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Id: lil-662558
Autor: Queiroz, Gustavo R; Ribeiro, Rita C. L; Romão, Fernanda T. N. M. A; Flaiban, Karina K. M. C; Bracarense, Ana Paula F. R. L; Lisbôa, Júlio A. N.
Título: Intoxicação espontânea de bovinos por Senna obtusifolia no Estado do Paraná / Spontaneous Senna obtusifolia poisoning in cattle in the state of Parana, Brazil
Fonte: Pesqui. vet. bras = Braz. j. vet. res;32(12):1263-1271, Dec. 2012. ilus, tab.
Idioma: pt.
Projeto: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico pelo apoio financeiro. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Resumo: Plantas do gênero Senna causam miopatia degenerativa em bovinos e o maior número de relatos envolve Senna occidentalis. O objetivo desse trabalho é relatar, pela segunda vez no Brasil, um surto de intoxicação natural por Senna obtusifolia. É descrito um surto de intoxicação por Senna obtusifolia, na região noroeste do estado do Paraná, que aconteceu em um lote de 200 vacas, com idade entre 45 e 152 meses, introduzidas em um confinamento para melhorar a condição corporal antes do parto. A área do confinamento estava invadida pela planta e as vacas permaneceram no local durante oito dias. Entre quatro e nove dias após a entrada no confinamento 20 vacas adoeceram e somente uma se recuperou. Os sinais consistiram em mioglobinúria, incoordenação e decúbito esternal permanente. As vacas doentes apresentaram aumento das atividades das enzimas creatina quinase, aspartato aminotransferase, gamaglutamiltransferase e fosfatase alcalina. Lesões na musculatura esquelética dos membros posteriores caracterizadas por áreas pálidas representaram as principais alterações observadas à necropsia de quatro bovinos. Necrose segmentar multifocal da musculatura esquelética e necrose paracentral multifocal no fígado foram as alterações histopatológicas mais relevantes. As evidências epidemiológicas, clínicas e patológicas indicam o diagnóstico de intoxicação por Senna obtusifolia. A planta demonstrou ter efeito miotóxico e hepatotóxico nos animais intoxicados e a doença foi quase sempre fatal.

Plants of the genus Senna cause a degenerative myopathy in cattle and most of the reports refer to Senna occidentalis. The aim of this paper is to report, for the second time in Brazil, an outbreak of natural poisoning by Senna obtusifolia. It happened in the northwestern Paraná in a herd of 200 cows, 45 to 152 months of age, which had been placed into a feedlot to improve their nutritional status before the calving period. The cows stayed for eight days in this feedlot infested by the plant. Four to nine days after they got into the feedlot, 20 cows became ill and only one recovered. The clinical signs consisted of myoglobinuria, incoordination and permanent sternal recumbency. The affected cows showed increased activity of creatine phosphokinase, aspartate aminotransferase, gama-glutamyltransferase, and alkaline phosphatase. The main postmortem changes were in skeletal muscles of the hind limbs characterized by pale areas. The histological alterations were multifocal segmental necrosis of skeletal muscles and hepatic multifocal paracentral necrosis. Epidemiological, clinical and pathological data led to the diagnosis of Senna obtusifolia poisoning. The plant showed miotoxic and hepatotoxic effects on the poisoned animals and the disease was almost always lethal.
Descritores: Bovinos/metabolismo
Doenças Musculares/veterinária
Encefalopatia Hepática/veterinária
Necrose
Senna (Planta)/envenenamento
-Antibacterianos/efeitos adversos
Botulismo
Diagnóstico Diferencial
Ionóforos/efeitos adversos
Doença do Músculo Branco
Limites: Animais
Bovinos
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Id: lil-503922
Autor: Contreras, Pedro A; Paredes, Enrique; Wittwer, Fernando; Carrillo, Sergio.
Título: Caso clínico: brote de enfermedad del músculo blanco o miodegeneración nutricional en terneros / Clinical case: outbreak of white muscle disease or nutritional muscular dystrophy in calves
Fonte: Rev. cient. (Maracaibo);15(5):401-405, sep.-oct. 2005. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Un brote de Enfermedades del Músculo Blanco, EMB, o miodegeneración nutricional afectó una crianza de 56 terneros Frisones Rojos. En 45 días murieron 18 animales, de aproximadamente 5 meses de edad. Los signos eran taquipnea, dificultad para caminar, sin fiebre, taquicardia e ingurgitación de venas y yugulares. Sin alteraciones nerviosas ni digestivas. Los músculos de los miembros pélvicos, de la región lumbar y glutea preentaban endurecimiento moderado y leve dolor a la presión. En el rebaño se observaron muertes súbitas de terneros o a las pocas horas de presentarse los primeros signos. En la sangre la actividad de la enzima selenio (Se) dependiente glutatión peroxidasa, GSH-Px, estaba disminuida, señalando una deficiencia marginal de selenio. La actividad de enzimas asociadas a daños musculares, aspartato aminotransferasa (AST), y creatín quinasa (CK), estaban muy aumentadas. La necropsia reveló cardiomegalia con hipertrofia del ventrículo derecho, zonas con finas estriaciones longitudinales blanquecinas en epicardio y en el miocardio múltiples áreas irregulares también de color blanquecino. Los músculos esqueléticos en general estaban pálidos y se observaron con aspecto blanquecino. El examen histopatológico del miocardio evidenció células musculares eosinofílicas e irregulares, con pérdidas de la estación, destrucción segmental, núcleos grandes y pleomórficos; las células de Purkinje presentaban intensa eosinofilia y degeneración hiana de Zenker. También se observó degeneración hialina en los músculos esqueléticos. Se diagnostica Enfermedad del Músculo Blanco. Los terneros sobrevivientes fueron tratados con solución inyectable intramuscular de Se y vitamina E, en dosis equivalente a 8 mg de Se más 340 U.I. de vitamina E, repitiéndose a los 7 días. Instaurado el tratamiento no se presentaron nuevos casos.
Descritores: Selênio/uso terapêutico
Vitamina E/uso terapêutico
Doença do Músculo Branco
-Chile
Medicina Veterinária
Limites: Animais
Bovinos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Amorim, Sara Lucena
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Id: lil-414428
Autor: Amorim, Sara Lucena; Oliveira, Alex Cicinato P. de; Riet-Correa, Franklin; Simões, Sara Vilar Dantas; Medeiros, Rosane M. T; Clementino, Inácio José.
Título: Distrofia muscular nutricional em ovinos na Paraíba / Nutritional muscular dystrophy in sheep in Paraíba
Fonte: Pesqui. vet. bras = Braz. j. vet. res;25(2):120-124, abr.-jun. 2005. ilus.
Idioma: pt.
Projeto: Programa de Apoio a Núcleos de Excelência.
Resumo: Descreve-se um surto de distrofia muscular nutricional em ovinos no semi-árido Nordestino. Foram afetados animais de 3-4 meses de idade, da raça Dorper, pesando 30-40 kg. Os animais eram alimentados, à vontade, com leite, ração balanceada, capim Tifton e sal mineral. Dos 70 animais Dorper, 6 adoeceram e morreram em um período de 48 horas. Apresentaram temperatura, entre 40 e 41ºC, incoordenação com posterior paralisia e decúbito, depressão, prostração e diminuição dos reflexos pupilar e de ameaça, flacidez da língua e mandíbula, salivação, edema submandibular, dispnéia e aumento da freqüência cardíaca. A morte ocorreu após curso clínico de 6- 12 horas. Na necropsia de 3 animais, os músculos esqueléticos estavam de coloração pálida, o fígado estava aumentado de volume e de coloração amarelada, os gânglios parotídeos, submandibulares, retrofaríngeos, prescapulares e mediastínicos estavam aumentados de volume e avermelhados e os pulmões apresentavam áreas vermelhas. Na histologia havia necrose segmentar de todos os músculos examinados e congestão dos gânglios linfáticos e pulmão. Posteriormente mais três animais adoeceram, sendo tratado com oxitetraciclina e complexo vitamínico A,D e E. Desses 3 animais, 2 morreram e um sobreviveu. Na mesma fazenda havia e não adoeceram 20 ovinos da raça Santa Inês, da mesma idade que os animais afetados, que recebiam a mesma alimentação exceto o leite, e 900 ovinos de outras idades. A superalimentação em animais com rápido crescimento e o estresse causado pela restrição de água durantes 2 dias, para aumentar o consumo de leite, parecem ter sido fatores predisponentes para a ocorrência da doença. É possível, também, que algum dos minerais suplementados tenha antagonizado o Se presente na alimentação.
Descritores: Distrofia Muscular Animal/epidemiologia
Doença do Músculo Branco/epidemiologia
Doença do Músculo Branco/fisiopatologia
Ovinos/anatomia & histologia
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-403215
Autor: Ramírez-Bribiesca, J. E; Tórtora, J. L; Huerta, M; Hernández, L. M; López, R; Crosby, M. M.
Título: Effect of selenium-vitamin E injection in selenium-deficient dairy goats and kids on the Mexican plateau
Fonte: Arq. bras. med. vet. zootec;57(1):77-84, fev. 2005. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Foram conduzidos três experimentos para determinar a quantidade ótima da injeção de selênio-vitamina E (Se-vit E) para manter o nível aceitável do status de selênio no sangue de cabras e cabritos e determinar essa relação com o status sobre a taxa de mortalidade de cabritos. No primeiro experimento, 238 cabras foram usados em um dos três grupos durante o período do acasalamento: A1- controle, A2- 0,06mgSe+0,8UI vitE/kg de peso-vivo e A3- 0,125mgSe+1,7UI vitE/kg de peso-vivo. Não houve diferenças (P>0,05) entre os grupos para fertilidade e prolificidade. A concentração de Se no sangue não foi diferente entre os grupos que receberam Se-vit E e o controle antes da injeção e ambos os grupos mostravam deficiência de Se. Sessenta dias pós-tratamento houve tendência (P<0,05; 32%) de aumentar o nível de Se no sangue e não houve diferença entre os grupos A2 e controle. Houve diferença significativa (P<0,05; 103%) entre os grupos A1 e A2 e o grupo A3. No segundo experimento, 48 cabras foram divididas em quatro grupos: B1- controle, B2- 0,125mgSe+1,7UI vitE/kg de peso-vivo, B3- 0,25mgSe+3,4UI vitE/kg de peso-vivo e B4- 0,31mgSe+4,2UI vitE/kg de peso-vivo. O grupo B4 alcançou a concentração mais alta no terceiro mês depois da injeção (0,11ppm) e diminuiu depois de 100 dias, quando o valor foi apenas ligeiramente maior que os valores dos grupos B2 e B3, aos 135 dias da gestação. Os resultados dos grupos B2 e B3 foram ligeiramente mais altos que os do grupo B1 (P<0,05). No terceiro experimento, 194 cabritos (3 a 7 dias de idade), nascidos de cabras deficientes em Se, foram usados para comparar a efetividade da injeção de Se. Foram divididos em três grupos: C1- controle, C2- 0,3mgSe+4,2UI vitE/kg de peso-vivo e C3- 0,6mgSe+8,4UI vit E/kg de peso-vivo. A porcentagem de mortalidade foi mais alta em C1 (60%) e mais baixa nos grupos tratados com Se (22%). A concentração de Se no sangue no 20º após o início do tratamento aumentou rapidamente, de acordo com o nível de injeção de Se. A injeção com 0,3mgSe/kg de peso-vivo aumentou a concentração de Se no sangue em cabras gestantes e a dose foi efetiva para prevenir a doença de músculo branco e aumentar a sobrevivência dos cabritos até o desmame.
Descritores: Cabras/crescimento & desenvolvimento
Cabras/sangue
Selênio/administração & dosagem
Vitamina E/administração & dosagem
-Animais Recém-Nascidos/crescimento & desenvolvimento
Animais Recém-Nascidos/sangue
Prenhez
Doença do Músculo Branco
Limites: Animais
Feminino
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice



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