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Id: biblio-1151190
Autor: Araújo, Wattusy Estefane Cunha de; Barbosa, Aurélio de Melo.
Título: Eficácia e segurança da Teriparatida comparada aos bifosfonados orais e Raloxifeno para prevenção de fraturas em osteoporose: revisão rápida de evidências / Effectiveness, safety and cost-effectiveness of Teriparatide compared to oral biposphonates or Raloxifene for osteoporotic fracture prevention: rapid review of evidence
Fonte: Rev. Cient. Esc. Estadual Saúde Pública de Goiás Cândido Santiago;7:7000033, 2021. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: Tecnologia: Teriparatida, comparada a bifosfonados orais ou Raloxifeno. Indicação: prevenção de fraturas em pessoas com osteoporose. Pergunta: A Teriparatida é mais eficaz e segura que os bifosfonados orais ou o Raloxifeno para tratamento da osteoporose e prevenção de fraturas secundárias à osteoporose? Métodos: Levantamento bibliográfico foi realizado na base de dados PUBMED, seguindo estratégias de buscas predefinidas. Foi feita avaliação da qualidade metodológica das revisões sistemáticas com a ferramenta Assessing the Methodological Quality of Systematic Reviews version 2 (AMSTAR-2). Resultados: Foram selecionadas 2 revisões sistemáticas, que atendiam aos critérios de inclusão. Conclusão: Para a população em geral com osteoporose, a Teriparatida evita mais fraturas vertebrais que o Alendronato de sódio ou Risedronato de sódio, mas efeito similar para fraturas não vertebrais. Teriparatida previne mais fraturas vertebrais e não vertebrais que Raloxifeno. Teriparatida tem maior efeito sobre a massa óssea corporal que o Risedronato de sódio e o Raloxifeno, mas tem efeito similar ao Alendronato de sódio. Na população masculina com osteoporose, a terapia com bifosfonados orais é mais eficaz que suplementação nutricional ou placebo para prevenir fraturas. Já o tratamento com Teriparatida não é mais eficaz que a suplementação nutricional ou placebo

Teriparatide compared to oral bisphosphonates or Raloxifene. Indication: prevention of fractures in people with osteoporosis. Question: Is Teriparatide more effective and safer than oral bisphosphonates or Raloxifene for treating osteoporosis and preventing fractures secondary to osteoporosis? Methods: Bibliographic survey was carried out in the PUBMED database, following predefined search strategies. Evaluation of the methodological quality of systematic reviews was carried out using the tool Assessing the Methodological Quality of Systematic Reviews version 2 (AMSTAR-2). Results: Two systematic reviews were selected, which met the inclusion criteria. Conclusion: For the general population with osteoporosis, Teriparatide prevents more vertebral fractures than Alendronate or Risedronate sodium, but has similar effect for non-vertebral fractures. Teriparatide prevents more vertebral and non-vertebral fractures than Raloxifene. Teriparatide has a greater effect on body bone mass than Risedronate sodium and Raloxifene, but it has a similar effect to Alendronate sodium. In the male population with osteoporosis, oral bisphosphonates is more effective than nutritional supplementation or placebo to prevent fractures. Treatment with teriparatide is no more effective than nutritional supplementation or placebo
Descritores: Teriparatida/uso terapêutico
Cloridrato de Raloxifeno/uso terapêutico
Difosfonatos/uso terapêutico
Fraturas por Osteoporose/tratamento farmacológico
-Eficácia
Fraturas da Coluna Vertebral/tratamento farmacológico
Alendronato/uso terapêutico
Medicina Baseada em Evidências
Ácido Risedrônico/uso terapêutico
Denosumab/uso terapêutico
Fraturas do Quadril/tratamento farmacológico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Revisão Sistemática
Responsável: BR1759.1 - Biblioteca Professora Ena Galvão


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Id: biblio-1149677
Autor: Brance, M. L; Cóccaro, N; Pastor, M; Larroudé, M.
Título: Fracturas vertebrales: evaluación, diagnóstico y tratamiento: Revisión del tema / Vertebral fractures: evaluation, diagnosis and treatment: Review
Fonte: Rev. argent. reumatolg. (En línea);31(3):57-67, set. 2020. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Las fracturas vertebrales son una de las fracturas más comunes relacionadas a la fragilidad ósea y son causa de morbilidad importante. Sin embargo la epidemiología de las fracturas vertebrales difiere de las fracturas osteoporóticas en otros sitios esqueléticos, ya que solo una tercera parte de las fracturas vertebrales son reconocidas clínicamente y detectadas al realizar una metodología de imagen apropiada, ya que un alto porcentaje presenta FV asintomáticas, las cuales no son detectadas hasta realizar una radiografía simple de columna dorso-lumbar. Por otro lado la identificación de una fractura vertebral como aguda o crónica, benigna o maligna, hace que el médico tratante presente diferentes estrategias terapéuticas. El objetivo de este artículo de revisión es dar al lector información sobre la epidemiología, los costos, los tipos de fracturas vertebrales, que ocurre con las fracturas vertebrales en las enfermedades reumatológicas, como realizar una evaluación radiográfica de las fracturas vertebrales, la identificación acorde a las diferentes metodologías por imagen, y como es el tratamiento adecuado de las mismas.

Vertebral fractures are one of the most common fractures associated with skeletal fragility and can cause as much morbidity. However, the epidemiology of vertebral fractures differs from that of osteoporotic fractures at other skeletal sites in important ways, largely because only one-third of vertebral fractures are recognized clinically at the time of their occurrence and they require lateral spine imaging to be recognized. In otherwise the identification of vertebral fractures as acute or chronic, benign or malignant, is important for the physician to apply the more appropriate treatment. The objective of this paper is review points as epidemiology, cost, types of vertebral fractures, what happens in rheumatological diseases, the importance of different imaging technique, and review the more appropriate treatment.
Descritores: Fraturas da Coluna Vertebral
-Coluna Vertebral
Terapêutica
Diagnóstico
Fraturas Ósseas
Fraturas por Osteoporose
Limites: Humanos
Responsável: AR423.1 - Biblioteca


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-843385
Autor: Balkarlı, Hüseyin; Kılıç, Mesut; Öztürk, İbrahim.
Título: Neuraxial anesthesia after local anesthesia for management of percutaneous vertebroplasty complication during vertebroplasty / Bloqueio neuroaxial após anestesia local para manejo de complicação de vertebroplastia percutânea durante vertebroplastia
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(2):205-209, Mar.-Apr. 2017. graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Percutaneous vertebroplasty is a relatively safe, simple and commonly performed interventional procedure for the management of vertebral compression fractures. However, serious complications are rarely reported in the procedure. Those are pulmonary embolism, severe infection, paraplegia and an occurrence of a new fracture in an adjacent vertebra after vertebroplasty. Acute complications are generally associated with the procedure. We present the case of neuraxial anesthesia, developed after local anesthesia with 8 mL of 2% prilocaine, in a 68-year-old woman who underwent percutaneous vertebroplasty after an osteoporotic collapsed fracture in the L1 vertebra due to trauma. To our knowledge, this is the first case in the literature.

Resumo Vertebroplastia percutânea é um procedimento intervencionista relativamente seguro, simples e comumente feito para tratar fraturas por compressão vertebral. No entanto, as complicações graves relacionadas ao procedimento são raramente relatadas, incluindo embolia pulmonar, infecção grave, paraplegia e a ocorrência de uma nova fratura em vértebra adjacente após a vertebroplastia. Complicações agudas são geralmente associadas ao procedimento. Apresentamos o caso de bloqueio neuroaxial, feito após anestesia local com 8 mL de prilocaína a 2%, em uma mulher de 68 anos, submetida à vertebroplastia percutânea após fratura osteoporótica na vértebra L1 devido a trauma. De acordo com nossa pesquisa, este é o primeiro caso na literatura.
Descritores: Fraturas da Coluna Vertebral/cirurgia
Vertebroplastia/efeitos adversos
Fraturas por Osteoporose/cirurgia
Complicações Intraoperatórias/etiologia
Anestesia por Condução
Anestesia Local
Vértebras Lombares/lesões
-Vertebroplastia/métodos
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1119458
Autor: Leal, Sarah da Rocha; Formiga, Laura Maria Feitosa; Leal, Loisláyne Barros; Martírios, Daniel da Silva Santos; Moura, Érika Martins de; Silva, Francisca Thamilis Pereira da; Sousa, Gleicy Flavy Moura; Bezerra, Keyla Maria Rodrigues.
Título: Caracterização de mulheres sobre os fatores de risco para osteoporose / Description of women on the risk factors for osteoporosis
Fonte: Rev. Salusvita (Online);39(1):53-65, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo: Caracterizar mulheres do interior do Piauí sobre os fatores de risco para a osteoporose. Método: Estudo transversal, descritivo, de abordagem quantitativa realizado com 90 mulheres, entre junho de 2018 a junho de 2019, com dados coletados através de formulário adaptado da ferramenta Fracture Risk Assessement Tool e análise descritiva dos dados. Resultados: O intervalo etário variou de 40 e prevalecendo pessoas com ensino fundamental incompleto (27,8%), com renda entre 1 a 2 salários Mínimos (41,1%). Dentre os fatores de risco para osteoporose destacou-se histórico familiar (37,8%), menopausa precoce (38,9%), frequência de fraturas após quedas (33,3%), sedentarismo (47,8%), uso de corticoides (62,2%), dentre outros. Conclusão: O estudo corrobora com conhecimentos sobre a doença que acomete sobretudo mulheres idosas e na idade adulta, vinculando conhecimento a esse público. Aos profissionais de saúde corrobora com informações que ocasionam melhorias de suas práticas assistenciais.

Objective: To characterize women from the interior of Piauí about risk factors for osteoporosis. Method: Cross-sectional, descriptive, quantitative approach study conducted with 90 women, from June 2018 to June 2019, with data collected through a form adapted from the Fracture Risk Assessement Tool and descriptive data analysis. Results: The age range ranged from 40 to 79 years, prevailing people with incomplete elementary school (27.8%), with income between 1 and 2 minimum wages (41.1%). Among the risk factors for osteoporosis were family history (37.8%), early menopause (38.9%), fracture frequency after falls (33.3%), sedentary lifestyle (47.8%), use of corticosteroids (62.2%), among others. Conclusion: The study corroborates with knowledge about the disease that affects mainly elderly and adult women, linking knowledge to this public. Health professionals corroborate information that causes improvements in their care practices
Descritores: Fraturas por Osteoporose
-Osteoporose
Saúde da Mulher
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Estudo Comparativo
Responsável: BR36.1 - Biblioteca


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Id: biblio-1087547
Autor: Mastaglia, Silvina Rosana.
Título: Osteosarcopenia y riesgo de fracturas osteopóroticas / Osteosarcopenia and risk osteoforotic fractures
Fonte: Salud(i)ciencia (Impresa) = Salud(i)ciencia (En linea);22(5):457-457, mayo-jun. 2017.
Idioma: es.
Descritores: Osteoporose
Acidentes por Quedas
Fraturas por Osteoporose
Responsável: AR392.1 - Biblioteca


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Id: biblio-1129698
Autor: Kitaigrodsky, Ariela Verónica; Marciano, Sebastián; Jiménez, Graciela Beatriz; Diehl, María; Plantalech, Luisa.
Título: Hipofosfatasemia crónica persistente de causa no determinada y su repercusión músculo-esquelética / Persistent hypophosphatasemia and its musculoskeletal repercussion
Fonte: Actual. osteol;16(2):[104]-[115], mayo.-ago. 2020. graf, tab.
Idioma: es.
Resumo: La fosfatasa alcalina baja o hipofosfatasemia, ya sea debida a causas genéticas (hipofosfatasia) o secundarias, presenta correlato clínico. Nuestro objetivo es estimar la prevalencia de hipofosfatasemia crónica persistente y describir sus hallazgos osteometabólicos. Se realizó una búsqueda electrónica de afiliados adultos al Hospital Italiano de Buenos Aires, entre 2013 y 2017, con al menos 2 determinaciones de fosfatasa alcalina igual a 30 UI/l o menor y ninguna mayor de 30 UI/l (rango de referencia 30-100 UI/l). Se excluyeron aquellos con causas secundarias diagnosticadas y se analizaron los correlatos clínico y bioquímico. Se detectó hipofosfatasemia crónica persistente en 78 de 105.925, 0,07% (0,06-0,09) de los afiliados. Solo uno fue excluido por tener causa secundaria. Eran 61,1% mujeres de 44 (34-56) años, fosfatasa alcalina 24 (20-27) UI/L, fosfatemia 4,1 (3,8-4,6) mg/dl. Se observaron osteoartritis, calcificaciones vasculares y fracturas, menos frecuentemente litiasis renal, calcificación del ligamento longitudinal común anterior, pérdida dental y convulsiones. El 63,6% tenían al menos una de las características clínico-radiológicas evaluadas, pero en solo 5,2% fue mencionado el diagnóstico de hipofosfatasemia en la historia clínica. La densitometría evidenció algún grado de afección (osteopenia u osteoporosis) en 76,2%. Se constataron 19 fracturas, con predominio en radio. La prevalencia de hipofosfatasemia fue similar a lo previamente reportado. El reconocimiento fue bajo; sin embargo, se observaron variadas manifestaciones músculo-esqueléticas, similares a las descriptas en la hipofosfatasia del adulto, por lo cual ­ante una hipofosfatasemia sin causa secundaria­ se sugiere considerar este diagnóstico. (AU)

Low alkaline phosphatase (ALP) or hypophosphatasemia either due to genetic (hypophosphatasia) or secondary causes, presents a clinical correlate. Our objectives are to estimate the prevalence of persistent hypophosphatasemia and to describe the clinical findings. We performed a search using the electronic medical records of the members of the Hospital Italiano de Buenos Aires health care system, between 2013 and 2017. Adult members with ≥ 2 ALP ≤ 30 IU/l, no ALP >30 IU/l (normal range 30-100 UI/l) and without diagnosed secondary causes were analyzed. Persistent hypophosphatasemia was detected in 78 of 105.925, 0.07% (0.06-0.09) of members. Only one was excluded due to a secondary cause, 61.1% were women, 44 (34-56) year-old, ALP 24 (20-27) IU/l and phosphatemia 4.1 (3.8-4.6) mg/dl. Osteoarthritis, vascular calcifications and fractures were detected, and nephrolithiasis, DISH (Diffuse idiopathic skeletal hyperostosis), tooth loss, and seizures were less frequently observed. At least one of the mentioned characteristics were present in 63.6 %, but only 5.2% had hypophosphatasemia registered in their clinical record. Densitometry showed osteopenia or osteoporosis in 76.2%. There were 19 fractures, most of them in radius. The prevalence of hypophosphatasemia was similar to what has been previously reported. Hypophosphatasemia finding in medical records was low, but far from being asymptomatic, clinical manifestations were observed. In the presence of hypophosphatasemia without a secondary cause, adult hypophosphatasia should be uspected. (AU)
Descritores: Músculo Esquelético/patologia
Hipofosfatasia/etiologia
-Osteoporose/etiologia
Doenças Ósseas Metabólicas/etiologia
Densidade Óssea
Prevalência
Estudos Transversais
Hipofosfatemia/diagnóstico
Hipofosfatemia/etiologia
Difosfonatos/uso terapêutico
Fosfatase Alcalina/deficiência
Fosfatase Alcalina/fisiologia
Fosfatase Alcalina/sangue
Fraturas por Osteoporose/etiologia
Hipofosfatasia/diagnóstico
Hipofosfatasia/genética
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: AR2.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-990948
Autor: Medina-Orjuela, Adriana; Rosero-Olarte, Óscar; Rueda-Plata, Pedro Nel; Sánchez-Escobar, Fabio; Chalem-Choueka, Monique; González-Reyes, Miguel Ángel; Román-González, Alejandro; Terront-Lozano, Alexandra; Páez-Talero, Amanda; Rueda-Beltz, Camilo; Builes-Barrera, Carlos Alfonso; Pérez-Niño, Carlos Augusto; Fernández-Ávila, Daniel G; Vásquez-Awad, David; González-Devia, Deyanira; Pinilla-Pabón, Edgar; Reina-Valdivieso, Eduardo Antonio; Vásquez-Mejía, Esdras Martín; Vargas-Grajales, Francisco Iván; Linares-Restrepo, Francisco; Altamar-Canales, Geraldine; Molina-Uribe, Gustavo Adolfo; Pineda-Acero, Gustavo Adolfo; Arenas-Quintero, Henry Mauricio; Vélez-Patino, Jorge Augusto; Molina-Restrepo, José Fernando; Jaller-Raad, Juan José; Londoño-Gutiérrez, Ricardo.
Título: II Consenso Colombiano para el Manejo de la Osteoporosis Posmenopáusica / Second Colombian Consensus on the Management of Post-menopausal Osteoporosis: 2017 Update
Fonte: Rev. colomb. reumatol;25(3):184-210, jul.-set. 2018. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Resumen La Asociación Colombiana de Osteoporosis y Metabolismo Mineral se reunió a principios de 2017 para actualizar el Consenso Colombiano de Osteoporosis, elaborado por primera vez en 2005, un paso que se consideró necesario en vista del subdiagnóstico de esta enfermedad, el impacto esperado del envejecimiento poblacional y los cambios en el tratamiento farmacológico que ha habido desde entonces. Se seleccionó un equipo técnico con especialistas de múltiples áreas y amplia trayectoria, repartidos en 4 grupos de trabajo: definición y epidemiología, diagnóstico, tratamiento farmacológico y medidas no farmacológicas. Luego de una revisión de la literatura científica, en reuniones de trabajo se generaron las definiciones y recomendaciones que se resumen en este documento.

Abstract The Colombian Osteoporosis and Mineral Metabolism Association met in early 2017 to update the Colombian Consensus on Osteoporosis. This was first issued in 2005, and is seen as a necessary step in view of the underdiagnosed status of this disease, and the expected impact of population ageing. A technical team was formed with specialists with long experience across multiple disciplines, who were assigned to four working groups: definitions and epidemiology, diagnosis, pharmacological treatment, and non-pharmacological treatment. After a scientific literature review and a series of meetings, the definitions and recommendations are summarised in this article.
Descritores: Osteoporose Pós-Menopausa
-Doenças Ósseas Metabólicas
Densidade Óssea
Guia de Prática Clínica
Fraturas por Osteoporose
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CO356.9


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Id: biblio-1118551
Autor: Barbosa, Aurélio de Melo; Hércules, Adib Jose.
Título: Eficácia e segurança do denosumabe comparado aos bifosfonados orais para tratamento de osteoporose e prevenção de fraturas: revisão rápida de evidências / Effectiveness, safety and cost-effectiveness of denosumab compared to oral biposphonates for treating osteoporosis and fracture prevention: rapid review of evidence
Fonte: Rev. Cient. Esc. Estadual Saúde Pública Goiás "Cândido Santiago";6(2):60001, 2020. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Tecnologia: Denosumabe e bifosfonados. Indicação: tratamento de osteoporose para prevenção de fraturas. Pergunta: O denosumabe é mais eficaz e seguro que os bifosfonados orais para tratamento da osteoporose e prevenção de fraturas secundárias à osteoporose? Métodos: Levantamento bibliográfico realizado na PUBMED seguindo estratégia de busca predefinida. Avaliação da qualidade metodológica das revisões sistemáticas com a ferramenta AMSTAR (Assessing the Methodological Quality of Systematic Reviews). Resultados: Foram selecionadas e incluídas 3 revisões sistemáticas, com pontuação de 9 a 11 no AMSTAR. Conclusão: Denosumabe tem menor risco relativo que alendronato e risedronato de sódio para fraturas vertebrais e maior efeito sobre densidade óssea mineral femoral, com risco similar de outros tipos de fratura e eventos adversos (infecções, transtornos cardiovasculares, óbito por infecção, morte cardiovascular ou por qualquer causa). Denosumabe evita 0,00154 fraturas, previne 0,00025 institucionalizações (ou cuidados permanentes de enfermagem no domicílio) e promove um ganho de 0,0018 anos de vida a mais que o alendronato de sódio por paciente tratado. Denosumabe é um pouco mais eficaz e tão seguro quanto os bifosfonados, mas a diferença de eficácia é mínima

Technology: Denosumab and bisphosphonates. Indication: osteoporosis treatment for fracture prevention. Question: Denosumab is more effective and safer than oral bisphosphonates for treating osteoporosis and preventing fractures related to osteoporosis? Methods: Bibliographic search was performed on PUBMED, following predefined search strategies. Evaluation of the methodological quality of systematic reviews was carried out using the AMSTAR (Assessing the Methodological Quality of Systematic Reviews) tool. Results: We selected and included 3 systematic reviews. Their scores ranged from 9 to 11 on AMSTAR. Conclusion: Denosumab has a lower relative risk than sodium alendronate and risedronate for vertebral fractures and greater effect on femoral mineral bone density, with a similar risk for non-vertebral fractures and adverse events (infections, cardiovascular disorders, death caused by infection, cardiovascular death or any cause mortality). Denosumab avoids 0.00154 fractures, prevents 0.00025 nursing home/ residential care admissions and get 0.0018 years of life gained per treated patient more than sodium alendronate. Denosumab is slightly more effective and as safe as bisphosphonates, but the effectiveness difference is minimal
Descritores: Osteoporose/tratamento farmacológico
Alendronato/uso terapêutico
Conservadores da Densidade Óssea/uso terapêutico
Fraturas por Osteoporose/prevenção & controle
Ácido Risedrônico/uso terapêutico
Denosumab/uso terapêutico
-Resultado do Tratamento
Alendronato/efeitos adversos
Medicina Baseada em Evidências
Ácido Risedrônico/efeitos adversos
Denosumab/efeitos adversos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Revisão
Responsável: BR1759.1 - Biblioteca Professora Ena Galvão


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Id: biblio-1118788
Autor: Seijo, Mariana; Oliveri, Beatriz; Deferrari, Juan Mariano; Casco, Cristina; Zeni, Susana Noemí.
Título: Marcadores de formación y resorción ósea y su utilidad para determinar el final del periodo de aposición ósea / Bone formation and resorption markers to evaluate the end of bone apposition
Fonte: Actual. osteol;13(1):28-36, Ene - Abr. 2017. tab.
Idioma: es.
Resumo: El pico de masa ósea (PMO) se alcanza entre los 20 y 35 años, pero la aposición ósea continúa hasta alcanzar el pico de fortaleza ósea (PFO). Se crea así una ventana entre ambos picos que podría ser evaluada mediante marcadores bioquímicos de recambio óseo, ya que durante dicho período la densidad mineral permanece constante. El objetivo fue determinar el final de la aposición ósea mediante marcadores bioquímicos óseos. Se evaluaron por décadas entre 20 y 49 años de edad 139 sujetos sanos de ambos sexos (69 hombres y 70 mujeres), determinando fosfatasa alcalina ósea (FAO), osteocalcina (OC), propéptido amino terminal del colágeno tipo 1 (P1NP) y telopéptido C-terminal del colágeno tipo 1 (CTX). Los marcadores correlacionan negativamente con la edad (OC: r= -0,3; p<0,01; P1NP: r= -0,4; p< 0,01 y CTX: r= -0,4; p<0,01), exceptuando FAO. En hombres de 20-29 años, P1NP y el CTX fueron significativamente mayores vs. 30-39 años (p<0,05 y p<0,001, respectivamente), y entre 30-39 años vs. de 40-49 años en P1NP y CTX (p<0,05; p<0,001, respectivamente). En mujeres de 20-29 años, P1NP y CTX fueron significativamente mayores vs. 30-39 años (p<0,0001 y p<0,01, respectivamente). Conclusión: los marcadores de remodelado óseo más sensibles y específicos permitirían determinar bioquímicamente el fin de la aposición ósea que se produce entre el PMO y el PFO. Si bien es necesario ampliar el número de sujetos evaluados, los datos que surgen de la presente investigación sentarían las bases para futuros estudios epidemiológicos referidos al fin de la aposición ósea. (AU)

Peak bone mass is achieved between 20-35 years; however bone apposition continues to reach an optimal skeleton strength. The window between peak bone mass and peak bone apposition may be evaluated by biochemical bone turnover markers. The objective of this study was to determine the end of bone apposition through biochemical bone markers in both sexes. A total of 139 subjects (69 men and 70 women) were divided by decades between 20 and 49 years of age. Bone alkaline phosphatase (BAL), osteocalcin (OC), type I collagen propeptide (P1NP) and type I collagen C-terminal telopeptide (CTX) were evaluated. Except BAL, the other bone markers negatively correlated with the age [OC (r= -0.3; p<0.01); P1NP (r= -0.4; p<0.01) and CTX (r= -0.4; p<0.01)]. Regarding men aged 20 to 29 years, P1NP and CTX were significantly higher vs. 30-39 years (p<0.05 y p<0.001, respectively) and. vs. 40-49 years (p<0.05; p<0.001, respectively). In women, the results were similar. Regarding 20-29 years, P1NP and CTX were higher vs. 30-39 years (p<0.001 y p<0.01, respectively). Bone remodeling rate decreases after the third decade, suggesting the end of the apposition period of peak bone mass. Conclusion: The most specific and sensitive bone markers would biochemically determine the end of bone apposition that extends between the peak of bone mass and the peak of bone strength. Although it is necessary to increase the number of subjects evaluated, the data that emerge from the present study would establish the bases for future epidemiological studies referring to the end of bone apposition. (AU)
Descritores: Reabsorção Óssea/fisiopatologia
Biomarcadores
-Osteoblastos/fisiologia
Osteoclastos/fisiologia
Osteogênese/fisiologia
Osso e Ossos/metabolismo
Densidade Óssea/fisiologia
Osteocalcina/sangue
Cálcio/sangue
Fatores Etários
Remodelação Óssea/fisiologia
Creatinina/sangue
Colágeno Tipo I/biossíntese
Colágeno Tipo I/sangue
Densitometria
Fosfatase Alcalina/sangue
Fraturas por Osteoporose/prevenção & controle
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: AR2.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1118432
Autor: Claus-Hermberg, Haraldo.
Título: Yerba mate y algo más / Yerba mate and some more
Fonte: Actual. osteol;13(2):183-184, Mayo - Ago. 2017.
Idioma: es.
Descritores: Ilex paraguariensis/efeitos adversos
-Argentina
Ilex paraguariensis/química
Densitometria
Fraturas por Osteoporose/fisiopatologia
Fraturas por Osteoporose/metabolismo
Fraturas por Osteoporose/prevenção & controle
Limites: Animais
Ratos
Tipo de Publ: Carta
Responsável: AR2.1 - Biblioteca Central



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