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Id: biblio-1093118
Autor: Cruz Crespo, Mariela; Sánchez Tamayo, Marcelino; Ortega Valdés, María Elena; Sánchez Martín, Miguel Liván; García Real, Eivet.
Título: Analgesia subaracnoidea en el trabajo de parto: bupivacaína/fentanilo vs. petidina / Subarachnoid analgesia in labor: bupivacaine/fentanyl vs pethidine
Fonte: Rev. cuba. anestesiol. reanim;18(3):e441, sept.-dic. 2019. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: La analgesia subaracnoidea es una alternativa para el trabajo de parto por su seguridad y adecuada relación riesgo/beneficio. Objetivo: Evaluar la efectividad de la analgesia durante el trabajo de parto con la comparación de dos métodos analgésicos. Método: Se realizó un estudio cuasiexperimental, longitudinal y prospectivo en 92 gestantes que se atendieron en el Hospital General Docente Abel Santamaría Cuadrado durante el período entre enero de 2014 y enero de 2017. Las pacientes se dividieron en dos grupos de 46 cada uno, al azar, por orden de llegada a la unidad quirúrgica. El grupo A, bupivacaína al 0,5 por ciento, en dosis de 2 mg y fentanilo en dosis de 25 mcg; y grupo B en el que se utilizó petidina en dosis de 25 mg, en todos los casos por vía intratecal. Las variables analizadas fueron: tensión arterial media, frecuencia cardíaca media, saturación parcial de oxígeno, tiempo de inicio de la analgesia, calidad analgésica, efectos adversos y nivel de satisfacción de las pacientes. Se empleó el análisis descriptivo y la diferencia de proporciones. Resultados: El grupo A mantuvo una TAM entre 84 y 88 mmHg, (Z= 6,0 significativa); FC media entre 80 y 88 lat/min, (Z= 1,94 no significativa); SpO2 con una media de 99,2 por ciento. En 46,74 por ciento (43 casos) el tiempo de inicio de la analgesia fue corto (Z= 8,47), siendo Buena en 100 por ciento de los casos (Z= 6,89 significativa), con recién nacido vigoroso en 100 por ciento (Z= 10,25 significativa). La evolución fue satisfactoria en 48,19 por ciento de las pacientes. Presentaron prurito 8,69 por ciento. En el grupo B hubo hipertensión arterial en 2,17 por ciento de los casos, con menos estabilidad de la FC, tiempos mayores de inicio de trabajo de parto en 12,96 por ciento y fue Buena en 40,22 por ciento. Estas pacientes mostraron menos satisfacción (41,30 por ciento). Conclusiones: La administración subaracnoidea de fentanilo/bupivacaína fue más efectiva que la petidina para la analgesia durante el trabajo de parto(AU)

Introduction: Subarachnoid analgesia is an alternative for labor due to its safety and suitable risk-benefit relationship. Objective: To evaluate the effectiveness of analgesia during labor with the comparison of two analgesic methods. Method: A quasiexperimental, longitudinal and prospective study was carried out in 92 pregnant women who attended Abel Santamaría Cuadrado General Teaching Hospital during the period between January 2014 and January 2017. The patients were divided into two groups of 46 each, randomly assigned, in order of arrival to the surgical unit. Group A was treated with intrathecal administration of bupivacaine 0.5 percent, in a dose of 2 mg, and fentanyl in a dose of 25 mcg; and group B was treated with intrathecal administration of pethidine, in a dose of 25 mg. The variables analyzed were mean arterial blood pressure, mean heart rate, partial oxygen saturation, time of onset of analgesia, analgesic quality, adverse effects and level of patient satisfaction. The descriptive analysis and the difference in proportions were used. Results: Group A maintained a mean arterial blood pressure between 84 and 88 mmHg, (Z=6.0 significant); heart rate averages between 80 and 88 beats per minute, (Z=1.94 not significant); partial oxygen saturation with an average of 99.2 percent. In 46.74 percent (43 cases) the time of onset of analgesia was short (Z=8.47), being good in 100 percent of the cases (Z=6.89 significant), with vigorous newborn in 100 percent (Z=10.25 significant). The evolution was satisfactory in 48.19 percent of the patients. They presented pruritus 8.69 percent. In group B, there was arterial hypertension in 2.17 percent of the cases, with less stability of the heart rate, greater times of labor beginning in 12.96 percent and it was good in 40.22 percent. These patients showed less satisfaction (41.30 percent). Conclusions: Subarachnoid administration of fentanyl/bupivacaine was more effective than pethidine for analgesia during labor(AU)
Descritores: Bupivacaína/uso terapêutico
Fentanila/uso terapêutico
Dor do Parto/tratamento farmacológico
Analgesia
Anestesia/métodos
Meperidina/uso terapêutico
-Estudos Prospectivos
Estudos Longitudinais
Ensaios Clínicos Controlados não Aleatórios como Assunto
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: lil-777402
Autor: Bali, Cagla; Ergenoglu, Pinar; Ozmete, Ozlem; Akin, Sule; Ozyilkan, Nesrin Bozdogan; Cok, Oya Yalcin; Aribogan, Anis.
Título: Comparison of the postoperative analgesic effects of naproxen sodium and naproxen sodium-codeine phosphate for arthroscopic meniscus surgery / Comparação dos efeitos analgésicos pós-operatórios de naproxeno sódico e naproxeno sódico-fosfato de codeína em artroscopia de menisco
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(2):151-156, Mar.-Apr. 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Baskent University Research Fund.
Resumo: ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES: Nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs) are frequently used to control arthroscopic pain. Addition of oral effective opioid "codeine" to NSAIDs may be more effective and decrease parenteral opioid consumption in the postoperative period. The aim of this study was to compare the efficacy and side effects of naproxen sodium and a new preparation naproxen sodium-codeine phosphate when administered preemptively for arthroscopic meniscectomy. METHODS: Sixty-one patients were randomized into two groups to receive either oral naproxen sodium (Group N) or naproxen sodium-codeine phosphate (Group NC) before surgery. The surgery was carried out under general anesthesia. Intravenous meperidine was initiated by patient-controlled analgesia (PCA) for all patients. The primary outcome measure was pain score at the first postoperative hour assessed by the Visual Analogue Scale (VAS). Sedation assessed by Ramsey Sedation Scale, first demand time of PCA, postoperative meperidine consumption, side effects and hemodynamic data were also recorded. RESULTS: The groups were demographically comparable. Median VAS scores both at rest and on movement were significantly lower in Group NC compared with Group N, except 18th hour on movement (p < 0.05). The median time to the first demand of PCA was shorter in Group N compared with Group NC (p < 0.001). Meperidine consumption was higher in Group N compared with Group NC (p < 0.001). There was no difference between groups with respect to side effects (p > 0.05). CONCLUSIONS: The combination of naproxen sodium-codeine phosphate provided more effective analgesia than naproxen sodium and did not increase side effects.

RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) são frequentemente usados para controlar a dor após artroscopia. A adição de um opiáceo oral eficaz (codeína) aos AINEs pode ser mais efetiva e diminuir o consumo de opiáceo parenteral no pós-operatório. O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia e os efeitos colaterais de naproxeno sódico e uma nova preparação, naproxeno sódico-fosfato de codeína, quando administrados preventivamente para meniscectomia artroscópica. MÉTODOS: Foram randomicamente divididos em dois grupos 61 pacientes para receber naproxeno sódico por via oral (Grupo N) ou naproxeno sódico-fosfato de codeína (Grupo NC) antes da cirurgia. A cirurgia foi feita sob anestesia geral. Meperidina intravenosa foi iniciada por meio de analgesia controlada pelo paciente (ACP) para todos os pacientes. O desfecho primário foi o escore de dor na primeira hora de pós-operatório, avaliada com a escala visual snalógica (EVA). A sedação foi avaliada com a escala de sedação de Ramsey. A primeira demanda de ACP, o consumo de meperidina no pós-operatório, os efeitos colaterais e os dados hemodinâmicos também foram registrados. RESULTADOS: Os grupos foram demograficamente comparáveis. As medianas dos escores EVA tanto em repouso quanto em movimento foram significativamente menores no Grupo NC comparado com o Grupo N; exceto para movimento na avaliação de 18 horas (p < 0,05). A mediana do tempo até a primeira demanda de ACP foi menor no Grupo N em comparação com o Grupo NC (p < 0,001). O consumo de meperidina foi maior no Grupo N em comparação com o Grupo NC (p < 0,001). Não houve diferença entre os grupos em relação aos efeitos colaterais (p > 0,05). CONCLUSÕES: A combinação de naproxeno sódico-fosfato de codeína forneceu analgesia mais efetiva que naproxeno sódico, sem aumentar os efeitos colaterais.
Descritores: Artroscopia/métodos
Naproxeno/administração & dosagem
Codeína/administração & dosagem
Menisco/cirurgia
-Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Medição da Dor
Anti-Inflamatórios não Esteroides/administração & dosagem
Anti-Inflamatórios não Esteroides/efeitos adversos
Naproxeno/efeitos adversos
Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Seguimentos
Analgesia Controlada pelo Paciente/métodos
Codeína/efeitos adversos
Combinação de Medicamentos
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Meperidina/administração & dosagem
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-526311
Autor: Rivello, G; Onoratelli, M; Balestrini, M; Selandari, J; Althabe, M; Sasbon, J; Mendilaharzu, J.
Título: Ketamina más Benzodiazepina para procedimienos dolorosos en niños: eficacia y seguridad / Ketamine plus a benzodiazepine for painful procedures in children. Efficacy and safety
Fonte: Med. infant;5(1):22-26, mar. 1998. tab.
Idioma: es.
Resumo: La ketamina es la única droga que produce por si sola tres efectos buscados en la medicación para realizar un procedimiento doloroso de corta duración: sedación, analgesia y amnesia. A estos efectos se le suman la depresión respiratoria leve, la frecuente preservación de los reflejos protectores de la vía aérea y la estabilidad hemodinámica, perfil que ha hecho de esta droga de las más usada para los procedimientos dolorosos relizados fuera del quirófano. Sin embargo, para evitar las alucinaciones y reacciones disfóricas (S. de Emergencia) que con frecuencia causa la Ketamina se recomienda la co-administración de una benzodiacepina. El objetivo de este trabajo fue evaluar en forma prospectiva, la eficiencia y seguridad de ketamina más benzodiacepina pra la sedación de niños que requieren la realización de procedimientos dolorosos de corta duración. Se ralizaron 25 procedimientos dolorosos de corta duración. Se realizaron 25 procedimientos (23 catéteres venosos centrales y 2 drenajes pleurales) en niños con rago de edad entre 8 y 204 meses (mediana de 36 neses). La droga fue efectiva (permitió la realización del procedimiento bajo sedación) en todos los pacientes; un 32 por ciento (8/25) requirieron una dosis adicional. El monitoreo estuvo siempre a cargo de uno de los investigadores y consistió en vigilancia clínica, grado de sedación), registro de frecuencia cardíaca y de la Sat O2 en forma continua, toma de la tensión arterial cada 5 minutos y registro de ocurrencia y grado de Sindrome del Despertar. Ocurrieron 8 episodios (16 por ciento) de desaturación de oxigeno por debajo de 95 por ciento. que corrigieron con mascarilla de O2, y un episodio (4 por ciento) de apnea prolongada que requirió intubación endotraqueal durante aproximadamente 15 minutos. Solo 2 pacientes (8 por ciento) presentaron Síndrome del Despertar que requirieron contención física pero no famacológica.
Descritores: Amnésia
Analgesia
Dor
Meperidina
Midazolam
Sedação Consciente
-Avaliação de Medicamentos
Resultado do Tratamento
Limites: Recém-Nascido
Lactente
Pré-Escolar
Responsável: AR94.1 - Centro de Información Pediatrica


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Id: lil-533821
Autor: Tagle, Martín; Siu, Hugo; Ramos, María.
Título: Propofol en combinación con meperidina y midazolam en colonoscopia y endoscopia: primer estudio prospectivo en prácticas privadas en el Perú / Propofol in combination with midazolam and meperidine in colonoscopy and endoscopy: first prospective study in private practices in Peru
Fonte: Rev. gastroenterol. Perú;27(4):367-373, oct.-dic. 2007.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Existe amplia experiencia reportada en la literatura mundial con respecto al uso de Propofol como agente único y en combinación con narcóticos y/o benzodiazepinas en procedimientos endoscópicos, sin la presencia de un anestesiólogo en la sala de endoscopía. Más de 200 mil procedimientos reportados han demostrado seguridad y excelente aceptación por parte de los pacientes. Objetivos: Reportar la experiencia de una práctica privada endoscópica en Lima Metropolitana utilizando Propofol en combinación con Meperidina y Midazolam en colonoscopías y endoscopías altas, administrado por una enfermera supervisada por un gastroenterólogo entrenado sin la presencia de un anestesiólogo. Pacientes y métodos: Se incluyó a pacientes adultos de bajo o moderado riesgo para recibir sedación, que fueron sometidos a colonoscopía y/o endoscopía alta entre Noviembre 2006 y Setiembre 2007 en el Servicio de Gastroenterología de la Clínica Anglo Americana en Lima. Se administró Meperidina 25 mg para colonoscopías y 50 mg para endoscopías altas y Midazolam 1.5 mg endovenoso para ambos procedimientos como premedicación. Todos los pacientes recibieron oxígeno 2 L/min por cánula nasal durante el procedimiento. Luego de la mencionada premedicación se administró un bolo inicial de Propofol 10-30 mg según la condición general del paciente y el nivel de sedación alcanzado con la premedicación, a juicio del gastroenterólogo y la enfermera. Se registraron las variables de sexo, edad, dosis promedio de propofol por sexo, edad y por procedimiento. Se registraron efectos adversos como de saturación de oxígeno (< 90 por ciento), hipotensión, bradicardia, necesidad de ventilación asistida u hospitalización. Resultados: Se realizaron 400 procedimientos, 315 colonoscopías (78.8 por ciento) y 85 por ciento endoscopías altas (21.3 por ciento). 171 procedimientos (42.8 por ciento) fueron realizados en varones y 229 (57.3 por ciento) en mujeres. La edad promedio fue 60 años (22-91)...

Introduction: There is currently a vast experience reported in the literature with respect to Propofol utilization as a single agent and in combination with narcotics and/orbenzodiazepines in endoscopic procedures, without the presence of an anesthesiologist in the endoscopy suite. Over 200 thousand reported procedures have demonstrated safety and excellent acceptance by patients. OBJECTIVES: To report the experience in a private endoscopy center in Lima utilizingpropofol in combination with Meperidine and Midazolam in colonoscopies and upper endoscopies, administered by a nurse supervised by a trained gastroenterologist without the presence of an anesthesiologist. PATIENTS AND METHODS: We included adult patients with low or moderate risk for sedation, subjected to colonoscopy and / or upper endoscopy between November 2006and September 2007 in the Gastroenterology Service at the Clinica Anglo Americana in Lima. Meperidine 25 mg IV was administered for colonoscopy and 50 mg IV for upper endoscopy and Midazolam 1.5 mg for both procedures as premedication. All the patientsreceived Oxygen 2 L/min per nasal cannula throughout the procedure. After the above mentioned premedication, an initial bolus of propofol (10 – 30 mg) was administered, according to the general condition of the patient and the level of sedation achieved by thepremedication, according to the judgement made by the gastroenterologist and the nurse. We registered the following variables: sex, age, average dose of propofol according to sex, age and procedure. We also registered adverse events such as desaturation < 90 per cent, hypotension, bradycardia, need for assisted ventilation or hospitalization. RESULTS: Four hundred procedures were performed, 315 colonoscopies (78.8 per cent) and 85 upper endoscopies (21.3 per cent). One hundred sixty one procedures (42.8 per cent) were done inmales and 229 (57.3 per cent) in females. The average age was 60 years (22-91)...
Descritores: Colonoscopia
Endoscopia
Meperidina/uso terapêutico
Midazolam/uso terapêutico
Propofol
Propofol/administração & dosagem
Sedação Consciente
-Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Pessoa de Meia-Idade
Feminino
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Id: lil-683975
Autor: Hinostroza Castillo, Rosario.
Título: Valoración de la analgesia y efectos colaterales con morfina vs. petidina por vía epidural en pacientes intervenidos de cirugía torácica y urológica. Hospital Nacional Arzobispo Loayza, abrilûjulio 2011 / Assessment of analgesia and side effects with epidural morphine vs. pethidine in patients undergoing thoracic and urological surgery. Hospital Nacional Arzobispo Loayza, April-July 2011
Fonte: Actas peru. anestesiol;20(3/4):18-23, jul.-dic. 2012. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: Evaluar y comparar la calidad de la terapia analgésica y la incidencia de efectos colaterales relacionados con el uso de morfina y petidina por vía epidural, en pacientes intervenidos de cirugía torácica y urológica. Material y métodos: Estudio observacional, prospectivo, longitudinal, analítico y simple ciego. La muestra estuvo conformada por dos grupos, de 17 pacientes cada uno, programados para cirugía torácica y urológica en el Hospital Nacional Arzobispo Loayza, entre abril y julio del 2011. El grupo M recibió morfina 70 ug/kg (40 a 100 ug/kg) y el grupo P petidina 1.5 mg/kg (1 a 2 mg/kg) por vía epidural 20 minutos antes del término de la cirugía. El dolor fue evaluado durante veinticuatro horas. Los datos cuantitativos se expresaron en media y los datos cualitativos en porcentajes. Para la evaluación de las variables cuantitativas de distribución no normal se usó la prueba no paramétrica U de Mann-Whitney, para las variables cualitativas se usó la prueba X2 de Pearson y para las variables ordinales se usó ANOVA en medidas repetidas. Resultados: Los grupos fueron comparables en edad, sexo y estado físico de la ASA. La duración de la analgesia para el grupo P fue 14.7 horas y para el grupo M 14.4 horas (p = 0.9). El requerimiento de analgesia de rescate en el grupo M fue de 6 pacientes frente a 2 del grupo P (p = 0.23). Para la valoración del dolor con la escala verbal global y la escala de Andersen, las medidas variaron en el transcurso del tiempo dentro de cada grupo (p < 0.01) y se encontraron diferencias en la comparación entre los pares de grupo por cada momento a favor del grupo M (p < 0.01). Los efectos colaterales fueron menores en el grupo M. Conclusiones: La morfina administrada por vía epidural brinda mejor calidad de analgesia postoperatoria que petidina administrada por la misma vía, presentando menores efectos colaterales.

Objective: To evaluate and compare the quality of analgesic therapy and the incidence of side effects related to the use of epidural morphine and pethidine in patients undergoing thoracic and urological surgery. Material and methods:Observational, prospective, longitudinal, analytical and single blind study. The sample consisted of two groups of 17 patients each one, scheduled for thoracic and urological surgery at the Hospital Nacional Arzobispo Loayza, between April and July 2011. The group M received morphine 70 ug/kg (40 to 100 ug/kg) and group P pethidine 1.5 mg/kg (1 to 2 mg/kg) epidurally 20 minutes before the end of surgery. Pain was assessed for twenty-four hours. Quantitative data were expressed as mean and qualitative data as percentages. For the evaluation of the quantitative variables not normally distributed the nonparametric U Mann-Whitney test was used, for the qualitative variables the PearsonÆs X2 was used, and for the ordinal variables the ANOVA was used in repeated measures. Results: The groups were comparable in age, sex and ASA physical status. The duration of analgesia for group P was 14.7 hours and 14.4 hours for group M (p = 0.9). The requirement for rescue analgesia in group M was 6 patients versus 2 in group P (p = 0.23). For the evaluation of pain, the global verbal scale and the Andersen scale were used, the measures varied over the time within each group (p < 0.01) and differences in favor of the M group were found when the pairs were compared (p < 0.01). Side effects were lower in group M. Conclusions: Epidural morphine provides better postoperative quality of analgesia than pethidine administered by the same route, presenting fewer side effects.
Descritores: Analgesia Epidural
Cirurgia Torácica
Meperidina/efeitos adversos
Morfina/efeitos adversos
Procedimentos Cirúrgicos Urológicos
-Epidemiologia Analítica
Estudos Longitudinais
Estudos Prospectivos
Estudos Observacionais como Assunto
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Adulto Jovem
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Id: biblio-954581
Autor: Formiga, Fernanda Bellotti; Magi, João Carlos; Santos, Bruna Fernandes dos; Boarini, Lucas Rodrigues; Oliveira, Pietro Dadalto; Vieira, Renata Bandini; Formiga, Galdino José Sitonio.
Título: The use of local anesthesia and sedation in transanal hemorrhoidal dearterialization with Doppler / O uso da anestesia local e sedação na desarterialização hemorroidária transanal com Doppler
Fonte: J. coloproctol. (Rio J., Impr.);38(2):145-150, Apr.-June 2018. ilus.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT The treatment of hemorrhoidal disease has never been as innovated as in recent decades. The transanal hemorrhoidal dearterialization with Doppler (THD) was described under general anesthesia or spinal blockage and there is no use of local anesthesia reports. This study aims to evaluate the safety of the use of local anesthesia with sedation in THD. For this purpose, two cases are reported describing the technical and safety analysis and results. Both patients were women with grade II and III hemorrhoidal disease. These patients underwent pre-anesthetic sedation with intravenous diazepam, then were positioned in lithotomy and sedated with midazolam and pethidine. The intersphincteric blockage was followed by THD with mucopexy. One patient made a small submucosal hematoma without expansion. The patients were stable and comfortable throughout the procedure. Both were discharged the next day, with regular analgesia. In the seventh postoperative day, both had mild annoyance at constant tenesmus, which was reduced gradually. The cases illustrate that THD is feasible when performed with local anesthesia and sedation, as it is safe and effective. This new technology can be incorporated into services that have a local anesthesia protocol as their standard.

RESUMO O tratamento da doença hemorroidária nunca foi tão inovado como nas últimas décadas. A desarterialização hemorroidária transanal é uma dessas inovações. Foi originalmente descrita sob anestesia geral ou bloqueio espinal e não há relatos de utilização de anestesia local. Assim, este estudo visa avaliar a segurança do uso da anestesia local com sedação na desarterialização hemorroidária transanal. Para tal, dois casos são relatados com descrição da técnica e análise da segurança e resultados. Ambas pacientes eram mulheres com doença hemorroidária grau II e III. Foram submetidas à indução anestésica, posicionadas em litotomia e sedadas com midazolan e petidina. Realizou-se bloqueio interesfincteriano seguido de desarterialização hemorroidária transanal com doppler associado a mucopexia. Uma das pacientes fez um hematoma submucoso pequeno, sem expansão. As pacientes ficaram estáveis e confortáveis durante todo o procedimento. Ambas receberam alta no dia seguinte, com analgesia habitual. No sétimo dia do pós-operatório, ambas apresentavam incômodo leve pelo tenesmo constante, que foi reduzindo gradualmente. Os casos ilustram que a desarterialização hemorroidária transanal é factível quando realizada com anestesia local e sedação, visto que é segura e eficaz. Esta nova tecnologia pode também ser incorporada aos serviços cujo protocolo de anestesia local seja padrão.
Descritores: Sedação Consciente
Hemorroidas/cirurgia
Anestesia Local
-Midazolam
Procedimentos Cirúrgicos Minimamente Invasivos
Meperidina
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR545.3 - Biblioteca ICBS


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Carvalho, Werther Brunow de
Id: lil-218904
Autor: Carvalho, Werther Brunow de.
Título: Analgesia e sedaçäo em pediatria / Analgesia and sedation in pediatrics
Fonte: Rev. paul. pediatr;14(2):53-65, jun. 1996. ilus, tab.
Idioma: pt.
Descritores: Inibidores de Ciclo-Oxigenase/farmacologia
Analgesia/efeitos adversos
Anti-Inflamatórios/farmacologia
Analgésicos Opioides/farmacologia
Anestésicos Intravenosos/farmacologia
Sedação Consciente/efeitos adversos
Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica
-Pentobarbital/farmacologia
Flumazenil/farmacologia
Ketamina/farmacologia
Lorazepam/farmacologia
Acetaminofen/farmacologia
Meperidina/farmacologia
Morfina/farmacologia
Anestésicos Locais/farmacologia
Óxido Nitroso/farmacologia
Limites: Humanos
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Recém-Nascido
Responsável: BR584.1 - Biblioteca Central BSCAN


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Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-212838
Autor: Daudt, A. W; Hadlich, E; Facin, M. A; Aprato, R. M. S; Pereira, R. P.
Título: Opióides no manejo da dor: uso correto ou subestimado? Dados de um hospital universitário / Opiates in pain management: correct or underestimated use? Data from a university hospital
Fonte: Rev. Assoc. Med. Bras. (1992);44(2):106-10, abr.-jun. 1998. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo. O uso de opióides, principalmente no tratamento da dor intensa aguda (pacientes no pós-operatório) e da dor crônica em pacientes oncológicos, tem sido subestimado na prática clínica em geral. Este trabalho tem o objetivo de verificar o perfil de prescriçao de opióides (meperidina e morfina) no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), RS. Materiais e Métodos. Análise da conduta das equipes médicas, pela revisao de 1.107 prescriçoes, relativas a 445 pacientes internados no HCPA, entre 20 de maio e 20 de julho de 1993. Os parâmetros básicos de análise, para conduta, incluíam: padrao de uso, a dose do fármaco, intervalo entre doses e analgésicos simultâneos. Discussao e Resultados. Foram encontradas apenas 6,5 por cento de prescriçoes consideradas adequadas em relaçao aos parâmetros dose, intervalo e padrao, analisados conjuntamente. O padrao se necessário foi responsável por 74 por cento do total de prescriçoes. Conclusoes. Os resultados obtidos durante a realizaçao do trabalho permitem-nos concluir que nao há um manejo adequado da dor, tanto aguda como crônica, nos pacientes internados no HCPA.
Descritores: Dor/tratamento farmacológico
Analgésicos Opioides
Meperidina
Morfina
-Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Medição da Dor
Analgésicos Opioides/uso terapêutico
Meperidina/uso terapêutico
Morfina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Uruguai
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Id: lil-793034
Autor: Ramos, Guillermo; Grünberg, G.
Título: Evaluación de la incidencia de temblores en la sala de recuperación postanestésica / Evaluation of the incidence trembling in the recovery room postanesthtic / Avaliação da incidência de tremores na sala de recuperação posanestesica
Fonte: Anest. analg. reanim;29(1):2-2, ago. 2016. graf, tab.
Idioma: es.
Resumo: Los temblores son una complicación frecuente, desagradable y que pueden relacionarse a un aumento de la morbilidad del período postoperatorio. El propósito de este estudio fue determinar la frecuencia de presentación de temblores en el postoperatorio inmediato. Pacientes y métodos: Se estudiaron 119 pacientes adultos, operados de coordinación una vez que ingresaron a la Sala de Recuperación Postanestésica (SRPA). Se consignó la presencia y severidad (grado I a IV) de temblores al ingreso y luego cada 15 minutos. Se trataron mediante medidas de recalentamiento externo, ondansetrón y meperidina, de manera escalonada cada 15 minutos. Resultados: hubo 24 (21.2 %) pacientes con temblores postoperatorios, 17/24 (71%) asociados a hipotermia. En 8 (33,3%) pacientes el temblor fue grado I, en 2 (8,3%) fueron grado II, y en 14 (58,3%) fueron grado III. En todos los casos cedieron con el tratamiento pautado y no más allá de los 45 minutos. Conclusiones: Los temblores fueron una complicación frecuente en la SRPA, asociados a hipotermia en la mayor parte de los casos, pero de duración limitada, y fácilmente tratables.

Trembling are frequent, unpleasant complication and can relate to increased morbidity postoperative period. The purpose of this study was to determine the frequency of occurrence of earthquakes in the immediate postoperative period. Patients and Methods: 119 adult patients operated coordination once entered the recovery room (PACU) were studied. the presence and severity (grade I to IV) of tremors at admission and then every 15 minutes was recorded. They were treated by external measures, ondansetron and meperidine overheating, staggered every 15 minutes. Avaliação da incidência de tremores na sala de recuperação posanestesica.

Tremores é uma complicação freqüente, desagradável e que pode relacionar-se a um aumento da morbilidade do período posoperatorio. O propósito deste estudo foi determinar a freqüência de manifestação de tremores no posoperatorio imediato. Pacientes e métodos: Estudaram-se 119 pacientes adultos, de cirurgias eletivas que chegaram à Sala de Recuperação Posanestesica (SRPA). Registraram-se a presença e severidade (grado I a IV) de tremores ao ingresso e cada 15 minutos. O tratamento foi: medidas de aquecimento externo, ondansetron e meperidina de maneira alternativa cada 15 minutos. Resultados. Teve 24 (21.2%) de pacientes com tremores posoperatorio, 17/24 (71%) associados à hipotermia. Em 8 (33,3%) pacientes o tremor foi grado I, em 2 (8,3%) foi grado II, em 14 (58,3%) grado III. Todos os casos acalmaram com o tratamento pautado nos primeiros 45 minutos. Conclusões. Os tremores foram uma complicação freqüente em SRPA, associado à hipotermia na maioria dos casos, com duração limitada e de fácil tratamento.
Descritores: Período Pós-Operatório
Tremor por Sensação de Frio
Procedimentos Cirúrgicos Operatórios/efeitos adversos
Tremor/etiologia
Tremor/epidemiologia
-Tremor
Tremor/terapia
Ondansetron/uso terapêutico
Reaquecimento
Estudo Observacional
Meperidina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Adolescente
Adulto
Responsável: UY1.1 - BINAME - Biblioteca Nacional de Medicina


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Id: biblio-909836
Autor: Reis, A. C; Aptekmann, K. P; Egert, L; Andrade-Júnior, P. S. C.
Título: Parâmetros ecocardiográficos em cães saudáveis tratados com acepromazina, meperidina e sua associação / Echocardiographic parameters in healthy dogs treated with acepromazine, meperidine and their association
Fonte: Arq. bras. med. vet. zootec. (Online);69(6):1437-1442, nov.-dez. 2017. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivou-se avaliar os efeitos da tranquilização com meperidina, acepromazina e de sua associação sobre os parâmetros ecocardiográficos em cães. Foram utilizados 12 cães adultos, da raça Rottweiler, submetidos ao exame ecocardiográfico sem utilização de sedação (controle - TC) e a três protocolos de tratamento, utilizando-se meperidina (TM), acepromazina (TA) e a associação dos medicamentos (TMA). As variáveis foram analisadas pelo teste de Tukey (P<0,05). Observou-se que as médias obtidas na onda A do fluxo mitral em TA e TMA diminuíram significativamente com relação ao TM, que não diferiu do TC. Houve uma diminuição significativa no valor de movimento anular mitral (MAM) e excursão sistólica do plano anular tricúspide (ESPAT) no TA. Não houve diferença significativa para os valores de fração de encurtamento (FE) entre TA e os demais tratamentos. Entretanto, observou-se que 57,3% dos cães apresentaram valores de FE abaixo da normalidade. As alterações encontradas podem ser decorrentes dos efeitos hipotensores da acepromazina utilizada de forma isolada. Conclui-se que a meperidina ou sua associação com acepromazina não alteram os parâmetros ecocardiográficos em cães saudáveis e que a acepromazina, utilizada isoladamente, causa alteração nos parâmetros de função sistólica dos cães, não sendo recomendada para a contenção química dos cães submetidos ao ecocardiograma, o que poderia levar à má interpretação do exame.(AU)

The aim of this study was to evaluate the effects of sedation with meperidine, acepromazine and its association on the echocardiographic parameters in dogs. Twelve adult Rottweilers were used and subjected to the echocardiography examination without the use of sedation (control - CT) and subjected to three treatment protocols using meperidine (MT), acepromazine (AT), and the combination of drugs (MAT). Variables were analyzed by Tukey test (p<0,05). The averages obtained in A-wave of mitral inflow in AT and MAT decreased significantly compared to MT, which did not differ from CT. There was a significant decrease in the measurement of mitral annulus motion (MAM) and tricuspid annular plane systolic excursion (TAPSE) at TA. There was no significant difference in shortening fraction (SF) values between TA and other treatments. However, it was observed that 57.3% of the dogs showed SF values below the normal range for the species. All changes found may be due to the hypotensive effects of acepromazine used in isolation. In conclusion, meperidine or its association with acepromazine does not alter echocardiographic parameters in healthy dogs and acepromazine, used alone, causes changes in the parameters of systolic function and is not recommended for sedation of dogs submitted to echocardiogram, since it could cause a misinterpretation of the exam.(AU)
Descritores: Acepromazina/uso terapêutico
Ecocardiografia/veterinária
Meperidina/uso terapêutico
Neuroleptanalgesia/veterinária
Limites: Animais
Cães
Responsável: BR68.1 - Biblioteca Virginie Buff D'Ápice



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