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Id: lil-336778
Autor: Zavalaga Valdivia, Hernán E.
Título: Uso de moclobemida en el tratamiento de la depresión infantil / The use of moclobemide in treatment of depression in children
Fonte: Rev. neuropsiquiatr;65(3/4):174-177, sept.-dic. 2002.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: La depresión en niños se acompaña por trastornos del humor y la conducta, además de enuresis y encopresis. Se evaluó la utilidad de la moclobemida en niños con depresión. Método: 6 pacientes con depresión fueron evaluados según los criterios de Herzog y Rothbun para depresión infantil. Los pacientes tenían entre 5 y 9 años (promedio 7.6 años). La Impresión Clínica Global (ICG) inicial fue de 4.3. Tres presentaban enuresis, 1 enuresis-encopresis, 1 se autolesionaba y 1 mutismo electivo. Todos presentaron ruptura del vínculo filial y fracaso escolar. Dos varones eran tratados como homosexuales. eL tratamiento con la moclobemida duró de 20 a 480 días de 150 a 450 mg/día. Cuatro habían recibido tratamiento previo. Resultados: Al final del estudio, la ICG fue de 1.6. Hubo mejoría de la conducta y la ansiedad a la primera semana y del humor a la 2a. y 3a. semanas. En todos los casos se controló la enuresis y se atenuó la encopresis. Todos mejoraron conducta y rendimiento escolar. Conclusión: La moclobemida puede ser eficaz en el tratamiento de la depresión infantil.
Descritores: Depressão
Encoprese
Enurese
Moclobemida
Mutismo
Limites: Humanos
Masculino
Pré-Escolar
Feminino
Criança
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Bueno, Joäo Romildo
Id: lil-311188
Autor: Bueno, João Romildo; Mattos, Paulo.
Título: Antidepressores de dupla ação: correlação entre mecanismos de ação e emprego clínico / Doubleðaction antidepressants: correlations between mechanisms of action and clinical use
Fonte: J. bras. psiquiatr;50(9/10):313-323, out. 2001.
Idioma: pt.
Resumo: São revistos os princípios básicos que estabelecem ser os antidepressores de dupla ação ð os que interferem na correta utilização neurofisiológica de monoaminas como a serotonina e a noradrenalina ð medicamentos mais potentes que aqueles que bloqueiam exclusivamente a recaptura desta ou daquela monoamina. Uma nova possibilidade de modificação ð a plasticidade neuronal ð é aventada para explicar o período de latência exigido para a aparição dos efeitos terapêuticos dos antidepressores. A potência relativa e a equivalência de efeitos medicamentosos entre o diferentes grupos de substâncias utilizadas no tratamento das depressões são também discutidas. Salientaðse a ausência de um salto qualitativo na síntese de antidepressores, reforçando a idéia de um progresso linear, horizontal, na apresentação de novas substâncias para emprego clínico com a vantagem aparente de uma melhor "tolerabilidade". A revisão bibliográfica aponta serem os tricíclicos com função aminoterciária os mais potentes antidepressores, sendo a limitação de seu uso causada pela quantidade e amplitude dos efeitos colaterais observados quando são usadas doses adequadas e reconhecidamente eficazes. Aparentemente menos eficazes, mas muito mais bem toleradas são as outras substâncias antidepressoras de dupla ação: venlafaxina, mirtazapina e milnacipram. As metanálises revistas demonstram que estas três substâncias apresentam diferenças em seus perfis e índices terapêuticos, podendo ser associados a outros antidepressores ou se revelar particularmente úteis em função do quadro clínico. Com estes medicamentos é possível tratar o episódio depressivo, impedir sua recaída e prevenir sua recidiva, visto que a adesão ao tratamento é inversamente proporcional à incidência de efeitos colaterais e sua gravidade. São feitas considerações a respeito do elevado custo pessoal, social e econômico causado pelas depressões isoladamente ou pela presença de sintomas depressivos em outras condições clínicas, principalmente as que demandam hospitalização. Finalmente, recomendaðse a divulgação interdisciplinar dos estudos que mostram a gravidade das doenças do humor e dos métodos eficazes existentes para seu correto tratamento
Descritores: Antidepressivos de Segunda Geração/efeitos adversos
Antidepressivos de Segunda Geração/uso terapêutico
Antidepressivos Tricíclicos/efeitos adversos
Antidepressivos Tricíclicos/uso terapêutico
Cicloexanóis/uso terapêutico
Transtorno Depressivo
Inibidores de Captação de Serotonina/efeitos adversos
Inibidores de Captação de Serotonina/uso terapêutico
Mianserina
Moclobemida
Limites: Humanos
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-311153
Autor: Mallat-Tostes, Luiz Roberto.
Título: Uso da associação moclobemida-buspirona no tratamento do alcoolismo / Use of combined moclobemide-buspirone in the treatment of alcohol dependence syndrome
Fonte: J. bras. psiquiatr;44(3):137-142, mar. 1995.
Idioma: pt.
Resumo: São apresentados os resultados preliminares do uso de uma associação medicamentosa - moclobemida-buspirona - no tratamento de um subgrupo de pacientes alcoólatras. Cinco relatos de casos foram incluídos. As características clínicas desse subgrupo, entre elas a co-morbidade com fobia social/personalidade de evitação, são apresentadas em quadro sinóptico de forma a facilitar a escolha dentre as opções farmacoterápicas desenvolvidas até o momento. As doses de moclobemida utilizadas são inferiores às habitualmente empregadas no tratamento dos distúrbios depressivos e ansiosos, e existe uma relação específica entre as doses de moclobemida e as de buspirona que também é apresentada graficamente. É feita uma tentativa de classificação dos pacientes alcoólatras de acordo com a resposta terapêutica aos diversos tratamentos farmacológicos e algumas das características de cada um desses grupos são comentadas. Ensaios clínicos em populações maiores de pacientes estão justificados
Descritores: Alcoolismo
Buspirona
Comorbidade
Quimioterapia Combinada
Moclobemida
Resultado do Tratamento
-Método Duplo-Cego
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-271100
Autor: Vizcaíno Alonso, María del Carmen.
Título: Moclobemida: una revisión / Moclobemide: a revision
Fonte: Rev. Hosp. Psiquiátr. La Habana;39(1):37-41, ene.-abr. 1999.
Idioma: es.
Resumo: Se realiza una revisión bibliográfica actualizada de la Moclobemida Inhibidor de la Monoamonoxidasa (IMAO) de la última generación. Se brinda una información general dando a conocer sus características, mecanismos de acción y algunos resultados de su aplicación clínica. Se considera un psicofármaco útil en depresiones de elección en ancianos y en pacientes que no toleran otra terapia antidepresiva. Es una alternativa en el tratamiento de cambios cognitivos y fobias sociales
Descritores: Moclobemida
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: lil-263718
Autor: Valdivieso B., Alicia; Cornejo, Andrea; Sánchez, Matías.
Título: Tratamiento del síndrome de déficit atencional, SDA, en niños: evaluación de la moclobemida, una alternativa no psicoestimulante / Treatment of attention deficit hyperactivity disorder in children: assessment of moclobemide a non-psichostimulant alternative
Fonte: Rev. chil. neuro-psiquiatr;38(1):7-14, ene.-mar. 2000. tab.
Idioma: es.
Resumo: La terapia actual del síndrome de déficit atencional (SDA) con psicoestimulantes conlleva riesgos de abuso/mal uso y otras limitaciones. Este estudio evaluó la eficacia y tolerabilidad del antidepresivo moclobemida como alternativa no psicoestimulante de este trastorno en niños. Se estudiaron 21 niños entre 6-13 años de edad sin tratamiento SDA previo, cuyo diagnóstico comprendió: historia clínica según DSM-IV; antecedentes de los progenitores; examen neurológico de inmadurez según edad; información del colegio y la aplicación semanal de: test de Conners, test Maze-Porteus (laberinto), familiar figure matching test (FFMT) e impresión clínica global. Tratamiento: 150 mg moclobemida 2 veces al día durante un mes, controlándoseles semanalmente. El 95 por ciento de los pacientes evidenció descensos de los puntajes de severidad en el test de Conners, convirtiéndose los casos severos en moderados, leves y normales. En el laberinto y FFMT hubo reducciones significativas del tiempo de ejecución y del número de errores cometidos, con mejorías en el 86 por ciento de los niños. Según impresión clínica global, un 63 por ciento normalizó o redujo su cuadro a un SDA leve. No hubo alteraciones cardiovasculares, centrales o del apetito, ni del hemograma, perfil bioquímico o EEG. Una niña refirió sensación de frío. Los resultados indican que la moclobemida puede ser una alternativa eficaz y bien tolerada en el tratamiento del SDA en niños. Estudios de largo plazo podrán confirmar estos hallazgos
Descritores: Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade/tratamento farmacológico
Moclobemida/administração & dosagem
-Moclobemida/farmacologia
Psicotrópicos/efeitos adversos
Testes Psicológicos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central



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