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Id: biblio-1170932
Autor: Baez Julio; Cura Angela Betiana; Figueroa Jose Adolfo; Paulazo Carolina; Castro Pizarro Rodolfo; García Brasca Daniela; Castrillon Maria Elena; Pieroni Mario Daniel.
Título: Incidencia y factores de riesgo de endofugas en el tratamiento endovascular de los aneurismas aórticos / [Incidence and risk factors of endoleak in endovascular aortic aneurysm repair].
Fonte: Rev. Fac. Cienc. Méd. (Córdoba);70(1):19-22, 2013.
Idioma: es.
Resumo: BACKGROUND: endovascular aneurysm repair (EVAR) reduces morbidity and hospital stay compaired with open surgical repair. Endoleak is a common complication of the procedure. The resulting increase of pressure within the sac may expand the aneurysm with the following risk of rupture. The aim of this study was to recognize the incidence of endoleak in tomographic controls of the patients who underwent endovascular repair at our hospital as well as identify the risk factors associated with this complication. METHODS: all consecutive patients who underwent endovascular aneurysm repair at our hospital between 2008, February until 2012, February were restrospectively enrolled in the study, excluding those who were lost at follow-up. 43 patients were included, aged 70.5 ± 6 (men: 88

). The endpoint was endoleak incidence at 1, 6, 12th months after the intervention in the control tomography, and its association with underlying risk factors: hypertension, Smoking, chronic obstructive pulmonary desease and the diameter of the aneurysm. RESULTS: eleven (11

). All were infrarrenal aortic aneurysms. The anteroposterior diameter of the aneurysm (more than 60 mm) showed a trend toward statistical significance as a risk factor (30

; p:0.073). No relationship was found with gender, age, COPD, smoking or hypertension. CONCLUSION: endoleak after endovascular aneurysm repair is a common complication. The size of the aneurysm might be a risk factor of the event.
Descritores: Aneurisma da Aorta Abdominal/cirurgia
Endoleak/epidemiologia
Procedimentos Endovasculares
-Argentina/epidemiologia
Endoleak/etiologia
Estudos Retrospectivos
Fatores Etários
Fatores de Risco
Feminino
Humanos
Idoso
Incidência
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Procedimentos Endovasculares/efeitos adversos
Procedimentos Endovasculares/estatística & dados numéricos
Seguimentos
Tipo de Publ: Resumo em Inglês
Artigo de Revista
Research Support, Non-U.S. Gov't
Research Support, Non-U.S. Gov't
Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: AR5.1 - Centro de Gestión del Conocimiento y las Comunicaciónes


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Id: biblio-1116589
Autor: Cristancho, María del Pilar; Cardona, Diana Paola; Tellez, Germán.
Título: Endofuga tipo IB, complicación tardía de prótesis endovascular / Type IB endoleak: a late complication of endovascular prosthetic repair
Fonte: Repert. med. cir;29(1):66-71, 2020. Il., fotos a color.
Idioma: en; es.
Resumo: Objetivo: describir las endofugas como complicación tardía de las prótesis por reparación endovascular de aneurisma de aorta abdominal, a través del reporte de caso presentado en el Hospital Universitario del Quindío San Juan de Dios Colombia. Diseño del estudio: reporte de caso. Presentación: hombre de 77 años, con antecedente de implante de endoprótesis en la aorta abdominal infrarrenal y en las arterias iliacas derecha e izquierda. Siete años después ingresó al servicio de urgencias por hipotensión, diaforesis y dolor abdominal de inicio súbito. Se realizó intervención quirúrgica de urgencia evidenciando ruptura de aneurisma y endofuga tipo IB a nivel de la endoprotesis de aorta abdominal. Conclusión: la reparación endovascular, técnica de gran importancia para el manejo del aneurisma de aorta abdominal (AAA), tiene el riesgo de complicación por exclusión incompleta de flujo sanguíneo al saco aneurismático, con tasas de reintervención por complicación de 30% y conversión a manejo quirúrgico de 5%, aumentando la mortalidad.

Objective: to describe endoleaks as a late complication of endovascular prosthetic repair (EVAR) of abdominal aorta aneurysm (AAA), through a case report presented at Hospital Universitario del Quindío San Juan de Dios Colombia. Study Design: case report. Case presentation: a 77-year-old man with past medical history of undergoing an EVAR of the left and right common iliac arteries for infra-renal AAA. Seven years later he was admitted to the emergency department with a sudden episode of hypotension, diaphoresis and abdominal pain. He underwent an emergency surgical intervention evidencing an AAA sac rupture secondary to a type IB peri-prosthetic endoleak. Conclusion: EVAR, a very important procedure for the management of AAA has the disadvantage of post-procedural complications due to failure to completely exclude blood flow perfusing the aneurysm sac, requiring a re-intervention in 30% and the need for open surgery in 5% associated with increased mortality rates.
Descritores: Endoleak
-Aorta
Stents
Aneurisma
Limites: Humanos
Masculino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CO304.1 - Biblioteca Arturo Aparicio Jaramillo


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Id: biblio-1012627
Autor: Belczak, Sergio Quilici; Pedroso, Guilherme Delicato; Ogawa, Lara Cote; Campos, Paula Thume; Padula, Andre Lopes; Machado, Glenna Paulain; Santos, Matheus Zago Soares dos; Abrão, Beatriz Marques.
Título: Tratamento de endoleak tipo 1A mediante embolização com molas: relato de caso / Treatment of type 1A endoleak using coil embolization: a case report
Fonte: J. vasc. bras;18:e20180130, 2019. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: No endoleak tipo 1A, a endoprótese não sela completamente o colo do aneurisma proximal, e o fluxo arterial está presente entre a parede do colo aórtico e o material do implante. Este é um relato de um caso no qual foi utilizada embolização com molas, associado a uma revisão de literatura (PubMed, LILACS e SciELO). Foram pesquisados artigos publicados nos últimos 5 anos com os descritores "endoleak 1A", "coil embolization" e "treatment", combinados de formas aleatórias, sendo encontrados 25 artigos. O tipo 1A ocorre em 1,1% dos pacientes após 30 dias do implante. O tratamento consiste em aumentar a vedação do implante proximal, principalmente com o uso de stents e balões para alargar a zona de aterragem ou aumentar a força radial do implante. Alguns trabalhos sugerem técnicas de embolização com cianoacrilato, cola de fibrina e uso de Onyx, mostrando taxas de sucesso superiores a 97%. Contudo, a correção de endoleaks tipo 1A mediante embolização com molas é pouco descrita

In a type 1A endoleak, the endograft is unable to fully seal the proximal aneurysm neck and blood flow leaks between the wall of the aortic neck and the graft material. This article reports a case in which coil embolization was used and presents a literature review (PubMed, LILACS, and SciELO). Searches were run for articles published in the past 5 years using the descriptors "endoleak 1A", "coil embolization," and "treatment". Type 1A endoleak occurs in 1.1% of patients within 30 days of graft placement. Treatment of an endoleak is obligatory and usually consists of sealing the proximal graft neck using stents and balloons to expand the landing zone or to increase the radial force of the graft. Some studies have suggested using embolization techniques with cyanoacrylate, fibrin glue, and Onyx, demonstrating success rates that exceed 97%. However, correction of type 1A endoleak using coil embolization has seldom been described
Descritores: Stents
Embolização Terapêutica
Endoleak
-Aneurisma Aórtico/terapia
Literatura de Revisão como Assunto
Angiografia/métodos
Tomografia/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-780897
Autor: Eli, Eduardo da Silva; Broering, Júlia Jochen; Timaran, David Ernesto; Timaran, Carlos Hernando.
Título: Resultados em longo prazo de embolização de endoleaks tipo II / Long-term outcomes of embolization of type II endoleaks
Fonte: J. vasc. bras;15(1):11-15, jan.-mar. 2016. tab, ilus.
Idioma: en; pt.
Resumo: CONTEXTO: Endoleaks tipo II são frequentes após o reparo endovascular de aneurismas de aorta. OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi comparar o sucesso da embolização de endoleaks tipo II utilizando diferentes técnicas e materiais. MÉTODOS: Entre 2003 e 2015, 31 pacientes foram submetidos a embolização de endoleak tipo II, totalizando 41 procedimentos. Esses procedimentos foram conduzidos por acesso translombar, acesso femoral ou uma combinação de ambos, utilizando Onyx®18, Onyx®34, coils, plugue vascular Amplatzer® e trombina como material emboligênico. Sucesso foi definido como ausência de reintervenção. O teste de qui-quadrado e o teste exato de Fisher foram utilizados para a análise estatística. RESULTADOS: O tempo médio entre a correção do aneurisma de aorta e a embolização foi de 14 meses. Quinze (36%) das intervenções utilizaram Onyx®18; sete (17%) utilizaram coils e Onyx®34; seis (14%) utilizaram Onyx®34; quatro (10%) utilizaram coils e Onyx®18; quatro (10%) usaram Onyx®18 e Onyx®34; e três (7%) usaram coils e trombina; um (2%) usou coils e um (2%) usou Amplatzer®. Onze pacientes (35%) necessitaram de reintervenção. A taxa de sucesso foi de 71,43% (10) para os pacientes com as artérias lombares como fonte do endoleak, 80% (8) quando a fonte era a artéria mesentérica inferior e 40% (2) quando havia combinação de ambas (p & 0,05). Não houve diferença estatisticamente significativa com relação ao tipo de embolização, material emboligênico e tipo de reparo da aorta para a correção do aneurisma. CONCLUSÕES: A terapia endovascular de endoleaks tipo II é um desafio, sendo necessária reintervenção em até 36% dos casos. A taxa de sucesso é menor quando o endoleak é nutrido pela combinação das artérias lombares e da artéria mesentérica inferior.

BACKGROUND: Type II endoleaks are common after endovascular aortic aneurysm repair. The purpose of this study was to assess the long-term outcomes of embolization of type II endoleaks using different techniques and materials. METHODS: Between 2003 and 2015, 31 patients underwent embolization of type II endoleaks, in a total of 41 procedures. Patients underwent transarterial or translumbar embolization using Onyx®18, Onyx®34, coils, Amplatzer® plug and/or thrombin. Embolization success was defined as no endoleak reintervention. The chi-square test and Fisher exact test were used for statistical analysis. RESULTS: Median embolization time after aortic aneurysm repair was 14 months. Fifteen (36%) embolization interventions were performed using Onyx®18; seven (17%) with coils and Onyx®34; six (14%) with Onyx®34; four (10%) with coils and Onyx® 18; four with Onyx®18 and Onyx®34; three (7%) with coils and thrombin; one (2%) with coils; and one (2%) with an Amplatzer® device. Eleven patients (35%) required reintervention. The embolization success rate was 71.43% (10) for patients with lumbar arteries as the source of the endoleak, 80% (8) for the inferior mesenteric artery and 40% (2) when both inferior mesenteric artery and lumbar arteries were the culprit vessels (p & 0.05). There was no statistically significant difference with regards to type of embolization, embolic material or type of previous aortic repair. CONCLUSIONS: Endovascular treatment of type II endoleaks is challenging and reintervention is needed in up to 36% of patients. Endoleaks supplied by both the inferior mesenteric artery and the lumbar arteries have a lower rate of success.
Descritores: Aneurisma da Aorta Abdominal
Aneurisma da Aorta Abdominal/reabilitação
Aneurisma da Aorta Abdominal/terapia
Embolização Terapêutica
Endoleak/classificação
-Fatores de Tempo
Estudos Retrospectivos
Procedimentos Endovasculares
Artérias Mesentéricas/fisiopatologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-880938
Autor: Almeida, Bruno Lorenção de; Caria, Vinicius Pena; Cavalcante, Sthefanie Fauve Andrade; Ventin, Felipe Carvalho; Vieira, Eduardo Augusto Moreira; Darold, Eduardo Mulinari; Souza, Rodrigo Américo Cunha de; Araújo, Edmur Carlos.
Título: Angiossarcoma mimetizando endoleak tardio pós-reparo endovascular de aneurisma de aorta infrarrenal: relato de caso / Angiosarcoma mimicking a late endoleak following endovascular aneurysm repair: case report
Fonte: J. vasc. bras;16(4):f:343-l:347, out.-dez. 2017. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Em todo paciente submetido a reparo endovascular do aneurisma de aorta abdominal (REVA) que se apresente subitamente com quadro de dor abdominal ou sinais de choque, a hipótese de endoleak ou vazamento, com expansão do aneurisma e ruptura deve ser aventada. Apresentamos o caso de um paciente em pós-operatório de REVA que apresentou uma neoplasia de duodeno mimetizando um endoleak

Whenever a patient who has undergone endovascular repair of an abdominal aortic aneurysm (EVAR) presents with sudden onset abdominal pains or signs of shock, the hypothesis of endoleak with aneurysm expansion and rupture should be considered. We present the case of an EVAR patient in whom a tumor of the duodenum mimicked an endoleak during the postoperative period
Descritores: Aneurisma Aórtico
Endoleak
Hemangiossarcoma
-Angiografia/métodos
Aorta Abdominal
Aneurisma da Aorta Abdominal
Cateterismo/métodos
Endoscopia/métodos
Procedimentos Endovasculares/métodos
Procedimentos Cirúrgicos Vasculares/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Idoso de 80 Anos ou mais
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-757194
Autor: Alvayay Q., Pablo; Schiappacasse F., Giancarlo; Labra W., Andrés; Sakamoto G., Cristián; Ramos G., Cristóbal.
Título: Revisión pictográfica de endoleaks (endofugas) / A pictorial review of endoleaks
Fonte: Rev. chil. radiol;21(2):66-69, 2015. ilus.
Idioma: es.
Resumo: The current treatment for aortic aneurysms is to install an endovascular stent in the aortic lumen. The most common complication of stents is endoleaks. Those defined as a peri-prosthetic vascular leak, in the aneurysm sac, are usually asymptomatic. If not detected early, they can progress with the growth and rupture of the aneurysm. The method of choice for evaluation is angiography by computed tomography (CT). The aim of this pictorial review is to describe and illustrate the imaging findings of the different types of endoleaks in computed tomography angiograms (5 types).

El tratamiento actual de los aneurismas aórticos es la instalación de una endoprótesis en el lumen aórtico por vía endovascular. La complicación más frecuente de las endoprótesis son los endoleaks. Los que se definen como flujo vascular peri-protésico, en el saco aneurismático, generalmente asintomático. De no ser detectados a tiempo, pueden progresar con el crecimiento y rotura del aneurisma. El método de elección para su evaluación es la angiografía mediante tomografía computada (TC). El objetivo de la presente revisión pictográfica es describir e ilustrar los hallazgos imaginológicos de los diferentes tipos de endoleaks en angiografía por tomografía computada (cinco tipos).
Descritores: Aneurisma Aórtico
Angiografia/métodos
Endoleak
Stents/efeitos adversos
Tomografia Computadorizada por Raios X
-Endoleak/classificação
Limites: Humanos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-749087
Autor: Ferreira, L. Mariano; Escordamaglia, Sergio; La Mura, Ricardo A.
Título: Tratamiento endovascular de los endoleaks provenientes de los ramos lumbares de la aorta / Tratamento endovascular dos endoleaks provenientes dos ramos lombares da aorta / Endovascular treatment of endoleaks of lumbar aortic branches
Fonte: Rev. argent. cir. cardiovasc. (Impresa);10(3):141-147, sept.-dic. 2012. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Los endoleaks tipo II constituyen la principal causa de reoperación a mediano y largo plazo. Tienen la potencialidad de llevar al crecimiento y ruptura del aneurisma. Exige un seguimiento imaginológico distinto. Por otro lado no existen pautas claras en cuanto al diagnóstico o tratamiento, pudiéndoselo confundir con endoleaks tipo I o III. El abordaje es diferente de acuerdo a la anatomía y al origen del endoleak. El motivo de la presentación es mostrar un abordaje efectivo para pacientes con endoleak tipo II proveniente de ramos lumbares.Material y Método: Se estudioì una población de 210 pacientes con aneurismas de aorta, luego de la colocación de una endoprótesis de última generación. Mediante seguimiento clínico y estudios tomograìficos, fueron incluidos sólo aquellos pacientes que cumplieron con un estricto control de seguimiento. Los datos fueron volcados en una base de datos (Microsoft Excel 97) y luego fueron analizados empleando el paquete estadístico (Medcalc v 11). Resultados: El 13,3% de la población estudiada presentó un endoleak tipo II temprano,mientras que el 6,1% de la población un endoleak tipo II persistente. El 4,2% del total de la población estudiada desarrolló además crecimiento del saco aneurismático. La causa del crecimiento fue en todos los casos un endoleak tipo II persistente. El tratamiento efectivo consistió en la embolización del vaso aferente, eferente y del nido con coils electro-coagulables. Conclusión: Endoleak tipo II presuriza el saco y tiene la potencialidad de producir crecimiento del aneurisma. Tiene en general un comportamiento benigno. La gran mayoría se trombosa espontáneamente. El estudio demostró que tratar sólo aquellos endoleaks persistentes con crecimiento aneurismático es una conducta segura. El tratamiento endovascular con coils del vaso aferente, eferente y el nido por vía transarterial parece ser seguro y efectivo.

Introdução: Os vazamentos do tipo II são a principal causa de operação re no médio e longo prazo. Têm o potencial de levar a um crescimento e ruptura do aneurisma. Requer monitoramento imaginológico diferente. Por outro lado, não há diretrizes claras quanto ao diagnóstico ou tratamento, confundido com o tipo I ou III endoleak. A abordagem é diferente de acordo com a anatomia e a origem do endoleak. Materiais e Métodos: Estudamos uma população de 210 pacientes com aneurismas da aorta após arte colocação de stent. Através clínica e tomográfica estudos foram incluídos apenas os pacientes que preencheram o controle de rastreamento rigoroso. Os dados foram inseridos em um banco de dados (Microsoft Excel 97) e, em seguida, analisados com o pacote estatístico (Medcalc v 11). Resultados: O 13,3% da população do estudo apresentou um vazamento tipo II cedo, enquanto 6,1% da população com vazamento tipo II persistente. O 4,2% da população total do estudo desenvolvido crescimento aneurisma saco. O tratamento eficaz consistiu navio embolização aferentes e eferentes ninho coils com eletro-coagulável. Conclusão: Tipo II endoleak pressuriza o saco e tem o potencial para produzir crescimento do aneurisma. Ele tem um comportamento benigno. A grande maioria são trombose espontaneamente. Somente aqueles devem ser tratados com vazamentos persistentes crescimento de aneurisma. O tratamento endovascular com bobinas de vidro aferentes e eferentes através ninho transarterial parece ser seguro e eficaz.

Introduction: The treatment of type II endoleaks remains controversial because little is known about their long-term natural history and impact on changes in aneurysm morphology.The objective of this presentation is to show a safe and effective approach to treat type II endoleaks associated to aneurysm sac enlargement. Materials and Methods: We studied a population of 210 patients with aortic aneurysms afterstent-graft placement. Through clinical and tomographic studies were included only those patients who met strict follow up control. The data were entered into a database (Microsoft Excel 97) and then analyzed using the statistical package (Medcalc v 11). Results: Early Type II endoleaks were present in 13.3% of the study. Thirteen patient (6.1%)developed a persistent type II endoleak and only 9(4.2%)with aneurysm sac enlargement of >5mm. Effective treatment consisted afferent and efferent coils vessel embolization and the nidus with electro-detachable coils.Conclusion: We observed that type II endoleaks have a relatively benign course, and in the absence of sac expansion, can be followed for a prolonged course of time without the need for intervention. Only those associated with sac enlargement should be treated. Endovascular treatment with coils of afferent and efferent arteries appears to be safe and effective.
Descritores: Aneurisma Aórtico/cirurgia
Endoleak/terapia
Implante de Prótese Vascular/efeitos adversos
-Prótese Vascular
Endoleak/cirurgia
Procedimentos Endovasculares/métodos
Limites: Humanos
Responsável: AR1.1 - Biblioteca Rafael Herrera Vegas


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-720814
Autor: Goksel, Onur Selcuk; Guven, Koray; Karatepe, Celalettin; Gok, Emre; Acunas, Bulent; Cinar, Bayer; Alpagut, Ufuk.
Título: Debranching Solutions in Endografting for Complex Thoracic Aortic Dissections / Soluções de Desramificação em Endoprótese para Dissecções Complexas da Aorta Torácica
Fonte: Arq. bras. cardiol;103(2):154-160, 08/2014. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Background: Conventional surgical repair of thoracic aortic dissections is a challenge due to mortality and morbidity risks. Objectives: We analyzed our experience in hybrid aortic arch repair for complex dissections of the aortic arch. Methods: Between 2009 and 2013, 18 patients (the mean age of 67 ± 8 years-old) underwent hybrid aortic arch repair. The procedural strategy was determined on the individual patient. Results: Thirteen patients had type I repair using trifurcation and another patient with bifurcation graft. Two patients had type II repair with replacement of the ascending aorta. Two patients received extra-anatomic bypass grafting to left carotid artery allowing covering of zone 1. Stent graft deployment rate was 100%. No patients experienced stroke. One patient with total debranching of the aortic arch following an acute dissection of the proximal arch expired 3 months after TEVAR due to heart failure. There were no early to midterm endoleaks. The median follow-up was 20 ± 8 months with patency rate of 100%. Conclusion: Various debranching solutions for different complex scenarios of the aortic arch serve as less invasive procedures than conventional open surgery enabling safe and effective treatment of this highly selected subgroup of patients with complex aortic pathologies. .

Fundamentos: O reparo cirúrgico convencional de dissecção da aorta torácica é um desafio devido aos riscos de mortalidade e morbidade. Objetivos: Analisamos nossa experiência no reparo híbrido do arco aórtico em dissecções complexas do arco aórtico. Métodos: Entre os anos de 2009 e 2013, 18 pacientes (idade média de 67 ± 8 anos de idade) foram submetidos ao reparo híbrido do arco aórtico. A estratégia de procedimento foi determinada individualmente para cada paciente. Resultados: Treze pacientes fizeram o reparo tipo I utilizando enxerto trifurcado; outro paciente utilizou um enxerto bifurcado. Dois pacientes fizeram o reparo tipo II com substituição da aorta ascendente. Dois pacientes receberam desvios extra-anatômicos de enxertia pela artéria carótida esquerda, permitindo a cobertura da zona 1. A taxa de implantação do stent foi de 100%. Nenhum paciente apresentou acidente vascular cerebral. Um paciente com desramificação total do arco aórtico após dissecção aguda do arco proximal faleceu 3 meses depois de realizar o reparo endovascular da aorta torácica (TEVAR), por insuficiência cardíaca. Não houve endoleak precoce ou a médio prazo. A média de acompanhamento foi de 20 ± 8 meses, com taxa de patência de 100%. Conclusão: Diversas soluções de desramificação, utilizadas em diferentes cenários complexos do arco aórtico, são procedimentos menos invasivos que a cirurgia aberta convencional e permitem o tratamento seguro e eficaz deste subgrupo, altamente selecionado de pacientes com patologias complexas da aorta. .
Descritores: Aneurisma Dissecante/cirurgia
Aorta Torácica/cirurgia
Aneurisma da Aorta Torácica/cirurgia
Prótese Vascular
Implante de Prótese Vascular/métodos
-Aneurisma Dissecante
Aorta Torácica
Aneurisma da Aorta Torácica
Implante de Prótese Vascular/efeitos adversos
Angiografia Coronária
Endoleak
Procedimentos Endovasculares/métodos
Tempo de Internação
Reprodutibilidade dos Testes
Fatores de Risco
Stents
Tomografia Computadorizada por Raios X
Resultado do Tratamento
Limites: Idoso
Feminino
Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-568008
Autor: Nacif, Marcelo Souto.
Título: Tratamento endovascular: o papel do radiologista / Endovascular treatment: the role of the radiologist
Fonte: Radiol. bras;43(5):VII-VIII, set.-out. 2010.
Idioma: pt.
Descritores: Endoleak
Procedimentos Endovasculares
Procedimentos Endovasculares/tendências
Interpretação de Imagem Radiográfica Assistida por Computador
Radiologia Intervencionista
Doenças Vasculares
-Diagnóstico por Imagem
Médicos
Radiologia
Limites: Humanos
Responsável: BR734.1 - Biblioteca Central Cesar Lattes - BCCL


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Id: lil-567998
Autor: Chagas Neto, Francisco Abaeté das; Barreto, André Rodrigues Façanha; Reis, Henrique Ferreira dos; Bernardes, João Paulo Giacomini; Leitão, Juliana Pinho da Costa; Lucena, Adson Freitas de; Muglia, Valdair Francisco; Elias Junior, Jorge.
Título: A importância do diagnóstico por imagem na classificação dos endoleaks como complicação do tratamento endovascular de aneurismas aórticos / The value of diagnostic imaging in the classification of endoleaks as a complication of endoluminal grafting of aortic aneurysms
Fonte: Radiol. bras;43(5):289-294, set.-out. 2010. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: Relatar uma série de casos de endoleaks, com descrição da classificação vigente. MATERIAIS E MÉTODOS: Realizou-se um estudo retrospectivo dos endoleaks diagnosticados em nossa instituição, entre 2005 e 2009. Foram incluídos 20 casos, utilizados para ilustrar os diferentes tipos de endoleaks. RESULTADOS: Setenta por cento dos pacientes eram do sexo masculino. A idade variou entre 43 e 91 anos, média de 76,3 anos. Treze casos foram observados na aorta abdominal infrarrenal, quatro na aorta torácica, dois nas artérias ilíacas e um no território carotídeo. A ultrassonografia foi o método utilizado para o diagnóstico em 3 casos e a tomografia computadorizada, nos outros 17 casos. Classificação: tipo I, 60 por cento; tipo II, 25 por cento; tipo III, 15 por cento. Não foram observados os demais tipos nesta série. CONCLUSÃO: O diagnóstico precoce e a correta classificação são fundamentais para o manejo adequado dos casos de endoleaks, tornando o conhecimento de seus subtipos conceito fundamental na formação do médico especialista em radiologia e diagnóstico por imagem e para o cirurgião vascular.

OBJECTIVE: To describe a series of endoleak cases and their respective classification. MATERIALS AND METHODS: The authors developed a retrospective study of endoleaks diagnosed at their institution in the period between 2005 and 2009. Twenty cases were included to illustrate the different types of endoleaks. RESULTS: Seventy percent of the patients were men, and the ages ranged from 43 to 91 years (mean, 76.3 years). Thirteen cases were observed in the infrarenal abdominal aorta, four in the thoracic aorta, two in the iliac artery, and one in the carotid territory. Ultrasonography was the method utilized for diagnosis in three cases, and computed tomography in the other 17 cases. Classification: 60 percent type I, 25 percent type II, 15 percent type III. Other endoleak types were not observed in the present series. CONCLUSION: Early diagnosis and correct classification of endoleaks are crucial for an appropriate management of cases. The knowledge of endoleaks subtypes is fundamental in the education of physicians specialized in radiology and imaging diagnosis as well as for vascular surgeons.
Descritores: Aneurisma/complicações
Aneurisma/diagnóstico
Endoleak/diagnóstico
Endoleak/etiologia
-Brasil
Diagnóstico por Imagem
Estudos Retrospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR734.1 - Biblioteca Central Cesar Lattes - BCCL



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