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Id: lil-763131
Autor: Tuzcu, Kasim; Coskun, Mesut; Tuzcu, Esra Ayhan; Karcioglu, Murat; Davarci, Isil; Hakimoglu, Sedat; Aydin, Suzan; Turhanoglu, Selim.
Título: Effectiveness of sub-Tenon's block in pediatric strabismus surgery / Eficácia do bloqueio subtenoniano em cirurgia de estrabismo pediátrico
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(5):349-352, Sept.-Oct. 2015. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACTBACKGROUND AND OBJECTIVES: Strabismus surgery is a frequently performed pediatric ocular procedure. A frequently occurring major problem in patients receiving this treatment involves the oculocardiac reflex. This reflex is associated with an increased incidence of postoperative nausea, vomiting, and pain. The aim of this study was to investigate the effects of a sub-Tenon's block on the oculocardiac reflex, pain, and postoperative nausea and vomiting.METHODS: 40 patients aged 5-16 years with American Society of Anesthesiologists status I-II undergoing elective strabismus surgery were included in this study. Patients included were randomly assigned into two groups by using a sealed envelope method. In group 1 (n = 20), patients did not receive sub-Tenon's anesthesia. In group 2 (n = 20), following intubation, sub-Tenon's anesthesia was performed with the eye undergoing surgery. Atropine use, pain scores, oculocardiac reflex, and postoperative nausea and vomiting incidences were compared between groups.RESULTS: There were no significant differences between groups with regard to oculocardiac reflex and atropine use (p > 0.05). Pain scores 30 min post-surgery were significantly lower in group 2 than in group 1 (p < 0.05). Additional analgesic needed during the postoperative period was significantly lower in group 2 compared to group 1 (p < 0.05).CONCLUSIONS: In conclusion, we think that a sub-Tenon's block, combined with general anesthesia, is not effective and reliable in decreasing oculocardiac reflex and postoperative nausea and vomiting. However, this method is safe for reducing postoperative pain and decreasing additional analgesia required in pediatric strabismus surgery.

RESUMOJUSTIFICATIVA E OBJETIVO: A cirurgia de estrabismo é um procedimento oftalmológico comum em pediatria. Um grande problema que ocorre com frequência em pacientes submetidos a esse tratamento envolve o reflexo oculocardíaco. Esse reflexo está associado ao aumento da incidência de náusea, vômito e dor. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos do bloqueio subtenoniano sobre o reflexo oculocardíaco, a dor, a náusea e o vômito no período pós-operatório.MÉTODOS: Foram incluídos no estudo 40 pacientes entre 5-16 anos, estado físico ASA I-II, submetidos à cirurgia eletiva de estrabismo. Foram randomicamente alocados em dois grupos, com o método de envelope lacrado. No Grupo 1 (n = 20),pacientes não receberam bloqueio subtenoniano. No Grupo 2 (n = 20), após a intubação, o bloqueio subtenoniano foi feito no olho submetido à cirurgia. Uso de atropina, escores de dor, reflexo oculocardíaco e incidência de náusea e vômito foram comparados.RESULTADOS: Não houve diferença significativa entre os grupos em relação ao reflexo oculocardíaco e ao uso de atropina (p > 0,05). Os escores de dor em 30 minutos de pós-operatório foram significativamente menores no Grupo 2 do que no Grupo 1 (p < 0,05). A necessidade de analgésico adicional durante o período pós-operatório foi significativamente menor no Grupo 2 do que no Grupo 1 (p < 0,05).CONCLUSÕES: O bloqueio subtenoniano, em combinação com anestesia geral, não é eficaz e confiável para diminuir o reflexo oculocardíaco, bem como náusea e vômito pós-operatórios (NVPO). Porém, esse método é seguro para diminuir a dor no período pós-operatório e reduzir a analgesia adicional necessária em cirurgia de estrabismo pediátrico.
Descritores: Estrabismo/cirurgia
Anestesia Local/métodos
-Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Reflexo Oculocardíaco
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/prevenção & controle
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pré-Escolar
Criança
Adolescente
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-794815
Autor: Gacio, Mercedes Fernández; Lousame, Ana Maria Agrelo; Pereira, Susana; Castro, Clara; Santos, Juliana.
Título: Paravertebral block for management of acute postoperative pain and intercostobrachial neuralgia in major breast surgery / Bloqueio paravertebral no controle da dor aguda pós-operatória e dor neuropática do nervo intercostobraquial em cirurgia mamária de grande porte
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(5):475-484, Sept.-Oct. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: Several locoregional techniques have been described for the management of acute and chronic pain after breast surgery. The optimal technique should be easy to perform, reproducible, with little discomfort to the patient, little complications, allowing good control of acute pain and a decreased incidence of chronic pain, namely intercostobrachial neuralgia for being the most frequent entity. Objectives: The aim of this study was to evaluate the paravertebral block with preoperative single needle prick for major breast surgery and assess initially the control of postoperative nausea and vomiting (PONV) and acute pain in the first 24 h and secondly the incidence of neuropathic pain in the intercostobrachial nerve region six months after surgery. Methods: The study included 80 female patients, ASA I-II, aged 18-70 years, undergoing major breast surgery, under general anesthesia, stratified into 2 groups: general anesthesia (inhalation anesthesia with opioids, according to hemodynamic response) and paravertebral (paravertebral block with single needle prick in T4 with 0.5% ropivacaine + adrenaline 3 µg mL−1 with a volume of 0.3 mL kg−1 preoperatively and subsequent induction and maintenance with general inhalational anesthesia). In the early postoperative period, patient-controlled analgesia (PCA) was placed with morphine set for bolus on demand for 24 h. Intraoperative fentanyl, postoperative morphine consumption, technique-related complications, pain at rest and during movement were recorded at 0 h, 1 h, 6 h and 24 h, as well as episodes of PONV. All variables identified as factors contributing to pain chronicity age, type of surgery, anxiety according to the Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS), preoperative pain, monitoring at home; body mass index (BMI) and adjuvant chemotherapy/radiation therapy were analyzed, checking the homogeneity of the samples. Six months after surgery, the incidence of neuropathic pain in the intercostobrachial nerve was assessed using the DN4 scale. Results: The Visual Analog Scale (VAS) values of paravertebral group at rest were lower throughout the 24 h of study 0 h 1.90 (±2.59) versus 0.88 (±1.5) 1 h 2.23 (±2.2) versus 1.53 (±1.8) 6 h 1.15 (±1.3) versus 0.35 (±0.8); 24 h 0.55 (±0.9) versus 0.25 (±0.8) with statistical significance at 0 h and 6 h. Regarding movement, paravertebral group had VAS values lower and statistically significant in all four time points: 0 h 2.95 (±3.1) versus 1.55 (±2.1); 1 h 3.90 (±2.7) versus 2.43 (±1.9) 6 h 2.75 (±2.2) versus 1.68 (±1.5); 24 h 2.43 (±2.4) versus 1.00 (±1.4). The paravertebral group consumed less postoperative fentanyl (2.38 ± 0.81 µg kg−1 versus 3.51 ± 0.81 µg kg−1) and morphine (3.5 mg ± 3.4 versus 7 mg ± 6.4) with statistically significant difference. Chronic pain evaluation of at 6 months of paravertebral group found fewer cases of neuropathic pain in the intercostobrachial nerve region (3 cases versus 7 cases), although not statistically significant. Conclusions: Single-injection paravertebral block allows proper control of acute pain with less intraoperative and postoperative consumption of opioids but apparently it cannot prevent pain chronicity. Further studies are needed to clarify the role of paravertebral block in pain chronicity in major breast surgery.

Resumo Justificativa: Estão descritas várias técnicas locorregionais para a abordagem da dor aguda e dor crônica após cirurgia de mama. O ideal seria uma técnica fácil de fazer, reprodutível, com pouco desconforto para as doentes, com poucas complicações e que permitirá um bom controle da dor aguda e uma diminuição da incidência de dor crônica, notadamente dor neuropática do intercostobraquial, por ser a entidade mais frequente. Objetivos: Estudar a aplicação de bloqueio paravertebral com picada única no pré-operatório de cirurgia mamária de grande porte. Avaliar numa primeira fase o controle de dor aguda e náuseas-vômitos no pós-operatório (NVPO) nas primeiras 24 horas e numa segunda fase a incidência de dor neuropática na região do nervo intercostobraquial seis meses após a cirurgia. Métodos: Foram incluídas 80 doentes do sexo feminino, ASA I-II, entre 18 e 70 anos, submetidas a cirurgia mamária de grande porte sob anestesia geral, estratificadas em dois grupos: anestesia geral (anestesia geral inalatória com opioides segundo resposta hemodinâmica) e paravertebral (bloqueio paravertebral com picada única em T4 com ropivacaína 0,5% + adrenalina 3 µg/mL com um volume de 0,3 mL/kg pré-operatoriamente e posterior indução e manutenção com anestesia geral inalatória). No pós-operatório imediato foi colocada PCA (Patient-controlled analgesia) de morfina programada com bolus a demanda durante 24 horas. Foram registados fentanil intraoperatório, consumo de morfina pós-operatória, complicações relacionadas com as técnicas, dor em repouso e ao movimento a 0, 1 h, 6 h e 24 h, assim como os episódios de NVPO. Foram analisadas todas as variáveis identificadas como fatores de cronificação da dor idade, tipo de cirurgia, ansiedade segundo escala de HADS (Hospital Anxiety and Depression scale), dor pré-operatória; acompanhamento no domicílio; índice de massa corporal (IMC), tratamentos adjuvantes de quimioterapia/radioterapia e foi verificada a homogeneidade das amostras. Aos seis meses da cirurgia foi avaliada, segundo escala DN4, a incidência de dor neuropática na área do nervo intercostobraquial. Resultados: O grupo paravertebral teve valores de VAS (Escala Visual Analógica) em repouso mais baixos ao longo das 24 horas de estudo 0 h 1,90 (± 2,59) versus 0,88 (± 1,5); 1 h 2,23 (± 2,2) versus 1,53 (± 1,8); 6 h 1,15 (± 1,3) versus 0,35 (± 0,8); 24 h 0,55 (± 0,9) versus 0,25 (± 0,8) com significado estatístico às 0 e às 6 horas. Em relação ao movimento o grupo paravertebral teve valores de VAS mais baixos e com significância estatística nos quatro momentos de avaliação: 0 h 2,95 (± 3,1) versus 1,55 (± 2,1); 1 h 3,90 (± 2,7) versus 2,43 (± 1,9) 6 h 2,75 (± 2,2) versus 1,68 (± 1,5); 24 h 2,43 (± 2,4) versus 1,00 (± 1,4). O grupo paravertebral consumiu menos fentanil (2,38 ± 0,81 µg/Kg versus 3,51 ± 0,81 µg/Kg) e menos morfina no pós-operatório (3,5 mg ± 3,4 versus 7 mg ± 6,4), com diferença estatisticamente significativa. Na avaliação de dor crônica aos seis meses no grupo paravertebral houve menos casos de dor neuropática na região do nervo intercostobraquial (três versus sete) embora sem significância estatística. Conclusões: O bloqueio paravertebral com picada única permite um adequado controle da dor aguda com menor consumo de opioides intraopreatórios e pós-operatórios, mas aparentemente não consegue evitar a cronificação da dor. Mais estudos são necessários para esclarecer o papel do bloqueio paravertebral na cronificação da dor em cirurgia mamária de grande porte.
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Plexo Braquial
Mama/cirurgia
Manejo da Dor/métodos
Nervos Intercostais
Bloqueio Nervoso
Neuralgia/tratamento farmacológico
-Doença Aguda
Doença Crônica
Estudos Prospectivos
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/tratamento farmacológico
Anestesia Geral
Pessoa de Meia-Idade
Neuralgia/etiologia
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Observacional
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Id: biblio-829713
Autor: Moro, Eduardo Toshiyuki; Silva, Manoel Arthur Nóbrega da; Couri, Marcelo Gouvêa; Issa, Danielle da Silva; Barbieri, Julia Morais.
Título: Quality of recovery from anesthesia in patients undergoing orthopedic surgery of the lower limbs / Qualidade da recuperação da anestesia em pacientes submetidos à cirurgia ortopédica em membros inferiores
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(6):642-650, Nov.-Dec. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: For patients undergoing regional anesthesia for orthopedic surgery, a common situation in our work environment, the quality of recovery may be influenced in different ways, which justifies studies to identify possible predictive factors of dissatisfaction. The aim of this study was to assess the opinion of patients on recovery from anesthesia for lower limb orthopedic surgeries. We also identified potential predictive factors for poor quality of recovery. Methods: We evaluated patients undergoing lower limb orthopedic surgeries and able to participate in the study. Data related to surgery, anesthesia, possible complications in the post-anesthetic care unit (PACU) and in the ward were recorded. In the morning after surgery, patients were evaluated by a medical student who applied the QoR-40 questionnaire. The resulted score—between 40 and 200—was used to determine the quality of recovery and identify the potential predictors. Results: We evaluated 172 patients. The questionnaire average score was 192 points. The chance to have lower scores in the QoR-40 was two times higher among males. Patients who remained under sedation, classified as greater than or equal to 4 on the scale proposed by Ramsay, had a 3.5 times higher risk of having lower scores in the QoR-40 compared to those who remained with level 1 or 2 of sedation. Regarding pain, at every increase of one unit in the numerical scale (0-10), there was a 19% increase in risk for QoR-40 ≤ 195. Similarly, the risk for a score below the median was 2.3 times higher among those presenting with nausea and/or vomiting in the ward. Conclusion: Male, nausea, vomiting, pain while in the ward, and deeper levels of sedation are possible predictive factors for lower scores according to the adopted instrument.

Resumo Justificativa e objetivos: Para os pacientes submetidos à anestesia regional para cirurgias ortopédicas, situação comum em nosso meio, a qualidade da recuperação pode ser influenciada de diversas formas, o que justifica a determinação de possíveis fatores preditivos de insatisfação. O objetivo do estudo foi avaliar a opinião dos pacientes sobre a recuperação da anestesia para cirurgias ortopédicas em membros inferiores. Também foram identificados possíveis fatores preditivos para baixa qualidade da recuperação. Métodos: Foram avaliados os pacientes submetidos à cirurgia ortopédica nos membros inferiores e aptos a participar do estudo. Os dados relacionados à cirurgia, à anestesia, às possíveis complicações na sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) e na enfermaria foram registrados. Na manhã seguinte à cirurgia, os pacientes foram avaliados por um estudante de medicina que aplicou o questionário QoR-40. A pontuação obtida, entre 40 a 200, foi usada para determinar a qualidade da recuperação e identificar os possíveis fatores preditivos. Resultados: Foram avaliados 172 pacientes. O escore médio do questionário foi de 192 pontos. A chance de ocorrência de valores menores de QoR-40 foi 2 vezes maior entre os pacientes do sexo masculino. Pacientes que permaneceram sob sedação classificada como maior ou igual a 4 segundo a escala proposta por Ramsay apresentaram risco 3,5 vezes maior de apresentar menor pontuação no QoR-40 quando comparados com aqueles que permaneceram com nível de sedação 1 ou 2. Em relação à dor, a cada incremento de uma unidade na escala numérica (0 a 10), houve um aumento de 19% no risco para QoR-40 ≤ 195. Da mesma forma, o risco para pontuação abaixo da mediana foi 2,3 vezes maior entre aqueles que apresentaram náuseas e/ou vômitos na enfermaria. Conclusão: O sexo masculino, a náusea, o vômito, a dor durante a permanência na enfermaria e níveis mais profundos de sedação são possíveis fatores preditivos para menor pontuação segundo o instrumento adotado.
Descritores: Período de Recuperação da Anestesia
Procedimentos Ortopédicos
Extremidade Inferior/cirurgia
Anestesia
-Complicações Pós-Operatórias/epidemiologia
Estudos Transversais
Inquéritos e Questionários
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/complicações
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/epidemiologia
Cuidados Críticos
Sedação Profunda
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-773477
Autor: Kawano, Hiroaki; Ohshita, Naohiro; Katome, Kimiko; Kadota, Takako; Kinoshita, Michiko; Matsuoka, Yayoi; Tsutsumi, Yasuo M; Kawahito, Shinji; Tanaka, Katsuya; Oshita, Shuzo.
Título: Effects of a novel method of anesthesia combining propofol and volatile anesthesia on the incidence of postoperative nausea and vomiting in patients undergoing laparoscopic gynecological surgery / Efeitos de um novo método de anestesia combinando propofol e anestesia volátil sobre a incidência de náusea e vômito no pós-operatório em pacientes submetidas à laparoscopia ginecológica
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(1):12-18, Jan.-Feb. 2016. tab.
Idioma: pt.
Resumo: BACKGROUND: We investigated the effects of a novel method of anesthesia combining propofol and volatile anesthesia on the incidence of postoperative nausea and vomiting in patients undergoing laparoscopic gynecological surgery. METHODS: Patients were randomly divided into three groups: those maintained with sevoflurane (Group S, n = 42), propofol (Group P, n = 42), or combined propofol and sevoflurane (Group PS, n = 42). We assessed complete response (no postoperative nausea and vomiting and no rescue antiemetic use), incidence of nausea and vomiting, nausea severity score, vomiting frequency, rescue antiemetic use, and postoperative pain at 2 and 24 h after surgery. RESULTS: The number of patients who exhibited a complete response was greater in Groups P and PS than in Group S at 0-2 h (74%, 76% and 43%, respectively, p = 0.001) and 0-24 h (71%, 76% and 38%, respectively, p < 0.0005). The incidence of nausea at 0-2 h (Group S = 57%, Group P = 26% and Group PS = 21%, p = 0.001) and 0-24 h (Group S = 62%, Group P = 29% and Group PS = 21%, p < 0.0005) was also significantly different among groups. However, there were no significant differences among groups in the incidence or frequency of vomiting or rescue antiemetic use at 0-24 h. CONCLUSION: Combined propofol and volatile anesthesia during laparoscopic gynecological surgery effectively decreases the incidence of postoperative nausea. We term this novel method of anesthesia "combined intravenous-volatile anesthesia (CIVA)".

JUSTIFICATIVA: Investigamos os efeitos de um novo método de anestesia, que combina propofol e anestesia volátil, sobre a incidência de náusea e vômito no período pós-operatório de pacientes submetidas à laparoscopia ginecológica. MÉTODOS: As pacientes foram randomicamente divididas em três grupos: manutenção com sevoflurano (Grupo S, n = 42), com propofol (Grupo P, n = 42) ou com a combinação de propofol e sevoflurano (Grupo PS, n = 42). Avaliamos as respostas completas (sem náusea e vômito no pós-operatório e sem uso de antiemético de resgate), incidência de náusea e vômito, escore de gravidade da náusea, frequência de vômitos, uso de antiemético de resgate e dor no pós-operatório em duas e 24 horas após a cirurgia. RESULTADOS: O número de doentes que apresentou uma resposta completa foi maior nos grupos P e PS do que no Grupo S em 0-duas horas (74%, 76% e 43%m respectivamente, p = 0,001) e 0-24 horas (71%, 76% e 38%, respectivamente, p < 0,0005). A incidência de náusea em 0-duas horas (Grupo S = 57%, Grupo P = 26% e Grupo PS = 21%, p = 0,001) e 0-24 horas (Grupo S = 62%; Grupo P = 29% e grupo PS = 21%, p < 0,0005) também foi significativamente diferente entre os grupos. Porém, não houve diferença significativa entre os grupos em relação à incidência ou frequência de vômitos ou uso de antiemético de resgate em 0-24 horas. CONCLUSÃO: A combinação de propofol e anestesia volátil durante a laparoscopia ginecológica efetivamente diminui a incidência de náusea no pós-operatório.
Descritores: Propofol/administração & dosagem
Laparoscopia/métodos
Anestésicos Combinados/administração & dosagem
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/epidemiologia
Éteres Metílicos/administração & dosagem
-Dor Pós-Operatória/epidemiologia
Procedimentos Cirúrgicos em Ginecologia/métodos
Fatores de Tempo
Incidência
Anestésicos Intravenosos/administração & dosagem
Anestésicos Inalatórios/administração & dosagem
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/tratamento farmacológico
Sevoflurano
Pessoa de Meia-Idade
Antieméticos/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-843369
Autor: Yağan, Özgür; Taş, Nilay; Mutlu, Tuğçe; Hancı, Volkan.
Título: Comparison of the effects of sugammadex and neostigmine on postoperative nausea and vomiting / Comparação dos efeitos de sugamadex e neostigmina em náusea e vômito no pós-operatório
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(2):147-152, Mar.-Apr. 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: The aim of our study is to compare the effects of sugammadex and neostigmine, used for neuromuscular blockage antagonism, on postoperative nausea and vomiting (PONV). Methods: Our study was completed with 98 ASA I-II risk patients undergoing endotracheal intubation under general anesthesia. At the end of the surgery patients were randomly divided into two groups given 2 mg kg-1 sugammadex (Group S) or 50 µg kg-1 neostigmine plus 0.2 mg kg-1 atropine (Group N). Monitoring and recording times were set as 1 hour postoperative and from 1-6, 6-12, and 12-24 hours. The anti-emetic amounts administered were recorded. Results: In the first hour postoperative 13 patients in Group N (27%) and 4 in Group S (8%) were observed to have nausea and/or vomiting and the difference was statistically significant (p = 0.0016). During the 24 hours of monitoring there was no significant difference in the incidence and severity of PONV (p > 0.05), however the number of patients given ondansetron for PONV treatment in Group N was statistically significantly higher than the number in Group S (16 in Group N, 6 in Group S, p < 0.011). Conclusions: At the end of our study comparing neostigmine with sugammadex for neuromuscular blockage antagonism, we found use of sugammadex had lower incidence of PONV in the postoperative 1st hour and less anti-emetic use in 24 hours of monitoring.

Resumo Justificativa e objetivos: O objetivo de nosso estudo foi comparar os efeitos de sugamadex e neostigmina, usados para o antagonismo do bloqueio neuromuscular em náusea e vômito no pós-operatório (NVPO). Métodos: O estudo foi concluído com 98 pacientes de risco ASA I-II, submetidos à intubação traqueal sob anestesia geral. Ao final da cirurgia, os pacientes foram aleatoriamente divididos em dois grupos que receberam 2 mg kg-1 de sugamadex (Grupo A) ou 50 µg kg-1 de neostigmina mais 0,2 mg kg-1 de atropina (Grupo N). Os tempos de monitoração e registro foram definidos como uma hora de pós-operatório e de 1-6, 6-12 e 12-24 horas. As quantidades administradas de antieméticos foram registradas. Resultados: Na primeira hora de pós-operatório, 13 pacientes do Grupo N (27%) e 4 do Grupo S (8%) apresentaram náusea e/ou vômito e a diferença foi estatisticamente significativa (p = 0,0016). Não houve diferença significativa na incidência e gravidade de NVPO (p > 0,05) durante as 24 horas de monitoração, porém o número de pacientes que receberam ondansetron para o tratamento de NVPO no Grupo N foi estatística e significativamente maior que o número de pacientes no Grupo S (16 e 6, respectivamente, p < 0,011). Conclusões: Ao final do estudo quando comparamos neostigmina com sugamadex para o antagonismo do bloqueio neuromuscular descobrimos que sugamadex apresentou menor incidência de NVPO na primeira hora de pós-operatório e consumo menor de antiemético em 24 horas de monitoração.
Descritores: Inibidores da Colinesterase/uso terapêutico
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/prevenção & controle
Sugammadex/uso terapêutico
Neostigmina/uso terapêutico
-Método Simples-Cego
Estudos Prospectivos
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-843384
Autor: Amorim, Marco Aurélio Soares; Govêia, Catia Sousa; Magalhães, Edno; Ladeira, Luís Cláudio Araújo; Moreira, Larissa Govêia; Miranda, Denismar Borges de.
Título: Effect of dexmedetomidine in children undergoing general anesthesia with sevoflurane: a meta-analysis / Efeito da dexmedetomidina em crianças submetidas à anestesia geral com sevoflurano
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(2):193-198, Mar.-Apr. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Sevoflurane is often used in pediatric anesthesia and is associated with high incidence of psychomotor agitation. In such cases, dexmedetomidine (DEX) has been used, but its benefit and implications remain uncertain. We assessed the effects of DEX on agitation in children undergoing general anesthesia with sevoflurane. Method: Meta-analysis of randomized clinical and double-blind studies, with children undergoing elective procedures under general anesthesia with sevoflurane, using DEX or placebo. We sought articles in English in PubMed database using the following terms: Dexmedetomidine, sevoflurane (Methyl Ethers/sevoflurante), and agitation (Psychomotor Agitation). Duplicate articles with children who received premedication and used active control were excluded. It was adopted random effects model with DerSimonian-Laird testing and odds ratio (OR) calculation for dichotomous variables, and standardized mean difference for continuous variables, with their respective 95% confidence interval (CI). Results: Of 146 studies identified, 10 were selected totaling 558 patients (282 in DEX group and 276 controls). The use of DEX was considered a protective factor for psychomotor agitation (OR = 0.17; 95% CI 0.13-0.23; p < 0.0001) and nausea and vomiting in PACU (OR = 0.49; 95% CI 0.35-0.68; p < 0.0001). Wake-up time and PACU discharge time were higher in the dexmedetomidine group. There was no difference between groups for extubation time and duration of anesthesia. Conclusion: Dexmedetomidine reduces psychomotor agitation during wake-up time of children undergoing general anesthesia with sevoflurane.

Resumo Justificativa e objetivos: Sevoflurano é frequentemente usado em anestesia pediátrica e está associado à alta incidência de agitação psicomotora ao despertar. Nesses casos a dexmedetomidina (dex) tem sido usada, porém permanecem incertos seus benefícios e suas implicações. Foram avaliados os efeitos da dex sobre a agitação no despertar de crianças submetidas à anestesia geral com sevoflurano. Método: Metanálise de ensaios clínicos randomizados e duplamente encobertos, com crianças submetidas a procedimentos eletivos sob anestesia geral com sevoflurano, que usaram dex ou placebo. Buscaram-se artigos em língua inglesa na base de dados Pubmed com termos como Dexmedetomidine, sevoflurane (Methyl Ethers/sevoflurane) e agitation (Psychomotor Agitation). Artigos duplicados, com crianças que receberam medicação pré-anestésica e que usaram controle ativo foram excluídos. Adotou-se modelo de efeitos aleatórios com testes de DerSimonian-Laird e cálculo de odds ratio (OR) para variáveis dicotômicas e diferença de média padronizada para variáveis contínuas, com seus respectivos intervalos de confiança de 95% (IC). Resultados: Dos 146 estudos identificados, 10 foram selecionados, com 558 pacientes (282 no grupo dex e 276 controles). O uso da dex foi considerado fator de proteção para agitação psicomotora (OR = 0,17; 95% IC 0,13-0,23; p < 0,0001) e para náuseas e vômitos na SRPA (OR = 0,49; 95% IC 0,35-0,68; p < 0,0001). Tempo para despertar e para alta da SRPA foram maiores no grupo dexmedetomidina. Não houve diferença entre os grupos para tempo de extubação e duração da anestesia. Conclusão: A dexmedetomidina reduz a agitação psicomotora no despertar de crianças submetidas à anestesia geral com sevoflurano.
Descritores: Agitação Psicomotora/prevenção & controle
Dexmedetomidina/administração & dosagem
Éteres Metílicos/efeitos adversos
-Agitação Psicomotora/etiologia
Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto
Anestésicos Inalatórios/administração & dosagem
Anestésicos Inalatórios/efeitos adversos
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/prevenção & controle
Dexmedetomidina/farmacologia
Sevoflurano
Hipnóticos e Sedativos/administração & dosagem
Hipnóticos e Sedativos/farmacologia
Anestesia Geral/efeitos adversos
Anestesia Geral/métodos
Éteres Metílicos/administração & dosagem
Limites: Humanos
Criança
Tipo de Publ: Revisão
Metanálise
Responsável: BR1.1 - BIREME


  7 / 66 LILACS  
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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1042006
Autor: Yamada, Léia Alessandra Pinto; Guimarães, Gabriel Magalhães Nunes; Silva, Magda Aparecida Santos; Sousa, Angela Maria; Ashmawi, Hazem Adel.
Título: Development of a multivariable predictive model for postoperative nausea and vomiting after cancer surgery in adults / Desenvolvimento de um modelo preditivo multivariado para náusea e vômito no pós-operatório de cirurgia oncológica em adultos
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(4):342-349, July-Aug. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives Predicting postoperative nausea and vomiting risk is the cornerstone for deciding prophylaxis. Apfel's score does not define how long a person must be abstinent from smoking to be considered a non-smoker, and the use of intraoperative spinal opioids as a risk factor for predicting postoperative nausea and vomiting is also not addressed. The aim of this study was to quantify predicting postoperative nausea and vomiting risk by an ordinal smoking status and the use of intraoperative opioids (systemic or neuraxial), and to develop a new predictive model. Methods Patients scheduled for cancer surgery were prospectively evaluated for predicting postoperative nausea and vomiting in the first 24 h after surgery. Results Of 2014 initially included patients, 185 participants were excluded. Smoking status classification was associated with predicting postoperative nausea and vomiting incidence rates of 14.1%, 18.1%, 24.7%, 29.4% and 33.9% for smokers, patients who stopped smoking up to 1 month prior to surgery, one to 6 months prior, more than 6 months prior or patients who never smoked, respectively, which was significant in the multiple comparisons analysis (adjusted p = 0.015). The multiple comparisons-adjusted hypothesis tests for association with predicting postoperative nausea and vomiting for sex, age, previous predicting postoperative nausea and vomiting, chemotherapy-induced nausea, and ordinal smoking status had p-values of <0.001. The type of surgery (p = 0.04), total fentanyl consumption (p = 0.04), both intraoperative and postoperative, were significant predictors. A new model was developed and showed higher discriminative power than Apfel's score (AUC 67.9% vs. 63.7%, p < 0.001). Conclusion Smoking status showed a significant and linear impact on predicting postoperative nausea and vomiting incidence, and we developed a new model that uses unambiguous smoking and opioid predictors.

Resumo Justificativa e objetivos A previsão do risco de náusea e vômito no pós-operatório é a base para a decisão da profilaxia. O escore de Apfel não define por quanto tempo uma pessoa deve se abster de fumar para ser considerada não fumante, e o uso de opioide espinhal intraoperatório como fator de risco para náusea e vômito também não é abordado. Nosso objetivo foi quantificar o risco de náusea e vômito no pós-operatório por um estado tabagístico ordinal e o uso de opioides intraoperatórios (sistêmicos ou neuraxiais) e desenvolver um novo modelo preditivo. Métodos Pacientes agendados para cirurgia oncológica foram prospectivamente avaliados para náusea e vômito nas primeiras 24 horas após a cirurgia. Resultados De 2.014 pacientes inicialmente incluídos, 185 foram excluídos. A classificação de tabagismo foi associada a taxas de incidência de náusea e vômito no pós-operatório de 14,1%, 18,1%, 24,7%, 29,4% e 33,9% para fumantes, pacientes que pararam de fumar até um mês antes da cirurgia, de um a seis meses antes da cirurgia, mais de seis meses antes da cirurgia ou pacientes que nunca fumaram, respectivamente, o que foi significativo na análise de comparações múltiplas (p = 0,015 ajustado). Os testes de hipóteses foram ajustadas para múltiplas comparações para associação com náusea e vômito no pós-operatório para sexo, idade, náusea e vômito no pós-operatório anterior, náusea induzida por quimioterapia e estado tabagístico ordinal apresentaram valores de p < 0,001. Tipo de cirurgia (p = 0,04), consumo total de fentanil (p = 0,04) e períodos intraoperatório e pós-operatório foram preditivos significativos. Um novo modelo foi desenvolvido e apresentou um poder discriminativo maior do que o escore de Apfel (AUC 67,9% vs. 63,7%, p < 0,001). Conclusão O estado tabagístico mostrou um impacto significativo e linear sobre a incidência de náusea e vômito no pós-operatório e desenvolveu-se um novo modelo que usa preditores não ambíguos de tabagismo e opioides.
Descritores: Náusea e Vômito Pós-Operatórios/epidemiologia
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Modelos Teóricos
Neoplasias/cirurgia
-Fumar/epidemiologia
Fentanila/administração & dosagem
Fatores de Risco
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


  8 / 66 LILACS  
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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-1126654
Autor: Veitía Wilson, Eduardo Carlos; Martínez Leyva, Ludmila; Amable Días, Tatiana; Martínez Romero, Misdrialis; Morales Martínez, Ignasio.
Título: Terapia combinada en la profilaxis de las náuseas y vómitos postoperatorios en cirugía laparoscópica / Combined therapy and prophylaxis in postoperative nausea and vomiting in laparoscopic surgery
Fonte: Rev. cuba. med. mil;48(4):e326, oct.-dic. 2019. tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Las náuseas y vómitos postoperatorios representan un problema frecuente tanto para el paciente como para el médico anestesiólogo. Se estima que la incidencia está en un 25 a 30 por ciento de los pacientes postoperados. Objetivo: Profundizar en los conocimientos relacionados con la terapia combinada en la profilaxis de las náuseas y vómitos postoperatorios. Métodos: Se realizó una revisión de los artículos publicados en las bases de datos Pubmed, Scielo, Medline y Cochrane, relacionados con el tema. Desarrollo: La naturaleza multifactorial de las náuseas y vómitos postoperatorios requiere de un enfoque multimodal para su tratamiento, el cual debe ser profiláctico más que terapéutico, con el objetivo de minimizar el riesgo. No es factible modificar sustancialmente las variables dependientes del paciente y de la intervención quirúrgica, pero se puede influir directamente sobre las anestésicas. En varios estudios se han identificado los diferentes factores de riesgo para náuseas y vómitos postoperatorios y a partir de estos se han desarrollado modelos predictivos que permiten evaluar la probabilidad del evento. Conclusiones: Las náuseas y vómitos postoperatorios constituyen un fenómeno frecuente en el postoperatorio. Para su profilaxis es recomendable el uso de terapias combinadas (antidopaminérgicos, antihistamínicos, anticolinérgicos, antagonistas de la serotonina, esteroides y antagonistas de la neurokinina-1) dado su componente multifactorial. Esta forma de afrontar dicho problema permite disminuir la frecuencia de estos síntomas, las complicaciones postoperatorias y facilitar la recuperación más inmediata del paciente(AU)

ABSTRACT Introduction: Postoperative nausea and vomiting represent a frequent problem for both the patient and the anesthesiologist. It is estimated that the incidence of these are present in 25-30 percent of postoperative patients. Objective: To go deepen in the knowledge related to physiopathology and combination therapy in the prophylaxis of postoperative nausea and vomiting. Method: A bibliographic review was made of the articles published in the Pubmed, Scielo, Medline and Cochrane data bases, related to the topic, belonging to authors dedicated to the study of this problem. Development: The multifactorial nature of postoperative nausea and vomiting requires a multimodal approach to its treatment, which should be prophylactic rather than therapeutic, with the objective of minimizing risk. It is not reasonable to modify the dependent variables of the patient and of the surgical intervention, but it is possible to directly influence the anesthetics. In several studies, the different risk factors for PONV have been identified and, from these, predictive models have been developed to evaluate the probability of the event. Conclusions: postoperative nausea and vomiting are a frequent phenomenon in the postoperative period. For its prophylaxis the use of combination therapies (antidopaminergic, antihistaminic, anticholinergic, serotoninantagonists, steroids and neurokinin-1 antagonists) is recommended, givenits multifactorial component. This way of dealing with this problema allows us to reduce the frequency of these symptoms, postoperative complications and facilitate the patient's most immediate recovery(AU)
Descritores: Complicações Pós-Operatórias/cirurgia
Procedimentos Cirúrgicos Operatórios
Laparoscopia/métodos
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/complicações
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


  9 / 66 LILACS  
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Id: biblio-1119378
Autor: Cordero, Héctor; Juárez, Maritza.
Título: Complicaciones en amigdalectomía con electrodisección y técnica clásica: servicio desconcentrado Hospital Pediátrico Dr. Agustín Zubillaga / Electrodissection and classical tonsillectomy complications: servicio desconcentrado Hospital Pediatrico Dr. Agustin Zubillaga
Fonte: Bol. méd. postgrado;36(1):32-37, jul.2020. tab.
Idioma: es.
Resumo: La amigdalectomía es uno de los procedimientos quirúrgicos más frecuentes en la actualidad especialmente en edad pediátrica. Con el objetivo de determinar las complicaciones en amigdalectomía con electrodisección y técnica clásica en pacientes pediátricos que ingresaron al Servicio Desconcentrado Hospital Pediátrico Dr. Agustín Zubillaga en el año 2017, se realizó un estudio de recolección retrospectiva de datos seleccionando 119 historias clínicas, obteniendo que 73,95% de los casos fueron intervenidos por técnica de electrodisección y 26,05% por técnica clásica. Las principales indicaciones para cirugía fueron amigdalitis a repetición e hipertrofia amigdalina. Para ambas técnicas, el tiempo quirúrgico promedio fue entre 21-40 minutos (44,32% y 48,39%, respectivamente) y la estancia hospitalaria menor de un día en 54,55% y 61,29% de los casos, respectivamente. La principal complicación intraoperatoria reportada fue la hemorragia (29,03% para la técnica clásica y 15,91% para la técnica de electrodisección). Entre las complicaciones postoperatorias, el dolor (63,64%) y la fiebre (60,23%) prevaleció en pacientes operados con electrodisección mientras que en los pacientes con técnica clásica la más frecuente fue la fiebre (61,29%). Con estos resultados, se demuestra que ambas técnicas tienen similar tiempo quirúrgico y estancia hospitalaria, pero difieren en en tipo de complicaciones(AU)

Tonsillectomy is one of the most frequent surgical procedures in our times especially in pediatric age. In order to determine the complications of electrodissection and classical tonsillectomy in pediatric patients who were admitted at the Servicio Desconcentrado Hospital Pediátrico Dr. Agustín Zubillaga in 2017, a review of 119 medical charts was performed. The results show that 73.95% of the cases had electrodissection tonsillectomy and 26.05% had classical tonsillectomy. The main indications for surgery were recurrent tonsillitis (electrodissection: 86.09% and classical: 80.65%) and tonsillar hypertrophy (electrodissection: 60.23% and classical: 35.48%). For both techniques, the mean surgical time was between 21-40 minutes (44.32% and 48.39%, respectively) and the hospital stay was less than one day (54.55% and 61.29%, each). The main intraoperative complication reported was hemorrhage (29.03% for classical versus 15.91% for electrodissection). Among the postoperative complications, pain (63.64%) and fever (60.23%) prevailed in patients with electrodissection tonsillectomy while fever was most frequent in patients with classical tonsillectomy (61.29%). These results show that both techniques have similar surgical time and hospital stay but differ in type of complications(AU)
Descritores: Complicações Pós-Operatórias
Procedimentos Cirúrgicos Operatórios
Tonsilectomia
Tonsilite/cirurgia
-Transtornos de Deglutição
Náusea e Vômito Pós-Operatórios
Hemorragia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pré-Escolar
Criança
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


  10 / 66 LILACS  
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Id: biblio-1113137
Autor: Campos Nicho, Roberto William.
Título: Efectividad del ondansetron + dexametasona vs. metoclopramida + dexametasona en la prevención de naúseas y vómitos postoperatorios en pacientes sometidos a colecistectomía laparascópica / Effectiveness of ondansetron + dexamethasone vs. metoclopramide + dexamethasone in the prevention of postoperative nausea and vomiting in patients undergoing laparoscopic cholecystectomy.
Fonte: Lima; s.n; 2013. 70 p. tab, graf.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Universidad Nacional Mayor de San Marcos. Facultad de Medicina para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: Objetivos: Evaluar la efectividad del uso de ondansetrón + dexametasona vs. metoclopramida + dexametasona en la prevención de náuseas y vómitos en el postoperatorio en pacientes sometidos a colecistectomía laparoscópica en el período comprendido de Octubre a Diciembre del 2012. Material y métodos: Se realizó un estudio descriptivo, comparativo, observacional, transversal. Se revisaron 277 historias clínicas de pacientes ingresados al servicio de Cirugía General del Hospital Nacional Arzobispo Loayza sometidos a Colecistectomía Laparoscópica y que tuvieran sus datos completos consignados en la historia clínica y libro de registro. Resultados: la media de la edad de los varones fue de 45+/-11.8 años y de las mujeres de 44.6+/-11.8 años, siendo la media global de 44.7+/-11.8 años, con una mínima a de 18 años y una máxima de 65 años. El 86 por ciento fueron pacientes mujeres. El 58.5 por ciento de los casos la duración de la cirugía fue de 30 a 59 minutos. Se presentaron náuseas postoperatorios en el 16.6 por ciento de los casos; náuseas y vómitos postoperatorios en el 14.4 por ciento de los casos. El opioide usado con mayor frecuencia fue el remifentanilo en el 51.3 por ciento de los casos. En el 54.2 por ciento de pacientes se usó la combinación dexametasona + ondansetron y en el 45.8 por ciento la combina nación dexametasona + metoclopramida. Conclusiones: La terapia más efectiva para prevenir las náuseas y vómitos postoperatorios en los pacientes de alto riesgo sometidos a colecistectomía laparoscópica fue ondansetrón + dexametasona en comparación de metoclopramida + dexametasona porque se obtuvo menos incidencia y probabilidad (OR) de náuseas.
Descritores: Anestésicos Combinados
Colecistectomia Laparoscópica
Dexametasona/uso terapêutico
Metoclopramida/uso terapêutico
Náusea e Vômito Pós-Operatórios/prevenção & controle
Ondansetron/uso terapêutico
-Estudo Observacional
Relatos de Casos
Limites: Masculino
Feminino
Humanos
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: PE13.1 - Oficina de Biblioteca, Hemeroteca y Centro de Documentación
PE13.1; ME, WO, 375, C24, ej.1. 010000093060; PE13.1; ME, WO, 375, C24, ej.2. 010000093061



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