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Id: biblio-1129253
Autor: Arida, Dâmia Kuster Kaminski; Silva, Letícia Nicoletti; Kahlow, Barbara S; Skare, Thelma L.
Título: Leflunomida, ácido úrico e aterosclerose em artrite reumatoide / Leflunomide, uric acid and atherosclerosis in rheumatoid arthritis
Fonte: Rev. méd. Paraná;78(1):15-20, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: A Artrite reumatoide (AR) é uma doença associada com aumento de risco cardiovascular em relação à população em geral. A leflunomida, utilizada para seu tratamento, tem um efeito hipouricemiante mas não se sabe se este fato influi na redução do risco cardiovascular. Objetivo: Estudar a influência do uso da leflunomida em níveis de ácido úrico sérico e na espessura da camada médio-intimal da carótida. Métodos: Sessenta pacientes com AR foram estudados: 30 usando leflunomida e 30 sem o seu uso. Dados acerca de fatores de risco cardiovascular, ácido úrico sérico e espessura da camada médio-intimal da carótida por ecografia foram obtidos. Resultado: A leflunomida mostrou-se capaz de reduzir os níveis de ácido úrico sérico (p=0.03) mas não influenciou os valores da espessura médio-intimal da carótida (p=0.51) Conclusão: Não foi possível demonstrar redução dos valores de espessura da média-íntima da carótida em pacientes usuários de leflunomida.

Background: Rheumatoid Arthritis (RA) is a disease associated with increased cardiovascular risk when compared to the general population. Leflunomide, used for its treatment, has a hypouricemiante effect but it is not known whether this fact influences the reduction of cardiovascular risk. Objective: To study the influence of the use of leflunomide in serum uric acid levels and the intimal middle layer of carotid. Methods: Sixty patients with RA were studied: 30 using leflunomide and 30 without it. Data on cardiovascular risk factors, serum uric acid and thickness of the middle-intimal layer of carotid by ultrasound were obtained. Result: Leflunomide was able to reduce serum uric acid levels (p=0.03) but did not influence the values of the medium-intimal thickness of carotid (p=0.51). Conclusion: It was not possible to demonstrate a reduction in the thickness values of the media-intima of carotid in patients using leflunomide.
Descritores: Artrite Reumatoide
Ácido Úrico
Aterosclerose
Leflunomida
-Doenças Cardiovasculares
Risco
Responsável: BR16.1 - Biblioteca de Ciências da Saúde


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Id: biblio-1142379
Autor: SÖKÜCÜ, Sinem Nedime; ÖZDEMİR, Cengiz; AYDIN, Şenay; ÖNÜR, Seda Tural; KAHYA, Özlem.
Título: Uric acid as a marker of severity of obstructive sleep apnoea syndrome in older patients / Ácido úrico como marcador de gravidade da síndrome da apneia obstrutiva do sono em pacientes idosos
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;78(12):783-788, Dec. 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: Uric acid has been shown to be related to the severity of obstructive sleep apnoea syndrome (OSAS) in adults. We assessed the role of uric acid in OSAS in a cohort of older patients. Methods: A total of 164 patients aged >65 years, admitted to our sleep laboratory between January 1st, 2016 and July 1st, 2018 with a complaint of snoring, underwent overnight polysomnography and were retrospectively evaluated. Results: A total of 126 patients who fulfilled the inclusion criteria (mean age 69.16±3.68 years, 56% men) were included. The control group was comprised of 14 patients, while the OSAS group consisted of 112 patients (31 mild, 44 moderate and 37 severe cases). No differences were observed in age, sex, hip circumference, waist/hip ratio or comorbidities between the groups. The Epworth Sleepiness Scale score, body mass index (BMI), and waist circumference were significantly higher in OSAS patients than in controls (p=0.001, p=0.02, and p=0.36, respectively). Uric acid was not correlated with any of the sleep parameters, and no significant differences were detected between the groups. Hyperuricemic patients were similar in terms of sleep parameters and comorbidities in comparison with the other patients. Conclusions: No relationship was observed between uric acid level and OSAS severity, as defined by the apnoea-hypopnea index. Further studies are needed to determine the value of uric acid as a marker of OSAS, after controlling for cardiovascular comorbidities, in older patients with this syndrome.

RESUMO Objetivo: o ácido úrico mostrou estar relacionado à gravidade da síndrome da apneia obstrutiva do sono (SAOS) em adultos. Avaliamos o papel do ácido úrico na SAOS em uma coorte de pacientes idosos. Métodos: Um total de 164 pacientes com idade >65 anos, admitidos em nosso laboratório do sono entre 1º de janeiro de 2016 e 1º de julho de 2018 com queixa de ronco, foram submetidos à polissonografia durante a noite e avaliados retrospectivamente. Resultados: Foram incluídos 126 pacientes que preencheram os critérios de inclusão (média de idade 69,16±3,68 anos, 56% homens). O grupo controle foi composto por 14 pacientes, enquanto o grupo SAOS foi composto por 112 pacientes (31 leves, 44 moderados e 37 graves). Não foram observadas diferenças na idade, sexo, circunferência do quadril, relação cintura/quadril ou comorbidades entre os grupos. O escore da Escala de Sonolência de Epworth, o índice de massa corporal (IMC) e a circunferência da cintura foram significativamente maiores nos pacientes com SAOS do que nos controles (p=0,001, p=0,02 e p=0,36, respectivamente). O ácido úrico não se correlacionou com nenhum dos parâmetros do sono e não foram detectadas diferenças significativas entre os grupos. Os pacientes hiperuricêmicos não apresentaram diferença em termos de parâmetros de sono ou comorbidades dos demais pacientes. Conclusões: Não foi observada relação entre o nível de ácido úrico e a gravidade da SAOS, definida pelo índice de apneia-hipopneia. Mais estudos são necessários para determinar o valor do ácido úrico como marcador de SAOS, após controle de comorbidades cardiovasculares, em pacientes idosos com SAOS.
Descritores: Ácido Úrico
Apneia Obstrutiva do Sono
-Ronco
Índice de Massa Corporal
Estudos Retrospectivos
Polissonografia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-887922
Autor: Silva, Cristiane Fernanda da; Burgos, Miria Suzana; Silva, Priscila Tatiana da; Burgos, Leandro Tibiriçá; Welser, Letícia; Sehn, Ana Paula; Horta, Jorge André; Mello, Elza Daniel de; Reuter, Cézane Priscila.
Título: Relationship between Cardiometabolic Parameters and Elevated Resting and Effort Heart Rate in Schoolchildren / Associação entre Indicadores Cardiometabólicos e Elevação da Frequência Cardíaca de Repouso e Esforço em Escolares
Fonte: Arq. bras. cardiol;109(3):191-198, Sept. 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: Little has been studied on heart rate and its relationship with metabolic disorders. Objective: To identify possible association between heart rate (HR) and metabolic disorders in children and adolescents. Methods: This cross-sectional study evaluated 2.098 subjects, aged between 7 and 17 years. The variables evaluated were: HR, systolic (SBP) and diastolic blood pressure (DBP), pulse pressure (PP), double-product (DP), myocardial oxygen consumption (mVO2), lipids, glucose and uric acid levels, body mass index (BMI) and waist circumference (WC). The values of HR at rest and effort were divided into quartiles. The association between continuous values of HR and cardiometabolic indicators was tested by linear regression. Results: LDL cholesterol presented a significantly higher mean (p = 0.003) in schoolchildren with resting HR greater or equal to 91 bpm, compared to students with less than 75 bpm. Compared with the quartiles of effort HR, SBP, DBP, glucose and uric acid presented high values when HR was greater or equal than 185 bpm. SBP, glucose and HDL cholesterol demonstrated a significant association with resting HR. Uric acid was observed as a predictor of increased effort HR. Conclusion: Schoolchildren with a higher resting HR have higher mean of LDL cholesterol. For effort HR, there was an increase in blood pressure, glucose and uric acid levels. Uric acid has been shown to be a predictor of elevated effort HR.

Resumo Fundamento: Pouco se tem estudado sobre frequência cardíaca e suas relações com alterações metabólicas. Objetivo: Verificar se existe associação entre frequência cardíaca e disfunções metabólicas em crianças e adolescentes. Método: Estudo transversal com 2.098 escolares, com idade entre 7 e 17 anos. As variáveis avaliadas foram: frequência cardíaca (FC), pressão arterial sistólica (PAS), diastólica (PAD) e de pulso (PP), duplo-produto (DP), consumo de oxigênio pelo miocárdio (mVO2), perfil lipídico e glicêmico, níveis de ácido úrico, índice de massa corporal (IMC) e circunferência da cintura (CC). Os valores de FC de repouso e esforço foram divididos em quartis. A associação entre os valores contínuos de FC com indicadores cardiometabólicos foi testada por meio da regressão linear. Resultados: O colesterol LDL apresentou média significativamente superior (p = 0,003) nos escolares com FC de repouso maior ou igual a 91 bpm, em comparação aos escolares que apresentaram menos de 75 bpm. Comparados com os quartis da FC de esforço, a PAS, PAD, glicose e ácido úrico apresentaram valores elevados quando a FC foi igual ou superior a 185 bpm. A PAS, a glicose e o colesterol HDL demonstraram associação significativa com a FC de repouso. Observou-se o ácido úrico como um preditor do aumento da FC de esforço. Conclusão: Escolares com FC de repouso mais elevada apresentam médias superiores de colesterol LDL. Para FC de esforço, observou-se elevação na pressão arterial, nos níveis de glicose e de ácido úrico. O ácido úrico demonstrou ser preditor da elevação da FC de esforço.
Descritores: Descanso/fisiologia
Esforço Físico/fisiologia
Doenças Metabólicas/diagnóstico
-Ácido Úrico/sangue
Pressão Sanguínea/fisiologia
Biomarcadores/sangue
Estudos Transversais
Índice Glicêmico/fisiologia
Frequência Cardíaca/fisiologia
Lipídeos/sangue
Doenças Metabólicas/fisiopatologia
Doenças Metabólicas/sangue
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Adolescente
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-973814
Autor: Ferreira, Thaís da Silva; Fernandes, Julia Freitas Rodrigues; Araújo, Luciene da Silva; Nogueira, Lívia de Paula; Leal, Priscila Mansur; Antunes, Vanessa Parada; Rodrigues, Maria de Lourdes Guimarães; Valença, Debora Cristina Torres; Kaiser, Sergio Emanuel; Klein, Márcia Regina Simas Torres.
Título: Serum Uric Acid Levels are Associated with Cardiometabolic Risk Factors in Healthy Young and Middle-Aged Adults / Os Níveis Séricos de Ácido Úrico estão Associados a Fatores de Risco Cardiometabólico em Adultos Jovens e de Meia-Idade Saudáveis
Fonte: Arq. bras. cardiol;111(6):833-840, Dec. 2018. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background: Observational studies have highlighted an association between serum uric acid (SUA) levels and cardiovascular risk factors. Despite the growing body of evidences, several studies were conducted in older individuals or in carriers of diseases susceptible to affect SUA levels and cardiometabolic risk markers. Objective: To evaluate the relationship of SUA with body adiposity, metabolic profile, oxidative stress, inflammatory biomarkers, blood pressure and endothelial function in healthy young and middle-aged adults. Methods: 149 Brazilian adults aged 20-55 years, both sexes, underwent evaluation of body adiposity, SUA, fasting glucose and insulin, lipid profile, malondialdehyde (MDA), high sensitivity C-reactive protein (hs-CRP), adiponectin, blood pressure and endothelial function. Endothelial function was assessed by the reactive hyperemia index (RHI) derived from peripheral arterial tonometry method. Participants were allocated in two groups according to SUA levels: control group (CG; n = 130; men ≤ 7 mg/dL, women ≤ 6 mg/dL) and hyperuricemia group (HG; n = 19; men > 7 mg/dL, women > 6 mg/dL). A P-value < 0.05 was considered statistically significant. Results: After adjustment for confounders, participants in HG compared with those in CG displayed higher body mass index (BMI): 34.15(33.36-37.19) vs.31.80 (26.26-34.42) kg/m2,p = 0.008, higher MDA: 4.67(4.03-5.30) vs. 3.53(3.10-4.07) ng/mL, p < 0.0001 and lower RHI: 1.68 ± 0.30 vs. 2.05 ± 0.46, p = 0.03). In correlation analysis adjusted for confounders, SUA was positively associated (p < 0.05) with BMI, waist circumference, LDL-cholesterol, triglycerides and MDA, and negatively associated (p < 0.05) with HDL-cholesterol, adiponectin and RHI. Conclusions: This study suggests that in healthy young and middle-aged adults higher SUA levels are associated with higher body adiposity, unfavorable lipid and inflammatory phenotype, higher oxidative stress and impaired endothelial function.

Resumo Fundamento: Estudos observacionais têm destacado uma associação entre níveis de ácido úrico sérico (AUS) e fatores de risco cardiovascular. Apesar do crescente conjunto de evidências, vários estudos foram realizados em indivíduos mais velhos ou em portadores de doenças passíveis de influenciar os níveis de AUS e marcadores de risco cardiometabólico. Objetivo: Avaliar a relação do AUS com adiposidade corporal, perfil metabólico, estresse oxidativo, biomarcadores de inflamação, pressão arterial e função endotelial em adultos jovens e de meia-idade saudáveis. Métodos: 149 adultos, brasileiros, com idades entre 20 e 55 anos, de ambos os sexos, foram submetidos a avaliação de adiposidade corporal, AUS, glicose e insulina de jejum, perfil lipídico, malondialdeído (MDA), proteína C-reativa ultra-sensível (PCR-us), adiponectina, pressão arterial e função endotelial. A função endotelial foi avaliada pelo índice de hiperemia reativa (RHI) derivado do método de tonometria arterial periférica. Os participantes foram divididos em dois grupos de acordo com os níveis de AUS: grupo de controle (GC; n = 130; homens ≤ 7 mg/dL, mulheres ≤ 6mg/dL) e grupo de hiperuricemia (GH; n = 19; homens > 7mg/dL, mulheres > 6mg/dL). Valor de p < 0,05 foi considerado estatisticamente significativo. Resultados: Após ajuste para fatores de confundimento, os participantes do GH comparados aos do GC apresentaram índice de massa corporal (IMC) mais alto: 34,15 (33,36-37,19) vs. 31,80 (26,26-34,42) kg/m2, p = 0,008, MDA mais alto: 4,67(4,03-5,30) vs. 3,53(3,10-4,07) ng/mL, p < 0,0001 e RHI mais baixo: 1,68 ± 0,30 vs. 2,05 ± 0,46, p = 0,03. Na análise de correlação ajustada para fatores de confundimento, o AUS se associou positivamente (p < 0,05) com IMC, circunferência da cintura, LDL colesterol, triglicérides e MDA, e se associou negativamente (p < 0,05) com HDL colesterol, adiponectina e RHI. Conclusões: Este estudo sugere que, em adultos jovens e de meia-idade saudáveis, níveis mais altos de AUS estão associados a maior adiposidade corporal, fenótipo inflamatório e de lipídios desfavorável, maior estresse oxidativo e função endotelial comprometida.
Descritores: Ácido Úrico/sangue
Síndrome Metabólica/sangue
Hiperuricemia/sangue
-Pressão Sanguínea
Proteína C-Reativa/análise
Inquéritos sobre Dietas
Colesterol/sangue
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Estresse Oxidativo
Síndrome Metabólica/complicações
Hiperuricemia/complicações
Adiposidade
Hiperemia/sangue
Inflamação/sangue
Malondialdeído/sangue
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-996569
Autor: Bonilla Hernández, K; Ayala Henríquez, C; Garcia Ferrer, H; Iraheta, I; García Kutzbach, A.
Título: Guía dietética para pacientes con hiperuricemia y gota agar / Dietary guide for patients with hyperuricaemia and drop agar
Fonte: Rev. med. interna Guatem;19(3):[7], sept.-dic. 2015. tablas.
Idioma: es.
Resumo: Gota proviene del latin Gutta es un término acuñado en el siglo V que significa exceso o derrame de flema por exceso de vino, comida y sexo. Llamada "Rey de las enfermedades yenfermedad de reyes" fue uno de los primeros desordenes reumáticos en ser reconocidos como entidad clínic a. Es la artritis por deposito de microcri s tales más común debida a desequilibrio en el metabolismo de las purinas que conlleva a hiperuricemia y el depósito de cristales de urato monosódico, caracterizada por ser de inicio monoarticular, que a fecta con mayor frecuencia la primera articulación metatarso de pie y que progresa en su forma crónica a poliarticular, asociada a destrucción progresiva y a la formación de tofos, falla renal y enfermedad cardiovascular. Predomina sexo masculino, su pr evalencia se calcula de 0.08% a nivel mundial, aumentando la frecuencia de sus ataques con el alto contenido de carnes, mariscos, cervezas y bebidas espirituosas. El objetivo de la presente revisión bibliográfica es proporcionar una guía dietética para lo s médicos enfatizando y destacando su contenido de purinas en alimentos de uso cotidiano en la población guatemalteca, para obtener un mejor control de la artritis gotosa y disminuir la frecuencia de sus ataques ...(AU)

Gota comes from Latin Gutta is a term coined in the fifth century that means excess or spill of phlegm for excess wine, food and sex. Called "King of diseases and disease of kings" was one of the first rheumatic disorders to be recognized as a clinical entity. Arthritis is the most common microcritical deposit due to imbalance in the metabolism of purines that leads to hyperuricemia and the deposition of monosodium urate crystals, characterized by monoarticular initiation, which most often occurs with the first metatarsal joint. standing up and progressing in its form chronic to polyarticular, associated with progressive destruction and the formation of tophi, renal failure and cardiovascular disease. Male sex predominates, its pr evance is estimated at 0.08% worldwide, increasing the frequency of its attacks with the high content of meats, seafood, beers and spirits. The aim of this bibliographical review is to provide a dietary guide for physicians emphasizing and highlighting their content of purines in foods of daily use in the Guatemalan population, to obtain a better control of gouty arthritis and to reduce the frequency of their attacks. .. (AU)
Descritores: Purinas/efeitos adversos
Artrite Gotosa/diagnóstico
Hiperuricemia/diagnóstico
Hiperuricemia/prevenção & controle
/educação
FACIAL EXPRESSIONABATTOIRS/educação
Gota/prevenção & controle
-Ácido Úrico
Guatemala
Articulações/patologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Guia
Responsável: GT5.1 - Biblioteca y Centro de Documentación Dr. Julio de León Méndez


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Id: biblio-1120229
Autor: Tornquist, Debora; Tornquist, Luciana; Reuter, Cézane P; Renner, Jane D. P; Burgos, Miria S.
Título: Efeitos de um programa de intervenção interdisciplinar sobre o agrupamento de variáveis cardiometabólicas em adolescentes com excesso de peso / Effects of an interdisciplinary intervention program on the grouping of cardiometabolic variables in adolescents with excessive weight
Fonte: Rev. bras. ciênc. mov;2(28):16-22, abr.-jun. 2020. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: O estudo tem por objetivo investigar alterações nas características de agrupamento de variáveis cardiometabólicas relacionados a resistência à insulina em resposta à um programa de intervenção interdisciplinar em adolescentes com excesso de peso. Estudo realizado em adolescentes co m excesso de peso, composto por grupo controle (n=19) e grupo intervenção (n=20), o qual p articipou de programa interdisciplinar de seis meses. Foi avaliado o índice de massa corporal, a circun ferência da cintura, pressão arterial sistólica e diastólica; realizada coleta sanguínea para avaliação da glicose, insulina e ácido úrico e calculado o índice HOMA-IR, antes e após o programa. Foi realizada análise fatorial exploratória por meio de análise de componentes principais, tendo sido consideradas cargas fatoriais associadas os valores ≥ 0,50. No período pré intervenção, três componentes fatoriais explicavam a variabilidade das variáveis em ambos os grupos, sendo a composição dos componentes igual entre estes, em que variáveis antropométricas e de pressão arterial compunham o fator 1; o segundo componente dizia respeito as variáveis relacionadas à resistência à insulina, insulina e HOMA-IR; e o terceiro comp onente era composto da glicemia e ácido úrico. Pós intervenção, dois componentes explicavam em ambos grupos e a composição era distinta, sendo que no grupo intervenção insulina e HOMA-IR passaram a fazer p arte do fator 1; já no grupo controle, a glicemia correlacionou-se negativamente com os indicadores antropométricos e de pressão arterial no componente 1; e glicemia, insulina, HOMA -IR e ácido úrico associaram-se no fator 2. Conclui-se que o programa de intervenção promoveu modificação no agrupamento das variáveis cardiometabólicas de adolescentes obesos, em que as variáveis insulina e HOMA-IR passaram a pertencer ao fator 1. Não foi encontrado nenhum fator central que ex p licasse o agrupamento das variáveis em nenhuma das análises, confirmando assim, a complexa relação en tre as variáveis analisadas...(AU)

The aim of the study was to investigate changes in the characteristics of grouping of cardiometabolic variables related to insulin resistance in response to an interdisciplin ary in tervention program in overweight adolescents. This study was performed in overweight adolescents, composed o f a control group (n = 19) and an intervention group (n = 20), who participated in a six month interdisciplinary program. Body mass index, waist circumference, systolic and diastolic blo o d p ressure were evaluated; blood collection for glucose, insulin and uric acid assessment and HOMA-IR index, before and after the program. An exploratory factorial analysis was performed through analy sis o f m ain components, and factorial loads associated with values ≥ 0.50 were considered. In the p re -interv en tion period, three factorial components explained the variability of the variables in bo th gro ups, an d t he composition of the components was equal, where anthropometric and blood pressure variables comprised factor 1; the second component related to the variables related to insulin resistance, insulin an d HOMAIR; and the third component was composed of glycemia and uric acid. Post-intervention, two components explained in both groups and the composition was distinct, and in the interventio n gro up , in sulin an d HOMA-IR became part of factor 1; in the control group, glycemia was negatively co rrelated wit h t he anthropometric and blood pressure indicators in component 1; and glycemia, insulin, HOMA-IR and uric acid were associated with factor 2. It was concluded that the intervention program promoted modification in the grouping of the cardiometabolic variables of obese adolescents, in which the insulin and HOMA-IR variables belonged to the factor 1. No central factor was found to explain the grouping of variables in an y of the analyzes, thus confirming the complex relationship between the analyzed variables...(AU)
Descritores: Resistência à Insulina
Análise Fatorial
Adolescente
Sobrepeso
Manejo da Obesidade
Obesidade
-Ácido Úrico
Glicemia
Pressão Sanguínea
Obesidade Mórbida
Índice de Massa Corporal
Controle
Circunferência da Cintura
Pressão Arterial
Glucose
Indicadores e Reagentes
Insulina
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR1552.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1124026 LILACS-Express
Autor: Cobbaert, Christa; Weykamp, Cas; Romijn, Fred.
Título: EQA-based evaluation of metrological traceability of clinical chemistry test results in Argentina / EQA-based evaluation of metrological traceability of clinical chemistry test results in Argentina
Fonte: Acta bioquím. clín. latinoam;53(4):487-497, dic. 2019. ilus, graf, tab.
Idioma: en.
Resumo: Equivalence of results among laboratories is a major mission for medical laboratories. In the Netherlands, medical laboratories only use homogenous, commercial for general chemistry analytes, whereas in Argentina heterogenous, home brew test applications are common. The effect of this practice difference on test accuracy is studied using key features of the accuracy-based EQA program of the Netherlands. Six frozen, human-based, commutable poolsera, covering the (patho) physiological measuring range for 17 general chemistry analytes, were assayed by ~75 Argentinian labs and ~200 Dutch laboratories in 2014. After removal of outliers, harmonization status among laboratories was evaluated by calculating overall mean interlaboratory coefficients of variation (CVs, %) per analyte and per country for all 6 levels. Evenso, standardization status was evaluated after removal of outliers by calculating overall mean recoveries (%) as compared to the assigned target values per analyte per country for all 6 levels. Absolute median biases were compared to (minimal/desirable) biases derived from biological variation criteria. For serum enzymes interlaboratory CVs in the Argentinian laboratories ranged between 10 and 22%, as compared to 3-6% in the Netherlands. For serum uric acid, creatinine, glucose and total protein, interlaboratory CVs varied between 4.3 and 13.1% in Argentinian labs, as compared to <3.5% in the Netherlands. For serum electrolytes, interlaboratory CVs ranged between 1.8 and 3.8% for Na+; 2.9-5.8% for Cl-; 3.8-7.5% for K+; 9.4-10.4% for Ca2+ and 16.2-22.3% for Mg2+ as compared to ≤2% (Na+, K+, Cl-, Ca2+) and ≤3% (Mg2+) in the Netherlands. Mean recoveries in Argentinian laboratories for e.g. serum creatinine, glucose, CK, Ca2+ and Na+ were 95-119%; 95-104%; 98-102%; 98-102% and 96-100% respectively, whereas min-max recovery ranges were 65-155%; 58-126%; 47-132%; 66-132% and 85-115%. In the Netherlands, absolute mean recoveries were overall 98.9% with a SD of 2.0%. Median biases in Argentinian laboratories ranged from -2.9 to 18.2%; -3.1 - 2.6%; -3.3 - 0.5%; -1.1 - 3.8% and -4.3-0% for serum creatinine, glucose, CK, Ca2+ and Na+. In the Netherlands overall mean/median biases were 1.1% (SD=2.0%). Exchange of commutable, value- assigned EQA-materials was helpful for studying the harmonization and standardization status of medical tests in Argentina, and for revealing the future harmonization and standardization potential. The results clearly demonstrate that metrological traceability of test results in Argentina is on average in line with what is expected; yet, the spreading among laboratories is far too high and should be improved.

La equivalencia de resultados entre laboratorios es una mision importante para los laboratorios medicos. En los Paises Bajos, los laboratorios medicos solo usan aplicaciones comerciales homogeneas, regulatoriamente aprobadas (CE-IVD) para analitos quimicos, mientras que en la Argentina son comunes las aplicaciones heterogeneas caseras. El efecto de esta diferencia practica en la precision de la prueba se estudia utilizando caracteristicas clave del programa EQA, basado en la precision, de los Paises Bajos. Se ensayaron seis pools de sueros, congelados, de origen humano, conmutables, que cubrian el rango de medidas (pato)fisiologicas para 17 analitos de quimica clinica. Estos analitos de quimica clinica fueron analizados por ~75 laboratorios argentinos y ~200 laboratorios holandeses en 2014. Despues de eliminar los valores atipicos, el estado de armonizacion entre los laboratorios fue evaluado calculando los coeficientes de variacion interlaboratorios medios globales (CV%) por analito y por pais para los 6 niveles. No obstante, el estado de estandarizacion se evaluo despues de la eliminacion de valores atipicos mediante el calculo de recuperaciones medias generales (%) en comparacion con los valores asignados por analito por pais para los 6 niveles. Los sesgos medios absolutos se compararon con los sesgos (minimos / deseables) derivados de los criterios de variacion biologica. Para enzimas sericas los CV interlaboratorio en los laboratorios argentinos oscilaron entre 10 y 22%, en comparacion con 3-6% en los Paises Bajos. Para el acido urico serico, creatinina, glucosa y proteinas totales, los CV entre laboratorios variaron entre 4,3 y 13,1% en los laboratorios argentinos, en comparacion con <3,5% en los Paises Bajos. Para los electrolitos sericos, los CV interlaboratorios oscilaron entre 1,8 y 3,8% para Na+; 2,9-5,8% para Cl-; 3,8-7,5% para K+; 9,4-10,4% para Ca2+ y 16,2-22,3% para Mg2+ en comparacion a ≤2% (Na+, K+, Cl-, Ca2+) y ≤3% (Mg2+) en los Paises Bajos. Las recuperaciones medias en laboratorios argentinos para, p.ej. la creatinina serica, glucosa, CK, Ca2+ y Na+ fueron 95-119%; 95-104%; 98-102%; 98-102% y 96-100% respectivamente, mientras que los rangos de recuperacion min-max fueron 65-155%; 58-126%; 47-132%; 66-132% y 85-115%. En los Paises Bajos, las recuperaciones medias absolutas fueron en general del 98,9% con una desviacion estandar (DE) del 2,0%. La mediana de los sesgos medios de los laboratorios argentinos oscilo entre -2,9 y 18,2%; -3,1 - 2,6%; -3,3 - 0,5%; -1,1 - 3,8% y -4,3-0% para creatinina serica, glucosa, CK, Ca2+ y Na+. En los Paises Bajos, las medias / medianas en general fueron de 1,1% (DE=2,0%). El intercambio de los valores asignados a los materiales EQA, conmutables fue de gran ayuda para la armonizacion y estandarizacion de los ensayos medicos en la Argentina y para revelar el potencial futuro de armonizacion y estandarizacion. Estos resultados claramente demuestran que la trazabilidad metrologica de los resultados de las pruebas en la Argentina esta, en promedio, de acuerdo con lo esperable; sin embargo, la dispersion entre laboratorios es muy grande y deberia ser mejorada.

A equivalencia de resultados entre laboratorios e uma missao importante para os laboratorios medicos. Nos Paises Baixos, os laboratorios medicos so utilizam aplicacoes comerciais homogeneas, aprovadas por regulacoes (CE-IVD) para analitos quimicos, ao passo que na Argentina sao comuns as aplicacoes heterogeneas caseiras. O efeito desta diferenca pratica na exatidao do teste e estudado utilizando caracteristicas essenciais do programa EQA, dos Paises Baixos, baseado na exatidao. Foram ensaiados seis pools de soros, congelados, de origem humana, comutaveis, que abrangiam a faixa de medidas (pato)fisiologicas para 17 analitos quimicos gerais. Esses analitos quimicos foram analisados por ~75 laboratorios argentinos e ~200 laboratorios holandeses em 2014. Apos eliminar os valores atipicos, o estado de harmonizacao entre os laboratorios foi avaliado atraves do calculo dos coeficientes de variacao interlaboratorio meios globais (CV%) por analito e por pais para os 6 niveis. Nao obstante, o estado de padronizacao foi avaliado depois da eliminacao de valores atipicos pelo calculo de recuperacoes medias gerais (%) se comparados com os valores atribuidos por analito por pais para os 6 niveis. Os vieses medios absolutos foram comparados com os vieses (minimos / desejaveis) decorrentes dos criterios de variacao biologica. Para enzimas sericas, os CV interlaboratorio nos laboratorios argentinos oscilaram entre 10 e 22%, em comparacao com 3-6% nos Paises Baixos. Para o acido urico serico, creatinina, glicose e proteinas totais, os CV entre laboratorios variaram entre 4,3 e 13,1% nos laboratorios argentinos, em comparacao com <3,5% nos Paises Baixos para os eletrolitos sericos, os CV interlaboratorios oscilaram entre 1,8 e 3,8% para Na+; 2,9-5,8% para Cl-; 3,8-7,5% para K+; 9,4-10,4% para Ca2+ e 16,2-22,3% para Mg2+ em comparacao com ≤2% (Na+, K+, Cl-, Ca2+) e ≤3% (Mg2+) nos Paises Baixos. As recuperacoes medias em laboratorios argentinos para, p.ex. a creatinina serica, glicose, CK, Ca2+ e Na+ foram 95-119%; 95-104%; 98-102%; 98-102% e 96-100% respectivamente, enquanto que os intervalos de recuperacao min-max. foram 65-155%; 58-126%; 47-132%; 66-132% e 85-115%. Nos Paises Baixos, as recuperacoes medias absolutas foram em geral de 98,9% com um desvio padrao (DE) de 2,0%. A mediana dos vieses medios dos laboratorios argentinos oscilou entre -2,9 e 18,2%; -3,1 - 2,6%; -3,3 - 0,5%; -1,1 - 3,8% e -4,3-0% para creatinina serica, glicose, CK, Ca2+ e Na+. Nos Paises Baixos, as medias / medianas em geral foram de 1,1% (DE=2,0%). O intercambio dos valores atribuidos aos materiais EQA, comutaveis, foi de grande ajuda para a harmonizacao e padronizacao dos ensaios medicos na Argentina e para revelar o potencial futuro de harmonizacao e padronizacao. Esses resultados demonstram as claras que a rastreabilidade metrologica dos resultados dos testes na Argentina esta de acordo com o esperavel; a dispersao entre laboratorios ainda e muito grande e deveria ser melhorada.
Descritores: Padrões de Referência
Testes de Química Clínica
Testes de Química Clínica/métodos
Laboratórios
-Médicos
Ácido Úrico
Pesos e Medidas
Proteínas
Viés
Química Clínica
Creatinina
Estado
Eletrólitos
Enzimas
Metodologia
Glucose
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Artigo Clássico
Responsável: AR144.1 - CIBCHACO - Centro de Información Biomedica del Chaco


  8 / 291 LILACS  
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Id: lil-636734
Autor: Toro Gutiérrez, Carlos-Enrique; Medina, John Jairo; Coral-Alvarado, Paola; Mejía-Vallejo, Jimi; Rondón, Federico; Iglesias-Gamarra, Antonio; Restrepo, José Félix.
Título: Acrosteolisis severa en artritis gotosa y síndrome de Down / Severe acroosteolysis in gouty arthritis and Down syndrome
Fonte: Rev. colomb. reumatol;14(4):320-323, dic. 2007. ilus.
Idioma: es.
Resumo: La asociación de gota y síndrome de Down (SD) es poco frecuente a pesar que ambas enfermedades son comunes en la población general. Más interesante aún es el hecho que la hiperuricemia sí es una característica frecuente entre las alteraciones metabólicas del SD. A continuación se informa el caso de un paciente de sexo masculino de 35 años con SD que consultó por artritis de tres años de evolución, inicial-mente en el quinto y luego en el primer dedo del pie izquierdo. Debido a la presencia de osteolisis severa en el primer y quinto dedo en la radiografía inicial del pie, se consideró patología tumoral, lo cual, sin embargo, fue descartado por ortopedia oncológica. Posteriormente se realizó el diagnóstico de artritis gotosa al encontrar hiperuricemia y confirmación de cristales de ácido úrico en una muestra de líquido extraída de un nódulo subcutáneo encontrado en el tobillo izquierdo. Este caso hace parte de los escasos informes que relacionan el SD y la gota. Adicionalmente el desarrollo de gota en este paciente tiene características inusuales como el sitio de inicio de la enfermedad y la severidad de la presentación. No es claro porque el desarrollo de gota en pacientes con SD es infrecuente.

The association between gout and Down Syndrome (DS) is very infrequent, in spite that both diseases are common in general population. Surprisingly, hyperuricemia is a common metabolic impairment in DS. In this report we describe a 35-years old man with DS presenting with arthritis in the fifth and then in the first toe of his left foot. Severe osteolysis of the first and fifth toe was seen by radiography. Because of this, neoplasm was suspected but later ruled out by oncologic orthopedist. After we found hyperuricemia a diagnosis of gout was made, and then confirmed by examination of a sample obtained from a subcutaneous node. This report is one of the few cases previously published. In addition, development of gout in this patient has unusual features like its onset in the fifth toe and its severity at presentation. In spite that hyperuricemia is common in DS, in not clear why these patients mostly do not develop gout.
Descritores: Osteólise
Artrite Gotosa
Síndrome de Down
-Associação
Ácido Úrico
Dedos do Pé
Acro-Osteólise
Diagnóstico
Relatório de Pesquisa
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Revisão
Responsável: CO356.9


  9 / 291 LILACS  
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Texto completo
Id: lil-636762
Autor: Restrepo, Juan Pablo; Pascual, Eliseo.
Título: Gota en el anciano / No presenta
Fonte: Rev. colomb. reumatol;15(1):55-58, ene.-mar. 2008.
Idioma: es.
Resumo: La gota es la artritis crónica más común en el anciano. Puede ser fácilmente diagnosticada por la presencia de cristales de urato monosódico al examen microscópico del líquido articular. Existen algunas diferencias clínicas entre la gota del adulto y la del anciano. El tratamiento es altamente efectivo pero puede ocasionar serias reacciones adversas si no se tiene en cuenta la comorbilidad de este grupo.

Gout is the most common chronic arthritis in older people that can lead to significant and severe disability. It can be easy diagnosed with the presence of crystals of urate monosodic in the articular fluid. The clinical stages of gout include asymptomatic hyperuricemia, intermittent gouty arthritis, intercritical period and chronic tophaceous gout. There are some differences necessary to recognize to avoid errors in the management. Treatment of acute gout involves the use of NSAIDs, colchicine, corticosteroids or corticotropin (adrenocorticotropic hormone). Profilactic treatment includes the use of allopurinol and uricosuric agents; but all of these drugs could cause serious reactions in the elderly.
Descritores: Idoso
Gota
-Artrite
Terapêutica
Urato Oxidase
Ácido Úrico
Preparações Farmacêuticas
Anti-Inflamatórios não Esteroides
Colchicina
Febuxostat
Limites: Humanos
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: CO356.9


  10 / 291 LILACS  
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Id: biblio-1088029
Autor: Vicuña H, Isabella; Vega S, Claudia; Priken F, Kathleen; Novik A, Victoria; Sambra V, Verónica.
Título: Efectos de la ingesta de los edulcorantes estevia y D-tagatosa sobre el metabolismo de la glucosa, ácido úrico y apetito-saciedad / Effects of stevia and D-tagatose sweeteners intake om glucose, uric acid metabolism and appetite-satiety
Fonte: Rev. chil. endocrinol. diabetes;12(4):208-215, 2019. tab, ilus.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: Si bien, los edulcorantes no nutritivos (ENN) estevia y D-tagatosa han sido reportados como seguros, han demostrado tener algunos efectos metabólicos tras su ingesta. OBJETIVO: Describir los efectos de la ingesta de estevia y D-tagatosa sobre el metabolismo de la glucosa y ácido úrico, y del apetito-saciedad, a partir de la evidencia disponible. MÉTODOS: Revisión descriptiva. Se realizó búsqueda en PubMed utilizando los siguientes términos y palabras clave: "stevia rebaudiana", "tagatose", "D-tagatose", "blood glucose", "insulin", "metabolic processes", "uric acid", "hyperuricemia", "appetite" o "satiety". El análisis de los estudios seleccionados fue discrecional. RESULTADOS: Existen estudios que demuestran efectos beneficiosos tras el consumo de estevia o D-tagatosa sobre el control glicémico, apetito y saciedad tanto en sujetos sanos como con alteraciones en el metabolismo de la glucosa. Por otra parte, un número importante de estudios que evalúan la ingesta de estevia reportan efectos nulos sobre dichos parámetros. En relación al ácido úrico, solo un estudio en sujetos con enfermedad renal crónica reporta aumento en la concentración de ácido úrico plasmático tras la ingesta de 500 mg/día de estevia. Pocos estudios han evaluado el efecto de la ingesta de D-tagatosa sobre uricemia, en sujetos sanos y diabéticos, reportando un aumento transitorio y significativo en los niveles de ácido úrico sérico, sin embargo, no se ha logrado demostrar un efecto hiperuricémico asociado. Es importante destacar que la metodología de los estudios revisados es heterogénea, especialmente en relación al tamaño muestral, tiempo, dosis y vía de adminitración del edulcorante. CONCLUSIÓN: La ingesta de estevia y D-tagatosa ha demostrado efectos beneficiosos sobre el metabolismo de la glucosa, el apetito y la saciedad. El efecto del consumo de D-tagatosa sobre ácido úrico sérico requiere mayor evidencia para demostrar su significancia clínica.

INTRODUCTION: No-nutritive sweeteners stevia and D-tagatose have been reported as safe according to their acceptable daily intake, however, they have been shown to have metabolic effects after their ingestion. OBJECTIVE: To describe the effects of stevia and D-tagatose intake on parameters associated to glucose, uric acid metabolism and on appetite-satiety, considering the available evidence. METHODS: Descriptive review. PubMed search was carried out to identify the totality of the published articles. The following terms and key words were used: "stevia rebaudiana", "tagatose", "D-tagatose", "blood glucose", "insulin", "metabolic processes", "uric acid", "hyperuricemia", "appetite" o "satiety". The analysis of the selected studies was discretionary. RESULTS: studies have shown beneficial effects of stevia and D-tagatose consumption on glycemic control, appetite and satiety in healthy subjects as well as subjects with impairment glucose metabolism. On the other hand, a significant number of studies evaluating estevia intake report null effects on these parameters. In relation to uric acid, only one study in subjects with chronic kidney disease reported an increase in plasmatic uric acid concentration after the intake of 500 mg/day of stevia. Several studies have evaluated the effect of D-tagatose intake on plasmatic uric acid, in healthy and diabetic subjects, reporting a transient and significant increase in serum uric acid levels, however, has not been able to demonstrate an associated hyperuricemic effect. It is important to highlight that the methodology of the studies reviewed is heterogeneous, especially in relation to sample size, dose administered, time and route of exposure to the sweetener. CONCLUSION: Stevia and D-tagatose intake has shown beneficial effects on glucose metabolism, appetite and satiety. The effects of the consumption of both sweeteners on uric acid require further study to demonstrate their clinic significance.
Descritores: Edulcorantes/farmacologia
Ácido Úrico/metabolismo
Glicemia/efeitos dos fármacos
-Apetite/efeitos dos fármacos
Saciação/efeitos dos fármacos
Stevia/metabolismo
Glucose/metabolismo
Hexoses/farmacologia
Insulina/metabolismo
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central



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