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Pesquisa : D02.455.426.392.368.367.652 [Categoria DeCS]
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Id: biblio-1088917
Autor: Jesus, M; Padilha, V. S; Tocheto, R; Comasetto, F; Ronchi, S. J; Oleskovicz, N.
Título: Infusão de morfina e cetamina, associada ou não à lidocaína, em gatas submetidas à ovariossalpingo-histerectomia / Infusion of morphine and ketamine, with or without lidocaine, in cats undergoing ovariohysterectomy
Fonte: Arq. bras. med. vet. zootec. (Online);72(1):161-168, Jan.-Feb. 2020. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos analgésicos transoperatórios da infusão contínua de morfina e cetamina, associada ou não à lidocaína, em gatas submetidas à OSH eletiva. Foram utilizadas 16 fêmeas adultas, hígidas, pré-medicadas com acepromazina (0,1mg/kg) e morfina (0,5mg/kg), ambas pela via intramuscular, induzidas com cetamina (1mg/kg) e propofol (4mg/kg), pela via intravenosa, e mantidas sob anestesia geral inalatória com isoflurano a 1,4 V%. Os animais foram alocados aleatoriamente em dois grupos: grupo morfina, lidocaína e cetamina (MLK, n=8), que recebeu bolus de lidocaína (1mg/kg), pela via IV, seguido de infusão de morfina, lidocaína e cetamina (0,26mg/kg/h, 3mg/kg/h e 0,6mg/kg/h, respectivamente); e grupo morfina e cetamina (MK, n=8), que recebeu bolus de solução salina, seguido de infusão de morfina e cetamina, nas mesmas doses do MLK. Os momentos avaliados foram: M0, basal, cinco minutos após a indução; M1, imediatamente após a aplicação do bolus de lidocaína ou solução salina; M2, M3, M4 e M5, a cada cinco minutos, até completar 20 minutos do início da infusão; M6, após a incisão da musculatura; M7, após pinçamento do primeiro pedículo ovariano; M8, após pinçamento do segundo pedículo ovariano; M9, após pinçamento da cérvix; M10, após sutura da musculatura; M11, ao final da cirurgia; e M12, M13 e M14, intervalos de cinco minutos, até completar uma hora de infusão. A FP no M0 foi maior no MLK quando comparado ao MK. Em ambos os grupos, a PAS foi maior no M7 e no M8 em relação ao M0, porém no MK, além da PAS, a FP foi maior do M7 ao M13, assim como a f. Os animais do MK necessitaram de um número maior de resgates transoperatorios, total de 23, do que o MLK, total de sete. Conclui-se que a adição de lidocaína incrementou a analgesia oferecida, reduzindo o número de resgates analgésicos transoperatórios, a dose total de fentanil, bem como a probabilidade de os animais necessitarem dese tipo de resgate.(AU)

The aim of this study was to evaluate the trans-operative analgesics, continuous infusion of morphine and ketamine, with or without lidocaine in cats undergoing elective OSH. Sixteen adult cats were used, otherwise healthy, pre-medicated with acepromazine (0.1mg/kg) and morphine (0.5mg/kg), both intramuscularly, induced with ketamine (1mg/kg) and propofol (4mg/kg), intravenous, maintained under general inhalation anesthesia with isoflurane 1.4 V%. The animals were randomly allocated into two groups: morphine, lidocaine and ketamine (MLK, n= 8), which received intravenous bolus of lidocaine (1mg/kg) followed by infusion of morphine, lidocaine and ketamine (0.26mg / kg/h, 3mg / kg/h and 0.6mg / kg/h, respectively); Morphine and ketamine (MK, n= 8), who received bolus of saline followed by infusion of morphine and ketamine at the same doses of MLK. The evaluated moments were: M0, basal, 5 minutes after induction; M1 immediately after the application of lidocaine bolus injection or saline; M2, M3, M4 and M5, every 5 minutes to complete 20 minutes after the start of infusion; M6, after the incision of the musculature; M7, after clamping of the first ovarian pedicle; M8, after clamping of the second ovarian pedicle; M9, after clamping of the cervix; M10, after suturing of the musculature; M11, at the end of surgery; And M12, M13 and M14, 5 minute intervals until completing one hour of infusion. The time to extubating and full recovery of animals, and the need for rescue analgesic fentanyl intraoperatively were also evaluated. HR in M0 was higher in MLK when compared to MK. In both groups the SBP was higher in M7 and M8 compared to M0, but the MK, addition of SAP, HR was greater M7 to M13, as well as f. MK animals required a greater number of trans-operative rescues than the MLK. It was concluded that the addition of lidocaine to the protocol using morphine and ketamine increased its analgesia.(AU)
Descritores: Ketamina/administração & dosagem
Lidocaína/administração & dosagem
Morfina/administração & dosagem
-Ovariectomia/veterinária
Anestésicos Combinados
Salpingectomia/veterinária
Histerectomia/veterinária
Limites: Animais
Feminino
Gatos
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Id: biblio-1055116
Autor: Monzem, S; Spiller, P. R; Dower, N. B. M; Gomes, L. G; Stocco, M. B; Galceran, J. V. A; Ens, M. T. B; Cruz, J. N; Flôres, F. N; Guimarães, L. D.
Título: Recuperação anestésica e analgesia residual da infusão continua intravenosa de fantanil, lidocaína, cetamina e fentanyl-lidocaína-cetamina associados à anesthesia total intravenosa com Propofol em cadelas submetidas à ovariossalpingo-histerectomia eletiva / Anesthetic recovery and residual analgesia of constant rate infusion intraoperative of fentanyl, lidocaine, ketamine or fentanyl-lidocaine-ketamine associated with total intravenous anesthesia with propofol in bitches submitted to elective ovariohysterectomy
Fonte: Arq. bras. med. vet. zootec. (Online);71(6):1829-1834, Nov.-Dec. 2019. tab, graf.
Idioma: pt.
Projeto: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
Resumo: Avaliou-se a recuperação anestésica e a analgesia residual da infusão contínua (IC) de fentanil (F), lidocaína (L), cetamina (K) e fentanil-lidocaína-cetamina (FLK), associados à anestesia total intravenosa com o propofol, em cadelas submetidas à ovariossalpingo-histerectomia. Foram utilizados 32 animais pré-medicados com acepromazina, distribuídos em quatro grupos de acordo com o tratamento analgésico: F: bolus de 0,0036mg/kg de fentanil e IC de 0,0036mg mg/kg/h; L: bolus de 3mg/kg de lidocaína e IC de 3mg/kg/h; K: bolus de 0,6mg/kg de cetamina e IC de 0,6mg/kg/h; e FLK: bolus e IC dos três fármacos nas doses supracitadas. Após o bolus do tratamento analgésico, foi realizada a indução e o início da IC do tratamento analgésico e do propofol. Para avaliação da recuperação anestésica, foram considerados os tempos de extubação, decúbito esternal, posição quadrupedal e os efeitos adversos. A avaliação da analgesia foi realizada por meio da escala visual analógica e modificada de Glasgow, durante seis horas. Os efeitos adversos observados foram vômito, sialorreia e tremor muscular. Receberam analgesia de resgate 100% dos animais do grupo F, 87,5% do K, 50% do L e 12,5% do FLK. O FLK demonstrou maior analgesia, e a recuperação anestésica foi semelhante em todos os grupos.(AU)

The anesthetic recovery and residual analgesia of continuous rate infusion (CRI) of fentanyl (F), lidocaine (L), ketamine (K) and fentanyl-lidocaine-ketamine (FLK) associated with total intravenous anesthesia with propofol in bitches submitted to ovariohysterectomy were evaluated. 32 animals were used, pre-medicated with acepromazine and distributed into four groups according to analgesic treatment: F loading dose (LD) of 0.0036mg/kg fentanyl, and CRI of 0.0036mg/kg/h, L: LD of 3mg/kg lidocaine, and CRI of 3mg/kg/h; K: LD of 0.6mg/kg ketamine, and CRI of 0.6mg/kg/h and FLK: LD and CRI of the three drugs in the above mentioned doses. After the LD of analgesic treatment, the induction was performed and the CRI of the analgesic treatment and propofol started. To evaluate the anesthetic recovery, the time of extubation, sternal decubitus, quadrupedal position and adverse effects were considered. The analgesia evaluation was performed using the visual scale and modified Glasgow for six hours. The adverse effects observed were vomiting, sialorrhea and muscle tremor. 100% of the animals in group F, 87.5% of K, 50% of L and 12.5% of FLK received rescue analgesia. FLK demonstrated greater analgesia, and anesthesia recovery was similar in all groups.(AU)
Descritores: Período de Recuperação da Anestesia
Propofol/administração & dosagem
Fentanila/administração & dosagem
Anestésicos Combinados/administração & dosagem
Ketamina/administração & dosagem
Lidocaína/administração & dosagem
-Salpingostomia/veterinária
Ovariectomia/veterinária
Histerectomia/veterinária
Limites: Animais
Feminino
Cães
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Id: biblio-1095160
Autor: Red Argentina Pública de ETS.
Título: Debería usarse Ketamina para el tratamiento de la agitación/delirio en el ámbito pre-hospitalario /emergencias? / Should Ketamine be used for the treatment of agitation / delirium in the pre-hospital / emergency setting?.
Fonte: s.l; RedARETS; [2020].
Idioma: es.
Resumo: DESCRIPCIÓN DE LA TECNOLOGÍA Y TECNOLOGÍAS ALTERNATIVAS: La ketamina se ha utilizado durante más de 50 años para la inducción y el mantenimiento de la anestesia. Tiene propiedades únicas, incluida la capacidad de producir analgesia profunda y amnesia mientras se mantienen reflejos de las vías respiratorias, respiración espontánea y cardiopulmonar estabilidad. Además, produce un estado cataléptico en el que los pacientes pueden tener sus ojos abiertos pero no responde a los comandos. Como tal, la ketamina se ha denominado " anestésico disociativo ". Además de su uso para anestesia, la ketamina se ha utilizado para una gran variedad de indicaciones como el manejo dolor la depresión, tendencias suicidas y más recientemente como agente alternativo para el tratamiento de agitación o delirio. La ketamina ejerce sus acciones a través de interacciones con una variedad de receptores, que incluyen bloqueo de receptores de N-metil-D-aspartato, inhibición de óxido nítrico sintasa e interacciones con múltiples receptores opioides, entre otros. La ketamina se absorbe rápidamente después de administración intramuscular (IM), intravenosa (IV) o intraósea (IO) y es altamente lipofílico, cruzando fácilmente la barrera hematoencefálica. MÉTODOS: Se seleccionó una revisión sistemática (Linder y col 2017) y se evaluó a través de la herramienta AMSTAR 2 con baja confianza. Posteriormente se realizó una búsqueda desde los años 2017 a 2019 que cumpliera con los criterios de búsqueda. Fue incluido en ensayo clínico de tipo "open label" realizado por Cole y col 2016. El mismo fue evaluado a través de la herramienta Rob-2 para valorar el riesgo de sesgo. RECOMENDACIONES Y JUICIOS: Hemos encontrado sólo un ensayo clínico de tipo "open label" que evaluó el uso de Ketamina asociado o no con benzodiacepinas frente a Haloperidol para el tratamiento del delirio o agitación en el contexto de la atención de emergencia en el ámbito pre-hospitalario. El resto de los estúdios son de tipo observacional y son heterogéneos en cuanto a pacientes, intervenciones y desenlaces. Es probable que la Ketamina sea más efectiva frente a Haloperidol para la resolución de la excitación psicomotriz o delirio en la emergencia, así como el tiempo de resolución del delirio se reduce aproximadamente a la mitad. Asimismo, la Ketamina podría no asociarse con mayor mortalidad frente a Haloperidol, hallazgo sustentado en una baja certeza por imprecisión dado el escaso número de eventos. Sin embargo, la Ketamina probablemente se asocie con mayor depresión respiratoria y necesidad de intubación frente al Haloperidol. Por otra parte, el costo directo por paciente asociado del uso de ketamina es 20 veces superior al del Haloperidol, sin tener en cuenta la mayor probabilidad de intubación orotraqueal derivada de la depresión respiratoria asociada con el uso de ketamina así como tampoco la mayor efectividad, que podría reducir el uso de otros fármacos de rescate. No existen meta-análisis en red que evalúen este uso frente al Haloperidol, así como tampoco estudios económicos que valoren el impacto en la costo-efectividad.
Descritores: Delírio do Despertar/tratamento farmacológico
-Avaliação da Tecnologia Biomédica
Análise Custo-Eficiência
Ketamina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-844183
Autor: Correia-Melo, Fernanda S; Silva, Samantha S; Araújo-de-Freitas, Lucas; Quarantini, Lucas C.
Título: S-(+)-ketamine-induced dissociative symptoms as a traumatic experience in patients with treatment-resistant depression
Fonte: Rev. bras. psiquiatr;39(2):188-189, Apr.-June 2017.
Idioma: en.
Descritores: Receptores de N-Metil-D-Aspartato/antagonistas & inibidores
Transtornos Dissociativos/induzido quimicamente
Transtorno Depressivo Resistente a Tratamento/tratamento farmacológico
Ketamina/efeitos adversos
Antidepressivos/efeitos adversos
-Fatores de Tempo
Resultado do Tratamento
Ketamina/administração & dosagem
Antidepressivos/administração & dosagem
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Idoso
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Lafer, Beny
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Id: biblio-899406
Autor: Barenboim, Ivan; Lafer, Beny.
Título: Maintenance use of ketamine for treatment-resistant depression: an open-label pilot study
Fonte: Rev. bras. psiquiatr;40(1):110-110, Jan.-Mar. 2018.
Idioma: en.
Descritores: Depressão
Ketamina
-Projetos Piloto
Transtorno Depressivo Resistente a Tratamento
Antidepressivos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Comentário
Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1011488
Autor: Ramos, Sergio de P; Zambonato, Tatiana K; Graziottin, Túlio M.
Título: Reduced functional bladder capacity associated with ketamine use
Fonte: Braz. J. Psychiatry (São Paulo, 1999, Impr.);41(3):270-271, May-June 2019.
Idioma: en.
Descritores: Bexiga Urinária/efeitos dos fármacos
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/complicações
Cistite/induzido quimicamente
Ketamina/efeitos adversos
Anestésicos Dissociativos/efeitos adversos
-Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/diagnóstico
Cistite/diagnóstico
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Carta
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-747059
Autor: Padilha, V. S; Tocheto, R; Beier, S. L; Volpato, J; Oleskovicz, N.
Título: Avaliação da analgesia pós-operatória da metadona, da cetamina ou da sua associação em gatas submetidas a ovariossalpingo-histerectomia / Evaluation of postoperative analgesia of methadone, ketamine or their associations in cats undergoing ovariohysterectomy
Fonte: Arq. bras. med. vet. zootec;67(2):372-380, Mar-Apr/2015. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: A prevenção e o controle da dor são componentes básicos para um procedimento anestésico adequado. Objetivou-se com este estudo avaliar a analgesia pós-operatória da cetamina, em dose subanestésica, da metadona e da associação de ambas pela via intramuscular em felinos. Foram utilizadas 24 gatas, hígidas, submetidas à ovariossalpingo-histerectomia eletiva. No dia anterior ao início do estudo, os animais foram anestesiados para colocação de cateter na veia jugular, para posterior coleta de sangue para mensuração da concentração sérica do cortisol. No dia do experimento, os animais foram alocados aleatoriamente em três grupos (n=oito), os quais receberam cetamina (GC), na dose de 0,5mg/kg; ou metadona (GM), na dose de 0,3mg/kg; ou cetamina e metadona (GCM), nas doses de 0,5mg/kg e 0,3mg/kg, respectivamente, todos pela via intramuscular. Todos os grupos receberam os fármacos 20 minutos antes da indução anestésica, a qual foi realizada com propofol, e a manutenção com isoflurano. Os parâmetros avaliados foram a mensuração do cortisol nos momentos M0 (basal - antes da cirurgia), M1(transoperatório), M2, M3, M4, M8, M12 e M24 (duas, três, quatro, oito, 12 e 24 horas após o término da cirurgia),e a do escore de dor por meio da escala multidimensional de dor aguda em felinos nos momentos M0, M2, M3, M4, M8, M12 e M24. Os valores de cortisol foram maiores no GC em comparação ao GM e ao GCM em M2 e M3. Os escores de dor foram maiores no GC nos momentos M2 e M3 em comparação ao GM e ao GCM, respectivamente. No somatório de pontos, no M2, o GC apresentou valores maiores que o GM e o GCM, e, no M4, o GC obteve valores maiores que o GCM. Em relação ao número de resgates no pós-operatório no GC, 8/8 dos animais necessitaram de resgate, no GM 5/8 e no GCM 3/8. Conclui-se que a associação de metadona e cetamina em gatas submetidas à OSH eletiva promove analgesia pós-operatória adequada e, assim, reduz o requerimento de analgésicos no período pós-operatório.(AU)

The prevention and control of pain are basic components to have an adequate anesthesia. The aim of this study was to investigate the postoperative analgesia of ketamine in subanestesica dose, of methadone and the association of both intramuscularly in cats. A total of 24 cats proven healthy were referred for elective ovariossalpingohisterectomia. The day before the beginning of the experiment animals were anesthetized for placing a catheter in the jugular vein for subsequent blood sampling for measurement of serum concentration of cortisol. The next day, animals were randomly allocated to three groups (n = 8), which received ketamine (GC) at a dose of 0.5mg/kg; methadone (GM) at a dose of 0.3mg/kg; methadone and ketamine (GCM) at doses of 0.5mg/kg and 0.3mg/kg, respectively, all in the intramuscular route. All groups received the drug 20 minutes before induction of anesthesia, which was performed with propofol and maintained with isoflurane. The parameters evaluated were the measurement of cortisol in moments M0 (baseline-before surgery), M1(intraoperative), M2, M3, M4, M8, M12 and M24 (2,3,4,8,12 and 24 hours after the end of surgery) and evaluation of pain score by multidimensional scale of acute pain in cats in the moments M0, M2, M3, M4, M8, M12 and M24. The cortisol levels were higher in GC compared to GM and GCM in M2 and M3. Pain scores were higher in GC in moments M2 and M3 compared to GM and GCM, respectively. In summation of points in M2, GC showed higher values than GM and GCM, and M4, GC obtained values greater than GCM. Comparing the number of rescues postoperatively in GC 8/8 of animals required rescue, in GM /8 and in GCM 3/8. It was concluded that the combination of methadone and ketamine in cats undergoing elective OSH provides adequate postoperative analgesia, reducing the requirement for analgesics in the postoperative period.(AU)
Descritores: Período Pós-Operatório
Ovariectomia/veterinária
Salpingectomia/veterinária
Histerectomia/veterinária
Ketamina/administração & dosagem
Metadona/administração & dosagem
-Analgésicos/administração & dosagem
Limites: Animais
Feminino
Gatos
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-960308
Autor: Quisilema Cadena, Jonathan Mauricio; Cordero Escobar, Idoris; González Hernández, Obdulio.
Título: Sedoanalgesia con midazolam-ketamina en el paciente crítico ventilado mecánicamente / Sedoanalgesia with midazolam-ketamine in the mechanically ventilated critically ill patient
Fonte: Rev. cuba. anestesiol. reanim;16(2):52-62, may.-ago. 2017.
Idioma: es.
Resumo: La sedoanalgesia en pacientes bajo ventilación mecánica artificial se recomienda para lograr una mejor satisfacción del paciente y prevenir complicaciones. El objetivo de este trabajo fue realizar una revisión bibliográfica sobre la acción sedoanalgésica de la combinación de midazolam-morfina comparado con midazolam-ketamina en pacientes críticos tratados con ventilación mecánica artificial. Se realizó una búsqueda manual y digital en diferentes bases de datos como Scielo, IBECS, MEDLINE, Google Scholar, Cochrane y Wh, con los descriptores en inglés siguientes: sedation, midazolam-ketamine, midazolam-morfina AND mechanical ventilation AND crtical illness [MeSH Terms]. Se encontró un total de 60 artículos, todos realizados en seres humanos, 32 en los últimos 5 años, pero solo 16 a texto completo. De ellos, 7 eran revisiones sistemáticas sobre el tema y solo 4 ensayos clínicos. Ninguno utilizó la asociación midazolam-ketamina para la sedación. En la revisión realizada no se encontró ningún artículo que informara sobre las ventajas de la asociación midazolam-ketamina en la sedación del paciente crítico ventilado mecánicamente, lo que le confiere novedad a la investigación(AU)

The sedoanalgesia is recommended for patients under artificial mechanical ventilation in order to achieve better patient satisfaction and to prevent complications. The objective of this work was to carry out a literature review about the sedoanalgesic effect to the combination of midazolam-morphine compared with comidazolam-ketamine in critically ill patients treated with artificial mechanical ventilation. A manual and digital search was carried out in different databases such as Scielo, IBECS, MEDLINE, Google Scholar, Cochrane, and Wh, using the following descriptors in English: sedation, midazolam-ketamine, midazolam-morphine, AND mechanical ventilation AND critical illness (MeSH terms). We found 60 articles, all of which reported human-related cases, 32 in the last 5 years, but only 16 at full text. Out of these, seven were systematic reviews about the subject and only four, clinical trials. We did not find any articles in the review that reported about the advantages of the association midazolam-ketamine in sedation of mechanically ventilated critically ill patients, a fact that confers novelty to the investigation.
Descritores: Respiração Artificial/métodos
Midazolam/uso terapêutico
Cuidados Críticos/métodos
Ketamina/uso terapêutico
-Quimioterapia Combinada/normas
Sedação Profunda/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-991013
Autor: García García, Edwin; Oramas Rodríguez, Idoris; Massip Nicot, Juliette; Navarrete Zuazo, Víctor; Wilson Batista, Bertha; Rodríguez Martínez, Dania María.
Título: Propofol-fentanil en bolo frente a ketofol en infusión continua para sedoanalgesia en colonoscopia electiva / Propofol-fentanyl bolus versus ketofol continuous infusion for sedation-analgesia in elective colonoscopy
Fonte: Rev. cuba. anestesiol. reanim;17(1):1-11, ene.-abr. 2018. tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: La colonoscopia se practica con frecuencia y la sedación consciente es útil para realizarla. Objetivos: Comparar propofol-fentanil en bolo con ketofol en infusión continua para colonoscopia. Método: Se realizó un estudio cuasiexperimental en 150 pacientes divididos en dos grupos. En el grupo propofol-fentanil se realizó inducción con fentanil 1,5-3 µg/kg más propofol 0,5-1,5 mg/kg y mantenimiento con bolos de propofol 0,4-0,5 mg/kg. En el grupo Ketofol se empleó una solución que se obtuvo al asociar 50 mL de propofol (1 por ciento) y 0,5 mL de ketamina (5 por ciento); dosis de carga de 1,1 mg/kg y mantenimiento con infusión continua manual. Se estudiaron variables hemodinámicas y respiratorias, nivel de sedación, satisfacción del paciente y del colonoscopista, tiempo de recuperación y eventos adversos. Resultados: La presión arterial media y la SpO2 mostraron diferencias entre los grupos y en los diferentes momentos, con cifras más bajas en el grupo propofol-fentanil. La frecuencia cardiaca no varió entre los grupos. La satisfacción de pacientes y los técnicos en endoscopias fue alta en ambas estrategias. Los pacientes del grupo propofol-fentanil tuvieron tiempo de recuperación superior (27 min). Menos de la mitad de los pacientes presentaron eventos adversos. El dolor, la insatisfacción y la depresión respiratoria fueron los más frecuentes. Conclusiones: Ketofol resultó superior a la asociación propofol-fentanil con mejor estabilidad hemodinámica y respiratoria, niveles de sedación más estables, satisfacción de pacientes y gastroenterólogos, tiempos de recuperación más breves, eventos adversos escasos y leves(AU)

Introduction: Colonoscopy is performed frequently, for which conscious sedation is useful. Objectives: To compare propofol-fentanyl bolus with ketofol continuous infusion for colonoscopy. Methods: A quasi-experimental study was performed in 150 patients divided into two groups. In the propofol-fentanyl group, induction was performed with fentanyl at doses 1.5-3 µg/kg plus propofol at doses 0.5-1.5 mg/kg and maintenance with propofol boluses at doses 0.4-0.5 mg/kg. In the ketofol group, a solution was used as obtained by associating 50 mL of propofol (1 percent) and 0.5 mL of ketamine (5 percent); loading dose of 1.1 mg/kg and maintenance with manual continuous infusion. Hemodynamic and respiratory variables were studied, together with sedation level, patient and colonoscopy technician satisfaction, recovery time and adverse events. Results: Mean arterial pressure and SpO2 showed differences between groups and at different times, with lower figures in the propofol-fentanyl group. The heart rate did not vary between the groups. Patients and endoscopy technician satisfaction was high in both strategies. Patients in the propofol-fentanyl group had longer recovery time (27 min.). Less than half of the patients presented adverse events. Pain, dissatisfaction and respiratory depression were the most frequent. Conclusions: Ketofol was higher to the propofol-fentanyl association with better hemodynamic and respiratory stability, more stable sedation levels, patient and gastroenterologist satisfaction, shorter recovery times, limited and mild adverse events(AU)
Descritores: Propofol/administração & dosagem
Fentanila/administração & dosagem
Ketamina/administração & dosagem
-Colonoscopia/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-837708
Autor: Yagmurdur, Hatice; Binnetoglu, Kenan; Astarci, Hesna Muzeyyen; Yagmurdur, Mahmut Can.
Título: Propofol attenuates cytokine-mediated upregulation of expression of inducible nitric oxide synthase and apoptosis during regeneration post-partial hepatectomy
Fonte: Acta cir. bras;32(5):396-406, May 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Purpose: To determine the effects of propofol and ketamine anesthesia on liver regeneration in rats after partial hepatectomy (PHT). Methods: Male Wistar albino rats were assigned randomly to four groups of 10. Anesthesia was induced and maintained with propofol in groups 1 and 2, and with ketamine in groups 3 and 4. PHT was undertaken in groups 1 and 3. Rats in groups 2 and 4 (control groups) underwent an identical surgical procedure, but without PHT. At postoperative day-5, rats were killed. Regenerated liver was removed, weighed, and evaluated (by immunohistochemical means) for expression of inducible nitric oxide synthase (iNOS), endothelial NOS (eNOS), apoptosis protease-activating factor (APAF)-1, and proliferating cell nuclear antigen (PCNA). Also, blood samples were collected for measurement of levels of tumor necrosis factor (TNF)-α and interleukin (IL)-6. Results: Between groups 2 and 4, there were no differences in tissue levels of iNOS, eNOS, and APAF-1 or plasma levels of TNF-α and IL-6. eNOS expression was similar in group 1 and group 3. Expression of iNOS and APAF-1 was mild-to-moderate in group 1, but significantly higher in group 3. Groups 1 and 3 showed an increase in PCNA expression, but expression in both groups was comparable. Plasma levels of TNF-α and IL-6 increased to a lesser degree in group 1 than in group 3. Conclusion: Propofol, as an anesthetic agent, may attenuate cytokine-mediated upregulation of iNOS expression and apoptosis in an animal model of liver regeneration after partial hepatectomy.
Descritores: Propofol/farmacologia
Apoptose
Anestésicos Intravenosos/farmacologia
Óxido Nítrico Sintase Tipo II/metabolismo
Ketamina/farmacologia
Regeneração Hepática/efeitos dos fármacos
-Distribuição Aleatória
Propofol/metabolismo
Regulação para Cima
Interleucina-6/metabolismo
Interleucina-6/sangue
Ratos Wistar
Antígeno Nuclear de Célula em Proliferação/metabolismo
Anestésicos Intravenosos/metabolismo
Modelos Animais
Óxido Nítrico Sintase Tipo III/metabolismo
Fator Apoptótico 1 Ativador de Proteases/metabolismo
Hepatectomia
Ketamina/metabolismo
Limites: Animais
Masculino
Responsável: BR1.1 - BIREME



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