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Id: lil-741734
Autor: Metzger, Patrick Bastos; Rossi, Fabio Henrique; Moreira, Samuel Martins; Issa, Mario; Izukawa, Nilo Mitsuru; Dinkhuysen, Jarbas J; Spina Neto, Domingos; Kambara, Antônio Massamitsu.
Título: Tratamento híbrido das doenças do arco aórtico / Hybrid treatment of aortic arch disease
Fonte: Rev. bras. cir. cardiovasc;29(4):527-536, Oct-Dec/2014. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: O manejo das doenças da aorta torácica que envolvem a aorta ascendente, arco aórtico e aorta torácica descendente constituem um desafio técnico e é uma área em constante desenvolvimento e inovação. Objetivo: Analisar os resultados iniciais e a médio prazo do tratamento híbrido das doenças do arco aórtico. Métodos: Estudo retrospectivo de procedimentos realizados no período de janeiro de 2010 a dezembro de 2012, em que foram analisados o sucesso técnico e terapêutico, a morbimortalidade, os desfechos neurológicos, a taxa de vazamentos e de reintervenções. Resultados: Em um total de 95 pacientes tratados por doenças da aorta torácica no período, 18 realizaram o tratamento híbrido e adentraram neste estudo. A idade média foi de 62,3 anos. O sexo masculino esteve presente em 66,7%. O sucesso técnico e terapêutico foi de 94,5% obe 83,3%, respectivamente. A mortalidade perioperatória foi de 11,1%. Não houve óbito durante o acompanhamento de 1 ano. A taxa de reintervenção foi de 16,6%, devido a 2 casos de endoleak tipo Ia e um caso de endoleak tipo 2. Não foi observada oclusão dos enxertos anatômicos ou extra-anatômicos durante o período de seguimento. Conclusão: O tratamento híbrido das doenças do arco aórtico demonstrou ser uma alternativa viável à cirurgia convencional. As taxas de sucesso terapêutico e de reintervenções demonstram a necessidade do seguimento clínico rigoroso desses pacientes a longo prazo. .

Introduction: The management of thoracic aortic disease involving the ascending aorta, aortic arch and descending thoracic aorta are technically challenging and is an area in constant development and innovation. Objective: To analyze early and midterm results of hybrid treatment of arch aortic disease. Methods: Retrospective study of procedures performed from January 2010 to December 2012. The end points were the technical success, therapeutic success, morbidity and mortality, neurologic outcomes, the rate of endoleaks and reinterventions. Results: A total of 95 patients treated for thoracic aortic diseases in this period, 18 underwent hybrid treatment and entered in this study. The average ages were 62.3 years. The male was present in 66.7%. The technical and therapeutic success was 94.5% e 83.3%. The perioperative mortality rate of 11.1%. There is any death during one-year follow- up. The reoperation rates were 16.6% due 2 cases of endoleak Ia and one case of endoleak II. There is any occlusion of anatomic or extra anatomic bypass during follow up. Conclusion: In our study, the hybrid treatment of aortic arch disease proved to be a feasible alternative of conventional surgery. The therapeutic success rates and re- interventions obtained demonstrate the necessity of thorough clinical follow-up of these patients in a long time. .
Descritores: Aorta Torácica/cirurgia
Doenças da Aorta/cirurgia
Procedimentos Endovasculares/métodos
-Aorta Torácica/diagnóstico por imagem
Doenças da Aorta/mortalidade
Doenças da Aorta/diagnóstico por imagem
Complicações Pós-Operatórias
Fatores de Tempo
Angiografia/métodos
Tomografia Computadorizada por Raios X/métodos
Stents
Estudos Retrospectivos
Fatores de Risco
Resultado do Tratamento
Artéria Carótida Primitiva/cirurgia
Artéria Carótida Primitiva/diagnóstico por imagem
Endoleak/etiologia
Procedimentos Endovasculares/mortalidade
Complicações Intraoperatórias
Ilustração Médica
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Caffaro, Roberto Augusto
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Id: lil-792648
Autor: Telles, Gustavo José Politzer; Razuk Filho, Álvaro; Karakhanian, Walter Khegan; Saad, Paulo Fernandes; Saad, Karen Ruggeri; Park, Jong Hun; Siqueira, Leticia Cristina Dalledone; Caffaro, Roberto Augusto.
Título: Dilatation of common iliac arteries after endovascular infrarenal abdominal aortic repair with bell-bottom extension
Fonte: Rev. bras. cir. cardiovasc = Braz. j. cardiovasc. surg. (impr.);31(2):145-150, Mar.-Apr. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective: Endovascular techniques to treat abdominal aortic aneurysms results in lower morbidity and mortality rates. However, dilation of the common iliac arteries prevents adequate distal sealing, which compromises the procedure success. The aim of this study is report the long-term outcomes of patients with abdominal aortic aneurysms associated with aneurysm of the common iliac artery following endovascular repair using a bifurcated bell-bottom stent graft. Methods: This is a retrospective study that evaluated patients treated with bifurcated bell-bottom extension stent grafts to repair an infrarenal abdominal aortic aneurysm and who had at least one common iliac artery with dilatation > 1.5 cm for at least 12 months after the endovascular intervention. Results: Thirty-eight patients with a mean age of 70.4±8.2 years were included. Stent graft placement was followed by dilation of the common iliac artery aneurysms in 35.3% of cases; endoleak and reoperation rates were 17.6% and 15.7%, respectively. Younger patients showed a higher rate of artery diameter increase following the procedure. The average arterial dilation was 16% in the first year, 29% in the second year, 57% in the third year and 95% from the fourth year until the end of follow-up. Conclusion: Repair of infrarenal abdominal aortic aneurysms with bifurcated bell-bottom type stents when there is common iliac artery dilation is a good therapeutic option to preserve hypogastric flow. The rate of endoleak was 17.6%, and 15.7% of cases required reoperation. Younger patients are more likely to experience dilation of the common iliac artery after the procedure.
Descritores: Complicações Pós-Operatórias
Aneurisma Ilíaco/cirurgia
Aneurisma da Aorta Abdominal/cirurgia
Procedimentos Endovasculares/instrumentação
-Reoperação
Prótese Vascular/efeitos adversos
Estudos Retrospectivos
Seguimentos
Fatores Etários
Implante de Prótese Vascular/métodos
Dilatação Patológica/etiologia
Endoleak/etiologia
Procedimentos Endovasculares/métodos
Limites: Humanos
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Machado, Rui
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Id: lil-796122
Autor: Machado, Rui; Teixeira, Gabriela; Oliveira, Pedro; Loureiro, Luís; Pereira, Carlos; Almeida, Rui.
Título: Endovascular abdominal aneurysm repair in women: what are the differences between the genders?
Fonte: Rev. bras. cir. cardiovasc = Braz. j. cardiovasc. surg. (impr.);31(3):232-238, May.-June 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Introduction: Abdominal aortic aneurysm has a lower incidence in the female population, but a higher complication rate. It was been hypothesized that some anatomical differences of abdominal aortic aneurysm in women could be responsible for that. We proposed to analyze our data to understand the differences in the clinical and anatomical characteristics and the outcomes of patients undergoing endovascular aneurysm repair, according to gender. Methods: A retrospective analysis of patients undergoing endovascular aneurysm repair between 2001-2013 was performed. Patients were divided according gender and evaluated regarding age, atherosclerotic risk factors, aneurysm anatomic features, endograft type, anesthesic risk classification, length of stay, reinterventions and mortality. Two statistical studies were performed, first comparing women and men (Group A) and a second one comparing women and men, adjusted by age (Group B). Results: Of the 171 patients, only 5.8% (n=10) were females. Women were older (P<0.05) and the number of women with no atherosclerotic risk factor was significantly higher. The comparison adjusted by age revealed women with statistically less smoking history, less cerebrovascular disease and ischemic heart disease. Women had a trend to more complex anatomy, with more iliac intern artery aneurysms, larger aneurysm diameter and neck angulations statistically more elevated. No other variables were statistically different between age groups, neither reintervention nor mortality rates. Conclusion: Our study showed a clear difference in the clinical characteristics of women. The female population was statistically older, and when compared with men adjusted by age, had less atherosclerotic risk factors and less target organ disease. Women showed a more complex anatomy but with the same outcomes.
Descritores: Fatores Sexuais
Aneurisma da Aorta Abdominal/cirurgia
Procedimentos Endovasculares/estatística & dados numéricos
-Análise de Sobrevida
Estudos Retrospectivos
Fatores de Risco
Resultado do Tratamento
Distribuição por Idade
Disparidades nos Níveis de Saúde
Endoleak
Procedimentos Endovasculares/mortalidade
Tempo de Internação
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1170932
Autor: Baez Julio; Cura Angela Betiana; Figueroa Jose Adolfo; Paulazo Carolina; Castro Pizarro Rodolfo; García Brasca Daniela; Castrillon Maria Elena; Pieroni Mario Daniel.
Título: Incidencia y factores de riesgo de endofugas en el tratamiento endovascular de los aneurismas aórticos / [Incidence and risk factors of endoleak in endovascular aortic aneurysm repair].
Fonte: Rev. Fac. Cienc. Méd. (Córdoba);70(1):19-22, 2013.
Idioma: es.
Resumo: BACKGROUND: endovascular aneurysm repair (EVAR) reduces morbidity and hospital stay compaired with open surgical repair. Endoleak is a common complication of the procedure. The resulting increase of pressure within the sac may expand the aneurysm with the following risk of rupture. The aim of this study was to recognize the incidence of endoleak in tomographic controls of the patients who underwent endovascular repair at our hospital as well as identify the risk factors associated with this complication. METHODS: all consecutive patients who underwent endovascular aneurysm repair at our hospital between 2008, February until 2012, February were restrospectively enrolled in the study, excluding those who were lost at follow-up. 43 patients were included, aged 70.5 ± 6 (men: 88

). The endpoint was endoleak incidence at 1, 6, 12th months after the intervention in the control tomography, and its association with underlying risk factors: hypertension, Smoking, chronic obstructive pulmonary desease and the diameter of the aneurysm. RESULTS: eleven (11

). All were infrarrenal aortic aneurysms. The anteroposterior diameter of the aneurysm (more than 60 mm) showed a trend toward statistical significance as a risk factor (30

; p:0.073). No relationship was found with gender, age, COPD, smoking or hypertension. CONCLUSION: endoleak after endovascular aneurysm repair is a common complication. The size of the aneurysm might be a risk factor of the event.
Descritores: Aneurisma da Aorta Abdominal/cirurgia
Endoleak/epidemiologia
Procedimentos Endovasculares
-Argentina/epidemiologia
Endoleak/etiologia
Estudos Retrospectivos
Fatores Etários
Fatores de Risco
Feminino
Humanos
Idoso
Incidência
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Procedimentos Endovasculares/efeitos adversos
Procedimentos Endovasculares/estatística & dados numéricos
Seguimentos
Tipo de Publ: Resumo em Inglês
Artigo de Revista
Research Support, Non-U.S. Gov't
Research Support, Non-U.S. Gov't
Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: AR5.1 - Centro de Gestión del Conocimiento y las Comunicaciónes


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Id: biblio-1116589
Autor: Cristancho, María del Pilar; Cardona, Diana Paola; Tellez, Germán.
Título: Endofuga tipo IB, complicación tardía de prótesis endovascular / Type IB endoleak: a late complication of endovascular prosthetic repair
Fonte: Repert. med. cir;29(1):66-71, 2020. Il., fotos a color.
Idioma: en; es.
Resumo: Objetivo: describir las endofugas como complicación tardía de las prótesis por reparación endovascular de aneurisma de aorta abdominal, a través del reporte de caso presentado en el Hospital Universitario del Quindío San Juan de Dios Colombia. Diseño del estudio: reporte de caso. Presentación: hombre de 77 años, con antecedente de implante de endoprótesis en la aorta abdominal infrarrenal y en las arterias iliacas derecha e izquierda. Siete años después ingresó al servicio de urgencias por hipotensión, diaforesis y dolor abdominal de inicio súbito. Se realizó intervención quirúrgica de urgencia evidenciando ruptura de aneurisma y endofuga tipo IB a nivel de la endoprotesis de aorta abdominal. Conclusión: la reparación endovascular, técnica de gran importancia para el manejo del aneurisma de aorta abdominal (AAA), tiene el riesgo de complicación por exclusión incompleta de flujo sanguíneo al saco aneurismático, con tasas de reintervención por complicación de 30% y conversión a manejo quirúrgico de 5%, aumentando la mortalidad.

Objective: to describe endoleaks as a late complication of endovascular prosthetic repair (EVAR) of abdominal aorta aneurysm (AAA), through a case report presented at Hospital Universitario del Quindío San Juan de Dios Colombia. Study Design: case report. Case presentation: a 77-year-old man with past medical history of undergoing an EVAR of the left and right common iliac arteries for infra-renal AAA. Seven years later he was admitted to the emergency department with a sudden episode of hypotension, diaphoresis and abdominal pain. He underwent an emergency surgical intervention evidencing an AAA sac rupture secondary to a type IB peri-prosthetic endoleak. Conclusion: EVAR, a very important procedure for the management of AAA has the disadvantage of post-procedural complications due to failure to completely exclude blood flow perfusing the aneurysm sac, requiring a re-intervention in 30% and the need for open surgery in 5% associated with increased mortality rates.
Descritores: Endoleak
-Aorta
Stents
Aneurisma
Limites: Humanos
Masculino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CO304.1 - Biblioteca Arturo Aparicio Jaramillo


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Id: biblio-1012627
Autor: Belczak, Sergio Quilici; Pedroso, Guilherme Delicato; Ogawa, Lara Cote; Campos, Paula Thume; Padula, Andre Lopes; Machado, Glenna Paulain; Santos, Matheus Zago Soares dos; Abrão, Beatriz Marques.
Título: Tratamento de endoleak tipo 1A mediante embolização com molas: relato de caso / Treatment of type 1A endoleak using coil embolization: a case report
Fonte: J. vasc. bras;18:e20180130, 2019. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: No endoleak tipo 1A, a endoprótese não sela completamente o colo do aneurisma proximal, e o fluxo arterial está presente entre a parede do colo aórtico e o material do implante. Este é um relato de um caso no qual foi utilizada embolização com molas, associado a uma revisão de literatura (PubMed, LILACS e SciELO). Foram pesquisados artigos publicados nos últimos 5 anos com os descritores "endoleak 1A", "coil embolization" e "treatment", combinados de formas aleatórias, sendo encontrados 25 artigos. O tipo 1A ocorre em 1,1% dos pacientes após 30 dias do implante. O tratamento consiste em aumentar a vedação do implante proximal, principalmente com o uso de stents e balões para alargar a zona de aterragem ou aumentar a força radial do implante. Alguns trabalhos sugerem técnicas de embolização com cianoacrilato, cola de fibrina e uso de Onyx, mostrando taxas de sucesso superiores a 97%. Contudo, a correção de endoleaks tipo 1A mediante embolização com molas é pouco descrita

In a type 1A endoleak, the endograft is unable to fully seal the proximal aneurysm neck and blood flow leaks between the wall of the aortic neck and the graft material. This article reports a case in which coil embolization was used and presents a literature review (PubMed, LILACS, and SciELO). Searches were run for articles published in the past 5 years using the descriptors "endoleak 1A", "coil embolization," and "treatment". Type 1A endoleak occurs in 1.1% of patients within 30 days of graft placement. Treatment of an endoleak is obligatory and usually consists of sealing the proximal graft neck using stents and balloons to expand the landing zone or to increase the radial force of the graft. Some studies have suggested using embolization techniques with cyanoacrylate, fibrin glue, and Onyx, demonstrating success rates that exceed 97%. However, correction of type 1A endoleak using coil embolization has seldom been described
Descritores: Stents
Embolização Terapêutica
Endoleak
-Aneurisma Aórtico/terapia
Literatura de Revisão como Assunto
Angiografia/métodos
Tomografia/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: lil-780897
Autor: Eli, Eduardo da Silva; Broering, Júlia Jochen; Timaran, David Ernesto; Timaran, Carlos Hernando.
Título: Resultados em longo prazo de embolização de endoleaks tipo II / Long-term outcomes of embolization of type II endoleaks
Fonte: J. vasc. bras;15(1):11-15, jan.-mar. 2016. tab, ilus.
Idioma: en; pt.
Resumo: CONTEXTO: Endoleaks tipo II são frequentes após o reparo endovascular de aneurismas de aorta. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi comparar o sucesso da embolização de endoleaks tipo II utilizando diferentes técnicas e materiais. MÉTODOS: Entre 2003 e 2015, 31 pacientes foram submetidos a embolização de endoleak tipo II, totalizando 41 procedimentos. Esses procedimentos foram conduzidos por acesso translombar, acesso femoral ou uma combinação de ambos, utilizando Onyx®18, Onyx®34, coils, plugue vascular Amplatzer® e trombina como material emboligênico. Sucesso foi definido como ausência de reintervenção. O teste de qui-quadrado e o teste exato de Fisher foram utilizados para a análise estatística. RESULTADOS: O tempo médio entre a correção do aneurisma de aorta e a embolização foi de 14 meses. Quinze (36%) das intervenções utilizaram Onyx®18; sete (17%) utilizaram coils e Onyx®34; seis (14%) utilizaram Onyx®34; quatro (10%) utilizaram coils e Onyx®18; quatro (10%) usaram Onyx®18 e Onyx®34; e três (7%) usaram coils e trombina; um (2%) usou coils e um (2%) usou Amplatzer®. Onze pacientes (35%) necessitaram de reintervenção. A taxa de sucesso foi de 71,43% (10) para os pacientes com as artérias lombares como fonte do endoleak, 80% (8) quando a fonte era a artéria mesentérica inferior e 40% (2) quando havia combinação de ambas (p & 0,05). Não houve diferença estatisticamente significativa com relação ao tipo de embolização, material emboligênico e tipo de reparo da aorta para a correção do aneurisma. CONCLUSÕES: A terapia endovascular de endoleaks tipo II é um desafio, sendo necessária reintervenção em até 36% dos casos. A taxa de sucesso é menor quando o endoleak é nutrido pela combinação das artérias lombares e da artéria mesentérica inferior.

BACKGROUND: Type II endoleaks are common after endovascular aortic aneurysm repair. The purpose of this study was to assess the long-term outcomes of embolization of type II endoleaks using different techniques and materials. METHODS: Between 2003 and 2015, 31 patients underwent embolization of type II endoleaks, in a total of 41 procedures. Patients underwent transarterial or translumbar embolization using Onyx®18, Onyx®34, coils, Amplatzer® plug and/or thrombin. Embolization success was defined as no endoleak reintervention. The chi-square test and Fisher exact test were used for statistical analysis. RESULTS: Median embolization time after aortic aneurysm repair was 14 months. Fifteen (36%) embolization interventions were performed using Onyx®18; seven (17%) with coils and Onyx®34; six (14%) with Onyx®34; four (10%) with coils and Onyx® 18; four with Onyx®18 and Onyx®34; three (7%) with coils and thrombin; one (2%) with coils; and one (2%) with an Amplatzer® device. Eleven patients (35%) required reintervention. The embolization success rate was 71.43% (10) for patients with lumbar arteries as the source of the endoleak, 80% (8) for the inferior mesenteric artery and 40% (2) when both inferior mesenteric artery and lumbar arteries were the culprit vessels (p & 0.05). There was no statistically significant difference with regards to type of embolization, embolic material or type of previous aortic repair. CONCLUSIONS: Endovascular treatment of type II endoleaks is challenging and reintervention is needed in up to 36% of patients. Endoleaks supplied by both the inferior mesenteric artery and the lumbar arteries have a lower rate of success.
Descritores: Aneurisma da Aorta Abdominal
Aneurisma da Aorta Abdominal/reabilitação
Aneurisma da Aorta Abdominal/terapia
Embolização Terapêutica
Endoleak/classificação
-Fatores de Tempo
Estudos Retrospectivos
Procedimentos Endovasculares
Artérias Mesentéricas/fisiopatologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-880938
Autor: Almeida, Bruno Lorenção de; Caria, Vinicius Pena; Cavalcante, Sthefanie Fauve Andrade; Ventin, Felipe Carvalho; Vieira, Eduardo Augusto Moreira; Darold, Eduardo Mulinari; Souza, Rodrigo Américo Cunha de; Araújo, Edmur Carlos.
Título: Angiossarcoma mimetizando endoleak tardio pós-reparo endovascular de aneurisma de aorta infrarrenal: relato de caso / Angiosarcoma mimicking a late endoleak following endovascular aneurysm repair: case report
Fonte: J. vasc. bras;16(4):f:343-l:347, out.-dez. 2017. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Em todo paciente submetido a reparo endovascular do aneurisma de aorta abdominal (REVA) que se apresente subitamente com quadro de dor abdominal ou sinais de choque, a hipótese de endoleak ou vazamento, com expansão do aneurisma e ruptura deve ser aventada. Apresentamos o caso de um paciente em pós-operatório de REVA que apresentou uma neoplasia de duodeno mimetizando um endoleak

Whenever a patient who has undergone endovascular repair of an abdominal aortic aneurysm (EVAR) presents with sudden onset abdominal pains or signs of shock, the hypothesis of endoleak with aneurysm expansion and rupture should be considered. We present the case of an EVAR patient in whom a tumor of the duodenum mimicked an endoleak during the postoperative period
Descritores: Aneurisma Aórtico
Endoleak
Hemangiossarcoma
-Angiografia/métodos
Aorta Abdominal
Aneurisma da Aorta Abdominal
Cateterismo/métodos
Endoscopia/métodos
Procedimentos Endovasculares/métodos
Procedimentos Cirúrgicos Vasculares/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Idoso de 80 Anos ou mais
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-757194
Autor: Alvayay Q., Pablo; Schiappacasse F., Giancarlo; Labra W., Andrés; Sakamoto G., Cristián; Ramos G., Cristóbal.
Título: Revisión pictográfica de endoleaks (endofugas) / A pictorial review of endoleaks
Fonte: Rev. chil. radiol;21(2):66-69, 2015. ilus.
Idioma: es.
Resumo: The current treatment for aortic aneurysms is to install an endovascular stent in the aortic lumen. The most common complication of stents is endoleaks. Those defined as a peri-prosthetic vascular leak, in the aneurysm sac, are usually asymptomatic. If not detected early, they can progress with the growth and rupture of the aneurysm. The method of choice for evaluation is angiography by computed tomography (CT). The aim of this pictorial review is to describe and illustrate the imaging findings of the different types of endoleaks in computed tomography angiograms (5 types).

El tratamiento actual de los aneurismas aórticos es la instalación de una endoprótesis en el lumen aórtico por vía endovascular. La complicación más frecuente de las endoprótesis son los endoleaks. Los que se definen como flujo vascular peri-protésico, en el saco aneurismático, generalmente asintomático. De no ser detectados a tiempo, pueden progresar con el crecimiento y rotura del aneurisma. El método de elección para su evaluación es la angiografía mediante tomografía computada (TC). El objetivo de la presente revisión pictográfica es describir e ilustrar los hallazgos imaginológicos de los diferentes tipos de endoleaks en angiografía por tomografía computada (cinco tipos).
Descritores: Aneurisma Aórtico
Angiografia/métodos
Endoleak
Stents/efeitos adversos
Tomografia Computadorizada por Raios X
-Endoleak/classificação
Limites: Humanos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-749087
Autor: Ferreira, L. Mariano; Escordamaglia, Sergio; La Mura, Ricardo A.
Título: Tratamiento endovascular de los endoleaks provenientes de los ramos lumbares de la aorta / Tratamento endovascular dos endoleaks provenientes dos ramos lombares da aorta / Endovascular treatment of endoleaks of lumbar aortic branches
Fonte: Rev. argent. cir. cardiovasc. (Impresa);10(3):141-147, sept.-dic. 2012. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Los endoleaks tipo II constituyen la principal causa de reoperación a mediano y largo plazo. Tienen la potencialidad de llevar al crecimiento y ruptura del aneurisma. Exige un seguimiento imaginológico distinto. Por otro lado no existen pautas claras en cuanto al diagnóstico o tratamiento, pudiéndoselo confundir con endoleaks tipo I o III. El abordaje es diferente de acuerdo a la anatomía y al origen del endoleak. El motivo de la presentación es mostrar un abordaje efectivo para pacientes con endoleak tipo II proveniente de ramos lumbares.Material y Método: Se estudioì una población de 210 pacientes con aneurismas de aorta, luego de la colocación de una endoprótesis de última generación. Mediante seguimiento clínico y estudios tomograìficos, fueron incluidos sólo aquellos pacientes que cumplieron con un estricto control de seguimiento. Los datos fueron volcados en una base de datos (Microsoft Excel 97) y luego fueron analizados empleando el paquete estadístico (Medcalc v 11). Resultados: El 13,3% de la población estudiada presentó un endoleak tipo II temprano,mientras que el 6,1% de la población un endoleak tipo II persistente. El 4,2% del total de la población estudiada desarrolló además crecimiento del saco aneurismático. La causa del crecimiento fue en todos los casos un endoleak tipo II persistente. El tratamiento efectivo consistió en la embolización del vaso aferente, eferente y del nido con coils electro-coagulables. Conclusión: Endoleak tipo II presuriza el saco y tiene la potencialidad de producir crecimiento del aneurisma. Tiene en general un comportamiento benigno. La gran mayoría se trombosa espontáneamente. El estudio demostró que tratar sólo aquellos endoleaks persistentes con crecimiento aneurismático es una conducta segura. El tratamiento endovascular con coils del vaso aferente, eferente y el nido por vía transarterial parece ser seguro y efectivo.

Introdução: Os vazamentos do tipo II são a principal causa de operação re no médio e longo prazo. Têm o potencial de levar a um crescimento e ruptura do aneurisma. Requer monitoramento imaginológico diferente. Por outro lado, não há diretrizes claras quanto ao diagnóstico ou tratamento, confundido com o tipo I ou III endoleak. A abordagem é diferente de acordo com a anatomia e a origem do endoleak. Materiais e Métodos: Estudamos uma população de 210 pacientes com aneurismas da aorta após arte colocação de stent. Através clínica e tomográfica estudos foram incluídos apenas os pacientes que preencheram o controle de rastreamento rigoroso. Os dados foram inseridos em um banco de dados (Microsoft Excel 97) e, em seguida, analisados com o pacote estatístico (Medcalc v 11). Resultados: O 13,3% da população do estudo apresentou um vazamento tipo II cedo, enquanto 6,1% da população com vazamento tipo II persistente. O 4,2% da população total do estudo desenvolvido crescimento aneurisma saco. O tratamento eficaz consistiu navio embolização aferentes e eferentes ninho coils com eletro-coagulável. Conclusão: Tipo II endoleak pressuriza o saco e tem o potencial para produzir crescimento do aneurisma. Ele tem um comportamento benigno. A grande maioria são trombose espontaneamente. Somente aqueles devem ser tratados com vazamentos persistentes crescimento de aneurisma. O tratamento endovascular com bobinas de vidro aferentes e eferentes através ninho transarterial parece ser seguro e eficaz.

Introduction: The treatment of type II endoleaks remains controversial because little is known about their long-term natural history and impact on changes in aneurysm morphology.The objective of this presentation is to show a safe and effective approach to treat type II endoleaks associated to aneurysm sac enlargement. Materials and Methods: We studied a population of 210 patients with aortic aneurysms afterstent-graft placement. Through clinical and tomographic studies were included only those patients who met strict follow up control. The data were entered into a database (Microsoft Excel 97) and then analyzed using the statistical package (Medcalc v 11). Results: Early Type II endoleaks were present in 13.3% of the study. Thirteen patient (6.1%)developed a persistent type II endoleak and only 9(4.2%)with aneurysm sac enlargement of >5mm. Effective treatment consisted afferent and efferent coils vessel embolization and the nidus with electro-detachable coils.Conclusion: We observed that type II endoleaks have a relatively benign course, and in the absence of sac expansion, can be followed for a prolonged course of time without the need for intervention. Only those associated with sac enlargement should be treated. Endovascular treatment with coils of afferent and efferent arteries appears to be safe and effective.
Descritores: Aneurisma Aórtico/cirurgia
Endoleak/terapia
Implante de Prótese Vascular/efeitos adversos
-Prótese Vascular
Endoleak/cirurgia
Procedimentos Endovasculares/métodos
Limites: Humanos
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas



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