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Id: biblio-1055128
Autor: Ronchi, S. J; Gehrcke, M. I; Regalin, D; Oleskovicz, N.
Título: Período de latência, progressão e duração do bloqueio da anestesia epidural com lidocaína, bupivacaína ou sua associação em cães / Period of latency, progression and duration of blockade of epidural anesthesia with lidocaine, bupivacaine or its association in dogs
Fonte: Arq. bras. med. vet. zootec. (Online);71(6):1839-1845, Nov.-Dec. 2019. tab, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar latência, duração do efeito, progressão cranial da lidocaína e da bupivacaína isoladas, ou em associação, pela via epidural, em cães, além de mensurar a pressão média do canal epidural antes e após a realização dela. Utilizaram-se 18 cães, alocados em três grupos, os quais receberam, por via epidural: lidocaína 2% (GL) 0,25mL/kg; bupivacaína 0,5% (GB) no mesmo volume, ou a associação de ambas (GLB) na proporção de 1:1. Avaliaram-se as frequências cardíaca e respiratória e a pressão arterial sistólica (PAS) previamente aos tratamentos (M0) e até 60 minutos após a anestesia epidural. Ainda, avaliou-se a pressão no canal epidural antes e após a administração dos tratamentos, o período de latência, a progressão e a duração do bloqueio pelo pinçamento interdigital e do panículo paravertebral. Houve redução de 12% da PAS no GL em todos os momentos e de 16% aos 30 minutos no GLB quando comparados ao basal. A pressão média no espaço epidural antes e após a anestesia epidural foi de -1,5 (±3,9) e 41 (±16) mmHg; 55% apresentaram pressão negativa no espaço epidural. O período de latência não diferiu entre os grupos (GL: 3,5±1,6; GB: 4,5±4,5; e GLB: 2,4±1 minutos) e a duração do bloqueio foi maior no GB em relação ao GL (GL: 125±24; GB: 176±24; e GLB: 153±35 minutos). A progressão máxima dos anestésicos foi até L1-T13 no GL, L4-L3 no GB e L3-L2 no GLB. Conclui-se que a associação de lidocaína com bupivacaína não apresenta vantagens em relação ao uso dos fármacos isolados pela via epidural, tendo a lidocaína progredido mais cranialmente em relação à bupivacaína ou à associação. A lidocaína promoveu redução da PAS, mesmo quando associada à bupivacaína, permanecendo dentro dos valores de referência. Apenas 55% dos cães apresentaram pressão média negativa no espaço epidural antes da administração dos fármacos, dessa forma o teste da gota pendente pode não ser eficiente para localização do espaço epidural em todos os animais.(AU)

The objective of this study was to evaluate the latency, duration of the effect, and cranial progression of lidocaine and bupivacaine alone or in combination, by epidural route in dogs, and measuring the average pressure of the epidural channel before and after the completion thereof. Eighteen dogs were allocated in three groups, which received epidural: lidocaine 2% (GL) 0.25ml / kg; bupivacaine 0.5% (GB) in the same volume, or the association of both (GLB) in a 1: 1 ratio. Heart and respiratory rates and systolic blood pressure (SBP) were evaluated before treatment (M0) and up to 60 minutes after epidural anesthesia. In addition, the pressure in the epidural canal was evaluated before and after the administration of the treatments, latency period, progression and duration of the block by interdigital and paravertebral pannicus clamping. There was a 12% decrease in SBP in the GL at all times and 16% at 30 minutes in GLB when compared to the baseline. The mean pressure in the epidural space before and after epidural anesthesia was -1.5 (±3.9) and 41 (±16) mmHg), 55% presented negative pressure in the epidural space. The latency period did not differ between groups (GL: 3.5±1.6; GB: 4.5±4.5; and GLB: 2.4±1 minutes) and the duration of blockade was higher in GB (GL: 125±24, GB: 176±24, and GLB: 153±35 minutes). The maximum progression of anesthetics was up to L1-T13 in GL, L4-L3 in GB and L3-L2 in GLB. It is concluded that the association of lidocaine with bupivacaine does not present advantages in relation to the use of the drugs isolated by the epidural route, with lidocaine progressing more cranially in relation to bupivacaine or the association. Lidocaine promoted the reduction of SBP, even when associated with bupivacaine, remaining within the reference values. Only 55% of the dogs presented negative mean pressure in the epidural space before administration of the drugs, so the drop test may not be efficient for locating the epidural space in all animals.(AU)
Descritores: Bupivacaína
Anestésicos Combinados/administração & dosagem
Interações Medicamentosas
Anestesia Epidural/veterinária
Lidocaína
Limites: Animais
Cães
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Id: biblio-1090549
Autor: Junaid, Montasir; Halim, Muhammad Sohail; Onali, Maisam Abbas Shiraz; Qadeer, Sadaf; Khan, Hareem Usman; Ali, Naeem Sultan.
Título: Intraoperative Use of Analgesics in Tonsillar Fossa and Postoperative Evaluation with Visual analogue Scale Scores-A Prospective, Randomized, Placebo-Controlled, Double-Blind Clinical Trial
Fonte: Int. arch. otorhinolaryngol. (Impr.);24(1):62-67, Jan.-Mar. 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction Posttonsillectomy pain results in significant morbidity to the patients. There is a disagreement in the literature regarding the use of local anesthetics during tonsillectomy. The aim of this placebo-controlled, double-blind study is to evaluate the effect of peritonsillar administration of local anesthetics. Objective To evaluate the role of intraoperative use of analgesics in tonsillar fossa and postoperative evaluation with visual analogue scale (VAS) scores in achieving pain relief after tonsillectomy procedure Methods In this study, 180 patients were randomized to 1 of the 6 groups: bupivacaine infiltration, lidocaine infiltration, normal saline infiltration, bupivacaine packing, lidocaine packing, and normal saline packing. Pain caused by speaking, swallowing, and on rest was assessed using VAS at 4, 8, 12, 16 hours, and at discharge. Results Significant analgesia was obtained in patients who received bupivacaine infiltration and packing compared with placebo (p < 0.05). The majority of the study subjects had no postoperative complications, and patients receiving bupivacaine infiltration required less additional analgesics in the first 24 hours after surgery. Conclusion We advocate the use of bupivacaine infiltration or packing immediately following the procedure to achieve adequate postoperative analgesia.
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Tonsilectomia
Analgesia
Analgésicos/administração & dosagem
Analgésicos/uso terapêutico
Cuidados Intraoperatórios
-Dor Pós-Operatória/diagnóstico
Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Paquistão
Placebos/administração & dosagem
Complicações Pós-Operatórias
Medição da Dor/métodos
Bupivacaína/administração & dosagem
Bupivacaína/uso terapêutico
Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Injeções Intravenosas
Lidocaína/administração & dosagem
Lidocaína/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Adolescente
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR66.1 - Divisão de Biblioteca e Documentação


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Id: biblio-1087886
Autor: Manzur, Jorge; Di Ruggiero, Franco Calderaro; Espinoza, Bianca; González, Orlando.
Título: Hernioplastia inguinal con anestesia local y bloqueo nervioso: experiencia en el hospital Dr. Francisco Antonio Rísquez / Inguinal hernioplastia with local anesthesia and nervous block: experience in the hospital Dr. Francisco Antonio Rísquez
Fonte: Revista Digital de Postgrado;8(3):e172, 2019. graf.
Idioma: es.
Resumo: La anestesia local es una opción válida para realizar procedimientos quirúrgicos de pequeña o mediana consideración. Permite la deambulación y el alta precoz. Objetivo: Evaluar los resultados del uso de anestesia local y bloqueo de los nervios ilioinguinal e iliohipogástrico, en pacientes a quienes se les realizó cura operatoria de hernia inguinal, en el Servicio de Cirugía del Hospital "Dr. Francisco Antonio Rísquez", en el periodo octubre 2017 - octubre 2018. Métodos: Estudio prospectivo, transversal que incluyó 23 pacientes que aceptaron se le realizara la hernioplastia con anestesia local. Resultados: Se realizaron 46 curas operatorias de hernia inguinal, y en 23 se realizó con anestesia local (50 %). Predominaron pacientes masculinos (87 %), con una distribución bimodal en relación a la edad (26,1 % entre 30 y 39 años y entre 70 a 79 años). La hernia inguinal derecha fue la más frecuente con el 40 % (10 casos). Todos los pacientes reportaron una puntuación de 0-1 en la escala visual análoga, tanto en el transoperatorio como en el posoperatorio. El 96% de los pacientes logró una deambulación precoz (antes de 4 horas) y todos toleraron la vía oral antes de las dos horas en el posoperatorio. No se observó ninguna complicación en el transoperatorio; hubo 1 recidiva. Conclusiones: La cura operatoria de hernia inguinal con anestesia local, resultó ser efectiva y bien tolerada por los pacientes, brindando un reintegro casi inmediato a sus actividades, lo que representa una disminución en los costos intrahospitalarios(AU)

Local anesthesia is an option to perform surgical procedures of small or medium account. It allows the ambulation, and early discharge. Objective: To evaluate the results of the use of local anesthesia and nerve block ilioinguinal and iliohypogastric, in patients who underwent surgical cure of inguinal hernia, surgery of the Hospital "Dr. Francisco Antonio Rísquez" service, in the October 2017 period - October 2018. Methods: Prospective, cross-sectional study involving 23 patients who accepted it will be the hernioplasty under local anesthesia. Results: 46 surgical cure of inguinal hernia were performed, and in 23 was held with local anesthesia (50%). Dominated male patients (87%), with a bimodal distribution in relation to the age (26.1% between 30 and 39 years and between 70 to 79 years). Right inguinal hernia was the most frequent with 40% (10 cases). All patients reported a score of 0-1 in the Visual analog escale, both in the intraoperative and postoperative. 96% of patients achieved early ambulation (within 4 hours) and all tolerated the mouth before the two hours in the postoperative. There were no complications in the intraoperative; there was 1 recurrence. Conclusions: î‚Še surgical cure of inguinal hernia under local anesthesia, proved to be effective and well tolerated by the patients, providing a return almost immediately to their activities, which represents a decrease in hospital costs(AU)
Descritores: Bupivacaína/farmacologia
Hérnia Inguinal/cirurgia
Hérnia Inguinal/diagnóstico
Anestesia Local/métodos
Bloqueio Nervoso
-Cuidados Pós-Operatórios
Procedimentos Cirúrgicos Operatórios/métodos
Registros Médicos/estatística & dados numéricos
Estudos Retrospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: VE539.1 - Centro de Documentación Dr. José Ángel Puchi Ferrer


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-960306
Autor: Rodríguez García, Manuel Enrique; Días Bustabad, Annalee; Vargas Alonso, Osvaldo.
Título: Anestesia epidural y control posoperatorio de la tensión arterial en pacientes con preeclampsia grave cesareadas / Epidural anesthesia and postoperative control of arterial pressure in patients with serious preeclampsia and who have undergone cesarean section
Fonte: Rev. cuba. anestesiol. reanim;16(2):28-39, may.-ago. 2017. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: La preeclampsia en Cuba tiene una incidencia de 10 a 12 y una mortalidad neonatal de 35 por ciento. Hay escasa evidencia acerca de si es adecuado el tratamiento estándar. Se acepta el uso de anestesia epidural en la preeclampsia grave porque, entre otros beneficios, estabiliza la presión arterial. Objetivo: Evaluar la eficacia de la anestesia epidural continua como coadyuvante en el control posoperatorio de la tensión arterial en pacientes con preeclampsia grave. Métodos: Se realizó un estudio experimental en el hospital Dr. Agostinho Neto en el periodo 2013-2016. Se incluyeron 180 gestantes entre 15 y 40 años con preeclampsia grave intervenidas por cesárea, ASA III; asignadas aleatoriamente a un grupo de estudio y otro de control. En ambos se procedió según la norma cubana de obstetricia para el tratamiento de la preeclampsia. El grupo control recibió analgesia posoperatoria según recomendaciones del protocolo hospitalario, mientras se empleó anestesia epidural continua con 12,5 mg/h de bupivacaína al 0,125 por ciento en el grupo de estudio. Se midió la tensión arterial sistólica, diastólica y media durante las ocho primeras horas posoperatorias: Resultados: La tensión arterial sistólica y diastólica se controló en 93 por ciento y 88 por ciento, respectivamente. En el grupo control, 47 por ciento necesitó tres drogas antihipertensivas, 6 por ciento evolucionó hacia la eclampsia. Se controlaron los síntomas en el 97 por ciento del grupo de estudio. La taquicardia fue el efecto secundario esperado más frecuente de la anestesia epidural. Conclusiones: La anestesia epidural con bupivacaína al 12,5 mg/h es eficaz como coadyuvante en el control de la tensión arterial en el posoperatorio de pacientes con preeclampsia grave(AU)

Introduction: Preeclampsia in Cuba has an incidence of 10 to 12 and a neonatal mortality of 35 percent. There is little evidence about the standard treatment. The use of epidural anesthesia in severe preeclampsia is accepted because, among other benefits, it stabilizes blood pressure. Objective: To evaluate the effectiveness of continuous epidural anesthesia as an adjuvant in the postoperative control of blood pressure in patients with severe preeclampsia. Method: An experimental study was performed at Dr. Agostinho Neto Hospital in the period 2013-2016. We included 180 pregnant women aged 15-40 and with severe preeclampsia undergoing cesarean section (ASA III), randomly assigned to a study group and a control group. In both cases, we used the Cuban obstetrical standard for treating preeclampsia. The control group received postoperative analgesia according to the recommendations of the hospital protocol, while continuous epidural anesthesia was used with 12.5 mg/h of bupivacaine 0.125 percent in the study group. Systolic, diastolic and mean arterial pressure were measured during the first eight postoperative hours. Results: Systolic and diastolic blood pressure was controlled in 93 percent and 88 percent, respectively. In the control group, 47 percent needed three antihypertensive drugs, while 6 percent evolved towards eclampsia. Symptoms were controlled in 97 percent of the study group. Tachycardia was the most common expected side effect of epidural anesthesia. Conclusions: Epidural anesthesia with 12.5 mg/h of bupivacaine is effective as an adjuvant in controlling postoperative blood pressure in patients with severe preeclampsia(AU)
Descritores: Pré-Eclâmpsia/tratamento farmacológico
Pressão Arterial/efeitos dos fármacos
Anestesia Epidural/métodos
-Bupivacaína/uso terapêutico
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Braga, Angélica de Fátima de Assunçäo
Braga, Franklin Sarmento da Silva
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Id: lil-787260
Autor: Carvalho, Vanessa Henriques; Braga, Angélica de Fátima de Assunção; Braga, Franklin Sarmento da Silva; Potério, Gloria Maria Braga; Santos, Filipe Nadir Caparica; Junqueira, Fernando Eduardo Féres.
Título: Association between levobupivacaine and pancuronium. Interference in neuromuscular transmission and blockade in rats
Fonte: Acta cir. bras;31(7):486-489
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT PURPOSE: To evaluate the effects of levobupivacaine on neuromuscular transmission and neuromuscular blockade produced by pancuronium in vitro. METHODS: Thirty rats were distributed into groups (n = 5) according to the drug used alone or in combination: Group I - levobupivacaine (5 µg.mL-1); Group II - pancuronium (2 µg.mL-1); Group III - pancuronium (2 µg.mL-1) + levobupivacaine (5µg.mL-1). The following parameters were evaluated: 1) amplitude of diaphragmatic response to indirect stimulation, before and 60 minutes after the addition of levobupivacaine and pancuronium alone, and after the addition of levobupivacaine combined with pancuronium; 2) membrane potentials (MP) and miniature endplate potentials (MEPP). RESULTS: Levobupivacaine alone did not alter the amplitude of muscle response and MP. In preparations previoulsy exposed to levobupivacaine, the block with pancuronium was significantly denser (90.2 ± 15.2%), showing a significant difference (p=0.031) in comparison to the block produced by pancuronium alone (48.9% ± 9.8%). There was a decrease in the frequency and amplitude of MEPPs. CONCLUSION: Levobupivacaine potentiated the neuromuscular blockade produced by pancuronium, confirming a presynaptic action by a decrease in miniature endplate potentials.
Descritores: Pancurônio/farmacologia
Bupivacaína/análogos & derivados
Transmissão Sináptica/efeitos dos fármacos
Bloqueio Neuromuscular
Junção Neuromuscular/efeitos dos fármacos
-Bupivacaína/farmacologia
Diafragma/efeitos dos fármacos
Diafragma/inervação
Ratos Wistar
Fármacos Neuromusculares não Despolarizantes/farmacologia
Transmissão Sináptica/fisiologia
Modelos Animais
Quimioterapia Combinada
Estimulação Elétrica/métodos
Anestésicos Locais/farmacologia
Potenciais da Membrana/efeitos dos fármacos
Potenciais da Membrana/fisiologia
Junção Neuromuscular/fisiologia
Limites: Animais
Masculino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-788037
Autor: Freitas, Raphael Ribeiro de Aquino; Tardelli, Maria Angela.
Título: Comparative analysis of ampoules and vials in sterile and conventional packaging as to microbial load and sterility test / Análise comparativa de ampolas e frascos-ampolas em embalagens estéreis e convencionais quanto a carga microbiana e teste de esterilidade
Fonte: Einstein (Säo Paulo);14(2):226-230tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective To compare sterility and microbial (bacteria and fungi) load in the outer part of hyperbaric bupivacaine (Neocaína®) in ampoule and bupivacaine in vial, in conventional and sterile pack formulations. Methods The sterile packs were divided into two groups: G1 (n=16) with ampoules and G2 (n=16) with vials. Conventional formulations were divided into two groups, being G3 (n=16) with ampoules and G4 (n=16) with vials. The ampoules and vials were opened and had their content drawn. The empty bottles were then placed in sterile plastic bags and sent for analysis of microbial load (bacteria and fungi) and sterility testing. Data were analyzed using the χ2 test with Yates correction, and 95% confidence interval. Results G1 and G2 showed no bacterial growth when compared to conventional groups (p<0.001). The most common agent in conventional microbiological samples was Staphylococcus aureus. There was no fungal growth in both groups. Conclusion The use of (sterile pack) reduces the microbial load of bottles, and would decrease the chance of exposure to potential contamination of the anesthetic solution.

RESUMO Objetivo Comparar a esterilidade e a carga microbiana (bactérias e fungos) da parte externa dos frascos de envasamento de bupivacaína hiperbárica (Neocaína®) em ampola e bupivacaína em frasco-ampola das apresentações convencional e estéril (sterile pack). Métodos As apresentações estéreis (sterile pack) foram distribuídas em dois grupos, sendo que o G1 (n=16) continha as ampolas e o G2 (n=16), os frascos-ampola. As apresentações convencionais foram distribuídas em dois grupos, a saber G3 (n=16) com as ampolas e G4 (n=16) com os frascos-ampola. As ampolas e os frascos-ampolas eram abertos e tinham seu conteúdo aspirado. Os frascos vazios eram, então, acondicionados em sacos plásticos estéreis e enviados para análise quanto à carga microbiana (bactérias e fungos), bem como para o teste de esterilidade. Os dados foram analisados por meio do teste χ2 com correção Yates com intervalo de confiança de 95%. Resultados Os grupos G1 e G2 não apresentaram crescimento bacteriano quando comparado aos grupos convencionais (p<0,001). O microbiano mais comum nas amostras convencionais foi o Staphylococcus aureus. Não houve crescimento de fungos em nenhum dos grupos. Conclusão O uso de embalagens estéreis (sterile pack) diminui a carga microbiana dos frascos de envasamentos, o que diminuiria a chance de exposição a uma potencial contaminação da solução anestésica.
Descritores: Bupivacaína
Esterilização/métodos
Contaminação de Medicamentos/prevenção & controle
Contaminação de Equipamentos/prevenção & controle
Embalagem de Medicamentos/métodos
Anestésicos Locais
-Staphylococcus aureus/crescimento & desenvolvimento
Bacillus/crescimento & desenvolvimento
Fatores de Tempo
Contagem de Colônia Microbiana
Reprodutibilidade dos Testes
Fatores de Risco
Equipamentos e Provisões/microbiologia
Micrococcus/crescimento & desenvolvimento
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-991014
Autor: Busto Lugo, Patricia I; Montero Quesada, Néstor; Hernández Pérez, José M.
Título: Efectividad de la anestesia espinal con morfina y bupivacaína en la cirugía de próstata / Effectiveness of spinal anesthesia with morphine and bupivacaine in prostate surgery
Fonte: Rev. cuba. anestesiol. reanim;17(1):1-9, ene.-abr. 2018. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: El dolor posoperatorio constituye la principal causa de dolor agudo en el mundo. Brindar analgesia adecuada en el posquirúrgico garantiza la disminución del tiempo de estancia hospitalaria y tiene un impacto positivo en el resultado final de los pacientes. Objetivo: Evaluar la calidad de la analgesia posoperatoria con bupivacaína más morfina intratecal en la cirugía electiva de próstata, así como la incidencia de efectos adversos. Métodos: Se realizó una investigación cuasiexperimental, entre enero de 2014 y julio de 2017. La muestra quedó conformada de manera no probabilística por los pacientes que dieron su consentimiento informado y reunieron criterios para entrar en el estudio. Quedaron distribuidos de manera aleatoria en dos grupos denominados bupivacaína (B) y morfina-bupivacaína (MB). Para recolectar la información se emplearon las historias clínicas anestésicas y un formulario elaborado al efecto. Los datos se mostraron en tablas y gráficos, los resultados se expresaron numéricamente y en porcientos, se determinaron algunas medidas descriptivas de interés que mostraron el comportamiento de las variables que lo requirieron. Resultados: El resultado más relevante fue el efecto analgésico muy significativo en el grupo MB en las primeras 24 h del posoperatorio. La reacción adversa más frecuente fue el prurito y solo se presentó en el grupo que recibió morfina. Conclusiones: La anestesia espinal con morfina y bupivacaína es efectiva y segura, proporcionando mejor analgesia en el posoperatorio inmediato cuando se compara con bupivacaína sola(AU)

Introduction: Postoperative pain is the main cause of acute pain worldwide. Providing adequate analgesia postoperatively guarantees hospital stay reduction and positively affects patient outcome. Objective: To evaluate the quality of postoperative analgesia with bupivacaine plus intrathecal morphine in elective prostate surgery, as well as the incidence of adverse effects. Methods: A quasiexperimental research was carried out between January 2014 and July 2017. The sample was chosen in a non-probabilistic way and made up by the patients who gave their informed consent and met the inclusion criteria to enter the study. They were randomly distributed into two groups identified as bupivacaine (B) and morphine-bupivacaine (MB). To collect the information, the anesthetic medical records were used, together with a form prepared for such purpose. The data were shown in charts and graphs, the results were expressed numerically and in percentages, some descriptive measures of interest were determined that showed the behavior of the variables that required it. Results: The most relevant outcome was the very significant analgesic effect in the MB group in the first 24 hours after surgery. The most common adverse reaction was pruritus and only occurred in the group that received morphine. Conclusions: Spinal anesthesia with morphine and bupivacaine is effective and safe because it provides better analgesia in the immediate postoperative period in comparison to bupivacaine alone(AU)
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Bupivacaína/uso terapêutico
Analgésicos Opioides/uso terapêutico
Morfina/uso terapêutico
-Prostatectomia/métodos
Estudos Prospectivos
Estudos Longitudinais
Efeitos Adversos de Longa Duração/epidemiologia
Limites: Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-1023260
Autor: Ali Fawzi, Khiraldeen; Al Shimary, Azhar Kadim Wannas; Adnan Abbood, Qateralnada.
Título: Effect of bupivacaine versus bupivacaine plus intrathecal dexmedetomidine in postoperative pain
Fonte: Prensa méd. argent;105(8):443-447, sept 2019. tab.
Idioma: en.
Resumo: Background: Pain is defined as "unpleasant sensory and sensory experience", associated with actual or potential tissue domage or described in terms of such damage. Objetive: To assess the effect of bupivacaine versus bupivacaine plus intrathecal dexmedetomidine in postoperative pain. Patients and method: An experimental design was made of a controlled clinical trial type, in patients scheduled for lower abdomen surgery or lower extremities. A sample of 60 patients was studied during the period from October 1 to december 15, 2018, who agreed to participate in the study through of signing consent under information. Results: It was observed that the time of the rescue analgesia was prolonged in more than 120 min in the case of dexmedetomidine when compared with bupivacaine (p<0.0001); also VAS scores at the time of analgesia rescue for the group with dexmedetomidine were 3.71 ± 1.27 and in the bupivacaine group of 5.7 ± 1.59, the difference of two pints of the VAS (p= <0.001) was significant, which demonstrates that dexmedetomidine is effective for prolong postoperative analgesia and decrease the analgesia requirements. Conclusions: Dexmedetomidine at a dose of 5 ug associated with bupivacaine administered intrathecally is more Effective in postoperative analgesia compared with this substance alone in abdominal surgery inferior and lower extremities (AU)
Descritores: Dor Pós-Operatória/terapia
Medição da Dor
Injeções Espinhais
Bupivacaína/farmacocinética
Estatísticas não Paramétricas
Dexmedetomidina/farmacocinética
Limites: Humanos
Responsável: AR392.1 - Biblioteca


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Id: biblio-1022103
Autor: Asudani, Basim Herez Ali; Isa, Raad Jasim; Al-Shimary, Azhar Khadim Wannas.
Título: Effects of Dexamethasone and Ondansetron as an Adjuvant to Bupivacaine in Supraclavicular Brachial Plexus Blocks
Fonte: Prensa méd. argent;105(7):392-398, agosto 2019. graf, tab.
Idioma: en.
Resumo: Background Th supraclavicular brachial plexus block (SCBPB) exhibits a good anesthetic and analgesic effect to the upper extremity below the shoulder and reduces the need for opioid consumption. Among many medications, dexamethasone and ondansetron had been used as effective adjuvants to the local anesthetics in BPB. Aim: to compare the block characteristics with dexamethasone versus ondansetron as adjuvant to bupivacaine hydrochloride (BPV) in SCBPB. Materials and methods: 75 patients were allocated and divided into three equal groups. Combined ultrasound and nerve stimulation (CUSNS) - guided SCBPB had been done. Control group (C) received thirty ml of 0,5% bupivacaine with 2 ml of normal saline. Ondansetron group (O) received thirty l of 0.5% bupivacaine with 2 ml of 4 mg of ondasetron. In dexamethasone group (D), patient received thirty ml of 0.5% BPV plus 2 ml of 8 mg dexamethasone. Results: A prolonged effect of both sensory and motor block were observed in both group D and group O (more significant in D) than group C. Total dose of analgesic (tramadol in mgs in 24 hours) was obviously reduced in group D and group O than group C. Conclusion: Dexamethasone had better effects on sensory and motor block duration in comparison with ondansetron. The first time to analgesic request in dexamethasone group was longer than ondansetron group (AU)
Descritores: Bupivacaína
Dexametasona
Ondansetron
Bloqueio do Plexo Braquial
-Distribuição de Qui-Quadrado
Limites: Adulto
Responsável: AR392.1 - Biblioteca


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Texto completo SciELO Brasil
Costa, Verônica Vieira da
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Id: lil-311156
Autor: Costa, Verônica Vieira da; Souza, Denise Pereira de Oliveira; Buzzi, Marcelo; Mello, Márcio Corrêa de; Saraiva, Renato Ângelo.
Título: Concentração plasmática de ropivacaína durante anestesia peridural lombar em crianças / Ropivacaine and bupivacaine plasma concentration during lumbar epidural anesthesia in children / Concentración plasmática de ropivacaína durante anestesia peridural lumbar en niños
Fonte: Rev. bras. anestesiol;52(1):1-8, fev. 2002. tab.
Idioma: en; pt.
Resumo: Justificativa e Obejetivos - A ropivacaína é o mais novo anestésico local de uso na prática clínica. Sua estrutura é semelhante a forma levógira da bupivacaína, tendo portanto baixa toxicidade. Os valores das concentrações plasmáticas que podem ser atingidos em crianças, com o uso desta droga e também da bupivacaína (mesmo a forma racêmica) administradas por via peridural lombar, são ainda pouco conhecidos. O objetivo desse estudo foi avaliar as concentrações sangüíneas de ropivacaína e bupivacaína por via peridural lombar em crianças, em bloqueios eficientes, relacionando-as aos valores descritos como níveis plasmáticos seguros. Método - Oitenta e um pacientes de ambos os sexos, submetidos à cirurgia de membros inferiores, receberam aleatoriamente ropivacaína (n = 41) ou bupivacaína (n = 40) por via peridural lombar associado à anestesia geral. Foram coletadas oito amostras de sangue venoso nos intervalos de tempo: zero (controle), 5, 25, 40, 60, 120, 180 e 240 minutos, e através de cromatografia de gás foram dosadas as concentrações plasmáticas da ropivacaína e da bupivacaína. Resultados - Não houve diferança estatisticamente signidicante com relação aos dados antropométricos e variáveis fisiológicas estudadas entre os pacientes que receberam ropivacaína e bupivacaína. As doses médias administradas de ropivacaína e bupivacaína foram 2,35 mg.kgðû e 2,13 mg.kgðû, respectivamente, que geraram as concentrações plasmáticas de 2,334 µg.mlðû e 1.111 µg.mlðû, aos 25 e 40 minutos. Ambas abaixo do nível considerado seguro (3 µg.kgðû). Conclusões - A administração peridural lombar de ropivacaína e bupivacaína em crianças, nas doses abaixo de 3 mg.kgðû, produz bloqueio anestésico eficaz e determinda concentrações plasmáticas que podem ser consideradas seguras
Descritores: Anestesia Epidural
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Anestésicos Locais/sangue
Anestésicos Locais/uso terapêutico
Bupivacaína/administração & dosagem
Bupivacaína/sangue
Relação Dose-Resposta a Droga
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central



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