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Texto completo SciELO Chile
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Id: biblio-1011430
Autor: Diao, Min; Qu, Yi; Liu, Hui; Ma, Yushan; Lin, Xuemei.
Título: Effect of carbamylated erythropoietin on neuronal apoptosis in fetal rats during intrauterine hypoxic-ischemic encephalopathy
Fonte: Biol. Res;52:28, 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: National Science Foundation of China; . Science and Technology Bureau of Sichuan Province; . Chengdu Science and Technology Bureau.
Resumo: BACKGROUND: Hypoxic-ischemic encephalopathy (HIE) is a common disease that occurs during the perinatal period. The primary cause of neonatal HIE is related to fetal intrauterine anoxia. Carbamylated erythropoietin (CEPO), a derivative of erythropoietin (EPO), does not exert any erythropoietic effect; however, the neuroprotective effects resemble those of EPO. Previous studies have shown the potential benefits of CEPO on the central nervous system. The present study aimed to investigate the role of CEPO in neuronal apoptosis during intrauterine HIE and the underlying mechanisms. RESULTS: To validate our hypothesis, we established an intrauterine HIE model by occluding the bilateral uteroovarian arteries of pregnant Sprague-Dawley rats. Compared to the I/R group, neuronal apoptosis in the CEPO group was significantly lower at 4, 12, 24, and 48 h (P < 0.05). CEPO significantly inhibited CC3 expression (P < 0.05) during the early-stages after ischemia-reperfusion (0.5, 4, 8, 12 and 24 h), upregulated Bcl-2 expression, and downregulated Bax expression at 4, 8, 12, and 24 h (P < 0.05). CONCLUSIONS: Carbamylated erythropoietin pretreatment inhibited the expression of proapoptotic protein CC3 in brain and regulated the Bcl-2/Bax ratio, resulting in reduced neuronal apoptosis and thus resulting in a protective effect on intrauterine HIE.
Descritores: Eritropoetina/análogos & derivados
Apoptose/efeitos dos fármacos
Fármacos Neuroprotetores/uso terapêutico
Hipóxia-Isquemia Encefálica/prevenção & controle
-Fatores de Tempo
Eritropoetina/uso terapêutico
Ratos Sprague-Dawley
Hipóxia-Isquemia Encefálica/patologia
Modelos Animais de Doenças
Limites: Animais
Feminino
Gravidez
Ratos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-283003
Autor: Ponisio, Rosana; Bertolotti, J; Unchalo, F.
Título: Encefalopatía hipoxica isquemica neonatal: ¿Cual es el metodo diagnóstico de elección? / Neonatal hypoxic-ischemic encephalopathy: Wich is the best diagnostic method?
Fonte: Med. infant;8(1):36-41, 2001. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Hipóxia Encefálica
Ultrassonografia
Hipóxia-Isquemia Encefálica/diagnóstico
Imagem por Ressonância Magnética
-Pediatria
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Responsável: AR94.1 - Centro de Información Pediatrica


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Texto completo SciELO Uruguai
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Id: lil-471635
Autor: Silvera Jefrey, Fernando; Moraes Castro, Mario A.
Título: Fe de Erratas: Recomendaciones para la atención del recién nacido deprimido severo de término (edad gestacional igual o mayor a las 37 semanas) / Erratum: Recommendations for the care of severely depressed newborn (gestational age equal to or greater than 37 weeks)
Fonte: Arch. pediatr. Urug;77(3):293-299, oct. 2006. ilus, tab.
Idioma: es.
Descritores: Asfixia Neonatal
Hipóxia
-Asfixia Neonatal
Hipóxia-Isquemia Encefálica
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Responsável: UY1.1 - BINAME - Biblioteca Nacional de Medicina


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Id: lil-289394
Autor: Portillo, Roberto; Rojas, Edgard.
Título: Potenciales evocados auditivos de corta y mediana latencia en Niños con Antecedente de Encefalopatía Hipóxico Isquémica Neonatal / Short and Middle-Latency Waves Auditory Evoked Potencial Recordings in Children with History of Neonatal Hypoxic-Ischemic Encephalopathy
Fonte: An. Fac. Med. (Perú);62(2):95-9, 2001. ilus, tab.
Idioma: en; es.
Resumo: Evaluar los potenciales evocados de corta y mediana latencia en niños con antecedente de encefalopatía hipóxico isquémica (EHI) neonatal.Materiales y Métodos: Se realizó un estudio de potenciales evocados auditivos de corta y mediana latencia en 78 niños de 0 a 4 años de edad con antecedente de EHI neonatal. Los niños fueron agrupados según el grado de EHI que presentaban. RESULTADOS: Los potenciales evocados de corta latencia estaban presentes en la mayoría de niños con antecedente de EHI 68 por ciento, no encontrandose diferencia estadísticamente significativa con relación al grado de encefalopatía. En cambio, en los potenciales evocados de mediana latencia se observó ausencia de ondas en el 77 por ciento, especialmente en los grados moderado o severo 90 por ciento. Conclusiones: Es posible que el daño producido en la vía corticorrecticulotalamocortical por la EHI impida la formación de ondas de mediana latencia
Descritores: Hipóxia-Isquemia Encefálica
Limites: Humanos
Responsável: PE13.1 - Oficina de Biblioteca, Hemeroteca y Centro de Documentación


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Id: lil-648125
Autor: Alzamora, Isis; Oscorima, Joana; Advíncula, Claudia; Castro, Giancarlo; Ramos, Elizabeth.
Título: Manejo nutricional en un paciente pediátrico con Encefalopatía hipóxica isquémica, síndrome obstructivo bronquial y retardo en el crecimiento / Nutritional Management in a pediatric patient with hypoxic ischemic encephalopathy, bronchial obstructive syndrome and growth retardation
Fonte: ReNut;4(13):654-666, jul.-sept. 2010. tab.
Idioma: es.
Resumo: Paciente de sexo masculino con 6 meses de edad del servicio de Medicina Pediátrica I del Hospital Nacional A. Sánchez Carrión (HNDAC). Nacido de 38 semanas por parto eutócico; de madre primigesta. Neonato nace con asfixia perinatal grado III; APGAR, 1 al min, 4 a los 5 min y 4 a los 10 min y 4 a los 20 min por ingesta de meconio y líquido amniótico. Antecedente Materno: madre de 18 años de edad con cuadro de anemia leve durante el embarazo, fallecida post parto por presentar atonía intrauterina. El diagnóstico médico a la evaluación fue de Encefalopatía hipóxica isquémica (EHI), síndrome obstructivo bronquial (SOB) persistente y retardo en el crecimiento. En la tabla se alistan los servicios, días y motivo de ingreso del paciente durante su estancia hospitalaria.
Descritores: Antropometria
Desnutrição
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica
Avaliação Nutricional
Hipóxia-Isquemia Encefálica
Terapia Nutricional
Limites: Humanos
Masculino
Lactente
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Id: biblio-1094844
Autor: Leite, Patrícia Natália Monteiro; Teixeira, Rosângela Barbosa; Silva, Gustavo Dias da; Reis, Adriana Teixeira; Araujo, Marcelle.
Título: Hipotermia terapêutica na encefalopatia hipóxico-isquêmica neonatal: revisão integrativa / Therapeutic hypothermia in neonatal hypoxic-ischemic encephalopathy: integrative review / Hipotermia terapéutica em la encefalopatía hipóxico-isquémica neonatal: revisión integrativa
Fonte: Rev. enferm. UERJ;28:42281, jan.-dez. 2020.
Idioma: en; pt.
Resumo: Objetivo: identificar evidências acerca do uso seguro da hipotermia terapêutica em recém-nascidos. Método: revisão integrativa realizada entre junho e julho de 2018, em fontes eletrônicas da Biblioteca Virtual de Saúde e PubMed, por meio da pergunta:"Que evidências podem subsidiar o cuidado de enfermagem voltado para a redução de sequelas em recém-nascidos submetidos à hipotermia terapêutica?".Foram eleitos nove artigos para análise, sendo oito internacionais e um nacional. Resultados:o resfriamento deve acontecer por 72 horas, com hipotermia leve. As indicações para inclusão no protocolo foram: primeiras seis horas de vida, idade gestacional maior que 35 semanas e acidose na primeira hora de vida.São cuidados essenciais: monitoração hemodinâmica, observação da pele, controle térmico retal, vigilância do Eletroencefalograma de Amplitude Integrada. Conclusão: a terapêutica apresenta benefícios, porém sua aplicação depende de protocolo institucional e treinamento das equipes com foco nas potenciais complicações.

Objective: to identify the evidence on safe use of therapeutic hypothermia in newborns. Method: integrative review of the literature, conducted between June and July of 2018, in electronic sources from the Virtual Health Library and PubMed, through the question: "What evidence can support nursing care aimed at reducing sequelae in newborns undergoing therapeutic hypothermia?". Analysis was conducted for nine selected article, being eight from international literature and one from Brazilian national literature. Results: cooling should occur for 72 hours with mild hypothermia. Indications for inclusion in the protocol were: first six hours of life, gestational age greater than 35 weeks and acidosis in the first hour of life. Essential care includes hemodynamic monitoring, skin observation, rectal thermal control, Integrated Amplitude Electroencephalogram surveillance. Conclusion: the therapy has benefits, but its application depends on institutional protocol and team training focusing on potential complications.

Objetivo: identificar la evidencia sobre el uso seguro de la hipotermia terapéutica en recién nacidos. Método: revisión integradora de la literatura, realizada entre junio y julio de 2018, en fuentes electrónicas de la Biblioteca Virtual de Salud y PubMed, a través de la pregunta: "¿Qué evidencia puede apoyar la atención de enfermería dirigida a reducir las secuelas en los recién nacidos que sufren hipotermia terapéutica?". Se realizaron análisis para nueve artículos seleccionados, ocho de literatura internacional y uno de literatura nacional brasileña. Resultados: el enfriamiento debe ocurrir durante 72 horas con hipotermia leve. Las indicaciones para la inclusión en el protocolo fueron: primeras seis horas de vida, edad gestacional mayor de 35 semanas y acidosis en la primera hora de vida. El cuidado esencial incluye monitoreo hemodinámico, observación de la piel, control térmico rectal, vigilancia integrada de electroencefalograma de amplitud. Conclusión: la terapia tiene beneficios, pero su aplicación depende del protocolo institucional y del entrenamiento del equipo, enfocándose en posibles complicaciones.
Descritores: Protocolos Clínicos/normas
Hipóxia-Isquemia Encefálica/terapia
Segurança do Paciente/normas
Hipotermia Induzida/métodos
Hipotermia Induzida/normas
-Asfixia Neonatal/complicações
Hipóxia-Isquemia Encefálica/etiologia
Hipotermia Induzida/efeitos adversos
Hipotermia Induzida/enfermagem
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1366.1 - Biblioteca Biomédica B - CB/B (Odontologia e Enfermagem)


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-770032
Autor: Leão, Rodrigo Nazário; Ávila, Paulo; Cavaco, Raquel; Germano, Nuno; Bento, Luís.
Título: Hipotermia terapêutica após parada cardíaca: preditores de prognóstico / Therapeutic hypothermia after cardiac arrest: outcome predictors
Fonte: Rev. bras. ter. intensiva;27(4):322-332, out.-dez. 2015. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Resumo Objetivo: A determinação do prognóstico de pacientes em coma após parada cardíaca tem implicações clínicas, éticas e sociais. Exame neurológico, marcadores de imagem e bioquímicos são ferramentas úteis e bem aceitas na previsão da recuperação. Com o advento da hipotermia terapêutica, tais informações devem de ser confirmadas. Neste estudo procurou-se determinar a validade de diferentes marcadores que podem ser utilizados na detecção de pacientes com mau prognóstico durante um protocolo de hipotermia. Métodos: Foram coletados prospectivamente os dados de pacientes adultos, internados após parada cardíaca em nossa unidade de terapia intensiva para realização de protocolo de hipotermia. Nosso intuito foi realizar um estudo descritivo e analítico para analisar a relação entre os dados clínicos, parâmetros neurofisiológicos, de imagem e bioquímicos, e o desfecho após 6 meses, conforme definido pela escala Cerebral Performance Categories (bom, se 1-2, e mau, se 3-5). Foi coletada uma amostra para determinação de neuroenolase após 72 horas. Os exames de imagem e neurofisiológicos foram realizados 24 horas após o período de reaquecimento. Resultados: Foram incluídos 67 pacientes, dos quais 12 tiveram evolução neurológica favorável. Fibrilação ventricular e atividade teta no eletroencefalograma se associaram a bom prognóstico. Pacientes submetidos a resfriamento mais rápido (tempo médio de 163 versus 312 minutos), com lesão cerebral causada por hipóxia/isquemia detectada na ressonância nuclear magnética ou níveis de neuroenolase superiores a 58ng/mL se associaram a desfecho neurológico desfavorável (p < 0,05). Conclusão: A presença de lesão cerebral causada por hipóxia/isquemia e de neuroenolase foram fortes preditores de má evolução neurológica. Apesar da crença de que atingir rapidamente a temperatura alvo da hipotermia melhora o prognóstico neurológico, nosso estudo demonstrou que este fator se associou a um aumento da mortalidade e a uma pior evolução neurológica.

ABSTRACT Objective: The determination of coma patient prognosis after cardiac arrest has clinical, ethical and social implications. Neurological examination, imaging and biochemical markers are helpful tools accepted as reliable in predicting recovery. With the advent of therapeutic hypothermia, these data need to be reconfirmed. In this study, we attempted to determine the validity of different markers, which can be used in the detection of patients with poor prognosis under hypothermia. Methods: Data from adult patients admitted to our intensive care unit for a hypothermia protocol after cardiac arrest were recorded prospectively to generate a descriptive and analytical study analyzing the relationship between clinical, neurophysiological, imaging and biochemical parameters with 6-month outcomes defined according to the Cerebral Performance Categories scale (good 1-2, poor 3-5). Neuron-specific enolase was collected at 72 hours. Imaging and neurophysiologic exams were carried out in the 24 hours after the rewarming period. Results: Sixty-seven patients were included in the study, of which 12 had good neurological outcomes. Ventricular fibrillation and electroencephalographic theta activity were associated with increased likelihood of survival and improved neurological outcomes. Patients who had more rapid cooling (mean time of 163 versus 312 minutes), hypoxic-ischemic brain injury on magnetic resonance imaging or neuron-specific enolase > 58ng/mL had poor neurological outcomes (p < 0.05). Conclusion: Hypoxic-ischemic brain injury on magnetic resonance imaging and neuron-specific enolase were strong predictors of poor neurological outcomes. Although there is the belief that early achievement of target temperature improves neurological prognoses, in our study, there were increased mortality and worse neurological outcomes with earlier target-temperature achievement.
Descritores: Coma/etiologia
Hipóxia-Isquemia Encefálica/etiologia
Parada Cardíaca/terapia
Hipotermia Induzida/métodos
-Fosfopiruvato Hidratase/metabolismo
Prognóstico
Fatores de Tempo
Imagem por Ressonância Magnética
Estudos Prospectivos
Seguimentos
Resultado do Tratamento
Hipóxia-Isquemia Encefálica/mortalidade
Parada Cardíaca/complicações
Parada Cardíaca/mortalidade
Unidades de Terapia Intensiva
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Estudo de Validação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-894060
Autor: Variane, Gabriel Fernando Todeschi; Magalhães, Maurício; Gasperine, Renato; Alves, Heitor Castelo Branco Rodrigues; Scoppetta, Thiago Luiz Pereira Donoso; Figueredo, Rodrigo de Jesus Gonçalves; Rodrigues, Francisco Paulo Martins; Netto, Alexandre; Mimica, Marcelo Jenne; Gallacci, Clery Bernardi.
Título: Early amplitude-integrated electroencephalography for monitoring neonates at high risk for brain injury / Eletroencefalograma de amplitude integrada precoce no monitoramento de neonatos com risco elevado de lesão cerebral
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);93(5):460-466, Sept.-Oct. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective: This study aimed to correlate amplitude-integrated electroencephalography findings with early outcomes, measured by mortality and neuroimaging findings, in a prospective cohort of infants at high risk for brain injury in this center in Brazil. Methods: This blinded prospective cohort study evaluated 23 preterm infants below 31 weeks of gestational age and 17 infants diagnosed with hypoxic-ischemic encephalopathy secondary to perinatal asphyxia, with gestational age greater than 36 weeks, monitored with amplitude-integrated electroencephalography in a public tertiary center from February 2014 to January 2015. Background activity (classified as continuous, discontinuous high-voltage, discontinuous low-voltage, burst-suppression, continuous low-voltage, or flat trace), presence of sleep-wake cycling, and presence of seizures were evaluated. Cranial ultrasonography in preterm infants and cranial magnetic resonance imaging in infants with hypoxic-ischemic encephalopathy were performed. Results: In the preterm group, pathological trace or discontinuous low-voltage pattern (p = 0.03) and absence of sleep-wake cycling (p = 0.019) were associated with mortality and brain injury assessed by cranial ultrasonography. In patients with hypoxic-ischemic encephalopathy, seizure patterns on amplitude-integrated electroencephalography traces were associated with mortality or brain lesion in cranial magnetic resonance imaging (p = 0.005). Conclusion: This study supports previous results and demonstrates the utility of amplitude-integrated electroencephalography for monitoring brain function and predicting early outcome in the studied groups of infants at high risk for brain injury.

Resumo Objetivo: Este estudo visou correlacionar os achados do eletroencefalograma de amplitude integrada (aEEG) com resultados precoces, medidos por mortalidade e achados de neuroimagem, em uma coorte prospectiva de neonatos com risco elevado de lesão cerebral em nosso centro no Brasil. Métodos: O estudo prospectivo de coorte cego avaliou 23 neonatos prematuros abaixo de 31 semanas de idade gestacional (IG) e 17 neonatos diagnosticados com encefalopatia hipóxico-isquêmica (EHI) secundária à asfixia perinatal, com IG superior a 36 semanas, monitorados com aEEG em um centro terciário público de fevereiro de 2014 a janeiro de 2015. Foram avaliadas a atividade de fundo (classificada como padrão contínuo, descontínuo de alta voltagem, descontínuo de baixa voltagem, supressão de explosão, contínuo de baixa voltagem ou traço plano), a presença de ciclo do sono-vigília e a presença de convulsões. Foram feitas a ultrassonografia craniana em prematuros e a ressonância magnética (RMI) craniana em neonatos com EHI. Resultados: No grupo de prematuros, o traço patológico ou padrão descontínuo de baixa voltagem (p = 0,03) e a ausência de ciclo do sono-vigília (p = 0,019) foram associados a mortalidade e lesão cerebral avaliada por ultrassonografia craniana. Em pacientes com EHI, os padrões de convulsão nos traços do aEEG foram associados a mortalidade ou lesão cerebral na RMI craniana (p = 0,005). Conclusão: Este estudo corrobora os resultados anteriores e demonstra a utilidade do aEEG no monitoramento da função cerebral e na predição de alterações precoces nos grupos de neonatos estudados com risco elevado de lesão cerebral.
Descritores: Lesões Encefálicas/diagnóstico
Hipóxia-Isquemia Encefálica/complicações
-Índice de Apgar
Prognóstico
Lesões Encefálicas/etiologia
Recém-Nascido Prematuro
Valor Preditivo dos Testes
Estudos Prospectivos
Eletroencefalografia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-954613
Autor: Austin, Topun.
Título: Therapeutic hypothermia for hypoxic-ischemic encephalopathy: challenges during transfer and global perspectives / Hipotermia terapêutica para encefalopatia hipóxico-isquêmica: desafios durante a transferência e perspectivas globais
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);94(3):221-223, May-June 2018.
Idioma: en.
Descritores: Transporte de Pacientes
Hipóxia-Isquemia Encefálica/terapia
Hipotermia Induzida/métodos
-Hipotermia Induzida/tendências
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-954616
Autor: Carreras, Nuria; Alsina, Miguel; Alarcon, Ana; Arca-Díaz, Gemma; Agut, Thais; García-Alix, Alfredo.
Título: Efficacy of passive hypothermia and adverse events during transport of asphyxiated newborns according to the severity of hypoxic-ischemic encephalopathy / Eficácia da hipotermia passiva e eventos adversos durante o transporte de recém-nascidos asfixiados de acordo com a gravidade da encefalopatia hipóxico-isquêmica
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);94(3):251-257, May-June 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective To determine if the efficacy of passive hypothermia and adverse events during transport are related to the severity of neonatal hypoxic-ischemic encephalopathy. Methods This was a retrospective study of 67 infants with hypoxic-ischemic encephalopathy, born between April 2009 and December 2013, who were transferred for therapeutic hypothermia and cooled during transport. Results Fifty-six newborns (84%) were transferred without external sources of heat and 11 (16%) needed an external heat source. The mean temperature at departure was 34.4 ± 1.4 °C and mean transfer time was 3.3 ± 2.0 h. Mean age at arrival was 5.6 ± 2.5 h. Temperature at arrival was between 33 and 35 °C in 41 (61%) infants, between 35 °C and 36.5 °C in 15 (22%) and <33 °C in 11 (16%). Infants with severe hypoxic-ischemic encephalopathy had greater risk of having an admission temperature < 33 °C (OR: 4.5; 95% CI: 1.1-19.3). The severity of hypoxic-ischemic encephalopathy and the umbilical artery pH were independent risk factors for a low temperature on admission (p < 0.05). Adverse events during transfer, mainly hypotension and bleeding from the endotracheal tube, occurred in 14 infants (21%), with no differences between infants with moderate or severe hypoxic-ischemic encephalopathy. Conclusion The risk of overcooling during transport is greater in newborns with severe hypoxic-ischemic encephalopathy and those with more severe acidosis at birth. The most common adverse events during transport are related to physiological deterioration and bleeding from the endotracheal tube. This observation provides useful information to identify those asphyxiated infants who require closer clinical surveillance during transport.

Resumo Objetivo Determinar se a eficácia da hipotermia passiva e eventos adversos durante o transporte estão relacionados à gravidade da encefalopatia hipóxico-isquêmica neonatal. Métodos Estudo retrospectivo de 67 neonatos com encefalopatia hipóxico-isquêmica (nascidos entre abril de 2009 e dezembro de 2013) transferidos para hipotermia terapêutica e resfriados durante o transporte. Resultados Foram transportados 56 recém-nascidos (84%) sem fontes externas de calor e 11 (16%) precisaram de uma fonte externa de calor. A temperatura média na saída foi de 34,4 ± 1,4 °C e o tempo médio de transporte foi de 3,3 ± 2,0 horas. A idade média na chegada foi de 5,6 ± 2,5 horas. A temperatura na chegada ficou entre 33-35 °C em 41 (61%) neonatos, entre 35°-36,5 °C em 15 (22%) e < 33 °C em 11 (16%). Neonatos com encefalopatia hipóxico-isquêmica grave apresentaram maior risco de temperatura < 33 °C na internação (RC 4,5; IC de 95% 1,1-19,3). A gravidade da encefalopatia hipóxico-isquêmica e o pH da artéria umbilical foram fatores de risco independentes para uma baixa temperatura na internação (p < 0,05). Eventos adversos durante o transporte, principalmente hipotensão e sangramento do tubo endotraqueal, ocorreram em 14 neonatos (21%), sem diferenças entre neonatos com encefalopatia hipóxico-isquêmica moderada ou grave. Conclusão O risco de super-resfriamento durante o transporte é maior em recém-nascidos com encefalopatia hipóxico-isquêmica grave e naqueles com acidose mais grave no nascimento. Os eventos adversos mais comuns durante o transporte estão relacionados a deterioração fisiológica e sangramento do tubo endotraqueal. Essa observação fornece informações úteis para identificar neonatos asfixiados que exigem maior vigilância clínica durante o transporte.
Descritores: Asfixia Neonatal/terapia
Transporte de Pacientes/estatística & dados numéricos
Hipóxia-Isquemia Encefálica/terapia
Medicina de Emergência Pediátrica/estatística & dados numéricos
Hipotermia Induzida/efeitos adversos
-Índice de Gravidade de Doença
Estudos Retrospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Responsável: BR1.1 - BIREME



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