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Id: biblio-994623
Autor: Shimizu, Gabriela Suemi; Hamdar, Farid Bark; Dos-Santos, Claudio Henrique Santana Tavares; Souza, Luiz Augusto Daloia; Parro, Fernando Henrique Sgarbi; Santos Filho, Ivan Dunshee De Abranches Oliveira; Sobral, Christiane Steponavicius; Brechtbühl, Eduard René.
Título: Uso da técnica em "spaghetti" para tratamento cirúrgico do lentigo maligno / Use of the "spaghetti" technique for surgical treatment of lentigo maligna
Fonte: Rev. bras. cir. plást;34(1):151-155, jan.-mar. 2019. ilus.
Idioma: en; pt.
Resumo: O lentigo maligno (LM) é uma forma de melanoma in situ que mais comumente se apresenta como uma mácula de crescimento lentamente progressivo, pigmentada, na face de idosos com pele danificada pelo sol. Esse melanoma in situ tem um risco (30% a 50%) de progressão para lentigo maligno melanoma. A excisão cirúrgica completa da lesão requer margens de pelo menos 10mm, mesmo para lesões in situ. Porém, quando o crescimento de LM ocorre em áreas de implicações estéticas ou funcionais (face, pescoço, solas), a excisão é frequentemente reduzida para preservar estruturas anatômicas importantes e por razões cosméticas. Além disso, as margens periféricas podem ser clinicamente mal definidas e nem sempre pigmentadas, com extensão subestimada e risco de ressecção insuficiente. A "técnica de espaguete", descrita por Gaudy Marqueste, é uma cirurgia estratégica baseada na amostragem de uma faixa de tecido "spaghettilike" para determinar as margens da lesão antes da remoção do tumor. Após a confirmação anatomopatológica de margens livres de neoplasia, a lesão principal central é ressecada, permitindo a reconstrução do defeito no mesmo procedimento, sendo uma alternativa à cirurgia micrográfica de Mohs.(AU)

Lentigo maligna (LM) is a melanoma in situ that commonly presents as a macula with progressive and irregularly pigmented growth, especially in the face of elderly people with sun-damaged skin. This melanoma in situ has a risk (30-50%) of progression to lentigo maligna melanoma. Complete surgical excision of the lesion requires margins of at least 10 mm, even for lesions in situ. However, when the growth of LM occurs in areas of aesthetic or functional implications (face, neck, and soles), the excision is often reduced to preserve important anatomic structures and for cosmetic purposes. Moreover, the peripheral margins may be clinically ill-defined and not always pigmented, and thus, such cases are associated with underestimated extension and risk of insufficient resection. The "spaghetti" technique, described by Gaudy Marqueste, is a strategic surgical approach based on sampling of a range of "spaghetti-like" strips to determine the margins of the lesion prior to removal of the tumor. After the pathological confirmation of neoplasia-free margins, the main central lesion is resected, allowing reconstruction of the defect in the same procedure, as an alternative to Mohs micrographic surgery. (AU)
Descritores: Neoplasias Cutâneas
Sarda Melanótica de Hutchinson/fisiopatologia
Procedimentos Cirúrgicos Reconstrutivos/métodos
Procedimentos Cirúrgicos Nasais/métodos
Melanócitos/patologia
Melanoma/complicações
Melanoma/diagnóstico
-Procedimentos Cirúrgicos Reconstrutivos/métodos
Melanoma/cirurgia
Limites: Seres Humanos
Masculino
Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR32.1 - Serviço de Biblioteca e Informação Biomédica


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Id: lil-726493
Autor: Dinato, Sandra Lopes Mattos e; Grespan, Nayara Zetone; Almeida, José Roberto Paes de; David Filho, Roberto; Ney, Romiti.
Título: Melanoma lentiginoso acral com sinal de Hutchinson: relato de caso / Acral lentiginous melanoma with Hutchinson's sign: case report
Fonte: Diagn. tratamento;19(4):155-158, out. 2014. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMOContexto: O sinal de Hutchinson é o derrame de pigmento melânico periungueal no melanoma ungueal e indica a propagação superficial do tumor. Descrição do caso: Descrevemos o caso de uma paciente negra, de 54 anos, com lesão ungueal há dois anos. Relatou trauma importante nessa região há 40 anos e, posteriormente, há 27 anos. Ao exame dermatológico, foi detectada a presença de unha distrófica com melanoníquia extensa e derrame pigmentar na região subungueal distal. O diagnóstico histológico revelou melanoma lentiginoso acral. Em relação ao diagnóstico do melanoma do aparelho ungueal, Levit e cols. propuseram um sistema para sua detecção, priorizando algumas características, as quais foram agrupadas segundo as letras do alfabeto A, B, C, D, E, F: A (age) - idade, B (nailband) - faixa, C (change) - mudança, D (digit involved) - local envolvido, E (extension) - sinal de Hutchinson e F (family) - história familiar. No caso relatado, cinco letras estavam presentes, o que sugeriu o diagnóstico de melanoma, visto que a precisão diagnóstica é maior quanto maior a somatória de letras. Conclusões: O melanoma lentiginoso acral é um tipo raro de neoplasia maligna, muitas vezes não diagnosticado. O diagnóstico precoce é de grande importância para o tratamento, e, consequentemente, para a sobrevida do paciente.
Descritores: Terapêutica
Sarda Melanótica de Hutchinson
Dermatologia
Melanoma
Doenças da Unha
Limites: Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR12.1 - Biblioteca Setorial da Ciências da Saúde


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Id: lil-784783
Autor: Serra, María; Valente, Enrique; Kurpis, María; Ruiz, Lascano, Alejandro.
Título: Utilidad de la dermatoscopia para el diagnóstico diferencial del lentigo maligno del resto de máculas pigmentadas en rostro / Dermoscopy utility for the differential diagnosis of lentigo maligna from the rest of facial pigmented macules
Fonte: Dermatol. argent;20(1):41-48, 2014. ilus, graf.
Idioma: es.
Resumo: La diferenciación clínica de máculas pigmentadas en rostro puede ser dificultosa. No es raro el diagnóstico de malignidad en lesiones clínicamente triviales. Además, en esta localización la dermatoscopía presenta criterios específicos debido a la histología particular observada en zonas fotoexpuestas. Objetivos: Describir las características dermatoscópicas observadas en máculas pigmentadasen rostro de pacientes vistos en el Servicio de Dermatología del Hospital Privado de Córdoba. Determinar la sensibilidad y especificidad de la dermatoscopía para el diagnósticode máculas pigmentadas en rostro. Investigar la frecuencia de hallazgos sugestivos de lentigo maligno (LM) en otras máculas pigmentadas de la cara.Materiales y Métodos: Se diseñó un estudio de diagnóstico, observacional, transversal, prospectivo y descriptivo. Se incluyeron todos los pacientes mayores de 15 años con máculas pigmentadas en rostro que fueron atendidos en el servicio de Dermatología del Hospital Privado de Córdoba durante el período de un año. Resultados: Se incluyeron 53 pacientes y 56 máculas pigmentadas. Los criterios dermatoscópicos más frecuentes fueron los puntos/glóbulos grises, los puntos/glóbulos oscuros, las áreas homogéneas claras y las aperturas foliculares asimétricas. Los criterios mássensibles y específicos para el diagnóstico de LM fueron las áreas homogéneas oscuras, las líneas oscuras, las aperturas foliculares asimétricas y las estructuras romboidales.Conclusión: No se encontró un único criterio dermatoscópico que sea específico de lentigo maligno/lentigo maligno melanoma (LM/LMM). Se alcanzó una máxima sensibilidady especificidad al combinar 3 ó 4 criterios...
Descritores: Sarda Melanótica de Hutchinson/diagnóstico
Sarda Melanótica de Hutchinson/patologia
-Neoplasias Cutâneas/cirurgia
Neoplasias Cutâneas/diagnóstico
Limites: Seres Humanos
Responsável: AR144.1 - CIBCHACO - Centro de Información Biomedica del Chaco


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Id: lil-784775
Autor: Hansman, Daniela; Gonzáles, Abel; Arizmendi, Carolina Spinelli; Etchichury, Dardo; Creydt, Mercedes; Boó, Mariana; Rivero, Mario; Ferrúa, Celeste.
Título: Cirugía micrográfica de Mohs y técnica del espagueti para melanoma in situ de cabeza y cuello / Melanoma in situ of the head and neck treated with Mohs surgeryor “spaghetti technique”
Fonte: Dermatol. argent;21(4):277-283, 2015. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Antecedentes: el lentigo maligno (LM) es un subtipo de melanoma in situ (MMis) que ocurre en áreas fotoexpuestas de cabeza y cuello (CC) de pacientes añosos. El margen quirúrgico necesario para su resección no fue confirmado por estudios controlados-randomizados.Existen distintas técnicas para el estudio histológico exhaustivo de márgenes: cirugía de Mohs (CMM), slow Mohs (SM), staged excision (SE) y técnica del espagueti (TE). Objetivo: describir las características epidemiológicas, clínicas, tratamiento y evolución de pacientes con MMis-CC tratados por nuestro grupo con CMM y TE. Diseño: estudio descriptivo, observacional y retrospectivo. Métodos: se analizó edad, sexo, histología, tratamiento y evolución de 103 MMis-CC en 102 pacientes, tratados entre 6/1996 y 6/2014. Resultados: edad promedio: 66 años. Mujeres: 54,4%. Anatomía patológica: LM: 63 y MMis: 40. Tratamiento previo: 25,2%. En 36 casos se empleó CMM (los primeros 20 en tejidos frescos y desde diciembre de 2009 en parafina (SM)). Desde mayo de 2011 (67 casos) se empleó TE. En el 86,4% fue necesaria 1 capa de Mohs, en 10 pacientes: 2 capas, en 3: 3 y en 1: 4. Se conoce la evolución de 101/102 pacientes, media de seguimiento:27,7 meses. A un paciente con lesión muy extensa que no completó la cirugía se lo excluyó del análisis de recidivas. Observamos 1 (0,99%) recidiva. Tasa de control de la enfermedad:99%. Conclusiones: las técnicas con control exhaustivo de márgenes para el tratamiento del MMis-CC son altamente eficaces, permiten preservar tejido sano en zonas de gran importanciafuncional y estética.

Background: lentigomaligna (LM) is a subtype of in situ melanoma (isMM)deberia serMIS. It usually occurs in sun-exposed areas of the head and neck (HN) of elderly patients.Safe surgical margins after removal were not confirmed by randomized and controlledstudies. There are different techniques for histological study of margins: Mohs surgery(MS), slow Mohs (SM), "staged excision" (SE) and spaghetti technique (ST).Objective: to describe epidemiological, clinical, treatment and outcome of patients withisMM-HN treated by our group using MS and ST.Design: descriptive, observational and retrospective study.Methods: we analyzed age, sex, histology, treatment and outcome of 103 isMM-HN in102 patients treated between 6/96 and 6/14.Results: mean age: 66 years. Women: 54.4%. Pathology: LM: 63 and isMM: 40. Previoustreatment:25.2%. MS in 36 cases (the first 20 with fresh tissue technique, and since12/09 with paraffin sections (SM)). Since 5/11 (67 cases) ST was preferred. In 86.4%, 1layer was necessary, 2 layers: 10, 3 layers: 3 and 4 layers: 1 patients. Known evolution:99% (102/103) with a median follow up of 27.7 months. A patient with an extensivelesion did not complete the surgery, and was excluded from the recurrence analysis. Weobserved 1 (0.99%) recurrence. Control of disease rate: 99%.Conclusions: the detailed margin-control techniques for the treatment of LM are highlyeffective, enabling to preserve healthy tissue at high functional and aesthetic importanceareas.
Descritores: Sarda Melanótica de Hutchinson
Lentigo
Cirurgia de Mohs
-Melanoma
Limites: Seres Humanos
Responsável: AR144.1 - CIBCHACO - Centro de Información Biomedica del Chaco


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-759214
Autor: Cengiz, Fatma Pelin; Cengiz, Abdurrahman Bugra; Emiroglu, Nazan; Comert, Ela; Wellenhof, Rainer Hofmann.
Título: Dermoscopic and clinical features of head and neck melanoma
Fonte: An. bras. dermatol;90(4):488-493, July-Aug. 2015. tab, ilus.
Idioma: en.
Resumo: AbstractBACKGROUND:The dermoscopic criteria of extrafacial melanomas are well-known.OBJECTIVE:To determine the frequency of dermatoscopic findings in head and neck melanomas (HNM) and to assess the distinguishing dermoscopic criteria of facial and extrafacial melanoma.METHODS:This observational study included 108 patients with HNM (63% male, mean age 64 years). Participants underwent individual dermoscopic imaging of clinically melanoma. All lesions were excised, and histopathological examination was performed on all specimens.RESULTS:Drawing on histopathological analysis, lentigo maligna melanoma or lentigo maligna was diagnosed in 60 lesions, superficial spreading melanoma in 18, nodular in 10, desmoplastic in 8, superficial spreading melanoma in situ in 12. The most frequent location for head and neck melanoma was the cheek (60 patients, 55.6%). Eight prominent dermatoscopic features were observed in facial melanoma: annular-granular pattern (18%); rhomboidal structures (29%); pseudonetwork (29%); asymmetrical, pigmented, follicular openings (51%); obliterated hair follicles (8%); red rhomboidal structures (18%); increased density of the vascular network (32%); scar-like depigmentation (59%).CONCLUSIONS:HNM has specific dermoscopic features, and classical extrafacial dermoscopic rules are less useful for diagnosis of facial melanoma. In our study, further characteristic dermatoscopic findings were detected in facial melanoma such as low frequencies of irregular dots, 2 or fewer colors in lesions, the presence of pseudonetwork, increased density of the vascular network, red rhomboidal structures, in addition to dermatoscopic findings of extrafacial melanoma. Thus, it is concluded that the prediction and identification of HNM may be evident with the help of these signs.
Descritores: Dermoscopia/métodos
Neoplasias de Cabeça e Pescoço/patologia
Melanoma/patologia
Neoplasias Cutâneas/patologia
-Bochecha/patologia
Sarda Melanótica de Hutchinson/patologia
Limites: Idoso
Feminino
Seres Humanos
Masculino
Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-676245
Autor: Anais Brasileiros de Dermatologia; Bastos Junior, Cesar de Souza; Piñeiro-Maceira, Juan Manuel; Moraes, Fernando Manuel Belles de.
Título: Desmoplastic melanoma associated with an intraepidermal lentiginous lesion: case report and literature review / Melanoma desmoplásico associado a lesão lentiginosa intraepidérmica, com evolução de 10 anos: relato de caso e revisão bibliográfica
Fonte: An. bras. dermatol;88(3):408-412, jun. 2013. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Desmoplastic melanoma tends to present as firm, amelanotic papules. Microscopically, it reveals a proliferation of fusiform cells in the dermis and variable collagen deposition, as well as intraepidermal melanocytic proliferation of lentiginous type in most cases. Biopsy in a 61-year-old white male patient, who had received a diagnosis of lentigo maligna on his face 10 years before, revealed a proliferation of dermal pigmented spindle cells and collagen deposition, reaching the deep reticular dermis, with a lentiginous component. Immunohistochemistry with S-100, Melan-A and WT1 showed positivity, but it was weak with HMB45. Desmoplastic melanoma associated with lentigo maligna was diagnosed. Several authors discuss whether desmoplastic melanoma represents a progression from the lentiginous component or arises "de novo". Desmoplastic melanoma represents a minority of cases of primary cutaneous melanoma (less than 4%). Identification of lentigo maligna indicates that desmoplastic melanoma should be carefully investigated.

Os melanomas desmoplásicos apresentam-se como pápulas amelanóticas firmes; à microscopia exibem proliferação de células fusiformes na derme e variável deposição de colágeno, além de proliferação melanocítica lentiginosa, intraepidérmica, na maioria dos casos. Realizada biópsia de pele de paciente masculino, 61 anos, branco, com diagnóstico de lentigo maligno na face, há 10 anos. O exame histopatológico revela proliferação dérmica de células fusiformes pigmentadas e deposição de colágeno, invadindo até a profundidade da derme reticular, associado a componente lentiginoso; presença de positividade imuno-histoquímica com S-100, Melan-A e WT1, e marcação fraca com HMB45. Diagnóstico de melanoma desmoplásico, associado a lentigo maligno. Existe divergência quanto à origem do melanoma desmoplásico, a partir do componente lentiginoso ou "de novo", na ausência de lentigo associado. O melanoma desmoplásico representa uma minoria dos casos de melanoma cutâneo primário (menos de 4%). A presença de lentigo maligno pode servir de sinal de alerta para possível relação com melanoma desmoplásico.
Descritores: Neoplasias Faciais/patologia
Melanoma/patologia
Neoplasias Cutâneas/patologia
-Biópsia
Neoplasias Faciais/química
Sarda Melanótica de Hutchinson/química
Sarda Melanótica de Hutchinson/patologia
Antígeno MART-1/análise
Melanoma/química
Invasividade Neoplásica
/análise
SACETOLACTATE SYNTHASE PROTEINS/análise
Neoplasias Cutâneas/química
Proteínas WT1/análise
Limites: Seres Humanos
Masculino
Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-676225
Autor: Anais Brasileiros de Dermatologia; Brandão, Flavia Vieira; Pereira, Ana Francisca Junqueira Ribeiro; Gontijo, Bernardo; Bittencourt, Flávia Vasques.
Título: Epidemiological aspects of melanoma at a university hospital dermatology center over a period of 20 years / Aspectos epidemiológicos do melanoma em serviço de dermatologia de hospital universitário em um período de 20 anos
Fonte: An. bras. dermatol;88(3):344-353, jun. 2013. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND: The incidence of melanoma has been steadily rising in past decades. Although it accounts for only 3% of all skin cancers, it is responsible for 75% of deaths. OBJECTIVE: to describe the epidemiological aspects of melanoma in a university hospital setting over a period of 20 years. METHODS: A total of 166 patients were analyzed between January 1990 and January 2010 for clinical and histological variables and correlations between them. A 5% level of significance was adopted. RESULTS: The majority of patients were Caucasians (74%), females (61%), with a mean age at diagnosis of 55. The predominant histological type was lentigo maligna/lentigo maligna melanoma (35.7%) and the head and neck was the most affected site (30.7%). Among non-Caucasians, the acral region was the most affected. Most tumors were in situ (41.1%). Growth of the lesion was the most frequent complaint (58.1%) and bleeding was most frequently associated with melanomas with a depth > 4mm. There were seven deaths (4.2%), with a high risk among men, non-Caucasians and those under 20 years of age, with a Breslow's depth > 2mm, with lentiginous acral melanoma and with a history of growth and bleeding. CONCLUSIONS: Our sample differs from most of the studies in the predominant location (head and neck), histological type (lentigo maligna/ lentigo maligna melanoma) and a major risk of death under the age of 20, which could be with a reflex of regional variation. Broader studies are necessary for validation of the results. .

FUNDAMENTOS: A incidência do melanoma cutâneo aumentou nas últimas décadas. Embora represente 3% dos tumores cutâneos, é responsável por 75% dos óbitos. O diagnóstico precoce constitui a principal chance de cura. OBJETIVO: Descrever os aspectos epidemiológicos do melanoma em hospital universitário em 20 anos. MÉTODOS: Avaliaram-se 166 pacientes no período de janeiro de 1990 a janeiro de 2010, quanto s variáveis epidemiológicas, histológicas e óbitos relacionados ao melanoma e suas correlações. Adotou-se nível de significância de 5%. RESULTADOS: A maioria dos pacientes era brancos (74%), mulheres (61%), com média de idade ao diagnóstico de 55 anos. O tipo histológico predominante foi o lentigo maligno/lentigo maligno melanoma (35,7%) e a localização mais frequente foi a cabeça e o pescoço (30,7%). Entre os não-brancos, a região acral foi a mais acometida. Quanto espessura tumoral, a maioria dos melanomas era in situ (41,1%). O crescimento da lesão foi a queixa mais frequente (58%) e o sangramento foi mais associado a melanomas espessos. Ocorreram sete óbitos (4,2%), com maior risco de morte em menores de 20 anos e naqueles com história de sangramento, após análise multivariada. CONCLUSÃO: Esta casuística difere da maioria dos estudos em relação localização (cabeça e pescoço), ao tipo histológico (lentigo maligno/lentigo maligno melanoma) e ao maior risco de óbito em menores de 20 anos, o que pode ser devido variação regional. Estudos mais amplos são necessários para validação destes resultados. .
Descritores: Melanoma/epidemiologia
Neoplasias Cutâneas/epidemiologia
-Distribuição por Idade
Brasil/epidemiologia
Diagnóstico Precoce
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu
Hospitais de Ensino
Sarda Melanótica de Hutchinson/epidemiologia
Incidência
Análise Multivariada
Fatores de Risco
Distribuição por Sexo
Pigmentação da Pele
Fatores de Tempo
Limites: Adolescente
Adulto
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Criança
Pré-Escolar
Feminino
Seres Humanos
Lactente
Masculino
Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-671774
Autor: Bravo, Erick A; Paúcar, Silvia; Paredes, Guido; Delgado, Víctor.
Título: Melanoma subungueal in situ: reporte de dos casos / Subungual melanoma in situ: report of two cases
Fonte: Dermatol. peru;21(3):134-136, jul.-sept. 2011. ilus.
Idioma: es.
Resumo: El melanoma subungueal es un tipo infrecuente de melanoma lentiginoso acral, con una proporción media de 0.7%a 3,5%, más frecuente en personas con fototipo de piel oscuras. Se presentan dos casos de melanoma subungueal insitu atendidos en el servicio de Dermatología del Hospital Nacional PNP æLuis N. SáenzÆ, Lima, Perú. El primer caso corresponde a una paciente de 60 años, con tiempo de enfermedad de cinco años caracterizado por melanoniquia y signo de Hutchinson en el primer dedo de la mano derecha. El segundo caso es de un paciente de 59 años, con tiempo de enfermedad de cuatro años, caracterizado por cambio progresivo de coloración de la uña del segundo dedo de maño derecha. La histopatología informó en ambos pacientes el diagnóstico de melanoma in situ, y ambos pacientes fueron sometidos a amputación de la falange distal.

Subungual melanoma is an infrequent type of Lentiginous acral melanoma, with a media proportion of 0,7% to 3,5%, more frequent in dark-skinned fototypes. We present two cases of subungual melanoma attended at Dermatology Service of Hospital Nacional PNP æLuis N. SaenzÆ, Lima, Peru. The first is a 60 years-old female,with a lesion for the past 5 years, characterized by melanonychia and HutchinsonÆs sign of the first right finger. The second one is a 59 years-old patient with progressive change in coloration of the nail for the past 4 years, in the second finger of his right hand. The histopathology informed that both patients had the diagnosis of melanoma in situ, and both of them under went surgical removal of the distal phalanx.
Descritores: Sarda Melanótica de Hutchinson
Ilustração Médica
Melanoma
Unhas/patologia
-Relatos de Casos
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Id: lil-652061
Autor: Ariza, Santiago Andrés; Acosta de Hart, Alvaro.
Título: Léntigo maligno: clínica, histopatología y tratamiento: [revisión] / Lentigo maligna: clinical - histopathological features and treatment: [review]
Fonte: Rev. Asoc. Colomb. Dermatol. Cir. Dermatol;16(2), jun. 2008. ilus, tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: El léntigo maligno es un melanoma in situ y representa la lesión precursora del léntigo maligno melanoma, la forma invasora de este tumor. El léntigo maligno tiene unas características especiales que lo diferencian de las otras variantes del melanoma in situ, tanto en su presentación clínica como en su apariencia histológica y en su comportamiento biológico. El conocimiento de cada uno de estos aspectos de la biología tumoral permite al médico tratante la elección de la mejor alternativa terapéutica en cada caso.
Descritores: Sarda Melanótica de Hutchinson
Sarda Melanótica de Hutchinson/cirurgia
Sarda Melanótica de Hutchinson/patologia
Sarda Melanótica de Hutchinson/terapia
Neoplasias Cutâneas
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CO176.1 - Biblioteca Jorge Bejarano


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Id: lil-652011
Autor: Cruz-Roa, Ángel; Sarmiento, Ladys; Caldas, María Leonor; Rodríguez, Gerzaín.
Título: Cuantificación de los melanocitos en la piel facial: otra ayuda para evaluar los bordes de resección del melanoma / Quantification of melanocytes in facial skin: another help for evaluation of resection borders of melanoma
Fonte: Rev. Asoc. Colomb. Dermatol. Cir. Dermatol;17(3), sept. 2009. tab, graf, ilus.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Los melanocitos epidérmicos están ampliamente separados entre sí, rodeados por un halo; son de citoplasma claro y núcleo picnótico, más pequeño que el de los queratocitos. En la cara es difícil diferenciar entre los cambios por exposición solar y un melanoma in situ, así como establecer si los bordes de resección de un melanoma in situ tienen tumor o si los melanocitos presentes sólo tienen cambios por el sol. Objetivo: Cuantificar el número de melanocitos en adultos normales y en los bordes de resección sin tumor, de carcinomas basocelulares y de melanomas in situ de la piel malar. Materiales y métodos: Se estudiaron veinticinco especímenes de piel tipo I-II de la mejilla de adultos mayores de 40 años, siete de autopsias de hombres, once de los bordes de carcinomas basocelulares y siete de los bordes de resección de melanomas in situ, libres de tumor. Con la coloración de hematoxilina-eosina, tres observadores contaron los melanocitos basales por milímetro lineal en cada espécimen, usando un fotomicroscopio Axiophot Zeiss. Resultados: En un milímetro lineal (3 campos de 40X), el número de melanocitos fue de 18±3 en la piel normal, de 22±7 en los bordes del carcinoma basocelular y de 30±9 en los del melanoma in situ. Conclusiones: El número máximo de melanocitos en un campo de 40X en los tejidos estudiados no debe exceder de 7,5±4 (30 melanocitos) por mm lineal. Un número mayor es una alerta que debe unirse a otros cambios para determinar si hay persistencia de melanoma in situ.
Descritores: Carcinoma Basocelular
Sarda Melanótica de Hutchinson
Melanócitos
Melanoma
Responsável: CO176.1 - Biblioteca Jorge Bejarano



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