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Id: biblio-1012002
Autor: Caetano, Edie Benedito; Vieira, Luiz Angelo; Cavalheiro, Cristina Schmitt; Arcuri, Marcel Henrique; Sabongi, Rodrigo Guerra.
Título: Anatomical study of the transfer of flexor digitorum superficialis nerve branch of median nerve to restore wrist extension and forearm pronation / Estudo anatômico da transferência do ramo do nervo mediano destinado ao músculo flexor superficial dos dedos para restaurar a extensão do punho e a pronação do antebraço
Fonte: Einstein (Säo Paulo);17(3):eAO4489, 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective To analyze the anatomical variations of the innervation of the flexor digitorum superficialis muscle and to determine if the branch of the median nerve that supply this muscle is connected to the branches to the extensor carpi radialis brevis and the pronator teres muscles, without tension, and how close to the target-muscles the transfer can be performed. Methods Fifty limbs of 25 cadavers were dissected to collect data on the anatomical variations of the branches to the flexor digitorum superficialis muscle. Results This muscle received innervation from the median nerve in the 50 limbs. In 22 it received one branch, and in 28 more than one. The proximal branch was identified in 22 limbs, and in 12 limbs it shared branches with other muscles. The distal branch was present in all, and originated from the median nerve as an isolated branch, or a common trunk with the anterior interosseous nerve in 3 limbs, and from a common trunk with the flexor carpi radialis muscle and anterior interosseous nerve in another. It originated distally to the anterior interosseous nerve at 38, in 5 on the same level, and in 3 proximal to the anterior interosseous nerve. In four limbs, innervation came from the anterior interosseous nerve, as well as from the median nerve. Accessory branches of the median nerve for the distal portion of the flexor digitorum superficialis muscle were present in eight limbs. Conclusion In 28 limbs with two or more branches, one of them could be connected to the branches to the extensor carpi radialis brevis and pronator teres muscles without tension, even during the pronation and supination movements of the forearm and flexion-extension of the elbow.

RESUMO Objetivo Analisar as variações anatômicas da inervação do músculo flexor superficial dos dedos e determinar se o ramo do nervo mediano destinado a esse músculo pode ou não ser conectado aos ramos para os músculos extensor radial curto do carpo e pronador redondo sem tensão, e quão próximo dos músculos-alvo a transferência pode ser realizada. Métodos Foram dissecados 50 membros de 25 cadáveres para coletar dados sobre as variações anatômicas dos ramos para o músculo flexor superficial dos dedos. Resultados O referido músculo recebeu inervação do nervo mediano nos 50 membros. Em 22 recebeu um ramo, em 28 mais que um. O ramo proximal foi identificado em 22 membros e em 12 compartilhava ramos com outros músculos. O ramo distal estava presente em todos e desprendeu-se do nervo mediano como um ramo isolado ou de um tronco comum com o nervo interósseo anterior em 3 membros, e de um tronco comum com músculo flexor radial do carpo e nervo interósseo anterior em outro. Originou-se distalmente ao nervo interósseo anterior em 38, em 5 no mesmo nível e em 3 proximal ao nervo interósseo anterior. Em quatro recebeu inervação do nervo interósseo anterior, além daquela recebida pelo mediano. Ramos acessórios do nervo mediano para a porção distal do músculo flexor superficial dos dedos estavam presentes em oito membros. Conclusão Nos 28 membros em que existam 2 ou mais ramos, 1 desses poderia ser conectado aos ramos para o músculo extensor radial curto do carpo e pronador redondo sem tensão, mesmo durante os movimentos de pronossupinação do antebraço e flexão-extensão do cotovelo.
Descritores: Punho/inervação
Músculo Esquelético/inervação
Denervação/métodos
Dedos/inervação
Antebraço/inervação
Nervo Mediano/anatomia & histologia
-Tendões
Cadáver
Músculo Esquelético
Dissecação
Dedos/cirurgia
Nervo Mediano/cirurgia
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1090065
Autor: Chaudhari, Nileshkumar; Godoy-Santos, Alexandre Leme; Netto, Cesar de Cesar; Rodriguez, Ramon; Dun, Shouchen; He, Jun Kit; McKissack, Haley; Fleisig, Glenn S; Pires, Eduardo Araujo; Shah, Ashish.
Título: Biomechanical comparison of plantar-to-dorsal and dorsal-to-plantar screw fixation strength for subtalar arthrodesis / Comparação biomecânica da força de fixação de parafuso com orientação de plantar para dorsal e vice-versa para artrodese subtalar
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:e0AO5052, 2020. graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To compare screw fixation strength for subtalar arthrodesis. Methods Eight matched pairs of cadaver feet underwent subtalar joint arthrodesis with two 7.3mm cannulated screws. Randomization was used to assign screw orientation, such that one foot in each pair was assigned dorsal to plantar screw orientation (DP Group), and the other foot, plantar to dorsal orientation (PD Group). Standard surgical technique with fluoroscopy was used for each approach. Following fixation, each specimen was loaded to failure with a Bionix ® 858 MTS device, applying a downward axial force at a distance to create torque. Torque to failure was compared between DP and PD Groups using Student's t test, with p=0.05 used to determine statistical significance. Results Statistical analysis demonstrated that the mean torque to failure slightly favored the DP Group (37.3Nm) to the PD Group (32.2Nm). However, the difference between the two groups was not statistically significant (p=0.55). Conclusion In subtalar arthrodesis, there is no significant difference in construct strength between dorsal-to-plantar and plantar-to-dorsal screw orientation. The approach chosen by the surgeon should be based on factors other than the biomechanical strength of the screw orientation.

RESUMO Objetivo Comparar a força de fixação dos parafusos para artrodese subtalar. Métodos Oito pares de pés de cadáveres frescos foram submetidos à artrodese da articulação subtalar com dois parafusos canulados de 7,3mm. A randomização foi usada para atribuir a orientação do parafuso, de modo que um pé em cada par foi designado com orientação de dorsal para plantar (Grupo DP), e o outro pé com orientação de plantar para dorsal (Grupo PD). Técnica cirúrgica padrão com radioscopia foi usada para os procedimentos. Após a fixação, cada amostra foi testada até a falha com um dispositivo Bionix®858 MTS, aplicando força axial descendente a uma distância para criar torque. O torque de falha foi comparado entre os Grupos DP e PD, usando o teste t de Student, com p=0,05 usado para determinar significância estatística. Resultados A análise estatística demonstrou que a média do torque até a falha favoreceu ligeiramente o Grupo DP (37,3Nm) em relação ao PD (32,2Nm). No entanto, a diferença entre os dois grupos não foi estatisticamente significativa (p=0,55). Conclusão Na artrodese subtalar, não há diferença significativa na força de compressão entre as orientações dos parafusos dorsal-plantar e plantar-dorsal. A abordagem escolhida pelo cirurgião deve ser baseada em outros fatores, sem preocupação com a força biomecânica da orientação dos parafusos.
Descritores: Artrodese/métodos
Parafusos Ósseos
Articulação Talocalcânea/cirurgia
-Artrodese/instrumentação
Fenômenos Biomecânicos
Cadáver
Calcâneo/cirurgia
Tálus/cirurgia
Reprodutibilidade dos Testes
Falha de Tratamento
Torque
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-676141
Autor: Snoj, Ziga; Cvetko, Erika.
Título: A case of unilateral fenestration and duplication of the external jugular vein / Un caso de fenestración unilateral y duplicación de la vena yugular externa
Fonte: Int. j. morphol;31(1):107-109, mar. 2013. ilus.
Idioma: en.
Resumo: The external jugular vein is increasingly being utilized as the recipient vein in head and neck free tissue transfers, and for cannulation in order to conduct diagnostic procedures or intravenous therapies. The variations in the patterns of its course, and knowledge of them, are therefore important. We report on a unique and previously non-described unilateral fenestration and duplication of the external jugular vein found during the neck dissection of a 77-year-old female cadaver. Embryological evaluation and clinical implications of the anomaly are described. Clinicians and surgeons performing neck vascular or reconstructive surgery should be aware of this variation of the external jugular vein in the hope of preventing inadvertent injury.

La vena yugular externa se está utilizando cada vez como vena receptora en la transferencias de tejidos libres de cabeza y cuello, y para canulización en procedimientos de diagnóstico o terapias intravenosas. Las variaciones en los patrones de su curso, y el conocimiento de los mismos son relevantes. Se reporta una fenestración unilateral, no descrita previamente, y la duplicación de la vena yugular externa encontrada durante la disección del cadáver de una mujer de 77 años de edad. Se hace una evaluación embriológica y las implicaciones clínicas de esta anomalía. Los médicos y cirujanos que realizan cirugía vascular o reconstructiva de cuello deben tener en cuenta esta variación de la vena yugular externa con el fin de prevenir lesiones accidentales.
Descritores: Variação Anatômica
Veias Jugulares/anatomia & histologia
-Cadáver
Veias Jugulares/anormalidades
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-676147
Autor: Shetty, Surekha D; Nayak, Satheesha; Kumar, Naveen; Abhinitha, P.
Título: Hypoplastic anterior tibial artery associated with continuation of fibular (peroneal) artery as dorsalis pedis artery: a case report / Arteria tibial anterior hipoplásica asociada con la continuación de la arteria fibular como arteria dorsal del pié: un reporte de caso
Fonte: Int. j. morphol;31(1):136-139, mar. 2013. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Arterial variations of distal parts of lower limb are well documented. However, continuation of fibular artery as dorsalis pedis artery is a rare finding. Unusual course and distribution of the anterior tibial artery and fibular artery were observed during routine anatomical dissection of the right lower limb of an approximately 40-year-old male cadaver. The arteries of the crural region arose from the popliteal artery, as usual. However the anterior tibial artery was hypoplastic. The fibular artery was larger than usual and crossed the lowest portion of the interosseous membrane and continued as dorsalis pedis artery. Posterior tibial artery had a normal course and distally divided into medial and lateral plantar arteries. The awareness of these variations is important to vascular surgeons while performing arterial reconstructions in femorodistal bypass graft procedures, and also to orthopaedic surgeons during surgical clubfoot release.

Las variaciones arteriales de las partes distales de los miembros inferiores están bien documentados. Sin embargo, la continuación de la arteria fibular como arteria dorsal del pie es un hallazgo raro. El curso y distribución inusual de la arteria tibial anterior y la arteria fibular se observaron durante la disección anatómica de rutina en el miembro inferior derecho del cadáver de un hombre de aproximadamente 40 años de edad. Las arterias de la región crural se originaron desde la arteria poplítea como es usual. Sin embargo, la arteria tibial anterior era hipoplásica. La arteria fibular era más grande de lo habitual, cruzó la porción más baja de la membrana interósea y se mantuvo como la arteria dorsal del pie. La arteria tibial posterior tuvo un curso normal; distalmente se dividió en las arterias plantares medial y lateral. El conocimiento de estas variaciones es importante para los cirujanos vasculares al realizar reconstrucciones arteriales en procedimientos de injerto de bypass femorodistal, y también para los cirujanos ortopédicos durante la liberación quirúrgica del pie zambo.
Descritores: Artérias da Tíbia/anatomia & histologia
Variação Anatômica
-Cadáver
Fíbula/irrigação sanguínea
/irrigação sanguínea
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-676155
Autor: Ramirez, L. M; Ballesteros, L. E.
Título: Antropometría del martillo en humanos: un estudio anatómico directo / Anthropometry of the malleus in humans: a direct anatomic study
Fonte: Int. j. morphol;31(1):177-183, mar. 2013. ilus.
Idioma: es.
Resumo: El conocimiento morfométrico de las estructuras del oído medio, incluidos cada uno de los oscículos, es importante para la comprensión de su complejidad biomecánica. Las características estructurales y dimensionales del martillo son registradas en 23 martillos de población mestiza adulta Colombiana. Las medidas registradas involucran el área de la cabeza, el cuello, el manubrio, el proceso anterior y lateral y el área de la articulación incudo-maleolar. Tres de los diecinueve registros tomados en este estudio pudieron ser comparados concienzudamente con otros estudios que mostraron similitudes. El largo total del martillo fue de 8,18 mm DE 0,24, la longitud del manubrio fue de 4,91 mm DE 0,25 y la proporción del largo del manubrio y el largo total fue de 60,11 % DE 3,47. Conforme a la población estudiada no se logro encontrar variación individual o pareada en la anatomía del martillo lo que lo hace un hueso morfométricamente uniforme y estable.

Morphometric knowledge of middle ear structures, including each of the oscicles, is important for the understanding of its biomechanics complexity. The structural and dimensional characteristics of the malleus are registered in 23 samples of Colombian adult mestizo population. Registered measures involve the area of the head, neck, the manubrium, the anterior and lateral process and the area of the incudo-maleolar joint. Three of nineteen records taken in this study could be carefully compared to other studies, which showed similarities. The total length of the malleus was 8,18 mm SD 0.24, the length of the handle was 4.91 mm SD 0.25 and the ratio of the length of the manubrium and the malleus total length was 60,11% of 3.47. In accordance with the studied population, individual or paired variations were not found in the anatomy of the malleus that makes it a morphometrically uniform and stable bone.
Descritores: Martelo/anatomia & histologia
-Cadáver
Antropometria
Microdissecção
Ossículos da Orelha/anatomia & histologia
Manúbrio/anatomia & histologia
Limites: Humanos
Adulto
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-949490
Autor: Matijasevic, Eugenio.
Título: Maneras diversas de morir / The varieties of death
Fonte: Acta méd. colomb;41(2):85-95, abr.-jun. 2016.
Idioma: es.
Resumo: El Rey Lear, soberano de Bretaña, murió cerca de Dover, en el campamento del ejército Británico, después de haber guerreado del lado del ejército francés. Derrotado por las huestes británicas, fue hecho prisionero en el campo de batalla junto con su hija Cordelia y poco después, en prisión, dio muerte por la espada al siervo que, por encargo de Edmond, el hijo bastardo del conde de Gloucester, ahorcó frente a él a su hija. Con la vana esperanza de que aún viviese, Lear cargó con el cadáver de Cordelia hasta el lugar en el que se resolvería el sino de las casas de Albany, Cornwall, Gloucester y del propio reino de Bretaña. Allí, después de dejar el cadáver en el suelo y de aceptar lenta y dolorosamente que Cordelia ya había muerto, le pidió al conde de Kent que le desabrochase un botón y murió entonces . Ofelia, hija de Polonio, Lord Chambelán del reino de Dinamarca, pretendida por Hamlet, príncipe de Dinamarca, murió cerca del castillo de Elsinore al caer a un arroyo desde la rama de un sauce. En la misma escena del famoso monólogo de Hamlet sobre "Ser o no ser…", éste la había rechazado con una frase no por infame menos famosa ("Métete a un convento…") y ese mismo día, luego de la muerte de su padre, Ofelia enloqueció y se dedicó a coger flores, a coronarse con ellas y a repetir rimas infantiles o a crear nuevas rimas plenas de simbolismo sexual. Queriendo coronar de flores el sauce, cayó al agua; allí sus vestidos se abrieron y la mantuvieron a flote por un tiempo mientras ella cantaba canciones de antaño hasta que las mismas ropas, ya empapadas, la arrastraron al fondo y murió .
Descritores: Morte
-Tempo
Sistema Único de Saúde
Cadáver
Causas de Morte
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: CO70 - Asociación Colombiana de Medicina Interna


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Id: lil-676174
Autor: Villarreal-Silva, Eliud Enrique; Hinojosa Amaya, José Miguel; Bazaldua Cruz, Juan José; Martínez Fernández, David; Elizondo-Omaña, Rodrigo Enrique; Guzmán López, Santos.
Título: A morphometric study of the extraocular muscles / Estudio morfométrico de los músculos extraoculares
Fonte: Int. j. morphol;31(1):312-320, mar. 2013. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Extraocular muscles are important references in strabismus surgery and in placement of intraorbital devices. We analyzed extraocular muscles morphometry and possible anatomical variances of 20 orbits. We report the length, width, and points of insertion of the extraocular muscles. No anatomical variations in length, width and points of insertion were found. With regard to the rectus muscles, it was found that the superior rectus and lateral rectus are the longest muscles and that the width difference between the superior and inferior rectus is greater than that between the medial and lateral rectus and that the point of insertion of the rectus muscles has a variable morphology. The superior oblique muscle was smaller in caliber than the inferior oblique, as consistent with previous anatomical studies. Knowledge of the detailed morphology of extraocular muscles is fundamental in strabismus surgery and represents a key factor for the innovation of surgical techniques and orbital procedures.

Los músculos extraoculares son importantes en la cirugía de estrabismo y en la colocación de dispositivos intraorbitarios. Analizamos la morfometría de los músculos extraoculares y las posibles variaciones anatómicas en 20 orbitas. No encontramos variantes en longitud, anchura y sitios de inserción. Los músculos rectos superior y lateral son los mas largos; la diferencia en longitud entre los músculos rectos superior e inferior es mayor a la diferencia en longitud entre los músculos rectos medial y lateral. El músculo oblicuo superior es mas pequeño en calibre que el músculo oblicuo inferior, lo que coincide con otros estudios anatómicos. El conocimiento detallado de la morfología de los músculos extraoculares es fundamental en la cirugía de estrabismo y representa un factor clave para la innovación de técnicas quirúrgicas y procedimientos en la cavidad orbitaria.
Descritores: Músculos Oculomotores/anatomia & histologia
-Cadáver
Limites: Humanos
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-676178
Autor: Crahim, Lucas Fernandes; Nagato, Akinori Cardozo; Rocha, Carolina de Lourdes Julião Vieira; Silva, Marco Aurélio dos Santos; Bandeira, Ana Carla Balthar; Ferreira, Tereza Aparecida; Bezerra, Frank Silva.
Título: Acromial morphometric analysis using imaging software / Análisis morfométrico del acromion usando software de imágenes
Fonte: Int. j. morphol;31(1):345-350, mar. 2013. ilus.
Idioma: en.
Resumo: The aim of this study was to accurately measure acromial morphology in order to describe the anatomical patterns of its subtypes and to conduct a survey of the literature regarding the relationships between morphological subtypes and their related diseases. We photographed scapulae from the Institute of Anatomy, University Severino Sombra, and analyzed the images using Image-J Software®. The average acromial angle was 139.23° ± 2.781, with no significant difference between the right and left sides. There was a positive correlation between the acromial angle and the angle of the spine of the scapula. The correlation mentioned above plays an important role in disorders of the shoulder-particularly impingement syndrome-which reinforces the importance of acromial morphology studies.

El objetivo de este estudio fue medir con precisión la morfología acromial para describir los patrones anatómicos de sus subtipos y llevar a cabo un estudio de la literatura sobre las relaciones entre los subtipos morfológicos y las enfermedades relacionadas. Tomamos fotografías de la escápula del Instituto de Anatomía de la Universidad Sombra Severino, y se analizaron las imágenes con el Software Image-J®. El ángulo acromial medio fue de 139,23 ± 2,781°, no habiendo diferencias significativas entre los lados derecho e izquierdo. De observó una correlación positiva entre el ángulo acromial y el ángulo de la columna vertebral de la escápula. La correlación mencionada anteriormente, juega un papel importante en los trastornos de la inflamación del hombro, especialmente el síndrome, lo cual refuerza la importancia de los estudios de la morfología acromial.
Descritores: Acrômio/diagnóstico por imagem
Software
-Articulação Acromioclavicular
Acrômio/anatomia & histologia
Cadáver
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-676179
Autor: Mahato, Niladri Kumar.
Título: Anatomy of lumbar interspinous ligaments: attachment, thickness, fibre orientation and biomechanical importance / Anatomía de los ligamentos interespinosos lumbares: inserción, grosor, orientación de las fibras e importancia biomecánica
Fonte: Int. j. morphol;31(1):351-355, mar. 2013. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Literature related to the study of interspinous ligament in the lumbar region is sparse. Very few studies have elucidated the fibre orientation of this ligament at different lumbar levels. Male (19) and female (6) cadavers were dissected to expose the interspinous ligaments beneath all the lumbar vertebrae. Fibre attachments and directions were observed at all lumbar interspinous spaces. Thicknesses of the ligaments were measured at all levels. Interspinous ligament fibres were found to be oriented differently in the lumbar inter-spinous spaces. In the upper spaces the fibres were more horizontal. In the spaces beneath L3 and L4, fibres were curved and extended postero-superiorly. Fibres were thicker in the ligaments at the lower spaces in comparison to the upper ones. The mean thicknesses presented as: Upper (0.22 mm); Middle (0.37 mm) and L5-S1 (0.72 mm). Ligaments in the females were slightly thinner in comparison to the males. Fibres of inter-spinous ligaments were also found to attach to the inner aspects of the supraspinous ligament. Ligaments at L5-S1 junction were relatively vertical and stronger. None of the specimen demonstrated absence or cavitations of these ligaments except in a case with bi-laminar ligament at the L3-L4 level. The anatomy of the interspinous ligaments points to their probable role in graded restricting of acute flexion at the lumbar spine.

La literatura relacionada con el estudio del ligamento interespinoso en la región lumbar es escasa. Pocos estudios han permitido comprender la orientación de las fibras de este ligamento en diferentes niveles lumbares. Fueron disecados cadáveres de 19 hombres 6 y mujeres para exponer los ligamentos interespinosos debajo de las vértebras lumbares. La unión de las fibras y su dirección se observó en todos los espacios interespinosos lumbares. El grosor de los ligamentos se midieron en todos los niveles. Las fibras del ligamento interespinoso se encontró orientada de manera diferente en los espacios lumbares interespinosos. En los dos espacios superiores las fibras eran más horizontales. En los dos espacios centrales (por debajo de L3 y L4) las fibras se curvaban y extendían postero-superiormente. Las fibras eran más gruesas en los ligamentos de los espacios inferiores en comparación con los superiores. La media de espesor presentada por región fue: Alta (0,22 mm), Medio (0,37 mm) y L5-S1 (0,72 mm). Los ligamentos en mujeres fueron ligeramente más delgados. También se observó que las fibras de los ligamentos interespinosas se adhieren a las superficies internas del ligamento supraespinoso. La unión de los ligamentos en L5-S1 eran relativamente más verticales y robustas. En ningún caso se observó ausencia o cavitaciones de los ligamentos, excepto en un caso con ligamento bilaminar a nivel L3-L4. La anatomía de los ligamentos interespinosos señala su probable rol en la restricción de la flexión aguda en la columna lumbar.
Descritores: Ligamentos/anatomia & histologia
Vértebras Lombares/anatomia & histologia
-Fenômenos Biomecânicos
Cadáver
Região Lombossacral
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-843150
Autor: Tranchida, María C; Centeno, Néstor D; Stenglein, Sebastián A; Cabello, Marta N.
Título: Primer registro de Talaromyces udagawae relacionado con cuerpos humanos en descomposición, en suelo de la Argentina / First record of Talaromyces udagawae in soil related to decomposing human remains in Argentina
Fonte: Rev. argent. microbiol;48(1):86-90, mar. 2016. ilus.
Idioma: en.
Resumo: The morphologic features of Talaromyces udagawae Stolk and Samson are here described and illustrated. This teleomorphic Ascomycota fungus was isolated from soil obtained in Buenos Aires province (Argentina) from beneath a human cadaver in an advanced state of decomposition. After washing and serial dilution of the soil along with moist-chamber techniques for fungal cultivation, T. udagawae formed very restricted colonies of bright yellow color on different growth media with 8-ascospored asci. The ascospores were ellipsoidal and ornamented. The anamorphic state was not observed. Molecular-genetic techniques identified the species. The present record is the first of the species in Argentina, pointing it as a tool to identify soils where cadaver decomposition occurs.

Se describen e ilustran las características morfológicas de Talaromyces udagawae Stolk y Samson. Se aisló el estado teleomórfico de este hongo Ascomycota de suelo obtenido en la provincia de Buenos Aires (Argentina), por debajo de un cadáver humano en avanzado estado de descomposición. Las muestras de suelo fueron analizadas mediante lavado, dilución seriada y cámaras húmedas, técnicas ampliamente usadas para el estudio de hongos de suelo. T. udagawae formó colonias muy restringidas de color amarillo brillante en diferentes medios de cultivo, con ascos con 8 ascosporas. Las ascosporas eran elipsoidales y ornamentadas. No fue hallado el estado anamórfico. La especie también fue identificada mediante técnicas moleculares. El presente registro es el primero de la especie en la Argentina y el único que la postula como herramienta para identificar suelos donde ocurre una descomposición cadavérica.
Descritores: Ascomicetos/crescimento & desenvolvimento
Talaromyces/isolamento & purificação
Talaromyces/crescimento & desenvolvimento
Ciências Forenses/tendências
-Solo/química
Cadáver
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Estudo Observacional
Responsável: AR635.1 - FCVyS - Servicio de Información y Documentación



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