Base de dados : LILACS
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Id: biblio-1159929
Autor: Otheguy, Osvaldo P; Duffau, Jorge; De Rosa, Susana; Liceaga, Felix.
Título: Síndrome de Wissler-Fanconi. Investigación de las células de la artritis reumatoidea y su valor diagnóstico / [Wissler-Faconi syndrome. Study of rheumatoid arthritis cells and their diagnostic value]
Fonte: Arch. argent. pediatr;69(4):139-41, 1971 Jun.
Idioma: es.
Resumo: Se describen dos casos de síndrome de Wissler-Fanconi, comentando sus características clínicas, evolución y tratamiento. Se destaca el valor de la investigación de las "células de la A.R." como diagnóstico precoz de dicha enfermedad.

Two children aged 16 months and 4 year old, with a Wissler-Fanconi syndrome are presented. Comments about the clinical complaint, follow up and treatment are made. The search of "R.A. cells" is considered of great valeu in the early diagnosis of this illness, by the authors.
Descritores: Artrite Reumatoide/patologia
Síndrome de Wissler/diagnóstico
Síndrome de Wissler/patologia
Citodiagnóstico
Limites: Humanos
Lactente
Pré-Escolar
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR94.1 - Centro de Información Pediatrica


  2 / 1763 LILACS  
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Id: lil-734935
Autor: Insuasty Enríquez, Jesús Solier; Bolívar, Adrián; Calvo, Lauren Sofía; Roberto, Sandra Liliana.
Título: Tuberculosis peritoneal simulando cáncer de ovario / Peritoneal tuberculosis simulating ovarian cancer
Fonte: Acta méd. colomb;39(4):383-387, oct.-dic. 2014. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: La tuberculosis (TB) peritoneal es una forma de TB abdominal y/o pélvica. Esta entidad en ocasiones puede simular clínicamente un carcinoma ovárico, lo cual sumado a un aumento sérico del CA 125, puede hacer del diagnóstico diferencial entre estas dos enfermedades, un reto difícil para el clínico. Se presenta el caso de una mujer de 49 años de edad con síntomas, signos, hallazgos imagenológicos y de laboratorio sugestivos de carcinoma ovárico, en quien además se documentan factores de riesgo para el desarrollo de TB. Finalmente, gracias a la realización de estudios complementarios y a un adecuado análisis de los datos se llega al diagnóstico de TB peritoneal. El presente caso busca concientizar a la comunidad médica sobre la importancia de considerar la TB peritoneal como diagnóstico diferencial en pacientes con sospecha de carcinoma ovárico, permitiendo así realizar un acertado y oportuno diagnóstico evitando la exposición a procedimientos quirúrgicos riesgosos e innecesarios.

Peritoneal tuberculosis (TB) is a form of peritoneal and / or pelvic TB. This entity can sometimes clinically simulate an ovarian carcinoma, which added to an incresed serum CA 125 can make the differential diagnosis between these two diseases, a difficult challenge for the clinician. The case of a 49 years old woman with symptoms, signs, and imaging and laboratory findings suggestive of ovarian carcinoma in whom also risk factors for the development of TB are documented, is presented. Finally, thanks to the complementary studies and adequate analysis of the data, the diagnosis of peritoneal TB is made. This case aims to raise awareness of the medical community about the importance of considering the peritoneal TB as a differential diagnosis in patients with suspected ovarian carcinoma, allowing to perform an accurate and timely diagnosis avoiding exposure to risky and unnecessary surgical procedures.
Descritores: Peritonite Tuberculosa
-Neoplasias Ovarianas
Artrite Reumatoide
Fatores de Risco
Antígeno Ca-125
Limites: Humanos
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CO70 - Asociación Colombiana de Medicina Interna


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Id: biblio-837299
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
Título: Tocilizumabe em monoterapia na segunda etapa de tratamento da artrite reumatoide moderada a grave / Tocilizumab monotherapy in the second stage of treatment of moderate to severe rheumatoid arthritis.
Fonte: Brasília; CONITEC; set. 2016. tab, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Contexto: A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune inflamatória e crônica, caracterizada por sinovite periférica e manifestações extra-articulares. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Artrite Reumatoide, o tratamento terapêutico deve ser iniciado com os medicamentos modificadores do curso da doença (MMCDs) sintéticos. Os MMCDs biológicos só devem ser iniciados se a atividade da doença permanecer moderada ou alta, após 6 meses de tratamento com MMCDs sintéticos. Os MMCD biológicos disponibilizados no SUS são: os anti-TNF (certolizumabe pegol, golimumabe, infliximabe, etanercepte, adalimumabe), abatacepte, tocilizumabe e rituximabe. O tratamento com MMCDs biológicos deve ser iniciado por um medicamento da classe dos anti-TNF. No caso de falha ou contraindicação absoluta aos anti-TNF, os outros biológicos (abatacepte, tocilizumabe e rituximabe) são recomendados. Nesse contexto, o demandante solicitou a incorporação do tocilizumabe em monoterapia no tratamento da artrite reumatoide moderada a grave, como na etapa com biológicos em pacientes com contraindicação aos MMCDs sintéticos, ou seja, mesma etapa de tratamento dos agentes biológicos anti-TNF já incorporados no SUS. Pergunta: O uso do tocilizumabe em monoterapia é eficaz, seguro e custo-efetivo em pacientes com artrite reumatoide moderada a grave e com contraindicação aos MMCDs sintéticos, quando comparado a um medicamento biológico da classe dos anti-TNF (certolizumabe pegol, etanercepte ou adalimumabe)? Evidências científicas: Foram apresentadas evidências de comparação direta e indireta. Os estudos de comparação indireta concluem que o uso de biológicos anti-TNF em monoterapia apresenta desempenho inferior ao seu uso combinado com MMCD sintético e retratam uma potencial superioridade do tocilizumabe frente aos demais comparadores com base nos dados dos rankings de probabilidade de ser o melhor tratamento. Todavia, tais estudos possuem limitações importantes que reduzem a confiança sobre a interpretação de suas estimativas. Dentre as evidências submetidas, destaca-se um ensaio clínico randomizado com baixo risco de viés que comparou o tocilizumabe em monoterapia com o agente anti-TNF adalimumabe. Seus resultados mostram uma superioridade do tocilizumabe em relação ao adalimumabe de forma consistente em variados desfechos relevantes no acompanhamento da artrite reumatoide. Seu período de seguimento é um fator limitante sobre o uso em longo prazo, contudo, estudos de extensão e de farmacovigilância com seguimentos de até 5 anos tem apontado o tocilizumabe como um medicamento com um perfil de segurança estável e semelhante aos demais agentes biológicos na AR. Avaliação econômica: O demandante apresentou uma comparação de custos por resposta. A análise foi dividida em duas partes: a primeira se baseou em uma comparação direta com o adalimumabe; e a segunda foi baseada numa comparação indireta com o certolizumabe e etanercepte. As análises comparando o tocilizumabe com o adalimumabe e o etanercepte apontaram que o tratamento com tocilizumabe apresentou custos menores e uma eficácia maior. Já quando comparado ao certolizumabe, o tocilizumabe apresentou uma eficácia maior, mas também um custo de tratamento superior. Avaliação de Impacto Orçamentário: O demandante calculou o impacto orçamentário em dois cenários. O cenário base considera um market share de 50% para o tocilizumabe. Além desse, foi construído um sub-cenário com market share de 75% para o medicamento. A quantidade de pacientes elegíveis para os próximos 5 anos, foi estimada utilizando dados do IBGE, de estudos epidemiológicos e do DATASUS. Os custos de tratamento considerados foram aqueles referentes ao tratamento de manutenção. Foi feito uma análise de sensibilidade que também considerou os custos do tratamento de indução. O impacto orçamentário incremental em 5 anos, resultante da incorporação do tocilizumabe na 2º etapa de tratamento de artrite reumatoide em monoterapia para pacientes intolerantes e/ou contraindicados ao metotrexato, seria de economia de R$ 64.601.576,00. Decisão: Não incorporar o tocilizumabe para o tratamento da artrite reumatoide em pacientes que necessitem de medicamento modificador do custo da doença (MMCD) biológico em monoterapia, em 1ª linha de tratamento com biológico, no âmbito do Sistema Único de Saúde ­ SUS. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Artrite Reumatoide será adequado no sentido do alinhamento de todos os MMCD biológicos em uma única etapa do tratamento. Dada pela Portaria SCTIE-MS nº 34 publicada no Diário Oficial da União (DOU) nº 183, de 22 de setembro de 2016.
Descritores: Artrite Reumatoide/terapia
Anticorpos Monoclonais Humanizados/uso terapêutico
Anticorpos Monoclonais Humanizados
-Sistema Único de Saúde
Índice de Gravidade de Doença
Brasil
Seguimentos
Análise Custo-Benefício
Índice Terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-848596
Autor: Perú. EsSalud. Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación.
Título: Eficacia y seguridad del uso de tofacitibini en el tratamiento de artritis reumatoide refractaria a Anti-TNF y Anti-CD20 / Efficacy and safety of the use of tofacitibini in the treatment of rheumatoid arthritis refractory to Anti-TNF and Anti-CD20.
Fonte: Lima; s.n; feb. 2017.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: Antecedentes: El presente dictamen expone la evaluación de tecnología de la eficacia y seguridad tofacitinib en pacientes con artritis reumatoide con falla a tratamiento con anti-TNF y anti-CD20. Aspcetos Generales: La artritis reumatoide (AR) es un tipo de poliatritis periférica de naturaleza inflamatória y simétrica. Esta condición suele llevar a una deformación de las articulaciones a través de la erosión de cartilagos y hesos. La ausencia de un tratamiento eficaz, la inflamación y la destrucción de las articulaciones lleva la pérdida de las funciones motoras, y por tanto a la incapacidad de llevar a cabotareas cotidians, e incluso a dificuldades en el ámbito laboral. Tecnología Sanitaria de Interés: El tratamiento de AR incluye como prímera linea el uso de glucocorticoides y fármacos modificadores de la enfermedad (FARMEs) sintético. Si no se obtiene una respuesta adecuada con estos FARMEs sintéticos, es recomendable pasar al uso de agentes biológico, siendo los anti-TNF considerados como la primera opición por la alta tasa de respuesta asoiada a su uso. METODOLOGÍA: Estrategia de Búsqueda: Se realizó una búsqueda de literatura publicada sobre tofacitinib en el tratamiento de Artritis Reumatoide en las bases de datos: medline y Tripdabase. Adicionalmente, se realizaron búsquedas en los portales web de entidades que realizan revisiones sistemáticas, evaluaciones de tecnologías sanitarias y guías de práctica clínica: The Cochrane Library, National Institute for Helath and Care Excellence (NICE) del Reino Unido, American College of Rheumatology, European League Against Rheumatism, Revista Brasileira de Reumatologia, Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health. RESUlTADOS: Sinopsis de la Evidencia: Guías de práctica Clínica: Se identificó una GPC de NICE del 2015 la cual redirecciona al lector hacia las evaluaciones de tecnología sanitaria publicadas por NICE sobre los diferentes agentes en el tratamiento de AR, las cuales fueron revisadas e incluidas en los resultados cuando fue pertinente. Evaluaciones de tecnología santiaria: Se incluyó en los resultados una revisión rápida de Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health del 2015. Una ETS de NICE sobre tofacitinib se encuentra en desarrollo y se espera que esta sea publicada en el 2018. Revisiones sistemáticas con o sin meta-análisis: Se incluyó una revisión sistemática con meta-análisis de ensayos clínicos controlados, aleatorizados y doble ciego del 2013, y un análisis de data agregada del 2015. Adicionalmente, se incluyeron tres estudios que evaluaron únicamente seguridad: un análisis de dataagregada del 2014, un meta-análisis del 2015, y un análisis del 2017. Ensayos clínicos aleatorizados de fase III. Se incluyó en ECA de fase III del 2013. Adicionalmente, como sugerencia del especialista, se agregó un ECA de fase III del 2012. Resumen de congreso: A sugerencia del especialista se incluyó en los resultados un resumen del congreso del 2016. CONCLUSIONES: A la fecha no se han publicado ensayos clínicos aleatorizados del uso de tofacitinib en una población de pacientes con falla a tratamiento (primaria, secundaria o intolerancia) tanto a anti-TNFs como a anti-CD20. Las GPC identificadas presentan recomendaciones heterogéneas sobre el uso de tofacitinib. A pesar de ello, se puede concluir que, de acuerdo con las GPC, tofacitinib es considerado una alternativa tanto en pacientes que han fallado a tres o más tratamientos biológicos, como en aquellos que han fallado a uno; sin embargo, la mayoria de las GPC concuerdan en que el uso de tofacitinib se debe limitar a aquella población que ha agotado las opciones disponibles de tratamiento biológico, debido principalmente a la escasa información sobre el perfil de seguridad de tofacitinib y su efectos a largo plazo. Debido a que no es clara la relación riesgo/benefício y que existen otras alternativas que han probado ser eficaces para la misma condición (pacientes con AR con respuesta inadecuada a FARMEs biológicos) disponibles en el mercado peruano; a la fecha no se cuenta con evidencia que sustente que el uso de tofacitinib en la población de pacientes con respuesta inadecuada a mas de dos tratamientos biológicos suponga un benefício adicional al tratamiento utilizado actualmente, ni que se trate de un medicamento seguro para los pacientes. Asimismo, vale resaltar que las GPC internacionales identificadas mencionan otras posibles alternativas para la condición mencionada, e incluso algunas de ellas recomiendan otras alternativas por encima de tofacitinib, en línea con la preocupación ralacionada a su perfil de seguridad, y recomiendan reservar su uso únicamente para la población que ha agotado las opciones de tratamiento biológico disponibles en el mercado. El Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación-IETSI, no aprueba el uso de tofacitinib en pacientes con AR que han fallado a tratamiento con anti-TNF y con anti-CD20.
Descritores: Artrite Reumatoide/tratamento farmacológico
Antígenos CD20/uso terapêutico
Fatores de Necrose Tumoral/uso terapêutico
Inibidores de Proteínas Quinases/administração & dosagem
-Resultado do Tratamento
Análise Custo-Benefício
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-837243
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
Título: Abatacepte para o tratamento da artrite reumatoide moderada a grave após falha aos MMCDs sintéticos / Abatacept for the treatment of moderate to severe rheumatoid arthritis after failure of synthetic MMCDs.
Fonte: Brasília; CONITEC; dez. 2016. tab, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Contexto: A artrite reumatóide (AR) é uma doença autoimune inflamatória e crônica, caracterizada por sinovite periférica e manifestações extra-articulares. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Artrite Reumatoide, o tratamento terapêutico deve ser iniciado com os medicamentos modificadores do curso da doença (MMCDs) sintéticos. Os MMCDs biológicos só devem ser iniciados se a atividade da doença permanecer moderada ou alta, após 6 meses de tratamento com MMCDs sintéticos. Os MMCD biológicos disponibilizados no SUS são: os anti-TNF (certolizumabe pegol, golimumabe, infliximabe, etanercepte, adalimumabe), abatacepte intravenoso, tocilizumabe e rituximabe. O tratamento com MMCDs biológicos deve ser iniciado por um medicamento da classe dos anti-TNF. No caso de falha ou contraindicação absoluta aos anti-TNF, os outros biológicos (abatacepte, tocilizumabe e rituximabe) são recomendados. O demandante solicitou a incorporação do abatacepte subcutâneo para tratamento da artrite reumatoide moderada a grave, com resposta inadequada/falha a pelo menos dois esquemas diferentes de MMCDs sintéticos, na mesma linha dos anti-TNF. Pergunta: O uso do abatacepte é eficaz e seguro em pacientes com artrite reumatoide (AR) quando comparado ao uso de adalimumabe, etanercepte, infliximabe, certolizumabe pegol, golimumabe, rituximabe e tocilizumabe? Evidências científicas: Foram avaliadas duas comparações de múltiplos tratamentos (MTC) e dois ensaios clínicos de comparação direta entre os MMCDs biológicos. Nas comparações diretas, o abatacepte SC demonstrou a não inferioridade quando comparado ao adalimumabe SC, e demonstrou melhores eficácia e segurança do que o infliximabe, embora o estudo não tenha tido poder para avaliar a comparação entre abatacepte e infliximabe. Nas comparações indiretas realizadas pelas MTC, o abatacepte demonstrou similaridade de eficácia e segurança em relação aos demais biológicos. Avaliação econômica: O demandante fez um estudo de custo-minimização, considerando eficácia similar do uso dos medicamentos biológicos após falha dos MMCDs sintéticos. De acordo com sua análise, e com o preço proposto, a incorporação do abatacepte na mesma linha dos anti-TNF gerará economia em relação ao adalimumabe, etanercepte, infliximabe e golimumabe. Decisão: Não incorporar o abatacepte para o tratamento de pacientes adultos com artrite reumatoide moderada a grave, migrando para a 1ª linha de tratamento com biológico, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS. O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Artrite Reumatoide será adequado para alinhar os MMCD biológicos após a falha da 1ª etapa do tratamento com agentes MMCD sintéticos. Decisão dada pela Portaria SCTIE-MS nº 38 publicada no Diário Oficial da União (DOU) nº 230, de 1º de dezembro de 2016. A Portaria Nº 38, de 30 de novembro de 2016 - Torna pública a decisão de não incorporar o abatacepte para o tratamento de pacientes adultos com artrite reumatoide moderada a grave, migrando para a 1ª linha de tratamento com biológico, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Descritores: Artrite Reumatoide/tratamento farmacológico
Antirreumáticos/uso terapêutico
Abatacepte/uso terapêutico
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Falha de Tratamento
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-875068
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
Título: Abatacepte para o tratamento da artrite reumatoide moderada a grave 1ª linha de tratamento com biológicos após falha aos MMCDs sintéticos / Abatacept for the treatment of moderate to severe rheumatoid arthritis 1st line of biological treatment after failure of synthetic MMCDs.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2015. graf, tab.
Idioma: pt.
Resumo: CONTEXTO: A artrite reumatóide (AR) é uma doença autoimune inflamatória e crônica, caracterizada por sinovite periférica e manifestações extra-articulares. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Artrite Reumatoide, o tratamento terapêutico deve ser iniciado com os medicamentos modificadores do curso da doença (MMCDs) sintéticos. Os MMCDs biológicos só devem ser iniciados se a atividade da doença permanecer moderada ou alta, após 6 meses de tratamento com MMCDs sintéticos. Os MMCD biológicos disponibilizados no SUS são: os anti-TNF (certolizumabe pegol, golimumabe, infliximabe, etanercepte, adalimumabe), abatacepte intravenoso, tocilizumabe e rituximabe. O tratamento com MMCDs biológicos deve ser iniciado por um medicamento da classe dos anti-TNF. No caso de falha ou contraindicação absoluta aos anti-TNF, os outros biológicos (abatacepte, tocilizumabe e rituximabe) são recomendados. O demandante solicitou a incorporação do abatacepte subcutâneo para tratamento da artrite reumatoide moderada a grave, como primeiro biológico após falha aos MMCDs sintéticos, na mesma linha de tratamento que os anti-TNF, conforme o referido PCDT. A TECNOLOGIA: Abatacepte é uma proteína de fusão humana recombinante que inibe seletivamente a ativação das células T do sistema imune, reduzindo o processo inflamatório relacionado à artrite reumatoide. A forma farmacêutica para uso intravenoso do abatacepte já está incorporada ao SUS, nos casos de falha ou de contraindicação absoluta aos anti-TNF. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O demandante solicitou a incorporação do abatacepte subcutâneo no tratamento da artrite reumatoide moderada a grave, como primeira linha de tratamento após a falha com MMCDs sintéticos, na mesma linha de tratamento dos agentes biológicos anti-TNF, que já estão incorporados no SUS. Em um estudo de não-inferioridade disponível na literatura, com duas publicações referentes a 1 e 2 anos de seguimento, o abatacepte SC foi comparado ao anti-TNF adalimumabe SC em pacientes com resposta inadequada ao MTX e virgens de tratamento com biológicos. O resultado do estudo comprovou a não inferioridade do abatacepte em relação ao adalimumabe. O perfil de segurança dos dois biológicos foi semelhante. Não há evidências na literatura científica que comprovem a superioridade de um agente biológico em relação a outro biológico e as indicações de uso desses agentes no SUS estão baseadas na experiência clínica e no perfil do paciente, conforme estabelece o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. Os anti-TNF foram os primeiros biológicos a serem utilizados no tratamento de pacientes com artrite reumatoide e, portanto, apresentam maior tempo de experiência clínica do que os outros biológicos, como o abatacepte. DELIBERAÇÃO FINAL: Os membros da CONITEC presentes na 32ª reunião do plenário do dia 05/02/2015 deliberaram, por unanimidade, não recomendar a incorporação do medicamento abatacepte subcutâneo para o tratamento da artrite reumatoide moderada a grave, como primeiro biológico, após falha dos MMCDs sintéticos. Não há evidências científicas que comprovem superioridade de eficácia do abatacepte subcutâneo em relação aos anti-TNF já utilizados após a falha do tratamento com MMCDs sintéticos. DECISÃO: PORTARIA Nº 14, de 9 de abril de 2015 - Torna pública a decisão de não incorporar o abatacepte subcutâneo para o tratamento da segunda etapa (primeira etapa de biológicos) do tratamento da artrite reumatoide moderada a grave, conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Descritores: Artrite Reumatoide/tratamento farmacológico
Falha de Tratamento
Antirreumáticos/administração & dosagem
Abatacepte
Glucocorticoides/administração & dosagem
Analgésicos/administração & dosagem
Imunossupressores/administração & dosagem
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-875105
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
Título: Abatacepte para o tratamento da artrite reumatoide moderada a grave / Abatacept for the treatment of moderate to severe rheumatoid arthritis.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2015. graf, tab.
Idioma: pt.
Resumo: CONTEXTO: A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune inflamatória e crônica, caracterizada por sinovite periférica e manifestações extra-articulares. A forma para uso intravenoso (IV) do abatacepte já está incorporada ao SUS e a solicitação de incorporação feita pelo demandante neste relatório é para a nova apresentação subcutânea (SC) do abatacepte. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da AR, o tratamento terapêutico deve ser iniciado com os medicamentos modificadores do curso da doença (MMCDs) sintéticos. Os MMCDs biológicos só devem ser iniciados se a atividade da doença permanecer moderada ou alta, após 6 meses de tratamento com MMCDs sintéticos. Os MMCD biológicos disponibilizados no SUS são: certolizumabe pegol, golimumabe, infliximabe, etanercepte, adalimumabe, abatacepte IV, tocilizumabe e rituximabe. O número de pacientes elegíveis para o tratamento com o abatacepte SC é igual ao número de pacientes elegíveis para o tratamento com abatacepte IV. TRATAMENTO RECOMENDADO: Os tratamentos farmacológicos são a principal terapia para os pacientes com AR ativa e quando instituídos precocemente previnem danos articulares estruturais (erosões), melhorando a capacidade funcional. O tratamento medicamentoso inclui o uso de analgésicos, anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), glicocorticoides, medicamentos modificadores do curso da doença (MMCDs) ­ sintéticos e biológicos ­ e imunossupressores. A TECNOLOGIA: Abatacepte é uma proteína de fusão humana recombinante que inibe seletivamente a ativação das células T do sistema imune, reduzindo o processo inflamatório relacionado à AR. A forma farmacêutica para uso intravenoso (IV) do abatacepte já está incorporada ao SUS. O abatacepte para administração subcutânea (SC), objeto de análise deste relatório, tem como objetivo, de acordo com o demandante, oferecer maior comodidade e praticidade aos pacientes, facilitando a adesão ao tratamento. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: na literatura científica foi encontrado um ensaio clinico randomizado de fase III, duplo cego, de não-inferioridade, com 6 meses de duração, que comparou o abatacepte SC com o abatacepte IV em pacientes com artrite reumatoide e resposta inadequada ao metotrexato. O desfecho primário foi a proporção de pacientes que atingiram a resposta ACR20 no mês 6. A não inferioridade do abatacepte SC em relação ao abatacepte IV foi comprovada pelas proporções de pacientes que atingiram a resposta ACR20 no mês 6: 74,8% e 74,3% para as formulações SC e IV, respectivamente. As taxas de resposta ACR50 e ACR70 e as taxas de eventos adversos foram similares entre os grupos. DELIBERAÇÃO FINAL: Os membros da CONITEC presentes na reunião do plenário do dia 03/12/2014 deliberaram, por unanimidade, recomendar a incorporação do medicamento abatacepte subcutâneo para o tratamento da artrite reumatoide moderada a grave, em caso de falha primária a um anti-TNF, após pelo menos 6 meses de terapia com MMCD biológico; em caso de falha secundária a um anti-TNF; e em caso de contraindicação absoluta a todos os anti-TNF. A recomendação de incorporação foi condicionada a custo de tratamento não superior ao do abatacepte intravenoso, o que atualmente corresponde ao valor máximo de R$ 369,00 a seringa preenchida, e conforme a Política Nacional de Assistência Farmacêutica no SUS. DECISÃO: PORTARIA Nº 7, de 16 de março de 2015 - Torna pública a decisão de incorporar o abatacepte subcutâneo para o tratamento da artrite reumatoide moderada a grave no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Descritores: Artrite Reumatoide/complicações
Artrite Reumatoide/tratamento farmacológico
Abatacepte/administração & dosagem
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


  8 / 1763 LILACS  
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Id: biblio-1045640
Autor: Bubonja-Sonje, M; Rubinic, D; Anic, F; Novak, S; Vuckovic, D; Abram, M.
Título: Salmonella enterica arthritis in a patient with rheumatoid arthritis receiving antitumour necrosis factor therapy / Artritis por Salmonella enterica en un paciente con artritis reumatoide que recibe terapia con factor de necrosis antitumoral
Fonte: West Indian med. j;62(3):270-272, Mar. 2013.
Idioma: en.
Resumo: Antitumour necrosis factor (TNF) monoclonal antibodies have become an invaluable treatment against chronic inflammatory diseases such as rheumatoid arthritis (RA). However, due to increased risk of opportunistic infections, patients receiving antiTNF therapy should be closely monitored for serious infections. Here, we describe a case of acute Salmonella enteritidis infection of a joint arthroplasty that previously was functioning well, in a patient receiving infliximab treatment for RA. After prolonged antimicrobial chemotherapy and interrupted infliximab treatment, reimplantation of a new prosthesis was successfully performed two years after Salmonella septic arthritis. Therefore, because of the possibility of extraintestinal salmonellosis, screening for fecal colonization could be advisable in patients undergoing antiTNF treatment. Moreover, we emphasize the importance of appropriate counselling of these patients concerning food hygiene.

Los anticuerpos monoclonales del factor de necrosis antitumoral (FNT) se han convertido en un valioso tratamiento contra las enfermedades inflamatorias crónicas como la artritis reumatoide (AR). Sin embargo, debido al mayor riesgo de infecciones oportunistas, los pacientes que reciben terapia antiFNT se deben se monitoreados muy de cerca con respecto a la posibilidad de infecciones serias. Aquí describimos un caso de infección aguda por Salmonella enteritidis de una artroplastia de articulación que anteriormente funcionaba bien, en un paciente que recibía tratamiento con infliximab por RA. Después de prolongadas quimioterapias antimicrobianas y tratamiento interrumpido con infliximab, se realizó exitosamente la reimplantación de una nueva prótesis, dos años después de la artritis séptica por Salmonella. Por lo tanto, debido a la posibilidad de una salmonelosis extraintestinal, podría ser aconsejable el tamizaje de la colonización fecal en pacientes sometidos a tratamiento antiFNT. Por otra parte, hacemos hincapié en la importancia de aconsejar apropiadamente a estos pacientes con respecto a la higiene de los alimentos.
Descritores: Artrite Reumatoide/tratamento farmacológico
Infecções por Salmonella/complicações
Artrite Infecciosa/microbiologia
Infecções Relacionadas à Prótese/microbiologia
Salmonella enterica
-Hospedeiro Imunocomprometido
Antirreumáticos/uso terapêutico
Artroplastia do Joelho
Prótese do Joelho
Anticorpos Monoclonais/uso terapêutico
Limites: Humanos
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-875718
Autor: Instituto de Evaluación Tecnológica en Salud.
Título: Terapia biológica para el tratamiento de pacientes con artritis reumatoide refractaria / Biological therapy for the treatment of patients with refractory rheumatoid arthritis.
Fonte: s.l; IETS; nov. 2013.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: Antecedentes: Descripción de la condición de salud de interés: La artritis reumatoide (AR) es una enfermedad distribuida universalmente y su prevalencia no varía significativamente en las poblaciones estudiadas. Algunos estudios poblacionales dan cuenta de una prevalencia del 0.5 al 1% de los adultos en países desarrollados, en Latinoamérica se ha descrito desde 0.3% en México, 0.46% en Brasil, hasta 1% en población afroamericana en Colombia. También se ha encontrado que afecta a más a mujeres que a hombres en una proporción de 3:1. No fue posible identificar datos sobre la frecuencia de artritis reumatoide refractaria. Gravedad de la enfermedad: La artritis reumatoide (AR) es una enfermedad autoinmune, crónica y sistémica que se manifiesta como una poliartritis asociada con evidencia serológica de autoreactividad. Se caracteriza por dolor crónico y destrucción articular, mortalidad prematura y un riesgo elevado de discapacidad, con altos costos para los afectados y para la sociedad. Clínicamente se manifiesta con dolor e inflamación articular, aumento de ciertos valores paraclínicos como los reactantes de fase aguda, incapacidad para la realización de las actividades básicas cotidianas y fatiga entre otros síntomas. Estas manifestaciones y paraclínicos son usados para evaluar clínicamente la actividad de la AR. Carga de la enfermedad: La AR ocupa la posición 23 en la carga de enfermedad para Colombia y genera una pérdida total de 2,023 Años de Vida Ajustados por discapacidad ­AVISA- por cada 1.000 mujeres entre 15 y 29 años; 3,665 en mujeres de 30 a 44 años y 6,364 en mujeres de 45 a 59 años. En total, en la población femenina de todos los grupos de edad se pierden 2,320 AVISA a causa de la Artritis reumatoide. Descripción de la tecnología: En la última década se han introducido diferentes terapias biológicas para prevenir o reducir la inflamación causada por la AR. La presente evaluación incluye 5 tecnologías sanitarias de origen biológico: tres de ellas actúan bloqueando el factor de necrosis tumoral alfa (anti-TNF): infliximab, adalimumab y certolizumab pegol; una de ellas es una proteína de fusión moduladora de la activación de células T: abatacept y la última es un anticuerpo monoclonal que actúa contra del receptor de la interleukina 6 (IL-6): tocilizumab. EVALUACIÓN DE EFECTIVIDAD Y SEGURIDAD: Población: Adultos con artritis reumatoide refractaria a tratamiento con Fármacos Anti-Reumáticos Modificadores de la Enfermedad (FARME) no biológicos. Tecnología de Interés: Adalimumab, infliximab, tocilizumab, abatacept, certolizumab pegol y golimumab. Comparación: Etanercept, rituximab. Desenlaces: Mejoría de los síntomas según criterios ACR (ACR20, ACR50, ACR70). Metodología: Búsqueda de literatura, Tamización de referencias y selección de estudios, Evaluación de la calidad de la evidencia, Extracción de datos, Métodos de síntesis de la evidencia. DISCUSIÓN: Los resultados presentados en este documento deben ser evaluados a la luz de algunas consideraciones presentadas por los autores de las publicaciones incluidas. En primer lugar, los metanálisis en red de comparaciones indirectas y de comparaciones múltiples son confiables en la medida que los datos usados en los análisis sean uniformes. Los estudios seleccionados para esta evaluación incluyen poblaciones que son comparables en las categorías de edad y sexo de los participantes en los estudios primarios incluidos, la duración del tratamiento previo para definir AR refractaria al tratamiento con FARME no biológicos, así mismo el tiempo de seguimiento y la evaluación de los desenlaces. La selección de estudios que valoran como desenlace principal los criterios ACR 50 fue tenida en cuenta por su relevancia clínica. Aunque las búsquedas de literatura recuperaron varias publicaciones con algunas comparaciones de interés, los autores del presente informe seleccionaron con base en los criterios antes definidos, los documentos que tuvieran la mayor cantidad de comparaciones de interés, en los aspectos concernientes a efectividad y seguridad. Existe diversidad en las publicaciones en aspectos concerniente a dosis, frecuencia y vías de administración que no fueron tenidas en cuenta porque exceden el propósito de esta evaluación. Fue seleccionado un estudio que tuviera etanercept como medicamento comparador de referencia por considerar que tiene la misma pregunta de esta evaluación, adicionalmente porque la diferencia (delta) de la efectividad comparada de 15% se consideró clínicamente relevante. CONCLUSIONES: Efectividad: entre las tecnologías de interés no se encontraron diferencias significativas en la mejoría de los signos y síntomas con base en el desenlace principal ACR50, ni en los desenlaces secundarios ACR20 y ACR70. Adalimumab, infliximab, abatacept, tocilizumab, certolizumab pegol y golimumab, son más efectivos que el placebo, al igual que etanercept y rituximab, cuando son usados en terapia combinada con metrotexato, en pacientes refractarios al tratamiento con FARME no biológicos. No se encontró evidencia de estudios que compararen directamente todas las tecnologías de interés para esta evaluación. Seguridad: Adalimumab, infliximab, certolizumab pegol, golimumab y etanercept adicionados a una terapia estándar con metrotexato se asocian con un riesgo mayor (37% aproximado) de abandono de la terapia, en comparación con placebo combinado con metotrexate. A pesar de que a la fecha de la revisión, con base en los criterios de búsqueda y selección establecidos en la metodología, no se encontró evidencia directa de comparación entre los medicamentos de interés, la evidencia encontrada reportó que certolizumab pegol más metrotexate comparado con metrotexate solo, tiene mayor riesgo de abandono de la terapia y de presentar eventos adversos serios, mientras que, etanercept mostró mejor perfil de seguridad ya que tuvo significativamente menor tasa de abandono por eventos adversos, pero mayor cantidad de efectos locales en el sitio de infusión. No se encontró evidencia comparativa entre rituximab y el resto de medicamentos. Rituximab versus placebo más metrotexato, no presenta diferencias en eventos adversos graves y abandono de terapia asociada con eventos adversos. Los medicamentos de interés más metrotexato comparados contra terapia estándar (metrotexato), no incluyen resultados de comparaciones directas, entre ellos. En cuanto al desenlace de riesgo general de infección, no se econtraron diferencias entre ninguno de los medicamentos analizados con metrotretxate, comparados con metotrexate solo.
Descritores: Artrite Reumatoide/tratamento farmacológico
Antirreumáticos/uso terapêutico
Certolizumab Pegol/uso terapêutico
Adalimumab/uso terapêutico
Infliximab/uso terapêutico
Abatacepte/uso terapêutico
-Resistência a Medicamentos
Resultado do Tratamento
Análise Custo-Benefício
Rituximab/uso terapêutico
Etanercepte/uso terapêutico
Limites: Humanos
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1093791
Autor: Poalasín Narváez, Luis Alberto; González Benítez, Sonia Noemí; Bascó Fuentes, Eduardo Lino; González Gavilánez, Ana María.
Título: Enfermedades del tejido conectivo y sus cambios morfoestructurales / Morphological changes in connective tissue diseases
Fonte: Rev. cuba. reumatol;20(3):e83, sept.-dic. 2018.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Las enfermedades del tejido conectivo constituyen un problema de salud para las instituciones sanitarias de cualquier país, no solo por los síntomas que las acompañan, lo cual resulta motivo de atención médica frecuente, sino por la elevada carga asistencial, los elevados costos sanitarios y las afectaciones a la calidad de vida que genera en las personas que las padecen. Objetivo: Reflexionar sobre algunas enfermedades del tejido conectivo y sus complejidades morfológicas estructurales. Desarrollo: En la literatura consultada pudo constatarse la existencia de un grupo de enfermedades autoinmunes de tipo sistémico; tales como la artritis reumatoide, el lupus eritematoso sistémico, la esclerosis sistémica, la dermatomiositis, las miopatías inflamatorias, el síndrome antifosfolípido, el síndrome de Sjögren y las vasculitis necrotizantes sistémicas, que llaman la atención de los especialistas. Conclusiones: La mayoría de estas afecciones evolucionan con dolor, molestias y limitaciones para desarrollar las actividades de la vida cotidiana por lo que los pacientes suelen expresar sufrimiento, en particular, porque son enfermedades progresivas que pueden producir daños irreversibles con pronóstico no siempre favorable y cuya respuesta al tratamiento específico no siempre es satisfactoria, lo que acentúa el malestar y los síntomas en general y dan lugar a angustia y sufrimiento espiritual al paciente y sus familiares(AU)

Introduction: Connective tissue diseases are a health concern for healthcare institutions in any country, not only because of the symptoms they present, which is a reason for frequent medical attention, but also because of the need for care, high health costs and the great negative effects on the quality of life generated in the lives of people who suffer from them. Objective: To reflect about some connective tissue diseases and their structural and morphological complications. Development: During the analysis of the consulted literature, we could verify the existence of a group of systemic autoimmune diseases, such as rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus, systemic sclerosis, dermatomyositis, inflammatory myopathies, antiphospholipid syndrome, Sjögren's syndrome and systemic necrotizing vasculitis, which has drawn the specialists' attention. Conclusions: Most of these conditions develop with pain, discomfort and limitations to perform activities of daily life, a reason why patients often feel distressed, particularly because these are diseases that can cause irreversible damage with a not always favorable prognosis and whose response to specific treatment is not always satisfactory, which accentuates the discomfort and symptoms in general and gives rise to spiritual anguish and suffering in the patient and their relatives(AU)
Descritores: Artrite Reumatoide
Escleroderma Sistêmico
Doenças do Tecido Conjuntivo
Dermatomiosite
Limites: Humanos
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional



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