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Id: biblio-1144387
Autor: Sandoval-Vivas, Patricia.
Título: Safety and acceptability of the 52 mg levonorgestrel-releasing intrauterine system in women with abnormal uterine bleeding in an ambulatory care center in Bogotá, Colombia, 2012-2016 / Seguridad y aceptabilidad del sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52 mg en mujeres con hemorragia uterina anormal en un centro de atención ambulatoria en bogotá, colombia, 2012-2016
Fonte: Rev. colomb. obstet. ginecol;71(3):247-256, jul.-set. 2020. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Objetivo: describir la seguridad y aceptabilidad del uso del sistema intrauterino liberador de levonorgestrel de 52 mg en mujeres con hemorragia uterina anormal. Materiales y métodos: cohorte retrospectiva en la que se incluyeron mujeres de 18 años o más con diagnóstico de hemorragia uterina anormal, reporte por ultrasonido de tamaño uterino entre 6 y 10 cm de longitud y cavidad endometrial uniforme en toda su longitud, independiente de alteración estructural, a quienes se les colocó para tratamiento el sistema intrauterino liberador de levonorgestrel de 52 mg, en el periodo de 2012 hasta 2016 Se realizó un muestreo por conveniencia. Se midieron variables sociodemográficas y clínicas basales, así como la percepción de la hemorragia por parte de la paciente y la frecuencia de falla, amenorrea, necesidad de histerectomía y eventos adversos, con seguimiento a 12 meses. Se aplicó estadística descriptiva. Resultados: se evaluaron 200 pacientes, hubo una percepción de mejoría subjetiva del volumen de sangrado y de la frecuencia de incapacidad laboral o asistencia a urgencias. El 90 % de las pacientes registró amenorrea y el 6 % eventos adversos. Conclusiones: el sistema intrauterino liberador de levonorgestrel de 52 mg es una alternativa segura para el manejo de la hemorragia uterina anormal en mujeres con úteros de tamaño normal y sin alteraciones submucosas del endometrio. Se requieren estudios aleatorizados en el medio local para evaluar su efectividad y eficiencia respecto a otras alternativas de manejo.

ABSTRACT Objective: To describe safety and acceptability with the use of the 52-mg levonorgestrel-releasing intrauterine system in women with abnormal uterine bleeding. Materials and methods: Retrospective cohort of women 18 years of age and older diagnosed with abnormal uterine bleeding, ultrasound-reported uterine length between 6 and 10 cm and uniform endometrial cavity in its entire length, regardless of structural abnormality, who received treatment with 52-mg levonorgestrel-releasing intrauterine system between 2012 and 2016. Non-probabilistic convenience sampling was carried out. Sociodemographic and clinical baseline variables were measured, as well as patient perception of bleeding and the frequency of failure, amenorrhea, need for hysterectomy and adverse events, over a 12-month follow-up period. Descriptive statistics were applied. Results: Overall, 200 patients were assessed. A subjective perception of improvement in terms of bleeding volume and frequency of leave of absence or visits to the emergency department was found; 90 % of the patients had amenorrhea, and 6 % experienced adverse events. Conclusions: The 52-mg levonorgestrel-releasing intrauterine system is a safe option for the management of abnormal uterine bleeding in women with normal uterine size and no submucosal endometrial abnormalities. Local randomized studies are required to assess effectiveness and efficiency in comparison with other management options.
Descritores: Hemorragia Uterina
-Levanogestrel
Assistência Ambulatorial
Dispositivos Intrauterinos
Menorragia
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Estudo Clínico
Responsável: CO76


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Id: biblio-875643
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Sistema intrauterino liberador de levonorgestrel para o tratamento da menorragia idiopática / Levonorgestrel-releasing intrauterine system for the treatment of idiopathic menorrhagia.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2013. graf, tab.
Idioma: pt.
Resumo: A DOENÇA: Aspectos clínicos e epidemiológicos da doença: A menorragia é clinicamente definida como a perda sanguínea, durante o período menstrual, excessiva em quantidade ou número de dias (definidos como habituais naquela mulher). O sangramento excessivo é considerado na maioria dos casos, aquele que envolvem uma perda de sangue menstrual maior que 80 ml. Em um sentido mais amplo, a menorragia também é definida como a perda excessiva de sangue menstrual que interfere com a qualidade física, social, emocional e /ou material de uma mulher. Isso pode ocorrer por si só ou em combinação com outros sintomas. Esta condição não está associada com uma mortalidade significativa, no entanto, trata-se de causa comum de procura ao ginecologista. Deve-se distinguir a menorragia de outros diagnósticos ginecológicos comuns. Isso inclui a metrorragia (perda sanguínea, de origem corporal, fora do período menstrual), menometrorragia (perda sanguínea irregular e prolongada) e polimenorréia (sangramento com intervalos menores do que 21 dias). Muitas vezes estes termos recebem descrições e definições conflitantes. Em boa parte das mulheres que sofrem de menorragia, as patologias ou causas que levam à perda excessiva de sangue não podem ser identificadas, justificando dessa forma a denominação menorragia idiopática. . Esse diagnóstico é firmado após a realização de exames diagnósticos, como a ultrassonografia, e o descarte de outras condições que poderiam levar à desregulação ou sangramento em excesso, como endometriose, terapia de reposição hormonal, dentre outros. Outras causas como complicações da gestação (ectópica, aborto), doenças pélvicas (mioma, pólipo endometrial ou cervical, adenomiose, cervicite, grave infecção vaginal, carcinoma do trato reprodutivo, hiperplasia endometrial), doenças sistêmicas (distúrbios hemostáticos, distúrbios da tireóide, lúpus eritematoso sistêmico, insuficiência renal crônica, insuficiência hepática) e causas iatrogênicas (hormonioterapia, contraceptivos injetáveis, medicamentos como tranquilizantes, antidepressivos, anticoagulantes e corticoides) também devem ser afastadas. Os dados epidemiológicos da menorragia idiopática são bastante imprecisos, pela própria subjetividade ou dificuldade em se determinar um sangramento menstrual excessivo. Assim, os estudos trazem acometimentos entre 8,0-51,6% de mulheres com uma maior prevalência em mulheres com idade mais avançada. No Brasil, não há uma estatística nacional sobre a doença, mas um estudo realizado em 2011 na cidade de Pelotas-RS mostrou que a prevalêcia de mulheres com menorragia atendidas pelo SUS de 2006 a 2011 foi de 35,3%, com maior prevalência entre as mulheres mais velhas e com elevado número de gravidezes. TRATAMENTO RECOMENDADO: O tratamento médico da menorragia pode envolver tratamentos farmacológicos ou cirúrgicos, e a escolha do tratamento adequado deve levar em conta algumas condições individuais das mulheres, como idade, doença concomitantes, tratamentos anteriores, opção pela fertilidade e o próprio custo do tratamento, que estará relacionado à sua adesão ao tratamento. Como alternativas de tratamento para a menorragia temos: Antiinflamatórios não esteróides, Contraceptivos orais, Terapia com prostagênio, Agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina, Danazol, Estrogênios conjugados, Ácido tranexâmico, Sistema intra-uterino liberador de levonorgestrel (SIU-LNG), Curetagem, Ablação endometrial, Histerectomia. A TECNOLOGIA: Levonorgestrel - O levonorgestrel é um progestógeno com atividade anti-estrogênica utilizado em ginecologia de diversas formas: como componente progestogênico em contraceptivos orais e na terapia de reposição hormonal ou isoladamente para contracepção em pílulas contendo somente progestógeno e implantes subdérmicos. O lenorgestrel também pode ser administrado na cavidade uterina por meio de um endoceptivo (SIU) possibilitando o uso de doses menores, com liberação diretamente no órgão-alvo. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: Além da análise dos estudos apresentados pelo demandante, a Secretaria-Executiva da CONITEC realizou busca na literatura por artigos científicos, com o objetivo de localizar a melhor evidência científica disponível sobre o tema. Para isso, foi considerada a estratégia de busca descrita no Quadro 3, tendo como principal critério de inclusão o tipo de estudo considerado a melhor evidência para avaliar a eficácia de uma tecnologia para tratamento, isto é, revisões sistemáticas e ensaios clínicos randomizados (ECR). Outro critério de inclusão foi estudos que avaliassem a eficácia e/ou segurança do dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel no tratamento de Menorragia Idiopática. Alguns critérios de exclusão foram estabelecidos: registros de ensaios controlados em andamento, revisões narrativas, estudos sobre outros medicamentos que não o de interesse, estudos que incluam outras indicações do medicamento, estudos de biologia molecular ou ensaios pré-clínicos (com modelos animais), estudos fase I/II, estudos sem grupo comparador, relatos ou séries de casos, e estudos escritos em outro idioma que não inglês, português ou espanhol. Não houve restrições com relação à data de publicação, sendo resgatados artigos até a data de 29/01/2013. CONSIDERAÇÕES FINAIS: As evidências atualmente disponíveis sobre eficácia e segurança do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52mg mostram que o produto apresentou-se como alternativa possível a mulheres com menorragia idiopática, com resultados de redução do sangramento menstrual superior ao das terapias farmacológicas existentes e, em termos de melhora na qualidade de vida, similares ao da histerectomia, alternativa cirúrgica padrão-ouro com 100% de eficácia. No entanto, a evidência comparando diretamente os desfechos entre o uso do SIU-LNG e a histerectomia ainda é escassa, e não demonstrou superioridade em relação à histerectomia sob qualquer aspecto, sugerindo-se que estudos de longo prazo sejam realizados para avaliar as taxas de permanência e satisfação com o dispositivo, e se o tratamento cirúrgico está sendo de fato evitado ou apenas postergado. Mesmo considerando o fato de que a opção pelo SIU-LNG é menos invasiva e com menor potencial para complicações do que o procedimento cirúrgico da histerectomia, observou-se nos estudos uma alta taxa de descontinuação do uso do SIU-LNG pelas mulheres e posterior opção pela cirurgia. Considerando todas as limitações metodológicas e de impacto orçamentário, os resultados sugerem que a tecnologia demandada, no contexto do Sistema Único de Saúde, não apresentou superioridade clínica e pode não ser mais custo-efetiva que a histerectomia, procedimento padrão já incorporado ao SUS, com similaridade em relação aos aspectos de qualidade de vida, além de maior eficácia. Assim, o conjunto de argumentos à disposição configura-se como insuficiente para assegurar que a incorporação do produto, dentro da indicação e escopo oferecidos, apresenta reais e inequívocas vantagens para o sistema de saúde público brasileiro. DELIBERAÇÃO FINAL: Na 15º reunião ordinária, os membros do plenário da CONITEC discutiram todas as contribuições da consulta pública, no entanto nenhuma delas trouxe informações ou dados relevantes para a mudança da decisão. Houve consenso que o SIU-LNG não se aplica a toda a população-alvo apresentada pelo demandante, e que o SUS dispõe de outras opções terapêuticas farmacológicas para o tratamento desta condição, nos casos em que não é necessária a histerectomia. Assim, os membros da CONITEC presentes na 15º reunião ordinária, ratificaram, por unanimidade, a deliberação de não recomendar a incorporação do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52mg para o tratamento da menorragia idiopática. DECISÃO: PORTARIA Nº 31, de 3 de julho de 2013 - Torna pública a decisão de não incorporar o sistema intrauterino liberador de levonorgestrel para o tratamento da menorragia idiopática no Sistema Único de Saúde (SUS).
Descritores: Anti-Inflamatórios não Esteroides/uso terapêutico
Levanogestrel
Estrogênios Conjugados (USP)/uso terapêutico
Anticoncepcionais Orais/uso terapêutico
Danazol/uso terapêutico
Gonadotropinas/uso terapêutico
Dispositivos Intrauterinos
Menorragia/tratamento farmacológico
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Dilatação e Curetagem/métodos
Técnicas de Ablação Endometrial
Histerectomia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Chile
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Id: biblio-1126176
Autor: Aguirre, N; Pereira, J; Barriga, F; Wietstruck, MA; Panes, O; Sepúlveda, P; Salgado, A; Zúñiga, P.
Título: Trastornos hereditarios de la coagulación en adolescentes con sangrado menstrual excesivo, ¿debemos evaluar la vía fibrinolítica? / Inherited bleeding disorders in adolescents with excessive menstrual bleeding: should we evaluate the fibrinolytic pathway?
Fonte: Rev. chil. pediatr;91(3):385-390, jun. 2020. tab.
Idioma: es.
Resumo: Resumen: Introducción: El Sangrado Menstrual Excesivo (SME) es un problema frecuente en la adolescencia. La prevalencia de trastornos hereditarios de la coagulación (THC) como causa del SME no está bien establecida y la participación de defectos de la vía fibrinolítica ha sido poco explorada. Objetivo: Determinar la prevalencia de THC y defectos de la fibrinólisis en adolescentes con SME. Pacientes y Método: Se incluyeron 93 adolescentes, edad 11 a 18 años. Los antecedentes personales y familiares de sangra do se obtuvieron con un cuestionario estandarizado. Se controló exámenes: tiempo de protrom- bina (TP), tiempo de tromboplastina parcial activada (TTPa), estudio del factor Von Willebrand, recuento y función plaquetaria. Los pacientes que no fueron diagnosticados como THC, se evaluaron adicionalmente con el tiempo de lisis del coágulo. Resultados: 41 pacientes (44%) fueron diagnos ticados como THC: Enfermedad de Von Willebrand n = 28, defectos de la función plaquetaria n = 8, hemofilia leve n = 5. Se confirmó disminución del tiempo de lisis del coágulo en 31 pacientes. El 54% de pacientes diagnosticado como THC, tuvo SME como la primera manifestación hemorrágica. Conclusión: Estos resultados apoyan la necesidad de evaluación de la coagulación, incluyendo la vía fibrinolítica, en el estudio de adolescentes con SME.

Abstract: Introduction: Heavy Menstrual Bleeding (EMB) is a frequent problem in adolescence. The prevalence of inherited bleeding disorders (IBD) as a cause of EMB is not well established and the involvement of fibri nolytic pathway defects has been poorly explored. Objective: To determine the prevalence of IBD and fibrinolysis defects in adolescents with EMBs. Patients and Method: 93 adolescents (11 to 18 years old) were included. Personal and family history of bleeding were obtained through a standard ized questionnaire. The following lab tests were performed: prothrombin time (PT), activated partial thromboplastin time (aPTT), von Willebrand factor quantification, and platelet count and function. Those patients who were not diagnosed with IBD were further evaluated with clot lysis time assay. Results: 41 patients (44%) were diagnosed as IBD (Von Willebrand disease n = 28, platelet func tion defects n=8, mild hemophilia n = 5. Decreased clot lysis time was found in 31 patients. 54% of patients diagnosed with IBD had EMB as the first hemorrhagic manifestation. Conclusion: These results support the need to evaluate the coagulation process, including the fibrinolytic pathway in the study of adolescents with EMB.
Descritores: Transtornos Herdados da Coagulação Sanguínea/complicações
Transtornos Herdados da Coagulação Sanguínea/diagnóstico
Fibrinólise
Menorragia/etiologia
-Transtornos da Coagulação Sanguínea/complicações
Transtornos da Coagulação Sanguínea/diagnóstico
Testes de Coagulação Sanguínea
Prevalência
Estudos Transversais
Transtornos Herdados da Coagulação Sanguínea/fisiopatologia
Transtornos Herdados da Coagulação Sanguínea/epidemiologia
Limites: Humanos
Feminino
Criança
Adolescente
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1141360
Autor: Ramos, Natalia Bergamelli; Martins, Johnny Wallef Leite; Cruz, Ana Tereza de Souza; Ushikusa, Thais Emy; Asano, Enzo; Pereira, Ana Carolina Padula Ribeiro; Fernandes, Roberta Arinelli.
Título: Custo-efetividade e limiar de custo para o uso do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel para o tratamento do sangramento uterino anormal sob a perspectiva do Sistema de Saúde Suplementar no Brasil / Cost-effectiveness and cost threshold for the use of levonorgestrel-releasing intrauterine system for treatment of heavy menstrual bleeding from the Supplementary Health System perspective in Brazil
Fonte: J. bras. econ. saúde (Impr.) = Braz. j. health econ.;12(3):264-272, Dezembro/2020.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo: Definir um limiar de custo para o sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52 mg (SIU-LNG 52 mg) para o tratamento do sangramento uterino anormal (SUA) sob a perspectiva do Sistema de Saúde Suplementar brasileiro. Métodos: Foi elaborado um modelo de custo-efetividade para definir o limiar de custo de inserção de SIU-LNG 52 mg em mulheres com SUA em comparação à histerectomia. Um modelo de Markov foi estruturado com ciclos anuais para reproduzir o tratamento do SUA em um e cinco anos, considerando custos médicos diretos e o percentual de histerectomias evitadas como desfecho. O custo da histerectomia foi variado até o valor de 10.000 reais brasileiros (BRL) com incrementos de 500 BRL a cada nova simulação para avaliar o limiar de custo do SIU-LNG 52 mg para igualar o custo total de tratamento de ambas as estratégias analisadas. Resultados: O SIU-LNG 52 mg demonstrou ser uma opção de tratamento dominante quando comparada à histerectomia, levando à redução da frequência de realização do procedimento cirúrgico em 59,62% das mulheres e redução de 2.557,91 BRL no custo total de tratamento em cinco anos. Ao considerar a histerectomia a 6.000 BRL, o custo do procedimento com SIU-LNG 52 mg poderia ser de até 6.150,35 BRL e 3.994,60 BRL para igualar o custo total de tratamento, em horizontes temporais de um e cinco anos, respectivamente. Conclusão: SIU-LNG 52 mg demonstrou ser uma opção dominante para o manejo do SUA, sendo capaz de atrelar economia para o sistema de saúde a benefícios para a mulher perante a cirurgia.

Objective: To define a cost threshold for the use of levonorgestrel-releasing intrauterine system 52 mg (LNG-IUS 52 mg) for the treatment of heavy menstrual bleeding (HMB) in the Brazilian Supplementary Health System perspective. Methods: A cost-effectiveness model was built to define the cost threshold for insertion of LNG-IUS 52 mg considering women with diagnosis of HMB as the target population and hysterectomy as the comparator. A Markov model was structured with annual cycles to reproduce HMB treatment in 1 and 5 years, considering direct medical costs and the percentage of avoided hysterectomies as the outcome. Hysterectomy cost was varied up to 10,000 Brazilian real (BRL) with increments of 500 BRL at each new simulation to define LNG-IUS 52 mg cost threshold, to provide equal total treatment costs for both strategies. Results: LNG-IUS 52 mg proved to be a cost-saving option when compared to hysterectomy, leading to a reduction in the frequency of the surgical procedure by 59.62% and a total treatment cost reduction of 2,557.91 BRL in 5 years. When considering hysterectomy at 6,000 BRL, the cost of the procedure with LNG-IUS 52 mg could be up to 6,150.35 BRL and 3,994.60 BRL to provide equal total treatment cost in 1 and 5 years time horizon, respectively. Conclusion: LNG-IUS 52 mg has proven to be a cost-saving option for the health system in the management of HMB, in addition to the known benefits for women against surgery.
Descritores: Levanogestrel
Custos e Análise de Custo
Saúde Suplementar
Dispositivos Intrauterinos
Menorragia
Responsável: BR600 - DESD - Departamento de Economia da Saúde, Investimentos e Desenvolvimento


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Id: biblio-1021137
Autor: Cuervo, Luciana; Ghersi, Mauro; Cortese, Eduardo.
Título: Profilaxis antibiótica intravaginal del absceso de cúpula en histerectomía / Intravaginal antibiotic prophylaxis of dome abscess in total hysterectomy
Fonte: Hosp. Aeronáut. Cent;13(2):84-88, 2018. tabl.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: La histerectomía es uno de los procedimientos quirúrgicos que con más frecuencia se realiza en Ginecología. La frecuencia de aparición de absceso de cúpula varía desde un 0,7% a un 14%. La infección generalmente es polimicrobiana y los gérmenes implicados son los de la flora vaginal y endocervical de la mujer sana. En el Hospital Aeronáutico Central, desde el año 2007, además de la profilaxis intraoperatoria con cefalosporinas de primera generación, se realiza en las 12 horas previas a la cirugía programada, profilaxis con óvulos vaginales polivalentes. Objetivos: Evaluar la disminución de la incidencia de absceso de cúpula vaginal post cirugía ginecológica, que implique la manipulación de la vagina, con administración pre-quirúrgica de óvulos vaginales polivalentes. Material y Método: Estudio observacional, descriptivo y retrospectivo. Se incluyeron 220 pacientes que se les realizaron 220 histerectomías totales: 202 por vía abdominal, 5 laparoscópicas y 13 vaginales. Se realizó profilaxis intraoperatoria con cefalosporinas de 1º generación. Se les administró por vía vaginal un óvulo polivalente compuesto por: metronidazol 300 mg, miconazol nitrato 100 mg, neomicina sulfato 48,8 mg, polimixina b sulfato 4,4 mg, centella asiática 15 mg y excipientes. Se evaluó la aparición de absceso de cúpula vaginal en los 6 meses posteriores a la cirugía. Resultados: Se hallaron complicaciones post quirúrgicas en 10 pacientes (4.5%): 4 pacientes (1,8%) con infección del tracto urinario, 3 pacientes (1,4%) con infección de herida quirúrgica, 1 paciente (0,4%) con fístula vesico-vaginal, 1 paciente con Tromboembolismo pulmonar, 1 paciente con granuloma de cúpula vaginal y 1 paciente con absceso de cúpula vaginal. Esta paciente no recibió el óvulo vaginal polivalente. Conclusión: De los datos obtenidos de las 220 pacientes analizadas, y teniendo en cuenta la bibliografía consultada, podemos concluir que las pacientes que son sometidas a histerectomías totales con técnica de cúpula vaginal cerrada y que reciben como profilaxis preoperatoria un óvulo vaginal polivalente, presentan menor incidencia de complicaciones post operatorias, principalmente a nivel de la cúpula vaginal, y en particular abscesos de cúpula.

Introduction: Hysterectomy is one of the surgical procedures most frecuently performed in gynecology. Vault abscess frequency of appearance varies from 0.7% to 14%. The infection is usually polymicrobial and involved germs are those from vaginal and endocervical flora of the healthy woman. In the Hospital Aeronáutico Central, since 2007, in addition to intraoperative prophylaxis with first-generation cephalosporins, prophylaxis with polyvalent vaginal ovules is performed within 12 hours prior to scheduled surgery. Objectives: Evaluate the decrease in the incidence of vaginal vault abscess after gynecological surgery, involving the manipulation of the vagina, with pre-surgical administration of polyvalent vaginal ovules. Material and Method: Observational, descriptive and retrospective. 220 patients who underwent 220 total hysterectomies were included: 202 abdominal via, 5 laparoscopic and 13 vaginal. Intraoperative prophylaxis was performed with 1st generation cephalosporins. They were administered through vaginal via with Polyvalent ovule composed of: metronidazole 300 mg, miconazole nitrate 100 mg, neomycin sulfate 48.8 mg, polymyxin b sulfate 4.4 mg, gotu kola 15 mg and excipients. The appearance of vaginal dome abscess was evaluated in the 6 months following surgery. Results: Post-surgical complications were found in 10 patients (4.5%): 4 patients (1.8%) with urinary tract infection, 3 patients (1.4%) with surgical wound infection, 1 patient (0.4%) ) with vesico-vaginal fistula, 1 patient with pulmonary thromboembolism, 1 patient with vaginal vault granuloma and 1 patient with abscess of vaginal vault. This patient did not receive the polyvalent vaginal ovum. Conclusion: Data obtained from the 220 patients analyzed, and taking into account the bibliography consulted, we can conclude that patients who undergo total hysterectomies with a closed vaginal vault technique who receive a polyvalent vaginal ovum as a preoperative prophylaxis, present a lower incidence of post-operative complications, mainly at the level of the vaginal vault, and in particular dome abscesses
Descritores: Antibioticoprofilaxia/tendências
Histerectomia Vaginal/efeitos adversos
-Infecção da Ferida Cirúrgica/etiologia
Tromboembolia/etiologia
Neoplasias do Endométrio/complicações
Prolapso de Órgão Pélvico/complicações
Infecções do Sistema Genital/etiologia
Menorragia/complicações
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: AR295.1 - Biblioteca Dr Anibal E Inchausti


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Id: biblio-991426
Autor: Tokumura, Carolina; Guevara, Kelly; Gonzales, Nadia.
Título: Caso clínico 03-2017: Mujer de 14 años con gingivorragia, ginecorragia y artralgias / Clinical case 03-2017: A 14-year-old woman with gingivorrhagia, abnormal uterine bleeding and arthralgias
Fonte: Rev. méd. hered;28(3):210-214, jul.-set. 2017. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Hemorragia Gengival
Inibidor de Coagulação do Lúpus
Artralgia
Doenças da Gengiva
Lúpus Eritematoso Sistêmico
Menorragia
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Id: biblio-1022386
Autor: De la Cruz-Mitac, C; Escate-Picon, B; Flores-Espinoza, P; Herencia-Anaya, K; Hernandez-Arones, Ch; Hernandez-Cautter, M; Hinostroza-Huamani, L; Janampa-Campos, W; Jorge-Zapata, Oscar; Lizarzaburu-Córdova, E.
Título: Hemorragia uterina anormal / Uterine abnormal hemorrhage
Fonte: Rev. méd. panacea;6(2):82-87, mayo-ago. 2017.
Idioma: es.
Resumo: La hemorragia uterina anormal (HUA) es un signo y síntoma clínico frecuente en el consultorio de ginecología, manifestándose en cualquier etapa de la vida de la mujer. Se presenta en el 25% de adolescentes y en el 50% en mayores de 40 años; además represen-ta un 25% de las cirugías ginecológicas. Tiene como factores predisponente la raza, gemelar, agregación familiar, asociación a enfermedades geneticas. La cantidad y duración de las menstruaciones es muy subjetiva, por lo que hay problemas para valorar las pérdidas sanguíneas de las pacientes. El diagnóstico de hemorragia uterina disfuncional es por exclusión, primero se debe descartar las causas orgánicas. Por ello la HUA es un problema frecuente que se puede presentar a cualquier edad repercutiendo en varios aspectos como el sanitario y social, su tratamiento debe ser multidisciplinario, ya que no debemos olvidar que es una de las principales causas de anemia en la mujer y también de histerectomías. (AU)

The HUA is a common clinical signs and symptoms in gynecology clinic, being a disorder in the female genital tract, can occur at any age of life of women. It comes in a 25% in adolescents and 50% older than 40 years and 25% of gynecological surgeries. It has an ethnic predisposition, twins, familial aggregation, association with genetic diseases. The amount and duration of menses is very subjective, so there are problems in assessing blood loss of patients. The diagnosis of dysfunctional uterine bleeding is by exclusion, you must first rule out organic causes. Thus the HUA is a common problem that can occur at any age impacting several aspects such as health and social, treatment should be multidis-ciplinary, and we must not forget that it is a major cause of anemia in women and hysterectomy. (AU)
Descritores: Hemorragia Uterina
Histerectomia Vaginal
Menorragia
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: PE382.9


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Id: biblio-877966
Autor: Hernández Rivas, Hirán Alejandro.
Título: Aislamiento y caracterización de compuestos fibrinogenolíticos presentes en el extracto acuoso floral de Brownea macrophylla / Isolation and characterization of fibrinogenolytic compounds present in the aqueous floral extract of Brownea macrophylla.
Fonte: Caracas; s.n; 2015. 59 p. tab, graf, ilus.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a UNIVERSIDAD CENTRAL DE VENEZUELA para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: El uso de plantas medicinales es una práctica muy antigua usada por los seres humanos desde el origen de sus culturas. Dichas plantas tienen una gran cantidad de compuestos con actividad en diferentes sistemas biológicos, como es el caso de la hemostasia. En la medicina popular venezolana las mujeres en edad reproductiva que padecen de menorragia, desorden menstrual caracterizado por una pérdida de sangre de más de 100 mL por ciclo o un sangrado continuo por más de 7 días; ingieren infusiones de flores de "rosa de montaña" o Brownea macrophylla para controlar la pérdida de sangre. Sin embargo, se ha encontrado que el extracto acuoso floral de esta planta, además de presentar componentes pro coagulantes que podrían ser usados como tratamiento para la menorragia también contiene componentes que degradan al fibrinógeno, proteína central en la coagulación de la sangre, precursor de la malla de fibrina, la cual detiene el sangrado cuando se interrumpe el flujo continuo en el sistema vascular. Esta degradación del fibrinógeno podría impedir la formación de la malla de fibrina y por ende exacerbar la pérdida de sangre en mujeres con menorragia o podría formar una malla de fibrina resistente a la degradación por los componentes del sistema fibrinolítico y de esta manera contribuir a controlar la menorragia. Por tal razón, el objetivo de este estudio fue aislar y caracterizar componentes fibrinogenolíticos presentes en el extracto acuoso floral de Brownea macrophylla. Los resultados de este trabajo demostraron que el extracto acuoso no coaguló fibrinógeno y por ende fue incapaz de formar la malla de fibrina. El extracto acuoso se fraccionó inicialmente por Sephadex G-50 (exclusión molecular) obteniendo 6 fracciones (S1 a S6) y la fracción con mayor actividad fibrinogenolítica fue S4. La actividad de esta fracción fue inhibida por EDTA, Benzamidina, PMSF y AIA, siendo este último el más eficiente. Luego, la fracción S4 se recromatografió a través de una columna IMAC-ZN Separopore (afinidad por metalo proteasas) obteniéndose dos fracciones S4A y S4B, donde S4A fue la más activa degradando fibrinógeno. A esta fracción se le determinó el pH y temperatura óptima, siendo 3 y 37 ºC respectivamente. En resumen, los componentes fibrinogenolíticos son glucoproteínas tipo α-fibrinogenasa de masas moleculares de 38,32 y de naturaleza distinta a las metalo proteasas. Al tratar de relacionar los hallazgos obtenidos en este trabajo con el uso que se le da a las flores de Brownea macrophylla en la medicina tradicional venezolana se puede concluir que los compuestos fibrinogenolíticos presente en el extracto acuoso floral de Brownea macrophylla no contribuyen a controlar la menorragia, si no que por el contrario podrían ser capaces de incrementar la pérdida de sangre, ya que el fibrinógeno degradado por el extracto, no es capaz de polimerizar en presencia de trombina para formar una malla de fibrina. Sin embargo, como la proporción de los componentes fibrinogenolíticos con respecto a los demás componentes presentes en el extracto es menor, es posible que no incremente la pérdida de sangre ya que, las mujeres que toman la infusión de flores de Brownea macrophylla no lo han reportado.
Descritores: Fibrinogênio
Menorragia
Extratos Vegetais
-Plantas Medicinais
Venezuela
Limites: Humanos
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: lil-795957
Autor: García Hernández, Ailyn; Martínez Triana, Raúl; Machado Almeida, Teresita; Castillo González, Dunia.
Título: Calidad de vida relacionada con la salud en pacientes con menorragia / Health related quality of life in patients with menorrhagia
Fonte: Rev. cuba. hematol. inmunol. hemoter;32(2):279-281, abr.-jun. 2016.
Idioma: es.
Descritores: Menorragia/prevenção & controle
Qualidade de Vida
-Dismenorreia/complicações
Inquéritos e Questionários/normas
Limites: Humanos
Feminino
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


  10 / 57 LILACS  
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Id: lil-795710
Autor: Solano, María Helena; González, Irene del Carmen.
Título: Prevalencia de Ferropenia por Menorragia en una institución educativa del área de la salud en Colombia / Prevalence of iron deficiency due to menorrhagia in medical students in Colombia
Fonte: Repert. med. cir;24(2):137-142, 2015. tab.
Idioma: es.
Resumo: La menorragia es la causa más frecuente de ferropenia en mujeres en edad reproductiva. Objetivo: describir la prevalencia de ferropenia en estudiantes del área de la salud mayores de 18 años y que no había sido detectada. Materiales y métodos: a 154 estudiantes de medicina (rango de edad: 18 a 36 años) se les aplicó el cuestionario PBAC (siglas en inglés de la tabla pictórica para la estimación del sangrado menstrual). Se describe la presencia de anemia ferropénica y los niveles de ferritina con frecuencias absolutas y relativas. Resultados: se detectó ferropenia en 15% (nivel sérico <15 ug/L), menorragia 3.25% (pérdida menstrual >80 ml por ciclo) y anemia en 2%, (hemoglobina <12 g/dL). Conclusión: se observó alta prevalencia de ferropenia. Es necesario estudiar las causas con programas que incluyan promoción y evaluación de hábitos alimenticios en la población estudiantil. En nuestro estudio la herramienta no fue útil...

Menorrhagia is the most common cause of iron deficiency in women of reproductive age. Objective: to describe the prevalence of iron deficiency, which had not been detected before, in older than 18 years old medical students. Materials and Methods: the PBAC (pictorial menstrual blood loss assessment chart) was applied to 154 medical students (aged: 18 to 36 years). The presence of iron-deficiency anemia and ferritin levels were described using absolute and relative frequencies. Results: iron deficiency was detected in 15% (serum level <15 ug/L), menorrhagia 3.25% (menstrual blood loss >80 ml per cycle) and anemia in 2%, (hemoglobin <12 g/dL). Conclusion: a high prevalence of iron deficiency was observed. A study on the causes by means of promotion programs and assessment of nutritional habits in the student population is needed. The tool used in our study was not useful...
Descritores: Hemorragia
Menorragia
-Anemia Ferropriva
Ciclo Menstrual
Limites: Feminino
Responsável: CO304.1 - Biblioteca Arturo Aparicio Jaramillo



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