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Id: biblio-954891
Autor: Franco, Juan-Sebastian; Calderón-Ospina, Carlos Alberto; López-Cabra, Claudia Alejandra.
Título: Nuevos enfoques farmacológicos en el manejo de la angina de pecho estable / New pharmacological approaches in the management of stable angina
Fonte: Med. UIS;29(3):79-93, sep.-dic. 2016. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN En años recientes han sido introducidos nuevos antianginosos al mercado con mecanismos de acción novedosos, complementarios a los del arsenal farmacoterapéutico existente. Aunque el tratamiento de primera línea continúan siendo los betabloqueadores, antagonistas de canales de calcio y nitratos, el descubrimientos de nuevos aspectos fisiopatológicos de la enfermedad permitieron el desarrollo de blancos terapéuticos innovadores a nivel celular y molecular. El nicorandil, la trimetazidina, la ivabradina y la ranolazina se consideran nuevos fármacos antianginosos y constituyen la segunda línea de tratamiento de la angina de pecho estable; están indicados en pacientes que persisten sintomáticos a pesar del manejo de primera línea o en aquellos que presentan intolerancia o contraindicación a los betabloqueadores o antagonistas de canales de calcio. La trimetazidina, a través de su mecanismo de acción metabólico, mejora la tolerancia al ejercicio y puede ser útil en pacientes con falla cardíaca y contraindicación al uso de digitales; la ivabradina tiene un efecto cronotrópico negativo sin afectar el inotropismo ni la tensión arterial por lo que se puede usar en pacientes con taquiarritmias o falla cardíaca concomitante; en contraste, la ranolazina no afecta el cronotropismo por lo que se usa en pacientes con bradiarritmias aunque puede generar prolongación del intervalo QTc. La elección de alguno de estos medicamentos antianginosos de primera o segunda línea debe ser individualizado para cada paciente y se basa en las comorbilidades, contraindicaciones y preferencias del paciente. MÉD.UIS. 2016;29(3):79-93.

ABSTRACT In recent years, new antianginal agents with novel mechanisms of action have been launched to the market, as a complement to the existing therapeutic arsenal. Even though the beta-blockers, calcium channel blockers and nitrates continue to be the first line of treatment, recent discoveries of pathophysiological aspects of the disease led to the development of innovative therapeutic targets on both cellular and molecular level. Nicorandil, trimetazidine, ivabradine and ranolazine are novel antianginal drugs and constitute the second line of treatment of stable angina; these drugs are indicated for those patients who persist symptomatic despite treatment with first line agents or in those with contraindication or intolerance to beta-blockers o calcium channel blockers. Trimetazidine, through its metabolic mechanism of action, improves exercise tolerance and might be useful in patients with concomitant heart failure and contraindication to digitalis; ivabradine can be used in patients with concomitant tachyarrhythmias due to its negative chronotropic effect without affecting inotropism or blood pressure; in contrast, ranolazine doesn't affect chronotropism and can be used in patients with bradyarrhythmias, however, it might cause prolongation of the QTc interval. The choice of treatment with either of the first line or second line antianginal agents must be individualized for each patient and based on comorbidities, contraindications and patient's preference. MÉD.UIS. 2016;29(3):79-93.
Descritores: Fármacos Cardiovasculares
Angina Pectoris
-Trimetazidina
Gerenciamento Clínico
Doença das Coronárias
Nicorandil
Ranolazina
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CO48.1 - Biblioteca Médica


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Id: lil-478508
Autor: Moreira, Rodrigo de Carvalho; Silva, Suzana Alves; Haddad, Andréa Ferreira; Tuche, Fábio Antônio Abrantes; Dohmann, Hans Fernando Rocha.
Título: Curso de Atualização em Cardiologia: aula 2: Angina estável crônica / Actualization in Cargiology: class 2: stable chronic angina
Fonte: J. bras. med;92(4):60-70, abr. 2007.
Idioma: pt.
Resumo: A doença cardiovascular ainda é altamente prevalente no mundo inteiro, e a angina estável é uma de suas apresentações mais comuns. Três controvérsias principais são o manejo dos fatores de risco, o tratamento clínico e a intervenção. Com relação ao tratamento clínico, alé, de aspirina, inibidores da enzina conversora da angiotensina e betabloqueadores. A intervenção coronária percutânea alivia os sintomas sem prolongar a sobrevida além do tratamento clínico. Porém, dados de mortalidade favorecem a cirurgia de revascularização miocárdica em indivíduos com doença bivascular ou trivascular. Novas opções de tratamento sob investigação incluem drogas antianginosas, assim como a terapia celular. Assim, a angina de esforço precisa de uma ampla avaliação, mudanças no estilo de vida e tratamento individualizado para cada paciente.
Descritores: Angina Pectoris/diagnóstico
Angina Pectoris/fisiopatologia
Angina Pectoris/terapia
-Comportamentos Relacionados com a Saúde
Nicorandil/uso terapêutico
Testes de Função Cardíaca
Trimetazidina/uso terapêutico
Limites: Masculino
Feminino
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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César, Luiz Antonio Machado
Id: lil-414483
Autor: César, Luiz Antonio Machado; Dallan, Luis Alberto; Gowdak, Luís Henrique Wolff; Lisboa, Luiz Augusto Ferreira; Moretti, Miguel Antonio.
Título: Alternativas para o tratamento da angina do peito: novos agentes farmacológicos, contrapulsação externa, técnicas neuroanalgésicas, angiogênese terapêutica e revascularização transmiocárdica / Alternatives for the treatment of angina pectoris: new drugs, external counterpulsation, spinal-cord estimulation for analgesia, therapeutic angiogenesis, and transmyocardial revascularization
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;13(2):240-253, mar.-abr. 2003. tab.
Idioma: pt.
Resumo: A terapêutica de pacientes com doença coronária e com angina do peito tem sido a mesma já há muitos anos, baseando-se nos nitratos, betabloqueadores e antagonistas de cálcio. Mais recentemente, e em função do crescente número de pacientes que têm angina do peito a despeito do tratamento habitual, novos fármacos têm sido desenvolvidos, alguns em estudo de fase III, incluindo trimetazidina, ranolazina, nicorandil e ivabradina. Quando a angina do peito não é controlada com a medicação, é realizado tratamento com angioplastia e com cirurgia, mas existem indivíduos que, a despeito desses tratamentos, persistem com angina sem perspectiva de resolução de seus sintomas. Para esses pacientes desenvolveram-se alternativas, desde o "laser" intramiocárdico até terapêutica com analgesia espinal, e, mais recentemente, a terapia gênica. Esta última está em fase de desenvolvimento, mas algumas alternativas já estão sendo avaliadas em estudo de fase III.
Descritores: Analgesia
Angina Pectoris
Antagonistas Adrenérgicos beta/administração & dosagem
Contrapulsação/métodos
Doença das Coronárias
Revascularização Miocárdica/métodos
Terapia Tecidual Histórica
Trimetazidina
-Aspirina
Lasers
Nicorandil
Fatores de Tempo
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt



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