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Id: biblio-940888
Autor: Ferreira, Jorge Gomes Goulart.
Título: Análise de alterações na expressão de genes relacionados com a imunidade inata em células humanas infectadas com Apeu virus.
Fonte: Belo Horizonte; s.n; 2015. XV, 79 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Centro de Pesquisas René Rachou para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: A família Bunyaviridae consiste em uma das maiores e mais diversificadas famílias de vírus de RNA, contendo cerca de 350 vírus sorologicamente distintos. O Apeu virus (APEUV) é um vírus da família Bunyaviridae que se destaca por seu grande potencial emergente. Isolado pela primeira no Brasil, este vírus pode causar uma doença que apresenta sintomas semelhantes aos da gripe, como febre alta, dor de cabeça e mialgia, associadas geralmente a náuseas, vômitos, fraqueza e fotofobia. Entretanto, apesar de seu potencial patogênico, pouco se sabe sobre a sua interação com o sistema imunológico humano. Com o objetivo de estudar alguns aspectos da resposta imune, principalmente a reposta inata desencadeada pela infecção do APEUV, a expressão de 19 genes (TLR3, TLR7, TLR8, TLR9, MyD88,IRF3, IRF5, IRF7, IRF9, IRAK4, TRAF3, TRAF6, TICAM1, JUN, ROBO-3(RIG-1),IFIH1(MDA-5), IFNα, IFNβ, IFNy) foi analisada. Para tal, foram feitos ensaios de qPCR baseados na metodologia TaqMan®, utilizando cDNA obtido a partir de RNA total extraído de células mononucleares do sangue periférico (PBMC) e de células A549 (linhagem derivada de carcinoma pulmonar humano), infectadas ou não com APEUV por períodos de 4 ou 8 horas.

Como controles, foram utilizadas células infectadas com o vírus da estomatite vesicular (VSV) como controle positivo de uma infecção por vírus de RNA fita simples, e células tratadas com o mock das amostras de vírus como controle negativo. Os dados obtidos foram analisados em software específico. Nossos resultados indicam que PBMC infectadas com APEUV por 4horas (m.o.i.=1 e m.o.i.=3) induzem um aumento na expressão de TLR9 e IFNβ. Quando quantificada a expressão de genes em células A549 infectadas com APEUV(m.o.i.=1 por 4 horas) comparadas com o mock, verificou-se um aumento da expressão dos genes TLR9, IRF3 e IRF7 e no período de 8 horas, também comparando com o mock, verificou-se aumento de forma significativa na expressão de TLR 9, além de um aumento na expressão de TLR3, TLR7, TRAF3 , IRF7 e IFNβ.Verificamos ainda que, após escolher um gene housekeeping através de método estatístico, células A549 infectadas com APEUV em uma m.o.i.=1, tende a aumentara expressão dos genes IFNβ e TICAM-I, fundamentais na indução de um estado celular antiviral. Estudos posteriores são necessários para a determinação dos mecanismos envolvidos na resposta imune inata humana contra o Apeu virus.
Descritores: Bunyaviridae/isolamento & purificação
Infecções por Vírus de RNA/imunologia
Vírus de RNA/patogenicidade
Limites: Masculino
Feminino
Humanos
Responsável: BR1719.1 - Biblioteca do CPqRR
BR1719.1; 579.25, F383a, 2015


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Id: lil-760551
Autor: Ferreira, Jorge Gomes Goulart.
Título: Análise de alterações na expressão de genes relacionados com a imunidade inata em células humanas infectadas com Apeu virus / Analysis of changes in the expression of genes related to innate immunity in human cells infected with virus Apeu.
Fonte: Belo Horizonte; s.n; 2015. XV, 79 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Centro de Pesquisas René Rachou para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: A família Bunyaviridae consiste em uma das maiores e mais diversificadas famílias de vírus de RNA, contendo cerca de 350 vírus sorologicamente distintos. O Apeu virus (APEUV) é um vírus da família Bunyaviridae que se destaca por seu grande potencial emergente. Isolado pela primeira no Brasil, este vírus pode causar uma doença que apresenta sintomas semelhantes aos da gripe, como febre alta, dor de cabeça e mialgia, associadas geralmente a náuseas, vômitos, fraqueza e fotofobia. Entretanto, apesar de seu potencial patogênico, pouco se sabe sobre a sua interação com o sistema imunológico humano. Com o objetivo de estudar alguns aspectos da resposta imune, principalmente a reposta inata desencadeada pela infecção do APEUV, a expressão de 19 genes (TLR3, TLR7, TLR8, TLR9, MyD88,IRF3, IRF5, IRF7, IRF9, IRAK4, TRAF3, TRAF6, TICAM1, JUN, ROBO-3(RIG-1),IFIH1(MDA-5), IFNα, IFNβ, IFNy) foi analisada. Para tal, foram feitos ensaios de qPCR baseados na metodologia TaqMan®, utilizando cDNA obtido a partir de RNA total extraído de células mononucleares do sangue periférico (PBMC) e de células A549 (linhagem derivada de carcinoma pulmonar humano), infectadas ou não com APEUV por períodos de 4 ou 8 horas...

Como controles, foram utilizadas células infectadas com o vírus da estomatite vesicular (VSV) como controle positivo de uma infecção por vírus de RNA fita simples, e células tratadas com o mock das amostras de vírus como controle negativo. Os dados obtidos foram analisados em software específico. Nossos resultados indicam que PBMC infectadas com APEUV por 4horas (m.o.i.=1 e m.o.i.=3) induzem um aumento na expressão de TLR9 e IFNβ. Quando quantificada a expressão de genes em células A549 infectadas com APEUV(m.o.i.=1 por 4 horas) comparadas com o mock, verificou-se um aumento da expressão dos genes TLR9, IRF3 e IRF7 e no período de 8 horas, também comparando com o mock, verificou-se aumento de forma significativa na expressão de TLR 9, além de um aumento na expressão de TLR3, TLR7, TRAF3 , IRF7 e IFNβ.Verificamos ainda que, após escolher um gene housekeeping através de método estatístico, células A549 infectadas com APEUV em uma m.o.i.=1, tende a aumentara expressão dos genes IFNβ e TICAM-I, fundamentais na indução de um estado celular antiviral. Estudos posteriores são necessários para a determinação dos mecanismos envolvidos na resposta imune inata humana contra o Apeu virus...
Descritores: Bunyaviridae/isolamento & purificação
Infecções por Vírus de RNA/imunologia
Vírus de RNA/patogenicidade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1719.1 - Biblioteca do CPqRR


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Id: lil-695555
Autor: Santos, Renata Carvalho de Oliveira Pires dos.
Título: Análise eco-epidemiológica longitudinal de hantavírus em populações de roedores silvestres e série histórica da síndrome pulmonar por hantavírus, em Santa Catarina, Brasil / Eco-epidemiological longitudinal analysis of hantavirus in wild rodent populations and historical series of hantavirus pulmonary syndrome in Santa Catarina, Brazil.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 2012. xvi,203 p. graf, mapas, tab, ilus.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Instituto Oswaldo Cruz para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: O Estado de Santa Catarina ocupa o segundo lugar em número de notificações da Síndrome Pulmonar por Hantavírus (SPH) no Brasil, indicando uma intensa circulação de hantavírus em roedores silvestres naquela região, cuja taxa de mortalidade é de aproximadamente 27%, menor do que a observada no resto do país (~40%). A finalidade deste estudo foi a de ampliar nosso conhecimento dos hospedeiros roedores e da diversidade genética dos hantavírus circulantes no Meio-Oeste de Santa Catarina, área de maior prevalência de SPH no Estado, e analisar sua relação filogenética com outros hantavírus descritos. Em paralelo, foi conduzido um estudo retrospectivo de casos de SPH desde o primeiro relato no Estado em 1999 buscando avaliar as características clínicas, epidemiológicas e laboratoriais dos pacientes, além da caracterização molecular dos hantavírus detectados em seis casos humanos procedentes do oeste catarinense. Neste primeiro estudo longitudinal de infecção por hantavírus em roedores silvestres no Brasil, foram compilados dados referentes às dez expedições de campo realizadas entre o período de Março de 2004 e Dezembro de 2006 no município de Jaborá. Oligoryzomys nigripes e Akodon montensis foram as espécies de roedores mais abundantes, correspondendo a mais de 90% das infecções por hantavírus, segundo ensaio imunoenzimático (EIE). Ambas as espécies apresentaram um padrão sazonal cíclico com picos populacionais relacionados com o período mais frio do ano, comprovando a influência negativa da temperatura no tamanho da população e a sua relação com a frequência de fêmeas reprodutivas. Análises filogenéticas com base nas sequências nucleotídicas de fragmentos do segmento S e M do genoma viral confirmaram a cocirculação dos virus Juquitiba (JUQV) nas espécies de roedores Oligoryzomys nigripes e Thaptomys nigrita e Jaborá (JABV) em Akodon paranaensis e Akodon montensis, este último identificado primeiramente neste estudo. A frequência das características clínicas, laboratoriais e epidemiológicas dos 251 casos notificados no Estado está de acordo com a observada na literatura. Uma doença associada essencialmente à atividade rural e que acomete, predominantemente, indivíduos do sexo masculino. A análise genética confirmou que JUQV foi o único genotipo de hantavírus identificado nos casos de SPH. Apesar das limitações de nosso modelo de estudo, os resultados sugerem que existe resposta ao tratamento por ribavirina nos indivíduos afetados com SPH e que as maiores incidências de casos de SPH registrados em 2004 e 2006 poderiam estar associada com evento de floração das taquaras e "ratada", um fenômeno de surtos populacionais de roedores.
Descritores: Bunyaviridae
Hantavirus
Síndrome Pulmonar por Hantavirus
Febre Hemorrágica com Síndrome Renal
Roedores
Limites: Animais
Ratos
Responsável: BR15.1 - Biblioteca de Ciências Biomédicas
BR15.1


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Vasconcelos, Pedro Fernando da Costa
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Id: lil-527812
Autor: Nunes, Marcio Roberto Teixeira; Vasconcelos, Helena Baldez; Medeiros, Daniele Barbosa de Almeida; Rodrigues, Sueli Gerreiro; Azevedo, Raimunda do Socorro da Silva; Chiang, Jannifer Oliveira; Martins, Livia Carício; Vasconcelos, Pedro Fernando da Costa.
Título: A febre do Oropouche: uma revisão dos aspectos epidemiológicos e moleculares na Amazônia brasileira / Oropouche fever: an overview of the epidemiological and molecular aspects in the brazilian Amazon region
Fonte: Cad. saúde colet., (Rio J.);15(3):303-318, jul.-set. 2007. mapas, tab.
Idioma: pt.
Resumo: O vírus Oropouche (VORO Bunyaviridae, Orthobunyavirus) é um dos mais importantes arbovírus que infectam humanos na Amazônia Brasileira, sendo o agente causador da febre do Oropouche. Entre os anos de 1961 e 2006, um grande número de epidemias foi registrado em diferentes centros urbanos do estado do Pará (Belém, Santa Isabel, Castanhal, Santarém, Oriximiná, Serra Pelada, zona Bragantina - Igarapé Açu, Maracanã e Magalhães Barata), do Amazonas (Manaus e Barcelos), Acre (Xapuri), Amapá (Mazagão), Maranhão (Porto Franco), Tocantins (Tocantinópolis) e Rondônia (Ariquemes e Oro Preto D'Oeste). Estudos moleculares têm demonstrado a presença de pelo menos três linhagens distintas do VORO na Amazônia Brasileira (genótipos I, II e III), sendo os genótipos I e II os mais frequentemente encontrados em regiões da Amazônia ocidental e oriental, respectivamente. O genótipo III do VORO, previamente encontrado somente no Paraná, foi recentemente descrito na região Sudeste do Brasil. A associação de dados epidemiológicos e moleculares vêm contribuindo substancialmente para a caracterização das cepas do VORO isoladas durante epidemias, no período de pelo menos quatro décadas, bem como permitindo um melhor entendimento a respeito da epidemiologia molecular do VORO no que tange à emergência de novas linhagens genéticas e à dinâmica evolutiva desse arbovírus nas Américas e principalmente na Amazônia Brasileira. Este trabalho tem por objetivo apresentar uma revisão dos aspectos epidemiológicos e moleculares do VORO enfatizando sua distribuição, a dinâmica das epidemias ocorridas entre 1961 e 2006, bem como a dispersão de diferentes genótipos no Brasil.
Descritores: Ecossistema Amazônico
Arbovirus
Bunyaviridae
Epidemiologia Molecular
-Brasil
Limites: Humanos
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência


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Id: lil-503697
Autor: Acevedo, María de los Ángeles; Arrivillaga, Jazzmín.
Título: Eco-epidemiología de flebovirus (Bunyaviridae, Phlebovirus) transmitidos por flebótomos (Psychodidae, Phlebotominae) / Eco-epidemiology of phlebovirus (Bunyaviridae, Phlebovirus) transmitted by phlebotomus (Phychodidae, Phlebotominae)
Fonte: Bol. malariol. salud ambient;48(1):3-16, ene.-jul. 2008.
Idioma: es.
Resumo: En la actualidad la emergencia y re-emergencia de nuevos arbovirus es de gran importancia en salud pública. El género Phlebovirus (Bunyaviridae) es parte importante de este grupo de virus constituido en la actualidad por 68 serotipos. La infección causada por Phlebovirus origina una clínica comúnmente compuesta por fiebre, dolor de cabeza y malestar general; rara vez se presentan meningitis o meningoencefalitis, conocida por sus síntomas como la “fiebre del flebótomo”. Estos virus son transmitidos principalmente por dípteros de los géneros Phlebotomus y Lutzomyia de la familia Psychodidae. La dinámica poblacional de los flebovirus indica que su presencia está íntimamente asociada con los sitios donde se encuentra el vector, distribuido en zonas de Asia, África y Europa entre 20° y 45° de latitud, así como en las Américas asociado principalmente a zonas boscosas. Las hembras de estos géneros son hematófagas y capaces de transmitir el virus transovarialmente, por tanto el ciclo del mismo no se encuentra limitado a la transmisión hospedador-reservoriovector, aunado a esto, las larvas de cuarto instar en diapausa mantienen su capacidad infectiva. Actualmente, el diagnóstico se puede realizar por diversas técnicas serológicas y moleculares para algunos virus del grupo, pero dado que éstas no se realizan con frecuencia, los casos suelen pasar desapercibidos.
Descritores: Arbovirus
Bunyaviridae
Febre por Flebótomos/epidemiologia
Phlebotomus
Phlebovirus
Psychodidae
-Epidemiologia
Saúde Pública
Venezuela
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Id: lil-472713
Autor: Mattar, Salim; Puerta, Henry; Peña, José.
Título: Hantavirus y otros virus hemorrágicos / Hantavirus and other henorrhagic virus
Fonte: CES med;21(supl.1):21-40, ene.-jun. 2007. tab.
Idioma: es.
Resumo: Las fiebres hemorrágicas virales (FHV) han sido la causa de alias tasas de morbilidad y mortalidad alrededor del mundo. El termino fiebre hemorrágica viral (FHV) describe un síndrome caracterizado por la presencia de fiebre y hemorragias, causado por virus pertenecientes a distintas familias (Filoviridae, Arenaviridae, Bunyaviridae y Flaviviridae), y transmitidos al hombre por artrópodos (mosquitos y garrapatas), reservorios vertebrados, e incluso por transmisión directa. Los virus hemorrágicos causan una infección aguda con una sintomatología inespecífica, que se vuelve mas característica en las fases tardías de la enfermedad cuando se produce el fallo orgánico que puede conducir a la muerte. Dos grupos importantes de virus de ARN pertenecientes a la familia arenaviridae y Bunyaviridae (género Hantavirus) son la causa principal de las fiebres hemorrágicas transmitidas por roedores. El genero Hantavirus identificado como agente etiológico de la Fiebre Hemorrágica con Síndrome Renal en Asia y Europa, y del Síndrome Cardiopulmonar por Hantavirus en Las Américas, lo constituye un grupo de virus transmitidos por roedores. Los arenavirus son patógenos transmitidos por roedores identificados como una causa importante de fiebres hemorrágicas en África y Sur América, se agrupan en dos grandes complejos: Arenavirus del Viejo Mundo o complejo Linfocoriomeningitis, y Arenavirus del Nuevo Mundo o complejo Tacaribe, que comprende 3 grupos: A, B y C. Actualmente, el dengue causa más enfermedades y muertes que cualquier otro Arbovirus en seres humanos. Cada ano, un estimado de 100 millones de casos de fiebre por dengue y algunos cientos de miles de fiebre hemorrágica por dengue ocurren en todo el mundo. Hasta la fecha, cuatro serotipos virales de dengue han sido descritos: el DEN-1, DEN-2, DEN-3 y DEN-4. El virus de la fiebre amarilla es el prototipo de la familia Fiaviviridae, y fue la primera fiebre hemorrágica descrita. Es endémica y epidémica en 33 países del África Su.
Descritores: Arbovirus
Arenavirus
Bunyaviridae
Flaviviridae
Dengue Grave
Hantavirus
Febres Hemorrágicas Virais
-Vírus da Dengue
Ebolavirus
Síndrome Pulmonar por Hantavirus
Marburgvirus
Febre Amarela
Limites: Adolescente
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CO83.1 - Biblioteca Fundadores


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Texto completo SciELO Brasil
Souza, Wanderley de
Texto completo
Id: lil-307965
Autor: Wanzeller, Ana Lm; Diniz, José Ap; Gomes, Maria Lc; Cruz, Ana Cr; Soares, Manoel Cp; Souza, Wanderley de; Rosa, Amélia Pa Travassos da; Vasconcelos, Pedro Fc.
Título: Ultrastructural, Antigenic and Physicochemical Characterization of the Mojuí dos Campos (Bunyavirus) Isolated from Bat in the Brazilian Amazon Region
Fonte: Mem. Inst. Oswaldo Cruz;97(3):307-311, Apr. 2002. ilus.
Idioma: en.
Resumo: The Mojuí dos Campos virus (MDCV) was isolated from the blood of an unidentified bat (Chiroptera) captured in Mojuí dos Campos, Santarém, State of Pará, Brazil, in 1975 and considerated to be antigenically different from other 102 arboviruses belonging to several antigenic groups isolated in the Amazon region or another region by complement fixation tests. The objective of this work was to develop a morphologic, an antigenic and physicochemical characterization of this virus. MDCV produces cytopathic effect in Vero cells, 24 h post-infection (p.i), and the degree of cellular destruction increases after a few hours. Negative staining electron microscopy of the supernatant of Vero cell cultures showed the presence of coated viral particles with a diameter of around 98 nm. Ultrathin sections of Vero cells, and brain and liver of newborn mice infected with MDCV showed an assembly of the viral particles into the Golgi vesicles. The synthesis kinetics of the proteins for MDCV were similar to that observed for other bunyaviruses, and viral proteins could be detected as early as 6 h p.i. Our results reinforce the original studies which had classified MDCV in the family Bunyaviridae, genus Bunyavirus as an ungrouped virus, and it may represent the prototype of a new serogroup
Descritores: Bunyaviridae
Quirópteros
-Brasil
Bunyaviridae
Infecções por Bunyaviridae
Chlorocebus aethiops
Proteínas Quinases
Células Vero
Limites: Animais
Camundongos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-272865
Autor: Figueiredo, Luiz Tadeu M.
Título: Vírus brasileiros da família Bunyaviridae / Brazilian viruses in the family Bunyaviridae
Fonte: Medicina (Ribeiräo Preto);32(2):154-8, abr.-jun. 1999.
Idioma: pt.
Resumo: Os vírus brasileiros da família Bunyaviridae säo vírus RNA, isolados principalmente na Regiäo Amazônica, pertencentes aos gêneros Bunyavirus, Hantavirus e Phlebovirus. A grande maioria destes vírus säo transmitidos por mosquitos e flebótomos, exceto os Hantavirus que têm transmissäo relacionada à inalaçäo de aerossóis dos excretas de roedores. A estrutura, a composiçäo e o mecanismo de replicaçäo dos Bunyaviridae säo brevemente revistos neste trabalho. Também, säo analisados aspectos epidemiológicos e clínicos das doenças causadas pelos seguintes Bunyaviridae brasileiros: Oropouche, Apeú, Caraparu, Marituba, Guaroa, Tacaiuma, Guamá, Maguari, Candiru e Hantavirus.
Descritores: Bunyaviridae
-Brasil
Infecções por Bunyaviridae/epidemiologia
Limites: Animais
Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR26.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-248898
Autor: Sabattini, Marta S; Aviles, Gabriela; Monath, Thomas O.
Título: Historical, Epidemiological and Ecological Aspects of Arboviruses in Argentina: Flaviviridae, Bunyaviridae and Rhabdoviridae
Fonte: In: Travassos da Rosa, Amelia P. A; Vasconcelos, Pedro F. C; Travassos da Rosa, Jorge F. S. An Overview of Arbovirology in Brazil and Neighbouring Countries. Belem, Instituto Evandro Chagas, 1998. p.113-34, tab.
Idioma: en.
Resumo: This is a review of the arboviruses in Argentina belonging to families Flaviviridae, Bunyaviridae and Rhabdoviridae. Of the many viruses beloging to these families, the flavivirus St. Louis encephalitis (SLE), has been most intensively studies. SLE virus strains have been recovered from three sources: 2 strains from humans with an undifferentiated, febrile disease; 6 from mosquitoes; and 2 from rodents. The viruses recovered from rodents are attenuated and those from mosquitoes are virulent based on a neuroinvasiveness test in mice; the degree of virulence of the mosquito strains remain to be analyzed. Serological surveys indicate a wide distribution and endemicity of SLE virus in the temperate and subtropical areas (central and northern Argentina), but no data are available from the Andean region or from the South. The virulent SLE virus strains appear to be transmitted between Culex (Cx.) spp., from which they were isolated, and wild birds, based on antibody prevalence. A urban cycle may involve Cx. quinquefasciatus (source of a viral isolate and a competent experimental vector) and abundant birds (house sparrows, doves, and/or chickens), chickens are experimentally competent host species. Despite similarities in the ecology of SLE between Argentina and North America, urban outbreaks of SLE have not recognized. Possible explanations for this discrepancy include virus strain differences in virulence, ecologic factors determining the rate os virus transmission, and the lack of disease recognition and specific laboratory diagnosisof human meningoencephalitis. The transmission cycle of attenuated SLE virus strains isolated from rodents has not been studied. Ilheus virus has been isolated only once from a human being. The available serological data are difficult to interpret due to cross-reactivity with other flaviviruses, and the ecology and medical importance of this agent remain uncertain. Dengue has not been recognized in Argentina since 1916, although its vector, Aedes aegypti, was not eradicated until 1963. Dengue was previously present in coastal localities of Chaco, Corrientes and Misiones Provinces. Within the last few years, Argentina was reinfested by Ae. aegypti. Although no human cases have yet been reported, outbreaks of dengue in bordering countries (Brazil, Paraguay, Bolovia) since 1986, clearly signal that the country in once again at risk of importation and spread of the viruse
Descritores: Arbovirus/classificação
Bunyaviridae
Flaviviridae
Infecções por Arbovirus/diagnóstico
Infecções por Arbovirus/epidemiologia
Infecções por Arbovirus/imunologia
Rhabdoviridae
-Argentina
Responsável: BR275.1 - Biblioteca
BR275.1


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Id: lil-248891
Autor: Travassos da Rosa, Jorge F. S; Travassos da Rosa, Amelia P. A; Vasconcelos, Pedro F. C; Pinheiro, Francisco; Travassos da Rosa, Elizabeth S; Dias, Leonidas B; Cruz, Ana C. R.
Título: Arboviruses isolated in the Evandro Chagas Institute, including some described for the firs time in the Brazilian Amazon Region, their known host, and their pathology for man
Fonte: In: Travassos da Rosa, Amelia P. A; Vasconcelos, Pedro F. C; Travassos da Rosa, Jorge F. S. An Overview of Arbovirology in Brazil and Neighbouring Countries. Belem, Instituto Evandro Chagas, 1998. p.20-32, ilus.
Idioma: en.
Descritores: Arbovirus
Arenaviridae/isolamento & purificação
Bunyaviridae/isolamento & purificação
Flaviviridae/isolamento & purificação
Reoviridae/isolamento & purificação
Rhabdoviridae/isolamento & purificação
Togaviridae/isolamento & purificação
Responsável: BR275.1 - Biblioteca
BR275.1



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