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Id: biblio-908677
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos.
Título: Levetiracetam como terapia adjuvante em pacientes com epilepsia mioclônica juvenil resistentes à monoterapia / Levetiracetam as adjuvant therapy in patients with juvenile myoclonic epilepsy resistant to monotherapy.
Fonte: Brasília; CONITEC; jul. 2017. graf, ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: CONTEXTO: A epilepsia é uma doença cerebral crônica caracterizada pela recorrência de crises epilépticas não provocadas. Conforme Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) vigente do Ministério da Saúde (MS), o tratamento disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) inclui os agentes antiepilépticos fenobarbital, fenitoína, primidona, topiramato, lamotrigina, carbamazepina e valproato de sódio. As epilepsias idiopáticas generalizadas são classificadas como síndromes epilépticas. A EMJ é a mais comum dentre as síndromes da adolescência e uma das mais frequentemente diagnosticadas. A maioria dos pacientes com EMJ apresentam bom controle do quadro clínico com a utilização do valproato de sódio em monoterapia, mas na falha ou impossibilidade de seu uso, fármacos como a lamotrigina e o levetiracetam podem ser utilizados. TECNOLOGIA: levetiracetam (Keppra®). INDICAÇÃO: Terapia adjuvante, ou seja em associação com o valproato de sódio, em pacientes com epilepsia mioclônica juvenil (EMJ) resistentes à monoterapia. PERGUNTA: O uso do levetiracetam em regime de terapia adjuvante, é eficaz, seguro e custoefetivo em relação à continuação da monoterapia em pacientes com epilepsia mioclônica juvenil, resistentes a outros agentess antiepilépticos na perspectiva do SUS? EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: A evidência da utilização do levetiracetam associado à tratamento prévio com um agente antiepiléptico para o tratamento da EMJ é baseada em um ensaio clínico duplo-cego que apresentou redução significante de 50% no número de dias por semana com crises convulsivas s (OR = 4,77; IC 95% 2,12 ­ 10,77; p<0,0001 e um maior número de pacientes, que receberam levetiracetam, apresentaram ausência total de crises durante o tratamento (16,7% dos pacientes, p = 0,03, vs 3,3 % do grupo que recebeu placebo). AVALIAÇÃO ECONÔMICA: Foi apresentado um modelo de custo-efetividade comparando a monoterapia com ácido valpróico ao tratamento adjuvante do levetiracetam (associado) ao ácido valpróico. Foi elaborado um modelo baseado primeiramente em uma árvore de decisão, seguido por um modelo de Markov. No caso-base a razão de custo-utilidade incremental (RCUI) foi de R$ 58.294 por ano de vida ajustada pela qualidade, que na análise de sensibilidade univariada variou entre R$ 22.119 e R$ 80.359. Avaliação de Impacto Orçamentário: Conforme as estimativas feitas pelo demandante o impacto orçamentário será de aproximadamente R$ 1,58 milhão no primeiro ano e de R$ 43,6 milhões nos primeiros 5 anos após a incorporação. Na análise de sensibilidade realizada o impacto orçamentário para os próximos 5 anos variou entre R$ 14,5 e R$ 87,3 milhões. EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL: o levetiracetam é utilizado em terapia adjuvante para o tratamento de crises mioclônicas em agências como o National Institute for Health and Clinical Excellence (NICE) e Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health (CADTH), de acordo com condições estabelecidas Discussão: A evidência do tratamento com levetiracetam em pacientes resistentes à monoterapia padrão, associado ao medicamento já utilizado, ocasionou em redução significante de pelo menos 50% no número de dias por semana com crises convulsivas e um maior número de pacientes apresentaram ausência total de crises convulsivas durante seu período de seguimento. Porém trata-se de evidência indireta e de baixa qualidade. Os estudos para essa indicação da tecnologia são escassos e há baixa probabilidade de novos estudos serem realizados. A avaliação econômica foi custo-efetiva na adição do levetiracetam ao medicamento previamente utilizado em monoterapia, em pacientes resistentes, com um impacto orçamentário de até R$ 87,3 milhões em 5 anos, de acordo com a análise de sensibilidade. A secretaria executiva da CONITEC estimou o número de pacientes, que considera mais adequada para o cálculo, que foi 7,8% maior que a população considerada na análise do demandante, o que levaria a um impacto orçamentário ainda maior. RECOMENDAÇÃO DA CONITEC: A CONITEC em sua 54ª reunião no dia 06 de abril de 2017, recomendou preliminarmente a incorporação no SUS do levetiracetam como terapia adjuvante em pacientes com epilepsia mioclônica juvenil resistentes à monoterapia, condicionada à redução de preço e consonância com a atualização do PCDT de Epilepsia. Consulta pública: Foi realizada a Consulta Pública nº 22/2017, entre os dias 25/04/2017 e 16/05/2017 e recebeu 105 contribuições, sendo 88 sobre experiência ou opinião e 17 técnicocientíficas. Todas as contribuições foram avaliadas quantitativamente e qualitativamente. Seu conteúdo não trouxe novas evidências e informações que pudessem modificar a recomendação inicial da CONITEC. DELIBERAÇÃO FINAL: Os membros da CONITEC presentes na 56ª reunião ordinária do plenário do dia 07/06/2017 deliberaram, por unanimidade, por recomendar a incorporação do levetiracetam para pacientes com epilepsia mioclônica juvenil (EMJ) resistentes à monoterapia, associando-o ao medicamento já utilizado, condicionado à negociação de preço e conforme Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 264/2017.(AU)
Descritores: Anticonvulsivantes/uso terapêutico
Epilepsias Mioclônicas/tratamento farmacológico
Nootrópicos/uso terapêutico
Piracetam/análogos & derivados
-Brasil
Quimioterapia Adjuvante
Análise Custo-Benefício
Avaliação em Saúde/economia
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Sistema Único de Saúde
Ácido Valproico/uso terapêutico
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Revisão
Relatório Técnico
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-908633
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos.
Título: Levetiracetam para o tratamento de convulsões em pacientes com microcefalia / Levetiracetam for the treatment of seizures in patients with microcephaly.
Fonte: Brasília; CONITEC; jul. 2017. graf, ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: CONTEXTO: A infecção decorrente do Zika vírus vem apresentando possíveis complicações nos pacientes acometidos pela doença desde sua chegada ao Brasil. O Zika possui sintomas semelhantes aos outros flavivírus prevalentes no país, sendo transmitido pelo mesmo mosquito (Aedes aegypti). A doença tem sido associada ao desenvolvimento de microcefalia e alterações neurológicas em filhos de mulheres que tiveram contato com o vírus durante a gravidez, destacando-se relatos de episódios convulsivos. O SUS fornece medicamentos anticonvulsivantes para outras doenças com sintomas de convulsão, como a epilepsia. TECNOLOGIA: LEVETIRACETAM (KEPPRA®). INDICAÇÃO: CONVULSÕES EM PACIENTES PEDIÁTRICOS. PERGUNTA 1: O levetiracetam, em comparação aos tratamentos anticonvulsivantes disponíveis no SUS, é eficaz, efetivo e seguro no controle de convulsões em pacientes com microcefalia? PERGUNTA 2: O Levetiracetam, em comparação aos tratamentos anticonvulsivantes disponibilizados pelo SUS, é eficaz, efetivo e seguro no tratamento de convulsões em pacientes pediátricos com epilepsia? EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: Foi elaborado um Parecer Técnico-Científico seguindo as Diretrizes do Ministério da Saúde. Após duas buscas contemplando os desfechos em questão, foram incluídos três estudos, sendo que dois deles comparavam o levetiracetam com carbamazepina e o último com o ácido valpróico. A análise do risco de viés evidenciou estudos com qualidade moderada. A avaliação conjunta dos estudos não demonstrou eficácia ou efetividade superior do levetiracetam em comparação aos anticonvulsivantes já padronizados pelo SUS. AVALIAÇÃO DE IMPACTO ORÇAMENTÁRIO: O custo incremental total estimado para o tratamento com levetiracetam na população pediátrica, com peso médio de 10 kg, foi de R$1.682.535,63 em cinco anos. EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL: O levetiracetam foi incorporado como terapia adjuvante pela agência Inglesa e Escocesa. Pela agência do Canadá, existe o uso em primeira linha em algumas províncias ou em situações especiais. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Foram realizadas duas buscas para atender ao demandante, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco. Na primeira, não foi recuperado nenhum estudo e na segunda busca foram recuperados três estudos. Em nenhuma das publicações analisadas foram encontradas evidências da superioridade do Levetiracetam em comparação com a carbamazepina ou o ácido valpróico. DELIBERAÇÃO FINAL: Os membros da CONITEC, presentes na 57ª reunião ordinária, realizada nos dias 5 e 6 de julho de 2017, deliberaram por unanimidade recomendar a ampliação de uso do medicamento levetiracetam para o tratamento de convulsões em pacientes com microcefalia decorrente de infecção pelo vírus zika. Foi assinado o Registro de Deliberação nº nº 271/2017. DECISÃO: Incorporado levetiracetam para o tratamento de convulsões em pacientes com microcefalia segundo Portaria SCTIE/MS nº 38, DE 31 DE AGOSTO DE 2017.(AU)
Descritores: Anticonvulsivantes/uso terapêutico
Microcefalia
Nootrópicos/uso terapêutico
Piracetam/análogos & derivados
Convulsões/tratamento farmacológico
-Brasil
Análise Custo-Benefício
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Sistema Único de Saúde
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Relatório Técnico
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-908631
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos.
Título: Levetiracetam para o tratamento da epilepsia / Levetiracetam for the treatment of epilepsy.
Fonte: Brasília; CONITEC; jul. 2017. graf, ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: CONTEXTO: A epilepsia é uma desordem crônica neurológica prevalente, caracterizada por sinais e sintomas característicos (crises convulsivas) associados a descargas elétricas cerebrais anormais. O tratamento da epilepsia geralmente inclui o uso contínuo em longo prazo de medicamentos com efeito anticonvulsivante. No eixo topográfico, as epilepsias são separadas em generalizadas e focais. Este relatório foi elaborado como parte da conduta de revisão do PCDT de epilepsia e tem por objetivo avaliar as evidências de eficácia e segurança do levetiracetam no tratamento de epilepsia focal e generalizada, a fim de embasar a avaliação da CONITEC a respeito de sua incorporação na versão atualizada do PCDT. TECNOLOGIA: levetiracetam (Keppra®). INDICAÇÃO: Tratamento da epilepsia focal e generalizada. PERGUNTA: O uso do levetiracetam em monoterapia ou e em terapia de adição no tratamento de crianças ou adultos com epilepsia, crises focais (parciais) ou generalizadas, é eficaz, seguro e custo-efetivo, comparativamente ao tratamento ativo (antiepilépticos de primeira ou segunda linha previstos no PCDT de epilepsia) ou placebo? EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: há evidências de superioridade do levetiracetam em comparação ao placebo, em terapia de adição, para o tratamento de crises focais e primariamente generalizada em crianças e adultos que não responderam à monoterapia, com magnitude de efeito pequena a moderada, com taxas de resposta maiores entre crianças. Não foram estudados efeitos adversos em longo prazo. Não foi possível estabelecer a relação de eficácia comparativa em relação a outros agentes potencialmente úteis após falha de agentes de segunda linha no tratamento de adição da epilepsia refratária. Mais estudos são necessários para estabelecer sua eficácia em monoterapia. O nível de evidência é muito baixo, pois se trata de ensaios clínicos abertos, com pequeno número de pacientes. AVALIAÇÃO DE IMPACTO ORÇAMENTÁRIO: O impacto orçamentário da incorporação do levetiracetam será superior à R$ 29 milhões de reais no primeiro ano, considerando um cenário base onde a assumiu-se que a dose média por paciente seria de 2000mg por dia. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Há evidências de eficácia e segurança para a utilização do levetiracetam em terapia de adição para tratamento de pacientes com epilepsia focal e epilepsia primariamente generalizada em adultos e crianças com mais de 6 anos (12 anos para crises tônico-clônico generalizadas) que não responderam à monoterapia com anticonvulsivante de primeira linha conforme previsto no PCDT de epilepsia. RECOMENDAÇÃO FINAL: Os membros da CONITEC presentes na 57ª reunião ordinária do plenário realizada nos dias 05 e 06 de julho de 2017, recomendaram por unanimidade a ampliação de uso do levetiracetam para o tratamento da epilepsia conforme Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 272/2017. DECISÃO: Incorporado levetiracetam para o tratamento da epilepsia segundo Portaria SCTIE/MS nº 56, DE 1º DE DEZEMBRO DE 2017.(AU)
Descritores: Anticonvulsivantes/uso terapêutico
Epilepsia/tratamento farmacológico
Nootrópicos/uso terapêutico
Piracetam/análogos & derivados
-Brasil
Análise Custo-Benefício
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Sistema Único de Saúde
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-724849
Autor: HERNÁNDEZ CH, MARTA; ESQUIVEL P, NATALIA; LÓPEZ E, MAURICIO.
Título: Fisiopatología, diagnóstico diferencial y tratamiento de la apnea emotiva grave: A propósito de un caso clínico / Pathophysiology, differential diagnosis and treatment of severe emotional apnea: based on report case
Fonte: Rev. chil. pediatr;85(4):481-485, jul. 2014.
Idioma: es.
Resumo: Introduction: Emotional apneas (EA) are non-epileptic paroxysmal events affecting 5% of healthy children. The diagnosis is based on a stereotyped sequence of clinical events that start with tears caused by emotional stimulus, resulting in an autonomic nervous system alteration with transient color change, pale or cyanotic. 15% of the cases are associated with loss of consciousness, changes in tone or tonic-clonic movements secondary to hypoxia. Objective: To report a case of severe EA and to review the differential diagnosis and preventive treatments. Case report: A 15-month old infant with cyanotic emotional apnea since 8 months of age, triggered by pain, disgust or fear, increasing in frequency (3-4 per day) and intensity with altered consciousness and hypotonia. At 12 months, the patient also presented generalized tonic-clonic seizures of 3 minutes long, reason why the infant was admitted to the emergency service. Normal psychomotor development as well as normal physical, neurological and laboratory test results (without anemia) were found. Electroencephalography and brain MRI presented no abnormalities. Preventive therapy using Piracetam was performed in order to reduce crisis, which occurred in the first month of treatment. Conclusions: In most cases, a timely information delivery to parents is enough due to the benign nature and natural history of EA. However, when the frequency and severity of EA impact the child and family, to rule out heart disease or epilepsy and to seek preventive treatment options are required.

Introducción: Las apneas emotivas (AE) son eventos paroxísticos no epilépticos que afectan al 5% de niños sanos. El diagnóstico se basa en una secuencia estereotipada de eventos clínicos iniciado con llanto provocado por un estimulo emocional que desencadena una alteración refleja del sistema nervioso autonómico con cambio de color, pálido o cianótico. En el 15% se asocia a pérdida de conciencia, cambios del tono o movimientos tónico-clónicos secundarios a hipoxia. Objetivo: Presentar un caso clínico de AE grave, revisar el diagnóstico diferencial y tratamientos preventivos. Caso clínico: Lactante de 15 meses con cianóticas a partir de los 8 meses de edad, desencadenados por dolor, disgusto o miedo que aumentaron en frecuencia (3-4 por día) e intensidad con alteración de conciencia e hipotonía. A los 12 meses, se agregó además una crisis tónico clónica de 3 min de duración, por la cual ingresó a Servicio de Urgencia. Se constató un desarrollo psicomotor normal, examen físico, neurológico y parámetros de laboratorio normales (sin anemia), al igual que la electroencefalografía y resonancia magnética cerebral. Se inició terapia preventiva con piracetam con el propósito de disminuir las crisis, lo que se produjo desde el primer mes de tratamiento. Conclusiones: En la mayoría de los casos, la naturaleza benigna e historia natural de las AE permiten que una entrega de información oportuna a los padres sea suficiente. Sin embargo, cuando la frecuencia y severidad de las AE impactan al niño y su familia, se requiere descartar patología cardíaca o epilepsia y buscar opciones de tratamiento preventivo.
Descritores: Apneia/diagnóstico
Piracetam/uso terapêutico
Convulsões/diagnóstico
-Apneia/tratamento farmacológico
Apneia/fisiopatologia
Diagnóstico Diferencial
Eletroencefalografia
Emoções
Imagem por Ressonância Magnética
Fármacos Neuroprotetores/uso terapêutico
Convulsões/tratamento farmacológico
Convulsões/etiologia
Limites: Feminino
Seres Humanos
Lactente
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: lil-674110
Autor: Martínez Álvarez, Luis Octavio; Mena Salabarría, Keila; Céspedes Pérez, Mirelys.
Título: Compatibilidad química del piracetam determinada por calorimetría diferencial de barrido / Chemical compatibility of piracetam determined by differential scanning calorimetry
Fonte: Rev. cuba. farm;47(1):51-56, ene.-mar. 2013.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: en la primera etapa de preformulación de un medicamento se seleccionan los excipientes y es importante la realización de los estudios de compatibilidad química entre el ingrediente activo farmacéutico (IFA) y excipientes. Una de las técnicas más rápidas para realizar dichos estudios es la Calorimetría diferencial de barrido (DSC), y como técnica complementaria la Termogravimetría (TG). Objetivo: empleando DSC y TG, se realiza un estudio de compatibilidad química entre IFA y excipientes preseleccionados, para comprobar la existencia o no de interacción química. Métodos: el equipo empleado fue el TA3000Mettler, aco­plado a la celda DSC20 y al horno TG50. El IFA utilizado fue Piracetam, y los excipientes: Kollidon VA 64, Estearato de magnesio, Celulosa microcristalina, Polietilenglicol 20 000 y Aerosil. Dichos excipientes se caracterizaron por DSC al igual que el IFA, al cual se le detectó la transición física de fusión. Para el estudio de compatibilidad se prepararon mezclas físicas binarias en una relación de concentración 1:1 Resultados: la figura 1 muestra la detección del punto de fusión por DSC del IFA. Se obtuvieron dos transiciones endotérmicas, comprobándose por TG cuál era la de fusión. La figura 2 muestra los termogramas de las mezclas formadas entre IFA y excipientes. Conclusiones: no se detectó aparición de nuevos picos, por lo que se infiere que no hay incompatibilidad química entre las sustancias estudiadas y se recomienda el uso de los excipientes para el desarrollo de la formulación farmacéutica

Introduction: the first phase of the drug preformulation comprises the selection of excipients and the conduction of studies on chemical compatibility between pharmacologically active ingredient and the excipients. One of the quickest techniques is the differential scanning calorimetry and the supplementary technique called thermogravimetic analysis. Objective: to conduct a chemical compatibility study of the pharmacologically active ingredient and of the preselected excipients by using differential scanning calorimentry (DSC) and thermogravimetric analysis (TG), in order to confirm the chemical interaction between them. Methods: this study used the thermal analysis equipment TA 3000 Mettler, coupled with the DSC 20 cell and the TG50 oven. The pharmacologically active ingredient was Piracetam and the excipients were Aerosil Kollidon VA64, magnesium stearate, microcrystalline cellulose, Polyethylene glycol 20 000. The differential scanning calorimetry characterized the excipients and the pharmacologically active ingredient as well, whose physical fusion transition was determined. Some binary physical mixtures with a concentration ratio of 1:1 were prepared to study compatibility. Results: figure 1 showed the pharmacologically active ingredient´s fusion point detection. Two endothermal transitions were determined as well as the fusion transition by the TG equipment. Figure 2 showed the thermograms of mixtures between pharmacologically active ingredient and excipients. Conclusions: the occurrence of new peaks was bit detected, so it was inferred from this study that there was no chemical incompatibility between the studied substances, and the excipients are recommended for the development of the final pharmaceutical formulation
Descritores: Incompatibilidade de Medicamentos
Piracetam
Varredura Diferencial de Calorimetria/métodos
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: lil-633620
Autor: Valencia, Ignacio; Legido, Agustín.
Título: Papel de la monoterapia con nuevos fármacos antiepilépticos en el tratamiento de la epilepsia infantil / Role of monotherapy with new antiepileptic drugs in the treatment of childhood epilepsy
Fonte: Medicina (B.Aires);69(1,supl.1):101-108, 2009.
Idioma: es.
Resumo: En este trabajo se revisa la información actual sobre el uso de los nuevos fármacos antiepilépticos (FAEs) en monoterapia en niños, resaltando nuestra experiencia personal. Específicamente, se incluyen los siguientes FAEs: lamotrigina (Lamictal®), topiramato (Topamax®), zonisamida (Zonegran®), levetiracetam (Keppra®), y oxcarbacepina (Trileptal®). Todos estos FAEs tienen un amplio espectro de acción en el tratamiento de crisis epilépticas parciales y generalizadas, excepto la oxcarbacepina, que es eficaz exclusivamente en crisis parciales. No está claro si la monoterapia con estos FAEs, en comparación con los FAEs clásicos (fenobarbital, fenitoína, carbamacepina, valproato sódico), proporciona una mayor eficacia y/o causa menos efectos secundarios y, si por lo tanto, mejora significativamente la calidad de vida de los niños con epilepsia. Se necesitan más estudios para poder contestar estas preguntas.

In this paper we review the current information regarding the use of new antiepileptic drugs (AEDs) used as monotherapy in children. We specifically include the following AEDs: lamotrigine (Lamictal®), topiramate (Topamax®), zonisamide (Zonegran®), levetiracetam (Keppra®), and oxcarbazepine (Trileptal®). All of these AEDs have a broad spectrum of action in the treatment of partial and generalized seizures, except Oxcarbazepine, which is effective only in partial seizures. It is unclear whether or not monotherapy with the new AEDs offers higher efficacy and/or lower side effects compared to classic AEDs (phenobarbital, phenytoin, carbamazepine, or valproate) thereby significantly improving the quality of life in children with epilepsy. More studies are needed to answer these questions.
Descritores: Anticonvulsivantes/administração & dosagem
Epilepsia/tratamento farmacológico
-Carbamazepina/administração & dosagem
Carbamazepina/análogos & derivados
Esquema de Medicação
Frutose/administração & dosagem
Frutose/análogos & derivados
Isoxazóis/administração & dosagem
Piracetam/administração & dosagem
Piracetam/análogos & derivados
Triazinas/administração & dosagem
Limites: Criança
Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: AR1.2 - Instituto de Investigaciónes Epidemiológicas


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-521871
Autor: Soler, Bernardita; Godoy, Jaime; Mellado, Patricio.
Título: Encefalitis límbica por anticuerpos anticanales de potasio dependientes de voltaje: caso clínico / Limbic encephalitis associated to voltage dependent potassium channel antibodies: report of one case
Fonte: Rev. méd. Chile;137(5):675-679, mayo 2009. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Limbic encephalitis (LE) can be associated to cancer, viral infection or be idiopathic. One form is associated to voltage dependent potassium channel (VKC) antibodies. The clinical presentation includes impairment of consciousness, amnesia and temporal lobe seizures; typical abnormalities are also found in brain magnetic resonance. We report a 68 year-old male who had LE associated to VKC antibodies. The patient was treated with steroids with a partial response. At the moment of the report he is asymptomatic and continues with prednisone treatment.
Descritores: Autoanticorpos/sangue
Encefalite Límbica/imunologia
Canais de Potássio de Abertura Dependente da Tensão da Membrana/imunologia
-Eletroencefalografia
Glucocorticoides/uso terapêutico
Encefalite Límbica/diagnóstico
Encefalite Límbica/tratamento farmacológico
Imagem por Ressonância Magnética
Piracetam/análogos & derivados
Piracetam/uso terapêutico
Prednisona/uso terapêutico
Tomografia Computadorizada por Raios X
Ácido Valproico/uso terapêutico
Limites: Idoso
Seres Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-504354
Autor: Seeber, Juan Martín; Argibay, Pablo.
Título: Las drogas de la inteligencia y la valoración social de las capacidades cognitivas: prescripción irresponsable y Pigmalión frustrado / The drugs of intelligence and the social value of cognitive abilities: irresponsible prescription and frustrated Pygmalion
Fonte: Rev. Hosp. Ital. B. Aires (2004);25(1):29-31, jun. 2005.
Idioma: es.
Descritores: Nootrópicos
Memória
Sistema Nervoso Central
Transtornos Cognitivos/tratamento farmacológico
-Preparações Farmacêuticas
Piracetam
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias
Responsável: AR2.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-227788
Autor: Rafael, Hernando; Valdez, María Teresa.
Título: Paralisis cerebral infantil: tratamiento médico / Infantile cerebral palsy: medical treatment
Fonte: Diagnóstico (Perú);33(3/4):63-6, 1994. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Presentamos los resultados del tratamiento médico en 27 pacientes con parálisis cerebral infantil (PCI). Inicialmente todos recibieron clonazepam y piracetam y dos a tres meses después, carbamazepina (CBZ) y/o difenilhidantoína (DFH). Los pacientes con supresión de las crisis epilépticas, transtornos del sueño, falta de atención e hiperquinesia, mostraron mejoría de la capacidad intelectual, actividad motora y del EEG. Creemos que estos resultados fueron debidos al control de los focos epileptógenos, fisioterapia y terapia educacional.
Descritores: Carbamazepina
Clonazepam
Epilepsia
Paralisia Cerebral/terapia
Fenitoína
Piracetam
Transtornos do Sono-Vigília
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Id: lil-109915
Autor: Gersdorff, Michel.
Título: Piracetam / Piracetam
Fonte: Bol. Hosp. Viña del Mar;47(1):70, 1991.
Idioma: es.
Descritores: Piracetam/uso terapêutico
-Piracetam/administração & dosagem
Perda Auditiva Súbita/tratamento farmacológico
Limites: Seres Humanos
Responsável: CL2.1 - Biblioteca de Medicina



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