Base de dados : LILACS
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Id: lil-698801
Autor: Machado-Alba, Jorge E; Morales-Plaza, Cristhian David.
Título: Prevalencia de interacciones potenciales evitables entre antidepresivos y otros medicamentos en pacientes colombianos / Prevalence of Avoidable Potential Interactions Between Antidepressants and Other Drugs in Colombian Patients
Fonte: Rev. colomb. psiquiatr;42(2):162-166, abr.-jun. 2013. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Objetivos: Determinar potenciales interacciones medicamentosas con antidepresivos y otros fármacos que pueden generar problemas relacionados con medicamentos mediante la búsqueda activa en bases de datos de pacientes afiliados al Sistema General de Seguridad Social en Salud. Métodos: Estudio descriptivo a partir de las bases de datos de dispensación de medicamentos de Audifarma S.A. a unos 4 millones de usuarios del pa ís; se hizo una revisión sistemática de potenciales interacciones de antidepresivos entre sí y con anticolinérgicos en los meses de octubre a noviembre y con tramadol durante todo el a ño 2010. Resultados: Se identificó un promedio mensual de 114.465 usuarios de antidepresivos. De estos, 5.776 (5,0 %) recibían dos antidepresivos simultáneamente y 178 (0,2 %), tres. La combinación más frecuente fue fluoxetina + trazodona (n = 3.235, el 56,9 % de los casos). A unos 1.127 (1,0 %) pacientes se les prescribió de manera simultánea un anticolinérgico. A 2.523 (2,1 %) usuarios se les dispensó al mismo tiempo tramadol, con lo que se elevaba el riesgo de aparición de síndrome serotoninérgico. Conclusiones: Las interacciones medicamentosas representan un riesgo potencial que muchas veces los médicos subestiman. La farmacovigilancia es una herramienta útil para optimizar recursos y prevenir resultados negativos relacionados con la medicación. Se recomienda considerar la búsqueda sistematizada para reforzar los programas de vigilancia de uso racional de medicamentos en el pa ís.

Objectives: To determine the possible drugs interactions with antidepressive agents in data bases of patients in the Health Insurance System of Colombia. Methods: From data bases of about 4 million users in Colombia, a systematic review of drugs dispensation statistics was made to identify drug interactions between antidepressive agents, cholinergic antagonists and tramadol in 2010. Results: We identified 114,465 monthly users of antidepressive agents. Of these, 5776 (5.0 %) received two, and 178 (0.2 %) received three antidepressive agents simultaneously. The most frequent combination was fluoxetine+trazodone (n =3235; 56.9 % of cases). About 1127 (1.0 %) patients were prescribed a cholinergic antagonist simultaneously; 2523 (2.1 %) users were dispensed tramadol at the same time, while raising the risk of serotonin syndrome. Conclusions: Drug interactions represent a potential risk that is often underestimated by physicians. Pharmacovigilance is a useful tool to optimize resources and prevent negative outcomes associated with medication. It is recommended that systematic search is made to enhance surveillance programs for the rational use of medicines in this country.
Descritores: Antidepressivos
-Tramadol
Trazodona
Fluoxetina
Prevalência
Colômbia
Antagonistas Colinérgicos
Vigilância
Farmacovigilância
Limites: Humanos
Responsável: CO78 - Asociación Colombiana de Psiquiatría


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Leäo, Luiz Eduardo Villaça
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Id: biblio-1039728
Autor: Bachichi, Thiago Gangi; Leão, Luiz Eduardo Villaça; Perfeito, João Alessio Juliano; Miotto, Andre; Holanda, Caio Santos; Costa Jr, Altair da Silva.
Título: Traditional chest drainage versus drainage by thoracotomy: a prospective randomized study / Drenagem torácica tradicional versus drenagem pela toracotomia: estudo prospectivo randomizado
Fonte: Einstein (Säo Paulo);18:eAO4409, 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To compare the chest tube drainage by the same thoracotomy intercostal space with the traditional approach in patients undergoing muscle-sparing thoracotomy. Methods We evaluated 40 patients aged ≥18 years who underwent elective muscle sparing thoracotomies. Patients were divided into two groups of 20 patients. One group underwent thoracic drainage by the same intercostal space of thoracotomy and the other by traditional chest drainage approach. Results The mean length of hospital stay for the intercostal drainage group in the intensive care unit was 1.5 day (1.0 to 2.0 days) and 2.0 days (25.1 to 3.0 days) for the traditional chest drainage group (p=0.060). The intercostal drainage group had mean length of hospital stay (p=0.527) and drainage (p=0.547) of 4 days, and the traditional chest drainage group and 2 and 5.5 days, respectively. Dipirona and tramadol doses did not differ between groups (p=0.201 and p=0.341). The mean pain scale values on first postoperative was 4.24 in the drainage by the same intercostal group and 3.95 in the traditional chest drainage (p=0.733). In third postoperative day, mean was 3.18 for the first group and 3.11 for the traditional group (p=0.937). In the 15th day after surgery, drainage by the incision was 1.53 and the traditional chest drainage was 2.11 (p=0.440), 30th days after drainage by incision was 0.71 and traditional chest drainage was 0.84 (p=0.787). Complications, for both groups were similar with 30% in proposed drainage and 25% in traditional approach (p=0.723). Conclusion Drainage by the same thoracotomy intercostal space was feasible and results 30 days after surgery were not inferior to those of the traditional chest drainage approach.

RESUMO Objetivo Comparar a drenagem torácica pela mesma intercostotomia à drenagem tradicional em pacientes submetidos à toracotomia poupadora lateral. Métodos Foram avaliados 40 pacientes maiores de 18 anos submetidos a toracotomias poupadoras laterais eletivas. Eles foram separados em dois grupos de 20 pacientes cada, sendo um submetido à drenagem torácica pelo mesmo espaço intercostal da toracotomia e o outro à drenagem tradicional. Resultados No grupo da drenagem pela mesma intercostotomia, a mediana de tempo de internação em unidade de terapia intensiva foi de 1,5 dia (1,0 a 2,0 dias) e de 2,0 dias (1,25 a 3,0 dias) na drenagem tradicional (p=0,060). As medianas do tempo de internação (p=0,527) e de drenagem (p=0,547) foram ambas de 4 dias, no primeiro grupo, e de 2 e 5,5 dias, no grupo com drenagem tradicional. As doses utilizadas de dipirona e de tramadol não apresentaram diferenças estatísticas entre os grupos (p=0,201 e p=0,341). As médias da escala de dor foram 4,24 no primeiro dia pós-operatório do grupo com a drenagem proposta e 3,95 nos drenados da forma tradicional (p=0,733); no terceiro pós-operatório, foi de 3,18 para o grupo drenado pela incisão e de 3,11 nos drenados da forma tradicional (p=0,937). No 15º dia após a cirurgia, a drenagem pela incisão foi de 1,53 e a tradicional de 2,11 (p=0,440); no 30º pós-operatório, foi de 0,71 e 0,84, respectivamente, para a incisão e a forma tradicional (p=0,787). Em relação às complicações, os grupos foram semelhantes, com 30% na drenagem proposta e 25% na drenagem tradicional (p=0,723). Conclusão A drenagem pelo mesmo espaço intercostal foi exequível e não apresentou inferioridade à técnica tradicional no período pós-operatório estudado de 30 dias.
Descritores: Toracotomia/métodos
Tubos Torácicos
Drenagem/métodos
-Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Período Pós-Operatório
Fibrilação Atrial/etiologia
Tramadol/uso terapêutico
Medição da Dor
Toracotomia/efeitos adversos
Analgesia Epidural
Drenagem/estatística & dados numéricos
Dipirona/uso terapêutico
Estudos Prospectivos
Dispneia/etiologia
Analgésicos/uso terapêutico
Tempo de Internação
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1254939
Autor: Iñurrategui, María Celia.
Título: Tratamiento conservador de la artrosis de cadera / Conservative treatment of hip osteoarthritis
Fonte: Evid. actual. práct. ambul;24(2):e002071, 2021. tab.
Idioma: es.
Resumo: Ante un escenario clínico de coxalgia por artrosis de cadera se planteó la necesidad de conocer los tratamientos con-servadores más seguros y efectivos para el manejo del dolor. El tratamiento de la artrosis requiere un enfoque integral e individualizado en función de las preferencias del paciente para lograr el máximo beneficio clínico. Existen numerosas estrategias útiles para el manejo del dolor en pacientes con artrosis de cadera siendo fuertemente recomendados de inicio la actividad física, los antiinflamatorios no esteroideos (AINE) orales y en ciertos casos los corticoides intraarticulares, tramadol o duloxetina, siempre asociado con la actividad física. Los ejercicios más recomendados son los aeróbicos y el Tai Chi o yoga. (AU)

Faced with a clinical scenario of coxalgia due to hip osteoarthritis, the need to know the safest and most effective conservative treatments for pain management arose. The treatment of osteoarthritis requires a comprehensive and individualised approach based on the patient's preferences to achieve maximum clinical benefit. There are numerous useful strategies for pain management in patients with hip osteoarthritis being strongly recommended from the beginning such as physical activity, oral non-steroidal anti-inflammatory drugs (NSAID) and in certain cases intra-articular corticosteroids, tramadol or duloxetine, always associated with physical activity. The most recommended exercises are aerobics and Tai Chi or yoga. (AU)
Descritores: Osteoartrite do Quadril/tratamento farmacológico
Osteoartrite do Quadril/terapia
Tratamento Conservador/métodos
-Dor
Tramadol/uso terapêutico
Ioga
Exercício Físico
Osteoartrite do Quadril/diagnóstico por imagem
Anti-Inflamatórios não Esteroides/uso terapêutico
Corticosteroides/uso terapêutico
Tai Ji
Manejo da Dor/métodos
Cloridrato de Duloxetina/uso terapêutico
Rigidez Muscular
Limites: Humanos
Feminino
Idoso de 80 Anos ou mais
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Revisão
Responsável: AR2.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-990342
Autor: Moyano, Jairo; Aguirre, Luisa.
Título: Opioids in the immune system: from experimental studies to clinical practice
Fonte: Rev. Assoc. Med. Bras. (1992);65(2):262-269, Feb. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: SUMMARY INTRODUCTION: Opioids interact with both innate and adaptive immune systems and have direct effects on opioid receptors located on immune cells. Research on this topic has provided evidence of the opioid influence on the immune response associated with surgical stress. The immunological effects of opioids are currently being investigated, particularly whether they influence the outcome of surgery or the underlying disease regarding important aspects like infection or cancer progression. This review addresses background research related to the influence of the opioid receptor on the immune system, the immunosuppressive effect associated with major opioids during the perioperative period, and their clinical relevance. The objective of the study was to review the effects of opioids on the immune system. Methods: A search strategy was conducted in PubMed, Embase, and the Cochrane databases using the terms "immunosuppression," "immune system," "surgical procedures," "analgesics," "opioids" and "perioperative care." Results: The immunosuppressive effect of opioids was identified over 30 years ago. They include signaling and acting directly through immune cells, including B and T lymphocytes, NK cells, monocytes, and macrophages, as well as activating the downstream pathways of the hypothalamic-pituitary-adrenal (HPA) axis leading to the production of immunosuppressive glucocorticoids in the peripheral and sympathetic nervous system.

RESUMO INTRODUÇÃO: Os opioides interagem com ambos os sistemas imunes, inato e adaptativo, através de efeitos diretos sobre os receptores dos opioides localizados nas células imunes. As pesquisas neste assunto têm fornecido evidência da influência dos opioides sobre a resposta imune associada ao estresse cirúrgico. Os efeitos imunológicos dos opioides estão sendo pesquisados na atualidade, principalmente se eles determinam o resultado da cirurgia ou doença consequente devido a fatos importantes como infecção ou progressão do câncer. Essa revisão tem como alvo ver antecedentes em pesquisa relativa à influência dos receptores dos opioides no sistema imunológico, o efeito imunossupressor associado com opioides maiores durante o período peri-operatório e sua importância clínica. O objectivo da pesquisa foi revisar os efeitos dos opioides no sistema imunológico. MÉTODOS: Uma estrategia de procura foi dirigida na mídia PubMed, e no cadastro de Embase e The Cochrane, usando os termos "imunosuppressão", "sistema imunológico", "procedimentos cirúrgicos", "analgésicos", "opioides" e "cuidado peri-operatório". RESULTADOS: O efeito imunosuppressor dos opioides foi identificado há mais de 30 anos. Os efeitos imunosupressores incluem sinalização e ação diretamente através das células imunes, mesmo com os linfócitos B e T, células NK, monócitos e macrófagos, também como ativando as vias de corrente do eixo hipotálamo- hipófise- adrenal (HPA) levando à produção de glucocorticoides imunossupresores no sistema nervoso periférico e simpático.
Descritores: Analgésicos Opioides/farmacologia
Sistema Imunitário/efeitos dos fármacos
-Tramadol/administração & dosagem
Tramadol/farmacologia
Fentanila/administração & dosagem
Fentanila/farmacologia
Imunidade Adaptativa/efeitos dos fármacos
Período Perioperatório
Remifentanil/administração & dosagem
Remifentanil/farmacologia
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Morfina/administração & dosagem
Morfina/farmacologia
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-1156364
Autor: Guerrero Contreras, Miladys; Chacón Sánchez, Lewys; Martín Romero, Julio Alberto; Segura Llanes, Niurka; Redondo Gómez, Zhachel Alejandro.
Título: Evaluación del efecto analgésico transoperatorio del tramadol comparado con la lidocaína en caninos oncológico / Assessment of the adverse effect of tramadol compared to lidocaine in the oncologic intraoperative in canines
Fonte: Rev. cuba. anestesiol. reanim;20(1):e681, ene.-abr. 2021. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: El estudio y tratamiento del dolor ha sido una de las preocupaciones más importantes en los últimos 30 años en el ámbito médico mundial. Desde hace varias décadas a nivel internacional se realizan estudios sobre el efecto del tramadol y la lidocaína como analgésicos intraoperatorio, con el fin de obtener una adecuada analgesia durante el procedimiento quirúrgico y el periodo posoperatorio inmediato. Objetivo: Comparar el efecto analgésico del tramadol y la lidocaína durante el período transoperatorio en caninos programados para intervención quirúrgica. Método: Se realizó un estudio prospectivo, comparativo, con animales programados para tratamiento quirúrgico por presentar tumores periféricos. Se incluyeron 10 animales divididos en 2 grupos. El grupo control (G-C) que recibió lidocaína sin preservo (lidocaína SP) en infusión continua durante el procedimiento quirúrgico y el grupo 1 (G-1) que se le administró tramadol endovenoso previo al acto quirúrgico. Se evaluaron variables hemodinámicas y de oxigenación como indicadores indirectos de dolor transoperatorio. Resultados: La muestra fue homogénea para la edad y el sexo. El comportamiento de las variables hemodinámicas resultó más estable durante la infusión de lidocaína. La saturación periférica de oxígeno fue similar con ambos medicamentos, así como la temperatura. Conclusiones: La infusión intravenosa de lidocaína SP durante el periodo transoperatorio en caninos oncológico demostró una mejor efectividad analgésica en comparación con el tramadol aplicado preoperatoriamente, según los parámetros evaluados(AU)

Introduction: Study and treatment of pain has been one of the most important concerns in the last thirty years in the worldwide medical field. For several decades, international studies have been carried out on the effect of tramadol and lidocaine as intraoperative analgesics, in order to achieve adequate analgesia during surgical procedures and the immediate postoperative period. Objective: To compare the analgesic effect of tramadol and lidocaine during the intraoperative period in canines scheduled for surgical intervention. Method: A prospective, comparative study was carried out with animals scheduled for surgical treatment due to peripheral tumors. Ten animals were included, divided into two groups: the control group, which received lidocaine without preservation in continuous infusion during the surgical procedure, and group 1, which was administered intravenous tramadol prior to the surgical act. Hemodynamic and oxygenation variables were assessed as indirect indicators of intraoperative pain. Results: The sample was homogeneous for age and sex. The behavior of the hemodynamic variables was more stable during the lidocaine infusion. Peripheral oxygen saturation was similar in both drugs, as well as temperature. Conclusions: Intravenous infusion of lidocaine without preservation during the intraoperative period in oncological canines showed better analgesic effectiveness compared to tramadol applied preoperatively, according to the parameters assessed(AU)
Descritores: Tramadol/uso terapêutico
Anestesia e Analgesia/métodos
Lidocaína/uso terapêutico
-Estudos Prospectivos
Limites: Animais
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: lil-748921
Autor: Sousa, Angela Maria; Ashmawi, Hazem Adel.
Título: Local analgesic effect of tramadol is not mediated by opioid receptors in early postoperative pain in rats / O efeito analgésico de tramadol não é mediado por receptores opioides na dor de ratos no pós-operatório imediato / El efecto analgésico del tramadol no está mediado por receptores opiáceos en el dolor en ratones en el postoperatorio inmediato
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(3):186-190, May-Jun/2015. graf.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Tramadol is known as a central acting analgesic drug, used for the treatment of moderate to severe pain. Local analgesic effect has been demonstrated, in part due to local anesthetic-like effect, but other mechanisms remain unclear. The role of peripheral opioid receptors in the local analgesic effect is not known. In this study, we examined role of peripheral opioid receptors in the local analgesic effect of tramadol in the plantar incision model. METHODS: Young male Wistar rats were divided into seven groups: control, intraplantar tramadol, intravenous tramadol, intravenous naloxone-intraplantar tramadol, intraplantar naloxone-intraplantar tramadol, intravenous naloxone-intravenous tramadol, and intravenous naloxone. After receiving the assigned drugs (tramadol 5 mg, naloxone 200 µg or 0.9% NaCl), rats were submitted to plantar incision, and withdrawal thresholds after mechanical stimuli with von Frey filaments were assessed at baseline, 10, 15, 30, 45 and 60 min after incision. RESULTS: Plantar incision led to marked mechanical hyperalgesia during the whole period of observation in the control group, no mechanical hyperalgesia were observed in intraplantar tramadol group, intraplantar naloxone-intraplantar tramadol group and intravenous naloxone-intraplantar tramadol. In the intravenous tramadol group a late increase in withdrawal thresholds (after 45 min) was observed, the intravenous naloxone-intravenous tramadol group and intravenous naloxone remained hyperalgesic during the whole period. CONCLUSIONS: Tramadol presented an early local analgesic effect decreasing mechanical hyperalgesia induced by plantar incision. This analgesic effect was not mediated by peripheral opioid receptors. .

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Tramadol é conhecido como um fármaco analgésico de ação central, usado para o tratamento de dor moderada a grave. O efeito analgésico local foi demonstrado, em parte devido ao efeito semelhante ao anestésico local, mas outros mecanismos permanecem obscuros. O papel dos receptores opioides periféricos no efeito analgésico local não é conhecido. Neste estudo, examinamos o papel dos receptores opioides periféricos no efeito analgésico local de tramadol em modelo de incisão plantar. MÉTODOS: Ratos Wistar, jovens e machos, foram divididos em sete grupos: controle, tramadol intraplantar, tramadol intravenoso, tramadol intraplantar-naloxona intravenosa, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar, tramadol intravenoso-naloxona intravenosa e naloxona intravenosa. Após receber os medicamentos designados (5 mg de tramadol, 200 mg de naloxona ou NaCl a 0,9%, os ratos foram submetidos à incisão plantar e os limiares de retirada após estímulos mecânicos com filamentos de von Frey foram avaliados no início do estudo e nos minutos 10, 15, 30, 45 e 60 após a incisão. RESULTADOS: A incisão plantar levou à hiperalgesia mecânica acentuada durante todo o período de observação no grupo controle; hiperalgesia mecânica não foi observada nos grupos tramadol intraplantar, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar e tramadol intraplantar-naloxona intravenosa. No grupo tramadol intravenoso, um aumento tardio do limiar de retirada (após 45 minutos) foi observado. Os grupos tramadol intravenoso-naloxona intravenosa e naloxona intravenosa permaneceram hiperalgésicos durante todo o período. CONCLUSÕES: Tramadol apresentou efeito analgésico local inicial e diminuiu a hiperalgesia mecânica induzida pela incisão plantar. Esse efeito analgésico não foi mediado por receptores opioides periféricos. .

JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS: Al tramadol se le conoce como un medicamento analgésico de acción central usado para el tratamiento del dolor moderado a intenso. El efecto analgésico local quedó demostrado, en parte, a causa del efecto similar al del anestésico local, pero otros mecanismos permanecen sin clarificar. El rol de los receptores opiáceos periféricos en el efecto analgésico local no se conoce. En este estudio, examinamos el papel de los receptores opiáceos periféricos en el efecto analgésico local del tramadol en un modelo de incisión plantar. MÉTODOS: Ratones Wistar, jóvenes y machos, fueron divididos en 7 grupos: control, tramadol intraplantar, tramadol intravenoso, tramadol intraplantar-naloxona intravenosa, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar, tramadol intravenoso-naloxona intravenosa, y naloxona intravenosa. Después de recibir los medicamentos designados (5 mg de tramadol, 200 µg de naloxona o NaCl al 0,9%), los ratones fueron sometidos a la incisión plantar, y los umbrales de retirada de la pata posteriores a los estímulos mecánicos con filamentos de von Frey fueron evaluados al inicio del estudio y en los minutos 10, 15, 30, 45 y 60 después de la incisión. RESULTADOS: La incisión plantar conllevó hiperalgesia mecánica acentuada durante todo el período de observación en el grupo control; la hiperalgesia mecánica no fue observada en los grupos tramadol intraplantar, tramadol intraplantar-naloxona intraplantar, y tramadol intraplantar-naloxona intravenosa. En el grupo tramadol intravenoso, fue observado un aumento tardío del umbral de retirada (después de 45 min); los grupos tramadol intravenoso-naloxona intravenosa y naloxona intravenosa permanecieron hiperalgésicos durante todo el período. CONCLUSIONES: El tramadol presentó un efecto analgésico local inicial, disminuyendo la hiperalgesia mecánica inducida por la incisión plantar. Ese efecto analgésico no fue mediado por receptores opiáceos periféricos. .
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Tramadol/farmacologia
Hiperalgesia/tratamento farmacológico
Analgésicos Opioides/farmacologia
-Fatores de Tempo
Tramadol/administração & dosagem
Ratos Wistar
Receptores Opioides/efeitos dos fármacos
Receptores Opioides/metabolismo
Modelos Animais de Doenças
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Injeções
Injeções Intravenosas
Naloxona/administração & dosagem
Naloxona/farmacologia
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-773490
Autor: Çelik, Hande; Abdullayev, Ruslan; Akçaboy, Erkan Y; Baydar, Mustafa; Gögüs, Nermin.
Título: Comparison of tramadol and lornoxicam in intravenous regional anesthesia: a randomized controlled trial / Comparação de tramadol e lornoxicam em anestesia regional por via intravenosa, um estudo randomizado e controlado
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(1):44-49, Jan.-Feb. 2016. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES: Tourniquet pain is one of the major obstacles for intravenous regional anesthesia. We aimed to compare tramadol and lornoxicam used in intravenous regional anesthesia as regards their effects on the quality of anesthesia, tourniquet pain and postoperative pain as well. METHODS: After the ethics committee approval 51 patients of ASA physical status I-II aged 18-65 years were enrolled. The patients were divided into three groups. Group P (n = 17) received 3 mg/kg 0.5% prilocaine; group PT (n = 17) 3 mg/kg 0.5% prilocaine + 2 mL (100 mg) tramadol and group PL (n = 17) 3 mg/kg 0.5% prilocaine + 2 mL (8 mg) lornoxicam for intravenous regional anesthesia. Sensory and motor block onset and recovery times were noted, as well as tourniquet pains and postoperative analgesic consumptions. RESULTS: Sensory block onset times in the groups PT and PL were shorter, whereas the corresponding recovery times were longer than those in the group P. Motor block onset times in the groups PT and PL were shorter than that in the group P, whereas recovery time in the group PL was longer than those in the groups P and PT. Tourniquet pain onset time was shortest in the group P and longest in the group PL. There was no difference regarding tourniquet pain among the groups. Group PL displayed the lowest analgesic consumption postoperatively. CONCLUSION: Adding tramadol and lornoxicam to prilocaine for intravenous regional anesthesia produces favorable effects on sensory and motor blockade. Postoperative analgesic consumption can be decreased by adding tramadol and lornoxicam to prilocaine in intravenous regional anesthesia.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor relacionada ao torniquete é um dos maiores obstáculos para a anestesia regional intravenosa (ARIV). Nosso objetivo foi comparar tramadol e lornoxicam usados em ARIV em relação aos seus efeitos sobre a qualidade da anestesia, dor relacionada ao torniquete e dor no pós-operatório. MÉTODOS: Após a aprovação do Comitê de Ética, 51 pacientes com estado físico ASA I-II entre 18-65 anos foram inscritos. Os pacientes foram divididos em três grupos. Grupo P (n = 17) recebeu 3 mg/kg de prilocaína a 0,5%; Grupo PT (n = 17) 3 mg/kg de prilocaína a 0,5% + 2 mL (100 mg) de tramadol e Grupo PL (n = 17) de 3 mg/kg de prilocaína a 0,5% + 2 mL (8 mg) de lornoxicam para ARIV. O início do bloqueio sensorial e motor e os tempos de recuperação foram registrados, bem como a dor relacionada ao torniquete e o consumo de analgésico no pós-operatório. RESULTADOS: Os tempos de início do bloqueio sensorial foram mais curtos nos grupos PT e PL, enquanto que os tempos de recuperação correspondentes foram mais longos do que os do Grupo P. Os tempos de início do bloqueio motor nos grupos PT e PL foram menores do que no Grupo P, enquanto que o tempo de recuperação do grupo PL foi maior do que os dos grupos P e PT. O tempo para início da dor relacionada ao torniquete foi menor no Grupo P e maior no Grupo PL. Não houve diferença em relação à dor relacionada ao torniquete entre os grupos. O Grupo PL apresentou o menor consumo de analgésicos no pós-operatório. CONCLUSÃO: A adição de tramadol e lornoxicam à prilocaína para ARIV produz efeitos favoráveis sobre o bloqueio sensorial e motor. O consumo de analgésicos no pós-operatório pode ser reduzido com a adição de tramadol e lornoxicam à prilocaína em ARIV.
Descritores: Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Torniquetes/efeitos adversos
Tramadol/administração & dosagem
Piroxicam/análogos & derivados
Anestesia por Condução/métodos
-Dor/etnologia
Dor/prevenção & controle
Prilocaína/administração & dosagem
Período de Recuperação da Anestesia
Piroxicam/administração & dosagem
Anestésicos Intravenosos/administração & dosagem
Analgésicos/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-843392
Autor: Li, Xiao-Qin; Ye, Zhao-Ming; Wang, Jian-Bing; Fan, Cai-Rong; Pan, Ai-Wu; Li, Cong; Zhang, Ren-Bing.
Título: Mucoadhesive buccal films of tramadol for effective pain management / Filmes bucais mucoadesivos de tramadol para o controle eficaz da dor
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(3):231-237, Mar.-June 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: S&T of Zhejiang Province.
Resumo: Abstract Background and objectives: Tramadol hydrochloride is a centrally-acting synthetic opioid analgesic binding to specific opioid receptors. It is used in the management of chronic pain and is recommended as first line drug in the treatment of postoperative or orthopedic injury induced acute pain. The present work is designed to prepare and evaluate mucoadhesive buccal film of tramadol hydrochloride as a novel form of prolonged analgesia for patients with orthopedic injuries. Methods: Buccal films of tramadol hydrochloride were prepared by solvent casting method. The prepared films were evaluated for the various evaluation parameters like thickness, surface pH, weight uniformity, content uniformity, folding endurance, swelling index, in vitro drug release study, in vitro test for mucoadhesion and in vivo studies (primary mucosal irritancy test and analgesic activity). Results: All the formulations exhibited good results for physicochemical characterizations. In in vitro drug release study the films exhibited controlled release more than 12 hours. The formulation BFT2 (containing chitosan and PVP K-90) showed no irritant effect on buccal mucosa and elicit the significant in vivo analgesic activity with 57.14% analgesia against that of standard (61.04%). It was concluded that the mucoadhesive films of tramadol hydrochloride can be effectively used to alleviate the severe pain of orthopedic injuries with prompt onset and prolonged action.

Resumo Justificativa e objetivos: O cloridrato de tramadol é um analgésico opioide de ação central que se liga a receptores opioides específicos. É usado no tratamento de dor crônica e recomendado como fármaco de primeira linha para o tratamento no pós-operatório ou em dor aguda induzida por lesão ortopédica. O presente estudo visa a preparar e avaliar o filme bucal mucoadesivo de cloridrato de tramadol como uma nova forma de analgesia prolongada para pacientes com lesões ortopédicas. Método: Filmes bucais de cloridrato de tramadol foram preparados pelo método de evaporação de solvente. Os filmes preparados foram avaliados para os vários parâmetros de avaliação, como espessura, pH da superfície, uniformidade do peso, uniformidade do conteúdo, resistência a dobras, índice de intumescimento, estudo de liberação da droga in vitro, teste in vitro para mucoadesão e estudos in vivo (teste de irritação da mucosa primária e atividade analgésica). Resultados: Todas as formulações apresentaram bons resultados para caracterizações físico-químicas. Em estudo de libertação de droga in vitro, os filmes exibiram liberação controlada por mais de 12 horas. A formulação de BFT2 (com quitosana e PVP K-90) não mostrou efeito irritante sobre a mucosa bucal e provocou uma atividade analgésica significativa in vivo com 57,14% de analgesia versus a do padrão (61,04%). Concluiu-se que os filmes mucoadesivos de cloridrato de tramadol podem ser usados eficazmente para aliviar a dor intensa de lesões ortopédicas com início rápido e ação prolongada.
Descritores: Tramadol/administração & dosagem
Adesivos
Sistemas de Liberação de Medicamentos
Manejo da Dor/métodos
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
-Resultado do Tratamento
Ratos Wistar
Formas de Dosagem
Mucosa Bucal
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-897799
Autor: Venkatraman, Rajagopalan; Karthik, Krishnamoorthy; Pushparani, Anand; Mahalakshmi, Annadurai.
Título: A prospective, randomized, double-blinded control study on comparison of tramadol, clonidine and dexmedetomidine for post spinal anesthesia shivering / Estudo prospectivo randômico, duplo-cego e controlado comparando tramadol, clonidina e dexmedetomidina para tremores pós-raquianestesia
Fonte: Rev. bras. anestesiol;68(1):42-48, Jan.-Feb. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction Shivering, a common intraoperative problem under spinal anesthesia increases the oxygen consumption considerably and is uncomfortable and distressing to the patient, anesthesiologist as well as surgeon. The present study was designed to explore the effectiveness of tramadol, clonidine and dexmedetomidine in the treatment of post spinal anesthesia shivering and to look for their adverse effects. Methods This prospective, randomized, double blinded control study was done on 90 patients who developed shivering under spinal anesthesia. They were randomly allocated into three groups with Group T receiving tramadol 1 mg.kg-1, Group C getting clonidine 1 mcg.kg-1 and Group D patients receiving dexmedetomidine 0.5 mcg.kg-1. The time taken to control shivering, recurrence rate, hemodynamic variables, sedation score and adverse effects were observed. Results Dexmedetomidine was faster in the control of shivering in 5.7 ± 0.79 minutes (min) whereas tramadol took 6.76 ± 0.93 min and clonidine was slower with 9.43 ± 0.93 min. The recurrence rate was much lower in the dexmedetomidine group with 3.3% than for clonidine (10%) and tramadol (23.3%) group. The sedation achieved with dexmedetomidine was better than clonidine and tramadol. The tramadol group had more cases of vomiting (four) and dexmedetomidine group had six cases of hypotension and two cases of bradycardia. Two of the clonidine patients encountered bradycardia and hypotension. Conclusion Dexmedetomidine is better than tramadol and clonidine in the control of shivering because of its faster onset and less recurrence rate. Though complications are encountered in the dexmedetomidine group, they are treatable.

Resumo Introdução O tremor, problema comum no período intraoperatório sob raquianestesia, aumenta consideravelmente o consumo de oxigênio, além de ser desconfortável e angustiante para o paciente, o anestesiologista e o cirurgião. O presente estudo foi concebido para explorar a eficácia de tramadol, clonidina e dexmedetomidina no tratamento de tremores pós-raquianestesia e observar seus efeitos adversos. Métodos Este estudo prospectivo, randômico, controlado e duplo-cego foi feito com 90 pacientes que desenvolveram tremores sob raquianestesia. Os pacientes foram randomicamente alocados em três grupos para receber 1 mg.kg-1 de tramadol (Grupo T), 1 mcg.kg-1 de clonidina (Grupo C) e 0,5 mcg.kg-1 de dexmedetomidina (Grupo D). O tempo necessário para controlar os tremores, a taxa de recorrência, as variáveis hemodinâmicas, os níveis de sedação e os efeitos adversos foram registrados. Resultados Dexmedetomidina foi mais rápida para controlar os tremores, com tempo de 5,7 ± 0,79 minutos (min); o tempo de tramadol foi de 6,76 ± 0,93 min; clonidina foi mais lenta, com tempo de 9,43 ± 0,93 min. A taxa de recorrência foi muito menor no grupo dexmedetomidina (3,3%) do que nos grupos clonidina (10%) e tramadol (23,3%). A sedação obtida com dexmedetomidina foi melhor do que a obtida com clonidina e tramadol. O grupo tramadol teve mais casos de vômito (quatro); o grupo dexmedetomidina teve seis casos de hipotensão e dois casos de bradicardia. Dois pacientes do grupo clonidina apresentaram bradicardia e hipotensão. Conclusão Dexmedetomidina foi melhor do que tramadol e clonidina para o controle de tremores devido ao seu início de ação mais rápido e à taxa de recorrência mais baixa. Embora complicações tenham sido observadas no grupo dexmedetomidina, elas foram tratáveis.
Descritores: Tremor por Sensação de Frio/efeitos dos fármacos
Tramadol/uso terapêutico
Clonidina/uso terapêutico
Dexmedetomidina/uso terapêutico
Hipnóticos e Sedativos/uso terapêutico
Complicações Intraoperatórias/tratamento farmacológico
Raquianestesia/efeitos adversos
Entorpecentes/uso terapêutico
-Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1013412
Autor: Altıparmak, Başak; Korkmaz Toker, Melike; Uysal, Ali İhsan; Gümüş Demirbilek, Semra.
Título: Ultrasound guided erector spinae plane block for postoperative analgesia after augmentation mammoplasty: case series / Bloqueio do plano eretor da espinha guiado por ultrassom para analgesia pós-operatória em mamoplastia de aumento: série de casos
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(3):307-310, May-June 2019. graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Augmentation mammoplasty is the third most frequently performed esthetic surgical procedure worldwide. Breast augmentation with prosthetic implants requires the insertion of an implant under breast tissue, which causes severe pain due to tissue extension and surgical trauma to separated tissues. In this case series, we present the successful pain management of six patients with ultrasound-guided Erector Spinae Plane block after augmentation mammoplasty. In the operating room, all patients received standard monitoring. While the patients were sitting, the anesthesiologist performed bilateral ultrasound-guided erector spinae plane block at the level of T5. Bupivacaine (0.25%, 20 mL) was injected deep to the erector spinae muscle. Then, induction of anesthesia was performed with propofol, fentanyl, and rocuronium bromide. All patients received intravenous dexketoprofen trometamol for analgesia. The mean operation time was 72.5±6 min and none of the patients received additional fentanyl. The mean pain scores of the patients were 1, 2, 2, and 2 at the postoperative 5th, 30th, 60th and 120th minutes, respectively. At the postoperative 24th hour, the mean Numerical Rating Scale score was 1. The mean intravenous tramadol consumption was 70.8±15.3 mg in the first 24 h. None of the patients had any complications related to erector spinae plane block.

Resumo A mamoplastia de aumento é o terceiro procedimento cirúrgico estético mais feito em todo o mundo. A cirurgia com implantes protéticos requer a inserção de um implante sob o tecido mamário, o que causa dor intensa devido à extensão do tecido e trauma cirúrgico aos tecidos separados. Nesta série de casos, apresentamos o manejo bem-sucedido da dor em seis pacientes com bloqueio do plano eretor da espinha guiado por ultrassom (US-ESP) após mamoplastia de aumento. Na sala de cirurgia, todas as pacientes receberam monitoramento padrão. Enquanto as pacientes estavam sentadas, o anestesiologista fez o bloqueio US-ESP bilateral no nível de T5. Bupivacaína (0,25%, 20 mL) foi injetada entre os músculos romboide maior e eretor da espinha. Em seguida, a indução anestésica foi feita com propofol, fentanil e rocurônio. Todas as pacientes receberam dexcetoprofeno trometamol por via venosa para analgesia. O tempo médio de operação foi de 72,5 ± 6 minutos e nenhuma das pacientes recebeu fentanil adicional. Os escores médios de dor das pacientes foram 1, 2, 2 e 2 no 5°, 30°, 60° e 120° minutos de pós-operatório, respectivamente. No 24° dia de pós-operatório, o escore médio da Escala de Avaliação Numérica (NRS) foi 1. O consumo médio de tramadol foi de 40 ± 33,4 mg nas primeiras 24 horas. Nenhuma das pacientes apresentou complicações relacionadas ao bloqueio US-ESP.
Descritores: Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Implante Mamário/métodos
Bloqueio Nervoso/métodos
-Tramadol/administração & dosagem
Bupivacaína/administração & dosagem
Ultrassonografia de Intervenção/métodos
Músculos Paraespinais
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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