Base de dados : LILACS
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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-796794
Autor: Bobadilla, Braulio; Ruedlinger, Jenny; Saavedra, Nicolás; Potthoff, Marcelo; Lanas, Fernando; Salazar, Luis; Pérez, Luis.
Título: Asociación de polimorfismos del gen factor de necrosis tumoral (TNF) con el desarrollo de reestenosis de stent post angioplastía coronaria / Polymorphisms of tumor necrosis factor gen: are they associated to stent restenosis after coronary angioplasty?
Fonte: Rev. chil. cardiol;35(2):91-98, 2016. tab.
Idioma: es.
Projeto: FONDECYT.
Resumo: Introducción: La intervención coronaria percutánea (PCI en inglés) con implante de stent coronario es uno de los procedimientos más utilizados para la revascularización miocárdica en condiciones agudas o crónicas. Múltiples factores se han relacionado con la restenosis de stent, incluyendo aspectos clínicos, angiográficos, genéticos y epigenéticos. La respuesta inflamatoria en gran parte está determinada genéticamente y probablemente sea el rol más importante en la restenosis. El factor de necrosis tumoral a (TNF-α;) es un mediador clave en la respuesta inflamatoria actuando en sitios de injuria tisular inducida por el daño de las paredes del vaso. Objetivo: Determinar la asociación entre polimorfismos genéticos del TNF y restenosis en pacientes coronarios sometidos a angioplastía. Métodos: Se diseñó un estudio de casos y controles incidentes no pareados, aprobado por el comité de ética institucional. Se incluyeron pacientes con cardiopatía coronaria sometidos a PCI con implante de stent BMS o DES, con un tiempo de control angiográfico mayor de 6 meses. Los casos fueron definidos como aquellos pacientes con estenosis de stent >50% y como controles aquellos con estenosis <50%, con respecto del lumen del vaso de referencia. Se efectuó la genotipificación de los polimorfismos rs361525 (-238G/A) y rs1799964 (-1031 T/C) del gen TNF mediante PCR en tiempo real mediante sondas alelo-específicas. Además, se registraron variables clínicas y demográficas. Resultados: Se incluyó en este estudio de análisis de genotipificación del polimorfismo del gen TNF 82 pacientes como casos, y 102 controles. No hubo diferencias significativas en las siguientes variables clínicas y demográficas: edad (63.7 ± 10.5 vs. 65.4 ± 9.6 años; p=0.24), género masculino (75 vs. 69%, p=0.5), IMC (28.5 ± 3.6 vs. 28 ± 3.8 Kg/m2; p=0.78) y tabaquismo (79 vs. 77%; p=0.7). En contraste, se observó una diferencia significativa en la frecuencia de DM-2 casos y controles (43.2 vs. 26.5%; p=0.03) y %HbA1c entre ambos grupos (6.78 ± 1.5 vs. 6.1 ± 0.8%; p=0.01). Respecto a las variantes genéticas estudiadas, no hubo diferencias significativas en la frecuencia relativa del alelo mutado tanto para el polimorfismo rs361525 (Alelo A, casos: 0.06 vs. controles: 0.08; p=0.37), como para la variante rs1799964 (Alelo C, casos: 0.2 vs. controles: 0.2; p=0.96). Las OR asociadas a dichos alelos fueron 0.68 (I.C. 95%= 0.29 - 1.59) y 0.99 (I.C. 95%= 0.58 - 1.67), respectivamente; confirmando la ausencia de asociación. Conclusión: Nuestros datos sugieren que las variantes genéticas estudiadas no están relacionadas al desarrollo de restenosis en los sujetos estudiados, y probablemente en nuestra población los factores clínicos sean más determinantes para el desarrollo de reestenosis coronaria post angioplastía que los factores genéticos.

Multiple factors have been associated to the development of stent restenosis after coronary angioplasty (PCA). including clinical, angiographic, genetic and epigenetic factors. The inflammatory response is genetically determined and it may be the most important factor. Tumor necrosis factor a (TNFα) is a potent mediator of this response at the endothelial wall. Aim: To determine the association between TNFα; genetic polymorphisms and stent restenosis. Methods: A case-control study was performed in patients submitted to PTCA with stent implantation(-bare metal or drug eluting stent) at least 6 months prior to the study. Cases were defined by the presence of >50% intra stent stenosis. PCR was used for type classification of polymorphisms rs361525 (-238G/A) y rs1799964 (-1031 T/C) of the TNFα; gene. Results: 82 cases and 102 controls were included. No differences were observed in clinical and demographic variables: age (63.7 ± 10.5 vs. 65.4 ± 9.6 years, p=0.24, for cases and controls, respectively), male gender (75 vs. 69%, p=0.5), BMI (28.5 ± 3.6 vs. 28 ± 3.8 Kg/m2, p=0.78) and active smoking (79 vs. 77%, p=0.7). In contrast, Diabetes was more frequent in cases than in controls (43.2 vs. 26.5%, p=0.03). There was no difference in the relative frequency of mutations of the rs361525 polymorphism (Allele A, 0.06 vs 0.08, p=0.37 for cases and controls, respectively) nor for variant rs1799964 (0.2 in both cases and controls). Non significant associations were confirmed by Odd ratios with 0 included in the 95% confidence interval. Conclusion: No association of genetic polymorphisms of TNFa and stent restenosis was found, which suggests that clinical factors my be more important for the development of post PTCA stent restenosis.
Descritores: Polimorfismo Genético/genética
Fator de Necrose Tumoral alfa/genética
Reestenose Coronária/genética
-Angioplastia Coronária com Balão
Estudos de Casos e Controles
Distribuição de Qui-Quadrado
Stents/efeitos adversos
Reestenose Coronária/etiologia
Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real
Genótipo
Cardiopatias/terapia
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: CL126.2 - Biblioteca Médica Dr. Profesor Hernán Alessandri R.


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-954123
Autor: Garcia-Guimarães, Marcos; Maruri-Sanchez, Ramón; Cuesta, Javier; Rivero, Fernando; Bastante, Teresa; Alfonso, Fernando.
Título: Sirolimus-Eluting Balloon Treatment of Distal Internal Mammary Artery Anastomosis: Optical Coherence Tomography Findings / Tratamento com Balão Farmacológico Eluidor de Sirolimus na Anastomose Distal da Artéria Mamária Interna: Análise de Tomografia de Coerência Óptica
Fonte: Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.);31(4):454-456, jul.-ago. 2018. ilus.
Idioma: en.
Descritores: Sirolimo
Tomografia de Coerência Óptica/métodos
Stents Farmacológicos
Artéria Torácica Interna
-Doença da Artéria Coronariana/diagnóstico
Angioplastia Coronária com Balão/métodos
Resultado do Tratamento
Reestenose Coronária/diagnóstico
Revascularização Miocárdica
Limites: Seres Humanos
Masculino
Idoso de 80 Anos ou mais
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: biblio-906735
Autor: Silva, Guilherme Barreto Garneiro; Costa Junior, José de Ribamar; Sousa, Amanda; Sousa, José Eduardo; Abizaid, Alexandre.
Título: Stents farmacológicos: estado atual / Drug-eluting stents: state-of-the-art
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;28(1), jan.-mar. 2018. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Stents farmacológicos foram desenvolvidos para reduzir a resposta proliferativa neointimal e consequentemente a reestenose, mais frequente limitação da intervenção coronária percutânea com balão e stents não faramcológicos. O desenvolvimento destes dispositivos baseia-se no maior entendimento da biologia da reestenose, na seleção de fármacos anti-proliferativos adequados para os diversos mecanismos envolvidos nesta complicação e no uso de plataformas/polímeros adequados para entrega do fármaco. Consequentemente o desempenho destes dispositivos depende da perfeita interação de todos estes elementos. As abordagens atuais para minimizar a reestenose são revisados neste capítulo. Embora a primeira geração dos stents farmacológicos tenha sido focada na eficácia em reduzir a reestenose, questões relacionadas à sua segurança surgiram, comprometendo seu uso mais disseminado. As novas gerações de stents farmacológicos com polímeros duráveis ou bioabsorvíveis conseguiu reduzir as taxas de nova intervenção e de trombose. Embora o modelo ideal de stent farmacológico ainda esteja em investigação, é certo que esta tecnologia já se estabeleceu como primeira linha na intervenção coronária percutânea contemporânea
Descritores: Polímeros/uso terapêutico
Sirolimo
Reestenose Coronária
Stents Farmacológicos
-Doença da Artéria Coronariana
Stents
Liberação Controlada de Fármacos/efeitos dos fármacos
Everolimo
Revascularização Miocárdica/métodos
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: biblio-910801
Autor: Garcia-Guimarães, Marcos; Maruri-Sanchez, Ramón; Cuesta, Fernando; Rivero, Fernando; Bastante, Teresa; Alfonso, Fernando.
Título: Tratamento com balão farmacológico eluidor de sirolimus na anastomose distal da artéria mamária interna: análise de tomografia de coerência óptica
Fonte: Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.);31(4), jul.-ago. 2018. ilus.
Idioma: pt.
Descritores: Stents Farmacológicos
Artéria Torácica Interna
Sirolimo
Tomografia de Coerência Óptica/métodos
-Angioplastia Coronária com Balão/métodos
Reestenose Coronária/diagnóstico
Revascularização Miocárdica
Resultado do Tratamento
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: biblio-875514
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Cateter balão farmacológico no tratamento da reestenose coronariana intra-stent / Pharmacological balloon catheter in the treatment of intra-stent coronary restenosis.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2013. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: CONTEXTO: A reestenose intra-stent ocorre pela hiperplasia mio-intimal excessiva, reobstruindo a luz do vaso. O tratamento existente no SUS consiste na angioplastia através de cateter balão comum, stent não farmacológico e intervenção cirúrgica para revascularização. Considerando que o stent é um dispositivo que passou a ser universalmente utilizado no tratamento da doença arterial coronariana, a reestenose intra-stent surge como um problema desafiador na cardiologia intervencionista. Considerando o número de internações no SUS por doenças isquêmicas do coração e o número de angioplastias com colocação de stents realizadas, pode-se estimar mais de 60 mil procedimentos deste tipo a cada ano. A literatura demonstra que a reestenose intra-stent pode ocorrer em aproximadamente 20% destes procedimentos quando utilizado o stent não farmacológico. A TECNOLOGIA: O cateter balão farmacológico SeQuent® Please é um cateter balão libertador de fármaco para o tratamento de vasos coronários. O fármaco está inserido numa matriz degradável e fisiologicamente inerte, tendo como componente principal a iopromida. Possui revestimento ativo farmacológico localizado na superfície do balão, que contém 3µg de paclitaxel por mm2. O paclitaxel é uma droga quimioterápica potente prescrita em tratamentos de neoplasia que interfere o processo de divisão celular. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: As evidências científicas parecem indicar que a aplicação do cateter balão farmacológico pode ser um tratamento promissor para a reestenose intra-stent, reduzindo a perda tardia de luz no vaso e o risco para eventos adversos cardíacos maiores quando comparado com a angioplastia com balão convencional, e possuindo resultados semelhantes quando comparado à implantação de stents farmacológicos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A evidência atualmente disponível sobre eficácia e segurança do Cateter Balão Farmacológico SeQuent Please para tratamento da reestenose intra-stent é baseada em revisão sistemática e estudos clínicos randomizados, com grau de recomendação 1A e nível de evidência A. Neste sentido, os resultados apresentados pelos referidos estudos sugerem que o uso do cateter balão farmacológico é uma alternativa eficaz no tratamento da reestenose intra-stent. DELIBERAÇÃO FINAL: Os membros da CONITEC presentes na 20º reunião ordinária, realizada nos dias 06/11 e 07/11/2013, deliberaram, por unanimidade, por recomendar a não incorporação do cateter balão farmacológico no tratamento da reestenose coronariana intra-stent. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 71/2013. DECISÃO: PORTARIA Nº 3, de 29 de janeiro de 2014 - Torna pública a decisão de não incorporar o cateter balão farmacológico no tratamento da reestenose coronariana intra-stent no Sistema Único de Saúde - SUS.
Descritores: Angioplastia com Balão/métodos
Reestenose Coronária/terapia
Stents Farmacológicos
Intervenção Coronária Percutânea/métodos
-Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Sistema Único de Saúde
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-874902
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
Título: Cateter balão farmacológico no tratamento da reestenose coronariana intra-stent / Pharmacological balloon catheter in the treatment of intra-stent coronary restenosis.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2015. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: CONTEXTO: A incorporação do cateter balão farmacológico para a reestenose intra-stent foi avaliada num primeiro momento em 2013 quando a CONITEC deliberou por sua não incorporação até que o stent farmacológico fosse avaliado para tratamento da mesma doença. Com a incorporação do stent farmacológico no SUS por meio da Portaria SCTIE/MS nº 29 de 28 de agosto de 2014, uma nova demanda para incorporação do cateter balão farmacológico foi apresentada. A reestenose intra-stent ocorre pela hiperplasia mio-intimal excessiva, reobstruindo a luz do vaso coronariano. Os tratamentos existentes no SUS para essa doença consistem na angioplastia através de cateter balão comum (não farmacológico), intervenção cirúrgica para revascularização e implantes de stent convencional e, agora também, de stent farmacológico. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: As evidências científicas parecem indicar que o uso do cateter balão farmacológico pode reduzir a perda tardia de luz no vaso e o risco de eventos adversos cardíacos maiores quando comparado com a angioplastia com balão comum, possuindo resultados semelhantes quando comparado ao implante de stents farmacológicos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A evidência atualmente disponível sobre eficácia e segurança do cateter balão farmacológico para tratamento da reestenose intra-stent é baseada em revisão sistemática e estudos clínicos randomizados. Na revisão sistemática de Indermuehle et al.19 os dados indicam redução do risco de eventos adversos cardíacos maiores impulsionado principalmente por uma menor necessidade revascularização da lesão alvo. O risco de mortalidade também é reduzido em comparação à angioplastia com cateter balão comum. No tratamento da ISR comum, o cateter balão farmacológico mostrou-se superior ao balão de angioplastia comum e ao stent comum. Comparado ao stent farmacológico, os resultados foram semelhantes com a vantagem de o cateter balão farmacológico evitar o acúmulo de múltiplas camadas de stents, mas com a desvantagem de possuir um custo unitário bem mais elevado que o valor atual do stent farmacológico no SUS. DELIBERAÇÃO FINAL: Os membros da CONITEC presentes na reunião do plenário do dia 02/07/2015 deliberaram, por unanimidade, ratificar a recomendação de não incorporar o cateter balão farmacológico no tratamento da reestenose intra-stent. DECISÃO: Foi publicada a portaria nº 35, de 27 de julho de 2015, da decisão de não incorporar o cateter balão farmacológico para o tratamento de pacientes com reestenose coronariana intra-stent no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS. Publicação no DOU nº 141 de 27 de julho de 2015. DECISÃO: A PORTARIA Nº 35, de 24 de julho de 2015 - Torna pública a decisão de não incorporar o cateter balão farmacológico para o tratamento de pacientes com reestenose coronariana intra-stent no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.
Descritores: Angioplastia com Balão/métodos
Reestenose Coronária/cirurgia
Reestenose Coronária/terapia
Stents
-Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Resultado do Tratamento
Sistema Único de Saúde
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-830296
Autor: Jerson Quitián, Moreno; Carvajal Tascón, Carlos Andrés; Mor Dale, Jorge Dib.
Título: Fractura de los stents: una etiología diferente / Stent fractures: a different aetiology
Fonte: Rev. colomb. cardiol;23(4):302.e1-302.e5, jul.-ago. 2016. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: La fractura del stent es una complicación potencial de estos dispositivos. Su incidencia varía notablemente en los informes publicados (< 1% a 16%), pero la cifra exacta es desconocida debido a la dificultad en el diagnóstico y la falta de definiciones estandarizadas. Se describe un caso donde el mecanismo probable por el cual se genera la fractura se debe a la presencia de un gran quiste pericárdico.

A stent fracture (SF) is a potential complication of these devices. Their incidence varies considerably in published reports (<1% to 16%), but the exact figure remains unknown due to the difficulty of diagnosis and the lack of standardised definitions. A case is presented where the probable mechanism that originated the fracture was the presence of a large pericardial cyst.
Descritores: Stents Farmacológicos
-Reestenose Coronária
Pericárdio
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CO332 - Facultad de Medicina


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Id: lil-796517
Autor: Bezerra, Cristiano Guedes; Pinton, Fábio Augusto; Lemos Neto, Pedro Alves.
Título: Síndrome coronariana aguda em indivíduos com revascularização cirúrgicaou percutânea prévia / Acute coronary syndrome in individuals with previous surgical or percutaneous revascularization
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;26(2):128-133, abr.-jun.2016. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Aproximadamente 30% dos pacientes que se apresentam com quadro de síndrome coronariana aguda têm revascularização prévia do miocárdio. Os eventos coronarianos subsequentes à revascularização do miocárdio podem ocorrer por progressão da doença aterosclerótica no leito coronário nativo, evento relacionado ao stent (reestenose, trombose ou neoaterosclerose) ou evento relacionado à cirurgia de revascularização domiocárdio (degeneração ou oclusão de enxertos cirúrgicos). Esses pacientes que necessitamde um novo procedimento de revascularização têm perfil de alto risco, geralmente associado a doença renal crônica, diabetes mellitus, doença arterial periférica, além deelevada carga aterosclerótica no leito coronariano nativo, degeneração de enxertos de veia safena e reestenose de stents. Este cenário faz com que o segundo procedimento de revascularização tenha maior risco e maior complexidade. Neste artigo discutiremos as características clínicas e as possibilidades terapêuticas de pacientes com SCA e revascularização percutânea ou cirúrgica prévias.

Around 30% of patients who present acute coronary syndrome have undergone previous myocardial revascularization. Coronary events following myocardial revascularization can occur due to progression of atherosclerotic disease in the native coronary bed, an event related to the stent (restenosis, thrombosis or neoatherosclerosis) or to the myocardial revascularization surgery (degeneration or occlusion of surgical grafts). These patients who need a new revascularization procedure have a high-risk profile, generally associated with chronic kidney disease, diabetes mellitus, and peripheral arterial disease, as well as a high atherosclerotic burden in the native coronary bed, degeneration of grafts of the saphenous vein, and restenosis of stents. This scenario confers a higher risk and greater complexity on the second revascularization procedure. In this article, we discuss the clinical characteristics and therapeutic possibilities of patients with ACS and previous percutaneous or surgical revascularization.
Descritores: Intervenção Coronária Percutânea/métodos
Reestenose Coronária/diagnóstico
Reestenose Coronária/terapia
Revascularização Miocárdica/efeitos adversos
Síndrome Coronariana Aguda/diagnóstico
Síndrome Coronariana Aguda/terapia
-Doença Aguda
Angioplastia/métodos
Ventrículos do Coração
Fatores de Risco
Veia Safena
Stents
Trombose/diagnóstico
Trombose/terapia
Vasos Coronários/cirurgia
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


  9 / 167 LILACS  
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Id: lil-795667
Autor: Rodríguez Velásquez, Javier; Prieto Bohórquez, Signed; Polo Nieto, Fernando; Correa Herrera, Catalina; Soracipa Muñoz, Yolanda; Blanco, Vanessa; Rodríguez, Andrés Camilo.
Título: Diferenciación geométrica fractal y euclidiana de arterias normales y reestenosadas: armonía matemática arterial / Fractal and euclidian geometrical differentiation of normal and restenosed arteries: arterial mathematical harmony
Fonte: Repert. med. cir;23(2):139-144, 2014. Fotos,, tablas.
Idioma: es.
Resumo: Se desarrolló una metodología que diferencia normalidad de reestenosis coronaria en un modelo de experimentación con porcinos, basada en geometría fractal y el concepto de armonía matemática intrínseca (AMI). Objetivo: desarrollar una metodología que permita la diferenciación matemática de arterias normales y reestenosadas a través de la aplicación simultánea de geometría euclidiana y fractal. Materiales y métodos: se midieron imágenes de placas histológicas de tres arterias normales y tres reestenosadas, calculando la dimensión fractal mediante el método de box-counting de tres islas delimitadas por las capas arteriales y después se calculó la AMI; al mismo tiempo se calculó el número de cuadros que ocupa la superficie de las tres islas definidas y se establecieron diferencias entre grupos. Resultados: la dimensión fractal de las arterias normales estuvo entre 1.0184 y 1.2578 y en las reestenosadas entre 0.6881 y 1.1651; los valores del número de cuadros ocupados por la superficie de las arterias oscilaron entre 34 y 76 para las arterias normales y para las reestenosadas entre 91 y 162, así pues las islas de las arterias normales tuvieron siempre valores de ocupación menores a 100, mientras que las reestenosadas presentaron siempre un valor mayor o igual en al menos una de sus islas. Conclusiones: se reveló una autoorganización matemática fractal y euclidiana del proceso de reestenosis arterial que permite establecer diferencias entre dichos estados, cuantificando el avance de la oclusión arterial...

A methodology, based on fractal geometry and Intrinsic Mathematical Harmony (IMH) concept was developed in a pig experiment model to differentiate normal and restenosed coronary arteries. Objective: to develop a methodology which allows mathematical differentiation of normal and restenosed arteries, applying simultaneous fractal and Euclidian geometry. Materials and Methods: images of three normal and three restenosed arteries histologic slides were measured, calculating the fractal dimension using the box-counting method of three islands or arterial layers and IMH subsequent calculation; concurrently, the number of squares occupying the surface of the three defined islands was calculated and differences between groups was established. Results: fractal dimension of normal arteries ranged between 1.0184 and 1.2578, and between 0.6881 and 1.1651 for restenosed arteries; values of the number of squares occupied by the surface of the arteries ranged between 34 and 76 for normal arteries and between 91 and 162 for restenosed arteries, thus the islands of normal arteries always produced values below 100, while restenosed arteries produced values always greater or equal to at least one of their islands. Conclusions: a fractal and Euclidian mathematical self-organization of the arterial restenosis process was revealed allowing differences between said stages to be established, quantifying arterial occlusive disease progression...
Descritores: Vasos Coronários
Fractais
-Reestenose Coronária
Matemática
Limites: Seres Humanos
Responsável: CO304.1 - Biblioteca Arturo Aparicio Jaramillo


  10 / 167 LILACS  
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Id: lil-749088
Autor: Careaga Reyna, Guillermo; Urías Báez, Rafael; De La Cerda Belmont, Gustavo; Cuevas Domínguez, Agustín; Lezama Urtecho, Carlos Alberto; Álvarez Sánchez, Luis M.
Título: Retiro de "Stents" intracoronarios y cirugía de revascularización miocárdica / Retirada de "Stents" intracoronários e irurgia de revascularização miocárdica / Intracoronay “stents” removal and coronary artery Bypass grafting surgery
Fonte: Rev. argent. cir. cardiovasc. (Impresa);10(3):148-152, sept.-dic. 2012. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: es cada vez más frecuente la necesidad de retirar “stents” en la cirugía de revascularización. Material y métodos: serie de casos en los que se realiza endarterectomía y retiro de “stents” de vasos coronarios entre el 1 de enero y el 30 de abril del 2011. Se analizó morbilidad, antecedentes y evolución. Resultados: tres pacientes requirieron remoción de “stents”, dos de la descendente anterior y uno de la coronaria derecha, un paciente con infarto del miocardio falleció por choque cardiogénico. Conclusión: La remoción de “stents” en cirugía de revascularización debe considerar se como opción terapéutica en casos bien determinados.

Introdução: Cada vez é mais frequente a necessidade de retirar “stents” na cirurgia de revascularização. Material e métodos: série de casos onde são realizadas endarterectomia e retirada de“stents” de artérias coronárias entre 1 de janeiro e 30 de abril de 2011. Analisou-se morbilidade, antecedentes e evolução. Resultados: três pacientes tiveram remoção de “stents”, dois da artéria descendente anterior e um da coronária direita, um paciente com infarto do miocárdio faleceu por choquecardiogênico. Conclusão: A remoção de “stents” em cirurgia de revascularização deve considerar-se como opção terapêutica em casos bem determinantes.

Introduction: Stent removal is associated to coronary artery by-pass surgery is a more fre-quent procedure. Material and Methods: We present the cases that required endarterectomy, stent removal and coronary artery by-pass surgery between January 1, 2011, and April 30, 2011. We analyzedmedical history, morbidity, and evolution.Results: Three patients required stents removal, two in coronary anterior descending artery and one on right coronary artery. One patient with acute myocardial infarction died, due tocardiogenic shock. Conclusion: It was concluded that stent removal in coronary artery by-pass surgery shouldbe considered as a surgical option in selected cases.
Descritores: Revascularização Miocárdica
Reestenose Coronária/cirurgia
Stents
-Endarterectomia/métodos
Remoção de Dispositivo/métodos
Limites: Seres Humanos
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas



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