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Id: biblio-1289525
Autor: Fernández González, Odenis; Vigoa Aranguren, Lázaro; Rojas Rondón, Irene; Hernández Perugorría, Arianni; Abreu Perdomo, Franklyn Alain.
Título: Características clínicas y patológicas del carcinoma basocelular palpebral / Clinical and pathological characteristics of basal cell eyelid carcinoma
Fonte: Rev. cuba. oftalmol;34(1):e991, 2021. tab.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: Describir las características clínicas y patológicas del carcinoma basocelular. Métodos: Se realizó un estudio descriptivo y retrospectivo de serie de casos en el Servicio de Cirugía Plástica Ocular del Instituto Cubano de Oftalmología "Ramón Pando Ferrer", desde enero del año 2016 a diciembre de 2018. Se incluyeron todos los pacientes con diagnóstico histopatológico posoperatorio de carcinoma basocelular en el período de estudio. La muestra quedó conformada por 54 pacientes y se caracterizó según el año del diagnóstico, la edad, el sexo, el color de la piel, la procedencia, el grado de diferenciación celular, el párpado afectado, la localización palpebral, el diagnóstico preoperatorio y el diagnóstico histopatológico posquirúrgico. Resultados: El 57,4 por ciento de los pacientes fueron del sexo femenino. El grupo más afectado fue el de 60-79 años con el 53,7 por ciento de los casos, con una edad media de presentación de 54,57 años. El 88,9 por ciento de la muestra fueron de piel blanca. En el 79,6 por ciento se afectó el párpado inferior y en el 64,8 por ciento el tercio interno. El 64,8 por ciento fueron carcinoma basocelular poco diferenciados y la concordancia entre el diagnóstico clínico y el histopatológico fue del 85,2 por ciento. Conclusiones: El carcinoma basocelular es más frecuente en el sexo femenino, en los adultos mayores y en los pacientes de piel blanca. En cuanto al grado de diferenciación celular, es poco diferenciado, y se localiza fundamentalmente en el tercio interno del párpado inferior. Existe concordancia entre el diagnóstico clínico y el histopatológico en la mayoría de los pacientes(AU)

Objective: Describe the clinical and pathological characteristics of basal cell carcinoma. Methods: A retrospective descriptive study was conducted of a case series from the Oculoplastic Surgery Service at Ramón Pando Ferrer Cuban Institute of Ophthalmology from January 2016 to December 2018. The study universe was all the patients with a postoperative histopathological diagnosis of basal cell carcinoma in the period analyzed, from whom a sample 54 patients was selected. The variables analyzed were year of diagnosis, age, sex, skin color, place of residence, degree of cell differentiation, eyelid affected, eyelid location, preoperative diagnosis and postsurgical histopathological diagnosis. Results: Of the patients studied, 57.4 percent were female. The most affected age group was 60-79 years with 53.7 percent of the cases and a mean presentation age of 54.57 years. 88.9 percent of the sample had white skin. The lower eyelid was affected in 79.6 percent and the inner third in 64.8 percent. 64.8 percent were poorly differentiated basal cell carcinomas, whereas agreement between clinical and histopathological diagnosis was 85.2 percent. Conclusions: Basal cell carcinoma is more common in the female sex, elderly people and white skin patients. In terms of degree of cell differentiation, it is poorly differentiated, and its main location is the inner third of the lower eyelid. In most patients there is agreement between the clinical and histopathological diagnosis(AU)
Descritores: Neoplasias Cutâneas/epidemiologia
Carcinoma Basocelular/diagnóstico
Neoplasias Palpebrais/diagnóstico
-Carcinoma Basocelular/patologia
Epidemiologia Descritiva
Estudos Retrospectivos
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-1291194
Autor: de Queiroz, Marina Vieira Rodrigues; de Medeiros, Ana Carolina Tardin Rodrigues; Demuner, Talyta Moreira; Sarmenghi, Karina Demoner de Abreu; Miranda, Paulo Bittencourt.
Título: Fibrohistiocitoma maligno de face: uma apresentação rara / Malignant fibrohistiocytoma of face: a rare presentation
Fonte: Diagn. tratamento;26(3):101-4, jul-set. 2021. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: Contexto: O fibrohistiocitoma maligno é um sarcoma de tecidos moles muito agressivo, com rara apresentação limitada à pele e tecido subcutâneo em face. O diagnóstico é anatomopatológico com auxílio da imuno-histoquímica. Descrição do caso: Este artigo relata o caso de um paciente com diagnóstico de fibrohistiocitoma maligno restrito à face com boa resposta terapêutica após exérese cirúrgica. Discussão: Tendo em vista a raridade dessa afecção, dificuldade diagnóstica devido ao quadro inespecífico e com rápida evolução, é importante lembrar desse possível diagnóstico e atuar precocemente. Conclusões: O diagnóstico precoce interfere de forma significativa na evolução do quadro, sendo necessária a manutenção do acompanhamento oncológico e dermatológico com o intuito de detectar precocemente recidivas locais e metástases a distância.
Descritores: Neoplasias Cutâneas
Relatos de Casos
Dermatologia
Histiocitoma Fibroso Maligno
Face
Limites: Humanos
Masculino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR12.1 - Biblioteca Setorial da Ciências da Saúde


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Id: biblio-1291145
Autor: Anjos, Amanda da Silva; Mari, Diego Carvalho Duarte; Vidotti, Brenno Giovanni Hernando; Ertel, Maikele; Terraza, John Carlos Claros; Sfreddo, Bárbara Urnau.
Título: Sítio Metastático Incomum - Metástases Peritoneais em Melanoma Maligno: Relato de Caso / Unusual Metastatic Site - Peritoneal Metastasis in Malignant Melanoma: Case Report / Sitio Metastásico Raro - Metástasis Peritoneales en Melanoma Maligno: Reporte de Caso
Fonte: Rev. bras. cancerol;67(2):e-101239, 2021.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: O melanoma cutâneo é um tumor com grande capacidade de metastização. Um dos quadros possíveis, mas bastante raro, é quando a metástase se aloja em peritônio (carcinomatose peritoneal). Relato do caso: Paciente feminina, 61 anos, encaminhada por massa inguinal esquerda suspeita e lesão hipercrômica de 2 cm, com área de regressão em membro inferior esquerdo. A paciente foi submetida à linfadenectomia inguinal esquerda e ressecção da lesão de pele, que evidenciou melanoma maligno cutâneo extensivo superficial invasor, de espessura de Breslow 1,2 mm, e nível de Clark II, bem como metástase linfonodal. O tratamento adjuvante incluiu radioterapia e quimioterapia. Durante follow-up, oito meses depois, ultrassonografia e tomografia computadorizada de abdome evidenciaram imagem nodular sólida hipoecoica, heterogênea e bosselada, mal definida e mal delimitada em projeção para-aórtica à esquerda, com 12,7x6,7x4,8 cm. Em laparotomia exploradora, encontrou-se massa volumosa retroperitoneal em flanco esquerdo, com envolvimento do ângulo de Treitz e presença de carcinomatose peritoneal. O laudo anatomopatológico evidenciou neoplasia maligna pouco diferenciada epitelioide infiltrativa, compatível com história clínica de melanoma. A paciente evoluiu a óbito após consulta com oncologia clínica. Conclusão:Existem poucos casos de metástase peritoneal de melanoma relatados na literatura. Contudo, deve-se levar em consideração sua possibilidade de ocorrência e as opções terapêuticas disponíveis, além de também compreender seu impacto no prognóstico do paciente. Apesar de rara, a carcinomatose peritoneal deve ser considerada quando pacientes com histórico pessoal de melanoma apresentarem queixas abdominais inespecíficas, como a paciente do caso relatado.

Introduction: Cutaneous melanoma is a tumor with great capacity for metastasis. One of the possible but quite rare scenarios is when the metastasis is lodged in the peritoneum (peritoneal carcinomatosis). Case report:61-year-old female patient, referred by a suspected left inguinal mass and 2 cm hyperchromic lesion, with regression area in the left lower limb. The patient underwent left inguinal lymphadenectomy and resection of the skin lesion, which revealed invasive extensive superficial cutaneous malignant melanoma, Breslow depth 1.2 mm and Clark II level, as well as lymph node metastasis. Adjuvant treatment included radiotherapy and chemotherapy. During follow-up, 8 months later, abdominal ultrasound and computed tomography showed hypoechoic, heterogeneous, and beveled solid nodular image, poorly defined and delimited in left para-aortic projection, with 12.7x6.7x4.8 cm. In exploratory laparotomy, a large retroperitoneal mass was found on the left flank, involving the Treitz angle, and revealed the presence of peritoneal carcinomatosis. The anatomopathological report showed a poorly differentiated malignant infiltrative epithelioid neoplasm, compatible with the clinical history of melanoma. The patient died after consultation with clinical oncology. Conclusion: There are few cases of peritoneal metastasis of melanoma reported in the literature. However, its possibility of occurrence and the therapeutic options available must be taken into account, in addition to understanding its impact on the patient's prognosis. Although rare, peritoneal carcinomatosis should be considered when patients with a personal history of melanoma have non-specific abdominal complaints, such as the patient in the case reported.

Introducción: El melanoma cutáneo es un tumor con gran capacidad de metástasis. Una de las situaciones posibles, pero bastante rara, es cuando la metástasis se aloja en el peritoneo. Relato del caso: paciente femenina de 61 años, remitida por sospecha de masa inguinal izquierda y lesión hipercrómica de 2 cm, con área de regresión, en miembro inferior izquierdo. La paciente fue sometida a linfadenectomía inguinal izquierda y resección de la lesión cutánea, que demonstró melanoma maligno cutáneo superficial extenso invasivo, Breslow 1,2 mm y nivel de Clark II, así como metástasis ganglionares. El tratamiento adyuvante incluyó radioterapia y quimioterapia. Durante el seguimiento, 8 meses después, la ecografía y la tomografía computarizada de abdomen mostraron una imagen nodular sólida hipoecoica, heterogénea y biselada, mal definida y delimitada en proyección para-aórtica izquierda, con 12,7x6,7x4,8 cm. En la laparotomía exploradora se encontró una gran masa retroperitoneal en el flanco izquierdo, involucrando el ángulo de Treitz y presencia de carcinomatosis peritoneal. El informe anatomopatológico mostró una neoplasia epitelioide infiltrativa maligna mal diferenciada, compatible con la historia clínica de melanoma. El paciente falleció tras consulta con oncología clínica. Conclusión: Hay pocos casos de metástasis peritoneal de melanoma reportados en la literatura. Sin embargo, se debe tener en cuenta su posibilidad de ocurrencia y las opciones terapéuticas disponibles, además de comprender su impacto en el pronóstico del paciente. Aunque es poco común, la carcinomatosis peritoneal debe considerarse cuando los pacientes con antecedentes personales de melanoma tienen molestias abdominales inespecíficas, como la paciente del caso.
Descritores: Neoplasias Peritoneais/secundário
Neoplasias Cutâneas/diagnóstico
Melanoma/diagnóstico
-Neoplasias Peritoneais/diagnóstico
Neoplasias Peritoneais/terapia
Metástase Neoplásica
Limites: Humanos
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR440.1 - Biblioteca Geraldo Matos de Sá . Hospital do Câncer I


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Id: biblio-957892
Autor: Loverno, Marcelo L; Palmisano, Ezequiel M.
Título: Carcinoma espinocelular gigante de ombligo / Gigant squeamous cell carcinoma of the navel
Fonte: Rev. argent. cir;108(4):1-10, dic. 2016. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Neoplasias Cutâneas/cirurgia
Carcinoma de Células Escamosas/cirurgia
-Úlcera/complicações
Umbigo/cirurgia
Umbigo/diagnóstico por imagem
Tomografia Computadorizada por Raios X
Limites: Humanos
Masculino
Idoso de 80 Anos ou mais
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Carta
Responsável: AR144.1 - CIBCHACO - Centro de Información Biomedica del Chaco


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Id: biblio-1284421
Autor: Posso Ruiz, Diana Verónica; Bautista Ponce, Mayra Alejandra.
Título: Histopatología, inmunohistoquímica y metástasis en pacientes con carcinoma basocelular: Revisión Narrativa / Histopathology, immunohistochemistry, and metas-tasis in patients with basal cell carcinoma: A bibliographic review / Histopatologia, imunohistoquímica e metástases em pacientes com carcinoma basocelular: revisão narrativa
Fonte: Oncol. (Guayaquil) = Oncol. (Guayaquil);31(2):93-103, 31 de agosto 2021.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: El carcinoma basocelular (CBC)es una de las neoplasias más comunes de la piel. En nuestro país, por su localización, representa una entidad patológica de gran importancia, por la radiación ultravioleta elevada, que es inversamente proporcional a la latitud geográfica en la que nos encontramos en Ecuador. El objetivo del presente trabajo es revisar las características claves que distinguen al Carcinoma basocelular, y actualizar los conocimientos, incluyendo la evidencia disponible en hallazgos histopatológicos, marcadores de inmunohistoquímica y metástasis en esta patología

Introduction: Basal cell carcinoma BCC is one of the most common skin neoplasms. In our country, because of its location, it represents a pathological entity of great importance, due to the high ultraviolet radiation, that is inversely proportional to the geographical latitude we are in Ecuador. This paper objective is to review the key features that distinguish basal cellcarcinoma, and update knowledge, including the available evidence on histopathological findings, immunohistochemical markers and metastasis in this pathology.

Introdução: Carcinoma basocelular O CBC é uma das neoplasias cutâneas mais comuns. Em nosso país, por sua localização, representa uma entidade patológica de grande importância, devido à alta radiação ultravioleta, que é inversamente proporcional à latitude geográfica em que nos encontramos no Equador. O objetivo deste artigo é revisar as principais características que distinguem o carcinoma basocelular e atualizar o conhecimento, incluindo as evidências disponíveis sobre achados histopatológicos, marcadores imunohistoquímicos e metástases nessa patologia.
Descritores: Imuno-Histoquímica
Carcinoma Basocelular
-Neoplasias Cutâneas
Patologia Molecular
Metástase Neoplásica
Limites: Humanos
Adulto
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: EC104.1 - Biblioteca


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Id: biblio-1284409
Autor: Lara Pérez, Loreto; Morales Leal, Marianela; Berroeta Mauriziano, Daniela; Elgueta Valencia, Nicole.
Título: Melanoma amelanótico acral en un paciente diabético / Acral amelanotic melanoma in a diabetic patient
Fonte: Rev. méd. Maule;33(1):46-49, jun. 2017. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Melanoma is one of the most aggressive and worse prognosis tumors. Early diagnosis is essential to offer therapeutic alternatives. Presentation may be variable. Within these the amelanotic melanoma form. We present the case of a patient treated at the ¨Hospital Regional de Talca¨, with an unclear diagnosis of melanoma at a first moment given the characteristics and location of the lesion, the history of trauma and the patient comorbidities, which after biopsy and immunohistochemical analysis, the diagnosis of amelanotic melanoma is possible.
Descritores: Neoplasias Cutâneas/patologia
Melanoma Amelanótico/patologia
Doenças do Pé/patologia
-Neoplasias Cutâneas/diagnóstico
Biópsia
Melanoma Amelanótico/diagnóstico
Dermoscopia
Diagnóstico Tardio
Limites: Humanos
Masculino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-833529
Autor: Argentina. Ministerio de Salud. Dirección de Calidad de los Servicios de Salud.
Título: Informe rápido de contexto: características y prevalencia de la epidermolisis bullosa o ampollar / Rapid context report: characteristics and prevalence of epidermolysis bullosa or blistering.
Fonte: s.l; s.n; [2012].
Idioma: es.
Resumo: Las autoridades del MINISTERIO DE SALUD DE LA NACION solicitan datos sobre prevalencia, carga de enfermedad y clasificación de la Epidermolisis Bullosa o Ampollar, y sobre programas específicos relacionados. Cuáles son las características de la Epidermolisis Ampollar. A cuántos pacientes afecta. Dentro de qué grupo de enfermedades puede clasificarse? ¿Existen programas o actividades específicas en otros países en relación a la enfermedad.Se realizó una búsqueda en las bases de datos bibliográficas (Trip Data Base, BVS), en bases de datos de literatura médica (Pubmed, Lilacs, Cochrane Data Base), agencias de evaluación de tecnologías sanitarias, agencias nacionales e internacionales reguladoras y sistemas nacionales de salud. Se utilizaron como palabras clave "epidermólisis bullosa" "epidermólisis ampollar" " epidemiologia" "incidencia" y "prevalencia (en castellano e inglés).Se utilizaron como criterios de inclusión textos en inglés y español, a los que se pueda tener acceso a texto completo, publicados entre 2005 y 2011. Se consultaron las bases de datos "legisalud" y otras para recabar las normas nacionales. Se excluyeron textos en otro idioma, los que no se pudiera acceder a texto completo y los anteriores a 2005. Se priorizó la inclusión de evaluación de tecnologías sanitarias, revisiones sistemáticas y meta análisis, informes de prevalencia y epidemiología y registros de enfermedades raras. Lo que suceda depende de la gravedad de la enfermedad. Las formas leves de la E.B. mejoran con la edad y tienen un pronóstico similar al de la población general. La cicatrización de algunos tipos de epidermólisis ampollosa puede restringir significativamente la movilidad y alterar las actividades diarias. Las formas letales de esta enfermedad tienen una tasa de mortalidad muy alta, y generalmente se asocian al tipo juntural o distrófico recesivo. Dentro de éste último, la causa de muerte más común para los pacientes que llegan a la adolescencia es el carcinoma espinocelular metastásico de la piel. Las personas con epidermólisis ampollosa distrófica recesiva a menudo desarrollan este cáncer de piel entre los 15 a 35 años. Además, el cáncer cutáneo puede ocurrir en cualquier parte de la piel, no es más probable que se presente en áreas expuestas al sol. Otra preocupación en todos los tipos de E.B. son las infecciones a punto de partida de las heridas en la piel, ya que estos pacientes funcionan como quemados en forma crónica y superficial, lo que es muy doloroso e invalidante, porque deben ser sometidos diariamente a largas curaciones. El tratamiento consiste en realizar curaciones con vendas, mallas de vaselina y cremas antibióticas para contrarrestar las infecciones. También se los protege con vendas especiales y se advierte de no usar telas adhesivas porque se quedan con la piel al retirarlas, los recién nacidos deben usar la ropa al revés y ésta debe ser 100% algodón, hay que punzar las ampollas y evitar las infecciones. Para las alteraciones de manos, pies y esófago se realizan cirugías reconstructivas. Se administra hierro y suplemento de vitamina D, ya que estos pacientes no pueden estar expuestos al sol. Se puede recurrir a los injertos de piel. La terapia génica es actualmente la única forma de evitar la enfermedad.8 Es posible realizar un diagnóstico prenatal precoz y la fertilización in vitro. En Argentina existe la Fundación DEBRA Argentina, asociación de pacientes y familiares con E.B. o niños mariposa y los centros de referencia son los servicios de dermatología de los hospitales Gutierrez y Garrahan. La Fundación GEISER es la ONG que nuclea a los pacientes con enfermedades raras y sus familiares en Latinoamérica. En Argentina la E.B. no se encuentra cubierta por el Plan Médico Obligatorio de Emergencia, aunque sí puede obtenerse cobertura mediante la declaración de discapacidad.
Descritores: Pele/patologia
Epidermólise Bolhosa/classificação
Doenças Raras
Antibacterianos/uso terapêutico
-Neoplasias Cutâneas
Administração Cutânea
Incidência
Prevalência
Sistemas de Informação em Saúde
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-833552
Autor: Argentina. Ministerio de Salud. Dirección de Calidad de los Servicios de Salud.
Título: Informe rápido de evaluación de tecnología sanitaria: evaluación de la asociación entre exposición a radiaciones ultravioletas provenientes de camas solares y el desarrollo de cáncer de piel / Rapid evaluation report of technology: evaluation the association between exposure to ultraviolet radiation from sunbeds and the development of skin cancer.
Fonte: s.l; s.n; 14 oct. 2010.
Idioma: es.
Resumo: Tecnología: Emisión de radiación ultravioleta UVA y UVB en camas solares para obtener un bronceado artificial. De acuerdo a datos nacionales 56% de los salones de bronceado promocionan las camas solares como saludables, mientras que los riesgos potenciales solamente se mencionan en 15%. En ninguno de los salones se registraban los antecedentes de cáncer de piel, quemaduras por exposición al sol o la ingesta de medicaciones fotosensitivas. No había límites de edad para la exposición en el 71% de los salones. Indicaciones: Se evaluó la indicación estética: bronceado artificial de piel. Características de la tecnología: Se denomina radiación ultravioleta o radiación (UV) a la radiación electromagnética cuya longitud de onda está comprendida entre los 400 nm y los 100 nm. En las camas solares,mediante la emisión de UVA y UVB (no UVC) se imita el efecto bronceante del sol sobre la piel. Esto se produce porque la exposición a los rayos ultravioleta (UV) provoca la transformación de la melanina. Pregunta: Existe evidencia científica que asocie el uso de bronceado artificial por emisión de rayos ultravioletas proveniente de camas solares con una mayor incidencia de cáncer de piel? Búsqueda y análisis de la evidencia científica: Se realizó una búsqueda en las bases de datos bibliográficas, en bases de datos de literatura médica, agencias de evaluación de tecnologías sanitarias y agencias nacionales e internacionales reguladoras de alimentos y medicamentos, las que se detallan más abajo. Se consultó además el precio de la tecnología en centros de estética de Argentina. Se utilizaron como criterios de inclusión textos en inglés a los que se pueda tener acceso a texto completo, publicados entre 2005 y 2010. Se consultaron las bases de datos "legisalud" y otras para recabar las normas nacionales. Se excluyeron textos en otro idioma, los que no se pudiera acceder a texto completo y los anteriores a 2005. Se priorizó la inclusión de revisiones sistemáticas y meta análisis, evaluaciones de tecnologías sanitarias e informes de seguridad, no incluyendo artículos de opinión, revisiones no sistemáticas ni noticias médicas. Conclusiones: Se ha encontrado evidencia sobre la asociación entre la exposición a radiaciones ultravioletas provenientes de camas solares y el incremento del riesgo de melanoma y carcinoma espinocelular. Este riesgo es particularmente fuerte en menores de 35 años, por lo que se recomienda implementar medidas de salud pública tendientes a desalentar el uso de camas solares para la población general, y particularmente los menores de 35 años.
Descritores: Neoplasias Cutâneas/etiologia
Raios Ultravioleta/efeitos adversos
Câmaras de Bronzeamento
-Análise Custo-Benefício
Sistemas de Informação em Saúde
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-874898
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Quimioterapia adjuvante com alfainterferona no tratamento do melanoma cutâneo / Adjuvant chemotherapy with alpha-interferon in the treatment of cutaneous melanoma.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2013.
Idioma: pt.
Resumo: INTRODUÇÃO: O melanoma maligno é, entre as neoplasias malignas de pele, o de pior prognóstico e tem sua origem a partir da transformação maligna dos melanócitos, células produtoras de melanina que se originam embriologicamente da crista neural, sendo seu principal sítio primário a pele. A maioria dos melanomas (70%) se desenvolve na pele normal, e os demais têm origem de nevos melanocíticos pré-existentes [1]. O desenvolvimento do tumor é resultante de múltiplas e progressivas alterações no DNA celular. Estas alterações podem ser causadas por ativação de proto-oncogenes, por mutações ou deleções de genes supressores tumorais, ou por alteração estrutural dos cromossomos. Os melanomas apresentam uma fase inicial de crescimento radial, principalmente intraepidérmico, sendo seguido por uma fase de crescimento vertical, com invasão da derme e dos vasos, iniciando a disseminação metastática. Quando não diagnosticado e não tratado no início, o melanoma tende a aumentar de tamanho em extensão e altura, com progressiva alteração de suas cores e formas originais. Mais tarde, há ulceração, sangramento ou sintomas como prurido, dor ou inflamação. DIAGNÓSTICO e ESTADIAMENTO: Diagnóstico Clínico: O diagnóstico parte da suspeita clínica de uma lesão de pele. Geralmente, o paciente se queixa do surgimento de uma nova lesão pigmentada, ou modificações de tamanho, forma ou cor de um nevo melanocítico pré-existente. Características como assimetria (A), bordas irregulares ou mal definidas (B), coloração mista (C) e diâmetro maior do que 5 mm (D), chamados critérios ABCD, são achados reconhecidamente suspeitos quando presentes em lesões melanocíticas e já podem ser detectadas nas fases iniciais de desenvolvimento do tumor. A dermatoscopia é um método não invasivo que permite visualizar in vivo a distribuição da melanina na epiderme e derme superficial e analisar mais detalhadamente as lesões pigmentares, permitindo diferenciar, muitas vezes, outras doenças clinicamente confundidas com melanoma, como carcinomas basocelulares pigmentados e ceratoses seborreicas. Este método é de extrema utilidade, quando empregado por profissional experiente. Biópsia Excisional e Confirmação Histopatológica: Os pacientes com lesões suspeitas de melanoma devem realizar biópsia excisional da lesão com margens de 1-2 mm de pele normal, sendo o diagnóstico confirmado pelo exame histopatológico da lesão. A biópsia incisional é aceitável somente quando a excisional não puder ser realizada, devido ao tamanho ou localização da lesão. Nestes casos, a escolha do local a ser biopsiado deve ser a porção mais enegrecida ou mais elevada da lesão clínica. Raspagens (shavings) e curetagens são completamente contraindicados como métodos para biópsia porque impossibilitam a avaliação de toda a espessura tumoral e realização do estadiamento pelo exame histopatológico. Estadiamento: A extensão do tumor na pele e além dela (estadiamento clínico) é que definirá o tratamento clínico e o prognóstico dos pacientes. A definição do estádio clínico é realizada pela definição dos critérios de tamanho do tumor em relação à profundidade na derme (T, definido patologicamente ­ pT1 a pT4), acometimento linfonodal (N0 a N3) e ausência (M0) ou presença (M1) de metástase à distância. OPÇÕES TERAPÊUTICAS: O tratamento é definido após a confirmação histopatológica e o estadiamento patológico do tumor primário. Tratamento Cirúrgico: Ampliação de Margens, Linfonodo Sentinela, Esvaziamento Linfático e Ressecção, Ressecção de Metástases à Distância. Tratamento Adjuvante Sistêmico; Tratamento da Doença Metastática; Radioterapia. RECOMENDAÇÃO DA CONITEC: Tendo em vista o exposto, os membros da CONITEC presentes na 6ª reunião do plenário do dia 05/07/2012, recomendaram a incorporação da alfainterferona para a quimioterapia adjuvante do melanoma cutâneo em estádio clínico III conforme Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Ministério da Saúde. DELIBERAÇÃO FINAL: Após análise das contribuições das consultas públicas, os membros da CONITEC, presentes na 7ª reunião do plenário do dia 02/08/2012, deliberaram, por unanimidade, por recomendar a incorporação da alfainterferona para a quimioterapia adjuvante do melanoma cutâneo em estágio clínico III, conforme Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas do Ministério da Saúde. DECISÃO: A PORTARIA SCTIE-MS N.º 3, de 18 de janeiro de 2013 - Torna pública a decisão de incorporar a alfainterferona para a quimioterapia adjuvante do melanoma cutâneo em estágio clínico III no Sistema Único de Saúde (SUS).
Descritores: Neoplasias Cutâneas/diagnóstico
Neoplasias Cutâneas/tratamento farmacológico
Interferon-alfa/uso terapêutico
Melanoma/diagnóstico
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Quimioterapia Adjuvante
Análise Custo-Benefício/economia
Biópsia de Linfonodo Sentinela/métodos
Estadiamento de Neoplasias
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatório Técnico
Metanálise
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1122665
Autor: Manubens-Vargas, Víctor; Rodríguez-Ortubia, Manuel; Salas-Gianini, Alejandra; Carreño-Toro, Laura.
Título: Paniculitis secundaria a terapia target en paciente con melanoma, lo que el dermatólogo debe saber: reporte de un caso / Panniculitis in association with target therapy in melanoma patient, what the dermatologist should know: a case report
Fonte: Medwave;20(7):e8010, 2020.
Idioma: en; es.
Resumo: Las terapias target constituyen hoy en día una alternativa terapéutica cada vez más utilizada para el manejo de pacientes con melanoma metastásico. Sin embargo, se han descrito múltiples efectos farmacológicos adversos asociados a su uso, siendo los cutáneos los de mayor prevalencia. Se presenta el caso de un hombre de 55 años con diagnóstico de melanoma cutáneo metastásico etapa IV, BRAFV600E mutado, en tratamiento con dabrafenib/trametinib que consultó por desarrollo de lesiones nodulares eritematosas sensibles en extremidades superiores e inferiores, asociadas a sensación febril durante el curso del tratamiento. Se descartó alguna infección sobreagregada. Se realizó una biopsia de las lesiones cutáneas, con confirmación diagnóstica histopatológica de una paniculitis mixta de predominio septal, granulomatosa y con vasculitis leucocitoclástica. La paniculitis asociada a esta terapia ha sido descrita en la literatura y se ha considerado un efecto farmacológico inmunomediado adverso, relacionándose a un mejor pronóstico para el melanoma metastásico en tratamiento. Por lo tanto, así como en el caso presentado, se evita la suspensión del fármaco y se asocia terapia sintomática en caso de mayores molestias del paciente. Es de alta relevancia para el dermatólogo conocer e interpretar adecuadamente este efecto adverso farmacológico, y así indicar el manejo más adecuado para el paciente.

Target therapies are currently a therapeutic option increasingly used for the management of patients with metastatic melanoma. However, there are multiple adverse pharmacological effects associated with their use that have been described. Cutaneous adverse reactions are the most frequent. We report the case of a 55-year-old man with a diagnosis of stage IV BRAFV600E-mutated metastatic cutaneous melanoma undergoing treatment with dabrafenib/trametinib, who consulted due to the development of erythematous nodular lesions in the upper and lower limbs associated with febrile sensation during the course of treatment. Infection was ruled out and a biopsy of the skin lesions was done, which provided the histopathological confirmation of a predominantly septal, granulomatous with leukocytoclastic vasculitis, mixed panniculitis. Panniculitis associated with this therapy has been described in the literature and has been considered an immune-mediated pharmacological adverse effect. It is considered to be related to a better prognosis in the treatment of metastatic melanoma. Consequently, as shown in this case report, target therapy should not be discontinued and symptomatic medication should be given to alleviate patient discomfort. The dermatologist should know and properly interpret this adverse effect and prescribe the most appropriate management for the patient.
Descritores: Paniculite/induzido quimicamente
Protocolos de Quimioterapia Combinada Antineoplásica/efeitos adversos
Terapia de Alvo Molecular/métodos
-Oximas/administração & dosagem
Piridonas/administração & dosagem
Pirimidinonas/administração & dosagem
Neoplasias Cutâneas/tratamento farmacológico
Paniculite/diagnóstico
Paniculite/terapia
Protocolos de Quimioterapia Combinada Antineoplásica/administração & dosagem
Terapia de Alvo Molecular/efeitos adversos
Dermatologistas
Imidazóis/administração & dosagem
Melanoma/tratamento farmacológico
Limites: Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central



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