Base de dados : LILACS
Pesquisa : C10.228.662.262.500 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 68 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 7 ir para página                  

  1 / 68 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-655920
Autor: Morales-Briceño, Hugo; Cervantes-Arriaga, Amin; Rodríguez-Violante, Mayela; Calleja-Castillo, Juan; Corona, Teresa.
Título: Overweight is more prevalent in patients with Parkinson's disease / Excesso de peso é mais frequente em pacientes com doença de Parkinson
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;70(11):843-846, Nov. 2012. tab.
Idioma: en.
Resumo: Underweight and malnutrition are well documented in Parkinson's disease (PD), while overweight has been less reported. We carried out a cross-sectional study including 177 healthy controls and 177 PD patients attending a tertiary care center. We recorded weight and height for all participants. A statistically significant difference was found in body mass index (BMI) between controls and PD patients (29.1±5.4 versus 27.2±4.7, p<0.001). In the PD Group, two patients were underweight, 32.7% were within normal range, 46.9% had overweight, and 19.2% were obese. Overweight and normal weight were more prevalent in the PD Group (p=<0.01 and <0.001, respectively) when compared to controls. In conclusion, overweight/obesity are common among patients with PD, while underweight is almost negligible.

Baixo peso e desnutrição são muito documentadas na doença de Parkinson (DP), enquanto que o excesso de peso tem sido menos relatado. Foi realizado um estudo transversal com 177 controles saudáveis e 177 pacientes com DP que frequentavam um centro terciário. O peso e a altura de todos os participantes foram arquivados. Uma diferença estatisticamente significativa no índice de massa corporal (IMC) foi encontrada entre controles e pacientes com DP (29,1±5,4 versus 27,2±4,7, p<0,001). No Grupo DP, dois pacientes estavam abaixo do peso, 32,7% estavam dentro do intervalo normal, 46,9% apresentavam sobrepeso e 19,2% eram obesos. Peso normal e excesso de peso foram mais prevalentes no Grupo DP (p=<0,01 e <0,001, respectivamente) em relação aos controles. Em conclusão, o sobrepeso/obesidade são comuns entre os pacientes com DP, enquanto baixo peso nessa população é quase insignificante.
Descritores: Índice de Massa Corporal
Sobrepeso/epidemiologia
Doença de Parkinson/epidemiologia
-Antiparkinsonianos/administração & dosagem
Estudos de Casos e Controles
Discinesia Induzida por Medicamentos
Dopaminérgicos/administração & dosagem
Levodopa/administração & dosagem
México/epidemiologia
Obesidade/epidemiologia
Prevalência
Doença de Parkinson/tratamento farmacológico
Índice de Gravidade de Doença
Magreza/epidemiologia
Limites: Idoso
Feminino
Humanos
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


  2 / 68 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-604213
Autor: Becker, Nilson; Munhoz, Renato P; Teive, Hélio A. G.
Título: Lees' syndrome: a case series / Síndrome de Lees: uma série de casos
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;69(5):756-759, Oct. 2011. tab.
Idioma: en.
Resumo: We report a case series of dopamine dysregulation syndrome, previously known as hedonistic homeostatic dysregulation in patients with Parkinson's disease on dopamine replacement therapies, now designated as Lees' syndrome.

Relatamos uma série de casos da síndrome de desregulação dopaminérgica, previamente conhecida como desregulação homeostática hedonística em pacientes com doença de Parkinson em uso de terapia de reposição dopaminérgica, e agora definida como síndrome de Lees.
Descritores: Antiparkinsonianos/efeitos adversos
Dopaminérgicos/efeitos adversos
Dopamina/metabolismo
Discinesia Induzida por Medicamentos/etiologia
Doença de Parkinson/tratamento farmacológico
-Antiparkinsonianos/uso terapêutico
Carbidopa/efeitos adversos
Combinação de Medicamentos
Dopaminérgicos/uso terapêutico
Levodopa/efeitos adversos
Doença de Parkinson/complicações
Síndrome
Limites: Adulto
Idoso
Feminino
Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


  3 / 68 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: lil-573403
Autor: Palacios, Mauricio; Pimienta, Hernan.
Título: Efectividad de la ivermectina en un modelo de disquinesia tardía inducida por haloperidol en ratas / Effectiveness of ivermectin in rats with haloperidol induced tardive dyskinesia
Fonte: Colomb. med;39(3,supl):71-77, jul.-sept. 2008. graf.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Los síntomas extrapiramidales y en especial las disquinesias tardías, son la mayor limitante de la terapia con antipsicóticos, debido a la frecuencia de aparición durante el tratamiento y la falta de recursos para controlar estas reacciones adversas, por lo cual es necesario investigar nuevos recursos para el manejo de las disquinesias tardías. Objetivo: Evaluar el efecto de la ivermectina sobre las disquinesias tardías inducidas por haloperidol en ratas. Métodos: En un modelo de dosis única de haloperidol con ratas Sprague Dawley, se evalúo la capacidad de la ivermectina para evitar cambios en la conducta motora y la aparición de movimientos anormales. Adicionalmente, se implementó un modelo animal crónico conocido como VCM (vacuous chewing movements), donde se evaluó la frecuencia de movimientos orofaciales durante seis meses, al recibir simultaneamente haloperidol e ivermectina a dosis diferentes, comparandolo con un grupo control y otro grupo al que se le administró haloperidol. Resultados: La ivermectina no evitó los cambios inducidos por haloperidol en el comportamiento motor, ni la aparición de movimientos anormales en el modelo agudo. Tampoco modificó la frecuencia de movimientos orofaciales en el modelo de administración crónica de haloperidol. La ivermectina no indujo cambios en la conducta motora, ni la aparición de movimientos anormales en los modelos agudo y crónico. Conclusiones: Los hallazgos de este trabajo descartan a la ivermectina como candidata para el manejo de las disquinesias tardías y no permite aportar argumentos a la hipótesis GABAérgica en la fisiopatología de las disquinesias tardías. Adicionalmente, la ivermectina no induce movimientos anormales.

Introduction: Extrapiramidal symptoms and tardive dyskinesia are common problems associated with antypsychotic therapy. Basic and clinical research is warranted due to the lack of effective therapies aimed to the prevention and treatment of antipsychotic side effects. Objective: To evaluate the effect of ivermectin in rats with haloperidol induced tardive dyskinesia. Methods: The effect of ivermectin on motor behavior and abnormal movements was tested in Sprague-Dawley rats treated with a single dose of haloperidol. In addition, a chronic animal model known as VCM (vacuous chewing movements) was implemented with the objective to evaluate the effect of ivermectin on the frequency of orofacial movements during a period of six months. Results: Ivermectin does not prevent the motor behavior and frequency of abnormal movements induced by haloperidol in the acute model. Orofacial movements were not reduced with ivermectin in the chronic model. In addition, ivermectin was not associated with changes in motor behavior and abnormal movements in the acute and chronic model. Conclusions: Ivermectin is not a good candidate for the treatment of tardive dyskinesia and the results of this study do not support the GABAergic hypothesis in the physiopathology of tardive dyskinesia. Additionally, ivermectin does not induce abnormal movements.
Descritores: Antipsicóticos
Discinesia Induzida por Medicamentos
Haloperidol
Ivermectina
Ratos
Limites: Ratos
Responsável: CO49.1 - Biblioteca San Fernando


  4 / 68 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-564137
Autor: Novaretti, N; Padovan-Neto, F. E; Tumas, V; da-Silva, C. A; Del Bel, E. A.
Título: Lack of tolerance for the anti-dyskinetic effects of 7-nitroindazole, a neuronal nitric oxide synthase inhibitor, in rats
Fonte: Braz. j. med. biol. res = Rev. bras. pesqui. méd. biol;43(11):1047-1053, Nov. 2010. ilus.
Idioma: en.
Resumo: 7-Nitroindazole (7-NI) inhibits neuronal nitric oxide synthase in vivo and reduces l-DOPA-induced dyskinesias in a rat model of parkinsonism. The aim of the present study was to determine if the anti-dyskinetic effect of 7-NI was subject to tolerance after repeated treatment and if this drug could interfere with the priming effect of l-DOPA. Adult male Wistar rats (200-250 g) with unilateral depletion of dopamine in the substantia nigra compacta were treated with l-DOPA (30 mg/kg) for 34 days. On the 1st day, 6 rats received ip saline and 6 received ip 7-NI (30 mg/kg) before l-DOPA. From the 2nd to the 26th day, all rats received l-DOPA daily and, from the 27th to the 34th day, they also received 7-NI before l-DOPA. Animals were evaluated before the drug and 1 h after l-DOPA using an abnormal involuntary movement scale and a stepping test. All rats had a similar initial motor deficit. 7-NI decreased abnormal involuntary movement induced by l-DOPA and the effect was maintained during the experiment before 7-NI, median (interquartile interval), day 26: 16.75 (15.88-17.00); day 28: 0.00 (0.00-9.63); day 29: 13.75 (2.25-15.50); day 30: 0.5 (0.00-6.25); day 31: 4.00 (0.00-7.13), and day 34: 0.5 (0.00-14.63), Friedman followed by Wilcoxon test,vs day 26, P < 0.05;. The response to l-DOPA alone was not modified by the use of 7-NI before the first administration of the drug (l-DOPA vs time interaction, F1,10 = 1.5, NS). The data suggest that tolerance to the anti-dyskinetic effects of a neuronal nitric oxide synthase inhibitor does not develop over a short-term period of repeated administration. These observations open a possible new therapeutic approach to motor complications of chronic l-DOPA therapy in patients with Parkinson’s disease.
Descritores: Antidiscinéticos/uso terapêutico
Discinesia Induzida por Medicamentos/tratamento farmacológico
Inibidores Enzimáticos/uso terapêutico
Indazóis/uso terapêutico
Óxido Nítrico Sintase/antagonistas & inibidores
-Corpo Estriado/efeitos dos fármacos
Modelos Animais de Doenças
Levodopa/farmacologia
Ratos Wistar
Substância Negra/efeitos dos fármacos
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


  5 / 68 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Id: lil-513288
Autor: Nicaretta, Denise Hack; Rosso, Ana Lúcia Zuma de; Mattos, James Pitágoras de.
Título: Discinesias induzidas por drogas / Drug-induced dyskinesias
Fonte: Rev. bras. neurol;43(3):27-33, jul.-set. 2007. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Baseados em extensa revisão da literatura, os autores analisam o conceito, a fenomenologia, a fisiopatologia e o tratamento atual dos diversos movimentos anormais induzidos por drogas. Dentre estes são abordados a acatisia, o balismo, a distonia, a mioclonia, o tique, o tremor e o parkinsonismo, enfatizando, ao final, as discinesias tardias e as induzidas pela levodopa.
Descritores: Antipsicóticos/efeitos adversos
Discinesia Induzida por Medicamentos/classificação
Discinesia Induzida por Medicamentos/fisiopatologia
Discinesia Induzida por Medicamentos/terapia
Levodopa/efeitos adversos
-Literatura de Revisão como Assunto
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


  6 / 68 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-511875
Autor: Barreira, Eliane Roseli; Magaldi, Ricardo Borges.
Título: Distonia aguda relacionada ao uso de bromoprida em pacientes pediátricos / Acute dystonia after use of bromopride in pediatric patients
Fonte: Rev. paul. pediatr;27(1):110-114, mar. 2009. tab.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: Descrever dois casos de distonia aguda após uso de bromoprida em crianças e realizar revisão da literatura em relação aos mecanismos fisiopatológicos de indução de liberação extrapiramidal, sua sintomatologia e tratamento. DESCRIÇÃO DO CASO: Caso 1: adolescente de 13 anos com quadro de dor e hipertonia cervical associados a febre, náuseas e vômitos, com hipótese inicial de meningite. A investigação subsequente revelou que o quadro iniciou-se após ingestão de uma única dose de bromoprida. O paciente apresentou boa resposta ao tratamento com difenidramina, sem necessidade de coleta de líquor. Caso 2: Lactente de seis meses que desenvolveu sintomas graves de liberação extrapiramidal relacionados à superdosagem de bromoprida, com reversão rápida dos sintomas após administração de biperideno. COMETÁRIOS: Este é o primeiro relato de distonia aguda após uso de bromoprida em crianças. Embora muito utilizada no Brasil como agente pró-cinético e antiemético, nenhum estudo clínico até o momento demonstrou melhor perfil de segurança da bromoprida em relação aos demais antieméticos antagonistas da dopamina. Até que tais estudos sejam realizados, sugere-se cautela na prescrição de bromoprida. Medidas não-farmacológicas devem ser recomendadas no tratamento de vômitos e da doença do refluxo gastresofágico. Quando o tratamento farmacológico for indispensável, deve-se dar preferência a drogas com perfil de segurança mais bem estabelecido.

OBJECTIVE: To report the case of two patients with acute dystonia induced by bromopride in children, followed by a review of the mechanisms of induction of movement disorders by antidopaminergic anti-emetic drugs, its clinical symptoms and treatment. CASE DESCRIPTION: Case 1: a 13 years old teenager who developed acute hypertonia and neck pain associated to fever and vomiting, suggestive of meningitis. Further investigation revealed that symptoms were associated with the ingestion of a single dose of bromopride. The symptoms stopped after administration of diphenidramine, preventing a spinal tap. Case 2: six months old infant who developed extrapyramidal movement disorder related to bromopride overdose, with prompt resolution of symptoms after treatment with biperiden. COMMENTS: This seems to be the first report of acute dystonia after the use of bromopride in children. Although frequently used in Brazil as an anti-emetic and prokynetic agent, no clinical study has showed that bromopride has a better safety profile than other antidopaminergic anti-emetic drugs. While such studies are not available, caution is needed in the context of pediatric prescription of bromopride. Non pharmacological measures should be adopted in the management of vomiting and gastroesophageal reflux. If medical treatment cannot be avoided, one would rather use medications with a better established safety profile.
Descritores: Antagonistas de Dopamina
Discinesia Induzida por Medicamentos
Distonia/tratamento farmacológico
-Antieméticos/efeitos adversos
Limites: Humanos
Masculino
Lactente
Adolescente
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


  7 / 68 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-495520
Autor: Gomide, Laura; Kummer, Arthur; Cardoso, Francisco; Teixeira, Antonio Lucio.
Título: Use of clozapine in Brazilian patients with Parkinson's disease / Uso da clozapina em pacientes brasileiros com doença de Parkinson
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;66(3b):611-614, set. 2008. tab.
Idioma: en.
Resumo: Clozapine has been used as an attempt to manage levodopa complications in advanced Parkinson's disease (PD). To investigate the use of clozapine in this context in a Brazilian sample, a retrospective chart review was carried out at the Movement Disorders Clinic from the Federal University of Minas Gerais. This study enrolled 43 PD patients who used or were in use of clozapine. Patients had a mean age of 64 years and a mean UPDRS score of 55. Clozapine was indicated for dyskinesias in 17 patients, for psychosis in 15 and for both reasons in 11. The average maximum dose was 70 mg/day. Twenty six patients used it for a mean of 3.5 years. Twenty nine presented an improvement of their condition, 9 remained clinically stable. Twenty subjects interrupted the use of clozapine, being 9 due to adverse effects. Clozapine may play a role in the management of motor and psychiatric complications in PD, but it is associated with low tolerability.

A clozapina vem sendo utilizada na doença de Parkinson (DP) avançada para controle das complicações causadas pela levodopa. Com o objetivo de investigar o emprego da clozapina nesse contexto em amostra de pacientes brasileiros, um estudo retrospectivo foi realizado no Ambulatório de Distúrbios do Movimento da Universidade Federal de Minas Gerais. Este estudo incluiu 43 pacientes que usaram clozapina, apresentando idade média de 64 anos e uma média de 55 pontos no UPDRS. A clozapina foi indicada para discinesias em 17 pacientes, para psicose em 15 e para ambos os motivos em 11. A média da dose máxima empregada foi de cerca de 70 mg/dia. Vinte e seis pacientes usaram a medicação por uma média de 3,5 anos. Houve melhora do quadro clínico em 29 pacientes, 9 permaneceram com quadro clínico estático. O tratamento foi interrompido em 20 pessoas, sendo 9 por efeitos adversos. Apesar de a clozapina ser eficaz no controle das complicações motoras e psiquiátricas na DP, seu uso está associado com baixa tolerabilidade.
Descritores: Antipsicóticos/uso terapêutico
Clozapina/uso terapêutico
Discinesia Induzida por Medicamentos/tratamento farmacológico
Doença de Parkinson/tratamento farmacológico
Psicoses Induzidas por Substâncias/tratamento farmacológico
-Antiparkinsonianos/efeitos adversos
Antiparkinsonianos/uso terapêutico
Antipsicóticos/efeitos adversos
Clozapina/efeitos adversos
Quimioterapia Combinada
Discinesia Induzida por Medicamentos/etiologia
Levodopa/efeitos adversos
Levodopa/uso terapêutico
Doença de Parkinson/psicologia
Psicoses Induzidas por Substâncias/etiologia
Estudos Retrospectivos
Limites: Adulto
Idoso
Feminino
Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


  8 / 68 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Chile
Texto completo
Id: lil-476925
Autor: Venegas F., Pablo; Sinning O., Mariana; Millán A., María; Miranda C., Marcelo; Robles G., Ignacio; Astudillo A., Priscilla; Peña, Sofia.
Título: Piridoxina en el manejo de disquinesias tardías: un estudio placebo controlado, randomizado, doble ciego y cruzado / Pyridoxine for drug induced dyskinesia: a placebo-controlled randomized cross-over trial
Fonte: Rev. chil. neuro-psiquiatr;44(1):9-14, mar. 2006. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Las Disquinesias tardías son reacciones adversas frecuentes e invalidantes de aquellos fármacos relacionados con la transmisión dopaminérgica. Una proporción importante de pacientes que la padecen no responden a las terapias actualmente vigentes. En este estudio se randomizó a 28 pacientes portadores de Disquinesias tardías severas y refractarias a tratamiento habitual, provenientes del Instituto Psiquiátrico de Santiago, en dos grupos que recibieron Piridoxina (500 mg al día) o placebo por 4 semanas, siguiendo un periodo de lavado de 7 días tras los cuales ambos grupos se cruzaron, manteniendo tratamiento por 4 semanas adicionales. Se utilizó la escala AIMS (Abnormal Involuntary Movement Scale) para evaluar a cada paciente en la semana 2 y 4 de cada etapa del estudio. La Piridoxina fue bien tolerada y no hubo efectos adversos en el periodo de estudio, no encontrándose diferencias significativas en la mejoría de Disquinesias Tardía entre los grupos que recibieron Piridoxina o Placebo.

Tardive Dyskinesia is a common and disabling adverse effect of drugs acting on Dopaminergic pathways. An important proportion of patients does not respond to the conventional treatment. In this study 28 severe and refractory patients from a Psychiatric Hospital were randomized in a cross over design to placebo and high doses (500 mg per day) of Pyridoxine for 4 weeks each one. The patients were evaluated using the Abnormal Involuntary Movement Scale (AIMS) at 2 and 4 weeks of each cycle. Pyridoxine was well tolerated, and no adverse effect occurred during the study. No statistical differences between Pyridoxine and Placebo were found. Surprisingly, in both groups equally good responses were found.
Descritores: Antagonistas de Dopamina/efeitos adversos
Discinesia Induzida por Medicamentos/tratamento farmacológico
Piridoxina/farmacologia
-Análise de Variância
Método Duplo-Cego
Fatores de Risco
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


  9 / 68 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Id: lil-436959
Autor: Carvalho, Rita de Cassia.
Título: Efeitos dos neurolépticos atípicos ziprasidona e amisulprida em modelos animais de discinesia tardia / Effects of atypical neurlopetics ziprasidone and amisulpride on the development of orofacial dyskinesia per se.
Fonte: São Paulo; s.n; 2006. [118] p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. Curso de Farmacologia para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: A discinesia tardia é o principal efeito colateral do tratamento prolongado com neurolépticos típicos. Sua fisiopatologia tem sido relacionada tanto ao desenvolvimento de supersensibilidade dopaminérgica estriatal quanto a um aumento de estresse oxidativo. Os neurolépticos atípicos, mais recentes, estão associados a um menor risco de desenvolvimento de discinesia tardia. Nesse contexto, o objetivo dessa tese foi verificar os efeitos de diferentes doses dos neurolépticos atípicos ziprasidona (antagonista 5-HT2 e O2) e amisulprida (antagonista 02) em induzir per se discinesia orofacial , e em alterar a expressão e/ou o desenvolvimento de discinesia arofacial induzida por reserpina ou haloperidol em camundongos, dois modelos experimentais de discinesia tardia. Além disso, procuramos verificar se os efeitos desses I neurolépticos atípicos estariam relacionados a alterações no desenvolvimento de supersensibilidade dopaminérgica nigroestriatal, avaliada por meio do comportamento estereotipado induzido pelo agonista dopaminérgico apomorfina. Diferentemente da reserpina e do haloperidol, o tratamento com os neurolépticos atípicos não induziu per se discinesia orofacial ou supersensibilidade dopaminérgica. A administração aguda desses neurolépticos atenuou ou reverteu a expressão da discinesia orofacial induzida por reserpina ou haloperidol. A administração repetida e concomitante de ziprasidona (mas não de amisulprida) atenuou ou reverteu o desenvolvimento e discinesia orofacial induzida por reserpina ou haloperidol, mas não a...
Descritores: Antipsicóticos
Dopamina
Discinesia Induzida por Medicamentos
Modelos Animais
Responsável: BR1.2 - Biblioteca Central
BR1.2; 9662


  10 / 68 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Chile
Texto completo
Id: lil-434592
Autor: Juri C., Carlos; Chaná C., Pedro.
Título: Levodopa en la enfermedad de Parkinson: ¿Qué hemos aprendido? / Levodopa for Parkinson's disease: What have we learned?
Fonte: Rev. méd. Chile;134(7):893-901, jul. 2006. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Parkinson's disease (PD) is the second most common neurodegenerative disease in the world. Dopamine deficit is the cornerstone of its clinical manifestations. Levodopa, the main treatment for this condition, was first used for PD more than 40 years ago and today it still is the most powerful treatment for this disease. In recent years many advances have been made for understanding of the neurochemical mechanisms of this drug. Furthermore, new insights about the genesis of motor complications secondary to its use are known, specially related with the mode of its administration. This article updates the pharmacology of levodopa and its implications for the pathophysiology and treatment of PD. The new available presentations of levodopa are also reviewed. The implications of these advances for the treatment of this disease are commented.
Descritores: Antiparkinsonianos/uso terapêutico
Dopaminérgicos/uso terapêutico
Levodopa/uso terapêutico
Doença de Parkinson/tratamento farmacológico
-Antiparkinsonianos/efeitos adversos
Antiparkinsonianos/farmacocinética
Chile
Dopaminérgicos/efeitos adversos
Dopaminérgicos/farmacocinética
Discinesia Induzida por Medicamentos/etiologia
Levodopa/efeitos adversos
Levodopa/farmacocinética
Doença de Parkinson/metabolismo
Doença de Parkinson/fisiopatologia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME



página 1 de 7 ir para página                  
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde