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Id: biblio-880437
Autor: Santos, Mário Rogério da Silva; Reis, Alessandra Santos dos; Gonçalves-Filho, José Aroldo Lima.
Título: Gigantomastia gestacional: relato de caso e revisão bibliográfica / Gestational gigantomastia: case report and bibliographic review / Gigantomastia de la gestación: relato de un caso y revisión de la literatura
Fonte: Rev. bras. med. fam. comunidade;6(20):199-202, ago. 2011. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: A gigantomastia é uma condição clínica rara, pouco descrita na literatura. Apesar da etiologia desconhecida, tem sido associada às respostas aos hormônios gestacionais, com maior incidência em mulheres multíparas e caucasianas. Apresenta altas taxas de recorrência em gestações futuras. O quadro frequentemente está associado à dor incapacitante, a alterações posturais, a úlceras e à necrose cutânea, favorecendo o aparecimento de infecções. Os autores relatam um caso clínico ocorrido em quinta gestação, expondo a conduta da Equipe de Saúde da Família durante o acompanhamento pré-natal e a inibição da lactação com bromocriptina imediatamente após o parto e o preparo para mamoplastia redutora em segundo tempo.

Gigantomastia is a rare clinical condition, with few cases reported in the literature. Although it has an unknown etiology, it has been associated with responses to pregnancy hormones, most frequently in multiparous and Caucasian women. It presents great capacity to recur in future pregnancies. This condition is often associated with disabling pain, postural disorders, ulcers and skin necrosis, leading to breast infections. The authors report one case occurred at the fifth pregnancy, explaining management of the Family Health Team during the prenatal and inhibition of lactation with bromocriptine immediately after childbirth, and breast reduction in preparation for the second time.

La gigantomastia es una rara condición clínica, raramente descrita en la literatura. Aunque de etiología incierta, se ha sido asociada con las respuestas a las hormonas del embarazo, ocurre con mayor frecuencia en mujeres multíparas y las caucásicas. Presenta altas tasas de recurrencia en futuros embarazos. Se asocia a menudo con dolor incapacitante, trastornos posturales, úlceras y necrosis de la piel, favoreciendo la aparición de infecciones. Los autores presentan un caso ocurrido en quinto embarazo, exponiendo la conducta del Equipo de Salud de la Familia durante el prenatal y la inhibición de la lactancia con bromocriptina inmediatamente después del parto y la preparación para el manejo quirúrgico.
Descritores: Complicações na Gravidez
Doenças Mamárias/terapia
Bromocriptina
Mamoplastia
Estratégia Saúde da Família
Tipo de Publ: Estudo Clínico
Responsável: BR408.1 - Biblioteca da Faculdade de Medicina - BFM


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Id: lil-545676
Autor: Menke, Carlos Henrique; Delazeri, Gerson Jacob.
Título: Dor mamária: propedêutica e terapêutica / Breast pain: propaedeutic and therapeutic
Fonte: Femina;37(12):661-666, dez. 2009.
Idioma: pt.
Resumo: Mastalgia é um dos sintomas mais comuns em mulheres, tendo uma prevalência de 41 a 69% e pode se apresentar como um leve desconforto até dor severa, que interfere na qualidade de vida. A principal preocupação das pacientes que consultam por este sintoma é o medo do câncer. Essa é classificada em mastalgia cíclica, acíclica ou extramamária. Cíclica quando se apresenta no período pré-menstrual; na acíclica não há relação com o ciclo e, geralmente, acomete pacientes na pós-menopausa. A extramamária é a dor referida na mama, porém usualmente é de origem musculoesquelética. Na presença de achados clínicos e radiológicos normais, aproximadamente 85% das pacientes melhoram apenas com orientação e tranquilização, não necessitando de medicação. Foi realizada uma revisão sistemática para avaliar as possibilidades terapêuticas e seus níveis de evidência. Os anti-inflamatórios não esteróides tópico, para mastalgia cíclica ou acíclica, e o fitoterâpico Agnus castus, para mastalgia cíclica, demonstraram boa eficácia e tolerabilidade e podem ser usados como medida inicial. O tamoxifeno e o danazol são medicamentos eficazes, porém apresentam mais efeitos colaterais. Para casos especiais, ainda há a alternativa de usar bromocriptina e goserelina. O manejo da dor mamária pode ser sintetizado em três itens: excluir câncer, orientar e tranquilizar ao máximo e medicar ao mínimo.(AU)

Breast pain or mastalgia is one of the most common symptoms in women, with a prevalence ranging from 41 to 69%. It presents as a mild discomfort to severe pain, that interferes with the quality of life. The main concern of patients consulting for this symptom is the fear of cancer. It is classified as cyclical, acyclical or extra-mammary. When presented during the premenstrual period, it is cyclical; acyclical, when not cycle-related and usually affects patients in post-menopausal. Extra-mammary is the breast referred pain, but it is usually of muscle-skeptical origin. In the presence of normal clinical and radiological findings, approximately 85% of patients improve only with reassurance, not requiring medication. A systematic review was performed to assess the therapeutic possibilities and their evidence levels. Topical non-steroidal anti-inflammatory drugs, for cyclic or acyclic mastalgia, and the phytotherapic Agnus castus, for cyclic mastalgia, showed good efficacy and tolerability and can be used as an initial measure. Tamoxifen and danazol are effective drugs, but they present more side effects. For special cases, there is the alternative of using bromocriptin and goserelin. Breast pain management can be summarized in three items: exclude cancer, maximum reassurance and minimum medication.(AU)
Descritores: Mastodinia/classificação
Mastodinia/diagnóstico
Mastodinia/etiologia
Mastodinia/tratamento farmacológico
-Literatura de Revisão como Assunto
Anti-Inflamatórios não Esteroides/uso terapêutico
Bases de Dados Bibliográficas
Gosserrelina/efeitos adversos
Gosserrelina/uso terapêutico
Primula
Agnus castus/uso terapêutico
Bromocriptina/efeitos adversos
Bromocriptina/uso terapêutico
Danazol/efeitos adversos
Danazol/uso terapêutico
Medição da Dor
Tamoxifeno/efeitos adversos
Tamoxifeno/uso terapêutico
Limites: Seres Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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Lemos, Tadeu
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Id: biblio-868121
Autor: Serrano, Alan Indio; Lemos, Tadeu; Bernardo, Noemia Liege M. da Cunha; Vieira, Guilherme Mello; Knoll, Rosalie Kupka; Macarini, Anna Paula G.
Título: Síndromes tóxicas por neurolépticos: protocolo clínico / Toxic syndromes due to neuroleptics: clinical protocol.
Fonte: Florianópolis; Santa Catarina (Estado). Secretaria da Saúde; [2014].
Idioma: pt.
Descritores: Antipsicóticos/efeitos adversos
Antipsicóticos/toxicidade
Protocolos Clínicos
Síndrome Maligna Neuroléptica/diagnóstico
-Bromocriptina/uso terapêutico
Dantroleno/uso terapêutico
Agonistas de Dopamina/uso terapêutico
Síndrome Maligna Neuroléptica/terapia
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Guia de Prática Clínica
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-847417
Autor: Instituto de Evaluación Tecnológica en Salud.
Título: Efectividad y seguridad de pramipexol para el tratamiento de la enfermedad de Parkinson de inicio temprano / Efectividad y seguridad de oxcarbazepina, lacosamida, vigabatrina, topiramato y levetiracetam en pacientes con epilepsia refractaria.
Fonte: s.l; IETS; oct. 2014.
Idioma: es.
Resumo: Antecedentes: Descripción de la condición de salud de interés: La enfermedad de Parkinson es una condición progresiva que afecta aproximadamente a 6 millones de personas alrededor del mundo, lo que la convierte en la segunda enfermedad neurodegenerativa más prevalente. Su aparición es rara en personas menores de 40 años y se incrementa después de esta edad. Se estima una prevalencia de 150-200 por cada 100.000 habitantes a nivel mundial, con cerca del 1.5% de los casos en personas mayores de 65 años y un promedio de inicio de la enfermedad de 62 años. De acuerdo con el estudio EPINEURO en Colombia, hay 4.5 afectados por cada 1.000 personas mayores de 50 años, aproximadamente 180.000 enfermos en el país. Descripción de la tecnología: El Pramipexol es un antiparkinsoniano, agonista dopaminérgico, no derivado del ergot. Indicado en el tratamiento de los signos y síntomas de la enfermedad de Parkinson idiopática, sólo (sin levodopa) o en asociación con levodopa, es decir, durante el curso de la enfermedad, hasta las últimas etapas cuando su efecto desparece o se convierte en irregular y se producen fluctuaciones del efecto terapéutico. Evaluación de efectividad y seguridad: Pregunta de investigación: En pacientes con enfermedad de Parkinson de inicio temprano, ¿cuál es la efectividad y seguridad de pramipexol comparado con bromocriptina y rotigotina, para el control de síntomas y progresión de la enfermedad? La pregunta de investigación fue refinada y validada teniendo en cuenta las siguientes fuentes de información: registro sanitario INVIMA, Acuerdo 029 de 2011 (por el cual se define, aclara y actualiza el Plan Obligatorio de Salud - POS), guías de práctica clínica, reportes de evaluación de tecnologías, revisiones sistemáticas y narrativas de la literatura, estudios de prevalencia/incidencia y carga de enfermedad, consulta con expertos temáticos y otros actores clave. Población: Personas con enfermedad de Parkinson de inicio temprano (menores de 60 años). Tecnología de interés: Pramipexol. Metodología: Búsqueda de literatura, Búsqueda en bases de datos electrónicas. Conclusiones: -Efectividad: no se identificó evidencia directa de efectividad de pramipexol en comparación con bromocriptina o rotigotina. Pramipexol versus bromocriptina no tienen diferencias en efectividad para los desenlaces: discinesia, fluctuaciones motoras y bloqueo (evidencia indirecta). La calidad de la evidencia fue baja (metodología GRADE); -Seguridad: no se identificó evidencia directa de seguridad de pramipexol en comparación con bromocriptina o rotigotina. Pramipexol versus bromocriptina no tienen diferencias en el riesgo de abandono de la terapia (evidencia indirecta).
Descritores: Doença de Parkinson/tratamento farmacológico
-Idade de Início
Bromocriptina/administração & dosagem
Colômbia
Agonistas de Dopamina/administração & dosagem
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Resultado do Tratamento
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Revisão
Relatório Técnico
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Andrade, José Lázaro
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Id: biblio-833548
Autor: Barbosa, Lívia Santana; Rodrigues, Ana Clara Tude; Pereira, Shirlei Novillo; Vieira, Hugo Leonardo Medeiros; Staszko, Kamila Fernanda; Andrade, José Lázaro.
Título: Progressão de Valvopatia Esquerda durante o Uso de Dopaminérgicos / Progression of Left Valve Disease during Use of Dopaminergic Drugs
Fonte: ABC., imagem cardiovasc;30(2):f:77-l:83, abr.-jun. 2017. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: A cabergolina e a bromocriptina são drogas dopaminérgicas derivadas do ergot e utilizadas para tratamento de distúrbios hiperprolactinêmicos idiopáticos ou adenomas hipofisários, cujo mecanismo de ação é decorrente da redução da secreção de prolactina. Alguns relatos na literatura demonstram que a cabergolina pode causar valvopatia após sua administração a longo prazo. Relatamos o caso de um paciente com diagnóstico de macroprolactinoma que fez uso intercalado de cabergolina e bromocriptina e desenvolveu alterações valvares antes inexistentes
Descritores: Bromocriptina/efeitos adversos
Dopaminérgicos/efeitos adversos
Doenças das Valvas Cardíacas/fisiopatologia
-Valva Aórtica/fisiopatologia
Ecocardiografia/métodos
Espectroscopia de Ressonância Magnética/métodos
Valva Mitral/fisiopatologia
Prolactinoma/diagnóstico
Prolactinoma/cirurgia
Limites: Seres Humanos
Masculino
Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-774618
Autor: Mallea-Gil, Maria Susana; Manavela, Marcos; Alfieri, Analia; Ballarino, Maria Carolina; Chervin, Alberto; Danilowicz, Karina; Diez, Sabrina; Day, Patricia Fainstein; García-Basavilbaso, Natalia; Glerean, Mariela; Guitelman, Mirtha; Katz, Débora; Loto, Monica Graciela; Martinez, Marcela; Miragaya, Karina; Moncet, Daniel; Rogozinski, Amelia Susana; Servidio, Marisa; Stalldecker, Graciela; Vitale, Marcelo; Boero, Laura.
Título: Prolactinomas: evolution after menopause
Fonte: Arch. endocrinol. metab. (Online);60(1):42-46, Feb. 2016. graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objetive The aim was to assess the evolution of tumor size and prolactin (PRL) levels in patients with micro and macroprolactinomas diagnosed and treated with dopamine agonists during fertile age, and the effects of suspension of drugs after menopause. Retrospective study, 29 patients with prolactinomas, 22 microadenomas and 7 macroadenomas, diagnosed during their fertile age were studied in their menopause; treatment was stopped in this period. Age at menopause was 49 ± 3.6 years. The average time of treatment was 135 ± 79 months. The time of follow-up after treatment suspension was 4 to 192 months. Results Pre-treatment PRL levels in micro and macroadenomas were 119 ± 57 ng/mL and 258 ± 225 ng/mL, respectively. During menopause after treatment suspension, and at the latest follow-up: in microadenomas PRL levels were 23 ± 13 ng/mL and 16 ± 5.7 ng/mL, respectively; in macroadenomas, PRL levels were 20 ± 6.6 ng/mL 5t5and 25 ± 18 ng/mL, respectively. In menopause after treatment suspension, the microadenomas had disappeared in 9/22 and had decreased in 13/22. In the group of patients whose tumor had decreased, in the latest follow-up, tumors disappeared in 7/13 and remained unchanged in 6/13. In macroadenomas, after treatment suspension 3/7 had disappeared, 3/7 decreased and 1/7 remained unchanged. In the latest control in the 3 patients whose tumor decreased, disappeared in 1/3, decreased in 1/3 and there was no change in the remaining. Conclusions Normal PRL levels and sustained reduction or disappearance of adenomas were achieved in most of patients, probably due to the decrease of estrogen levels. Dopamine agonists might be stopped after menopause in patients with prolactinomas.
Descritores: Adenoma/patologia
Progressão da Doença
Menopausa/sangue
Neoplasias Hipofisárias/patologia
Prolactina/sangue
Prolactinoma/patologia
-Adenoma/sangue
Adenoma/tratamento farmacológico
Bromocriptina/uso terapêutico
Agonistas de Dopamina/uso terapêutico
Ergolinas/uso terapêutico
Neoplasias Hipofisárias/sangue
Neoplasias Hipofisárias/tratamento farmacológico
Prolactinoma/sangue
Prolactinoma/tratamento farmacológico
Estudos Retrospectivos
Resultado do Tratamento
Suspensão de Tratamento
Limites: Adulto
Feminino
Seres Humanos
Meia-Idade
Tipo de Publ: Estudo Multicêntrico
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-713530
Autor: Armijo, Germán; Acuña, Pilar; Sarango, Byron; Tamayo, Carlos; Donoso, Hernán; Sanhueza, Patricio; Sepúlveda, Pablo.
Título: Miocardiopatía periparto: caso clínico / Per partum cardiomyopathy: case report
Fonte: Rev. chil. cardiol;33(1):67-73, 2014. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Se presenta el caso clínico de una mujer de 20 años que presenta insuficiencia cardíaca de rápida instalación, asociada a síntomas de infección respiratoria viral, 9 semanas post parto. Previamente había presentado hipertensión en el puerperio precoz. Se demostró una severa disfunción sistólica (FE 12 por ciento). Se recuperó con medidas convencionales del tratamiento de Insuficiencia cardíaca y finalmente recibió bromocriptina basado en reportes favorables de la literatura respecto del uso de este fármaco. En el control al año de su alta, se mantenía asintomática pero persistía severa disminución de la FE (18 por ciento) y dilatación de cavidades izquierdas. Se revisa la información acerca de esta patología.

A 20 year old woman developed rapidly progressive heart failure 9 weeks after delivery. For a few weeks she was hypertensive. A severe systolic dysfunction with an EF of 12 percent was shown on echocardiography. She recovered on conventional treatment of congestive heart failure. Eventually she received bromocriptine con the basis of favorable literature reports. A follow up control at one year showed an asymptomatic patient, however severe systolic dysfunction with EF 18 percent was still present.
Descritores: Bromocriptina/uso terapêutico
Insuficiência Cardíaca/tratamento farmacológico
Insuficiência Cardíaca
Complicações Cardiovasculares na Gravidez
-Período Pós-Parto
Limites: Seres Humanos
Adulto
Feminino
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL325.1 - Biblioteca


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Id: lil-699570
Autor: Nunes, Aline Regina; Conde, Délio Marques; Sousa, Juarez Antônio de.
Título: Mastalgia cíclica: abordagem clínica / Cyclic mastalgia: clinical approach
Fonte: Rev. bras. mastologia;21(3):135-139, jul.-set. 2011. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: A mastalgia é uma queixa comum nos consultórios de mastologia. Devido à intensidade da dorou pelo medo do câncer de mama, mulheres com mastalgia buscam orientação com o mastologista.Nesse sentido, o mastologista deve estar familiarizado com o tema. Considerando que aqueixa de dor mamária está entre as mais frequentes em mastologia, conduziu-se uma revisão daliteratura, enfatizando-se a abordagem terapêutica da mastalgia.

Mastalgia is a common complaint in mastology offices. Women who are experiencing mastalgia seekclarification with the breast cancer specialist due to the intensity of the pain or because they fear breastcancer. Therefore, the specialist shall understand such issue. Considering that the complaint concerningbreast pain is one of the most frequent complaints in mastology, a literature review was carried outemphasizing the therapeutic approach of mastalgia.
Descritores: Ácido gama-Linolênico/uso terapêutico
Borago
Bromocriptina/uso terapêutico
Danazol/uso terapêutico
Doenças Mamárias/terapia
Gonadotropinas/uso terapêutico
Lisurida/uso terapêutico
Mastodinia/terapia
Primula
Tamoxifeno/uso terapêutico
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-687199
Autor: Cuevas, José Luis; Fernández, Verónica; Rojas, David; Wohllk, Nelson; González, Óscar; Torche, Esteban.
Título: Resultados visuales en pacientes con macroprolactinoma tratados con agonistas de dopamina / Visual outcome in patients with macroprolactinoma treated with dopamine agonists
Fonte: Rev. méd. Chile;141(6):687-694, jun. 2013. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Background: Dopamine agonists (DA) effectively reduce tumor size of macroprolactinomas, with the consequent improvement of eventual visual impairment. Aim: To study the visual outcomes in patients with macroprolactinoma treated with DA. Material and Methods: Retrospective cohort study which included patients with macroprolactinoma controlled at a Neuro-endocrinology and Neuro-ophthalmology Department between 1997'and2011, and treated exclusively with DA (bromocriptine or cabergoline). Patients who were operated or had previous radiotherapy and those with an incomplete follow up, were excluded. We analyzed and compared the visual status before and after the beginning of DA treatment. Results: Thirty one patients aged 8 to 59years, were included. Eighteen patients (58%) had visual impairment at the moment of diagnosis (group 1) and 13 had no alterations (group 2). Mean follow up was 36.5 months. Fifteen patients from group 1 (83%) had visual improvement, two remained stable (11 %) and one had a visual deterioration (6%). In group 2, only one non-compliant patient had a visual deterioration. Conclusions: DAs are effective in the management of neuro-ophthalmic complications associated to macroprolactinomas and should be considered asfirst choice therapy in these tumors.
Descritores: Bromocriptina/uso terapêutico
Agonistas de Dopamina/uso terapêutico
Ergolinas/uso terapêutico
Prolactinoma/complicações
Transtornos da Visão/tratamento farmacológico
Transtornos da Visão/etiologia
-Imagem por Ressonância Magnética
Prolactinoma/cirurgia
Estudos Retrospectivos
Acuidade Visual
Campos Visuais
Limites: Adolescente
Adulto
Criança
Feminino
Seres Humanos
Masculino
Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-617561
Autor: Suárez, M; Llano, M; Azaretzky, M; Sequera, A; Ruibal, G; Boquete, H; Fideleff, H.
Título: Hiperprolactinemia en la población infantojuvenil: un tema vigente / Hyperprolactinaemia in child an adolescent population: a current issue
Fonte: Rev. Soc. Argent. Ginecol. Infanto Juvenil;16(3):162-169, 2009.
Idioma: es.
Resumo: La hiperprolactinemia constituye la altelaración endocrina más común del eje hipotálamo-hipofisario, aunque su prevalencia en la población infantojuvenil no está aún claramente definida. Además de la Prolactina (PRL) nativa (23Kda), se han descripto numerosas variantes moleculares, algunas de ellas con menor o ausente actividad biológica. Todo proceso que interrumpa la secreción de dopamina, interfiera con su liberación hacia los vasos portales hipofisarios o bloquee los receptores dopaminérgicos de las células lactotróficas, puede causar hiperprolactinemia. Si bien la patología tumoral constituye el diagnóstico de mayor relevancia, los prolactinomas son poco frecuentes en nios y adolescentes, aunque tienen en general una particular presentación clínica: de acuerdo con nuestra experiencia, el retraso puberal puede observarse en aproximadamente el 50% de las pacientes de sexo femenino. En pacientes con hiperprolactinemia asintomática debe evaluarse la presencia de proporciones alteradas de isoformas de PRL. La cromatografía en columna con sephadex G100, la precipitación con suspención de proteína A o con PEG y la ultracentrifugación constituyen los métodos más frecuentemente empleados para la detección de las distintas isoformas de PRL. En nuestra experiencia la B PRL constituyó el 6,6 - 32,6% de la PRL total y la BB PRL contituyó el 40 y el 72% de çesta en este gruo de pacientes. En cuanto al tratamiento por su efectividad y tolerancia, los agonistas dopaminérgicos constituyen la terapia inicial de elección en pacientes en edad pediátrica. La bromocriptina y la cabergolina han sido empleadas y con resultados similares a los de los pacientes adultos.
Descritores: Agonistas de Dopamina/administração & dosagem
Hiperprolactinemia/diagnóstico
Hiperprolactinemia/etiologia
Hiperprolactinemia/tratamento farmacológico
Prolactina/fisiologia
-Bromocriptina/administração & dosagem
Imagem por Ressonância Magnética
Neoplasias Hipofisárias/diagnóstico
Pergolida/administração & dosagem
Limites: Seres Humanos
Adolescente
Criança
Responsável: AR144.1 - CIBCHACO - Centro de Información Biomedica del Chaco



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