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Id: biblio-1161320
Autor: Siufi, Angel; Boada, Nancy.
Título: Síndrome de abstinencia neonatal / Neonatal narcotic with drawal
Fonte: Clin. perinatol. argent;1:41-94, 1999-2000. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Naloxona/uso terapêutico
Síndrome de Abstinência Neonatal/diagnóstico
Síndrome de Abstinência Neonatal/etiologia
Síndrome de Abstinência Neonatal/tratamento farmacológico
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/complicações
Ópio/efeitos adversos
-Cannabis/efeitos adversos
Clonidina/uso terapêutico
Clorpromazina/uso terapêutico
Diazepam/uso terapêutico
Dietilamida do Ácido Lisérgico/efeitos adversos
Etanol/efeitos adversos
Fenobarbital/uso terapêutico
Metadona/uso terapêutico
Morfina/efeitos adversos
Recém-Nascido
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/epidemiologia
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/fisiopatologia
Limites: Feminino
Humanos
Gravidez
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Guia de Prática Clínica
Revisão
Responsável: AR144.1 - CIBCHACO - Centro de Información Biomedica del Chaco


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Id: lil-755133
Autor: Brião, Fabio Ferreira da Cunha; Horta, Marcio Leal; Horta, Bernardo Lessa; Barros, Guilherme Antônio Moreira de; Behrensdorf, Ana Paula; Severo, Ingrid; Nunes, Mariana Antunes; Boabaid, Roberta; Real, André.
Título: Comparison of droperidol and ondansetron prophylactic effect on subarachnoid morphine-induced pruritus / Comparação dos efeitos profiláticos do droperidol e do ondansetron sobre o prurido provocado pela morfina subaracnoidea / Comparación de los efectos profilácticos del droperidol y del ondansetrón sobre el prurito provocado por la morfina subaracnoidea
Fonte: Rev. bras. anestesiol;65(4):244-248, July-Aug. 2015. tab, ilus.
Idioma: en.
Resumo: BACKGROUND AND OBJECTIVES:

The prophylactic effect of ondansetron on subarachnoid morphine-induced pruritus is controversial, while evidence suggests that droperidol prevents pruritus. The aim of this study is to compare the effects of droperidol and ondansetron on subarachnoid morphine-induced pruritus.

METHODS:

180 ASA I or II patients scheduled to undergo cesarean sections under subarachnoid anesthesia combined with morphine 0.2 mg were randomized to receive, after the child's birth, metoclopramide 10 mg (Group I - control), droperidol 2.5 mg (Group II) or ondansetron 8 mg (Group III). Postoperatively, the patients were assessed for pruritus (absent, mild, moderate or severe) or other side effects by blinded investigators. Patients were also blinded to their group allocation. The tendency to present more severe forms of pruritus was compared between groups. NNT was also determined.

RESULTS:

Patients assigned to receive droperidol [Proportional odds ratio: 0.45 (95% confidence interval 0.23-0.88)] reported less pruritus than those who received metoclopramide. Ondansetron effect was similar to metoclopramide [Proportional odds ratio: 0.95 (95% confidence interval 0.49-1.83)]. The NNT for droperidol and ondansetron was 4.0 and 14.7, respectively.

CONCLUSIONS:

Ondansetron does not inhibit subarachnoid morphine-induced pruritus.

.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS:

O efeito profilático do ondansetron sobre prurido provocado pela morfina subaracnoidea é controverso, enquanto evidências sugerem que o droperidol previne o prurido. O objetivo do presente trabalho é comparar o efeito do droperidol com o do ondansetron sobre o prurido provocado pela morfina subaracnoidea.

MÉTODOS:

180 pacientes ASA I ou II programadas para serem submetidas a cesarianas sob anestesia subaracnoidea à qual foram acrescentados 0,2 mg de morfina foram divididas aleatoriamente para receber, logo após o nascimento da criança, 10 mg de metoclopramida (grupo I - controle), 2,5 mg de droperidol (grupo II),ou 8 mg de ondansetron (grupo III). No período pós-operatório as pacientes foram avaliadas quanto ao prurido (ausente, leve, moderado ou intenso) ou outros efeitos colaterais por observadores que não sabiam a alocação das pacientes. As pacientes também não sabiam da sua alocação. Os grupos foram comparados pela sua tendência a apresentar formas mais severas de prurido. Também determinamos o NNT.

RESULTADOS:

As pacientes alocadas para receber droperidol [Odds RatioProporcional: 0,45 (Intervalo de Confiança de 95% 0,23 - 0,88)] relataram menos prurido do que as que receberam metoclopramida. O efeito do ondansetron foi semelhante ao da metoclopramida [Odds Ratio Proporcional: 0,95 (Intervalo de Confiança de 95% 0,49 - 1,83)]. O NNT do droperidol foi 4,0 e o do ondansetron foi 14,7.

CONCLUSÕES:

O ondansetron não inibiu o prurido provocado pela morfina subaracnoidea.

.

JUSTIFICACIÓN Y OBJETIVOS:

El efecto profiláctico del ondansetrón sobre el prurito provocado por la morfina subaracnoidea es controvertido, mientras las evidencias nos muestran que el droperidol previene el prurito. El objetivo del presente trabajo es comparar el efecto del droperidol con el del ondansetrón sobre el prurito provocado por la morfina subaracnoidea.

MÉTODOS:

Ciento ochenta pacientes ASA I o II programadas para someterse a cesáreas bajo anestesia subaracnoidea a la cual se le añadió 0,2 mg de morfina fueron divididas aleatoriamente para recibir, inmediatamente después del nacimiento del niño, 10 mg de metoclopramida (grupo I-control), 2,5 mg de droperidol (grupo II) u 8 mg de ondansetrón (grupo III). En el período postoperatorio las pacientes fueron evaluadas en cuanto al prurito (ausente, leve, moderado o intenso) u otros efectos colaterales por observadores que no sabían nada respecto de la ubicación de las pacientes. Las pacientes tampoco conocían su propia ubicación. Los grupos fueron comparados por su tendencia a presentar formas más severas de prurito. También se determinó el NNT.

RESULTADOS:

Las pacientes aleatorizadas para recibir droperidol (odds ratioproporcional: 0,45 [intervalo de confianza del 95%: 0,23-0,88]) relataron menos prurito que las que recibieron metoclopramida. El efecto del ondansetrón fue similar al de la metoclopramida (odds ratio proporcional: 0,95 [intervalo de confianza del 95%: 0,49-1,83-+). El NNT del droperidol fue 4 y el del ondansetrón 14,7.

CONCLUSIONES:

El ondansetrón no inhibió el prurito provocado por la morfina subaracnoidea.

.
Descritores: Prurido/prevenção & controle
Ondansetron/uso terapêutico
Droperidol/uso terapêutico
Morfina/efeitos adversos
-Prurido/induzido quimicamente
Cesárea/métodos
Método Duplo-Cego
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/efeitos adversos
Anestesia Obstétrica/efeitos adversos
Anestesia Obstétrica/métodos
Metoclopramida/uso terapêutico
Morfina/administração & dosagem
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Adulto
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-777405
Autor: Meco, Basak Ceyda; Bermede, Onat; Vural, Cagil; Cakmak, Atil; Alanoglu, Zekeriyya; Alkis, Neslihan.
Título: A comparison of two different doses of morphine added to spinal bupivacaine for inguinal hernia repair / Comparação de duas doses diferentes de morfina adicionadas à bupivacaína em raquianestesia para herniorrafia inguinal
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(2):140-144, Mar.-Apr. 2016. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT BACKGROUND AND OBJECTIVES: The aim of this study was to compare the effects of two different doses of intrathecal morphine on postoperative analgesia, postoperative first mobilization and urination times and the severity of side effects. METHODS: After Institutional Ethical Committee approval, 48 ASA I-II patients were enrolled in this randomized double-blinded study. Spinal anesthesia was performed with 0.1 mg (Group I, n = 22) or 0.4 mg (Group II, n = 26) ITM in addition to 7.5 mg heavy bupivacaine. The first analgesic requirement, first mobilization and voiding times, and postoperative side effects were recorded. Statistical analyses were performed using SPSS 15.0 and p < 0.05 was considered as statistically significant. The numeric data were analyzed by thet-test and presented as mean ± SD. Categorical data were analyzed with the chi-square test and expressed as number of patients and percentage. RESULTS: Demographic data were similar among groups. There were no differences related to postoperative pain, first analgesic requirements, and first mobilization and first voiding times. The only difference between two groups was the vomiting incidence. In Group II 23% (n = 6) of the patients had vomiting during the first postoperative 24 h compared to 0% in Group I (p = 0.025). CONCLUSION: For inguinal hernia repairs, the dose of 0.1 mg of ITM provides comparable postoperative analgesia with a dose of 0.4 mg, with significantly lower vomiting incidence when combined with low dose heavy bupivacaine.

RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Comparar os efeitos de duas doses diferentes de morfina intratecal (MIT) sobre a analgesia no pós-operatório, os tempos até a primeira mobilização e micção no pós-operatório e a gravidade dos efeitos colaterais. MÉTODOS: Após a aprovação do Comitê de Ética Institucional, 48 pacientes com estado físico ASA I-II foram incluídos neste estudo randômico e duplo-cego. A raquianestesia foi feita com 0,1 mg (Grupo I, n = 22) ou 0,4 mg (Grupo II, n = 26) de MIT adicionados a 7,5 mg de bupivacaína hiperbárica. Os tempos até a primeira necessidade de analgésico, mobilização e micção e os efeitos colaterais no pós-operatório foram registrados. As análises estatísticas foram feitas com o programa SPSS 15.0 e p < 0,05 foi considerado estatisticamente significativo. Os dados numéricos foram analisados com o teste t e expressos como média ± DP. Os dados categóricos foram analisados com o teste do qui-quadrado e expressos como número de pacientes e porcentagem. RESULTADOS: Os dados demográficos foram semelhantes entre os grupos. Não houve diferenças em relação à dor, aos tempos até a primeira necessidade de analgésicos, à primeira mobilização e primeira micção. A única diferença entre os dois grupos foi a incidência vômito. No Grupo II, 23% (n = 6) das pacientes apresentaram vômito durante as primeiras 24 horas de pós-operatório, em comparação com 0% no Grupo I (p = 0,025). CONCLUSÃO: Para herniorrafia inguinal, a dose de 0,1 mg de MIT fornece analgesia comparável à dose de 0,4 mg, com uma incidência de vômito significativamente menor quando combinada com uma dose baixa de bupivacaína hiperbárica.
Descritores: Bupivacaína/administração & dosagem
Hérnia Inguinal/cirurgia
Raquianestesia/métodos
Morfina/administração & dosagem
-Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Dor Pós-Operatória/epidemiologia
Vômito/epidemiologia
Método Duplo-Cego
Seguimentos
Relação Dose-Resposta a Droga
Herniorrafia/métodos
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/efeitos adversos
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Pessoa de Meia-Idade
Morfina/efeitos adversos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1121140
Autor: González, Ramón; García, Romagle.
Título: Eficacia analgésica de la combinación morfina/dexketoprofeno versus morfina/paracetamol en pacientes sometidos a cirugía de miembros inferiores / Analgesic efficiency of the combination morphine/dexketoprofen versus morphine/paracetamol in patients admitted for lower limb surgery
Fonte: Bol. méd. postgrado;34(1):7-12, Ene-Jun. 2018. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: En cirugía traumatológica y ortopédica se han propuesto la combinación de distintos analgésicos y/o técnicas analgésicas para el tratamiento del dolor postoperatorio. Por esta razón, se realizó un ensayo clínico controlado, no ciego, con una muestra de 40 pacientes cuyo objetivo fue determinar la eficacia analgésica de la combinación Morfina/Dexketoprofeno versus Morfina/Paracetamol en pacientes sometidos a cirugía de miembros inferiores en el Servicio de Traumatología y Ortopedia del Hospital Central Universitario Dr. Antonio María Pineda. Los pacientes fueron distribuidos aleatoriamente en dos grupos: grupo M/D a quienes se les administró 100 mcg de morfina y 50 mg de dexketoprofeno y grupo M/P quienes recibieron 100 mcg de morfina y 1 gr de paracetamol. Ambos grupos reportaron ausencia de dolor en las primeras 6 horas, a las 18 horas 80% del grupo M/D y 100% del grupo M/P mostraron ausencia del dolor mientras que a las 24 horas ambos grupos reportaron dolor leve. Sólo 35% de los pacientes del grupo M/D recibió analgesia de rescate. Los efectos adversos fueron observados en 15% del grupo M/D y 5% del grupo M/P. Las combinaciones Morfina/Dexketoprofeno y Morfina/Paracetamol son seguras y eficaces para disminuir el dolor postoperatorio de los pacientes sometidos a cirugía de miembros inferiores, no obstante este último no requiere analgesia de rescate y los efectos adversos son menores(AU)

In trauma and orthopedic surgery, combination of different analgesics and/or analgesic techniques has been used for treatment of pain after surgery. For this reason, a clinical controlled study with 40 patients was performed to test the analgesic efficiency of the combination Morphine/Dexketoprofen versus Morphine/Paracetamol in patients admitted for lower limb surgery at the Service of Orthopedic Surgery and Orthopedics of the Hospital Central Universitario Dr. Antonio María Pineda. Patients were distributed in two groups: Group M/D which received 100 mcg of morphine and 100 mg of Dexketoprofen and Group M/P which received 100 mcg of morphine and 1 gr of paracetamol. Both groups did not show pain in the first 6 hours, 18 hours post surgery 80% of group M/D and 100% of the group M/P showed absence of pain while 24 hours after both groups reported slight pain. Only 35% of patients of group M/D received rescue analgesia; 15 % of group M/D and 5 % of group M/P showed minor adverse effects. The combination Morphine/Dexketoprofen and Morphine/Paracetamol are effective and safe in diminishing post operatory pain in patients submitted for lower limb surgery; nevertheless, the latter does not need rescue analgesia and has minor adverse effects(AU)
Descritores: Traumatologia
Cetoprofeno
Procedimentos Ortopédicos
Acetaminofen
Morfina/uso terapêutico
-Dor Pós-Operatória
Anti-Inflamatórios não Esteroides
Analgesia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Id: biblio-897824
Autor: Carvalho, Ana Carolina; Sebold, Fábio Jean Goulart; Calegari, Patrícia Mello Garcia; Oliveira, Benhur Heleno de; Schuelter-Trevisol, Fabiana.
Título: Comparison of postoperative analgesia with methadone versus morphine in cardiac surgery / Comparação da analgesia pós-operatória com uso de metadona versus morfina em cirurgia cardíaca
Fonte: Rev. bras. anestesiol;68(2):122-127, Mar.-Apr. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Pain is an aggravating factor of postoperative morbidity and mortality. The aim of this study was to compare the effects of methadone versus morphine using the numerical rating scale of pain and postoperative on-demand analgesia in patients undergoing myocardial revascularization. Method: A randomized, double-blind, parallel clinical trial was performed with patients undergoing coronary artery bypass grafting. The subjects were randomly divided into two groups: morphine group and methadone group. At the end of cardiac surgery, 0.1 mg.kg−1 adjusted body weight of methadone or morphine was administered intravenously. Patients were referred to the ICU, where the following was assessed: extubation time, time to first analgesic request, number of analgesic and antiemetic drug doses within 36 h, numerical pain scale at 12, 24, and 36 h postoperatively, and occurrence of adverse effects. Results: Each group comprised 50 patients. Methadone showed 22% higher efficacy than morphine as it yielded a number-needed-to-treat score of 6 and number-needed-to-harm score of 16. The methadone group showed a mean score of 1.9 ± 2.2 according to the numerical pain scale at 24 h after surgery, whereas as the morphine group showed a mean score of 2.9 ± 2.6 (p = 0.029). The methadone group required less morphine (29%) than the morphine group (43%) (p = 0.002). However, the time to first analgesic request in the postoperative period was 145.9 ± 178.5 min in the methadone group, and 269.4 ± 252.9 in the morphine group (p = 0.005). Conclusions: Methadone was effective for analgesia in patients undergoing coronary artery bypass grafting without extracorporeal circulation.

Resumo Justificativa e objetivos: A dor é fator agravante da morbidade e mortalidade pós-operatória. O objetivo foi comparar o efeito da metadona versus morfina quanto à dor e demanda de analgesia pós-operatória em pacientes submetidos à revascularização do miocárdio. Método: Ensaio clínico randomizado, duplo-cego, em paralelo. Pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio foram randomizados por blocos em dois grupos: Grupo Morfina (Gmo) e Grupo Metadona (Gme). No fim da cirurgia cardíaca, 0,1 mg.Kg−1 peso corrigido de metadona ou morfina foi administrado por via venosa. Os pacientes foram levados à UTI, onde foram avaliados o tempo até a extubação e a necessidade do primeiro analgésico, o número de doses necessárias de analgésicos e antieméticos em 36 horas, a escala numérica de dor em 12, 24 e 36 horas após a cirurgia e a ocorrência de efeitos adversos. Resultados: Foram incluídos 50 pacientes em cada grupo. A metadona apresentou eficácia 22% maior do que a morfina com Number Needed to Treat(NNT) de 6 e Number Needed to Harm(NNH) de 16. Gme apresentou média de dor pela escala numérica em 24 horas após o procedimento de 1,9 ± 2,2 em comparação com o Gmo, cuja média foi de 2,9 ± 2,6 (p= 0,029). O Gme necessitou de menos morfina de resgate 29% do que o grupo Gmo 43% (p= 0,002). Entretanto, o tempo até a necessidade de analgésico no pós-operatório foi de 145,9 ± 178,5 minutos no Grupo Gme e de 269,4 ± 252,9 no Gmo (p= 0,005). Conclusões: A metadona mostrou-se eficiente para a analgesia em cirurgias cardíacas de revascularização do miocárdio sem circulação extracorpórea.
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Ponte de Artéria Coronária
Analgesia Controlada pelo Paciente
Manejo da Dor/métodos
Analgésicos Opioides/uso terapêutico
Metadona/uso terapêutico
Morfina/uso terapêutico
-Dor Pós-Operatória/diagnóstico
Medição da Dor
Método Duplo-Cego
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1003406
Autor: Biçer, Cihangir; Ünalan, Esra Nur; Aksu, Recep; Önal, Ömer; Güneş, Işın.
Título: Addition of dexmedetomidine to bupivacaine in ultrasonography-guided paravertebral blockade potentiates postoperative pain relief among patients undergoing thoracotomy / Adição de dexmedetomidina à bupivacaína em bloqueio paravertebral guiado por ultrassom potencializa o alívio da dor pós-operatória em pacientes submetidos à toracotomia
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(2):144-151, Mar.-Apr. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Research Fund of the Erciyes University.
Resumo: Abstract Background and objective: Thoracic paravertebral blockade is an alternative regional technique for comforting post-thoracotomy pain, thereby decreasing opioid consumption, postoperative nausea and vomiting, dizziness, respiratory depression and health care costs. The objective of this study was to investigate the effects of bupivacaine and bupivacaine plus dexmedetomidine on postoperative pain score and analgesic consumption in thoracotomy patients who had undergone ultrasonography-guided paravertebral blockade. Material and method: 93 ASA I-II patients aged 18-65 years were included in the study and scheduled for thoracic surgery. Prior to anesthesia induction, the paravertebral blockade procedure was performed by an anesthetist with ultrasonography. Cases were randomly stratified into three groups. The paravertebral blockade procedure was performed with 20 mL 0.5% bupivacaine injection in Group B (n = 31) and 20 mL 0.5% bupivacaine + 1 mL dexmedetomidine (100 µg) injection in Group BD. Group C received postoperative i.v. morphine via patient-controlled analgesia without paravertebral blockade. Post-operative pain scores were recorded in the recovery room and post-operatively using a VAS. Hemodynamic parameters, adverse effects and morphine consumption were also recorded. Results: No significant difference was determined between Group B and Group C regarding intra-operative adverse effects such as bradicardia and hypotension, while these adverse effects were significantly higher in Group BD (p = 0.04). VAS scores with rest and upon movement were significantly lower in Group BD compared to Group C (p < 0.001). Total morphine consumption was significantly lower in both Group B and Group BD in comparison with Group C (p < 0.001). In Group BD, HR and MAP were lower, but this was not clinically significant (p < 0.05). Conclusion: The addition of dexmedetomidine to bupivacaine lowers postoperative pain scores and morphine consumption in thoracotomy patients who receive ultrasonography guided paravertebral blockade.

Resumo Justificativa e objetivo: O bloqueio paravertebral torácico é uma técnica regional opcional para o alívio da dor pós-toracotomia, deste modo diminui o consumo de opioides, náuseas e vômitos no pós-operatório, tontura, depressão respiratória e custos com saúde. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos de bupivacaína isolada e bupivacaína + dexmedetomidina no escore de dor pós-operatória e no consumo de analgésicos em pacientes submetidos à toracotomia sob bloqueio paravertebral guiado por ultrassom. Material e método: Noventa e três pacientes, ASA I-II, com idades entre 18 e 65 anos, foram incluídos no estudo e programados para cirurgia torácica. Antes da indução anestésica, o procedimento de bloqueio paravertebral foi realizado por um anestesista com o uso de ultrassom. Os casos foram estratificados aleatoriamente em três grupos. O procedimento de bloqueio paravertebral foi realizado com injeção de 20 mL de bupivacaína a 0,5% no Grupo B (n = 31) e de 20 mL de bupivacaína a 0,5% + 1 mL de dexmedetomidina (100 µg) no Grupo BD. O Grupo C recebeu morfina intravenosa via analgesia controlada pelo paciente sem bloqueio paravertebral. Os escores de dor pós-operatória foram registrados na sala de recuperação e no pós-operatório usando a escala VAS. Parâmetros hemodinâmicos, efeitos adversos e consumo de morfina também foram registrados. Resultados: Não houve diferença significativa entre os grupos B e C em relação a efeitos adversos intraoperatórios, como bradicardia e hipotensão, enquanto esses efeitos adversos foram significativamente maiores no Grupo BD (p = 0,04). Os escores VAS em repouso e movimento foram significativamente menores no Grupo BD em relação ao Grupo C (p < 0,001). O consumo total de morfina foi significativamente menor nos grupos B e BD em comparação com o Grupo C (p < 0,001). No Grupo BD, a frequência cardíaca e a pressão arterial média foram menores, mas esse resultado não foi clinicamente significativo (p < 0,05). Conclusão: A adição de dexmedetomidina à bupivacaína reduz os escores de dor pós-operatória e o consumo de morfina em pacientes submetidos à toracotomia sob bloqueio paravertebral guiado por ultrassom.
Descritores: Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Bupivacaína/administração & dosagem
Dexmedetomidina/administração & dosagem
Bloqueio Nervoso/métodos
-Toracotomia/métodos
Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Analgesia Controlada pelo Paciente/métodos
Ultrassonografia de Intervenção/métodos
Analgésicos não Entorpecentes/administração & dosagem
Sinergismo Farmacológico
Quimioterapia Combinada
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Pessoa de Meia-Idade
Morfina/administração & dosagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1013414
Autor: Monje, Beatriz; Giménez-Manzorro, Álvaro; Ortega-Navarro, Cristina; Herranz-Alonso, Ana; Sanjurjo-Sáez, María.
Título: Trends in hospital consumption of analgesics after the implementation of a pain performance improvement plan / Tendências no consumo hospitalar de analgésicos após a implantação de plano de melhoria do controle da dor
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(3):259-265, May-June 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: Pain management committee established a pain performance improvement plan in 2012. Objectives: The aim of the study was to assess the trends in analgesic consumption in a tertiary teaching hospital and the associated economic impact. Methods: A descriptive, retrospective study was conducted between 2011 and 2015. The analysis included: anti-inflammatory and antirheumatic products non-steroids, opioid analgesics and other analgesics and antipyretics. Data are converted into DDD/100 bed-days to analyze consumption trends. Main outcome measure: assessment of the analgesic consumption after the implementation of a pain performance improvement plan. Results: Overall, non-steroidal anti-inflammatory and antirheumatic products consumption decreased in 24.8 DDD/100 bed-days (-28.3%), accounting for most of the total analgesic consumption decrease (-13%) and total cost (-44.3%). Opioid consumption increased markedly from 22.3 DDD/100 bed-days in 2011 to 26.5 DDD/100 bed-days in 2015 (+18.9%). In 2011, the most consumed opioid was morphine (8.6 DDD/100 bed-days). However, there was an increasing trend in fentanyl consumption (from 8.1 to 12.1 DDD/100 bed-days in 2015), which resulted in fentanyl replacing morphine from the most consumed opioid in 2015 (12.1 DDD/100 bed-days). In 2015, the group of other analgesics and antipyretics represented 46.2% of the total analgesic consumption. Acetaminophen was the most commonly consumed analgesic drug (53.2 DDD/100 bed-days in 2015) and had the highest total cost, it represented 55.4% of the overall cost in 2015. Conclusion: Opioid consumption showed an increasing trend during the 5 year period, with fentanyl replacing morphine as the most used opioid. In general, analgesics diminished use was due to the decreasing trend of consumption of non-steroidal anti-inflammatory and antirheumatic products.

Resumo Justificativa: A Comissão para o Manejo da Dor estabeleceu um plano de melhoria no controle da dor em 2012. Objetivo: Avaliar as tendências do consumo de analgésicos em um hospital de ensino terciário e o impacto econômico associado. Métodos: Estudo descritivo, retrospectivo, feito entre 2011 e 2015. A análise incluiu: produtos anti-inflamatórios e antirreumáticos não esteroides, analgésicos opioides e outros analgésicos e antipiréticos. Os dados foram convertidos em DDD/100 leitos-dia para analisar as tendências de consumo. Principal medida do desfecho: avaliação do consumo de analgésicos após o estabelecimento de um plano de melhoria no controle da dor. Resultados: O consumo total de produtos anti-inflamatórios e antirreumáticos não esteroides diminuiu em 24,8 DDD/100 leitos-dia (-28,3%), representando a maior parte da redução total do consumo de analgésicos (-13%) e o custo total (-44,3%). O consumo global de opioides aumentou acentuadamente de 22,3 DDD/100 leitos-dia em 2011 para 26,5 DDD/100 leitos-dia em 2015 (+18,9%). Em 2011, o opioide mais consumido foi a morfina (8,6 DDD/100 leitos-dia). No entanto, houve uma tendência crescente no consumo de fentanil (de 8,1 para 12,1 DDD/100 leitos-dia em 2015), o que resultou na substituição de morfina por fentanil como o opioide mais consumido em 2015 (12,1 DDD/100 leitos-dia). Em 2015, o grupo dos outros analgésicos e antipiréticos representou 46,2% do consumo total de analgésicos. Acetaminofeno foi o analgésico mais consumido (53,2 DDD/100 leitos-dia em 2015) e teve o maior custo total, representou 55,4% do custo total em 2015. Conclusão: O consumo de opioides mostrou uma tendência crescente durante o período de cinco anos, fentanil substituiu morfina como o opioide mais usado. Em geral, o uso diminuído de analgésicos foi devido à tendência decrescente do consumo de produtos anti-inflamatórios e antirreumáticos não esteroides.
Descritores: Dor/tratamento farmacológico
Analgésicos/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Anti-Inflamatórios/administração & dosagem
-Anti-Inflamatórios não Esteroides/administração & dosagem
Fentanila/administração & dosagem
Estudos Retrospectivos
Antirreumáticos/administração & dosagem
Relação Dose-Resposta a Droga
Uso de Medicamentos/tendências
Hospitais de Ensino
Morfina/administração & dosagem
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1042000
Autor: Menezes, Daniel C; Vidal, Edison I. O; Costa, Cesar M; Mizubuti, Glenio B; Ho, Anthony M. H; Barros, Guilherme A. M; Fukushima, Fernanda B.
Título: Sufentanil during anesthetic induction of remifentanil-based total intravenous anesthesia: a randomized controlled trial / Sufentanil durante a indução da anestesia intravenosa total à base de remifentanil: ensaio clínico randômico
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(4):327-334, July-Aug. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: FAPESP.
Resumo: Abstract Background Postoperative pain represents an important concern when remifentanil is used for total intravenous anesthesia because of its ultrashort half-life. Longer acting opioids, such as sufentanil, have been used during induction of remifentanil-based total intravenous anesthesia as a means to overcome this shortcoming. However, the effectiveness and safety of such strategy still lacks evidence from randomized clinical trials. Hence, we aimed to assess the postoperative analgesic efficacy and safety of a single dose of sufentanil administered during the induction of remifentanil-based total intravenous anesthesia. Methods Forty patients, scheduled for elective open abdominal surgery, were randomized to receive remifentanil-based total intravenous anesthesia with or without a single dose of sufentanil upon induction. We assessed the postoperative morphine consumption administered through a patient-controlled analgesia pump. Self-reported pain scores and the occurrence of nausea, vomiting, pruritus, agitation, somnolence and respiratory depression were also assessed up to 2 days after surgery. Results The mean difference between the sufentanil and control groups regarding morphine consumption in the post-anesthetic care unit and at 12, 24 and 48 h after surgery were -7.2 mg (95%CI: -12.5 to -2.1, p < 0.001), -3.9 mg (95%CI: -11.9 to 4.7, p = 0.26), -0.6 mg (95%CI: (-12.7 to 12.7, p = 0.80), and -1.8 mg (95%CI: (-11.6 to 15.6, p = 0.94), respectively. Neither self-reported pain nor the incidence of adverse events were significantly different between groups at any time point. Conclusion Our findings suggest that the administration of sufentanil during induction of remifentanil-based total intravenous anesthesia is associated with decreased early postoperative opioid consumption.

Resumo Justificativa A dor pós-operatória é uma grande preocupação quando o remifentanil é usado para anestesia intravenosa total devido à sua meia-vida ultracurta. Os opioides de ação mais longa, como o sufentanil, têm sido usados durante a indução de anestesia intravenosa total à base de remifentanil como um meio de superar essa deficiência. Porém, a eficácia e segurança de tal estratégia ainda precisam de evidências advindas de ensaios clínicos randômicos. Portanto, objetivamos avaliar a eficácia analgésica e a segurança pós-operatória de uma dose única de sufentanil administrada durante a indução de anestesia intravenosa total à base de remifentanil. Métodos Quarenta pacientes eletivamente agendados para cirurgia abdominal aberta foram randomizados para receber anestesia intravenosa total à base de remifentanil, com ou sem uma dose única de sufentanil, após a indução da anestesia. Avaliamos o consumo de morfina no pós-operatório, administrado através de uma bomba de analgesia controlada pelo paciente. Os escores de dor autorrelatados e a ocorrência de náusea, vômito, prurido, agitação, sonolência e depressão respiratória também foram avaliados até dois dias após a cirurgia. Resultados A diferença média entre os grupos sufentanil e controle em relação ao consumo de morfina em sala de recuperação pós-anestesia e após 12, 24 e 48 horas da cirurgia foi de -7,2 mg (IC 95%: -12,5 a -2,1, p < 0,001), -3,9 mg (IC 95%: -11,9 a 4,7, p = 0,26), -0,6 mg (IC 95%: (-12,7 a 12,7, p = 0,80) e -1,8 mg (IC 95%: -11,6 para 15,6, p = 0,94), respectivamente. Não houve diferença significativa tanto nos escores de dor autorrelatados, quanto na incidência de eventos adversos entre os grupos. Conclusão Nossos achados sugerem que a administração de sufentanil durante a indução de anestesia intravenosa total à base de remifentanil está associada à redução do consumo de opioides no pós-operatório imediato.
Descritores: Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Sufentanil/administração & dosagem
Remifentanil/administração & dosagem
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Anestesia Intravenosa/métodos
-Fatores de Tempo
Método Duplo-Cego
Analgesia Controlada pelo Paciente/estatística & dados numéricos
Sufentanil/efeitos adversos
Remifentanil/efeitos adversos
Pessoa de Meia-Idade
Morfina/administração & dosagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Ensaio Clínico Fase IV
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1057470
Autor: Ferré, Fabrice; Mastantuono, Jean-Mathieu; Martin, Charlotte; Ferrier, Anne; Marty, Philippe; Laumonerie, Pierre; Bonnevialle, Nicolas; Minville, Vincent.
Título: Hemidiaphragmatic paralysis after ultrasound-guided supraclavicular block: a prospective cohort study / Paralisia hemidiafragmática após bloqueio supraclavicular guiado por ultrassom: um estudo coorte prospectivo
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(6):580-586, nov.-Dec. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: The frequent onset of hemidiaphragmatic paralysis during interscalene block restricts its use in patients with respiratory insufficiency. Supraclavicular block could be a safe and effective alternative. Our primary objective was to assess the incidence of hemidiaphragmatic paralysis following ultrasound-guided supraclavicular block and compare it to that of interscalene block. Methods: Adults warranting elective shoulder surgery under regional anesthesia (Toulouse University Hospital) were prospectively enrolled from May 2016 to May 2017 in this observational study. Twenty millilitres of 0.375% Ropivacaine were injected preferentially targeted to the "corner pocket". Diaphragmatic excursion was measured by ultrasonography before and 30 minutes after regional anesthesia. A reduction ≥25% in diaphragmatic excursion during a sniff test defined the hemidiaphragmatic paralysis. Dyspnoea and hypoxaemia were recorded in the recovery room. Predictive factors of hemidiaphragmatic paralysis (gender, age, weight, smoking, functional capacity) were explored. Postoperative pain was also analysed. Results: Forty-two and 43 patients from respectively the supraclavicular block and interscalene block groups were analysed. The incidence of hemidiaphragmatic paralysis was 59.5% in the supraclavicular block group compared to 95.3% in the interscalene block group (p < 0.0001). Paradoxical movement of the diaphragm was more common in the interscalene block group (RR = 2, 95% CI 1.4-3; p = 0.0001). A similar variation in oxygen saturation was recorded between patients with and without hemidiaphragmatic paralysis (p = 0.08). No predictive factor of hemidiaphragmatic paralysis could be identified. Morphine consumption and the highest numerical rating scale numerical rating scale (NRS) at 24 hours did not differ between groups. Conclusions: Given the frequent incidence of hemidiaphragmatic paralysis following supraclavicular block, this technique cannot be recommended for patients with an altered respiratory function.

Resumo Justificativa e objetivos: O aparecimento frequente de paralisia hemidiafragmática durante o bloqueio interescalênico restringe seu uso em pacientes com insuficiência respiratória. O bloqueio supraclavicular pode ser uma opção segura e eficaz. Nosso objetivo primário foi avaliar a incidência de paralisia hemidiafragmática após bloqueio supraclavicular guiado por ultrassom e compará-lo com o bloqueio interescalênico. Métodos: Os adultos agendados para cirurgia eletiva do ombro sob anestesia regional (Hospital Universitário de Toulouse) foram prospectivamente incluídos neste estudo observacional, de maio de 2016 a maio de 2017. Vinte mililitros de ropivacaína a 0,375% foram injetados, preferencialmente objetivando a interseção da primeira costela e da artéria subclávia. A excursão diafragmática foi medida por ultrassonografia antes e 30 minutos após a anestesia regional. Uma redução ≥ 25% na excursão diafragmática durante um sniff test definiu a paralisia hemidiafragmática. Dispneia e hipoxemia foram registradas na sala de recuperação. Fatores preditivos de paralisia hemidiafragmática (sexo, idade, peso, tabagismo, capacidade funcional) foram explorados. A dor pós-operatória também foi avaliada. Resultados: Quarenta e dois e 43 pacientes dos grupos bloqueio supraclavicular e bloqueio interescalênico, respectivamente, foram avaliados. A incidência de paralisia hemidiafragmática foi de 59,5% no grupo bloqueio supraclavicular em comparação com 95,3% no grupo bloqueio interescalênico (p < 0,0001). O movimento paradoxal do diafragma foi mais comum no grupo bloqueio interescalênico (RR = 2, 95% IC 1,4-3; p = 0,0001). Uma variação semelhante na saturação de oxigênio foi registrada entre os pacientes com e sem paralisia hemidiafragmática (p = 0,08). Nenhum fator preditivo de paralisia hemidiafragmática pôde ser identificado. O consumo de morfina e o maior escore na escala numérica (NRS) em 24 horas não diferiram entre os grupos. Conclusão: Devido à frequente incidência de paralisia hemidiafragmática após bloqueio supraclavicular, essa técnica não pode ser recomendada para pacientes com função respiratória alterada.
Descritores: Paralisia Respiratória/etiologia
Bloqueio do Plexo Braquial/métodos
Ropivacaina/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
-Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Dor Pós-Operatória/epidemiologia
Paralisia Respiratória/epidemiologia
Incidência
Estudos Prospectivos
Estudos de Coortes
Ultrassonografia de Intervenção
Bloqueio do Plexo Braquial/efeitos adversos
Analgésicos Opioides/administração & dosagem
Pessoa de Meia-Idade
Morfina/administração & dosagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-271033
Autor: Estrada Kindelán, Clara; Ametler Castellanos, Oneida; Moreno Rodríguez, Nancy; Carulla Ballester, Arcilio.
Título: Evaluación hemodinámica de la ketamina-morfina para la inducción anestésica en la valvulopatía mitral / Hemodynamic evaluation of ketamine-morphine in anesthesic induction in mitral valve diseases
Fonte: Rev. cuba. enferm;15(2):109-13, mayo-ago. 1999. tab.
Idioma: es.
Resumo: En el Hospital Provincial "Saturnino Lora" de Santiago de Cuba se han utilizado narcóticos (fentanyl y morfina), combinados con diferentes agentes de inducción rápida como las benzodiazepinas y barbitúricos; pero el clorhidrato de ketamina es un agente controvertido para la cirugía cardiovascular y por ello se realizó este estudio descriptivo y prospectivo de 20 pacientes con valvulopatía mitral variada, operados en el Servicio de Cirugía Cardiovascular de dicho hospital, del 15 de junio al 2 de agosto de 1996, y distribuidos en 2 categorías: el grupo I, afectos de estenosis mitral, y el grupo II, con enfermedad e insuficiencia mitral, a fin de describir la vigilancia y control de los diversos parámetros clínicos por el personal de Enfermería. Todos los integrantes de la serie recibieron igual medicación preanestésica y se les indicó clorhidrato de morfina (1 mg/kg de peso) para la inducción, a inyectar en 10 minutos por vía endovenosa; pero a los 5 minutos de iniciada la infusión se les administró clorhidrato de ketamina (2 mg/kg) en bolo endovenoso (20-30 seg). Los valores hemodinámicos en ambos grupos, que incluyeron frecuencia cardíaca, tensión arterial (sistólica, diastólica y media) y presión venosa central arrojaron diferencias estadísticamente significativas, sobre todo a expensas del grupo I, que fue más susceptible en la respuesta tensional. La técnica ketamina-morfina, en la forma empleada, resulta interesante, tiene limitaciones y beneficios y puede ser utilizada en algunas valvulopatías mitrales
Descritores: Ketamina/uso terapêutico
Morfina/uso terapêutico
Hemodinâmica
Procedimentos Cirúrgicos Cardiovasculares/enfermagem
Valva Mitral/cirurgia
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional



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