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Id: biblio-977448
Autor: Jannati, Mansour; Shahbazi, Shahrbanoo; Eshaghi, Laleh.
Título: Comparison of the efficacy of oral versus intravascular magnesium in the prevention of hypomagnesemia and arrhythmia after cabg
Fonte: Rev. bras. cir. cardiovasc = Braz. j. cardiovasc. surg. (impr.);33(5):448-453, Sept.-Oct. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective: Cardiac arrhythmias are a common challenge following open-heart surgeries. Hypomagnesemia is believed to be correlated with this condition. Prophylactic intravenous magnesium supplementation has been practiced for a long time in patients undergoing CABG. This study was designed in an attempt to compare the efficacy of oral versus intravenous routes in the prevention of hypomagnesemia and arrhythmia. Methods: In this interventional clinical study, 82 patients were randomly assigned to 2 groups. All patients were evaluated for baseline serum magnesium level and arrhythmias. One group received 1,600 mg of oral magnesium hydroxide through nasogastric (NG) tube prior to surgery, while the other group received 2 g of magnesium sulfate during the induction of anesthesia. The serum magnesium level was monitored for 48 hours after the operation. The difference in preoperative hypomagnesemia was non-significant (Sig: 0.576). Results: During the operation, the serum magnesium level peaked around 4 mg/dL, and no hypomagnesemia was detected in any patient. Although the curve of oral group declined parallel and below that of intravenous (IV) group, no significant differences were detected during postoperative monitoring. In addition, a prevalence of arrhythmia of 13.9% and 6.5% was noticed in IV and oral groups, respectively (OR: 0.428). Conclusion: Providing 1,600 mg of oral magnesium supplement to patients is as effective as 2,000 mg of magnesium sulfate IV in preventing hypomagnesemia and arrhythmia after CABG. Thus, the authors introduce this treatment regimen as a promising and cost-effective method.
Descritores: Arritmias Cardíacas/prevenção & controle
Complicações Pós-Operatórias/prevenção & controle
Ponte de Artéria Coronária/efeitos adversos
Magnésio/administração & dosagem
Magnésio/sangue
Hidróxido de Magnésio/administração & dosagem
-Arritmias Cardíacas/etiologia
Fatores de Tempo
Doença da Artéria Coronariana/cirurgia
Administração Intravenosa
Sulfato de Magnésio/administração & dosagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-576125
Autor: Gomes, Patricia Boechat; Duarte, Marco Antônio; Melo, Maria do Carmo Barros de.
Título: Comparação da efetividade entre polietilenoglicol 4000 sem eletrólitos e hidróxido de magnésio no tratamento da constipação intestinal crônica funcional em crianças / Comparison of the effectiveness of polyethylene glycol 4000 without electrolytes and magnesium hydroxide in the treatment of chronic functional constipation in children
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);87(1):24-28, jan.-fev. 2011. tab.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: Comparar a efetividade de dois medicamentos: hidróxido de magnésio e polietilenoglicol 4000 sem eletrólitos no tratamento da constipação intestinal crônica funcional em crianças. MÉTODOS: Trinta e oito crianças foram divididas, por processo randômico, em dois grupos para uso de polietilenoglicol 4000 sem eletrólitos ou de hidróxido de magnésio. As crianças foram acompanhadas em consultas periódicas até completarem 6 meses de tratamento. Em todas as consultas, foram investigados: consistência das fezes, frequência evacuatória, presença de escape fecal, dor abdominal, esforço evacuatório e aceitação desses fármacos. RESULTADOS: Dezessete crianças fizeram uso de polietilenoglicol, e 21 utilizaram o hidróxido de magnésio. Houve melhora clínica de todas as variáveis nos dois grupos, sem diferenças com significância estatística. Todas as crianças aceitaram o polietilenoglicol, enquanto 42,9 por cento recusaram o hidróxido de magnésio. CONCLUSÃO: Não houve diferença de efetividade no tratamento da constipação intestinal entre esses dois laxantes. Entretanto, a melhor aceitação do polietilenoglicol, por ser inodoro e insípido, torna-o melhor opção no tratamento da constipação intestinal crônica funcional.

OBJECTIVE: To compare the effectiveness of two drugs, polyethylene glycol 4000 without electrolytes and magnesium hydroxide, in the treatment of chronic functional constipation in children. METHODS: Thirty-eight children were randomly assigned to either of two groups, polyethylene glycol 4000 without electrolytes or magnesium hydroxide. The children were followed through periodic appointments until they reached 6 months of treatment. In each medical appointment the following aspects were evaluated: stool consistency, frequency of bowel movements, fecal incontinence, abdominal pain, straining and acceptance of the drugs. RESULTS: Seventeen children made use of polyethylene glycol and twenty-one received magnesium hydroxide. All variables analyzed improved for both groups, with no statistically significant differences. All children accepted polyethylene glycol, while 42.9 percent refused magnesium hydroxide. CONCLUSION: The two laxatives showed no difference in effectiveness for the treatment of constipation. However, due to its better acceptance, because it is odorless and tasteless, polyethylene glycol proved to be a better option for treating chronic functional constipation.
Descritores: Constipação Intestinal/tratamento farmacológico
Laxantes/uso terapêutico
Hidróxido de Magnésio/uso terapêutico
Polietilenoglicóis/uso terapêutico
-Doença Crônica
Constipação Intestinal/complicações
Laxantes/administração & dosagem
Hidróxido de Magnésio/administração & dosagem
Polietilenoglicóis/administração & dosagem
Resultado do Tratamento
Limites: Criança
Pré-Escolar
Feminino
Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-282193
Autor: Ríos M., Gloria.
Título: Uso de medicamentos en constipación / Use of drugs in constipation
Fonte: Rev. chil. pediatr;71(5):438-40, sept-oct. 2000.
Idioma: es.
Descritores: Constipação Intestinal/tratamento farmacológico
-Antraquinonas/administração & dosagem
Cisaprida/administração & dosagem
Fibras na Dieta/administração & dosagem
Ácido Dioctil Sulfossuccínico/administração & dosagem
Hidróxido de Magnésio/administração & dosagem
Lactulose/administração & dosagem
Vaselina/administração & dosagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-159744
Autor: Laudanno, O. M; Bedini, O. A; Cesolari, J. A; San Miguel, P.
Título: Evaluación de tratamientos en la prevención de las lesiones agudas gástricas en el stress, en ratas / Evaluation of the treatments in the prevention of acute gastric lesions in stress, in rats
Fonte: Acta gastroenterol. latinoam;25(3):145-52, 1995. tab, ilus.
Idioma: es.
Resumo: Se estudiaron en grupos de ratas Wistar, en stress por inmovilización más inmersión en agua a 18C, las groseras lesiones agudas gástricas sangrantes y su prevención con drogas citoprotectoras gástricas como: sucralfato, HOAI y Mg, magaldrato, hidrotalcita y misoprostol; asimismo, drogas antisecretoras gástricas como misoprostol (dosis antisecretora), somatostatina (octeotride), ranitidina, omeprazol y lanzoprazol. En otra experiencia, se estudió la secreción gástrica ácida en ratas con ligadura de píloro, donde fueron tratadas con las mismas drogas y dosis que en la experiencia anterior. Se comprobó que el modelo de stress 6 hs. dió una zona lesional gástrica de un 80 por ciento; el sucralfato, como droga citoprotectora, dio una protección parcial de la mucosa gástrica; en cambio, los bloqueantes de la bomba de protones, omeprazol y lanzoprazol dieron una zona gástrica cercana al 0 por ciento y por ende, postulamos su uso en terapia intensiva en la profilaxis de las lesiones agudas gástricas sangrantes en el stress.
Descritores: Gastrite/prevenção & controle
Mucosa Gástrica/patologia
Úlcera Gástrica/prevenção & controle
-Ácido Gástrico
Hidróxido de Alumínio/administração & dosagem
Hidróxido de Alumínio/uso terapêutico
Hidróxido de Magnésio/administração & dosagem
Hidróxido de Magnésio/uso terapêutico
Misoprostol/administração & dosagem
Misoprostol/uso terapêutico
Omeprazol/administração & dosagem
Omeprazol/uso terapêutico
Ranitidina/administração & dosagem
Ranitidina/uso terapêutico
Somatostatina/administração & dosagem
Somatostatina/uso terapêutico
Estresse Fisiológico
Sucralfato/administração & dosagem
Sucralfato/uso terapêutico
Limites: Animais
Ratos
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-118311
Autor: Meyer G., Roberto; Abdalá Manzur, Guillermo; Acosta Rodríguez, Violeta Nidia.
Título: Hidrotalcita en la sintomatología de la enfermedad ácido péptica: estudio fase IV de farmacovigilancia / Hidrotalcite in the symptomatology of acid peptic diseade: phase IV study in drug surveillance
Fonte: Invest. med. int;19(2):55-62, ago. 1992. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Con el objeto de valorar la seguridad y eficacia de hidrotalcita tabletas 500 mg en el tratamiento de la sintomatología en la enfermedad ácido péptica, se realizó en México el presente estudio de farmacovigilancia durante seis meses. Mediante una hoja de recolección de datos se obtuvo información de 1971 pacientes, de los cuales 79 por ciento presentó gastritis como diagnóstico principal. Los síntomas observados antes del tratamiento fueron: dolor gástrico en 1352 pacientes (68.7 porciento), ardor gástrico en 1595 pacientes (81 porciento), reflujo en 872 (44.3 porciento), nausea o vómito en 600 (30.6 porciento), meteorismo o flatulencia en 745 (37.9 porciento) y eructos en 710 (36.2 porciento). Los resultados a los siete días de tratamiento fueron mejoría en 90.1 porciento con dolor gástrico, de 93.3 porciento con ardor gástrico, de 86.6 con reflujo, de 90.8 por ciento con náusea, 86.6 porciento con eructo, y 78.8 por ciento con meteorismo. Los efectos secundarios fueron leves y observados en el 4.1 porciento del total de los casos. La posología que con mayor frecuencia se registró fue de tres a cuatro tabletas diarias. De 117 pacientes que suspendieron el tratamiento, 85 lo hicieron por sentir mejoría antes de los siete días de tratamiento. Los resultados demuestran que la hidrotalcita a las dosis empleadas, es un fármaco con altos índices de mejoría, bien tolerado y eficaz para el tratamiento de enfermedad ácido péptica.
Descritores: Esofagite Péptica/tratamento farmacológico
Gastrite/tratamento farmacológico
Hidróxido de Alumínio/uso terapêutico
Hidróxido de Magnésio/uso terapêutico
Vigilância de Produtos Comercializados
Refluxo Gastroesofágico/tratamento farmacológico
Úlcera Gástrica/tratamento farmacológico
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Estudo Multicêntrico
Estudo Comparativo
Responsável: MX1.1 - CENIDSP - Centro de Información para Decisiones en Salud Pública


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Id: lil-104292
Autor: Casasola, Karin; Palacios, Jorge.
Título: Constipación intestinal crónica: diagnóstico y tratamiento
Fonte: Guatem. pediátr;11(2/4):91-8, abr.-dic. 1989. tab.
Idioma: es.
Resumo: Se analizó el comportamiento clínico y los factores relacionados con Constipación Intestinal Crónica (CIC) en 35 niños que consultaron a la Clínica de Gastroenterología Pediátrica del Hospital General San Juan De Dios. En 44% de casos la CIC se inició en el primer año de vida, 35% en el primer mes de vida. El síntoma más frecuentemente asociado a esta entidad fue dolor abdominal, siendo este el principal motivo de consulta en algunos pacientes. Se observó un intervalo de tiempo importante entre el inicio del cuadro y la primera consulta al servicio (1 año 10 meses en promedio). Los pacientes recibieron tratamiento según un protocolo de manejo integral, que incluye orientación alimenticia, administración de laxantes, reacondicionamiento esfinteriano y orientación psicológica. Los resultados evidencian que el 91% de pacientes respondió al esquema terapéutico; la mayor parte (59%) en el primer mes de tratamiento lo cual indica que el Protocolo de Manejo propuesto es funcional, efectivo y aplicable en nuestro medio
Descritores: Constipação Intestinal/diagnóstico
-Doença Crônica
Constipação Intestinal/dietoterapia
Constipação Intestinal/terapia
Fibras na Dieta/uso terapêutico
Hidróxido de Magnésio/uso terapêutico
Limites: Lactente
Pré-Escolar
Criança
Humanos
História do Século XX
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: GT5.1 - Biblioteca y Centro de Documentación Dr. Julio de León Méndez


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Rocha, José Joaquim Ribeiro da
Id: lil-92939
Autor: Rocha, José Joaquim Ribeiro da; Levy, Carlos Emílio; Magalhäes, Mário Alexandre Sá Ribeiro.
Título: Estudo in vitro da inibiçäo do crescimento de bactérias pelo hidróxido de magnésio / In vitro study of magnesium hydroxide inhibition of bacterial growth
Fonte: Acta cir. bras;5(4):160-3, out.-dez. 1990. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Estudou-se a açäo "in vitro" do hidróxido de magnésio como inibidor do crescimento de algumas bactérias que säo comumente encontradas em feridas operatórias infectadas. Utilizou-se culturas de Staphylococcus aureus, Escherichia coli, Pseudomonas aeruginosa, Klebsiella pneumoniae, Streptococcus pyogenes e Streptococcus faecalis, que foram colocadas em tubos com diferentes diluiçöes de suspensäo de Mg (OH)2 a 8%, a saber: 1, 1/2, 1/4, 1/8 e 1/16. Esses tubos foram incubados por 24 horas e entäo deles retirou-se amostras que foram colocadas em placas de ágar-sangue com e sem filtraçäo em membraa Millipore e em meio de cultura BHI. Os resultados demonstraram que a suspensäo de Mg (OH)2 a 8% até a diluiçäo de 1/4 foi faecalis. Os dados encontrados neste estudo abrem novas perspectivas de pesquisa utilizando o Mg (OH)2, seja em laboratório seja em atividade clínica no tratamento de feridas operatórias infectadas ou em outros ferimentos supurativos
Descritores: Inibidores do Crescimento/fisiologia
Hidróxido de Magnésio/uso terapêutico
Técnicas In Vitro
Infecção da Ferida Cirúrgica/microbiologia
-Enterococcus faecalis/isolamento & purificação
Escherichia coli/isolamento & purificação
Klebsiella pneumoniae/isolamento & purificação
Pseudomonas aeruginosa/isolamento & purificação
Staphylococcus aureus/isolamento & purificação
Streptococcus pyogenes/isolamento & purificação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-68117
Autor: Porres Muñiz, Mateo; Mijangas Vargas, Gilberto; Medina y Alvarez Tostado, Rolando.
Título: La lactosa, en el tratamiento de pacientes con encefalopatia portogeneral cronica (EPG) / Lactose in the treatment of patient with chronic portosystemic encephalopathy(CPE)
Fonte: Rev. méd. IMSS;24(1):13-21, ene.-feb. 1986. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Encefalopatia Hepática/tratamento farmacológico
Lactose/uso terapêutico
-Cirrose Hepática/tratamento farmacológico
Hidróxido de Magnésio/uso terapêutico
Teste de Tolerância a Lactose
México
Neomicina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: MX123.1 - Biblioteca de Ciencias de la Salud


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Coelho, Sandra Teresa S. N
Id: lil-47210
Autor: Heilberg, Ita Pfeferman; Coelho, Sandra Teresa S. N; Melo, Maria Ermecilia A; Schor, Nestor.
Título: Tratamiento clínico da litíase renal / Clinical treatment of kidney calculi
Fonte: AMB rev. Assoc. Med. Bras;33(7/8):164-8, jul.-ago. 1987. tab.
Idioma: pt.
Descritores: Cálculos Renais/terapia
-Dieta Hipossódica
Carboidratos da Dieta
Proteínas na Dieta
Ingestão de Líquidos
Quimioterapia Combinada
Exercício Físico
Hidróxido de Magnésio
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-34331
Autor: Waserstein, M; Dacool, C; Cohen, H; Gamboa, L; Brener, A; Mizrahi, J. B. de; Sempol, D; Neumark, A; Nieto, Fernando; Tenzer, S.
Título: Evaluación in vivo del efecto de los antiácidos y bloqueadores H2 sobre el pH intragástrico en la úlcera gástrica y duodenal / In vivo evaluation of the effect of antacids and H2 receptor blockaders on the intragastric pH in gastric and duodenal ulcer
Fonte: Acta gastroenterol. latinoam;15(4):243-55, oct.-dic. 1985. tab.
Idioma: es.
Resumo: El objetivo del presente estudio, fue evaluar "in vivo" la acción de los antiácidos y de los antagonistas de los receptores H2, sobre el pH gástrico, en pacientes portadores de ulceras gástricas y duodenales, con el fin de establecer cual es la medicación más efectiva. Se estudiaron 16 pacientes ulcerosos: nueve eran portadores de Ulcera Duodenal, dos tenían Ulcera Gástrica y cinco presentaban Ulcera Gástrica y Duodenal. En cada paciente se obtuvo el contenido gástrico por aspiración mediante una sonda nasogástrica, en forma horaria desde la hora 8 a la hora 20; midiéndose la secreción nocturna por aspiración a la hora 8 del día siguiente, estando el paciente en ayunas y sin medicación. El mismo procedimiento se repitó en cada paciente administrando Cimetidina (a la dosis de 1 g. por día), Ranitidina (a la dosis de 300 mg. por día), Hidróxido de Aluminio y Magnesio (a la dosis de 150 ml por día) y finalmente se repitió el procedimiento asociando la Ranitidina con el Hidróxido de Aluminio y Magnesio en las dosis anteriormente mencionadas. Se realizó un análisis estadístico de los resultados, calculándose la ordenada media de pH. El efecto medio del tratamiento se obtuvo promediando las diferencias individuales (pH tratamiento - pH sin tratamiento). El mismo procedimiento se empleó para la comparación de los diferentes fármacos entre sí. Se realizaron pruebas de Student para muestras dependientes con un nivel de significación de alfa = 5%. La capacidad de neutralización se midió por la proporción del total de muestras con un pH igual o mayor a 4, obtenidos en cada tratamiento y en el total de pacientes, comparándose con los resultados hallados sin medicación. Se utilizó el x2 con corrección de Yates. Todas las medicaciones fueron eficaces (aunque en diferente grado) para neutralizar la acidez gástrica. La combinación del antiácido con la Ranitidina apareció como lo más eficaz, mostrando diferencias estadísticamente significativas con la Cimetidina y el Hidróxido de Aluminio, y Magnesio, no así con la Ranitidina sola
Descritores: Hidróxido de Alumínio/farmacologia
Úlcera Duodenal/fisiopatologia
Ácido Gástrico/metabolismo
Concentração de Íons de Hidrogênio
Hidróxido de Magnésio/farmacologia
Ranitidina/farmacologia
Úlcera Gástrica/fisiopatologia
-Cimetidina/farmacologia
Ensaios Clínicos como Assunto
Limites: Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME



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