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Texto completo SciELO Uruguai
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Id: biblio-1144751
Autor: Más Gómez, Mariana; Amarillo Martínez, Paloma; Tórtora, María Soledad; DallOrso, Patricia; Prego Petit, Javier.
Título: Experiencia en sedoanalgesia vinculada a procedimientos en un departamento de emergencia pediátrica / Experience in procedural sedation and analgesia in a pediatrics emergency unit / Experiência em sedação e analgesia ligada a procedimentos em um departamento de emergência pediátrica
Fonte: Rev. méd. Urug;36(4):37-51, dic. 2020. tab.
Idioma: es.
Resumo: Resumen: Introducción: la realización de procedimientos dolorosos es cada vez más frecuente en el área de urgencias pediátricas. El control del dolor, mitigar el temor y la ansiedad es una pieza clave en la atención del paciente pediátrico y una de las prioridades del médico emergencista. Objetivo: describir la experiencia en sedoanalgesia con ketamina y fentanilo como único fármaco o asociados a otros para procedimientos dolorosos en el Departamento de Emergencia Pediátrica (DEP) del Centro Hospitalario Pereira Rossell (CHPR). Material y método: estudio descriptivo, retrospectivo. Período: enero de 2011 a julio de 2016. Población: todos los pacientes que recibieron sedoanalgesia con ketamina o fentanilo (solos o asociado a otros fármacos) para realización de procedimientos dolorosos en el DEP-CHPR. Base de datos: historias clínicas. Se midió la eficacia mediante el éxito del procedimiento y la seguridad por la presencia de efectos adversos vinculados a la misma. Resultados: n=352, menores de 15 años; 96 recibieron ketamina y 256 recibieron fentanilo. Media de edad: 7 años, sexo masculino: 245. Dosis media de ketamina 1 mg/kg. Dosis media de fentanilo 1 ɤ/kg. Principales indicaciones de sedoanalgesia: procedimientos ortopédicos (264), toracocentesis (62). Procedimiento con éxito: 352 pacientes. Monitorización cardiovascular y saturometría durante el procedimiento: 100%. Efectos adversos: seis (no requiriendo maniobras de soporte vital avanzado). Ningún paciente cambió su destino final. Conclusiones: la utilización de sedoanalgesia resultó eficaz y segura realizada por el pediatra emergencista capacitado en el manejo farmacológico y de soporte vital avanzado. La monitorización del procedimiento durante y luego de éste es necesaria para pesquisar y resolver precozmente las complicaciones.

Summary: Introduction: painful procedures are gradually increasing frequency in pediatrics emergency units. Controlling pain and mitigating fear and anxiety are of the essence when assisting pediatric patients and one of the priorities of emergency doctors. Objective: to describe using sedoanalgesia with ketamine and fentanyl as the only drug or associated with other drugs during painful procedures, at the Pediatrics Emergency Unit, of the Pereira Rossell Hospital Center. Method: descriptive, retrospective study from January 2011 to July 2016. Population: all patients who received sedoanalgesia with ketamine and fentanyl (as the only drug or associated with other drugs) during painful procedures at the Pediatrics Emergency Unit, of the Pereira Rossell Hospital Center. Database: medical records. Effectiveness was measured by success of the procedure and safety in terms of adverse effects in connection with it. Results: N=352 children younger than 15 years old. 96 received ketamine and 256 received fentanyl. Average age was 7 years old and 245 of them were boys. Average dose of ketamine was 1 mg/kg, average dose of fentanyl was 1 ɤ/kg. Main indications for sedoanalgesia included: orthopaedic procedures (264), thoracentesis (62). Procedures were successful in 352 patients. 100% of cases involved cardiovascular monitoring and blood oxygen saturation meter. Adverse effects: 6 (no advanced life support manoeuvres required). No patient changed final destination. Conclusions: the use of sedoanalgesia was effective and safe, when applied by emergengy pediatricians qualified in the handling of drugs and advanced life support. Monitoring during and after procedure is required to determine and solve complications at an early stage.

Resumo Introdução: a realização de procedimentos dolorosos é cada vez mais frequente na área de emergência pediátrica. Controlar a dor, mitigar o medo e a ansiedade é um elemento-chave no atendimento ao paciente pediátrico e uma das prioridades do médico de emergência. Objetivo: descrever a experiência em sedação e analgesia com ketamina e fentanil como fármaco único ou associado a outros para procedimentos dolorosos, no Serviço de Emergência Pediátrica (DEP) do Centro Hospitalar Pereira Rossell (CHPR) Material e métodos: estudo descritivo retrospectivo. Período: janeiro de 2011 a julho de 2016. População: todos os pacientes que receberam sedação e analgesia com ketamina ou fentanil (isoladamente ou em combinação com outras drogas) para realização de procedimentos dolorosos no DEP-CHPR. Banco de dados: prontuários médicos. A eficácia foi medida pelo sucesso do procedimento e a segurança pela presença de efeitos adversos associados. Resultados: n = 352 crianças menores de 15 anos. 96 receberam ketamina e 256 receberam fentanil. Idade média: 7 anos, sexo masculino: 245. Dose média de ketamina 1 mg / kg. Dose média de fentanil 1 ɤ/kg. Principais indicações para sedação e analgesia: procedimentos ortopédicos (264), toracocentese (62). Procedimento com sucesso: 352 pacientes. Monitorização cardiovascular e oximetria durante o procedimento: 100%. Efeitos adversos: 6 (não requer manobras de suporte avançado de vida). Nenhum paciente mudou seu destino final. Conclusões: o uso da sedação e analgesia foi eficaz e seguro realizado por pediatra de emergência capacitado em manejo farmacológico e suporte avançado de vida. O monitoramento do procedimento durante e após é necessário para investigar e resolver precocemente as complicações.
Descritores: Fentanila/uso terapêutico
Manejo da Dor
Analgesia
Ketamina/uso terapêutico
-Serviço Hospitalar de Emergência
Limites: Pré-Escolar
Criança
Responsável: UY6.1 - Biblioteca


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Id: biblio-975634
Autor: Yildirim, Caglar; Yuksel, Ozgur H; Urkmez, Ahmet; Sahin, Aytac; Somay, Adnan; Verit, Ayhan.
Título: Protective effects of Tadalafil and darbepoetin against ischemia - reperfusion injury in a rat testicular torsion model
Fonte: Int. braz. j. urol;44(5):1005-1013, Sept.-Oct. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objectives: To evaluate protective effects of darbepoetin and tadalafil against ischemia-reperfusion injury in ipsilateral and contralateral testicle. Materials and Methods: Thirty 3-month-old adult male Wistar-Albino rats were randomly divided into 5 groups (A-E). Sham operation was performed in the first group. In Group B, rats did not received any medication after creating 720 degrees torsion of the left testis. The rats in Group C, D and E received darbepoetin, tadalafil, and darbepoetin/tadalafil combination 30 minutes after creating 720 degrees torsion of the left testis, respectively. The testes of rats in these three groups were detorsioned at 90 minutes after drug administration. Both testes were removed at 30 minutes after detorsion. Results: There were significant differences between the groups in terms of the degree of histopathological damage, Johnsen score, fibrosis score and caspase-3 immunoreactivity in the torsioned testes (p: 0.000). The results for each parameter in the left testes were significantly better in the darbepoetin / tadalafil combination group. Similarly, there were also significant differences in the contralateral testes (p: 0.000). Conclusion: The active substances darbepoetin and tadalafil that were used as a combination had protective effects on both testes and produced out better results in preserving testicular histology. Especially in cases where it is not possible to rescue the torsioned testis, this result was more noticeable in the contralateral testis.
Descritores: Torção do Cordão Espermático/tratamento farmacológico
Vasodilatadores/administração & dosagem
Traumatismo por Reperfusão/tratamento farmacológico
Tadalafila/administração & dosagem
Darbepoetina alfa/administração & dosagem
-Torção do Cordão Espermático/patologia
Xilazina/administração & dosagem
Imuno-Histoquímica
Distribuição Aleatória
Ratos Wistar
Modelos Animais de Doenças
Ketamina/administração & dosagem
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-592364
Autor: Ardila Manjarrez, Eder Javier; Pérez Angarita, Lyda Loraine; Villareal Rueda, Paula Andrea.
Título: Ketamina versus fentanilo para sedación neonatal / Ketamine versus fentanyl for newborn sedation
Fonte: Med. U.P.B = Med. UPB;26(2):97-108, jul.-dic. 2007.
Idioma: es.
Resumo: Se presenta en este artículo una revisión sobre las ventajas que tiene la Ketamina frente al Fentanilo como agente sedante en población neonatal, discutiendo los principales cambios hemodinámicos, respiratorios y ocurrencia de efectos adversos atribuibles a cada uno de estos fármacos.

This article presents a review about the advantages of Ketamine compared to Fentanyl as sedative agents in the newborn population, discussing their mains hemodinamical and respiratory changes and the occurrence of side events attributable of each of ones.
Descritores: Recém-Nascido
-Analgesia
Dor
Fentanila
Ketamina
Respiração Artificial
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Lactente
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CO101.1 - BCdeS - Biblioteca Ciencias de la Salud


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Id: biblio-1133469
Autor: Zhou, Xiaohui; Liu, Jing; Yang, Siyi; Su, Yanguang; Meng, Zhipeng; Hu, Yuqin.
Título: Ketamine ameliorates hypoxia-induced endothelial injury in human umbilical vein endothelial cells
Fonte: Clinics;75:e1865, 2020. graf.
Idioma: en.
Projeto: National Natural Science Foundation of China.
Resumo: OBJECTIVES: Hypoxia leads to endothelial cell inflammation, apoptosis, and damage, which plays an important role in the complications associated with ischemic cardiovascular disease. As an oxidoreductase, p66Shc plays an important role in the regulation of reactive oxygen species (ROS) production and apoptosis. Ketamine is widely used in clinics. This study was designed to assess the potential protective effect of ketamine against hypoxia-induced injury in human umbilical vein endothelial cells (HUVECs). Moreover, we explored the potential mechanism by which ketamine protected against hypoxia-induced endothelial injury. METHODS: The protective effects of ketamine against hypoxia-induced injury was assessed using cell viability and adhesion assays, quantitative polymerase chain reaction, and western blotting. RESULTS: Our data showed that hypoxia reduced HUVEC viability, increased the adhesion between HUVECs and monocytes, and upregulated the expression of endothelial adhesion molecules at the protein and mRNA levels. Moreover, hypoxia increased ROS accumulation and upregulated p66Shc expression. Furthermore, hypoxia downregulated sirt1 expression in HUVECs. Alternatively, ketamine was shown to reverse the hypoxia-mediated reduction of cell viability and increase in the adhesion between HUVECs and monocytes, ameliorate hypoxia-induced ROS accumulation, and suppress p66Shc expression. Moreover, EX527, a sirt1 inhibitor, reversed the protective effects of ketamine against the hypoxia-mediated reduction of cell viability and increase in adhesion between HUVECs and monocytes. CONCLUSION: Ketamine reduces hypoxia-induced p66Shc expression and attenuates ROS accumulation via upregulating sirt1 in HUVECs, thus attenuating hypoxia-induced endothelial cell inflammation and apoptosis.
Descritores: Espécies Reativas de Oxigênio/metabolismo
Apoptose/efeitos dos fármacos
Células Endoteliais da Veia Umbilical Humana/efeitos dos fármacos
Ketamina/farmacologia
Hipóxia
-Veias Umbilicais
Sobrevivência Celular
Estresse Oxidativo
Células Endoteliais da Veia Umbilical Humana/metabolismo
Proteína 1 de Transformação que Contém Domínio 2 de Homologia de Src
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Registro de Ensaios Clínicos
Id: biblio-1145692
Autor: Sandoya Onofre, Lorena Alexandra.
Título: Estudio comparativo sobre Coadyuvancia de Ketamina más Morfina versus Morfina en tratamiento de Dolor Oncológico / Comparative study on the Coadjuvancy of Ketamine plus Morphine versus Morphine in Cancer Pain
Fonte: Oncol. (Guayaquil) = Oncol. (Guayaquil);30(3):192-202, Diciembre 30, 2020.
Idioma: es.
Reg. de E.C: CT
Resumo: Introducción: El dolor oncológico frecuentemente incapacita y desanima a los pacientes, adicionalmente produce frustración no solo al paciente sino también al equipo que realiza el cuidado. En un momento dado los opiodes ya no alivian el dolor y se requieren medidas coayuvantes para tener los mismos resultados. El objetivo de este trabajo fue comparar la eficacia analgésica con morfina + ketamina en relación a morfina sola en pacientes oncológicos que no responden a opioides. Métodos: El presente estudio observacional retrospectivo, fue realizado en el Instituto Oncológico Nacional "Dr. Juan Tanca Marengo" SOLCA-Guayaquil, con datos de enero del 2014 a diciembre del 2015. Se incluyeron todos los registros clínicos de pacientes mayores a 17 años que ingresaron a sala de urgencias o en hospitalización en quienes se realizó un tratamiento paliativo del dolor de tipo oncológico, con una escala de Karnofsky ≥ 40. El grupo 1 (G1) se conformó con pacientes cuyo tratamiento fue en base solamente con morfina con una respuesta adecuada, el Grupo 2 (G2) fue constituido con pacientes en quienes se usó morfina + Ketamina debido a su falta de respuesta previa solamente al uso de morfina. Se midió la percepción del dolor en la escala visual analógica (EVA), dosis de morfina usada (número de dosis de rescate), dosis de Ketamina usada, efectos secundarios. La muestra fue no probabilística, tipo censo. Resultados: 81 pacientes ingresaron al estudio, 34/43mujeres (79%) en G1 y 24/38 (63%) en G2 P=0.113.58. En ambos grupos EVA al ingreso 7 a 10 (severo), después de la intervención terapéutica en G1 4 ± 1.25, en G2 3 ± 1.50 P=0.78. Dosis de Morfina en G1 10 ± 12.5 mg, en G2 20 ± 27.5 mg P= 0.406. Rescate analgésico en G1 29/43 (67%) en G2 19/38 (50%) OR 0.483 (IC95% 0.196-1.188) P=0.113. Efectos adversos no fueron diferentes en ambos grupos. Conclusión: La Ketamina usada como coadyuvante con morfina permite mantener el control el dolor en el grupo de pacientes que habitualmente no responden a Morfina con dolor oncológico, sin aumentar los efectos adversos. Palabras Claves: Ketamina, Anestesia, Morfina, Dolor en Cáncer, Neoplasias

Introduction: Cancer pain frequently disables and discourages patients, additionally it produces frustration not only for the patient but also for the team that performs the care. At one point, opioids no longer relieve pain and co-adjuvant measures are required to achieve the same results. The objective of this study was to compare the analgesic efficacy with morphine + ketamine in relation to morphine alone in cancer patients who do not respond to opioids. Methods: The present retrospective observational study was carried out at the National Oncological Institute "Dr. Juan Tanca Marengo "SOLCA-Guayaquil, with data from January 2014 to December 2015. All clinical records of patients older than 17 years who were admitted to the emergency room or hospitalized who underwent palliative treatment of pain from Oncological type, with a Karnofsky scale ≥ 40. Group 1 (G1) was made up of patients whose treatment was based solely on morphine with an adequate response, Group 2 (G2) was made up of patients in whom morphine + was used Ketamine due to lack of response prior to morphine use only. The perception of pain was measured on the visual analog scale (VAS), dose of morphine used (number of rescue doses), dose of Ketamine used, side effects. The sample was non-probabilistic, census type. Results: 81 patients entered the study, 34/43 women (79%) in G1 and 24/38 (63%) in G2 P = 0.113.58. In both groups, VAS at admission 7 to 10 (severe), after the therapeutic intervention in G1 4 ± 1.25, in G2 3 ± 1.50 P = 0.78. Morphine dose in G1 10 ± 12.5 mg, in G2 20 ± 27.5 mg P = 0.406. Analgesic rescue in G1 29/43 (67%) in G2 19/38 (50%) OR 0.483 (95% CI 0.196-1.188) P = 0.113. Adverse effects were not different in both groups. Conclusion: Ketamine used as an adjuvant with morphine allows to maintain pain control in the group of patients who usually do not respond to morphine with cancer pain, without increasing adverse effects. Keywords: Ketamine, Anesthesia, Morphine, Cancer Pain, Neoplasms
Descritores: Anestesia
Ketamina
Morfina
-Dor do Câncer
Neoplasias
Limites: Humanos
Responsável: EC104.1 - Biblioteca


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Id: biblio-998283
Autor: Goldaracena, Araceli; Medina S, Daniela; Velásquez D, Camila; Grandón R, Francisca; Martínez R, Jaime.
Título: Uso de ketamina en el estatus epiléptico superrefractario en pediatría: reporte de un caso / Ketamine use in the super refractory status epilepticus in pediatrics: a case report
Fonte: Rev. ANACEM (Impresa);9(1):35-37, jun. 2015.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: El estatus epiléptico superrefractario se define como convulsiones de 24 horas o más posterior al uso de anestésicos generales. Se presenta el siguiente caso con el fin de discutir el uso de anticonvulsivantes y la importancia del manejo multidisciplinario. PRESENTACIÓN DEL CASO: Escolar masculino de 8 años con antecedentes mórbidos de epilepsiades de los 2 meses en tratamiento con ácido valproico, lamotrigina y clobazam por recurrencia de crisis hipotónicas. Se hospitaliza por crisis atónicas frecuentes y compromiso de conciencia, se inicia levetiracetam y se retira lamotrigina. Electroencefalograma (EEG) muestra actividad epileptiforme muy frecuente sin variación ingresándose a unidad cuidados intensivos para administración de metilprednisolona por 5 días y manejo del estatus epiléptico superrefractario con midazolam en infusión continúa. Nuevo EEG severamente patológico compatible con status epiléptico eléctrico generalizado por lo que se induce coma barbitúrico con diferentes esquemas de tiopental y ketamina con persistencia del patrón de estallido supresión. Tras lo cual se modifica esquema a propofol y topiramato manteniendo antiepilépticos de base. A los 2 días de uso, se suspende propofol por mala respuesta, tras lo cual presenta 2 crisis convulsivas iniciándose fenobarbital. Evoluciona deforma favorable, sin crisis epilépticas clínicas, por lo que se decide alta con ácido valproico, levetiracetam, fenobarbital y topiramato. DISCUSIÓN: La tórpida evolución del caso expuesto y la necesidad de múltiples esquemas farmacológicos dejan en evidencia la necesidad de disponer y conocer el modo de uso de un amplio arsenal de fármacos anticonvulsivantes

INTRODUCTION: Super-refractory status epilepticus is defined as a 24 hours or more lasting seizure after the use of anaesthetics. The following case is shown in order to discuss the use of anticonvulsants and the importance of multidisciplinary management. CASE REPORT: 8 year old male with morbid history of epilepsy since 2 months old treated with valproic acid, lamotrigine and clobazam for recurrent hypotonic crisis. Is hospitalized for frequent atonicseizures and impaired consciousness, levetiracetam is initiated and lamotrigine removed. Electroencephalogram (EEG) shows persistent very frequent epileptiform activity. Patient is admitted to the intensive care unit for administration of methylprednisolone for 5 days and management with continuous infusion of midazolam for the super-refractory status epilepticus. New severely abnormal EEG compatible with generalized electrical status epilepticus deciding to induce a barbiturate coma with different schemes of ketamine and thiopental. Because of persistent suppression burst patter whereupon scheme is changed to propofol and topiramte maintaining chronic antiepileptic. After 2 days of use, propofol is suspended for poor response, after which the patient presents 2 seizures beginning the use of phenobarbital. He evolved favourably, without clinical seizures, so it is decided hospital discharge with valproic acid, levetiracetam, phenobarbital and topiramate. DISCUSSION: The torpid case exposed and the lack for multiple drug regimens are evidence of the need of having a wide arsenal of anticonvulsant drugs and how to use them
Descritores: Estado Epiléptico/complicações
Estado Epiléptico/tratamento farmacológico
Ketamina/uso terapêutico
Anticonvulsivantes/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Criança
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-1093129
Autor: Ortega Valdés, María Elena; López Garcia, Omar; Fernández Martínez, María Julia.
Título: Perioperatorio y recurrencia oncológica: reto actual en la práctica anestésica / Perioperative and cancer relapse: a challenge in current anesthetic practice
Fonte: Rev. cuba. anestesiol. reanim;19(1):e525, ene.-abr. 2020. tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: El cáncer es la segunda causa de muerte en el mundo y en Cuba. Su estrategia de tratamiento implica fármacos oncoespecíficos y cirugía; y diariamente aumentan los pacientes intervenidos quirúrgicamente lo que conlleva a un periodo perioperatorio y la administración de múltiples medicamentos anestésicos. Objetivo: Describir los principales factores relacionados con la anestesia que, durante el perioperatorio, influyen en la recurrencia oncológica. Desarrollo: El estrés quirúrgico y la anestesia general, con la subsecuente respuesta neuroendocrina e inflamatoria, por sí mismos, limitan la respuesta inmune y alteran el balance entre el potencial metastásico del tumor y antimetastásico de las defensas, lo cual representa un mecanismo plausible en el incremento de las metástasis y recurrencia oncológica. Conclusiones: La proliferación del cáncer y recidiva tumoral en el contexto quirúrgico asociado a la anestesia, es un tema relativamente nuevo y por tanto es necesario realizar estudios con mayor alcance que validen este fenómeno. No obstante, el efecto inmunosupresor que produce el estrés perioperatorio, fármacos anestésicos como opioides y halogenados pueden ser la clave para explicar este fenómeno. La anestesia general endovenosa total libre de opioides y adecuada analgesia regional contribuyen a disminuir este efecto(AU)

Introduction: Cancer is the second cause of death worldwide and in Cuba. Its treatment strategy involves oncospecific drugs and surgery. Every day, the number of patients who undergo surgery increases, which leads to a perioperative period and the administration of multiple anesthetic medications. Objective: To describe the main factors related to anesthesia and that, during the perioperative period, influence oncological recurrence. Development: Surgical stress and general anesthesia, with the subsequent neuroendocrine and inflammatory response, by themselves, limit the immune response and alter the balance between the metastatic potential of the tumor and the antimetastatic defense, which represents a plausible mechanism for increased metastasis and oncological relapse. Conclusions: The proliferation of cancer and tumor relapse in the surgical context associated with anesthesia is a relatively new issue and it is therefore necessary to carry out studies with greater scope that validate this phenomenon. However, the immunosuppressive effect produced by perioperative stress, as well as anesthetic drugs such as opioids and halogenated drugs, can be the key to explaining this phenomenon. Total intravenous opioid-free general anesthesia and adequate regional analgesia contribute to diminish this effect(AU)
Descritores: Recidiva
Período Perioperatório/métodos
Analgésicos Opioides/uso terapêutico
Anestesia Geral/métodos
Ketamina/uso terapêutico
Recidiva Local de Neoplasia/prevenção & controle
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-984061
Autor: Abulebda, Kamal; Patel, Vinit J; Ahmed, Sheikh S; Tori, Alvaro J; Lutfi, Riad; Abu-Sultaneh, Samer.
Título: Comparison between chloral hydrate and propofol-ketamine as sedation regimens for pediatric auditory brainstem response testing / Comparação entre o uso de hidrato de cloral e propofol-quetamina como formas de sedação para exames de potenciais evocados auditivos de tronco encefálico
Fonte: Braz. j. otorhinolaryngol. (Impr.);85(1):32-36, Jan.-Feb. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction: The use of diagnostic auditory brainstem response testing under sedation is currently the "gold standard" in infants and young children who are not developmentally capable of completing the test. Objective: The aim of the study is to compare a propofol-ketamine regimen to an oral chloral hydrate regimen for sedating children undergoing auditory brainstem response testing. Methods: Patients between 4 months and 6 years who required sedation for auditory brainstem response testing were included in this retrospective study. Drugs doses, adverse effects, sedation times, and the effectiveness of the sedative regimens were reviewed. Results: 73 patients underwent oral chloral hydrate sedation, while 117 received propofol-ketamine sedation. 12% of the patients in the chloral hydrate group failed to achieve desired sedation level. The average procedure, recovery and total nursing times were significantly lower in the propofol-ketamine group. Propofol-ketamine group experienced higher incidence of transient hypoxemia. Conclusion: Both sedation regimens can be successfully used for sedating children undergoing auditory brainstem response testing. While deep sedation using propofol-ketamine regimen offers more efficiency than moderate sedation using chloral hydrate, it does carry a higher incidence of transient hypoxemia, which warrants the use of a highly skilled team trained in pediatric cardio-respiratory monitoring and airway management.

Resumo Introdução: O uso de testes diagnósticos de potencial evocado auditivo de tronco encefálico sob sedação é atualmente o padrão-ouro em lactentes e crianças pequenas que não têm desenvolvimento suficiente para realizar o exame. Objetivo: O objetivo do estudo foi comparar a sedação de crianças submetidas a testes de potencial evocado auditivo de tronco encefálico com propofol-quetamina e com hidrato de cloral por via oral. Método: Pacientes entre 4 meses e 6 anos de idade que necessitaram de sedação para a realização do potencial evocado auditivo de tronco encefálico foram incluídos nesse estudo retrospectivo. Foram revisadas as doses dos medicamentos, os efeitos adversos, os tempos de sedação e a eficácia das formas de sedação. Resultados: 73 pacientes foram submetidos à sedação oral com hidrato de cloral, enquanto 117 receberam sedação com propofol-quetamina; 12% dos pacientes do grupo hidrato de cloral não alcançaram o nível desejado de sedação. Os tempos médios de procedimento, recuperação e o tempo total de cuidados de enfermagem foram significativamente menores no grupo propofol-quetamina, entretanto este grupo experimentou maior incidência de hipoxemia transitória. Conclusão: Ambos os regimes de sedação podem ser utilizados com sucesso para sedar crianças para realização do exame de potencial evocado de tronco encefálico. Embora a sedação profunda com propofol e quetamina ofereça mais eficiência do que a sedação moderada com hidrato de cloral, ela apresenta maior incidência de hipoxemia transitória, o que requer uma equipe altamente qualificada, treinada em monitoramento cardiorrespiratório pediátrico e manejo de vias aéreas.
Descritores: Audiometria de Resposta Evocada/métodos
Hidrato de Cloral
Sedação Consciente/métodos
Sedação Profunda/métodos
Hipnóticos e Sedativos
Ketamina
-Fatores de Tempo
Propofol
Reprodutibilidade dos Testes
Estudos Retrospectivos
Potenciais Evocados Auditivos do Tronco Encefálico/fisiologia
Resultado do Tratamento
Estatísticas não Paramétricas
Combinação de Medicamentos
Perda Auditiva/diagnóstico
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-843393
Autor: Omer, Karaca; Nermin, Gogus; Ali, Ahiskalioglu; Mehmet, Aksoy; Unal, Dogus; Sezen, Kumas Solak; Hakan, Kalafat.
Título: Tourniquet-induced ischaemia-reperfusion injury: the comparison of antioxidative effects of small-dose propofol and ketamine / Lesão de isquemia-reperfusão induzida por torniquete: comparação dos efeitos antioxidantes de propofol e cetamina em doses baixas
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(3):246-250, Mar.-June 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objectives: The aim of the present study was to investigate the preventive effects of propofol and ketamine as small dose sedation during spinal anaesthesia on tourniquet-induced ischaemia-reperfusion injury. Methods: 30 patients were randomly assigned into two groups of 15 patients. In the propofol group, sedation was performed with propofol 0.2 mg·kg-1 followed by infusion at a rate of 2 mg·kg-1·h-1. In the ketamine group, a continuous infusion of ketamine 0.5 mg·kg-1·h-1 was used until the end of surgery. Intravenous administration of midazolam was not used in any patients. Ramsay sedation scale was used for assessing the sedation level. Venous blood samples were obtained before propofol and ketamine infusion (T1), at 30 minutes (min) of tourniquet ischaemia (T2), and 5 min after tourniquet deflation (T3) for malondialdehyde (MDA) measurements. Results: No differences were noted between the groups in haemodynamic (p > 0.05) and demographic data (p > 0.05). There was no statistically significant difference between the two groups in terms of T1, T2 and T3 periods (p > 0.05). There was a statistically increase observed in MDA values respectively both in Group P and Group K between the reperfusion period (1.95 ± 0.59, 2.31 ± 0.48) and pre-ischaemia (1.41 ± 0.38, 1.54 ± 0.45), and ischaemia (1.76 ± 0.70, 1.71 ± 0.38) (µmoL-1) periods (p < 0.05). Conclusions: Small-dose propofol and ketamine has similar potential to reduce the oxidative stress caused by tourniquet-induced ischaemia-reperfusion injury in patients undergoing arthroscopic knee surgery under spinal anaesthesia.

Resumo Objetivos: O objetivo do presente estudo foi investigar os efeitos preventivos de propofol e cetamina em sedação com doses baixas durante a raquianestesia sobre lesão de isquemia-reperfusão induzida por torniquete. Métodos: 30 pacientes foram randomicamente alocados em dois grupos de 15 pacientes cada. No grupo propofol, a sedação foi feita com 0,2 mg.kg-1 de propofol seguida por infusão a uma taxa de 2 mg.kg-1.h-1. No grupo cetamina, uma infusão contínua de 0,5 mg.kg-1.h-1 de cetamina foi usada até o final da cirurgia. Midazolam intravenoso não foi administrado em nenhum dos pacientes. A Escala de Sedação de Ramsay (ESR) foi usada para avaliar o nível de sedação. Amostras de sangue venoso foram colhidas antes da administração de propofol e infusão de cetamina (T1), aos 30 minutos (min) de isquemia do torniquete (T2) e 5 min após a desinsuflação do torniquete (T3), para medir os valores de malondialdeído (MDA). Resultados: Não observamos diferenças entre os grupos em relação à hemodinâmica (p > 0,05) e dados demográficos (p > 0,05). Não houve diferença estatisticamente significativa entre os dois grupos nos períodos T1, T2 e T3 (p > 0,05). Um aumento estatisticamente significativo foi observado nos valores de MDA, respectivamente, no Grupo P e Grupo C entre os períodos de reperfusão (1,95 ± 0,59, 2,31 ± 0,48) e pré-isquemia (1,41 ± 0,38, 1,54 ± 0,45) e isquemia (1,76 ± 0,70, 1,71 ± 0,38) (µmoL-1) (p < 0,05). Conclusões: Propofol e cetamina em doses baixas apresentam potencial semelhante para reduzir o estresse oxidativo causado pela lesão de isquemia-reperfusão induzida por torniquete em pacientes submetidos à artroscopia de joelho sob raquianestesia.
Descritores: Torniquetes/efeitos adversos
Traumatismo por Reperfusão/etiologia
Traumatismo por Reperfusão/prevenção & controle
Propofol/administração & dosagem
Hipnóticos e Sedativos/administração & dosagem
Ketamina/administração & dosagem
Raquianestesia/métodos
Anestésicos Dissociativos/administração & dosagem
Antioxidantes/administração & dosagem
-Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-977404
Autor: Karacaer, Feride; Biricik, Ebru; Ilgınel, Murat; Küçükbingöz, Çağatay; Ağın, Mehmet; Tümgör, Gökhan; Güneş, Yasemin; Özcengiz, Dilek.
Título: Remifentanil-ketamine vs. propofol-ketamine for sedation in pediatric patients undergoing colonoscopy: A randomized clinical trial / Remifentanil-cetamina vs. propofol-cetamina para sedação em pacientes pediátricos submetidos à colonoscopia: ensaio clínico randômico
Fonte: Rev. bras. anestesiol;68(6):597-604, Nov.-Dec. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Pediatric patients frequently require deep sedation or general anesthesia for colonoscopy. This study was designed to compare the sedative efficacy of remifentanil-ketamine combination with propofol-ketamine combination in children undergoing colonoscopy. Methods: Seventy patients, between 2 and 16 years of age, scheduled for diagnostic colonoscopy were randomly allocated into two groups. Remifentanil-ketamine group received intravenous ketamine 2 mg.kg−1 and remifentanil 0.25 µg.kg−1 combination, followed by 0.1 µg.kg−1.min−1 remifentanil infusion. Propofol-ketamine group received intravenous propofol 1 and 2 mg.kg−1 ketamine combination, followed by 1 mg.kg−1.h−1 propofol infusion. In the case of children discomfort (cry, movement, and cough), remifentanil 0.1 µg.kg−1 in the remifentanil-ketamine group or propofol 0.5 mg.kg−1 in the propofol-ketamine group were administered to improve children discomfort. Despite the therapy given above, if children still experience discomfort, 1 mg.kg−1 of ketamine was administered as a rescue drug, regardless of the group. Ramsay sedation score, hemodynamic variables, drug requirements, gastroenterologists' satisfaction, colonoscopy duration, recovery time, and side effects were recorded throughout the procedure and the recovery period. Results: The percentage of patients with a Ramsay sedation score of 4 or higher during the procedure was 73.5 and 37.1% in remifentanil-ketamine and propofol-ketamine groups, respectively (p = 0.02). Systolic and diastolic blood pressure variables were significantly higher only after induction in the remifentanil-ketamine group than in the propofol-ketamine group (p = 0.015). Conclusion: Coadministration of ketamine with either remifentanil or propofol effectively and safely provides sedation and analgesia in children undergoing colonoscopy. Sedation scores were significantly better in remifentanil-ketamine group than in propofol-ketamine group.

Resumo Justificativa e objetivos: Os pacientes pediátricos com frequência precisam de sedação profunda ou anestesia geral para colonoscopia. Este estudo foi desenhado para comparar a eficácia sedativa da combinação de remifentanil-cetamina e de propofol-cetamina em crianças submetidas à colonoscopia. Métodos: Setenta pacientes, entre 2-16 anos, programados para colonoscopia diagnóstica foram alocados randomicamente em dois grupos. O grupo remifentanil-cetamina recebeu a combinação de 2 mg.kg−1 de cetamina por via intravenosa e 0,25 µg.kg−1 de remifentanil; seguido de infusão de remifentanil (0,1 µg.kg−1.min−1). O grupo propofol-cetamina recebeu a combinação de 1 mg.kg−1 de propofol e 2 mg.kg−1 de cetamina; seguido de infusão de propofol (1 mg.kg−1.h−1). Em caso de desconforto das crianças (choro, movimento e tosse), remifentanil (0,1 µg.kg−1) seria administrado ao grupo remifentanil-cetamina ou propofol (0,5 mg.kg−1) ao grupo propofol-cetamina. A despeito da terapia acima citada, caso as crianças ainda sentissem desconforto, cetamina (1 mg.kg−1) seria administrada como fármaco de resgate, independentemente do grupo. Escore de sedação de Ramsay, variáveis hemodinâmicas, necessidade de medicamentos, satisfação dos gastroenterologistas, duração da colonoscopia, tempo de recuperação e efeitos colaterais foram registrados durante o procedimento e o período de recuperação. Resultados: O percentual de pacientes com escore 4 ou mais na escala de sedação de Ramsay durante o procedimento foi de 73,5% e 37,1% nos grupos remifentanil-cetamina e propofol-cetamina, respectivamente, (p = 0,02). As variáveis, pressão arterial sistólica e diastólica, foram significativamente maiores no grupo remifentanil-cetamina do que no grupo propofol-cetamina, mas somente após a indução (p = 0,015). Conclusão: A coadministração de cetamina com remifentanil ou propofol fornece sedação e analgesia de forma eficaz e segura em crianças submetidas à colonoscopia. Os escores de sedação foram significativamente melhores no grupo remifentanil-cetamina do que no grupo propofol-cetamina.
Descritores: Propofol/administração & dosagem
Colonoscopia
Sedação Profunda/métodos
Remifentanil/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Hipnóticos e Sedativos/administração & dosagem
Ketamina/administração & dosagem
Anestésicos Dissociativos/administração & dosagem
-Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Combinação de Medicamentos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Responsável: BR1.1 - BIREME



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