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Texto completo SciELO Costa Rica
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Id: biblio-1041892
Autor: Canal Daza, Diana Skarly; Andrade, Hernán J.
Título: Sinergias mitigación - adaptación al cambio climático en sistemas de producción de café (Coffea arabica), de Tolima, Colombia / Mitigation - adaptation synergies of climate change of coffee (Coffea arabica) production systems in Tolima, Colombia
Fonte: Rev. biol. trop;67(1):36-46, Jan.-Mar. 2019. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Resumen El cambio climático del planeta es generado principalmente por el incremento de las emisiones de gases de efecto invernadero. El Panel Intergubernamental de Cambio Climático (IPCC) ha establecido la mitigación y adaptación como estrategias para enfrentar el cambio climático; sin embargo, ambas estrategias se han evaluado poco en conjunto. Con el objetivo de estudiar las posibles sinergias entre mitigación y adaptación, se evaluaron tres sistemas de producción de café en el municipio de Líbano: sistemas agroforestales (SAF) con Cordia allidora, SAF con plátano y monocultivos con cuatro repeticiones por tratamiento. Como indicador de mitigación se estimó la huella de carbono en la producción y procesamiento del grano; mientras que la adaptación se midió como la diversidad de hormigas presentes. Los SAF con C. allidora favorecen tanto la mitigación como la adaptación al cambio climático, tienen una huella de carbono positiva además, tienen una mayor riqueza de géneros de hormigas (12.81 vs -3.0 vs -6.4 Mg CO2e/ha/año en huella de carbono y 1.3 vs 0.6 vs 0.6 de Índice de Margalef de hormigas en SAF con C. alliodora, SAF con plátano y monocultivo, respectivamente). Los sistemas de producción agrícola, manejados de forma amigable con el medio ambiente y en asocio con árboles nativos, son una buena estrategia para implementar programas de mitigación y adaptación al cambio climático. Incluir árboles nativos favorece económicamente a los productores, e incrementa los lugares de refugio y las condiciones mínimas de sobrevivencia, semejantes a los ecosistemas naturales para que los diferentes grupos de animales logren adaptarse a los cambios.(AU)

Abstract Climate change is mainly generated by an increase of greehouse gas emissions. The Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) has established mitigation and adaptation as strategies to deal with climate change. However, few studies have been developed jointly. With the purpose of studying the possible synergies between mitigation and adaptation, three coffee production systems in the municipality of Líbano: agroforestry systems (AFS) with Cordia allidora, AFS with plantain and monocultures, with four replications by treatment, were evaluated. As mitigation indicator, the carbon footprint in the coffee production and processing was estimated, whereas the adaptation was measured as the ant diversity. The AFS with C. alliodora favor both mitigation and adaptation to climate change since they have a positive carbon footprint and the greatest richness of ant genus (12.8 vs -3.0 vs -6.4 Mg CO2e/ha/year in carbon footprint and 1.3 vs 0.6 vs 0.6 of Margalef Index of ants in AFS with C. alliodora, AFS with plantain and monoculture, respectively). The agricultural production systems, environmental-friendly managed and associated with native trees, are a good strategy to implement in programs of mitigation-adaptation of climate change. The inclusion of native tree favors the producer's economy and increases the shelter places and the minimal conditions for surviving, similar to natural ecosystems so the different groups of animals for climate change adaptation.(AU)
Descritores: Mudança Climática
Biomassa
Coffea
Gases de Efeito Estufa
Pegada de Carbono
-Colômbia
Produção Agrícola
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1048850
Autor: Borges, Camila Silva; Ribeiro, Bruno Teixeira; Costa, Enio Tarso de Souza; Curi, Nilton; Wendling, Beno.
Título: Effects of phosphate, carbonate, and silicate anions on CO2 emission in a typical oxisol from cerrado region / Efeitos dos ânions fosfato, carbonato e silicato na emissão de CO 2 em um latossolo típico da região do cerrado
Fonte: Biosci. j. (Online);35(4):1153-1160, july/aug. 2019. tab, ilus, graf.
Idioma: en.
Resumo: The effects of agricultural practices on greenhouse gases emissions (e.g. CO2) at the soil-atmosphere interface have been highlighted worldwide. The use of ground limestone has been considered as the main responsible for CO2 emission from soils. However, liming is need as conditioner of acidic soils and the CO2 emission can be compensated due to carbon sequestration by plants. This study simulated under laboratory conditions the effects of two common agricultural practices in Brazil (P-fertilization and liming) on soil CO2 emission. Columns made of PVC tubes containing 1 kg of a typical Dystrophic Red Latosol from Cerrado region were incubated with CaCO3 (simulating liming), CaSiO3 (simulating slag), and different doses of KH2PO4 (simulating P-fertilization). The soil columns were moistened to reach the field capacity (0.30 cm3cm-3) and, during 36 days, CO2 emissions at the soil surface were measured using a portable Licor LI-8100 analyzer coupled to a dynamic chamber. The results showed that CO2 emission was influenced by phosphate, carbonate, and silicate anions. When using CaSiO3, accumulated CO2 emission (36-day period) was 20% lower if compared to the use of CaCO3. The same amount of phosphate and liming (Ca-carbonate or Ca-silicate) added to the soil provided the same amount of CO2 emission. At the same P dose, as Si increased the CO2emission increased. The highest CO2 emission was observed when the soil was amended with the highest phosphate and silicate doses. Based on this experiment, we could oppose the claim that the use of limestone is a major villain for CO2 emission. Also, we have shown that other practices, such as fertilization using P + CaSiO3, contributed to a higher CO2 emission. Indeed, it is important to emphasize that the best practices of soil fertility management will undoubtedly contribute to the growth of crops and carbon sequestration.

Os efeitos das práticas agrícolas nas emissões de gases de efeito estufa (e.g., CO2) na interface solo-atmosfera têm sido destacados em todo o mundo. O uso de calcário tem sido considerado oprincipal responsável pela emissão de CO2 em solos. Entretanto, a calagem é necessária como condicionador de solos ácidos e a emissão de CO2 pode ser compensada devido ao sequestro de carbono pelas plantas. Este estudo simulou, em condições de laboratório, os efeitos de duas práticas agrícolas comuns no Brasil (adubação fosfatada e calagem) na emissão de CO2 do solo. Colunas de tubos de PVC, contendo 1 kg de amostra de um Latossolo Vermelho Distrófico típico da região de Cerrado, foram incubadas com CaCO3 (simulando calagem), CaSiO3 (simulando escória) e diferentes doses de KH2PO4 (simulando fertilização com P). As colunas de soloforam umedecidas para atingir a capacidade de campo (0,30 cm3 cm-3) e, durante 36 dias, as emissões de CO2na superfície do solo foram medidas usando um analisador portátil Licor LI-8100 acoplado a uma câmara dinâmica. Os resultados mostraram que a emissão de CO2 foi influenciada pelos ânions fosfato, carbonato esilicato. Ao usar CaSiO3, a emissão de CO2 acumulada (período de 36 dias) foi 20% menor se comparado ao uso de CaCO3. A mesma quantidade de fosfato e calcário (Ca-carbonato ou Ca-silicato) adicionado ao solo proporcionou a mesma quantidade de emissão de CO2. Na mesma dose de P, o Si aumentou a emissão de CO2. A maior emissão de CO2 foi observada quando o solo foi alterado com as maiores doses de fosfato e silicato. Com base neste experimento, nega-se que o uso de calcário em solos é um grande vilão para a emissão de CO2. Além disso, foi mostrado que outras práticas, como a fertilização usando P + CaSiO3, contribuíram para uma maior emissão de CO2. Assim, é importante enfatizar que práticas adequadas de manejo da fertilidade do solo, sem dúvida, contribuirão para o crescimento das culturas e o sequestro de carbono.
Descritores: Acidez do Solo
Zonas Agrícolas
Gases de Efeito Estufa
-Fosfatos
Carbonatos
Silicatos
Ânions
Responsável: BR396.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-964870
Autor: Soares, Paula Fernanda Chaves; Zuchello, Fernando; Anjos, Lúcia Helena Cunha dos; Pereira, Marcos Gervasio; Oliveira, Ana Paula Pessim de.
Título: Soil attributes and c and n variation in histosols under different agricultural usages in the state of Rio de Janeiro, Brazil / Atributos edáficos e variação de c e n em organossolos sob diferentes usos agrícolas no estado do Rio de Janeiro, Brasil
Fonte: Biosci. j. (Online);31(5):1349-1362, sept./oct. 2015.
Idioma: en.
Resumo: Histosols are a natural reservoir of C in the soil, and their drainage followed by other farming practices leads to subsidence and soil organic matter transformations. The objective of this study was to evaluate the influence of use and management of Histosols, by means of: characterizing chemical and physical properties, and the content of SOM and humic fractions; and quantifying C and N stocks. In addition, to obtain preliminary data on greenhouse gas emissions (CO2, N2O) in Histosol areas with different agricultural practices. Three areas were selected with similar soil and environment, two in Macaé municipality, under pasture, and with bean annual crop rotation, and the third in Santa Cruz, Rio de Janeiro city, cultivated with cassava (Manihot esculenta). The attributes evaluated were: physical - bulk density (BD), particle density (Dp), organic matter density (OMD), mineral matter (MM), mineral residue (MR), aggregate stability; and chemical - pH, exchangeable cations, soil organic matter (SOM), carbon in the humin (HUM-C), humic acid (HAF-C) and fulvic acid (FAF-C) fractions; stocks of C and N; and flux of CO2 and N2O. In general, the area cultivated with cassava had the highest values for exchangeable cations, as a result of fertilizer and soil management practices. The cassava site showed the highest values of BD and Dp; total volume of pores; MM, MR and OMD and higher degree of transformation of SOM; indicating higher alteration of Histosols properties under this usage. In all sites, the C levels indicated dominance of humin fraction. The SOM and C and N stocks were highest in the pasture, indicating preservation of organic matter, with values from 115.92 to 99.35Mg ha-1 of C e 8.35 to 4.45 Mg ha-1 for N. The values of CO2-C flux were within the range proposed by the IPCC, where the highest emission was 0.09 Mg CO2 ha-1 day-1 in the pasture site. The values of N2O-N flux were lower than proposed by the IPCC, with the highest value (270 g N2O-N m-2 day-1) in the area under beans (crop rotation). In general, the multivariate analyses discriminated the sites and the pasture was the usage that least affected the Histosols properties.

Os Organossolos são reservatório natural de C no solo e sua drenagem seguida por práticas agrícolas leva a subsidência e transformações na matéria orgânica do solo. O objetivo do estudo é avaliar a influencia do uso e manejo de Organossolos, através da: caracterização de propriedades químicas e físicas, conteudo de matéria orgânica do solo e frações húmicas; e quantificação de estoques de C e N. Ainda, obter dados preliminares sobre emissão de gases de efeito estufa (CO2, N2O) em áreas de Organossolos com diferentes usos agrícolas. Foram selecionadas três áreas com solos e ambientes semelhantes, duas no município de Macaé, sob pastagem e feijão com rotação de lavouras, e a terceira em Santa Cruz na cidade do Rio de Janeiro, com mandioca (Manihot esculenta). Os atributos avaliados foram: físicos - densidade do solo (Ds), densidade de partículas (Dp), densidade de matéria orgânica (DMO), material mineral (MM), resíduo mineral (RM), estabilidade de agregados; químicos - pH, cátions trocáveis, matéria orgânica do solo (MOS), carbono nas frações humina (HUM-C), ácido húmico (FAH-C) e ácido fúlvico (FAF-C); estoques de C e N; e fluxo de CO2 e N2O. A área de mandioca apresentou maiores valores de cátions trocáveis como resultado das práticas de adubação e manejo do solo. A área de mandioca apresentou Ds e Dp, volume total de poros, e valores de MM e RM e DMO mais elevados, e maior grau de transformação da matéria orgânica, indicando maior alteração das propriedades do Organossolo com esse uso. Em todas as áreas, os teores de C indicaram predomínio da humina. Os valores de MOS e estoques de C e N foram maiores na pastagem, indicando melhor preservação da matéria orgânica, com valores variando de 115,92-99,35Mg ha-1 de C e 8,35-4,45 Mg ha-1para N. Os valores de fluxo de CO2 estão de acordo com o IPCC, sendo o mais elevado de 0,09 mg de CO2 ha-1 dia- 1 na pastagem. Para N2O os fluxos foram menores que o proposto pelo IPCC, com o maior valor de 270 g N2O -N m-2 dia-1 na área com feijão. Em geral, a análise multivariada discriminou as áreas e a pastagem foi o uso que menos afetou as propriedades dos Organossolos.
Descritores: Solo
Dióxido de Carbono
Pastagens
Gases de Efeito Estufa
Matéria Orgânica
Substâncias Húmicas
-Manihot
Responsável: BR396.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-963892
Autor: Teixeira, Alex de Matos; Gonçalves, Lúcio Carlos; Velasco, Frederico Osório; Ribeiro Junior, Gabriel de Oliveira; Faria Júnior, Wilson Gonçalves; Cruz, Diego Soares Gonçalves; Jayme, Diogo Gonzaga.
Título: Respirometria e emissão de metano por ovinos alimentados com capim-elefante cortado com diferentes idades / Respirometry and methane emissions by sheep fed elephantgrass at different cutting ages
Fonte: Biosci. j. (Online);31(3):841-849, may./jun. 2015.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivou-se com este trabalho mensurar a respirometria e a emissão de metano entérico por ovinos alimentados com o capim-elefante cortado aos 56, 84 e 112 dias de crescimento. Foram utilizados 18 carneiros adultos sem raça definida, com peso médio de 34,7 ± 6 kg alojados em gaiolas de estudo de metabolismo. A mensuração dos gases foi realizada através de uma câmara respirométrica de fluxo aberto. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, com seis repetições, e as médias foram comparadas pelo teste SNK (P<0,05). Os animais alimentados com o capim colhido após 56 dias de rebrotação consumiram mais oxigênio e produziram mais dióxido de carbono e metano. As produções de calor variaram 87,19 a 143,57 Kcal/kg 0,75/dia. O coeficiente respiratório foi semelhante entre os tratamentos, com valor médio de 0,98. A produção de metano variou entre 11,74 e 22,51 g/dia, havendo redução com o aumento da idade da planta forrageira. Quando expressa em g/kg0,75/dia, a produção deste gás foi superior para animais que receberam o capim-elefante-verde cortado aos 56 dias de idade (1,53 g/kg 0,75/dia). A emissão de metano (g) por quilo de matéria seca (MS) e de fibra insolúvel em detergente neutro (FDN) consumido para o capim colhido mais novo (56 dias) foi superior à do capim colhido no estádio mais avanço de maturação (112 dias). Porém, as emissões de metano em gramas por quilo de MS digestível (27,2 g/kg) e FDN digestível (44,4 g/kg) foram semelhantes para os capins colhidos nas diferentes idades de corte. A emissão diária de metano (g/kg 0,75/dia) foi maior em animais alimentados com a planta forrageira colhida mais nova, enquanto que se expressa em gramas por quilo de MS ou FDN digestível a emissão deste gás não sofreu influência do capim-elefante no momento do corte.

The aim of this work was to determinate the respirometry and enteric methane emission from sheep fed fresh elephant grass cut at 56, 84 and 112 days of regrowth. Eighteen crossbred sheep (34.7 ± 6 kg) individually housed in metabolic crates were used in this experiment. The gases measurements were accomplished with an open circuit respirometric chamber. The experimental design was completely randomized with three treatments (grass regowth age) and six repetitions (sheep). The data were subjected to ANOVA and means were compared by SNK test (P<0.05). The animals fed with elephant grass harvested at 56 days of regrowth had higher oxygen uptake and carbon dioxide and methane emissions. Heat production ranged from 87.19 to 143.57 Kcal/kg 0.75/day. The respiratory quotients were similar (P>0.05) among treatments, averaging 0.98. Methane emissions ranged from 11.74 to 22.51 g/day. When expressed in g/kg 0.75/day, methane emissions were higher for sheep fed fresh elephant grass with 56 days of regrowth (1.53 g/kg 0.75/day). Methane emissions expressed in g/kg of dry matter (DM) intake or neutral detergent fiber (NDF) intake were higher (P<0.05) for the grass harvested with 56 days of regrowth compared to the grass harvested in more advanced stage of maturity (112 days). However, methane emissions in g/kg of digestible DM (27.2 g/kg) and digestible NDF (44.4 g/kg) were similar among treatments. While daily methane emissions (g/kg 0.75/day) were higher in sheep fed fresh elephant grass harvested with 56 days of regrowth, it was not affected by regrowth age when expressed as g/kg of digestible DM or digestible NDF.
Descritores: Ruminantes
Calorimetria
Ovinos
Pennisetum
Gases de Efeito Estufa
Metano
Responsável: BR396.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-913038
Autor: Borsari, Vanderlei.
Título: Emissão de amônia de veículo automotor leve e sua importância para a Saúde Ambiental / Ammonia emission from light duty vehicle and its importance for the environmental health.
Fonte: São Paulo; s.n; 2015. 148 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo, Faculdade de Saúde Pública, Departamento de Saúde Ambiental para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Introdução - A amônia (NH3) é um poluente atmosférico cuja emissão é em parte provocada por atividades antrópicas. A geração de energia através da queima de combustíveis é uma dessas atividades, dentro da qual, o setor de transporte e principalmente os veículos automotores rodoviários são uma fonte considerável das emissões de poluentes. Além de afetar diretamente a saúde humana, a amônia participa de reações na atmosfera que geram como poluente secundário, material particulado fino. Objetivo - Verificar, em veículo com motor de ignição por centelha (ciclo Otto), os valores da emissão de amônia, utilizando os combustíveis gasool 22 (gasolina contendo 22 por cento em volume de etanol anidro), etanol hidratado carburante (EHC) e gás natural veicular (GNV), com e sem a presença de elemento catalítico (catalisador). Métodos - O veículo foi ensaiado em dinamômetro de chassis, seguindo ciclo de condução e amostragem dos poluentes conforme Norma ABNT NBR 6601, para medição da emissão de escapamento, pela Norma ABNT NBR 7024, para medição de autonomia; e seguindo os ciclos de condução congestionamento (NYCC) e agressivo (US-06), adotados pela Agência de proteção ambiental dos EUA (USEPA). Além dos métodos de análise dos gases prescritos nessas Normas, foi utilizado o método FTIR (Fourier Transform InfraRed) para medição de NH3 e de N2O. Resultados - As emissões de amônia encontradas foram: média de 1,06 ± 0,03 mg/km, 1,34 ± 0,42 mg/km e 1,22 ± 0,59 mg/km antes do catalisador; e de 4,16 ± 0,65 mg/km, 3,80 ± 1,60 mg/km e 3,88 ± 0,06 mg/km nas medições após o catalisador, respectivamente para os combustíveis GNV, EHC e gasool 22. Os valores médios de emissão de amônia obtidos nos ensaios com a utilização de gasool 22 com teores de enxofre de 50 ppm e 350 ppm foram respectivamente de 3,26 ± 0,51 mg/km e 3,88 ± 0,06 mg/km. Os valores médios de emissão de amônia para os ciclos FTP-75, NYCC e US-06, foram respectivamente: 4,16 ± 0,65 mg/km, 17,30 ± 3,72 mg/km e 24,91 ± 2,71 mg/km para o combustível GNV; 3,80 ± 1,60 mg/km, 11,46 ± 1,04 mg/km e 5,47 ± 0,44 mg/km para o combustível EHC; e 3,26 ± 0,51 mg/km, 9,51 ± 1,32 mg/km e 15,82 ± 2,29 mg/km para o combustível gasool 22. Conclusão - De forma geral a emissão média de amônia medida antes do catalisador foi menor do que a medição efetuada após o catalisador para todos os combustíveis. Não foi detectada diferença significativa entre os valores de emissão de amônia feitos com dois teores diferentes de concentração de enxofre no gasool 22. Em linhas gerais a emissão de amônia mostrou-se dependente da forma de condução do veículo, apresentando valores superiores de emissão em relação ao ciclo de condução urbana (FTP-75), quando o veículo foi ensaiado seguindo os ciclos de condução NYCC e US- 06. Em princípio a emissão veicular de amônia pode ser importante na formação de material particulado fino em ambiente urbano, no qual é provável que as fontes tradicionais de emissão de amônia, como as atividades agrícolas, não sejam significativas.

Introduction - Ammonia (NH3) is an air pollutant whose emission is partly caused by human activities. Energy generation by burning fuels is one of those activities. In this area, the transportation sector has in on-road motor vehicles the major source of pollutant emissions. In addition to directly affect the human health, ammonia participates in atmospheric reactions that generate, as secondary pollutant, fine particulate matter. Objective - Verify in a vehicle with spark-ignition engine (Otto cycle), the values of ammonia emissions using the fuels gasohol 22, hydrous ethanol fuel (EHC) and compressed natural gas (CNG), with and without the presence of catalytic element (catalyst). Methods - The vehicle was tested on chassis dynamometer, following driving cycle and sampling of pollutants prescribed by ABNT NBR 6601 standard, for measuring exhaust emissions, and by ABNT NBR 7024, for measuring autonomy; and following the congestion (NYCC) and aggressive (US-06) driving cycles, adopted by the Environmental Protection Agency of USA (USEPA). In addition to the methods of gas analysis prescribed in these standards, the FTIR (Fourier Transform InfraRed) method was used for the measurement of NH3 and N2O. Results - Ammonia emissions were: average 1.06 ± 0.03 mg/km, 1.34 ± 0.42 mg/km and 1.22 ± 0.59 mg/km before the catalyst; and 4.16 ± 0.65 mg/km, 3.80 ± 1.60 mg/km and 3.88 ± 0.06 mg/km in measurements after the catalyst, respectively for the CNG, gasohol 22 and EHC fuels. Average values of ammonia emissions from tests with the use of gasohol 22 with sulfur content of 50 ppm and 350 ppm were respectively 3.26 ± 0.51 mg/km and 3.88 ± 0.06 mg/km. The average values of ammonia emissions for the FTP-75, NYCC and US-06 cycles, respectively, were: 4.16 ± 0.65 mg/km, 17.30 ± 3.72 mg/km and 24.91 ± 2.71 mg/km for the CNG fuel; 3.80 ± 1.60 mg/km, 11.46 ± 1.04 mg/km and 5.47 ± 0.44 mg/km for EHC fuel; and 3.26 ± 0.51 mg/km, 9.51 ± 1.32 mg/km and 15.82 ± 2.29 mg/km for the gasohol 22 fuel. Conclusion - In general, the average ammonia emissions measured before the catalyst was lower than the measurements made after the catalyst, for all fuels. There was no significant difference between the emission of ammonia made with two different levels of sulfur concentration in gasohol 22. Broadly the ammonia emission was dependent on the manner of driving of the vehicle, with higher emission values, compared to the urban driving cycle (FTP-75), when the vehicle was tested following the driving cycles NYCC and US-06. In principle vehicular emission of ammonia may be important in the formation of fine particulate matter in an urban environment in which it is likely that traditional sources of ammonia emissions, such as agricultural activities, are not significant.
Descritores: Amônia/análise
Saúde Ambiental
Veículos Automotores
Emissões de Veículos/toxicidade
-Condução de Veículo
Gases de Efeito Estufa/análise
Ciclo do Nitrogênio
Material Particulado
Compostos de Enxofre/análise
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência



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