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Id: biblio-838746
Autor: Rodriguez, Ever Ernesto Caso; Sakata, Viviane Mayumi; Cavalcanti, Daniel Cesar Torres Melo; Zaghetto, Juliana Marques; Olivalves, Edilberto; Hirata, Carlos Eduardo; Yamamoto, Joyce Hisae.
Título: Mycophenolate mofetil as an immunomodulator in refractory noninfectious uveitis / Micofenolato mofetila como agente imunomodulador no tratamento das uveítes não infecciosas refratárias
Fonte: Arq. bras. oftalmol;79(6):369-372, Nov.-Dec. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Purpose: To evaluate the efficacy and tolerance of mycophenolate mofetil (MMF) for the treatment of noninfectious uveitis using the methods advocated by the Standardization of Uveitis Nomenclature (SUN) Working Group and to compare this with other studies of immunosuppression in ocular inflammation. Methods: Retrospective case series. Patients with noninfectious uveitis, followed at a tertiary Uveitis Service in São Paulo, Brazil, from 2007 to 2014 and receiving oral MMF for a minimum of 6 months, were retrospectively reviewed. After reaching an optimal dose of MMF, patients were evaluated after 6 (T6), 12 (T12), and 24 months (T24). The optimal dose varied for each patient (medium 2.2 g/day, range 1.0-3.0 g/day). The main outcome measures were: 1) success on achieving complete control of inflammation in both eyes and/or oral prednisone dosage reduction to ≤10 mg per day, and 2) the length of time required to reduce oral prednisone to ≤10 mg/day, partial control of ocular inflammation, and side effects. Results: In a cohort of 16 patients with refractory noninfectious uveitis, 67% reached the ideal prednisone dose after 1 year of MMF treatment and 83% after 2 years of MMF treatment. Complete or partial inflammation control was achieved in 43.7% at T12. Two patients (14%) had disease remission after 4.7 years of MMF treatment. Adverse effects were gastrointestinal disturbances, infection, insomnia, and liver function abnormalities at a rate of 0.03 patient-year each. Conclusions: This small retrospective case series is consistent with the literature concerning the high efficacy and moderate tolerability of MMF in noninfectious uveitis. Observation of patients should be continued for at least 1 year to clearly determine MMF efficacy.

RESUMO Objetivo: Avaliar a eficácia e tolerância do micofenolato de mofetila (MMF) para o tratamento das uveítes não infecciosas refratárias, utilizando os métodos de análises definidos pelo "Standardization of Uveitis Nomenclature Working Group." Método: Estudo retrospectivo de série de casos. Foram incluídos pacientes com uveíte não infecciosa, em tratamento oral com MMF por um período mínimo de seis meses, acompanhados no Serviço de Uveítes, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil, no período de 2007 a 2014. Todos os pacientes faziam uso de pelo menos um imunossupressor e apresentavam doença ocular ativa. Os pacientes foram avaliados aos seis meses (T6), 12 meses (T12) e 24 meses (T24) após atingir a dose ótima do MMF. A média da dose ótima foi 2,2g/dia (intervalo 1,0-3,0g/dia). Os principais desfechos analisados foram: 1) Sucesso no controle total da inflamação em ambos os olhos e/ou redução da dose de prednisona oral para ≤10 mg/dia; 2) Intervalo até a redução da prednisona oral para ≤10 mg/dia, controle parcial de inflamação ocular e efeitos adversos. Resultados: Na presente coorte com 16 pacientes com uveíte não infecciosa refratária, observou-se 67% e 83% de probabilidade de alcançar a dose ideal de prednisona em T12 e T24, respectivamente. Controle total ou parcial da inflamação foi observado em 43,7% dos pacientes em T12. Dois pacientes (14%) tiveram remissão da doença após 4,7 anos do início de MMF. Os efeitos adversos foram distúrbios gastrintestinais, infecção, insônia e anormalidade da função hepática com 0,03 eventos paciente-ano (PPY) respectivamente. Conclusões: Esta pequena série retrospectiva de casos ratifica os achados na literatura sobre a alta eficácia e tolerância moderada de MMF em uveítes não infecciosas. Uma importante observação é que, para melhor avaliar a eficácia do MMF, deve se esperar o intervalo mínimo de um ano.
Descritores: Uveíte/tratamento farmacológico
Imunossupressores/uso terapêutico
Ácido Micofenólico/uso terapêutico
-Recidiva
Acuidade Visual
Administração Oral
Estudos Retrospectivos
Resultado do Tratamento
Imunossupressores/administração & dosagem
Ácido Micofenólico/administração & dosagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


  2 / 61 LILACS  
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Id: lil-636782
Autor: González Naranjo, Luis Alonso.
Título: Mofetil micofenolato como tratamiento de las manifestaciones no renales del lupus eritematoso sistémico / No presenta
Fonte: Rev. colomb. reumatol;15(4):307-320, oct.-dic. 2008. tab.
Idioma: es.
Resumo: Mofetil micofenolato (MMF), un agente inmunosupresor eficaz en el tratamiento de trasplante de órganos sólidos, ha sido utilizado exitosamente en la terapia de inducción y de mantenimiento de la nefritis lúpica proliferativa y membranosa. La evidencia sobre su uso en manifestaciones lúpicas no renales es limitada y se basa principalmente en series de casos y estudios abiertos. Según la evidencia, MMF puede ser eficaz en manifestaciones hematológicas y cutáneas refractarias; sin embargo, su eficacia en estas manifestaciones debe ser confirmada con estudios controlados.

Mycophenolate mofetil (MMF), an efficacious immunosuppressive agent in the management of solid organ transplantation, has been successfully used in the induction and maintenance therapy of proliferative and membranous lupus nephritis. The evidence on its use in non renal systemic lupus erythematosus manifestations is limited and mainly based on case series and open-labelled trials. According to the evidence, MMF may be effective in refractory hematological and cutaneous manifestations, although its effectiveness in these manifestations has to be confirmed with controlled studies.
Descritores: Lúpus Eritematoso Sistêmico
Ácido Micofenólico
-Transplante
Epidemiologia Descritiva
Neoplasias Hematológicas
Imunossupressores
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CO356.9


  3 / 61 LILACS  
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Id: lil-636791
Autor: Luis Alonso, González; Molina, José Fernando; Vásquez, Gloria María.
Título: Actualidad en el tratamiento de la nefritis lúpica proliferativa / Update on the treatment of proliferative lupus nephritis
Fonte: Rev. colomb. reumatol;16(1):76-96, ene.-mar. 2009. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: La nefropatía lúpica (NL) es una causa importante de morbilidad y mortalidad en pacientes con lupus eritematoso sistémico (LES) la cual tiene un impacto directo en la supervivencia de estos pacientes. El uso de un tratamiento inmunosupresor agresivo ha mejorado la supervivencia renal y de los pacientes. Los objetivos de esta terapia inmunosupresora son la obtención de una remisión temprana, evitar la aparición de exacerbaciones y la progresión a insuficiencia renal crónica con la mínima toxicidad posible. El tratamiento con pulsos intravenosos mensuales de ciclofosfamida y de glucocorticoides (el régimen del Instituto Nacional de Salud) como tratamiento de inducción y la administración a largo plazo de pulsos venosos de ciclofosfamida o con azatioprina ha llegado a ser el tratamiento estándar de la NL proliferativa severa. El micofenolato mofetil es una alternativa a la ciclofosfamida en el tratamiento de inducción y de mantenimiento de la NL proliferativa. Existen otras opciones terapéuticas para la NL resistente como regímenes más agresivos de ciclofosfamida (a expensas de una mayor toxicidad), inhibidores de la calcineurina, gamaglobulina hiperinmune intravenosa, inmunoadsorción y terapias dirigidas contra la célula B.

Lupus nephritis (LN) is an important cause of morbidity and mortality in patients with systemic lupus erythematosus (SLE). The use of aggressive immunosuppressive treatment has improved both patient and renal survival. The objectives of this therapy should be to achieve a prompt renal remission, to avoid renal flares and progression to chronic renal failure with minimal toxicity. Treatment with monthly intravenous cyclophosphamide and glucocorticoids (National Institute of Health regimen) as induction treatment and long-term administration of venous pulses of cyclophosphamide or azathioprine has become standard treatment for severe proliferative LN. Mycophenolate mofetil is an alternative to cyclophosphamide for induction and maintenance therapy of proliferative LN. There are other therapeutic options for resistant LN as more aggressive ciclophosphamide regimens, but at the expense of more toxicity, calcineurin inhibitors, intravenous immunoglobulin, immunoadsorption and therapies that selectively target B cells.
Descritores: Terapêutica
Nefrite Lúpica
-Linfócitos B
Citotoxinas
Sobrevivência
Imunossupressores
Lúpus Eritematoso Sistêmico
Ácido Micofenólico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CO356.9


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Id: biblio-1118629
Autor: Zapata L, Rodrigo.
Título: Hepatitis autoinmune refractaria: ¿cómo escoger el tratamiento de segunda línea o de rescate? / Refractory autoimmune hepatitis: how to choose second-line or rescue therapy?
Fonte: Gastroenterol. latinoam;28(2):76-84, 2017. tab, ilus.
Idioma: es.
Resumo: Autoimmune hepatitis (AIH) is a liver disease of unknown etiology, with a breakdown in peripheral selftolerance against hepatocytes with both genetic and environmental factors involved. It is characterized by an immune mediated liver injury, with detectable autoantibodies, elevated levels of immunoglobulin G and histological criteria including, necroinflammation, lymphoplasmacytic infiltrates and hepatitis interface. It can be asymptomatic or can present as acute hepatitis or liver cirrhosis. Most patients (70-80%) respond to first line therapy (based on steroids ± azathioprine). In those patients not tolerating azatioprine, in steroid resistant, and those with repeated relapses (20-40%), a long-term second line therapy must be considered to avoid progression of liver disease. This last medications include other immunosuppressants like mycophenolate mophetil, calcineurin inhibitors (cyclosporine or tacrolimus), biologic agents (infliximab and rituximab), and other immunosuppressive agents (sirolimus, everolimus), all with good overall clinical results, but not exempt of side effects. Other difficult scenarios include fulminant AIH, end-stage AIH cirrhosis and the management of post-transplant AIH. In this article we will review the literature related to second- line therapy especially of steroid resistant AIH. Future directions in the treatment of HAI should be guided to the individual patient (personalized) and may include cell therapies, such as infusion of autologous, antigen-specific, and liver-homing regulatory T cells to restore hepatic immune tolerance

La hepatitis autoinmune (HAI) es una hepatopatía de etiología desconocida, con pérdida de la tolerancia inmune contra los hepatocitos con factores genéticos y ambientales asociados. Se caracteriza por fenómenos de daño inmunológicos, con autoanticuerpos circulantes, una concentración elevada de gammaglobulina sérica y en la biopsia de hígado actividad necroinflamatoria, infiltrados linfoplasmocitarios y daño de interfase. La HAI es una entidad que se puede presentar en forma asintomática, como hepatitis aguda o como cirrosis hepática. El 70-80% de los pacientes responden adecuadamente al tratamiento inmunosupresor de primera línea (corticoides ± azatioprina). En los pacientes que no toleran azatioprina, en los corticorresistentes o en aquellos con recaídas repetidas a pesar de terapia (20-40%), es necesario recurrir a terapias de segunda línea de largo plazo, para evitar la progresión de la hepatopatía. Estas últimas incluyen micofenolato mofetil, inhibidores calcineurínicos (ciclosporina o tacrolimus), agentes biológicos (infliximab y rituximab), y otros fármacos inmunosupresores (sirolimus, everolimus), con resultados alentadores, pero no exentos de efectos colaterales. Otros escenarios complejos incluyen: la HAI de presentación aguda grave y fulminante, la cirrosis terminal autoinmune y la HAI post-trasplante. En este trabajo se revisa la literatura en relación a terapias de segunda línea especialmente en HAI corticoide resistente. El futuro del tratamiento de la HAI va encaminado a una terapia personalizada y que podría incluir terapias celulares como la infusión de células T regulatorias, antígeno específicas y autólogas, para reestablecer los mecanismos de tolerancia inmune hepática.
Descritores: Hepatite Autoimune/tratamento farmacológico
-Azatioprina/efeitos adversos
Azatioprina/uso terapêutico
Fatores Biológicos/uso terapêutico
Evolução Clínica
Corticosteroides/efeitos adversos
Corticosteroides/uso terapêutico
Hepatite Autoimune/diagnóstico
Hepatite Autoimune/etiologia
Inibidores de Calcineurina/uso terapêutico
Imunossupressores/uso terapêutico
Ácido Micofenólico/uso terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL61.1 - Biblioteca Central Campus Sur


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Id: biblio-1117979
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde.
Título: Informe diário de evidências COVID-19: busca realizada em 11 de agosto de 2020 / COVID-19 daily evidence report: search conducted on August 11, 2020.
Fonte: Brasília; s.n; 11 ago. 2020.
Idioma: pt.
Resumo: O Informe Diário de Evidências é uma produção do Ministério da Saúde que tem como objetivo acompanhar diariamente as publicações científicas sobre tratamento farmacológico e vacinas para a COVID-19. Dessa forma, são realizadas buscas estruturadas em bases de dados biomédicas, referentes ao dia anterior desse informe. Não são incluídos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo, in silico). A frequência dos estudos é demonstrada de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, coortes, entre outros). Para cada estudo é apresentado um resumo com avaliação da qualidade metodológica. Essa avaliação tem por finalidade identificar o grau de certeza/confiança ou o risco de viés de cada estudo. Para tal, são utilizadas ferramentas já validadas e consagradas na literatura científica, na área de saúde baseada em evidências. Cabe ressaltar que o documento tem caráter informativo e não representa uma recomendação oficial do Ministério da Saúde sobre a temática. Foram encontrados 14 artigos e 5 protocolos.
Descritores: Pneumonia Viral/tratamento farmacológico
Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico
Betacoronavirus/efeitos dos fármacos
-Ribavirina/uso terapêutico
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Ácido Ursodesoxicólico/uso terapêutico
Imunoglobulinas/uso terapêutico
Prednisolona/uso terapêutico
Combinação Trimetoprima e Sulfametoxazol/uso terapêutico
Cloroquina/uso terapêutico
Estudos Transversais
Estudos de Coortes
Interferon-alfa/uso terapêutico
Tacrolimo/uso terapêutico
Corticosteroides/uso terapêutico
Azitromicina/uso terapêutico
Ritonavir/uso terapêutico
Anticorpos Neutralizantes/uso terapêutico
Células-Tronco Mesenquimais
Lopinavir/uso terapêutico
Ácido Fólico/uso terapêutico
Meropeném/uso terapêutico
Hidroxicloroquina/uso terapêutico
Anticorpos Monoclonais/uso terapêutico
Ácido Micofenólico/uso terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Estudo de Avaliação
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1117630
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde.
Título: Informe diário de evidências COVID-19: busca realizada em 7 de julho de 2020 / COVID-19 daily evidence report: search conducted on July 7, 2020.
Fonte: Brasília; s.n; 7 jul. 2020.
Idioma: pt.
Resumo: O Informe Diário de Evidências é uma produção do Ministério da Saúde que tem como objetivo acompanhar diariamente as publicações científicas sobre tratamento farmacológico e vacinas para a COVID-19. Dessa forma, são realizadas buscas estruturadas em bases de dados biomédicas, referente ao dia anterior desse informe. Não são incluídos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo, in silico). A frequência dos estudos é demonstrada de acordo com a sua classificação metodológica (revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados, coortes, entre outros). Para cada estudo é apresentado um resumo com avaliação da qualidade metodológica. Essa avaliação tem por finalidade identificar o grau de certeza/confiança ou o risco de viés de cada estudo. Para tal, são utilizadas ferramentas já validadas e consagradas na literatura científica, na área de saúde baseada em evidências. Cabe ressaltar que o documento tem caráter informativo e não representa uma recomendação oficial do Ministério da Saúde sobre a temática. Foram encontrados 17 artigos.
Descritores: Pneumonia Viral/tratamento farmacológico
Infecções por Coronavirus/tratamento farmacológico
Betacoronavirus/efeitos dos fármacos
-Esteroides/uso terapêutico
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Vitamina D/uso terapêutico
Varfarina/uso terapêutico
Ivermectina/uso terapêutico
Ceftriaxona/uso terapêutico
Cloroquina/uso terapêutico
Metotrexato/uso terapêutico
Corticosteroides/uso terapêutico
Azitromicina/uso terapêutico
Ritonavir/uso terapêutico
Oseltamivir/uso terapêutico
Proteína Antagonista do Receptor de Interleucina 1/uso terapêutico
Lopinavir/uso terapêutico
Infliximab/uso terapêutico
Leflunomida/uso terapêutico
Amoxicilina/uso terapêutico
Hidroxicloroquina/uso terapêutico
Ácido Micofenólico/uso terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Estudo de Avaliação
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1087152
Autor: Sarmiento, Karen Cueto; Enz, Paula Andrea; Torre, Ana Clara; Cura, María Julia; Martínez Piva, María Manuela; Ferini , Gonzalo Ariel; Kowalczuk, Alicia.
Título: Desafíos terapéuticos en la enfermedad injerto contra huésped / Therapeutic challenges in graft versus host disease
Fonte: Rev. Hosp. Ital. B. Aires (2004);37(2):68-72, jun. 2017. ilus., tab..
Idioma: es.
Resumo: La enfermedad injerto contra huésped es una entidad en la cual las células inmunológicas competentes de un tejido injertado reconocen y dañan antígenos presentes en el receptor del trasplante, que es incapaz de defenderse de ellas. Es una complicación frecuente del trasplante alogénico de médula ósea, y con menor frecuencia se produce luego de trasplantes de órganos sólidos o transfusiones de hemoderivados no irradiados. Se comunica el caso de una paciente de sexo femenino de 23 años, con leucemia linfoblástica aguda.y trasplante alogénico de médula ósea, que presentó una enfermedad injerto contra huésped con compromiso cutáneo y gastrointestinal dependiente de corticoides, con mejoría de los signos y síntomas cutáneos luego del tratamiento con infliximab y fotoféresis extracorpórea. (AU)

Graft versus host disease is an entity in which competent grafted immune cells recognize and damage tissue antigens present in the transplant recipient, who is unable to defend from them. It is one of the most serious complications in patients undergoing allogeneic bone marrow transplantation, although less frequently it may be associated with solid organ transplants or transfusions of not irradiated blood products. We report the case of a 23 year-old patient with acute lymphoblastic leukemia and allogeneic bone marrow transplantation, that presented graft versus host disease with skin and gastrointestinal involvement, dependent on corticosteroids, that showed improvement in signs and skin symptoms after treatment with infliximab and extracorporeal photopheresis. (AU)
Descritores: Fotoferese
Doença Enxerto-Hospedeiro/tratamento farmacológico
Doença Enxerto-Hospedeiro/terapia
-Sinais e Sintomas
Transplante Homólogo/efeitos adversos
Transfusão de Sangue
Metilprednisolona/administração & dosagem
Prednisona/administração & dosagem
Dor Abdominal
Ganciclovir/administração & dosagem
Fatores de Risco
Transplante de Órgãos/efeitos adversos
Transplante de Medula Óssea/efeitos adversos
Tacrolimo/administração & dosagem
Corticosteroides/efeitos adversos
Corticosteroides/uso terapêutico
Infecções por Citomegalovirus/diagnóstico por imagem
Diarreia
Mucosite
Leucemia-Linfoma Linfoblástico de Células Precursoras/complicações
Leucemia-Linfoma Linfoblástico de Células Precursoras/radioterapia
Neutropenia Febril
Infliximab/uso terapêutico
Desenluvamentos Cutâneos/tratamento farmacológico
Desenluvamentos Cutâneos/sangue
Doença Enxerto-Hospedeiro/etiologia
Doença Enxerto-Hospedeiro/mortalidade
Imunossupressores/efeitos adversos
Ácido Micofenólico/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: AR2.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
Manfro, Roberto Ceratti
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Id: lil-760438
Autor: Silva Filho, Alvaro Pacheco e; Manfro, Roberto Ceratti; Contieri, Fabiana Loss de Carvalho; Mazzali, Marilda; Garcia, Valter Duro; Carvalho, Deise de Boni Monteiro de; David, Saitovitch; Machado, Paula; Rodrigues, Carolina Araujo.
Título: Avaliação da tolerabilidade do micofenolato sódico com revestimento entérico versus micofenolato mofetil em receptores de transplante renal / Evaluation of tolerability of enteric-coated mycophenolate sodium versus mycophenolate mofetil in de novo renal transplantation
Fonte: J. bras. nefrol;37(3):291-296, July-Sept. 2015. tab.
Idioma: pt.
Resumo: ResumoIntrodução:O micofenolato mofetil (MMF), pró-droga do ácido micofenólico (MPA), é um tratamento imunossupressor eficaz na profilaxia da rejeição aguda, mas associado a eventos adversos gastrointestinais. O micofenolato sódico (MPS) com revestimento entérico foi desenvolvido com a intenção de reduzir tais eventos associados ao MPA.Objetivo:Avaliar a tolerabilidade de EC-MPS e MMF em receptores de transplante renal.Métodos:Estudo retrospectivo, multicêntrico, com pacientes submetidos a transplante renal entre 07/01/2004 e 31/07/2007 em 18 centros brasileiros.Resultados:1380 pacientes incluídos, 702 receberam EC-MPS e 678 receberam MMF. A idade média de 42,3 anos, 60% masculino e 62,5% de etnia caucasiana. A incidência de eventos avaliados no desfecho composto de eficácia não foi diferente entre os grupos ao final de 24 meses de acompanhamento (22,9% para EC-MPS versus 19,9% para MMF, p = 0,203). Os pacientes tratados com EC-MPS apresentaram maior incidência de eventos adversos gastrointestinais comparados com os tratados com MMF (57,7% vs. 52,5%). Infecções virais foram mais frequentes no grupo EC-MPS (38,2%) comparado com MMF (32,6%). Não houve diferença nos valores médios tolerados no final do primeiro (1187 ± 344 mg vs. 1209 ± 426 mg, p = 0,294) e segundo ano (1172,3 ± 347mg vs. 1197,4 ± 430,6 mg, p = 0,241) pós-transplante.Conclusão:Não houve diferença estatística na incidência de rejeição aguda, função tardia e eventos gastrointestinais entre os tratamentos. A dose média tolerada de MPA foi semelhante entre os grupos, mas pacientes tratados com MMF foram submetidos a mais reduções de doses e descontinuações do tratamento.

AbstractIntroduction:Mycophenolate mofetil (MMF), pro-drug mycophenolic acid (MPA) is an immunosuppressive effective in the prophylaxis of acute rejection, but associated with gastrointestinal adverse events. Mycophenolate sodium (MPS) with enteric coating was developed with intention of reducing such gastrointestinal adverse events associated with MPA.Objective:To evaluate the tolerability of EC-MPS and MMF in renal transplant recipients.Methods:Retrospective, multicenter study, included 1380 patients who underwent a transplant between 07/01/2004 and 31/07/2007 in 18 Brazilian centers.Results1380 patients enrolled, 702 received EC-MPS and 678 received MMF. The average age of patients was 42.3 years, 60% were male and 62.5% of Caucasian ethnicity. The incidence of events evaluated in the composite endpoint of efficacy was not different between groups at the end of 24 months follow-up (22.9% for EC-MPS to MMF versus19.9%, p = 0.203). Patients treated with EC-MPS had a higher incidence of gastrointestinal adverse events compared to those treated with MMF (57.7%vs. 52.5%), but there was no statistical difference between groups. Viral infections were more frequent in the EC-MPS group (38.2%) compared with MMF (32.6%). There was no difference in mean tolerated dose after the first (1187 ± 344vs. 1209 ± 426 mg, p = 0.294) and second year (1172.3 ± 347 mgvs. 1197.4 ± 430.6 mg, p = 0.241) after transplantation.Conclusion:There was no statistical difference in the incidence of acute rejection, delayed graft function and gastrointestinal events among treatments. The average tolerated dose of MPA was similar between groups; however, patients treated with MMF underwent more dose reductions and discontinuations of treatment.
Descritores: Transplante de Rim
Inibidores Enzimáticos/efeitos adversos
Ácido Micofenólico/efeitos adversos
-Comprimidos com Revestimento Entérico
Estudos Retrospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Estudo Multicêntrico
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-905125
Autor: Oliveira, Luiza Barbosa; Maruta, Celina Wakisaka; Miyamoto, Denise; Salvadori, Fernanda Aburesi; Santi, Claudia Giuli; Aoki, Valeria; Duarte-Neto, Amaro Nunes.
Título: Gastrointestinal cytomegalovirus disease in a patient with pemphigus vulgaris treated with corticosteroid and mycophenolate mofetil
Fonte: Autops. Case Rep;7(1):23-30, Jan.-Mar. 2017. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Pemphigus vulgaris is an autoimmune disease characterized by the formation of suprabasal intra-epidermal blisters on the skin and mucosal surfaces. Infectious diseases are the main cause of death in patients with pemphigus due to the disrupture of the physiological skin barrier, immune dysregulation, and the use of immunosuppressive medications leaving the patient prone to acquire opportunistic infections. We report the case of a 67-year-old woman diagnosed with pemphigus vulgaris, who was irregularly taking prednisone and mycophenolate mofetil. She was hospitalized because of a 1-month history of watery diarrhea and oral ulcers. Unfortunately, the patient died suddenly on the ward. The autopsy revealed a bilateral saddle pulmonary embolism, Gram-positive cocci bronchopneumonia, and gastrointestinal cytomegalovirus infection, causing extensive gastrointestinal mucosal ulcers.
Descritores: Broncopneumonia/patologia
Infecções por Citomegalovirus/patologia
Gastroenteropatias/patologia
Pênfigo/complicações
Pênfigo/patologia
Embolia Pulmonar/patologia
-Corticosteroides
Autopsia
Doenças Transmissíveis/mortalidade
Diarreia
Evolução Fatal
Ácido Micofenólico
Úlceras Orais
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR26.7 - Serviço de Biblioteca e Documentação Científica


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Id: biblio-848446
Autor: Perú. EsSalud. Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación.
Título: Eficacia y seguridad de rituximab en combinación con azatioprina o Mofetil micofenolato en pacientes adultos con diagnóstico de pénfigo refractario y con contraindicación a uso de corticoides por eventos adversos serios / Efficacy and safety of rituximab for the treatment of patients younger than 18 years with autoimmune encephalitis refractory to first-line therapy (immunoglobulin, corticoid pulses and plasmapheresis).
Fonte: Lima; s.n; jul. 2016.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: Antecedentes: El Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación (IETSI) ha recibido la solicitud de evaluar el uso del medicamento Rituximab (RTX) administrado en asociación a azatioprina o mofetil micofenolato (MMF) en pacientes con pénfigo seborreico refractario y con contraindicaciones para el uso de corticoides por eventos adversos serios, indicación actualmente no contemplada en el petitorio de medicamentos. Aspectos Generales: El pénfigo es un grupo de enfermedades ampulosas autoinmunes raras caracterizado por formación de ampollas y erosiones extensas en la piel y las mucosas. El pénfigo aparece comúnmente en la edad adulta, su distribución es igual entre hombres y mujeres, y ocurre en todas las razas aunque se le ha encontrado asociado a algunos alelos del HLA clase II (Tron 2005), los cuales son moléculas heredadas relacionadas con la respuesta inmune. Fisiopatológicamente, las ampollas se producen debido a la presencia de auto-anticuerpos IgG contra la desmogleina 1 y 3 de los queratinocitos, las cuales son proteínas de adhesión localizadas en la parte superior e inferior de la epidermis respectivamente. Tecnología Sanitaria de Interés: Rituximab: RTX es un anticuerpo citolítico anti CD20. RTX se une al receptor del CD20 induciendo la disminución de células B in vitro. La molécula CD20 se expresa específicamente en la superficie de los linfocitos B durante su diferenciación desde células pre-B a células B maduras. El dominio Fab de RTX se une al antígeno CD20 de los linfocitos B, y el dominio Fc favorece funciones inmunes para mediar la lisis de las células B. Los posibles mecanismos de la lisis celular incluyen la citotoxicidad mediada por el sistema del complemento y mediada por anticuerpos (FDA). METODOLOGÍA: Estrategia de Búsqueda: Se realizó una búsqueda sistemática de la evidencia científica con respecto a la eficacia y seguridad de RTX en terapia combinada con azatioprina o MMFen pacientes con diagnóstico de pénfigo eritematoso refractario o con contraindicaciones para el uso de corticoides en las bases de datos MEDLINE, EMBASE y Translating research into practice (TRIPDATABASE), así como dentro de la información generada por grupos que realizan revisiones sistemáticas, evaluación de tecnologías sanitarias y guías de práctica clínica, tales como The Cochrane Library, The National Institute for Health and Care Excellence (NICE), The National Guideline for Clearinghouse (NGC) and The Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health (CADTH). Los desenlaces clínicos a evaluar fueron mortalidad, remisión sostenida (definida como control de la enfermedad por más de 6 meses), calidad de vida, reacciones adversas, y disminución de la dosis de medicamentos coadyuvantes. Se hizo una búsqueda adicional en www.clinicaltrials.qov, para poder identificar ensayos clínicos en curso o que no hayan sido publicados. RESULTADOS: Sinopsis de la Evidencia: Se realizó una búsqueda de la literatura con respecto a la eficacia y seguridad de RTX en terapia combinada con azatioprina o MMF en pacientes con diagnóstico de pénfigo foliáceo (incluyendo el eritematoso) refractario o con contraindicaciones para el uso de corticoides. No se encontró ensayos clínicos aleatorizados que evaluaran a RTX como tratamiento de pénfigo foliáceo con o sin comparación con azatioprina o MMF por lo que se ha incluido resultados de estudios observacionales. CONCLUSIONES: Hasta el momento, no se ha identificado evidencia directa para responder si el uso de RTX en terapia combinada con azatioprina o mofetil MMFes mas efectiva y segura que la terapia con azatioprina o mofetil MMFen pacientes con diagnóstico de pénfigo eritematoso refractario y con contraindicaciones para el uso de corticoides por eventos adversos serios. No se ha encontrado en la presente evaluación de tecnología sanitaria evidencia consistente que establezca cual es el beneficio neto atribuible al uso de RTX por sobre otros inmunosupresores en pacientes con pénfigo eritematoso refractario y con contraindicación de uso de CE por eventos adversos severos, considerando que a la fecha se disponen de otros inmunosupresores de tercera línea recomendados en las guías consensuadas del manejo de pénfigo. expuesto El Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación-IETSI no aprueba el uso de RTX como una alternativa de tratamiento para pacientes con diagnóstico de pénfigo eritematoso refractario y con contraindicación a uso de CE por efectos adversos severos.
Descritores: Corticosteroides/efeitos adversos
Azatioprina/administração & dosagem
Ácido Micofenólico/administração & dosagem
Pênfigo/tratamento farmacológico
Rituximab/administração & dosagem
Avaliação da Tecnologia Biomédica
-Combinação de Medicamentos
Resultado do Tratamento
Limites: Humanos
Adulto
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME



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