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Texto completo SciELO Uruguai
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Id: lil-471615
Autor: De Mucio Cedrani, Bremen; Iraola Ferro, Ma. Inés; Laurani, Hilda; Goñi, Natalia; Hortal Palma, Ma. Haydeé.
Título: Primera experiencia nacional de vacunación antiinfluenza en población infantil / First national experience of anti-influenza vaccination in child population
Fonte: Arch. pediatr. Urug;77(3):13-17, oct. 2006. tab.
Idioma: es.
Descritores: Infecções Respiratórias
Vacinas contra Influenza
-Orthomyxoviridae
Uruguai
Limites: Humanos
Lactente
Responsável: UY1.1 - BINAME - Biblioteca Nacional de Medicina


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-899566
Autor: Penteado, Louise Piva; Osório, Cecília Susin; Balbinotto, Antônio; Dalcin, Paulo de Tarso Roth.
Título: Influenza A não H1N1 associada à insuficiência respiratória e à insuficiência renal aguda em paciente com fibrose cística previamente vacinado / Influenza A non-H1N1 associated with acute respiratory failure and acute renal failure in a previously vaccinated cystic fibrosis patient
Fonte: Rev. bras. ter. intensiva;30(1):127-130, jan.-mar. 2018. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMO No período sazonal compreendido entre 2014 e 2015, a maior parte das infecções por influenza decorreu do vírus influenza A H3N2. Mais de dois terços dos vírus influenza A H3N2 circulante eram antigênica e geneticamente diferentes (drift) do componente A H3N2 da vacina da influenza sazonal 2014 - 2015 para os hemisférios norte e sul. O objetivo deste trabalho foi relatar um caso de infecção por influenza A sazonal não H1N1 ocorrido em junho de 2015 em um paciente adulto com fibrose cística com doença pulmonar grave, previamente vacinado com a vacina antigripal trivalente. O paciente evoluiu com insuficiências respiratória e renal (sem rabdomiólise), sendo submetido à ventilação mecânica e à hemodiálise. A evolução clínica foi positiva após 39 dias de permanência hospitalar. Ainda, o paciente permaneceu clinicamente estável após seguimento de 18 meses. Com os avanços recentes na medicina intensiva e no tratamento, a sobrevivência com uma doença pulmonar avançada na fibrose cística apresenta novas questões e problemas potenciais, que ainda estão sendo formulados.

ABSTRACT In the 2014 - 2015 season, most influenza infections were due to A (H3N2) viruses. More than two-thirds of circulating A (H3N2) viruses are antigenically and genetically different (drifted) from the A (H3N2) vaccine component of 2014 - 2015 northern and southern Hemisphere seasonal influenza vaccines. The purpose of this paper is to report a case of seasonal influenza A non-H1N1 infection that occurred in June 2015 in an adult cystic fibrosis patient with severe lung disease previously vaccinated with the anti-flu trivalent vaccine. The patient evolved to respiratory and renal failure (without rhabdomyolysis) and was placed under mechanical ventilation and hemodialysis. The clinical outcome was positive after 39 days of hospital stay. In addition, the patient was clinically stable after 18 months of follow-up. With the recent advances in critical care medicine and in cystic fibrosis treatment, survival with advanced pulmonary disease in cystic fibrosis presents new questions and potential problems, which are still being formulated.
Descritores: Insuficiência Respiratória/virologia
Fibrose Cística/complicações
Influenza Humana/complicações
Lesão Renal Aguda/virologia
-Orthomyxoviridae/isolamento & purificação
Respiração Artificial
Insuficiência Respiratória/terapia
Vacinas contra Influenza/administração & dosagem
Doença Aguda
Seguimentos
Diálise Renal
Influenza Humana/virologia
Lesão Renal Aguda/terapia
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1080936
Autor: Vedovello, Danila.
Título: Diversidade genética dos vírus influenza A detectados em crianças de São Paulo / Genetic diversity of influenza virus A detected in children of São Paulo.
Fonte: São Paulo; s.n; 2011. 215 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Instituto de Biotecnologia.Programa de Pós-Graduação Interunidades em Biotecnologia USP/IPT/Instituto Butantan para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Os vírus Influenza A infectam um largo espectro de hospedeiros e causam epidemias anuais. São vírus com alta variabilidade genética e RNA segmentado, que podem sofrer rearranjos entre os genes de diferentes vírus. Em 2006, foram analisadas 521 amostras de crianças menores de 5 anos atendidas no HU-USP e 25 foram positivas para Influenza A, sendo H3N2 o mais prevalente (68%). Cinco genes de 18 amostras foram seqüenciados e obtivemos 13 sequencias de HA, 12 da NP, 12 de NA, 14 da M e 10 da NS. Verificou-se a presença de várias mutações, especialmente na HA e NA, que favoreceram a substituição da cepa vacinal naquele ano. Todas as amostras H3N2 apresentaram sítios de resistências aos inibidores da M2. Diferentes linhagens circularam no mesmo ano, tanto de H1 como de H3, favorecendo rearranjos entre elas. Foram verificados, também rearranjos envolvendo os genes da HA e NP, indicando o complexo mecanismo de evolução desses vírus e enfatizando a necessidade de monitoramento da circulação e caracterização de seus genes.

Influenza A virus infects a wide range of hosts and cause annual outbreaks. RNA segmented virus has high genetic variability and may have rearrangements between the genes of different viruses. In 2006, 521 samples of children younger than 5 years were analyzed and 25 tested positive for Influenza A virus, of which the subtype H3N2 is the most prevalent (68%). Five genes of 18 samples were sequenced and 13 sequences of HA, 12 of NP, 14 of M and 10 of NS obtained were. The presence of this several mutations, especially in the HA and NA genes probably helped the replacement of the vaccine strain in that year. All H3N2 subtype samples showed points of resistance to M2 inhibitors. The phylogenetic analysis revealed the circulation of different lineages in the same year, for both H1 and H3, and the presence of two rearrangements involving the HA and NP genes. These results indicate the influence of rearrangements in the evolution of the virus and emphasize the need for monitoring of circulation and characterization of genes.
Descritores: Infecções por Orthomyxoviridae/genética
Influenzavirus A/genética
Orthomyxoviridae
Limites: Humanos
Criança
Responsável: BR78.1 - Biblioteca
BR78.1


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Id: biblio-1087250
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica.
Título: Plano brasileiro de preparação para enfrentamento de uma pandemia de Influenza / Brazilian plan to prepare for confrontation of an Influenza pandemic.
Fonte: Brasília; Brasil. Ministério da Saúde; 2020.
Idioma: pt.
Resumo: As mais diversas pandemias passadas deixaram um legado na história com um número significativo de óbitos e de pessoas enfermas. Essa experiência é capaz de mostrar a necessidade de elaboração de Planos de Preparação para Enfrentamento de Pandemias, flexíveis e capazes de dar resposta que o problema requer. Assim, o propósito desta revisão é proporcionar informações relativas a preparação e respostas antes, durante e depois de uma pandemia de influenza, cumprir seu papel na organização do Sistema Único de Saúde, além de servir como guia aos gestores das unidades federadas, subsidiando-os na estratégia para enfrentamento de situações de emergência. O plano contém diretrizes gerais que são essenciais à ação dos serviços de saúde. O processo e as respostas a uma possível pandemia de influenza devem ser mais importantes que os detalhes específicos que podem ser inaplicáveis a uma nova situação. De acordo com essa afirmativa é que procuramos apresentar um plano conciso com a certeza de que uma ameaça ou uma pandemia de influenza aumenta o nível de exigência de necessidade de uma ação integrada. Pelo caráter genérico, o Plano Nacional apresenta orientações gerais necessárias à intervenção não só do setor saúde e específicas, face a uma situação de emergência. A conseqüência, a conveniência e as respostas específicas devem ser continuamente revisadas e atualizadas. De modo geral, o Plano reúne as diretrizes de acordo com os períodos e fases e os planos específicos por área, contendo as medidas e os procedimentos que devem ser adotados, encontram-se anexos sob forma de links.
Descritores: Orthomyxoviridae
Surtos de Doenças
Influenza Humana/prevenção & controle
Influenza Humana/epidemiologia
Vigilância Sanitária Ambiental
-Brasil/epidemiologia
Controle Sanitário de Aeroportos e Aeronaves
Controle Sanitário de Portos e Embarcações
Controle Sanitário de Fronteiras
Comunicação em Saúde/métodos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Guia de Prática Clínica
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1087220
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.
Título: Guia para a Rede Laboratorial de Vigilância de influenza no Brasil / Guide for the Influenza Surveillance Laboratory Network in Brazil.
Fonte: Brasília; Brasil. Ministério da Saúde; 2016. graf, ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: A gripe ou influenza é uma doença infectocontagiosa aguda do trato respiratório, de distribuição global, causada pelo vírus da influenza. Pessoas de todas as idades são susceptíveis a infecção por estes vírus, entretanto, idosos, crianças, gestantes e pessoas com algumas comorbidades (cardiopatas, pneumopatas, hipertensos, diabéticos, obesos mórbidos, entre outros) possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à infecção por influenza, responsável por cerca de meio milhão de óbitos anuais em todo o mundo (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2014). Os vírus da influenza pertencem à família Orthomyxoviridae e possuem genoma de RNA segmentado. Há três tipos de vírus da influenza: A, B e C. O vírus da influenza do tipo C está frequentemente associado a infecções respiratórias brandas, com pouco impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. Os vírus da influenza tipos A e B são responsáveis por epidemias anuais, sendo os vírus da influenza tipo A os responsáveis pelas grandes pandemias. Os vírus da influenza do tipo A são classificados em subtipos de acordo com as diferenças antigênicas das glicoproteínas de superfície, hemaglutinina (HA) e neuraminidase (NA). A proteína HA está associada ao reconhecimento e à infecção das células do trato respiratório, onde o vírus se multiplica; enquanto a proteína NA está envolvida na liberação das partículas virais da superfície das células infectadas (Figura 1). Até o momento, todos os 18 subtipos de HA e 11 de NA descritos foram identificados em aves (exceto H17 e 18, identificados em morcegos), alguns destes afetando também mamíferos (TONG et al., 2013). Entre estes, os subtipos A(H1N1) pdm09 e A(H3N2) circulam amplamente na população humana. Alguns vírus da influenza do tipo A de origem aviária também podem infectar humanos causando doença grave, como no caso do A(H5N1) e A(H7N9).
Descritores: Orthomyxoviridae/isolamento & purificação
Manejo de Espécimes/normas
Influenza Humana/diagnóstico
Influenza Humana/epidemiologia
Vigilância em Saúde Pública
-Brasil
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Guia
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1050465
Autor: Kabbabe, Samir.
Título: La pandemia de Gripe Española de 1918 / The 1918 Spanish flu pandemic
Fonte: Med. interna (Caracas);35(2):59-65, 2019.
Idioma: es.
Descritores: Orthomyxoviridae
Condições Sociais
Influenza Pandêmica, 1918-1919/história
Influenza Pandêmica, 1918-1919/mortalidade
-Saúde Pública
Mortalidade
História da Medicina
Medicina Interna
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Id: biblio-1018773
Autor: Guillén Fariña, Silvana.
Título: Influenza virus / Orthomyxoviridae.
Fonte: Asunción; s.e; 20091100. 36 p. tab.
Idioma: es.
Resumo: EL conocimiento acerca de las estructuras virales ha posibilitado a la humanidad la visión de partículas que se pensaban eran inexistentes. Con la información sobre estructuras víricas podemos interpretar su virulencia y su capacidad para producir enfermedades sobre todo en el caso del virus de la influenza, que puede ser tipo A, B y C pudiéndose dar en cada uno de ellos las combinaciones especificas según hemaglutininas y neuraminidasas, generando así nuevas variantes de virus con características totalmente diferentes a las anteriores; a ello se debe su variabilidad genética. La transmisibilidad entre grupos no solo entre humanos sino también de animales a humanos, produce lo que llamamos epidemia y pandemias que ocurren actualmente a nivel mundial; debido a éstos fenómenos debemos extremar medidas de seguridad, como las vacunaciones a los grupos susceptibles que son los niños y ancianos. No sólo en el hombre pueden darse las combinaciones genéticas que producen nuevas alteraciones sino también en los animales, y de ellos transmitirse a humanos. En base a estos nuevos conocimientos debemos estar alerta ante la presencia de personas portadoras de este virus y proporcionar información pertinente a nuestros pacientes sobre los tipos y la posible complicación a que puedan dar lugar. El objetivo de este trabajo es proporcionar información sobre las características de los virus en general y en forma muy específica del virus de la influenza de manera a conocer su patogenicidad. El propósito del trabajo es proporcionar herramientas para ayudar a establecer medidas que minimicen la posibilidad de transmisión del virus en el consultorio odontológico.
Descritores: Microbiologia
Odontologia
Orthomyxoviridae/patogenicidade
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: PY8.1 - Biblioteca
PY8.1; 617.6, G89i


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-1001882
Autor: Real-Cotto, Jhony Joe; Hernández-Navarro, Marlene Isabel; Jaramillo-Feijoo, Leyda Elizabeth; Guerrero-Lapo, Gilma Esperanza; Ordoñez-Sánchez, Joe Luis; Idrovo-Castro, Katherine Janela.
Título: Conocimientos sobre enfermedades tipo influenza en estudiantes de Medicina de la Universidad de Guayaquil, Ecuador / Knowledge about influenza-like illnesses in medical students at Guayaquil University, Ecuador
Fonte: Edumecentro;11(2):5-18, abr.-jun. 2019. tab.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Fundamento: las enfermedades tipo influenza son de fácil contagio y sus vías de transmisión difíciles de controlar si no son tratadas adecuadamente. Objetivo: determinar los conocimientos que poseen los estudiantes de pregrado y posgrado de la Facultad de Ciencias Médicas de la Universidad de Guayaquil sobre las enfermedades tipo influenza. Métodos: se realizó un estudio descriptivo transversal durante el mes de febrero de 2018. Se utilizaron métodos teóricos: análisis-síntesis e inducción-deducción, y empíricos: la encuesta en forma de cuestionario para indagar sobre el conocimiento de los estudiantes sobre la influenza. Resultados: la totalidad de ellos refirió poseer conocimientos sobre el tema. El 96,32 % de los de pregrado identificaron como más frecuentes la transmisión de tipo viral y el contagio por contacto con persona enferma; mientras en posgrado el 100 % expresó conocimientos al respecto; la complicación habitual más señalada fue la automedicación referida por el 72 % en pregrado y en el posgrado por el 57 %. En relación con las medidas preventivas, manifestaron conocerlas el 87 % y 89 % en el pregrado y posgrado respectivamente. Conclusiones: se comprobó que el grado de conocimientos sobre las enfermedades tipo influenza en cuanto a transmisión, etiología, acciones de protección y medidas preventivas en estos estudiantes de la Facultad de Ciencias Médicas de la Universidad de Guayaquil es aceptable, pero aún persisten algunas carencias identificadas en el estudio realizado.

ABSTRACT Background: influenza is an easily transmitted disease and its way of transmission is difficult to control if it is not properly treated. Objective: to determine the knowledge undergraduate and graduate students have on influenza-like disease at Guayaquil University Medical Sciences Faculty. Methods: a cross-sectional descriptive study was carried out at Guayaquil University Medical Sciences Faculty, during the month of February 2018. Theoretical methods were used: analysis-synthesis and induction-deduction, and empirical methods: the survey in the form of a questionnaire to inquire about students' knowledge on influenza. Results: all the students reported having knowledge on influenza. 96,32 % of the undergraduates identified the transmission of viral type by contact with the sick person as more frequent; in postgraduate studies 100 % expressed knowledge in this regard; the most common complication was self-medication referred by 72 % of undergraduate students in 72 % and in postgraduate students by 57 %. In relation to preventive measures, 87 % and 89 % expressed knowledge in undergraduate and postgraduate respectively. Conclusions: it was found that the degree of knowledge on the influenza-like disease in terms of transmission, etiology, protective actions and preventive measures in these students at Guayaquil University Medical Sciences Faculty is acceptable. There are still some shortcomings identified in the study carried out.
Descritores: Orthomyxoviridae
Estudantes de Medicina
Infecções por Orthomyxoviridae
Educação Médica
Responsável: CU425.1 - Centro Provincial de Información de Ciencias Médicas de Villa Clara


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Texto completo SciELO Brasil
Richtzenhain, Leonardo José
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Id: biblio-889223
Autor: Favaro, Patricia Filippsen; Fernandes, Wilson Roberto; Reischak, Dilmara; Brandão, Paulo Eduardo; Silva, Sheila Oliveira de Souza; Richtzenhain, Leonardo José.
Título: Evolution of equine influenza viruses (H3N8) during a Brazilian outbreak, 2015
Fonte: Braz. j. microbiol;49(2):336-346, Apr.-June 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: FAPESP-Brazil; . CNPq-Brazil; . CAPES/PROEX-Brazil.
Resumo: Abstract Equine influenza is one of the major respiratory infectious diseases in horses. An equine influenza virus outbreak was identified in vaccinated and unvaccinated horses in a veterinary school hospital in São Paulo, SP, Brazil, in September 2015. The twelve equine influenza viruses isolated belonged to Florida Clade 1. The hemagglutinin and neuraminidase amino acid sequences were compared with the recent isolates from North and South America and the World Organisation for Animal Health recommended Florida Clade 1 vaccine strain. The hemagglutinin amino acid sequences had nine substitutions, compared with the vaccine strain. Two of them were in antigenic site A (A138S and G142R), one in antigenic site E (R62K) and another not in antigenic site (K304E). The four substitutions changed the hydrophobicity of hemagglutinin. Three distinct genetic variants were identified during the outbreak. Eleven variants were found in four quasispecies, which suggests the equine influenza virus evolved during the outbreak. The use of an out of date vaccine strain or updated vaccines without the production of protective antibody titers might be the major contributing factors on virus dissemination during this outbreak.
Descritores: Variação Genética
Surtos de Doenças
Infecções por Orthomyxoviridae/veterinária
Evolução Molecular
Vírus da Influenza A Subtipo H3N8/isolamento & purificação
Doenças dos Cavalos/epidemiologia
Doenças dos Cavalos/virologia
-Orthomyxoviridae
Proteínas Virais/genética
Brasil/epidemiologia
Análise de Sequência de DNA
Infecções por Orthomyxoviridae/epidemiologia
Infecções por Orthomyxoviridae/virologia
Glicoproteínas de Hemaglutininação de Vírus da Influenza/genética
Substituição de Aminoácidos
Vírus da Influenza A Subtipo H3N8/classificação
Vírus da Influenza A Subtipo H3N8/genética
Genótipo
Cavalos
Hospitais Veterinários
Neuraminidase/genética
Limites: Animais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1022107
Autor: Santos, K C; Silva, D B; Benega, M A; Paulino, R de S; Silva, E R; Pereira, D dos S; Mussi, A D; Silva, V C; Gubareva, V; Paiva, T M.
Título: Influenza virus surveillance by the Insituto Adolfo Lutz, influenza season 2014: antiviral resistance
Fonte: Rev Inst Med Trop São Paulo;57(1):92-92, 2015.
Idioma: en.
Resumo: Neuraminidase (NA) inhibitors (NAIs) are the only antivirals that are effective for prophylaxis and the treatment of seasonal influenza A and B infections. There are currently two NAIs approved in most countries: oseltamivir (Tamiflu; F. Hoffmann - La Roche) and zanamivir (Relenza; GlaxoSmithKline plc.). The development of drug resistance is a major drawback for any antiviral therapy, and these specific anti-influenza drugs are not excluded from this rule. Thus, the proper use of NAIs and worldwide monitoring for the presence and spread of drug resistant influenza viruses are of the utmost importance. The existence of a global surveillance network for influenza, underpinning vaccine strain selection, is a valuable asset when seeking to track the emergence of antiviral resistance.
Descritores: Antivirais/uso terapêutico
Orthomyxoviridae
Estações do Ano
Brasil
Resistência a Medicamentos
Vigilância da População
Influenza Humana/virologia
Vírus da Influenza A Subtipo H1N1/efeitos dos fármacos
Vírus da Influenza A Subtipo H3N2/efeitos dos fármacos
Responsável: BR91.2 - Centro de Documentação



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