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Id: lil-762881
Autor: SILVA, Ana Cristina Viana da; APRILE, Lilian Rose Otoboni; DANTAS, Roberto Oliveira.
Título: EFFECT OF GUM CHEWING ON AIR SWALLOWING, SALIVA SWALLOWING AND BELCHING / Efeito da goma de mascar na deglutição de ar, deglutição de saliva e na eructação
Fonte: Arq. gastroenterol;52(3):190-194, July-Sep. 2015. tab, ilus.
Idioma: en.
Resumo: BackgroundEructation is a physiologic event which allows gastric venting of swallowed air and most of the time is not perceived as a symptom. This is called gastric belching. Supragastric belching occurs when swallowed air does not reach the stomach and returns by mouth a short time after swallowing. This situation may cause discomfort, life limitations and problems in daily life.ObjectiveOur objective in this investigation was to evaluate if gum chewing increases the frequency of gastric and/or supragastric belches.MethodsEsophageal transit of liquid and gas was evaluated by impedance measurement in 16 patients with complaint of troublesome belching and in 15 controls. The Rome III criteria were used in the diagnosis of troublesome belching. The esophageal transit of liquid and gas was measured at 5 cm, 10 cm, 15 cm and 20 cm from the lower esophageal sphincter. The subjects were evaluated for 1 hour which was divided into three 20-minute periods: (1) while sitting for a 20-minute base period; (2) after the ingestion of yogurt (200 mL, 190 kcal), in which the subjects were evaluated while chewing or not chewing gum; (3) final 20-minute period in which the subjects then inverted the task of chewing or not chewing gum. In gastric belch, the air flowed from the stomach through the esophagus in oral direction and in supragastric belch the air entered the esophagus rapidly from proximal and was expulsed almost immediately in oral direction. Air swallows were characterized by an increase of at least 50% of basal impedance and saliva swallow by a decrease of at least 50% of basal impedance, that progress from proximal to distal esophagus.ResultsIn base period, air swallowing was more frequent in patients than in controls and saliva swallowing was more frequent in controls than in patients. There was no difference between the medians of controls and patients in the number of gastric belches and supragastric belches. In six patients, supragastric belches were seen at least once during the 20-minute base period. None of the controls had supragastric belches. In the control group, the ingestion of yogurt caused no significant alteration in the number of air swallows, saliva swallows, gastric belches and supragastric belches. In the patient group, there was an increase in the number of air swallows. If the subjects were chewing gum during this 20-minute period, there was an increase in the number of saliva swallows in both groups, without alterations of the number of air swallow, gastric belches and supragastric belches. There was no alteration in the number of the saliva swallows, air swallows, gastric belches and supragastric belches in both groups for subjects who did not chew gum in the 20-40 minute period after yogurt ingestion. When the subjects were chewing the gum, there was an increase in saliva swallows in the control and patients groups and in air swallows in the patients group.ConclusionGum chewing causes an increase in saliva swallowing in both patients with excessive belching and in controls, and an increase in air swallowing in patients with excessive belching 20 minutes after yogurt ingestion. Gum chewing did not increase or decrease the frequency of gastric or supragastric belches.

ContextoEructação é um evento fisiológico que permite a eliminação de gás presente no estômago, geralmente não percebida como sintoma, situação identificada como eructação gástrica. Eructação supragástrica ocorre quando o ar deglutido não vai ao estômago, mas retorna do esôfago imediatamente após ser deglutido; situação que causa desconforto e limitações ao paciente.ObjetivoO objetivo desta investigação foi avaliar se goma de mascar aumenta a frequência de eructação gástrica e/ou supragástrica.MétodosO trânsito de líquido e gás foi avaliado por impedância in 16 pacientes com queixas de eructação excessiva e 15 controles. O diagnóstico de eructação excessiva foi feito tendo em consideração os critérios descritos no Roma III. O trânsito pelo esôfago foi medido por sensores de impedância localizados a 5 cm, 10 cm, 15 cm e 20 cm do esfíncter inferior do esôfago. Os indivíduos foram avaliados sentados em uma cadeira durante um período basal de 20 minutos, outro período de 20 minutos após a ingestão de iogurte (200 mL, 190 kcal), mastigando ou não goma de mascar, e em outro período por mais 20 minutos no qual invertiam o fato de mastigarem ou não goma de mascar. Na eructação gástrica o ar vinha do estômago em direção proximal, e na eructação supragástrica o ar entrou no esôfago e foi imediatamente eliminado em direção proximal. A deglutição de ar foi caracterizada pelo aumento em pelo menos 50% do valor da impedância e a deglutição de saliva pela diminuição em pelo menos 50% do valor da impedância, que progredia da parte proximal do esôfago para a parte distal.ResultadosNo período basal a deglutição de ar foi mais frequente nos pacientes do que nos controles, e a deglutição de saliva mais frequente nos controles do que nos pacientes. Não houve diferenças na mediana entre os resultados de controles e pacientes no número de eructações gástricas e supragástricas. Em seis pacientes ocorreram eructações supragástricas, o que não aconteceu em nenhum controle. Entre os controles a ingestão de iogurte não alterou a frequência de deglutição de ar, deglutição de saliva, eructações gástricas e eructações supragástricas. No grupo de pacientes houve aumento da deglutição de ar. Mastigar a goma durante este período causou aumento da deglutição de saliva, nos dois grupos, sem alterações na frequência de deglutição de ar, eructação gástrica e eructação supragástrica. No período entre 20 e 40 minutos após a ingestão do iogurte, se a pessoa não mascava a goma, não havia mudança na frequência de deglutição de saliva, deglutição de ar, eructações gástricas e eructações supragástricas. Quando a pessoa mascava a goma, houve aumento da deglutição de saliva nos dois grupos e de deglutição de ar no grupo de pacientes.ConclusãoGoma de mascar causa aumento da deglutição de saliva em pacientes com eructações excessivas e controles, e aumento da deglutição de ar em pacientes 20 minutos após a ingestão de iogurte. Goma de mascar não aumenta ou diminui a frequência de eructação gástrica ou eructação supragástrica.
Descritores: Aerofagia/etiologia
Goma de Mascar/efeitos adversos
Eructação/etiologia
Saliva
-Estudos de Casos e Controles
Deglutição
Esôfago/fisiopatologia
Mastigação
Limites: Adulto
Feminino
Seres Humanos
Masculino
Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-679162
Autor: Arquivos de Gastroenterologia; SILVA, Ana Cristina Viana da; APRILE, Lilian Rose Otoboni; DANTAS, Roberto Oliveira.
Título: Esophageal motliity in troublesome bllching / Motilidade do esofago de pacientes com eructacao supragastrica
Fonte: Arq. gastroenterol;50(2):107-110, abr. 2013. tab.
Idioma: en.
Resumo: Context Supragastric belches are the main determinants of troublesome belching symptoms. In supragastric belches, air is rapidly brought into the esophagus and is immediately followed by a rapid expulsion before it has reached the stomach. Objective To evaluate the esophageal contraction and transit after wet swallows in patients with troublesome belching. Methods Esophageal contraction and transit were evaluated in 16 patients with troublesome belching and 15 controls. They were measured at 5, 10, 15, and 20 cm from the lower esophageal sphincter (LES) by a solid state manometric and impedance catheter. Each subject swallowed five 5 mL boluses of saline. Results The amplitude, duration and area under the curve of contractions were similar in patients with troublesome belching and control subjects. The total esophageal bolus transit time was 6.2 (1.8) s in patients with troublesome belching and 6.1 (2.3) s in controls (P = 0.55). The bolus presence time was longer in controls than in patients at 5 cm from the LES [controls: 6.0 (1.1) s, patients: 4.9 (1.2) s, P = 0.04], without differences at 10, 15 and 20 cm from the LES. The bolus head advanced time was longer in patients than controls from 20 cm to 15 cm [controls: 0.1 (0.1) s, patients: 0.7(0.8)s, P = 0.01] and from 15 cm to 10 cm [controls: 0.3 (0.1) s, patients: 1.6 (2.6) s, P = 0.01] of the LES, without difference from 10 cm to 5 cm [controls: 0.7 (0.3) s, patients: 1.0 (1.1) s, P = 0.37]. There was no difference in segment transit time. Conclusion There was no difference in esophageal contractions between patients with troublesome belching and controls. The swallowed bolus went slower into the proximal and middle esophageal body in patients than in control, but cross the distal esophageal body faster in patients than in controls. .

Contexto Na eructação esofágica o ar é rapidamente trazido para o esôfago, fato imediatamente seguido pela rápida expulsão, antes de ter atingido o estômago. Objetivo Avaliar a contração e o trânsito pelo esôfago após deglutições líquidas em pacientes com eructações excessivas. Métodos Contração do esôfago e o trânsito foram avaliados em 16 pacientes com eructações excessivas e 15 controles. Elas foram medidas a 5, 10, 15 e 20 cm do esfíncter inferior do esôfago (EIE) por um cateter em estado sólido de manometria e impedância. Cada indivíduo deglutiu cinco vezes 5 mL de salina. Resultados A amplitude, duração e área sob a curva das contrações foram similares em pacientes com eructação e controles. O tempo total de trânsito esofágico foi de 6,2 (1,8) s em pacientes com eructação e 6,1 (2,3) s em controles (P = 0,55). O tempo de presença de bolus foi mais longo nos controles do que nos pacientes a 5 cm do EIE [controles: 6.0 (1.1) s, pacientes: 4.9 (1.2) s, P = 0,04], sem diferenças a 10, 15 e 20 cm do EIE. O tempo de avanço da cabeça bolo foi mais longo em pacientes do que nos controles, de 20 cm a 15 cm [controles: 0,1 (0,1) s, pacientes: 0,7 (0,8) s, P = 0,01] e de 15 cm a 10 cm [controles: 0,3 (0,1) s, pacientes: 1.6 (2.6) s, P = 0,01] do corpo esofágico, sem diferença de 10 cm a 5 cm [controles: 0,7 (0,3) s, de pacientes: 1.0 (1.1) s, P = 0,37]. Não houve diferença no tempo de trânsito segmentar. Conclusão Não houve diferença nas contrações do esôfago entre pacientes com eructação excessiva e controles. O bolo líquido deglutido teve propagação ...
Descritores: Eructação/fisiopatologia
Esôfago/fisiopatologia
Peristaltismo/fisiologia
-Estudos de Casos e Controles
Impedância Elétrica
Manometria
Limites: Adulto
Feminino
Seres Humanos
Masculino
Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-296043
Autor: Accatino L., Luigi.
Título: Meteorismo crónico: manejo práctico / Chronic meteorism: management
Fonte: Gastroenterol. latinoam;12(2):153-6, jul. 2001.
Idioma: es.
Conferência: Apresentado em: Curso de Avances en Gastroenterología, 22, Santiago de Chile, 6-7 jul. 2001.
Descritores: Eructação/tratamento farmacológico
Flatulência/tratamento farmacológico
-Constipação Intestinal/complicações
Eructação/fisiopatologia
Flatulência/fisiopatologia
Comportamento Alimentar
Limites: Seres Humanos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-201686
Autor: Machado, Nilton Carlos.
Título: Avaliaçäo da fermentaçäo intestinal pelo teste de hidrogênio expirado após a ingestäo de frutas / Avaliation of intestinal fermentation by the expired hydrogen after ingestion of fruits.
Fonte: Botucatu; s.n; 1994. 154 p. ilus, tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Estadual Paulista \"Júlio de Mesquita Filho\" para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: A ciência da nutriçäo tem dado, recentemente, grande ênfase à relaçäo entre dieta e prevençäo de doenças, destacando o valor do consumo de alimentos com quantidade adequada de fibra alimentar (FA) e amido a partir de cereais integrais, hortaliças e frutas. As frutas säo importante fonte de FA, principalmente a solúvel que é potencialmente fermentável. Além disso, as frutas contêm outros carboidratos que podem näo ser absorvidos, como parcela de amido, sorbitol, excesso de frutose em relaçäo à glicose, e que poderäo ser fermentados. Como os produtos da fermentaçäo intestinal de diversas frutas mediante o Teste de Hidrogênio Expirado (THE). Também foram avaliados os sintomas produzidos durante as provas. Foram avaliados sete voluntários adultos, hígidos e produtores de H2 após ingestäo de 25 g de lactulose. Realizaram-se 129 provas, com tempo máximo de 30 minutos para a Refeiçäo Teste (TRT), com 14 frutas "in natura" (500 gramas) e 6 frutas secas, com quantidades variáveis (90 a 250 gramas). Também foram realizadas provas com os açúcares sacarose, frutose e glicose, presentes nas frutas, sendo que este último serviu para avaliar a ausência de síndrome de supercrescimento bacteriano no intestino delgado. O THE foi realizado após jejum noturno de 12 ñ 3 horas e desde que as amostras do jejum näo ultrapassem 10 ppm. Foi utilizada a técnica de coleta do ar expirado final, 30, 60 minutos após o final da Resfeiçäo Teste e a seguir cada hora até 8 horas de estudo. As amostras foram analisadas por cromatografia gasosa. Definiu-se Tempo de Trânsito Boca-Ceco (TTBC) como o momento no qual se detectou elevaçäo de 10 ppm acima do valor basal de H2 ( H2ppm). As provas com TTBC estabelecendo foram consideradas provas positivas. Foram analisadas ainda as viariáveis: valor máximo do H2 obtido ( H2PICO) e o seu tempo (TPICO); soma dos valores do H2 (soma de todos os valores -STV); soma dos valores antes e após o TTBC (SV Pré-TTBC e SV Pós-TTBC), e a área sob a curva total (ASC TOTAL) e as áreas antes e após o TTBC (ASC Pré-TTBC e ASC Pós-TTBC). Consideraram-se 3 grupos de sintomas: os mais relacionados com a ingestäo (Plenitude pós-prandial, náusea, eructaçäo), aqueles com a fermentaçäo (Borborigmo, Flatulência e Evacuaçöes Amolecidas) e com ambas as situaçöes (Dor e Distensäo Abdominal). A avaliaçäo dos sintomas foi feita mediante questionário e analisada por indivíduo, fruta e subgrupo de sintomas.
Descritores: Ingestão de Alimentos
Fermentação/fisiologia
Frutas
Hidrogênio
Intestinos/metabolismo
-Dor Abdominal
Cromatografia Gasosa
Carboidratos da Dieta
Fibras na Dieta
Eructação
Evacuação
Flatulência
Frutose
Teste de Tolerância a Glucose
Lactose
Teste de Tolerância a Lactose
Náusea
Sacarose
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Responsável: BR33.1 - Divisão Técnica de Biblioteca e Documentação
BR33.1



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