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Id: lil-563438
Autor: Souza, Vinícius Pereira de; Bastos, Carlos Othon; Lôbo, Rômulo Frota; Costa, José Roberto de Rezende.
Título: Vasopressores em bloqueios do neuroeixo para cesariana / Vasopressors in neuraxial anesthesia at cesarean sections
Fonte: Rev. méd. Minas Gerais;19(4,supl.1):S13-S20, out.-dez. 2009.
Idioma: pt.
Resumo: Justificativa e objetivos: Os fármacos vasopressores sempre apresentaram um lugar de destaque no controle da hipotensão arterial relacionada aos bloqueios do neuroeixo em anestesia obstétrica. Este artigo tem o objetivo de discutir os diversos fármacos utilizados na prática clínica e as inúmeras estratégias descritas na literatura para a prevenção e tratamento da hipotensão arterial pós-raquianestesia para cesariana. Conteúdo: Com a popularização da raquianestesia como técnica mais utilizada em anestesia para cesariana, os vasopressores tornaram-se pedra angular para a melhoria dos resultados maternos e fetais. Várias mudanças de paradigmas se apresentam nos dias atuais, destacando-se a segurança na utilização de fármacos alfa-agonistas, particularmente a fenilefrina. A efedrina já não tem sido mais considerada a primeira escolha em anestesia obstétrica, pois pode causar redução no pH fetal. Conclusões: A administração pro-filática e/ou terapêutica de agonistas alfa-adrenérgicos mostra-se segura e eficaz para o controle da hipotensão arterial pós-raquianestesia, otimizando os resultados maternos e fetais. Portanto, sugere-se revisão de conceitos.

Justification and objectives: vasopressor drugs have always been highlighted for the control of hypotension related to neuraxial blockade in obstetrical anesthesia. This article purpose is arguing the several drugs used in the clinical practice and the countless strategies described in the literature for the prevention and treatment of arterial hypotension after spinal anesthesia for caesarian section. Content: With the popularization of spinal anesthesia as the technique most used in anesthesia for caesarian section, vasopressors became the angular stone for the improvement of the maternal and fetal outcomes. Several changes of paradigms are introduced currently, highlighting the safe use of alpha-agonist drugs, particularly phenylephrine. Ephedrine has no longer been considered the unique first choice in obstetrical anesthesia, because it may cause reduction in fetal pH. Conclusions: The alpha adrenergic prophylactic and/or therapeutic administration proved to be a safe and effective option for the hypotension control after spinal anesthesia, optimizing the maternal and fetal outcomes. Therefore, that is the time for reviewing old concepts.
Descritores: Anestesia Obstétrica
Cesárea
Hipotensão/tratamento farmacológico
Vasoconstritores/uso terapêutico
-Efedrina/uso terapêutico
Etilefrina/uso terapêutico
Fenilefrina/uso terapêutico
Metaraminol/uso terapêutico
Limites: Seres Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG


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Id: lil-392219
Autor: McDonald, Michael; Santucci, Richard A.
Título: Successful management of stuttering priapism using home self-injections of the alpha-agonist metaraminol
Fonte: Int. braz. j. urol;30(2):121-122, Mar.-Apr. 2004.
Idioma: en.
Resumo: Low-flow priapism can result in impotence if treatment is delayed, yet patients with recurrent priapism often suffer delay before therapy. We describe management of recurrent priapism using self-administered injections of intracavernosal metaraminol (AramineÖ, Merck), a long-acting vasoconstricting amine that is considered safer than epinephrine. The patient injects as often as once daily using 5-10 mg of drug. Our patient reports rapid detumescence and has not required emergency room visits since starting injections. He denies complications. Treatment of priapism using metaraminol has been suggested in the hospital setting; however, this is the first report of successful home self-administration of the drug.
Descritores: Metaraminol/administração & dosagem
Priapismo/tratamento farmacológico
Simpatomiméticos/administração & dosagem
Vasoconstritores/administração & dosagem
-Injeções
Priapismo/etiologia
Recidiva
Autoadministração
Traço Falciforme/complicações
Limites: Adulto
Seres Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-355930
Autor: Cardoso, Mônica Maria Siaulys Capel; Santos, Márcio Martines; Yamaguchi, Eduardo Tsuyoshi; Hirahara, Jacqueline Toshiko; Amaro, Antonio Rahme.
Título: Expansão volêmica em raquianestesia para cesariana: como realizá-la? / Fluid preload in obstetric patients: how to do it?
Fonte: Rev. bras. anestesiol;54(1):13-19, jan.-fev. 2004. tab.
Idioma: pt; en.
Resumo: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Em pacientes não obstétricas, demonstrou-se que a expansão volêmica rápida realizada imediatamente após a injeção subaracnóidea do anestésico local era mais efetiva que a expansão volêmica lenta, realizada previamente à instalação do bloqueio para se reduzir a incidência e a gravidade da hipotensão arterial após raquianestesia. O objetivo do estudo foi comparar a incidência de hipotensão arterial e o consumo de vasopressores em gestantes submetidas à cesariana sob raquianestesia com diferentes regimes de expansão volêmica. MÉTODO: Foram avaliadas prospectivamente 60 gestantes de termo submetidas à cesariana sob raquianestesia. As pacientes receberam expansão volêmica com 10 ml.kg-1 de solução de Ringer com lactato como segue: Grupo 1 (n = 20), antes da raquianestesia através de cateter 18G; Grupo 2 (n = 20), após a raquianestesia e com cateter 18G e Grupo 3 (n = 20) após a raquianestesia com cateter 16G sob ação de pressurizador. A pressão arterial (PA) foi monitorizada a cada minuto e administrou-se 0,2 mg de metaraminol para qualquer diminuição de PA, a partir do valor de controle e 0,4 mg para diminuição > 20 por cento. A PA controle foi definida como a média de três valores sucessivos de pressão arterial sistólica obtidos antes da expansão volêmica e do bloqueio. Estudou-se a velocidade de infusão de fluidos, incidência de hipotensão arterial materna, náusea e vômito, consumo de metaraminol, índice de Apgar e pH da artéria umbilical. RESULTADOS: A velocidade de administração de fluidos foi maior no Grupo 3 do que nos Grupos 1 e 2 (201 ± 61 vs 56 ± 13 e 59 ± 21 ml.min-1, p < 0,05). Os grupos foram semelhantes em relação à incidência de hipotensão arterial, náusea, vômito, consumo de metaraminol, índice de Apgar e pH da artéria umbilical. CONCLUSÕES: A expansão volêmica, realizada antes ou após a instalação da raquianestesia, de maneira rápida ou lenta, não modifica o consumo de vasopressor, a ocorrência de hipotensão arterial mat...

BACKGROUND AND OBJECTIVES: In has been shown in non-obstetric patients, that a fast acute fluid preload immediately after spinal anesthesia was more effective than a slow preload before regional block to decrease the incidence and severity of arterial hypotension after spinal anesthesia. This study aimed at comparing the incidence of arterial hypotension and vasopressants consumption in parturients submitted to C-section under spinal anesthesia with different fluid preload regimens. METHODS: Sixty term pregnant women submitted to C-section under spinal anesthesia. Patients were randomly distributed in three groups receiving acute preload (10 ml.kg-1 lactated Ringer's) as follows: Group 1 (n = 20), before spinal anesthesia through 18G catheter; Group 2 (n = 20), after spinal anesthesia through 18G catheter and Group 3 (n = 20), after spinal anesthesia through 16G catheter with pressurizer. Blood pressure (BP) was monitored at 1-minute intervals until delivery and 0.2 mg bolus metaraminol was administered for any BP decrease from baseline values; 0.4 mg was administered for BP decrease > 20%. Control blood pressure was defined as the mean of three successive SBP values obtained before acute preload and spinal block. Variables studied were: preload rate, incidence of maternal arterial hypotension, nausea, vomiting, vasopressants consumption, Apgar scores and umbilical artery pH. RESULTS: Acute preload was faster in Group 3 as compared to Groups 1 and 2 (201 ± 61 vs 56 ± 13 and 59 ± 21 ml.min-1, p < 0.05). Groups were similar regarding the incidence of arterial hypotension, nausea and vomiting, metaraminol consumption, Apgar scores and umbilical artery pH. CONCLUSIONS: Acute preload before or after spinal anesthesia performance, in a slow or fast rate, does not change vasopressants consumption, the incidence of maternal arterial hypotension, nausea and vomiting, as well as fetal wellbeing.

JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: En pacientes no obstétricas, se demostró que la expansión volémica rápida realizada inmediatamente después de la inyección subaracnoidea del anestésico local era más efectiva que la expansión volémica lenta, realizada previamente a la instalación del bloqueo para reducir la incidencia y la gravedad de la hipotensión arterial después de raquianestesia. El objetivo del estudio fue comparar la incidencia de hipotensión arterial y el consumo de vasopresores en embarazadas sometidas a cesárea bajo raquianestesia con diferentes regímenes de expansión volémica. MÉTODO: Fueron evaluadas prospectivamente 60 embarazadas de término sometidas a cesárea bajo raquianestesia. Las pacientes recibieron expansión volémica con 10 ml.kg-1 de solución de Ringer con lactato como sigue: Grupo 1 (n = 20), antes de la raquianestesia a través de catéter 18G; Grupo 2 (n = 20), después de raquianestesia y con catéter 18G y Grupo 3 (n = 20) después de raquianestesia con catéter 16G bajo acción de un presurizador. La presión arterial (PA) fue monitorizada a cada minuto y se administró 0,2 mg de metaraminol para cualquier diminución de PA, a partir del valor de control y 0,4 mg para diminución > 20%. La PA control fue definida como la media de tres valores sucesivos de PAS obtenidos antes de la expansión volémica y del bloqueo. Se estudió la velocidad de infusión de fluidos, incidencia de hipotensión arterial materna, náusea y vómito, consumo de metaraminol, índice de Apgar y pH de la arteria umbilical. RESULTADOS: La velocidad de administración de fluidos fue mayor en el Grupo 3 de que en los Grupos 1 y 2 (201 ± 61 vs 56 ± 13 y 59 ± 21 ml.min-1, p < 0,05). Los grupos fueron semejantes en relación a la incidencia de hipotensión arterial, náusea, vómito, consumo de metaraminol, índice de Apgar y pH de la arteria umbilical. CONCLUSIONES: La expansión volémica, realizada antes o después de la instalación de la raquianestesia, de manera rápida o lenta, no modifica el...
Descritores: Complicações do Trabalho de Parto/epidemiologia
Hipotensão/epidemiologia
Metaraminol/uso terapêutico
Raquianestesia/efeitos adversos
-Índice de Apgar
Incidência
Náusea e Vômito Pós-Operatório
Espaço Subaracnóideo
Limites: Seres Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Pompermayer, L. G
Rahal, S. C
Id: lil-240100
Autor: Nunes, N; Pompermayer, L. G; Pirolo, J; Rahal, S. C.
Título: Emprego do metaraminol no bloqueio da hipotensäo produzida pelo uso da levomepromazina em cäes / The use of metaraminol bitartarate to blockade the hypotension produced by the levomepromazine HCL in dogs
Fonte: Braz. j. vet. res. anim. sci;32(2):120-4, 1995. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Avaliou-se a possibilidade do uso do bitartarato de metaraminol, visando o bloqueio da hipotensäo produzida pelo cloridrato de levomepromazina em cäes. Foram empregados 20 cäes, machos e fêmeas, com pesos compreendidos entre 8 e 12 kg. Os animais foram divididos em dois grupos iguais (GI e GII). Aos cäes do GI foi administrada, por via intravenosa, levomepromazina na dose de 2 mg/kg, seguida, 15 minutos após, de 0,5 ml de soluçäo salina 0,9 por cento. A pressäo arterial sistólica (PAS), frequências cardíaca (FC) e respiratória (FR), temperatura retal (T) e avaliaçäo eletrocardiográfica na derivaçäo DII foram observadas antes da aplicaçäo da levomepromazina e após a mesma, em intervalos de 15 minutos durante 60 minutos. Aos cäes do GII foi aplicada a mesma metodologia, substituindo-se, porém, a soluçäo salina pelo metaraminol na dose de 0,1 mg/kg, pela via intravenosa. Os valores obtidos foram submetidos à avaliaçäo estatística pelo método de Análise de Perfil. Os resultados mostraram que o metaraminol produziu um aumento da PAS e diminuiçäo da FC, além de promover menor queda da T e melhora dos valores de FR. Näo foram observadas alteraçöes na eletrocardiografia que pudessem ser atribuídas aos fármacos empregados. Concluiu-se que o metaraminol é seguro e indicado quando se emprega a levomepromazina, em cäes
Descritores: Cães
Hipotensão/terapia
Metaraminol/uso terapêutico
Metotrimeprazina/uso terapêutico
Limites: Animais
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-161550
Autor: Amorim, Dalmo de Souza; Marin Neto, José Antonio.
Título: Functional alterations of the autonomic nervous system in Chagas' heart disease
Fonte: Säo Paulo med. j;113(2):772-84, Mar.-Apr. 1995. graf.
Idioma: en.
Resumo: Several independent pathological studies in experimental models and in human beings showed conspicuous autonomic denervation in Chagas' disease. In spite of the inherently complex structural organization of the autonomic nervous system, the parasympathetic and sympathetic divisions are involved, as shown by many functional studies. Hence, Chagas' disease represents a unique model of impairment of the autonomic control of the heart, in absence of the nonspecific effects of cardiac failure. An important limitation of the studies thus far carried out is the lack of a better knowledge of the molecular biology characteristics of different strains of T. cruzi. This could explain some geographical discrepancies found in the clinical behaviour of Chagas' disease, and contribute to a better understanding of its pathophysiology.
Descritores: Cardiomiopatia Chagásica/fisiopatologia
Sistema Nervoso Autônomo/fisiopatologia
-Pressão Arterial
Atropina/farmacologia
Denervação Autônoma
Exercício
Frequência Cardíaca
Hemodinâmica
Metaraminol/farmacologia
Fenilefrina/farmacologia
Propranolol/farmacologia
Limites: Seres Humanos
Adulto
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-77051
Autor: Ferreira, Alberto A; Gomes, Marco A. Fernandes; Silva, Mario Rubens Vieira da.
Título: Hipotensäo arterial transoperatória em pacientes geriátricos para cirurgia oftálmica: revisäo terapêutica / Operative arterial hypotension in elderly patients for ophthalmic surgery: therapy review
Fonte: Arq. Inst. Penido Burnier;30(2):95-8, jul. 1988. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Os pacientes para cirurgia oftálmica estäo situados, em grande parte, nas últimas décadas, exigindo durante anestesia geral inalatória cuidados especiais na prevençäo e imediato tratamento da hipotensäo arterial que muitas vezes sobrevém. Depois de revisarem as alteraçöes fisiológicas dos pacientes idosos säo descritas as açöes e os efeitos de alguns medicamentos que podem ser utilizados, visando manter perfusäo sangüínea adequada aos órgäos mais nobres, cérebro, coraçäo, e rins. Säo também descritas as açöes colaterais indesejáveis dos vasopressores indicados
Descritores: Idoso
Anestesia por Inalação/efeitos adversos
Olho/cirurgia
Hipotensão
-Aminofilina/efeitos adversos
Cálcio/efeitos adversos
Dopamina/efeitos adversos
Efedrina/efeitos adversos
Epinefrina/efeitos adversos
Hipotensão/prevenção & controle
Hipotensão/terapia
Período Intraoperatório
Metaraminol/efeitos adversos
Norepinefrina/efeitos adversos
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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