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Id: lil-748921
Autor: Sousa, Angela Maria; Ashmawi, Hazem Adel.
Título: Local analgesic effect of tramadol is not mediated by opioid receptors in early postoperative pain in rats / O efeito analgésico de tramadol não é mediado por receptores opioides na dor de ratos no pós-operatório imediato / El efecto analgésico del tramadol no está mediado por receptores opiáceos en el dolor en ratones en el postoperatorio inmediato
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(3):186-190, May-Jun/2015. graf.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Tramadol is known as a central acting analgesic drug, used for the treatment of moderate to severe pain. Local analgesic effect has been demonstrated, in part due to local anesthetic-like effect, but other mechanisms remain unclear. The role of peripheral opioid receptors in the local analgesic effect is not known. In this study, we examined role of peripheral opioid receptors in the local analgesic effect of tramadol in the plantar incision model. METHODS: Young male Wistar rats were divided into seven groups: control, intraplantar tramadol, intravenous tramadol, intravenous naloxone-intraplantar tramadol, intraplantar naloxone-intraplantar tramadol, intravenous naloxone-intravenous tramadol, and intravenous naloxone. After receiving the assigned drugs (tramadol 5 mg, naloxone 200 µg or 0.9% NaCl), rats were submitted to plantar incision, and withdrawal thresholds after mechanical stimuli with von Frey filaments were assessed at baseline, 10, 15, 30, 45 and 60 min after incision. RESULTS: Plantar incision led to marked mechanical hyperalgesia during the whole period of observation in the control group, no mechanical hyperalgesia were observed in intraplantar tramadol group, intraplantar naloxone-intraplantar tramadol group and intravenous naloxone-intraplantar tramadol. In the intravenous tramadol group a late increase in withdrawal thresholds (after 45 min) was observed, the intravenous naloxone-intravenous tramadol group and intravenous naloxone remained hyperalgesic during the whole period. CONCLUSIONS: Tramadol presented an early local analgesic effect decreasing mechanical hyperalgesia induced by plantar incision. This analgesic effect was not mediated by peripheral opioid receptors. .

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Tramadol é conhecido como um fármaco analgésico de ação central, usado para o tratamento de dor moderada a grave. O efeito analgésico local foi demonstrado, em parte devido ao efeito semelhante ao anestésico local, mas outros mecanismos permanecem obscuros. O papel dos receptores opioides periféricos no efeito analgésico local não é conhecido. Neste estudo, examinamos o papel dos receptores opioides periféricos no efeito analgésico local de tramadol em modelo de incisão plantar. MÉTODOS: Ratos Wistar, jovens e machos, foram divididos em sete grupos: controle, tramadol intraplantar, tramadol intravenoso, tramadol intraplantar-naloxona intravenosa, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar, tramadol intravenoso-naloxona intravenosa e naloxona intravenosa. Após receber os medicamentos designados (5 mg de tramadol, 200 mg de naloxona ou NaCl a 0,9%, os ratos foram submetidos à incisão plantar e os limiares de retirada após estímulos mecânicos com filamentos de von Frey foram avaliados no início do estudo e nos minutos 10, 15, 30, 45 e 60 após a incisão. RESULTADOS: A incisão plantar levou à hiperalgesia mecânica acentuada durante todo o período de observação no grupo controle; hiperalgesia mecânica não foi observada nos grupos tramadol intraplantar, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar e tramadol intraplantar-naloxona intravenosa. No grupo tramadol intravenoso, um aumento tardio do limiar de retirada (após 45 minutos) foi observado. Os grupos tramadol intravenoso-naloxona intravenosa e naloxona intravenosa permaneceram hiperalgésicos durante todo o período. CONCLUSÕES: Tramadol apresentou efeito analgésico local inicial e diminuiu a hiperalgesia mecânica induzida pela incisão plantar. Esse efeito analgésico não foi mediado por receptores opioides periféricos. .

JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: Al tramadol se le conoce como un medicamento analgésico de acción central usado para el tratamiento del dolor moderado a intenso. El efecto analgésico local quedó demostrado, en parte, a causa del efecto similar al del anestésico local, pero otros mecanismos permanecen sin clarificar. El rol de los receptores opiáceos periféricos en el efecto analgésico local no se conoce. En este estudio, examinamos el papel de los receptores opiáceos periféricos en el efecto analgésico local del tramadol en un modelo de incisión plantar. MÉTODOS: Ratones Wistar, jóvenes y machos, fueron divididos en 7 grupos: control, tramadol intraplantar, tramadol intravenoso, tramadol intraplantar-naloxona intravenosa, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar, tramadol intravenoso-naloxona intravenosa, y naloxona intravenosa. Después de recibir los medicamentos designados (5 mg de tramadol, 200 µg de naloxona o NaCl al 0,9%), los ratones fueron sometidos a la incisión plantar, y los umbrales de retirada de la pata posteriores a los estímulos mecánicos con filamentos de von Frey fueron evaluados al inicio del estudio y en los minutos 10, 15, 30, 45 y 60 después de la incisión. RESULTADOS: La incisión plantar conllevó hiperalgesia mecánica acentuada durante todo el período de observación en el grupo control; la hiperalgesia mecánica no fue observada en los grupos tramadol intraplantar, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar, y tramadol intraplantar-naloxona intravenosa. En el grupo tramadol intravenoso, fue observado un aumento tardío del umbral de retirada (después de 45 min); los grupos tramadol intravenoso-naloxona intravenosa y naloxona intravenosa permanecieron hiperalgésicos durante todo el período. CONCLUSIONES: El tramadol presentó un efecto analgésico local inicial, disminuyendo la hiperalgesia mecánica inducida por la incisión plantar. Ese efecto analgésico no fue mediado por receptores opiáceos periféricos. .
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Tramadol/farmacologia
Hiperalgesia/tratamento farmacológico
Analgésicos Opioides/farmacologia
-Fatores de Tempo
Tramadol/administração & dosagem
Ratos Wistar
Receptores Opioides/efeitos dos fármacos
Receptores Opioides/metabolismo
Modelos Animais de Doenças
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Injeções
Injeções Intravenosas
Naloxona/administração & dosagem
Naloxona/farmacologia
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-773490
Autor: Çelik, Hande; Abdullayev, Ruslan; Akçaboy, Erkan Y; Baydar, Mustafa; Gögüs, Nermin.
Título: Comparison of tramadol and lornoxicam in intravenous regional anesthesia: a randomized controlled trial / Comparação de tramadol e lornoxicam em anestesia regional por via intravenosa, um estudo randomizado e controlado
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(1):44-49, Jan.-Feb. 2016. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Tourniquet pain is one of the major obstacles for intravenous regional anesthesia. We aimed to compare tramadol and lornoxicam used in intravenous regional anesthesia as regards their effects on the quality of anesthesia, tourniquet pain and postoperative pain as well. METHODS: After the ethics committee approval 51 patients of ASA physical status I-II aged 18-65 years were enrolled. The patients were divided into three groups. Group P (n = 17) received 3 mg/kg 0.5% prilocaine; group PT (n = 17) 3 mg/kg 0.5% prilocaine + 2 mL (100 mg) tramadol and group PL (n = 17) 3 mg/kg 0.5% prilocaine + 2 mL (8 mg) lornoxicam for intravenous regional anesthesia. Sensory and motor block onset and recovery times were noted, as well as tourniquet pains and postoperative analgesic consumptions. RESULTS: Sensory block onset times in the groups PT and PL were shorter, whereas the corresponding recovery times were longer than those in the group P. Motor block onset times in the groups PT and PL were shorter than that in the group P, whereas recovery time in the group PL was longer than those in the groups P and PT. Tourniquet pain onset time was shortest in the group P and longest in the group PL. There was no difference regarding tourniquet pain among the groups. Group PL displayed the lowest analgesic consumption postoperatively. CONCLUSION: Adding tramadol and lornoxicam to prilocaine for intravenous regional anesthesia produces favorable effects on sensory and motor blockade. Postoperative analgesic consumption can be decreased by adding tramadol and lornoxicam to prilocaine in intravenous regional anesthesia.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor relacionada ao torniquete é um dos maiores obstáculos para a anestesia regional intravenosa (ARIV). Nosso objetivo foi comparar tramadol e lornoxicam usados em ARIV em relação aos seus efeitos sobre a qualidade da anestesia, dor relacionada ao torniquete e dor no pós-operatório. MÉTODOS: Após a aprovação do Comitê de Ética, 51 pacientes com estado físico ASA I-II entre 18-65 anos foram inscritos. Os pacientes foram divididos em três grupos. Grupo P (n = 17) recebeu 3 mg/kg de prilocaína a 0,5%; Grupo PT (n = 17) 3 mg/kg de prilocaína a 0,5% + 2 mL (100 mg) de tramadol e Grupo PL (n = 17) de 3 mg/kg de prilocaína a 0,5% + 2 mL (8 mg) de lornoxicam para ARIV. O início do bloqueio sensorial e motor e os tempos de recuperação foram registrados, bem como a dor relacionada ao torniquete e o consumo de analgésico no pós-operatório. RESULTADOS: Os tempos de início do bloqueio sensorial foram mais curtos nos grupos PT e PL, enquanto que os tempos de recuperação correspondentes foram mais longos do que os do Grupo P. Os tempos de início do bloqueio motor nos grupos PT e PL foram menores do que no Grupo P, enquanto que o tempo de recuperação do grupo PL foi maior do que os dos grupos P e PT. O tempo para início da dor relacionada ao torniquete foi menor no Grupo P e maior no Grupo PL. Não houve diferença em relação à dor relacionada ao torniquete entre os grupos. O Grupo PL apresentou o menor consumo de analgésicos no pós-operatório. CONCLUSÃO: A adição de tramadol e lornoxicam à prilocaína para ARIV produz efeitos favoráveis sobre o bloqueio sensorial e motor. O consumo de analgésicos no pós-operatório pode ser reduzido com a adição de tramadol e lornoxicam à prilocaína em ARIV.
Descritores: Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Torniquetes/efeitos adversos
Tramadol/administração & dosagem
Piroxicam/análogos & derivados
Anestesia por Condução/métodos
-Dor/etnologia
Dor/prevenção & controle
Prilocaína/administração & dosagem
Período de Recuperação da Anestesia
Piroxicam/administração & dosagem
Anestésicos Intravenosos/administração & dosagem
Analgésicos/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-843392
Autor: Li, Xiao-Qin; Ye, Zhao-Ming; Wang, Jian-Bing; Fan, Cai-Rong; Pan, Ai-Wu; Li, Cong; Zhang, Ren-Bing.
Título: Mucoadhesive buccal films of tramadol for effective pain management / Filmes bucais mucoadesivos de tramadol para o controle eficaz da dor
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(3):231-237, Mar.-June 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: S&T of Zhejiang Province.
Resumo: Abstract Background and objectives: Tramadol hydrochloride is a centrally-acting synthetic opioid analgesic binding to specific opioid receptors. It is used in the management of chronic pain and is recommended as first line drug in the treatment of postoperative or orthopedic injury induced acute pain. The present work is designed to prepare and evaluate mucoadhesive buccal film of tramadol hydrochloride as a novel form of prolonged analgesia for patients with orthopedic injuries. Methods: Buccal films of tramadol hydrochloride were prepared by solvent casting method. The prepared films were evaluated for the various evaluation parameters like thickness, surface pH, weight uniformity, content uniformity, folding endurance, swelling index, in vitro drug release study, in vitro test for mucoadhesion and in vivo studies (primary mucosal irritancy test and analgesic activity). Results: All the formulations exhibited good results for physicochemical characterizations. In in vitro drug release study the films exhibited controlled release more than 12 hours. The formulation BFT2 (containing chitosan and PVP K-90) showed no irritant effect on buccal mucosa and elicit the significant in vivo analgesic activity with 57.14% analgesia against that of standard (61.04%). It was concluded that the mucoadhesive films of tramadol hydrochloride can be effectively used to alleviate the severe pain of orthopedic injuries with prompt onset and prolonged action.

Resumo Justificativa e objetivos: O cloridrato de tramadol é um analgésico opioide de ação central que se liga a receptores opioides específicos. É usado no tratamento de dor crônica e recomendado como fármaco de primeira linha para o tratamento no pós-operatório ou em dor aguda induzida por lesão ortopédica. O presente estudo visa a preparar e avaliar o filme bucal mucoadesivo de cloridrato de tramadol como uma nova forma de analgesia prolongada para pacientes com lesões ortopédicas. Método: Filmes bucais de cloridrato de tramadol foram preparados pelo método de evaporação de solvente. Os filmes preparados foram avaliados para os vários parâmetros de avaliação, como espessura, pH da superfície, uniformidade do peso, uniformidade do conteúdo, resistência a dobras, índice de intumescimento, estudo de liberação da droga in vitro, teste in vitro para mucoadesão e estudos in vivo (teste de irritação da mucosa primária e atividade analgésica). Resultados: Todas as formulações apresentaram bons resultados para caracterizações físico-químicas. Em estudo de libertação de droga in vitro, os filmes exibiram liberação controlada por mais de 12 horas. A formulação de BFT2 (com quitosana e PVP K-90) não mostrou efeito irritante sobre a mucosa bucal e provocou uma atividade analgésica significativa in vivo com 57,14% de analgesia versus a do padrão (61,04%). Concluiu-se que os filmes mucoadesivos de cloridrato de tramadol podem ser usados eficazmente para aliviar a dor intensa de lesões ortopédicas com início rápido e ação prolongada.
Descritores: Tramadol/administração & dosagem
Adesivos
Sistemas de Liberação de Medicamentos
Manejo da Dor/métodos
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
-Resultado do Tratamento
Ratos Wistar
Formas de Dosagem
Mucosa Bucal
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-897799
Autor: Venkatraman, Rajagopalan; Karthik, Krishnamoorthy; Pushparani, Anand; Mahalakshmi, Annadurai.
Título: A prospective, randomized, double-blinded control study on comparison of tramadol, clonidine and dexmedetomidine for post spinal anesthesia shivering / Estudo prospectivo randômico, duplo-cego e controlado comparando tramadol, clonidina e dexmedetomidina para tremores pós-raquianestesia
Fonte: Rev. bras. anestesiol;68(1):42-48, Jan.-Feb. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction Shivering, a common intraoperative problem under spinal anesthesia increases the oxygen consumption considerably and is uncomfortable and distressing to the patient, anesthesiologist as well as surgeon. The present study was designed to explore the effectiveness of tramadol, clonidine and dexmedetomidine in the treatment of post spinal anesthesia shivering and to look for their adverse effects. Methods This prospective, randomized, double blinded control study was done on 90 patients who developed shivering under spinal anesthesia. They were randomly allocated into three groups with Group T receiving tramadol 1 mg.kg-1, Group C getting clonidine 1 mcg.kg-1 and Group D patients receiving dexmedetomidine 0.5 mcg.kg-1. The time taken to control shivering, recurrence rate, hemodynamic variables, sedation score and adverse effects were observed. Results Dexmedetomidine was faster in the control of shivering in 5.7 ± 0.79 minutes (min) whereas tramadol took 6.76 ± 0.93 min and clonidine was slower with 9.43 ± 0.93 min. The recurrence rate was much lower in the dexmedetomidine group with 3.3% than for clonidine (10%) and tramadol (23.3%) group. The sedation achieved with dexmedetomidine was better than clonidine and tramadol. The tramadol group had more cases of vomiting (four) and dexmedetomidine group had six cases of hypotension and two cases of bradycardia. Two of the clonidine patients encountered bradycardia and hypotension. Conclusion Dexmedetomidine is better than tramadol and clonidine in the control of shivering because of its faster onset and less recurrence rate. Though complications are encountered in the dexmedetomidine group, they are treatable.

Resumo Introdução O tremor, problema comum no período intraoperatório sob raquianestesia, aumenta consideravelmente o consumo de oxigênio, além de ser desconfortável e angustiante para o paciente, o anestesiologista e o cirurgião. O presente estudo foi concebido para explorar a eficácia de tramadol, clonidina e dexmedetomidina no tratamento de tremores pós-raquianestesia e observar seus efeitos adversos. Métodos Este estudo prospectivo, randômico, controlado e duplo-cego foi feito com 90 pacientes que desenvolveram tremores sob raquianestesia. Os pacientes foram randomicamente alocados em três grupos para receber 1 mg.kg-1 de tramadol (Grupo T), 1 mcg.kg-1 de clonidina (Grupo C) e 0,5 mcg.kg-1 de dexmedetomidina (Grupo D). O tempo necessário para controlar os tremores, a taxa de recorrência, as variáveis hemodinâmicas, os níveis de sedação e os efeitos adversos foram registrados. Resultados Dexmedetomidina foi mais rápida para controlar os tremores, com tempo de 5,7 ± 0,79 minutos (min); o tempo de tramadol foi de 6,76 ± 0,93 min; clonidina foi mais lenta, com tempo de 9,43 ± 0,93 min. A taxa de recorrência foi muito menor no grupo dexmedetomidina (3,3%) do que nos grupos clonidina (10%) e tramadol (23,3%). A sedação obtida com dexmedetomidina foi melhor do que a obtida com clonidina e tramadol. O grupo tramadol teve mais casos de vômito (quatro); o grupo dexmedetomidina teve seis casos de hipotensão e dois casos de bradicardia. Dois pacientes do grupo clonidina apresentaram bradicardia e hipotensão. Conclusão Dexmedetomidina foi melhor do que tramadol e clonidina para o controle de tremores devido ao seu início de ação mais rápido e à taxa de recorrência mais baixa. Embora complicações tenham sido observadas no grupo dexmedetomidina, elas foram tratáveis.
Descritores: Tremor por Sensação de Frio/efeitos dos fármacos
Tramadol/uso terapêutico
Clonidina/uso terapêutico
Dexmedetomidina/uso terapêutico
Hipnóticos e Sedativos/uso terapêutico
Complicações Intraoperatórias/tratamento farmacológico
Raquianestesia/efeitos adversos
Entorpecentes/uso terapêutico
-Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1013412
Autor: Altıparmak, Başak; Korkmaz Toker, Melike; Uysal, Ali İhsan; Gümüş Demirbilek, Semra.
Título: Ultrasound guided erector spinae plane block for postoperative analgesia after augmentation mammoplasty: case series / Bloqueio do plano eretor da espinha guiado por ultrassom para analgesia pós-operatória em mamoplastia de aumento: série de casos
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(3):307-310, May-June 2019. graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Augmentation mammoplasty is the third most frequently performed esthetic surgical procedure worldwide. Breast augmentation with prosthetic implants requires the insertion of an implant under breast tissue, which causes severe pain due to tissue extension and surgical trauma to separated tissues. In this case series, we present the successful pain management of six patients with ultrasound-guided Erector Spinae Plane block after augmentation mammoplasty. In the operating room, all patients received standard monitoring. While the patients were sitting, the anesthesiologist performed bilateral ultrasound-guided erector spinae plane block at the level of T5. Bupivacaine (0.25%, 20 mL) was injected deep to the erector spinae muscle. Then, induction of anesthesia was performed with propofol, fentanyl, and rocuronium bromide. All patients received intravenous dexketoprofen trometamol for analgesia. The mean operation time was 72.5±6 min and none of the patients received additional fentanyl. The mean pain scores of the patients were 1, 2, 2, and 2 at the postoperative 5th, 30th, 60th and 120th minutes, respectively. At the postoperative 24th hour, the mean Numerical Rating Scale score was 1. The mean intravenous tramadol consumption was 70.8±15.3 mg in the first 24 h. None of the patients had any complications related to erector spinae plane block.

Resumo A mamoplastia de aumento é o terceiro procedimento cirúrgico estético mais feito em todo o mundo. A cirurgia com implantes protéticos requer a inserção de um implante sob o tecido mamário, o que causa dor intensa devido à extensão do tecido e trauma cirúrgico aos tecidos separados. Nesta série de casos, apresentamos o manejo bem-sucedido da dor em seis pacientes com bloqueio do plano eretor da espinha guiado por ultrassom (US-ESP) após mamoplastia de aumento. Na sala de cirurgia, todas as pacientes receberam monitoramento padrão. Enquanto as pacientes estavam sentadas, o anestesiologista fez o bloqueio US-ESP bilateral no nível de T5. Bupivacaína (0,25%, 20 mL) foi injetada entre os músculos romboide maior e eretor da espinha. Em seguida, a indução anestésica foi feita com propofol, fentanil e rocurônio. Todas as pacientes receberam dexcetoprofeno trometamol por via venosa para analgesia. O tempo médio de operação foi de 72,5 ± 6 minutos e nenhuma das pacientes recebeu fentanil adicional. Os escores médios de dor das pacientes foram 1, 2, 2 e 2 no 5°, 30°, 60° e 120° minutos de pós-operatório, respectivamente. No 24° dia de pós-operatório, o escore médio da Escala de Avaliação Numérica (NRS) foi 1. O consumo médio de tramadol foi de 40 ± 33,4 mg nas primeiras 24 horas. Nenhuma das pacientes apresentou complicações relacionadas ao bloqueio US-ESP.
Descritores: Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Implante Mamário/métodos
Bloqueio Nervoso/métodos
-Tramadol/administração & dosagem
Bupivacaína/administração & dosagem
Ultrassonografia de Intervenção/métodos
Músculos Paraespinais
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-977411
Autor: Salman, Nevriye; Olgunkeleş, Bilge; Bektaş, Umut; Güner, Derviş; Bektas, Meltem; Ay, Şadan; Şekerci, Sumru.
Título: Effects of intraarticular tramadol, magnesium and ketamine on postoperative pain in arthroscopic meniscectomy / Efeitos de tramadol, magnésio e cetamina por via intra-articular sobre a dor pós-operatória em meniscectomia artroscópica
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(1):35-41, Jan.-Feb. 2019. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective: Postoperative pain control is important in terms of early recovery and rehabilitation in arthroscopic meniscectomy. For this purpose, we aimed to compare the effects of intraarticular tramadol, magnesium, and ketamine with combinations of pericapsular bupivacaine on postoperative pain and recovery in arthroscopic meniscectomy. Methods: Ninety patients who underwent arthroscopic meniscectomy were enrolled in the study. Group T was given tramadol, Group K was given ketamine, and Group M was given magnesium reconstituted intraarticularly, and all groups received periarticular bupivacaine. Comparisons were made in terms of the patients' postoperative Visual Analogue Scale scores with and without movement, need for additional analgesics, first analgesic time, mobilization times, adverse effects, and satisfaction with the analgesics. Results: The Visual Analogue Scale scores were lowest in Group T at 0 minutes, and were higher in the 15th and 30th minutes and 1st, 2nd, and 6th hours. Visual Analogue Scale values with movement were found to be high in Group M at 0 and 15 minutes, but they were found to be higher in group T in the 30th minute, 1st, 2nd and 6th hour. The groups were similar in terms of postoperative additional analgesic use, number of analgesic use, and satisfaction with analgesics; however, the first analgesic time was earlier in Group M, and the first mobilization time was earlier in Group K. Conclusion: Intraarticular ketamine enables early mobilization and less need for additional analgesics, it also provides a better analgesic effect in comparison with intraarticular tramadol and magnesium.

Resumo Objetivo: O controle da dor pós-operatória é importante para recuperação e reabilitação precoces em meniscectomia artroscópica. Portanto, nosso objetivo foi comparar os efeitos de tramadol, magnésio e cetamina administrados por via intra-articular em associação com bupivacaína pericapsular sobre a dor e a recuperação após meniscectomia artroscópica. Métodos: Noventa pacientes submetidos à meniscectomia artroscópica foram incluídos no estudo. O Grupo T recebeu tramadol, o Grupo K recebeu cetamina e o Grupo M recebeu magnésio em doses reconstituídas por via intra-articular e todos os grupos receberam bupivacaína por via periarticular. As avaliações foram feitas mediante comparação dos escores em escala visual analógica no pós-operatório dos pacientes em movimento e em repouso, necessidade de analgésicos adicionais, tempo até a primeira necessidade de analgésico, tempo de mobilização, efeitos adversos e satisfação com os analgésicos. Resultados: Os escores da escala visual analógica foram menores no minuto zero e maiores nos minutos 15 e 30 e nas horas 1, 2 e 6 no Grupo T. Os escores da escala visual analógica em movimento foram maiores nos minutos zero e 15 no Grupo M e maiores no minuto 30 e nas horas 1, 2 e 6 no Grupo T. Os escores dos grupos foram semelhantes em relação à necessidade de analgésico adicional no pós-operatório, ao consumo de analgésico e à satisfação com os analgésicos, mas os tempos até a primeira necessidade de analgesia e até a primeira mobilização foram mais curtos nos grupos M e K, respectivamente. Conclusão: A administração intra-articular de cetamina permite mobilização precoce e diminui a necessidade de analgésicos adicionais, além de proporcionar um melhor efeito analgésico em comparação com tramadol e magnésio por via intra-articular.
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Artroscopia
Tramadol/administração & dosagem
Bupivacaína/administração & dosagem
Meniscectomia/métodos
Analgésicos/administração & dosagem
Ketamina/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Magnésio/administração & dosagem
-Estudos Prospectivos
Quimioterapia Combinada
Injeções Intra-Articulares
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1057475
Autor: Altiparmak, Basak; Korkmaz Toker, Melike; Uysal, Ali İhsan; Kuşçu, Yağmur; Gümüş Demirbilek, Semra.
Título: Efficacy of ultrasound-guided erector spinae plane block for analgesia after laparoscopic cholecystectomy: a randomized controlled trial / Eficácia do bloqueio do plano do músculo eretor da espinha guiado por ultrassom para analgesia após colecistectomia laparoscópica: um estudo controlado randômico
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(6):561-568, nov.-Dec. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: The primary aim of this study is to assess the effect of ultrasoung-guided erector spinae block on postoperative opioid consumption after laparoscopic cholecystectomy. The secondary aims are to assess the effects of erector spinae plane block on intraoperative fentanyl need and postoperative pain scores. Methods: Patients between 18-70 years old, ASA I-II were included in the study and randomly allocated into two groups. In Group ESP, patients received bilateral US-ESP with 40 ml of 0.25% bupivacaine at the level of T7, while in Group Control, they received bilateral US-ESP with 40 ml of saline before the induction of anesthesia. Then a standard general anesthesia procedure was conducted in both groups. NRS scores at the postoperative 15th, 30th, 60th minutes, 12th and 24th hours, intraoperative fentanyl need and total postoperative tramadol consumption were recorded. Results: There were 21 patients in Group ESP and 20 patients in Group Control. Mean postoperative tramadol consumption was 100 ± 19.2 mg in Group ESP, while it was 143 ± 18.6 mg in Group Control (p < 0.001). The mean intraoperative fentanyl need was significantly lower in Group ESP (p = 0.022). NRS scores at the postoperative 15th, 30th min, 12th hour and 24th hour were significantly lower in ESP group (p < 0.05). According to repeated measures analysis, NRS score variation over time was significantly varied between two groups (F[1, 39] = 24.061, p < 0.0005). Conclusions: Bilateral US-ESP block provided significant reduction in postoperative opioid consumption, intraoperative fentanyl need and postoperative pain scores of patients undergoing laparoscopic cholecystectomy.

Resumo Justificativa e objetivos: O objetivo primário deste estudo foi avaliar o efeito do bloqueio do plano do músculo eretor da espinha guiado por ultrassom (US-ESP) sobre o consumo de opioides no pós-operatório após colecistectomia laparoscópica. Os objetivos secundários foram avaliar os efeitos do bloqueio do plano eretor da espinha sobre a necessidade de fentanil no intraoperatório e nos escores de dor pós-operatória. Métodos: Pacientes entre 18 e 70 anos, ASA I-II, foram incluídos no estudo e alocados randomicamente em dois grupos. No Grupo ESP, os pacientes receberam o bloqueio bilateral US-ESP com 40 mL de bupivacaína a 0,25% no nível de T7, enquanto no Grupo Controle os pacientes receberam o bloqueio bilateral US-ESP com 40 mL de solução salina antes da indução da anestesia. Em seguida, um procedimento-padrão de anestesia geral foi feito em ambos os grupos. Os escores da NRS aos 15, 30 e 60 minutos e em 12 e 24 horas de pós-operatório, a necessidade de fentanil no intraoperatório e o consumo total de tramadol no pós-operatório foram registrados. Resultados: O grupo ESP foi constituído por 21 pacientes e o Grupo Controle por 20. O consumo médio de tramadol no pós-operatório foi de 100 ± 19,2 mg no Grupo ESP e de 143 ± 18,6 mg no grupo controle (p < 0,001). A necessidade média de fentanil no intraoperatório foi significativamente menor no grupo ESP (p = 0,022). Os escores da NRS aos 15, 30 e 60 minutos e em 12 e 24 horas de pós-operatório foram significativamente menores no grupo ESP (p < 0,05). De acordo com a análise de medidas repetidas, a variação do escore NRS ao longo do tempo foi estatisticamente significativa entre dois grupos (F [1,39] = 24,061, p < 0,0005). Conclusões: O bloqueio bilateral US-ESP reduziu de forma significativa o consumo de opioides no pós-operatório, a necessidade de fentanil no intraoperatório e os escores de dor no pós-operatório dos pacientes submetidos à colecistectomia laparoscópica.
Descritores: Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Colecistectomia Laparoscópica/métodos
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Bloqueio Nervoso/métodos
-Fatores de Tempo
Tramadol/administração & dosagem
Bupivacaína/administração & dosagem
Fentanila/administração & dosagem
Método Duplo-Cego
Ultrassonografia de Intervenção
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


  8 / 108 LILACS  
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Id: biblio-901590
Autor: Urbanetto, Janete de Souza; Muniz, Franciele de Oliveira Minuto; Silva, Renata Martins da; Freitas, Ana Paula Christo de; Oliveira, Ana Paula Ribeiro de; Santos, Jessica de Cassia Ramos dos.
Título: Incidência de flebite e flebite pós-infusional em adultos hospitalizados / Incidencia de flebitis y flebitis después de la infusión en adultos hospitalizados / Incidence of phlebitis and post-infusion phlebitis in hospitalised adults
Fonte: Rev. gaúch. enferm;38(2):e58793, 2017. tab.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMO Objetivo Avaliar a incidência de flebite durante o uso de cateter intravenoso periférico (CIP) e pós-infusional e analisar a associação com fatores de risco em pacientes hospitalizados. Método Estudo de coorte com 165 pacientes adultos internados em hospital universitário de Porto Alegre que totalizaram 447 acessos no período de dezembro 2014 a fevereiro 2015. A coleta dos dados foi diária, e a análise dos dados ocorreu pela estatística descritiva e analítica. Resultados A incidência de flebite durante o uso do CIP foi de 7,15% e de flebite pós-infusional, 22,9%. A flebite durante o uso do cateter associou-se com a Amoxicilina + Ácido Clavulânico. A flebite pós-infusional apresentou associação do grau de gravidade com a idade e com o uso de Amoxacilina + Ácido Clavulânico, Cloridrato de Tramadol e Anfotericina. Conclusão A incidência de flebite pós-infusional mostrou-se um indicador importante para a análise do cenário da qualidade da assistência em saúde.

RESUMEN Objetivo Evaluar la incidencia de flebitis en el uso de catéter periférico intravenoso (CIP) y posinfusional y analizar la asociación con los factores de riesgo en pacientes hospitalizados. Método Estudio de cohorte con 165 pacientes adultos ingresados en un hospital universitario de Porto Alegre, que ascendió a 447 accesos de diciembre 2014 a febrero de 2015. La recolección de datos fue diaria y el análisis de datos fue mediante estadística descriptiva y analítica. Resultados La incidencia de flebitis durante el uso de catéter periférico intravenoso fue del 7,15% y de la flebitis posinfusional fue del 22,9%. La flebitis durante el uso del catéter se asoció con el uso de Amoxicilina + Ácido clavulánico. La flebitis posinfusional presentó una asociación del grado de gravedad con la edad, y con el uso de Amoxicilina + Ácido clavulánico, Clorhidrato de tramadol y Anfotericina. Conclusión La incidencia de flebitis posinfuncional mostró ser un indicador importante para el análisis del escenario de la calidad de atención en salud.

ABSTRACT Objective to determine the incidence of phlebitis during and after the use of peripheral intravenous catheter (PIC), and analyse the association of this complication with risk factors. Methods cohort study with 165 adult patients admitted to a university hospital in Porto Alegre, totalling 447 accesses, from December 2014 to February 2015. Data were collected on a daily basis and analysed by means of descriptive and analytical statistics. Results The incidence of phlebitis during PIC was 7.15% and the incidence of post-infusion phlebitis was 22.9%. Phlebitis during catheter use was associated with the use of Amoxicillin + Clavulanic Acid. The grade of post-infusion phlebitis was associated with age and use of Amoxicillin + Clavulanic Acid, Tramadol Hydrochloride, and Amphotericin. Conclusion The incidence of post-infusion phlebitis proved to be an important indicator to analyse the quality of the healthcare setting.
Descritores: Flebite/epidemiologia
Infecção Hospitalar/epidemiologia
Infecções Relacionadas a Cateter/epidemiologia
Pacientes Internados/estatística & dados numéricos
-Flebite/etiologia
Flebite/tratamento farmacológico
Tramadol/uso terapêutico
Infusões Intravenosas
Cateterismo Periférico/efeitos adversos
Anfotericina B/uso terapêutico
Infecção Hospitalar/etiologia
Infecção Hospitalar/tratamento farmacológico
Incidência
Fatores Etários
Combinação Amoxicilina e Clavulanato de Potássio/uso terapêutico
Infecções Relacionadas a Cateter/etiologia
Infecções Relacionadas a Cateter/tratamento farmacológico
Hospitais Universitários/estatística & dados numéricos
Pessoa de Meia-Idade
Antibacterianos/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-956610
Autor: Moreira, Maiara Benevides; Mesquita, Maria Gefé da Rosa; Stipp, Marluci Andrade Conceição; Paes, Graciele Oroski.
Título: Potential intravenous drug interactions in intensive care / Potenciales interacciones de fármacos intravenosos en cuidados intensivos / Potenciais interações de medicamentos intravenosos em terapia intensiva
Fonte: Rev. Esc. Enferm. USP;51:e03233, 2017. graf.
Idioma: en; pt.
Resumo: Abstract OBJECTIVE To analyze potential intravenous drug interactions, and their level of severity associated with the administration of these drugs based on the prescriptions of an intensive care unit. METHOD Quantitative study, with aretrospective exploratory design, and descriptive statistical analysis of the ICU prescriptions of a teaching hospital from March to June 2014. RESULTS The sample consisted of 319 prescriptions and subsamples of 50 prescriptions. The mean number of drugs per patient was 9.3 records, and a higher probability of drug interaction inherent to polypharmacy was evidenced. The study identified severe drug interactions, such as concomitant administration of Tramadol with selective serotonin reuptake inhibitor drugs (e.g., Metoclopramide and Fluconazole), increasing the risk of seizures due to their epileptogenic actions, as well as the simultaneous use of Ranitidine-Fentanyl®, which can lead to respiratory depression. CONCLUSION A previous mapping of prescriptions enables the characterization of the drug therapy, contributing to prevent potential drug interactions and their clinical consequences.

Resumen OBJETIVO Analizar las potenciales interacciones medicamentosas intravenosas y su grado de severidad asociadas con la administración de esos fármacos mediante las prescripciones del Centro de Cuidados Intensivos. MÉTODO Estudio cuantitativo, tipología retrospectiva exploratoria, con análisis estadístico descriptivo de las prescripciones medicamentosas delCentro de Cuidados Intensivos de un Hospital Universitario en el período de marzo-junio/2014. RESULTADOS La muestra estuvo compuesta de 319 prescripciones y submuestras de 50 prescripciones. Se constató que el promedio de fármacos por paciente fue de 9,3 registros y se evidenció mayor probabilidad para ocurrencia de interacción medicamentosa inherente a la polifarmacia. El estudio identificó interacciones medicamentosas severas, como la administración concomitante de Tramadol con fármacos inhibidores selectivos de la recaptación de serotonina (por ejemplo: Metoclopramida y Fluconazol), aumentando el riesgo de convulsiones en virtud de sus acciones epileptogénicas, además del empleo simultáneo de Ranitidina-Fentanil®, lo que puede ocasionar depresión respiratoria. CONCLUSIÓN El mapeo previo de las prescripciones posibilita la caracterización de la terapéutica medicamentosa, contribuyendo a impedir las potenciales interacciones medicamentosas y sus consecuencias clínicas.

Resumo OBJETIVO Analisar as potenciais interações medicamentosas intravenosas e seu grau de severidade associadas à administração desses medicamentos a partir das prescrições do Centro de Terapia Intensiva. MÉTODO Estudo quantitativo, tipologia retrospectiva exploratória, com análise estatística descritiva das prescrições medicamentosas do Centro de Terapia Intensiva de um Hospital Universitário, no período de março-junho/2014. RESULTADOS A amostra foi composta de 319 prescrições e subamostras de 50 prescrições. Constatou-se que a média de medicamentos por paciente foi de 9,3 registros, e evidenciou-se maior probabilidade para ocorrência de interação medicamentosa inerente à polifarmácia. O estudo identificou interações medicamentosas graves, como a administração concomitante de Tramadol com medicamentos inibidores seletivos da recaptação da serotonina, (exemplo: Metoclopramida e Fluconazol), aumentando o risco de convulsões devido às suas ações epileptogênicas, além do uso simultâneo de Ranitidina-Fentanil®, que pode ocasionar depressão respiratória. CONCLUSÃO O mapeamento prévio das prescrições possibilita a caracterização da terapêutica medicamentosa, contribuindo para obstar as potenciais interações medicamentosas e suas consequências clínicas.
Descritores: Infusões Intravenosas
Interações Medicamentosas
Segurança do Paciente
Unidades de Terapia Intensiva
-Tramadol
Estudos Retrospectivos
Inibidores de Captação de Serotonina
Enfermagem de Cuidados Críticos
Hospitais Universitários
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR41.1 - Biblioteca Wanda de Aguiar Horta


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Id: lil-724562
Autor: Bustamante Aguirre, Walter Norberto.
Título: Evaluación de la calidad del manejo del dolor postoperatorio en colecistectomías laparoscópicas en el Hospital Nacional Arzobispo Loayza de Lima / Evaluation of the quality of the management of postoperative pain in laparoscopic cholecystectomy in the National Hospital Arzbispo Loayza of Lima.
Fonte: Lima; s.n; 2012. 38 p. tab.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Universidad Nacional Mayor de San Marcos. Facultad de Medicina para obtenção do grau de Especialista.
Resumo: Muchos de los pacientes sometidos a colecistectomía laparoscópica programada continúan teniendo experiencias desagradables de dolor postoperatorio (DPO) inmediato, ya que continúa siendo tratado inadecuadamente. El presente estudio fue diseñado para evaluar la calidad del manejo del dolor postoperatorio inmediato en pacientes sometidos a colecistectomía laparoscópica programada, en la Unidad de Recuperación Pos Anestésica (URPA) del pabellón 6 del Hospital Nacional Arzobispo Loayza de Lima. Participaron 187 pacientes, adultos, entre ASA I-II, en el periodo de setiembre del 2010 a enero del 2011. Todos los pacientes recibieron anestesia general balanceada. Para el manejo del DPO inmediato recibieron diferentes esquemas de tratamiento en base a drogas como ketoprofeno y tramadol, preincisional y/o postincisional, en forma multimodal o empleando un solo fármaco. La calidad del manejo del DPO inmediato fue evaluada durante las dos primeras horas del período postoperatorio: Al ingreso a la URPA, durante su permanencia, y a su salida, resultando en tres evaluaciones. Para valorar la eficacia se midió la intensidad del dolor mediante la Escala Visual Analógica (EVA); se determinó el grupo de pacientes que requirieron analgesia de rescate, y se determinó la presencia de Reacciones Adversas Medicamentosas (RAM). Se obtuvo una valoración global de la calidad del manejo del DPO inmediato en base a la eficacia, necesidad de analgesia de rescate y presencia de RAM. Asimismo, se identificaron los diferentes esquemas de manejo del DPO; en lo referente al momento de aplicación, y la combinación de fármacos. Los resultados obtenidos indican que la calidad del manejo del dolor en el periodo postoperatorio inmediato en pacientes sometidos a colecistectomía laparoscópica en el Hospital Nacional Arzobispo Loayza es buena en un 83 por ciento de los pacientes que participaron en el estudio. Los esquemas de manejo más empleados fueron multimodales, pero postincisionales. La mayor...
Descritores: Cetoprofeno
Colecistectomia Laparoscópica
Cuidados Pós-Operatórios
Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Tramadol
-Estudo Observacional
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: PE13.1 - Oficina de Biblioteca, Hemeroteca y Centro de Documentación
PE13.1; ME, WO, 184, B95, ej.1. 010000093242; PE13.1; ME, WO, 184, B95, ej.2. 010000093243



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