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Id: biblio-1089640
Autor: SILVA, MARTA ALEXANDRA CERQUEIRA; LINHARES, DANIELA VILAS BOAS ROSA; SILVA, JOÃO DUARTE MAGALHÃES COSTA E; SILVA, MANUEL EDUARDO DA CRUZ RIBEIRO DA; NEVES, NUNO SILVA DE MORAIS.
Título: Surgical treatment of fractures of the ankylosed spine / Tratamento cirúrgico de fraturas da coluna anquilosada / Tratamiento quirúrgico de las fracturas en la columna anquilosada
Fonte: Coluna/Columna;19(1):74-79, Jan.-Mar. 2020. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective We aim to identify retrospectively surgically treated patients with an ankylosed spine who sustained a vertebral fracture. Our goal is to evaluate the main outcomes and complications. Methods We selected patients through the database of surgical interventions in the setting of fractures of an ankylosed spine segment between January 1st 2008 and June 30th 2018. We collected data from digital medical records. The parameters analyzed include hospital length of stay, Intensive Care Unit (ICU) admission, perioperative and postoperative complications as well as neurological evolution. Results Fractures occurred in 14 patients with ankylosing spondylitis (82%) and 3 patients with diffuse idiopathic skeletal hyperostosis (18%). All patients were male and the mean age was 69 years. Fourteen fractures occurred after minor trauma (83%), of which 11 were due to falls from standing height or lower (65%). The cervical spine represents the majority of the levels involved (65%). Seven patients were admitted to the ICU (41%) and 11 suffered neurological damage. There was improvement of neurological status in less than 50% and there were high percentages of post-operative complications. Conclusion Patients with ankylosed spine diseases are at higher risk for vertebral fracture, even after minor trauma, and these are located predominantly in the cervical spine. The surgical treatment of these conditions is effective as it allows improvement of the patient's neurological status. However, they still present higher morbidity and mortality, as well as increased post-op complications. Prevention of falls may drastically change patients' outcome, neurological function and independence in activities of daily living. Level of evidence IV; A case series therapeutic study.

RESUMO Objetivo Identificar retrospetivamente casos de tratamento cirúrgico de fraturas vertebrais em pacientes com coluna anquilosada. O nosso propósito consiste em avaliar os principais desfechos e respectivas complicações. Métodos Selecionamos pacientes através do banco de dados de intervenções cirúrgicas no quadro de fraturas de um segmento da coluna anquilosada entre 1 de janeiro de 2008 a 30 de junho de 2018. Coletamos os dados a partir dos prontuários médicos digitais. Os parâmetros analisados incluem período de internação hospitalar, admissão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), complicações pré- e pós-operatórias, assim como evolução neurológica. Resultados As fraturas ocorreram em 14 pacientes com espondilite snquilosante (82%) e em 3 pacientes com hiperostose esquelética difusa idiopática (18%). Todos os pacientes eram do sexo masculino e a idade média era de 69 anos. Quatorze fraturas ocorreram devido a trauma menor (83%), das quais 11 eram devido a quedas da própria altura ou inferiores (65%). A coluna cervical representa a maioria dos níveis envolvidos (65%). Sete pacientes foram admitidos na UTI (41%) e 11 sofreram lesão neurológica. Houve melhoria do estado neurológico em menos de metade dos pacientes e altas porcentagens de complicações pós-operatórias. Conclusão Os pacientes com doenças da coluna anquilosada têm maior risco de fraturas vertebrais, mesmo após trauma menor, localizando-se predominantemente na coluna cervical. O tratamento cirúrgico dessas condições é eficaz, uma vez que permite melhora do estado neurológico do paciente. Entretanto, ainda apresentam altos índices de morbilidade e mortalidade, assim como maior incidência de complicações pós-operatórias. A prevenção de quedas pode alterar drasticamente o desfecho, função neurológica e independência nas atividades diárias do paciente. Nível de evidência IV; Estudo terapêutico de série de casos.

RESUMEN Objetivo Identificar retrospectivamente casos de tratamiento quirúrgico de fracturas vertebrales en pacientes con columna anquilosada. Nuestro propósito consiste en evaluar sus principales resultados y respectivas complicaciones. Métodos Seleccionamos pacientes mediante banco de datos de intervenciones quirúrgicas en el cuadro de fracturas de un segmento de la columna anquilosada entre el 1 de enero de 2008 al 30 de junio de 2018. Recolectamos los datos a partir de los prontuarios médicos digitales. Los parámetros analizados incluyen período de internación hospitalaria, admisión en la Unidad de Tratamiento Intensivo (UTI), complicaciones pre y postoperatorias, así como evolución neurológica. Resultados Las fracturas ocurrieron en 14 pacientes con espondilitis anquilosante (82%) y en 3 pacientes con hiperostosis esquelética difusa idiopática (18%). Todos los pacientes eran del sexo masculino y la edad promedio era de 69 años. Catorce fracturas ocurrieron debido a trauma menor (83%), de las cuales 11 eran debido a caídas de la propia altura o inferiores (65%). La columna cervical representa la mayoría de los niveles implicados (65%). Siete pacientes fueron admitidos en la UTI (41%) y 11 sufrieron lesión neurológica. Hubo mejora del estado neurológico en menos de la mitad de los pacientes y altos porcentajes de complicaciones postoperatorias. Conclusión Los pacientes con enfermedades de la columna anquilosada tienen mayor riesgo de fracturas vertebrales, incluso después de trauma menor, localizándose predominantemente en la columna cervical. El tratamiento quirúrgico de esas condiciones es eficaz, ya que permite mejora del estado neurológico del paciente. Entretanto, aún presentan altos índices de morbilidad y mortalidad, así como mayor incidencia de complicaciones postoperatorias. La prevención de caídas puede alterar drásticamente los resultados, función neurológica e independencia en las actividades diarias del paciente. Nivel de evidencia IV; Estudio terapéutico de serie de casos.
Descritores: Coluna Vertebral
Espondilite Anquilosante
Fraturas da Coluna Vertebral
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR15.3 - Biblioteca Emília Bustamante


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-676838
Autor: Urzúa B, Rodrigo; Rahal E, Maritza.
Título: Hiperostosis esquelética idiopática difusa (DISH), respecto de dos casos / Diffuse idiopathic skeletal hiperostosis, respect of two cases
Fonte: Rev. otorrinolaringol. cir. cabeza cuello;72(3):267-272, dic. 2012. ilus.
Idioma: es.
Resumo: La hiperostosis esquelética idiopática difusa (DISH) o enfermedad de Forestier es una patología que presenta como principal manifestación la osificación del ligamento longitudinal anterior (LLA) y la formación de puentes óseos intervertebrales. Las repercusiones otorrinolaringológicas con poca frecuencia son descritas, siendo la disfagia, la disfonía y la disnea los síntomas más comunes. Presentamos dos casos clínicos de DISH en pacientes de sexo masculino de setenta y cuatro años y otro de setenta y un años respectivamente, con disfagia de varias semanas de evolución asociado a disfonía y disnea en un caso. Realizamos la discusión de ambos casos y de las manifestaciones otorrinolaringológicas de esta patología.

Diffuse idiopathic skeletal hiperostosis (DISH) or Forester's disease is a pathology characterized by the ossification of the anterior longitudinal ligament (ALL) and the formation of intervertebral osseous bridges. The otolaryngology repercussions are rarely described, dysphagia, hoarseness and dyspnea being the most common symptoms. We present a clinical case of two patients with DISH in a 74 year-old male patient and another of 71 year-old respectively, suffering from several weeks of dysphagia associated with dysphonia and dyspnea in one case. We are going to discuss both cases together with the otolaryngological manifestations of this pathology.
Descritores: Transtornos de Deglutição/etiologia
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/complicações
Dispneia/etiologia
Disfonia/etiologia
-Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/cirurgia
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/diagnóstico por imagem
Limites: Humanos
Masculino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL30.1 - Biblioteca


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Id: biblio-956429
Autor: Ghisi, Juan Pablo; Olmedo Plata, Carlos.
Título: Resolución del caso / Case resolution
Fonte: Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol;83(2):131-133, jun. 2018.
Idioma: es.
Descritores: Doenças da Coluna Vertebral/diagnóstico
Vértebras Cervicais/patologia
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/diagnóstico
Limites: Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR337.1 - Biblioteca A.A.O.T.


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Id: biblio-956420
Autor: Ghisi, Juan Pablo; Olmedo Plata, Carlos.
Título: Presentación del caso / Case report
Fonte: Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol;83(2):71-75, jun. 2018. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Doenças da Coluna Vertebral/diagnóstico
Vértebras Cervicais/patologia
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/diagnóstico
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR337.1 - Biblioteca A.A.O.T.


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Id: biblio-958081
Autor: Orden, Alberto Omar.
Título: La hiperostosis esquelética idiopática difusa (DISH) como expresión de un proceso sistémico / Diffuse idiopathic skeletal hyperostosis (DISH) as an expression of a systemic process
Fonte: Rev. argent. reumatol;28(2):6-8, 2017. ilus.
Idioma: es.
Resumo: La Hiperostosis Esquelética Idiopática Difusa es una condición caracterizada por la calcificación y/u osificación de los tejidos blandos, principalmente entesis, ligamentos y cápsulas articulares. En 1950, Forestier y Rotés-Querol publicaron una serie denominándola "hiperostosis anquilosante vertebral senil" y la distinguieron como entidad nosológica separada de la espondiloartrosis y la espondilitis anquilosante
Descritores: Hiperostose
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática
Responsável: AR1.2 - Instituto de Investigaciónes Epidemiológicas


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Id: biblio-973058
Autor: Ghisi, Juan Pablo; Olmedo Plata, Carlos.
Título: Instruccion Ortopedica de Posgrado - IOP - Imágenes. Presentación de Caso / Post-graduate Orthopedic Instruction - Images. Case report
Fonte: Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol;83(2):131-133, jun. 2018.
Idioma: es.
Descritores: Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/diagnóstico
Doenças da Coluna Vertebral/diagnóstico
Vértebras Cervicais/patologia
Limites: Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR337.1 - Biblioteca A.A.O.T.


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Id: biblio-912332
Autor: Orden, Alberto Omar.
Título: La hiperostosis esquelética idiopática difusa (DISH) como expresión de un proceso sistémico / Diffuse idiopathic skeletal hiperostosis (DISH) as an expression of a systemic process
Fonte: Rev. argent. reumatol;28(2):29-33, 2017. ilus.
Idioma: es.
Resumo: La Hiperostosis Esquelética Idiopática Difusa es una condición caracterizada por la calcificación y/u osificación de los tejidos blandos, principalmente entesis, ligamentos y cápsulas articulares. En 1950, Forestier y Rotés-Querol publicaron una serie denominándola "hiperostosis anquilosante vertebral senil" y la distinguieron como entidad nosológica separada de la espondiloartrosis y la espondilitis anquilosante
Descritores: Diagnóstico por Imagem
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática
Responsável: AR423.1 - Biblioteca


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Id: lil-770786
Autor: Solano-Iturri, Goizalde; García-Jiméneza, Nicanor; Burzaco-Sánchez, Ainhoa; Ibarmia-Lahuerta, Joseba Mikel.
Título: Enfermedad de Forestier y absceso cervical / Forestier's disease and cervical abscess
Fonte: Rev. colomb. reumatol;22(2):133-134, jun. 2015.
Idioma: es.
Resumo: Varón de 62 anos,˜sin alergias medicamentosas conocidas,hábitos tóxicos ni antecedentes epidemiológicos relevantes,con antecedentes familiares de padre y hermano fallecidospor neoplasia pancreática; intervenido de fractura de radio ycúbito postraumática, hernia inguinal bilateral y prostatectomíapor adenoma; no toma medicación de manera habitual.Ingresó en nuestro servicio por cuadro de 10 días de evoluciónde dolor cervical bajo, sin traumatismo, con apariciónde fiebre de 38,5 ◦C y tiritona 24 horas antes de su consulta...
Descritores: Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Carta
Responsável: CO362.9


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Id: lil-734367
Autor: Orden, Alberto O.; David, José M.; Díaz, Rosana P.; Nardi, Norma N.; Ejarque, Aida C.; Yöchler, Adriana B..
Título: Association of diffuse idiopathic skeletal hyperostosis and aortic valve sclerosis / Asociación de hiperostosis esquelética idiopática difusa y esclerosis valvular aórtica
Fonte: Medicina (B.Aires);74(3):205-209, jun. 2014. ilus, tab.
Idioma: en.
Resumo: The principal objective of this investigation was to analyze the association between diffuse idiopathic skeletal hyperostosis (DISH) and the presence of aortic valve sclerosis (AVS). For this study we used results from 1000 consecutive outpatients (473 males), older than 50 years of age (average 67.6 years), that had been examined with Doppler echocardiogram and anterior and lateral chest radiographs. Overall, 195 patients (19.5%) were diagnosed with DISH and 283 (28.3%) with AVS. DISH was more prevalent than AVS in males (66.7% vs. 42.6%, p< 0.0001) and in older patients (73.6 ± 9 years vs. 66.1 ± 9 years, p < 0.0001). Furthermore, 55.4% of patients with dorsal DISH presented aortic sclerosis calcification vs. 21.7% of patients free of DISH (OR = 4.47; 95% CI = 3.22-6.21). The adjusted odds ratio (OR) was calculated by sex and age resulting in 3.04 (95% CI = 2.12-4.36; p < .0001). A statistically significant association was found between DISH and AVS in accordance to age and sex. The biological plausibility of this association is based on similar risk factors, pathogenic mechanisms and vascular complications.

El objetivo principal fue analizar la asociación entre la hiperostosis esquelética idiopática difusa (DISH) y la presencia de esclerosis valvular aórtica (AVS). Se evaluaron los resultados de 1000 pacientes ambulatorios consecutivos (473 varones), mayores de 50 años (promedio, 67.6 años), que habían sido examinados con un ecocardiograma Doppler y radiología torácica anterior y lateral. Globalmente, 195 pacientes (19.5%) tuvieron diagnóstico de DISH y 283 (28.3%) de AVS. DISH fue más prevalente que AVS en varones (66.7% vs. 42.6%, p < 0.0001) y en pacientes de mayor edad (73.6 ± 9 años vs. 66.1 ± 9 años, p < 0.0001). Además, 55.4% de los pacientes con DISH dorsal presentaron AVS vs. 21.7% de los pacientes sin DISH (OR = 4.47; 95% CI = 3.22-6.21). El odds ratio (OR) ajustado por sexo y edad fue 3.04 (95% CI = 2.12-4.36; p < 0.0001). Se encontró una asociación estadísticamente significativa entre DISH y AVS, que se mantuvo después de ajustar por sexo y edad. La plausibilidad biológica de esta asociación se basa en los factores de riesgo, mecanismos patogénicos y complicaciones vasculares compartidos.
Descritores: Estenose da Valva Aórtica/etiologia
Valva Aórtica/patologia
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/complicações
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/patologia
Calcificação Vascular/complicações
-Fatores Etários
Ecocardiografia Doppler
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/epidemiologia
Modelos Logísticos
Valva Mitral/patologia
Razão de Chances
Prevalência
Radiografia Torácica
Fatores de Risco
Esclerose
Fatores Sexuais
Limites: Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Feminino
Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: AR1.2 - Instituto de Investigaciónes Epidemiológicas


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Id: lil-723920
Autor: Pereira, Francisco Otavio Camargo; Romero, Flavio Ramalho; Azevedo Junior, Kleber Carlos; Lombardi, Ismael Augusto Silva; Ribeiro, Priscila Watson; Gabarra, Roberto Colichio; Zanini, Marco Antonio.
Título: Doença de Forestier: uma causa de disfagia a ser lembrada / Forestier’s disease: a cause of dysphagia to recall
Fonte: Einstein (Säo Paulo);12(3):380-381, Jul-Sep/2014. graf.
Idioma: pt.
Descritores: Transtornos de Deglutição/etiologia
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/complicações
-Vértebras Cervicais
Hiperostose Esquelética Difusa Idiopática/diagnóstico
Imagem por Ressonância Magnética
Limites: Idoso
Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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