Base de dados : LILACS
Pesquisa : C23.550.470.099 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 91 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 10 ir para página                        

  1 / 91 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: lil-521698
Autor: Rosa Neto, Nilton Salles; Carvalho, Jozélio Freire de.
Título: The use of inflammatory laboratory tests in rheumatology: [revision] / O uso de provas de atividade inflamatória em reumatologia
Fonte: Rev. bras. reumatol;49(4):413-430, jul.-ago. 2009. graf, tab.
Idioma: en; pt.
Resumo: A inflamação, localizada ou sistêmica, é uma das características de doenças reumatológicas. A resposta a uma lesão tecidual desencadeia uma série de modificações que promovem eliminação de patógenos, limitação do dano tecidual e restauração da estrutura lesada. Essas modificações dependem do aumento ou da diminuição da concentração sérica de proteínas, conhecidas como biomarcadores inflamatórios, que atuam na resposta inflamatória. A análise laboratorial desses marcadores permite, juntamente com os dados clínicos e outros exames complementares, acessar a atividade de algumas doenças e monitorar a resposta à terapêutica, assim como pode sugerir presença de infecção. Atualmente, o reumatologista tem à sua disposição algumas opções de exames que avaliam a resposta inflamatória, como a proteína C-reativa, a velocidade de hemossedimentação e a eletroforese de proteínas, entre outros. Este artigo revisa as características de alguns desses biomarcadores e o emprego das provas de atividade inflamatória em doenças reumatológicas.

Inflammation is the hallmark of rheumatic diseases. Tissue injury response promotes several modifications, which result in elimination of the offending agent, limitation of tissue damage, and restoration of affected structures. Such modifications depend on the increase or decrease of the serum concentration of certain proteins known as inflammatory biomarkers. Laboratory analysis of these markers assists in monitoring disease activity and treatment response. Rheumatologists have available methods that evaluate inflammatory reaction such as C-reactive protein, erythrocyte sedimentation rate, and protein electrophoresis, among others. In this paper, we review some of those biomarkers and their use in rheumatic diseases.
Descritores: Artrite Reumatoide
Doenças Reumáticas
Inflamação
Proteína C-Reativa
Reação de Fase Aguda
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR396.3 - Biblioteca Setorial Umuarama


  2 / 91 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Sinhorini, I. L
Consales, C. A
Texto completo
Id: lil-444610
Autor: Achkar, S. M; Sinhorini, I. L; Ribeiro, O. G; Carrieri, M. L; Ceretta, R. S; Consales, C. A.
Título: Immunopathology of rabies infection in mice selected for high or low acute inflammatory reaction
Fonte: J. venom. anim. toxins incl. trop. dis;13(1):39-55, 2007. graf, ilus.
Idioma: en.
Resumo: Rabies is a severe and lethal disease that produces a slight inflammatory response during the infection process. We analyzed the immunopathological mechanisms that occur in the central nervous system (CNS) using mice genetically selected for maximal or minimal acute inflammatory reaction (AIRmax or AIRmin). As viral samples, we adopted the antigenic variant 3 (AgV3) of rabies virus from hematophagous bats and a fixed virus strain (PV1 43/3). Titration of specific antibodies was performed using enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA). We observed a slight increase in IgG and IgG1 isotypes in infected AIRmax mice. Incubation period, determined by intracerebral inoculation with 100 LD50, was 6-7 days for PV1 43/4 strain and 9-10 days for AgV3. No difference in viral replication was noticed between AIRmax and AIRmin mice. Mortality was 100 percent with both viral strains. Histopathological analysis of brains and spinal cords showed inflammatory foci in all regions of the CNS. No differences were noticed in the number of neutrophils. Negri bodies were observed in practically all sites analyzed. Results suggested that inflammatory reaction is not a determining factor in the susceptibility to rabies infection.
Descritores: Inflamação
Raiva/fisiopatologia
Raiva/imunologia
Raiva/patologia
Reação de Fase Aguda
-Camundongos
Replicação Viral
Sistema Nervoso Central
Limites: Ratos
Animais
Masculino
Feminino
Responsável: BR33.1 - Divisão Técnica de Biblioteca e Documentação


  3 / 91 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Id: lil-383910
Autor: Opromolla, Diltor Vladimir Araujo.
Título: Treatment of leprosy reactions (Editorial)
Fonte: Hansen. int;28(1):4-6, jan.-jun. 2003.
Idioma: en.
Descritores: Hanseníase/complicações
Hanseníase/terapia
Reação de Fase Aguda/complicações
Reação de Fase Aguda/fisiopatologia
Reação de Fase Aguda/imunologia
Reação de Fase Aguda/terapia
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: BR191.1 - Biblioteca e Centro de Documentação Luiza Keffer


  4 / 91 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Id: lil-383909
Autor: Opromolla, Diltor Vladimir Araujo.
Título: Tratamento das reacoes hansenicas (Editorial) / Treatment of leprosy reactions
Fonte: Hansen. int;28(1):1-3, jan.-jun. 2003.
Idioma: pt.
Descritores: Hanseníase/complicações
Hanseníase/terapia
Reação de Fase Aguda/complicações
Reação de Fase Aguda/fisiopatologia
Reação de Fase Aguda/imunologia
Reação de Fase Aguda/terapia
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: BR191.1 - Biblioteca e Centro de Documentação Luiza Keffer


  5 / 91 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Martelli, Antonio Carlos Ceribelli
Id: lil-383907
Autor: Martelli, Antonio Carlos Ceribelli; Fleury, Raul Negrao; Opromolla, Diltor Vladimir Araujo.
Título: Paciente com reacao tipo I e tipo II e dez anos de seguimento / Type I and type II reactions in a patients with ten years of follow-up
Fonte: Hansen. int;27(2):105-111, jul.-dez. 2002. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Relata-se o caso de um individuo do sexo masculino, de 52 anos de idade, que desde 20 anos atras vinha apresentando sinais e sintomas de hanseniase multibacilar, mas so procurou tratamento apos 5 anos, quando apresentava manifestacoes de Eritema Nodoso Hansenico (ENH - Reacao tipo 1) inclusive com comprometimento articular. Instalado o tratamento (PQT/MB) o paciente passou a apresentar episodios de ENH, que se continuaram apos a alta medicamentosa alternando-se ou em concomitancia com episodios de reacao tipo 1 (reacao reversa) o que definiu como dimorfo. Assim permaneceu quase 10 anos, tendo apresentado, por algum tempo, esplenomegalia e sinais de hiperesplenismo. So melhorou, quando a deteccao de bacilos viaveis levou a reinstalacao da PQT. A discussao do caso ressalta alguns aspectos interessantes desta evolucao: 1) a demora no diagnostico leva pacientes dimorfos a adquirirem caracteristicas virchovianas com rica baciloscopia (virchovianos sub-polares); 2) estes pacientes tem maior possibilidade de albergarem bacilos persistentes que eventualmente se multiplicam e estimulam reacoes tipo I; 3) a alternancia de reacoes tipo 1 e tipo 2 pode indicar a participacao da imunidade celular no desencadeamento do ENH, onde a reacao granulomatosa romperia os infiltrados especificos regressivos, expondo antigenos intracelulares. Frente ao estado de hipersensibilidade humoral, haveria deposicao de complexos imunes e desencadeamento de reacao inflamatoria aguda; 4) a alta da PQT nao significa cura da hanseniase.
Descritores: Hanseníase Dimorfa/classificação
Hanseníase Dimorfa/fisiopatologia
Hanseníase Dimorfa/imunologia
Hanseníase Dimorfa/patologia
Reação de Fase Aguda/classificação
Reação de Fase Aguda/complicações
Reação de Fase Aguda/diagnóstico
Reação de Fase Aguda/etiologia
Reação de Fase Aguda/fisiopatologia
Reação de Fase Aguda/imunologia
-Eritema Nodoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR191.1 - Biblioteca e Centro de Documentação Luiza Keffer


  6 / 91 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Id: lil-317908
Autor: Ura, Somei; Opromolla, Diltor Vladimir Araujo; Godoy, Deise Aparecida dos Santos; Fleury, Raul Negrao.
Título: Reacao tipo I em paciente virchoviano dez anos apos cura clinica / Type I reaction in lepromatous patients ten years after cura
Fonte: Hansen. int;26(2):117-120, dez. 2001. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: É apresentado o caso de um paciente virchoviano tratado com rifampicina e dapsona durante seis meses e depois somente com dapsona durante 14 anos. Depois de permanecer sem lesões e com baciloscopia negativa por 10 anos, voltou a apresentar lesões, desta vez do tipo dimorfo e com aparecimento de bacilos. Os autores sugerem que paciente sempre tenha sido um dimorfo e que havia piorado a ponto de apresentar aspectos virchovianos. Quando os bacilos voltaram a aparecer, a imunidade celular que o paciente sempre teve começou a destruí-los e daí o aparecimento de lesões dimorfas como deve ter sido no início de sua doença. Eles discutem também as causas possíveis que levaram os bacilos, possivlmente persistentes, a voltarem a se multiplicar.
Descritores: Hanseníase Virchowiana/complicações
Hanseníase Virchowiana/tratamento farmacológico
Hanseníase/complicações
Hanseníase/tratamento farmacológico
Reação de Fase Aguda/complicações
Reação de Fase Aguda/etiologia
Reação de Fase Aguda/fisiopatologia
Reação de Fase Aguda/história
Reação de Fase Aguda/imunologia
Reação de Fase Aguda/tratamento farmacológico
Reação de Fase Aguda/terapia
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Responsável: BR191.1 - Biblioteca e Centro de Documentação Luiza Keffer


  7 / 91 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Id: lil-317903
Autor: Opromolla, Diltor Vladimir Araujo.
Título: As reacoes tipo I (Editorial) / Type I reaction (Editorial)
Fonte: Hansen. int;26(2):89-90, dez. 2001.
Idioma: pt.
Descritores: Hanseníase/complicações
Hanseníase/imunologia
Reação de Fase Aguda/classificação
Reação de Fase Aguda/complicações
Reação de Fase Aguda/diagnóstico
Reação de Fase Aguda/etiologia
Reação de Fase Aguda/fisiopatologia
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: BR191.1 - Biblioteca e Centro de Documentação Luiza Keffer


  8 / 91 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: lil-747040
Autor: Amaral, L. A; Paz, C. F; Haetinger, C; Crespo, E. P; Nogueira, C. E. W.
Título: Reação de fase aguda e sua relação com o desempenho de cavalos em competição de longa distância / Acute phase reaction and its relationship with performance horses competing long distance
Fonte: Arq. bras. med. vet. zootec;67(2):365-371, Mar-Apr/2015. tab.
Idioma: pt.
Resumo: O exercício físico é um dos estímulos fisiológicos mais estressantes que um animal pode sofrer e, dependendo de sua intensidade, sugere-se que possa gerar uma reação mediada por proteínas de fase aguda (PFA). O objetivo deste estudo foi caracterizar a reação de fase aguda e sua relação com o desempenho de cavalos submetidos a uma competição de longa distância. O experimento foi desenvolvido durante a Marcha de Resistência anual promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), composta por um percurso de 750km percorrido durante 15 dias. Foram avaliados 23 equinos, os quais foram divididos em dois grupos, sendo o grupo 1 composto pelos 10 primeiros colocados na competição e o grupo 2 formado pelos 13 animais que concluíram a competição em colocações inferiores ou foram desclassificados antes de terminar a prova. Efetuaram-se coletas sanguíneas em repouso (dia 0) e no último dia de competição, e foi realizado o teste de eletroforese em gel de poliacrilamida contendo dodecil sulfato de sódio (SDS-PAGE) para identificar as proteínas (albumina, haptoglobina, ceruloplasmina, transferrina, imunoglobulina G, imunoglobulina A, glicoproteína ácida e proteína de peso molecular de 23kDa). Os resultados demonstraram que o exercício físico imposto influenciou de forma significativa (P<0,0001) as concentrações séricas de haptoglobina, ceruloplasmina, imunoglobulina A, glicoproteína ácida e proteína de peso molecular de 23kDa. Quando comparados os resultados dos grupos estudados, observou-se que a concentração de haptoglobina após a competição foi superior no grupo de animais com baixo desempenho (grupo 2). Conclui-se que a competição de longa duração é capaz de gerar reação de fase aguda e que o monitoramento da concentração de haptoglobina pode ser um sinalizador de processo inflamatório e baixo desempenho.(AU)

Exercise is one of the most stressful physiologic stimuli that an animal might suffer, depending on its intensity it may generate a reaction mediated by acute phase proteins (APP). The aim of this study was to characterize the acute phase reaction and its relation to performance horses subjected to long distance competition. The experiment was conducted during the annual March of Resistance promoted by the Brazilian Association of Crioulo Horse Breeders (ABCCC), composed of a 750km route traveled during 15 days. 23 horses which were divided in two groups, one group composed by the 10 best placed horses and the second group consisting of 13 animals that have completed the competition in other positions or were disqualified before concluding the race were evaluated. All horses at the beginning of the competition (day 0) and on the last day of competition were subjected to collection of blood and SDS-polyacrylamide gel (SDS-PAGE) electrophoresis was used to measure APPs concentrations (albumin, ceruloplasmin, transferrin, haptoglobin, acid glycoprotein, immunoglobulin G, immunoglobulin A and a protein with molecular weight of 23 kDa). By the evaluation of the results, it was observed that exercise had a highly significant influence (P<0.0001) in the serum concentrations of the ceruloplasmin, haptoglobin, acid glycoprotein, immunoglobulin A and protein with molecular weight of 23kDa. When comparing the results of the study groups it was observed that the concentration of haptoglobin after the competition was higher in the group of animals with low performance (group 2). We conclude that the long term competition is able to generate acute phase reaction and monitoring the concentration of haptoglobin may be an indicator of inflammation and low performance.(AU)
Descritores: Condicionamento Físico Animal/efeitos adversos
Reação de Fase Aguda/veterinária
Desempenho Físico Funcional
Cavalos/fisiologia
Limites: Animais
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


  9 / 91 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Id: biblio-1069429
Autor: Ramos, Rui Fernando; Rivera, Arturo Ricardo Quizhpe; Carvalho, Cassandra Carolyn Fernandes de; Arantes, Marcelo Kleiman; Franchetti, Marcos; Silva, Miguel Morita Fernandes da; Alcaraz, Zelma Gilda Molina.
Título: Proteína C-reativa e doença arterial coronária / C-Reactive Protein and coronary arteriosclerosis
Fonte: In: Sousa, Amanda GMR; Piegas, Leopoldo S; Sousa, J Eduardo MR. Série monografias Dante Pazzanese. Rio de Janeiro, Revinter, 2004. p.1-49, ilus, ilus.
Idioma: pt; pt.
Resumo: A doença arterial coronária é a maior causa de morte no mundo, e a aterosclerose é o principal fator em seu desenvolvimento. Após grandes avanços no esclarecimento da sua fisiopatologia, mecanismos inflamatórios surgem como fator de importância incontestável nesta doença. Em vista destas descobertas, marcadores de inflamação têm sido estudados exaustivamente nas síndromes coronárias, avaliando sua correlação com o risco, o prognóstico e a efetividade do tratamento. Entre eles, a proteína C-reativa (PCR) tem-se mostrado promissora. Diversos estudos epidemiológicos demonstraram associação positiva e independente entre níveis de proteína C-reativa e eventos cardiovasculares, podendo predizer o infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico, doença arterial periférica e morte súbita cardíaca...
Descritores: Biomarcadores
Doença da Artéria Coronariana/fisiopatologia
Proteína C-Reativa/administração & dosagem
Reação de Fase Aguda
Limites: Humanos
Responsável: BR79.1 - CIC - Centro de Informação Cardiovascular Mendonça de Barros
BR79.1


  10 / 91 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-311166
Autor: Garcia, João Batista Santos; Issy, Adriana Machado; Sakata, Rioko Kimiko.
Título: Citocinas e anestesia / Cytokines and anesthesia / Citocinas y anestesia
Fonte: Rev. bras. anestesiol;52(1):86-100, fev. 2002.
Idioma: en; pt.
Resumo: Justificativa e Objetivos - Vários trabalhos têm abordado as citocinas que podem ser estimuladas e liberadas por lesão cirúrgica, trauma, infecção, inflamação e câncer. Níveis elevados circulantes das citocinas parece ter implicações no aparecimento de complicações e retardo da recuperação pós-operatória de pacientes. O objetivo da presente revisão é resumir as informações hoje disponíveis sobre citocinas. Conteúdo - As citocinas são moléculas polipeptídicas produzidas por uma grande variedade de células e parecem não ter função na homeostase, sob condições normais. Esses mediadores são responsáveis por respostas locais ou sistêmicas, gerando alterações imunológicas, metabólicas, hemodinâmicas, endócrinas e neurais. Podem ativar respostas biológicas benéficas, como estimulação da função antimicrobiana, cicatrização de feridas, mieloestimulação e mobilização de substratos. No entanto, a secreção abundante de citocinas está associada a efeitos deletérios como hipotensão arterial, falência de órgãos e morte. Conclusões - Ao concluir esta revisão, fica evidente que as citocinas desempenham um papel de fundamental importância como mediadores de respostas metabólicas, hormonais, imunológicas e hematológicas, que há potencial terapêutico com o bloqueio de sua expressão e que a anestesia pode interferir de alguma forma na sua ativação. No entanto, muitas perguntas não estão ainda respondidas e estudos devem ser realizados nos próximos anos buscando esclarecer as ações das citocinas não só para a experimentação mas também para a prática clínica
Descritores: Procedimentos Cirúrgicos Operatórios
Citocinas
Interleucina-6
Interleucina-1
Interleucina-10
Sepse
Hiperalgesia
Imunidade Celular
Anestesia
Sistema Nervoso
Complicações Pós-Operatórias/imunologia
Transtornos de Estresse Pós-Traumáticos/imunologia
Reação de Fase Aguda/imunologia
Limites: Humanos
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central



página 1 de 10 ir para página                        
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde