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Id: biblio-1098089
Autor: Martins, Rodrigo Tomazini; Toson, Barbara; Souza, Ricardo Krause Martinez de; Kowacs, Pedro Andre.
Título: Post-dural puncture headache incidence after cerebrospinal fluid aspiration. A prospective observational study / Incidência de cefaleia pós-punção dural após aspiração do líquido cefalorraquidiano. Um estudo observacional prospectivo
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;78(4):187-192, Apr. 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: Post-dural puncture headache (PDPH) is an iatrogenic condition following lumbar puncture (LP). Incidence is variable and often associated with young females. Technical features of the procedure (i.e. needle gauge) have been investigated; however there is no investigation on the method of cerebrospinal fluid (CSF) collection. Objective: To investigate whether mild CSF aspiration is associated with increased PDPH in selected patients. Methods: 336 subjects were eligible to the study. Data on 237 patients from a tertiary neurology hospital who underwent diagnostic LP from February 2010 to December 2012 were analysed. Patient demographics, lumbar puncture method, CSF biochemical characteristics, opening pressures, and a follow-up inquire on PDPH occurrence were collected. CSF was collected either by allowing free flow or by mild aspiration. Results: The aspiration arm (n=163) was comprised of 55.8% females with mean age of 52(35‒69) years. Sex distribution was not different between the two arms (p=0.191). A significant larger amount of CSF was obtained in the aspiration arm (p=0.011). The incidence of PDPH in the aspiration arm was 16.5% versus 20.2% in the free flow arm, not statistically significant (p=0.489). No relevant associations emerged from the analyses in the subgroup aged <65 years. Conclusions: Aspiration of the CSF during LP was not associated with increased rates of PDPH compared to the standard method, particularly when larger amounts of CSF are required and ideal conditions are met. This is the first study looking into this matter, aiming to add safety to the procedure. Further randomized trials are required.

Resumo Introdução: Cefaleia pós-punção dural (CPPD) é uma condição iatrogênica após punção lombar (LP). Incidência é variável; frequentemente associada a mulheres jovens. Características técnicas do procedimento (ex: calibre da agulha) foram investigadas; no entanto, não há investigação sobre o método de coleta do líquido cefalorraquidiano (LCR). Objetivo: Avaliar se aspiração leve do LCR está associada ao aumento da CPPD em pacientes selecionados. Métodos: 336 indivíduos foram elegíveis para o estudo. Dados de 237 pacientes em um hospital neurológico terciário que foram submetidos à PL diagnóstica de fevereiro de 2010 a dezembro de 2012 foram analisados. Coletamos dados demográficos dos pacientes, método da PL, características bioquímicas do LCR, pressões de abertura e ocorrência da CPPD. Todos as PLs ocorreram em decúbito lateral. O LCR foi coletado permitindo livre fluxo ou aspiração leve. Resultados: O grupo aspiração (n=163) apresentava 55,8% de mulheres, idade média de 52(35‒69) anos. A distribuição por sexo não foi diferente entre os dois grupos (p=0,191). Uma quantidade maior de LCR foi obtida no grupo aspiração (p=0,011). A incidência de CPPD no grupo de aspiração foi de 16,5% versus 20,2% no fluxo livre, não estatisticamente significante (p=0,489). Nenhuma associação emergiu das análises no subgrupo com idades <65 anos. Conclusões: A aspiração do LCR durante PL não está associada ao aumento da CPPD em comparação com a método padrão, particularmente quando quantidades maiores de LCR são necessárias e condições ideais são satisfeitas. Este é o primeiro estudo a investigar o topico, visando aumentar a segurança do procedimento. Necessita-se futuros estudos randomizados.
Descritores: Cefaleia Pós-Punção Dural
-Punção Espinal
Incidência
Estudos Prospectivos
Agulhas
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-755139
Autor: Ramírez, Sofía; Gredilla, Elena; Martínez, Blanca; Gilsanz, Fernando.
Título: Bilateral subdural hematoma secondary to accidental dural puncture / Hematoma subdural bilateral secundário a punção dural acidental / Hematoma subdural bilateral secundario a punción dural accidental
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(4):306-309, July-Aug. 2015. ilus.
Idioma: en.
Resumo:

We report the case of a 25-year-old woman, who received epidural analgesia for labor pain and subsequently presented post-dural puncture headache. Conservative treatment was applied and epidural blood patch was performed. In the absence of clinical improvement and due to changes in the postural component of the headache, a brain imaging test was performed showing a bilateral subdural hematoma. The post-dural puncture headache is relatively common, but the lack of response to established medical treatment as well as the change in its characteristics and the presence of neurological deficit, should raise the suspicion of a subdural hematoma, which although is rare, can be lethal if not diagnosed and treated at the right time.

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Apresentamos o caso clínico de uma paciente de 25 anos na qual uma técnica peridural foi aplicada durante o trabalho de parto e posteriormente apresentou cefaleia com características de cefaleia pós-punção dural. Foi iniciado tratamento conservador e tampão de sangue peridural. Devido à ausência de melhoria clínica e à mudança do componente postural da cefaleia, decidiu-se fazer um exame de imagem cerebral que demonstrou a presença de hematoma subdural bilateral. A cefaleia pós-punção dural é relativamente frequente, mas a falta de resposta ao tratamento médico instaurado, assim como a mudança em suas características e a presença de foco neurológico, deve levantar a suspeita de presença de um hematoma subdural que, embora infrequente, pode chegar a ser devastador se não for diagnosticado e tratado oportunamente.

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Presentamos el caso clínico de una paciente de 25 años de edad, a quien se le realizó una técnica epidural durante el trabajo de parto y posteriormente presentó cefalea con características de cefalea pospunción dural. Se inició tratamiento conservador y se realizó parche hemático epidural. Ante la falta de mejoría clínica y debido al cambio en el componente postural de la cefalea, se decidió realizar una prueba de imagen cerebral que demostró la presencia de hematoma subdural bilateral. La cefalea pospunción dural es relativamente frecuente, pero la falta de respuesta al tratamiento médico instaurado, así como el cambio en sus características y la presencia de focalidad neurológica, deben hacer sospechar la presencia de un hematoma subdural que, aunque infrecuente, puede llegar a ser devastador si no se diagnostica y trata oportunamente.

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Descritores: Analgesia Epidural/efeitos adversos
Analgesia Obstétrica/efeitos adversos
Hematoma Subdural/etiologia
-Analgesia Epidural/métodos
Analgesia Obstétrica/métodos
Placa de Sangue Epidural/métodos
Dor do Parto/tratamento farmacológico
Cefaleia Pós-Punção Dural/etiologia
Cefaleia Pós-Punção Dural/terapia
Neuroimagem/métodos
Hematoma Subdural/diagnóstico
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-794799
Autor: Türkyilmaz, Esra Uyar; Eryilmaz, Nuray Camgöz; Güzey, Nihan Aydin; Moraloğlu, Özlem.
Título: Bilateral greater occipital nerve block for treatment of post-dural puncture headache after caesarean operations / Bloqueio bilateral do nervo occipital maior para tratamento de cefaleia pós-punção dural após cesarianas
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(5):445-450, Sept.-Oct. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: Post-dural puncture headache (PDPH) is an important complication of neuroaxial anesthesia and more frequently noted in pregnant women. The pain is described as severe, disturbing and its location is usually fronto-occipital. The conservative treatment of PDPH consists of bed rest, fluid theraphy, analgesics and caffeine. Epidural blood patch is gold standard theraphy but it is an invasive method. The greater occipital nerve (GON) is formed of sensory fibers that originate in the C2 and C3 segments of the spinal cord and it is the main sensory nerve of the occipital region. GON blockage has been used for the treatment of many kinds of headache. The aim of this retrospective study is to present the results of PDPH treated with GON block over 1 year period in our institute. Methods: 16 patients who had been diagnosed to have PDPH, and performed GON block after caesarean operations were included in the study. GON blocks were performed as the first treatment directly after diagnose of the PDPH with levobupivacaine and dexamethasone. Results: The mean VAS score of the patients was 8.75 (±0.93) before the block; 3.87 (±1.78) 10 min after the block; 1.18 (±2.04) 2 h after the block and 2.13 (±1.64) 24 h after the block. No adverse effects were observed. Conclusions: Treatment of PDPH with GON block seems to be a minimal invasive, easy and effective method especially after caesarean operations. A GON block may be considered before the application of a blood patch.

Resumo Justificativa: A cefaleia pós-punção dural (CPPD) é uma complicação importante da anestesia neuroaxial e mais frequentemente observada em grávidas. A dor é descrita como intensa, perturbadora, e sua localização é geralmente fronto-occipital. O tratamento conservador da CPPD consiste em repouso no leito, fluidoterapia, analgésicos e cafeína. O tampão sanguíneo peridural é o padrão ouro de tratamento, mas é um método invasivo. O nervo occipital maior (NOM) é formado por fibras sensoriais com origem nos segmentos C2 e C3 da medula espinhal e é o principal nervo sensorial da região occipital. O bloqueio do NOM tem sido usado para o tratamento de muitos tipos de dor de cabeça. O objetivo deste estudo retrospectivo foi apresentar os resultados de CPPD tratada com bloqueio do NOM no período de um ano em nosso instituto. Métodos: Foram incluídas no estudo 16 pacientes diagnosticadas com CPPD e submetidas a bloqueio de NOM após cesariana. Os bloqueios do NOM foram feitos com levobupivacaína e dexametasona como o primeiro tratamento imediatamente após o diagnóstico de CPPD. Resultados: A média dos escores EVA das pacientes foi de 8,75 (±0,93) antes do bloqueio; 3,87 (±1,78) 10 minutos após o bloqueio; 1,18 (±2,04) duas horas após o bloqueio e 2,13 (±1,64) 24 horas após o bloqueio. Efeitos adversos não foram observados. Conclusões: O tratamento da CPPD com bloqueio do NOM parece ser um método minimamente invasivo, fácil e eficaz, especialmente após cesarianas. O bloqueio do NOM pode ser considerado antes da aplicação de um tampão sanguíneo peridural.
Descritores: Cesárea/efeitos adversos
Cesárea/métodos
Nervos Cranianos
Cefaleia Pós-Punção Dural/tratamento farmacológico
Bloqueio Nervoso/métodos
-Medição da Dor
Bupivacaína/administração & dosagem
Bupivacaína/análogos & derivados
Bupivacaína/uso terapêutico
Dexametasona/administração & dosagem
Dexametasona/uso terapêutico
Estudos Retrospectivos
Placa de Sangue Epidural
Levobupivacaína
Anestesia Obstétrica
Raquianestesia
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Anestésicos Locais/uso terapêutico
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-773494
Autor: Alagoz, Ali; Sazak, Hilal; Tunc, Mehtap; Ulus, Fatma; Kokulu, Serdar; Pehlivanoglu, Polat; Sahin, Saziye.
Título: Teaching practices of thoracic epidural catheterizations in different grade of anesthesia residents / Ensino da prática de cateterismo epidural torácico em diferentes anos de residência em anestesia
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(1):1-6, Jan.-Feb. 2016. tab.
Idioma: pt.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: In this study, we aimed to clarify the importance of residency grade and other factors which influence the success of thoracic epidural catheterization in thoracotomy patients. METHODS: After the ethical committee approval, data were recorded retrospectively from the charts of 415 patients. All patients had given written informed consent. The thoracic epidural catheterization attempts were divided into two groups as second-third year (Group I) and fourth year (Group II) according to residency grade. We retrospectively collected demographic data, characteristics of thoracic epidural catheterization attempts, and all difficulties and complications during thoracic epidural catheterization. RESULTS: Overall success rate of thoracic epidural catheterization was similar between the groups. Levels of catheter placement, number and duration of thoracic epidural catheterization attempts were not different between the groups (p > 0.05). Change of needle insertion level was statistically higher in Group II (p = 0.008), whereas paresthesia was significantly higher in Group I (p = 0.007). Dural puncture and postdural puncture headache rates were higher in Group I. Higher body mass index and level of the insertion site were significant factors for thoracic epidural catheterization failure and postoperative complication rate and those were independence from residents' experience (p < 0.001, 0.005). CONCLUSION: Body mass index and level of insertion site were significant on thoracic epidural catheterization failure and postoperative complication rate. We think that residents' grade is not a significant factor in terms overall success rate of thoracic epidural catheterization, but it is important for outcome of these procedures.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Esclarecer a importância do ano de residência e outros fatores que influenciam o sucesso do cateterismo epidural torácico (CET) em pacientes submetidos à toracotomia. MÉTODOS: Após a aprovação do Comitê de Ética, os dados foram retrospectivamente analisados a partir dos prontuários de 415 pacientes. Todos os pacientes assinaram os termos de consentimento informado. As tentativas de CET foram divididas em dois grupos: segundo-terceiro ano (Grupo I) e quarto ano (Grupo II), de acordo com o ano de residência. Dados demográficos, características das tentativas de CET e todas as dificuldades e complicações durante o CET foram registrados retrospectivamente. RESULTADOS: A taxa de sucesso global de CET foi semelhante entre os grupos. Os níveis de colocação do cateter, o número e a duração das tentativas não foram diferentes entre os grupos (p > 0,05). A alteração do nível de inserção da agulha foi estatisticamente maior no Grupo II (p = 0,008), enquanto que a parestesia foi significativamente maior no Grupo I (p = 0,007). As taxas de cefaleia durante e após punção dural foram maiores no Grupo I. Um índice de massa corporal (IMC) maior e o nível do local de inserção foram fatores significativos para o fracasso do CET e para as taxas de complicações no pós-operatório, mas independentes da experiência dos residentes (p < 0,001, 0,005). CONCLUSÃO: O IMC e o nível do local de inserção foram significativos para o fracasso do CET e para as taxas de complicações no pós-operatório. Pensamos que o ano de residência não é um fator significativo em termos de taxa de sucesso global para o CET, mas é importante para o resultado desses procedimentos.
Descritores: Cateterismo/métodos
Internato e Residência
Anestesia Epidural/métodos
Anestesiologia/educação
-Complicações Pós-Operatórias/epidemiologia
Vértebras Torácicas
Toracotomia/métodos
Índice de Massa Corporal
Estudos Retrospectivos
Resultado do Tratamento
Cefaleia Pós-Punção Dural/epidemiologia
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-843391
Autor: Cardoso, José Miguel; Sá, Miguel; Graça, Rita; Reis, Hugo; Almeida, Liliana; Pinheiro, Célia; Machado, Duarte.
Título: Sphenopalatine ganglion block for postdural puncture headache in ambulatory setting / Bloqueio do gânglio esfenopalatino para cefaleia pós-punção dural em contexto de ambulatório
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(3):311-313, Mar.-June 2017.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Postdural puncture headache (PDPH) is a common complication following subarachnoid blockade and its incidence varies with the size of the needle used and the needle design. Suportive therapy is the usual initial approach. Epidural blood patch (EBP) is the gold-standard when supportive therapy fails but has significant risks associated. Sphenopalatine ganglion block (SPGB) may be a safer alternative. Case report: We observed a 41 year-old female patient presenting with PDPH after a subarachnoid blockade a week before. We administrated 1 l of crystalloids, Dexamethasone 4 mg, parecoxib 40 mg, acetaminophen 1 g and caffeine 500 mg without significant relief after 2 hours. We performed a bilateral SPGB with a cotton-tipped applicator saturated with 0.5% Levobupivacaine under standard ASA monitoring. Symptoms relief was reported 5 minutes after the block. The patient was monitored for an hour after which she was discharged and prescribed acetaminophen 1 g and ibuprofen 400 mg every 8 hours for the following 2 days. She was contacted on the next day and again after a week reporting no pain in both situation. Conclusions: SPGB may attenuate cerebral vasodilation induced by parasympathetic stimulation transmitted through neurons that have synapses in the sphenopalatine ganglion. This would be in agreement with the Monro-Kellie concept and would explain why caffeine and sumatriptan can have some effect in the treatment of PDPH. Apparently, SPGB has a faster onset than EBP with better safety profile. We suggest that patients presenting with PDPH should be considered primarily for SPGB. Patients may have a rescue EBP if needed.

Resumo Justificativa e objetivos: Cefaleia pós-punção dural (CPPD) é uma complicação comum após bloqueio subaracnoideo e sua incidência varia de acordo com o tamanho e desenho da agulha usada. Geralmente, a terapia de apoio é a abordagem inicial. O tampão sanguíneo peridural (TSP) é o padrão de terapia quando a terapia de apoio falha, mas tem riscos significativos associados. O bloqueio do gânglio esfenopalatino (BGEP) pode ser uma opção mais segura. Relato de caso: Atendemos uma paciente de 41 anos, com CPPD após bloqueio subaracnoideo uma semana antes. Administramos cristaloides (1 L), dexametasona (4 mg), parecoxib (40 mg), acetaminofeno (1 g) e cafeína (500 mg), sem alívio significativo após 2 horas. Fizemos um bloqueio bilateral do gânglio esfenopalatino, com um aplicador com ponta de algodão saturada com levobupivacaína a 0,5% sob monitoração padrão ASA. O alívio dos sintomas foi relatado 5 minutos após o bloqueio. A paciente foi monitorada por uma hora e depois recebeu alta com prescrição de acetaminofeno (1 g) e ibuprofeno (400 mg) a cada 8 horas para os dois dias seguintes. A paciente foi contatada no dia seguinte e novamente após uma semana e, em ambos os contatos, relatou não sentir dor. Conclusões: O BGEP pode ter atenuado a vasodilatação cerebral induzida pelo estímulo parassimpático transmitido através dos neurônios que têm sinapses no gânglio esfenopalatino. Esse mecanismo estaria de acordo com o conceito de Monro-Kellie e explicaria por que a cafeína e o sumatriptano podem ter algum efeito no tratamento da CPPD. Aparentemente, o BGEP tem um início mais rápido do que o do TSP, com um melhor perfil de segurança. Sugerimos que os pacientes que se apresentam com CPPD devam ser considerados primeiro para BGEP. Os pacientes podem ser submetidos a um TSP de resgate, caso necessário.
Descritores: Cefaleia Pós-Punção Dural/terapia
Bloqueio do Gânglio Esfenopalatino
-Assistência Ambulatorial
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-843401
Autor: Bisinotto, Flora Margarida Barra; Dezena, Roberto Alexandre; Abud, Tania Mara Vilela; Martins, Laura Bisinotto.
Título: Cerebral venous thrombosis after spinal anesthesia: case report / Trombose venosa cerebral após raquianestesia: relato de caso
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(3):305-310, Mar.-June 2017. graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction Cerebral venous thrombosis (CVT) is a rare but serious complication after spinal anesthesia. It is often related to the presence of predisposing factors, such as pregnancy, puerperium, oral contraceptive use, and malignancies. Headache is the most common symptom. We describe a case of a patient who underwent spinal anesthesia and had postoperative headache complicated with CVT. Case report Male patient, 30 years old, ASA 1, who underwent uneventful arthroscopic knee surgery under spinal anesthesia. Forty-eight hours after the procedure, the patient showed frontal, orthostatic headache that improved when positioned supine. Diagnosis of sinusitis was made in the general emergency room, and he received symptomatic medication. In subsequent days, the headache worsened with holocranial location and with little improvement in the supine position. The patient presented with left hemiplegia followed by tonic-clonic seizures. He underwent magnetic resonance venography; diagnosed with CVT. Analysis of procoagulant factors identified the presence of lupus anticoagulant antibody. The patient received anticonvulsants and anticoagulants and was discharged on the eighth day without sequelae. Discussion Any patient presenting with postural headache after spinal anesthesia, which intensifies after a plateau, loses its orthostatic characteristic or become too long, should undergo imaging tests to rule out more serious complications, such as CVT. The loss of cerebrospinal fluid leads to dilation and venous stasis that, coupled with the traction caused by the upright position, can lead to CVT in some patients with prothrombotic conditions.

Resumo Introdução: A trombose venosa cerebral (TVC) é uma complicação rara, mas grave, após raquianestesia. Está frequentemente relacionada com a presença de fatores predisponentes, como gestação, puerpério, uso de contraceptivos orais e doenças malignas. O sintoma mais frequente é a cefaleia. Descrevemos um caso de um paciente submetido à raquianestesia que apresentou cefaleia no período pós-operatório complicada com TVC. Relato de caso: Paciente de 30 anos, ASA 1, submetido à cirurgia de artroscopia de joelho sob raquianestesia, sem intercorrências. Quarenta e oito horas após o procedimento apresentou cefaleia frontal, ortostática, que melhorava com o decúbito. Foi feito diagnóstico de sinusite em pronto socorro geral e recebeu medicação sintomática. Nos dias subsequentes teve pioria da cefaleia, que passou a ter localização holocraniana e mais intensa e com pequena melhora com o decúbito dorsal. Evoluiu com hemiplegia esquerda seguida de convulsões tônico-clônicas generalizadas. Foi submetido à ressonância magnética com venografia que fez o diagnóstico de TVC. A pesquisa para fatores pró-coagulantes identificou a presença de anticorpo lúpico. Recebeu como medicamentos anticonvulsivantes e anticoagulantes e teve alta hospitalar em oito dias, sem sequelas. Discussão: Qualquer paciente que apresente cefaleia postural após uma raquianestesia, e que intensifica após um platô, perca sua característica ortostática ou se torne muito prolongada, deve ser submetido a exames de imagem para excluir complicações mais sérias como a TVC. A perda de líquido cefalorraquidiano leva à dilatação e à estase venosa, que, associadas à tração provocada pela posição ereta, podem, em alguns pacientes com estados protrombóticos, levar à TVC.
Descritores: Trombose Venosa/etiologia
Trombose Intracraniana/etiologia
Cefaleia Pós-Punção Dural/etiologia
Raquianestesia/efeitos adversos
-Trombose Venosa/complicações
Trombose Intracraniana/complicações
Cefaleia Pós-Punção Dural/complicações
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-797663
Autor: Añel Liranza, Yanet Beatriz; Martínez Rondon, Ariamna; Iraola Leyva, Milagro Solmis; Mejias Pupo, Marbelis; Cruz Carballosa, Yosvanis; López Sánchez, Yamicela.
Título: Comportamiento de la cefalea post punción dural / The cefalea behaviour in dural post punction
Fonte: Rev. cuba. enferm;30(3):222-228, jul.-set. 2014. tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: los síntomas subjetivos de la cefalea post punción lumbar se relacionan con los elementos neurales estimulados. Objetivo: caracterizar el comportamiento de la cefalea post punción dural en pacientes tratados con bloqueo espinal en los hospitales Lucía Íñiguez y Vladimir I Lenin. Métodos: estudio descriptivo y transversal en 80 pacientes de 16 a 60 años, tratados en cirugía con anestesia espinal en el servicio de anestesiología de los hospitales Lucia Iñiguez y Vladimir I Lenin entre noviembre de 2012 y abril de 2013, según estado físico: pacientes sanos y pacientes con enfermedades sistémicas compensadas. Se aplicó el método de chi cuadrado. Resultados: entre las edades de 16 ­ 30 años, predomina el grupo ASA I en la aparición de cefalea post punción dural con el 15 por ciento, la cefalea post punción dural apareció en el 10,0 por ciento de los pacientes donde se utilizó aguja número 22G, el 16,3 por ciento presentó cefalea post punción dural al movilizarse fuera de cama, en el 8,8 por ciento apareció la cefalea post punición dural en las primeras 24h de los pacientes estudiados y en el 7,5 por ciento, después de las 24h. Conclusiones: predominó el grupo de 16 a 30 años y género femenino. Según el estado físico, se presentó la cefalea con mayor frecuencia en pacientes sanos. La movilización temprana del paciente contribuye a disminuir la frecuencia de aparición de la cefalea(AU)

Introduction: The subjective symptoms of the headache post lumbar puncion are related with the elements stimulated neurals area. Objective: To determine the headache appearance post puncion dural in subjected patients to spinal blockade. Methods: A descriptive of prospective traverse court in 80 patients in the ages understood among 16 y 60 subjected to surgery with spinal anesthesia in the service of anesthesiology of the hospital Lucia Iñiguez Landin and Vladimir I Lenin between nobember 2012 and april 2013, king into account phisical state ASAI and ASAII. Results: Between 16-30 years old, predominantly ASA I group in the occurrence of post dural puncture headache with 15 percent post-dural puncture headache appeared in 10.0 percent of patients where number 22G needle was used, the 16.3 percent had post-dural puncture headache to move out of bed and post dural punishment appearing in the first 24 hours in 8.8 percent of the patients and headache in 7.5 percent appeared after 24h. Conclusions: The prevailed age group between 16 and 30 years and female gender. It is better to use spinal needle of the fine caliber in young patients and to consider that the early mobilization of the patient contributes to diminish the frequency of the appearance of the cefalea(AU)
Descritores: Estatística como Assunto
Cefaleia Pós-Punção Dural/epidemiologia
Anestesia Epidural/efeitos adversos
-Epidemiologia Descritiva
Estudos Transversais
Limites: Humanos
Masculino
Adolescente
Adulto
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-1113333
Autor: Ascanio Paredes, Christian Rogger.
Título: Incidencia de cefalea post punción dural en pacientes cesareadas con anestesia raquídea medicadas y no medicadas con dexametasona / Incidence of post-dural puncture headache in cesarean patients with medicated and non-medicated spinal anesthesia with dexamethasone.
Fonte: Lima; s.n; 2013. 33 p. tab, graf.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Universidad Nacional Mayor de San Marcos. Facultad de Medicina para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: Objetivo: Describir la Incidencia de Cefalea Post Punción Dural en pacientes cesareadas con Anestesia Raquídea medicadas y no medicadas con Dexametasona en la Sala Quirúrgica de Emergencias Obstétricas del Hospital Nacional Guillermo Almenara Irigoyen (HNGAI). Diseño: Descriptivo, retrospectivo, transversal. Se tomaron datos de historias clínicas de pacientes ingresadas para cesárea en la Sala Quirúrgica de Emergencias Obstétricas del HNGAI durante un periodo de un año. Resultados: De todos los pacientes que llegaron a nuestro hospital, 84 pacientes fueron encontrados dentro de los criterios de inclusión para ser enrolados en el estudio. La mitad de ellos (n=42), fueron escogidos por haber recibido dexametasona mientras otros 42 pacientes (50 por ciento) fueron escogidos por no haber sido medicados con dexametasona. El grupo de pacientes que recibió dexametasona no difirió del grupo sin dexametasona con respecto a la edad (media 31,17; rango 30-32 y 30,38; rango 29-31 años respectivamente). Ninguno de los pacientes fue retirado del estudio. No se detecto diferencias significativas entre los dos grupos respecto a la ocurrencia de cefalea post punción dural (CPPD) (p=0.616), en el grupo con dexametasona 1 (2.4 por ciento) paciente sufrió CPPD, mientras en el grupo sin dexametasona estos fueron 3 pacientes (7.1 por ciento). La intensidad de la CPPD no mostro diferencias significativas entre el grupo con dexametasona en oposición al grupo de pacientes sin dexametasona (p=0.135). En el grupo con dexametasona fue notificada la CPPD leve (1 paciente), mientras que en el grupo sin dexametasona la CPPD moderada (2 pacientes) y severa (1 paciente) fueron particularmente registradas. La medicación con dexametasona tampoco tuvo impacto en el tiempo de aparición de CPPD (p=0.513). En el grupo con dexametasona un caso se presento dentro de 24h, en el grupo sin dexametasona se presentaron 3 casos: un caso dentro de 24h, entre 24 y 48 h, y entre 48 y 72 horas respectivamente...
Descritores: Cefaleia Pós-Punção Dural
Cesárea
Dexametasona
Raquianestesia
-Estudo Observacional
Estudos Retrospectivos
Limites: Feminino
Humanos
Adulto
Responsável: PE13.1 - Oficina de Biblioteca, Hemeroteca y Centro de Documentación
PE13.1; ME, WO, 450, A79, ej.1. 010000093230; PE13.1; ME, WO, 450, A79, ej.2. 010000093231


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Id: biblio-1035298
Autor: Añel Liranza, Yanet Beatriz; Martínez Rondon, Ariamna; Iraola Leyva, Milagro Solmis; Mejias Pupo, Marbelis; Cruz Carballosa, Yosvanis; López Sánchez, Yamicela.
Título: Cefalea postpunción dural en los Hospitales Lucía Íñiguez y Vladimir I Lenin, 2012 - 2013 / Headache after dural puncture in Hospitals Lucía Íñiguez and Vladimir I Lenin, 2012 - 2013
Fonte: Rev. iberoam. educ. invest. enferm.(Internet);4(3):19-24, Jul.2014. tab.
Idioma: es.
Resumo: Resumen:

Introducción: los síntomas subjetivos de la cefalea postpunción lumbar se relacionan con los elementos neurales estimulados. Objetivo: caracterizar el comportamiento de la cefalea postpunción dural en pacientes tratados con bloqueo espinal en los hospitales Lucía Íñiguez y Vladimir I Lenin. Método: estudio descriptivo transversal en 80 pacientes de 16 a 60 años, tratados en cirugía con anestesia espinal en el servicio de anestesiología de los hospitales Lucía Iñiguez y Vladimir I Lenin, entre noviembre de 2012 y abril de 2013, según estado físico: pacientes sanos y pacientes con enfermedades sistémicas compensadas. Se aplicó el método de Chi cuadrado. Resultados: entre las edades de 16-30 años predomina el grupo ASA I en la aparición de cefalea postpunción dural con el 15%, la cefalea postpunción dural apareció en el 10,0% de los pacientes donde se utilizó aguja número 22G, el 16,3% presentó cefalea postpunción dural al movilizarse fuera de cama y apareciendo la cefalea en las primeras 24 h en el 8,8% de los pacientes estudiados y en el 7,5% apareció después de las 24 h. Conclusiones: predominó el grupo de 16 a 30 años y género femenino. Según el estado físico se presentó la cefalea con mayor frecuencia en pacientes sanos. La movilización temprana del paciente contribuye a disminuir la frecuencia de aparición de la cefalea.
Descritores: Cefaleia Pós-Punção Dural
Pesquisa em Enfermagem
-Cuba
Tipo de Publ: Artigo Introdutório
Responsável: MX382.1 - Facultad de Enfermería y Obstetricia


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Id: biblio-998101
Autor: Hõehr, Ana Camila Rosemback; Londero, Renata Gomes.
Título: Cefaleia pós-punção em pacientes puérperas submetidas a raquianestesia / Headache in parturient women undergoing spinal anesthesia
Fonte: Rev. AMRIGS;56(2):125-128, abr.-jun. 2012. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: INTRODUÇÃO: A raquianestesia é muito utilizada em obstetrícia. O objetivo do presente estudo foi avaliar a ocorrência de cefaleia pós-punção da duramáter em gestantes submetidas a raquianestesia para realização de cesárea no hospital universitário da Ulbra no segundo semestre de 2010. MÉTODOS: Estudo descritivo, no qual foram entrevistadas 50 puérperas submetidas a raquianestesia que estavam internadas ainda na segunda manhã após o procedimento. Foram incluídas no estudo todas as pacientes puérperas com mais de 18 anos submetidas a raquianestesia. Na entrevista foram coletados dados como etnia, idade, peso, altura, escolaridade e número de vezes que paciente submeteu-se a raquianestesia. RESULTADOS: No grupo das pacientes que desenvolveram cefaleia pós-punção dural ­ CPPD ­ (10% da amostra), 10,7% eram brancas (onde 54,9% é a porcentagem de brancas que desenvolveram CPPD), 11,1% eram pardas (onde 35,3% é a porcentagem de pardas que desenvolveram CPPD), 14,3% eram eutróficas (onde 13,3 % é a porcentagem de eutróficas que desenvolveram CPPD) e 7,7% tinham sobrepeso (onde 4,8% é a porcentagem de pacientes com sobrepeso que desenvolveram CPPD). Todas as pacientes que desenvolveram cefaleia tinham sido submetidas pela primeira vez a raquianestesia. CONCLUSÃO: A prevalência de cefaleia não foi diferente entre os grupos, o que pode decorrer do baixo número de pacientes avaliadas. O conhecimento da fisiopatologia da CPPD e dos fatores de risco descritos na literatura (idade da paciente, IMC e número de submissões a raquianestesia) podem auxiliar em um diagnóstico precoce e no tratamento adequado desta intercorrência, evitando, assim, o sofrimento da paciente e um possível aumento da permanência hospitalar

INTRODUCTION: Spinal anesthesia is widely used in obstetrics. The aim of this study was to evaluate the occurrence of post-dural puncture headache in parturients undergoing spinal anesthesia for cesarean section at the Ulbra university hospital in the second half of 2010. METHODS: A descriptive study, in which 50 mothers submitted to spinal anesthesia who were still hospitalized in the second morning after the procedure were interviewed. The study included all parturient mothers over 18 years of age undergoing spinal anesthesia. Data such as ethnicity, age, weight, height, education and the number of times the patient underwent spinal anesthesia were collected in the interviews. RESULTS: In the group of patients who developed post-dural puncture headache (PDPH) (10% of the sample), 10.7% were white (54.9% is the percentage of white women who developed PDPH), 11.1% were mulatto (35.3% is the percentage of mulatto women who developed PDPH), 14.3% were eutrophic (13.3% is the percentage of eutrophic women who developed PDPH), and 7.7% were overweight (4.8% the percentage of overweight patients who developed PDPH). All patients who developed headache had undergone spinal anesthesia for the first time. CONCLUSION: The prevalence of headache was not different across the groups, a finding that may be ascribed to the low number of patients evaluated. Knowledge of the pathophysiology of PDPH and the risk factors described in the literature (patient age, BMI and number of submissions to spinal anesthesia) may assist in early diagnosis and adequate treatment of this complication, avoiding patient's suffering and a possible increase in hospital stay
Descritores: Cefaleia Pós-Punção Dural
Raquianestesia/efeitos adversos
Limites: Humanos
Feminino
Responsável: BR18.1 - Biblioteca FAMED/HCPA



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