69(3):935-942, Aug. 2009. graf.
Idioma: en.
Resumo: The germination response of Ocotea pulchella (Nees) Mez seeds to light, temperature, water level and pulp presence is introduced. The laboratory assays were carried out in germination chambers and thermal-gradient apparatus, whereas the field assays were performed in environments with distinct light, temperature and soil moisture conditions within a permanent parcel of Restinga forest of the Parque Estadual da Ilha do Cardoso, Cananéia, São Paulo. The seeds do not exhibit dormancy, they are non photoblastic, and a loss of viability in dry stored seeds can be related to a decrease in water content of the seed. The presence of the pulp and the flooded substratum influenced negatively the germination of O. pulchella seeds tested in the laboratory. Otherwise, light and temperature probably are not limiting factors of the germination of O. pulchella seeds in the natural environment of Restinga. The optimum temperature range for germination of Ocotea pulchella seeds was 20 to 32 ºC, the minimum or base temperature estimated was 11 ºC and the maximum ranged between 33 and 42 ºC. The isotherms exhibited a sigmoidal pattern well described by the Weibull model in the sub-optimal temperature range. The germinability of O. pulchella seeds in the understorey, both in wet and dry soil, was higher than in gaps. Germination was not affected by fluctuations in soil moisture content in the understorey environment, whereas in gaps, germination was higher in wet soils. Thus, the germination of this species involves the interaction of two or more factors and it cannot be explained by a single factor.

É apresentada a germinação de sementes de Ocotea pulchella (Nees) Mez em resposta a: luz, temperatura, nível de água e presença de polpa. Os ensaios de laboratório foram realizados em câmaras de germinação e em equipamento de gradiente térmico, e os de campo, em ambientes com diferentes condições de luz, temperatura e umidade no solo, em uma parcela permanente em floresta de Restinga no Parque Estadual da Ilha do Cardoso, Cananéia, São Paulo. As sementes de Ocotea pulchella não possuem dormência, são afotoblásticas, e a perda de viabilidade de sementes armazenadas a seco pode estar relacionada a um decréscimo no seu conteúdo de água. A presença da polpa e o substrato alagado afetaram negativamente a germinação de O. pulchella em laboratório. Luz e temperatura não são provavelmente fatores limitantes da germinação de sementes de O. pulchella no ambiente natural da Restinga. A faixa térmica ótima de germinação foi de 20 a 32 ºC; a temperatura mínima ou base foi estimada em 11 ºC; e a temperatura máxima variou de 33 a 42 ºC. As isotermas na faixa térmica infraótima exibem padrão sigmoidal e foram bem descritas pelo modelo de Weibull. A germinabilidade no sub-bosque, tanto em solo com maior umidade como em solo mais seco, foi maior do que em clareira. No sub-bosque não houve diferença na germinação em relação a variações na umidade do solo, ao passo que em clareiras a germinabilidade foi maior em solo mais úmido. Assim, a germinação dessa espécie deve ser função da interação de fatores, não podendo ser explicada apenas por um único fator.
Descritores: Germinação/fisiologia
Ocotea/crescimento & desenvolvimento
-Brasil
Clima Desértico
Umidade
Laboratórios
Luz
Ocotea/fisiologia
Estações do Ano
Temperatura
Água
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


  10 / 13 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-518425
Autor: Arzolla, Frederico Alexandre Roccia Dal Pozzo; Baitello, João Batista; Shepherd, George John; Paula, Gláucia Cortez Ramos de; Bertoncello, Ricardo.
Título: Uma revisão da distribuição de Ocotea curucutuensis J.B. Baitello na região sudeste do Brasil / A revised distribution for Ocotea curucutuensis J.B. Baitello in southeastern Brazil
Fonte: Biota neotrop. (Online, Ed. port.);9(1):21-25, Jan.-Mar. 2009. ilus, mapas.
Idioma: pt.
Resumo: Este trabalho apresenta uma revisão da distribuição de Ocotea curucutuensis J.B. Baitello, na Região Sudeste do Brasil, ampliando substancialmente a extensão conhecida da sua ocorrência. Pela semelhança com Ocotea spixiana (Nees) Mez, essa espécie permaneceu confundida com esta e desconhecida por mais de cem anos, desde a primeira coleta por A. F. M. Glaziou, em 1888. Com base em novos registros para a Serra do Mar e para a Serra da Mantiqueira, sua distribuição foi revisada e ampliada. O. curucutuensis apresenta uma ampla distribuição nas florestas das partes altas da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira, nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, no sudeste do Brasil, enquanto O. spixiana possui uma distribuição mais ao norte do País.

This analysis presents a revised distribution for Ocotea curucutuensis J.B. Baitello in southeastern Brazil. Because of its strong similarity with Ocotea spixiana (Nees) Mez this species remained unrecognized for over a hundred years after the first collection by A. F. M. Glaziou in 1888, but it was recently shown to be a distinct species. Although the species was originally described from material from the Serra do Mar in São Paulo, subsequent new collections and a wider investigation of herbarium material have shown that it is, in fact, quite widespread, especially in the Serra do Mar and Serra da Mantiqueira and that it is necessary to revise and enlarge the known distribution. O. curucutuensis has a wide distribution in forests in the higher parts of the Serra do Mar and Serra da Mantiqueira, in the states of Rio de Janeiro and São Paulo, in the southeast of Brazil, while O. spixiana has a more northerly distribution.
Descritores: Botânica
Demografia/estatística & dados numéricos
Ecossistema
Flores
Lauraceae
Ocotea/classificação
Características de Residência
Responsável: BR1561.1 - Biblioteca Virtual AMMG



página 1 de 2 ir para página        
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde