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Id: biblio-916417
Autor: Bortolotto, Luiz Aparecido; Silveira, João Vicente daa; Vilela-Martin, José Fernando.
Título: Crises hipertensivas: definindo a gravidade e o tratamento / Hipertensive crises: defining he severity and treatment
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;28(3):254-259, jul.-ago. 2018. tab, graf.
Idioma: en; pt.
Resumo: As situações clínicas de aumento súbito da pressão arterial (PA) que caracterizam as crises hipertensivas são comuns na prática clínica, principalmente nas consultas realiza-das no pronto atendimento, portanto, o diagnóstico adequado é essencial para o melhor tratamento e desfecho clínico. A crise hipertensiva é definida pelo aumento súbito na PA (≥180 /120 mmHg) e a necessidade da redução agressiva da PA depende da gravidade da situação clinica associada. A presença de lesões novas ou progressivas em órgãos-alvo e risco iminente de morte definem as emergências hipertensivas que requerem tratamento imediato visando a rápida redução da pressão arterial, porém, não, necessariamente, a níveis normais. Na maioria dos casos, a velocidade do aumento da PA é mais importante que o nível real da PA, portanto, é fundamental que haja avaliação clínica para o diagnóstico preciso dessas condições clínicas, as quais incluem encefalopatia hipertensiva, síndromes coronarianas agudas, edema agudo dos pulmões, acidente vascular cerebral, dissecção de aorta e eclampsia. As metas para diminuição da PA para as emergências hipertensivas, de acordo com o órgão-alvo envolvido, são revisadas pelas atuais diretrizes brasileiras e ame-ricanas de hipertensão. O tratamento das emergências hipertensivas inclui vasodilatadores de ação direta e bloqueadores adrenérgicos já consagrados, entretanto, evidências recentes mostram o benefício do uso de novos fármacos ainda não disponíveis em nosso meio

The clinical conditions of an acute rise in blood pressure (BP) that characterize hyperten-sive crises are common in clinical practice, particularly in consultations that take place in the emergency room. Therefore the correct diagnosis is important for the best treatment and clinical outcome. Hypertensive crisis is defined as a sudden rise in BP (≥ 180/120 mmHg), and the need for aggressive reduction of BP depends on the severity of the associated clinical situation. The presence of new or progressive target organ injury and imminent risk of death define hypertensive emergencies requiring immediate treatment aimed at rapid reduction of blood pressure, not ne-cessarily to normal levels. In most cases, the speed of the rise in BP is more important than the actual level of BP, and clinical evaluation is essential for the accurate diagnosis of these clinical conditions, which include hypertensive encephalopathy, acute coronary syndromes, pulmonary edema, stroke, aortic dissection, and eclampsia. The goals of BP reduction for hypertensive emergencies, according to the target organ involved, have been reviewed by the current Brazi-lian and American guidelines on hypertension. Treatment of hypertensive emergencies includes direct action vasodilators and adrenergic blockers, which are already well established, but recent evidence shows the benefit of the use of new drugs, not yet available in Brazil
Descritores: Fatores de Risco
Hipertensão/diagnóstico
Hipertensão/terapia
-Aorta
Vasodilatadores/uso terapêutico
Nitroprussiato/uso terapêutico
Ecocardiografia/métodos
Doenças Cardiovasculares/fisiopatologia
Clonidina/uso terapêutico
Guias como Assunto/normas
Acidente Vascular Cerebral
Órgãos-Alvo
Dissecação/métodos
Eletrocardiografia/métodos
Síndrome Coronariana Aguda/complicações
Anti-Hipertensivos/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: lil-740487
Autor: Armaganijan, Luciana; Staico, Rodolfo; Borelli, Flávio.
Título: Tratamento farmacológico e intervencionista do sistema nervoso simpático / Pharmacological and interventional treatment of sympathetic system
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;24(2):34-43, abr.-jun. 2014. graf.
Idioma: pt.
Resumo: o sistema nervoso autônomo contribui diretamente para uma série de atividades biológicas e está envolvido em inúmeras doenças. A hiperatividade simpática é um dos vários mecanismos envolvidos na patogênese da hipertensão arterial sistêmica (HAS) primária. A transmissão da informação nervosa através de sinapses é mediada por agentes químicos específicos conhecidos como neurotransmissores, representados pela acetilcolina e pelas catecolaminas. O bloqueio dos receptores pré e pós-sinapse permite que a ação de fárrnacos alcance sua plenitude no controle dos portadores de hiperati vidade simpática. Um percentual significativo de hipertensos são resistentes ao tratamento farrnacológico. A denervação simpática renal surgiu como estratégia terapêutica adjunta no controle de hipertensos resistentes ao tratamento clínico. Nos últimos cinco anos, diversos estudos demonstraram resultados consistentes na redução da pressão arterial. Diversas outras condições clínicas associam-se à hiperatividade do sistema adrenérgico, tais como a insuficiência cardíaca, o diabetes mellitus, a doença renal crônica, a síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono e as arritmias cardíacas. Nestes contextos, a redução da atividade simpática renal também mostrou-se ser benéfica em estudos clínicos iniciais. Uma variedade de dispositivos dedicados foram e estão sendo desenvolvidos com o objetivo de ampliar a segurança e a eficácia do método, além de facilitar o procedimento. Estudos multicêntricos, prospectivos, randomizados e controlados em andamento investigam desfechos como mortalidade cardiovascular, infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral em longo prazo.

The autonomic nervous system contributes directly to a number of biological activities and is involved in numerous diseases. Sympathetic hyperactivity is one of several mechanisms involved in the pathogenesis of primary hypertension. The transmission through the nerve synapses is mediated by specific chemical agents known as neurotransmitters represented by the acetylcholine and catecholarnine. Blockade of specific pre-and post-synapse receptors allows the treatment of patients with sympathetic hyperactivity. A large proportion of hypertensive patients are resistant to pharmacological treatment. Renal sympathetic denervation emerged as adjunctive therapeutic strategy in controlling hypertension resistant to medical treatrnent. ln the last five years, several studies have shown consistent results in lowering blood pressure. Several other clinica! conditions are associated with hyperactivity of the adrenergic system such as heart failure, diabetes mellitus, chronic kidney disease, obstructive sleep apnea, polycystic ovary syndrome and cardiac arrhythrnias. ln these contexts, the reduction in renal sympathetic activity also proved to be beneficial in initial clinical studies. A substantial variety of dedicated devices have been developed in order to reduce variability between operators, reduce renal artery manipulation, improve vessel contact, reduce radiation exposure and procedure time, and therefore improving safety and efficacy. Mu!ticenter, prospective, randomized, controlled trials are ongoing to investigate long term outcomes such as cardiovascular mortality, acute myocardial infarction and stroke.
Descritores: Ablação por Cateter/métodos
Hipertensão/complicações
Hipertensão/fisiopatologia
Insuficiência Cardíaca/diagnóstico
Insuficiência Cardíaca/fisiopatologia
Tratamento Farmacológico/métodos
Sistema Nervoso Autônomo/fisiopatologia
Sistema Nervoso Simpático/fisiopatologia
-AGONISTAS DE RECEPTORES ADRENERGICOS ALFA TEMEFOS
Antagonistas Adrenérgicos beta
Clonidina/efeitos adversos
Denervação
Estudos Cross-Over
Fibrilação Atrial/fisiopatologia
Guanabenzo
Guanfacina/efeitos adversos
Metildopa/efeitos adversos
Rim
Simpatectomia/métodos
Limites: Humanos
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: biblio-906704
Autor: Krieger, Eduardo Moacyr.
Título: A hipertensão e a medicina translacional / Hypertension in translacional cardiology
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;28(1):20-25, jan.-mar. 2018. ilus.
Idioma: en; pt.
Resumo: A nova fase de aceleração da transferência de conhecimento para a aplicação foi, simbolicamente, iniciada na década de 40, com o desenvolvimento da bomba atômica por um grupo notável de físicos. Na mesma época, o conhecimento transferido na Universidade de Stanford cria o Vale do Silício, onde se desenvolveu a indústria eletrônica com aplicação dos transistors. Logo, importantes universidades criam incubadoras e parques tecnológicos para acelerar a transferência do conhecimento para a aplicação, inaugurando-se a assim chamada Pesquisa Translacional. Na Medicina, só a partir do ano 2000, e com importante financiamento do National Institute of Health dos Estados Unidos, é que se inicia o movimento, sistematizando a transferência e criando-se a Medicina Translacional. Nessa revisão, apresentaremos dois exemplos de Medicina Translacional (Cardiologia Translacional) provenientes de pesquisas do nosso grupo de Hipertensão do Instituto do Coração (InCor). O primeiro ilustra a retroalimentação entre a pesquisa básica e a clínica, estudando a influência da hiperatividade da enzima conversora da angiotensina no desenvolvimento da hipertrofia cardíaca clínica (polimorfismo do gene da ECA) e em camundongos com uma, duas, três e quatro cópias do gene da enzima conversora, submetidos a natação ou coarctação da aorta. O segundo ilustra a transferência do conhecimento obtido na investigação clínica para a prática médica, com um estudo multicêntrico (25 centros do Brasil) sobre a prevalência da hipertensão resistente na população brasileira e a comparação da clonidina e espirolactona como quarta droga a ser administrada nos pacientes resistentes: Estudo Multicêntrico de Pacientes com Hipertensão Arterial para Identificação de Pacientes Resistentes e Padronização de Esquema Terapêutico. Os dois exemplos ilustram a importância das instituições (no caso, o InCor) propiciarem condições e ambientes favoráveis para que os profissionais de diferentes disciplinas (clínicos, fisiologistas, biologistas moleculares, bioengenheiros, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, educadores físicos etc) trabalhem integrados e pratiquem a Cardiologia Translacional

The acceleration of the transfer of knowledge to application began symbolically in the 1940s, with the development of the atomic bomb by a notable group of physicists. In that same period, the knowledge transferred from Stanford University led to the creation of Silicon Valley, where the electronic industry was developed with the application of transistors. Soon afterwards, major universities created incubators and technology parks in order to accelerate the transfer of knowledge to application, inaugurating the concept of Translational Research. In the field of Medicine, the transfer systematization process began in 2000, with important funding from the US National Institute of Health, creating Translational Medicine. In this review, two examples of Translational Medicine (Translational Cardiology) from research by our Hypertension team of the Heart Institute (InCor) are presented. The first illustrates the feedback between basic and clinical research, studying the influence of the hyperactivity of the angiotensin converting enzyme in the development of clinical cardiac hypertrophy (polymorphism of the ACE gene) and in mice with one, two, three and four copies of the converting enzyme gene, submitted to swimming or aortic coarctation. The second illustrates the transfer of knowledge obtained in the clinical investigation to clinic practice with a multicenter trial (25 centers in Brazil) on the prevalence of resistant hypertension in the Brazilian population, and the comparison of clonidine and spirolactone as a forth drug to be administrated in resistant patients: Multicenter Study of Patients with Arterial Hypertension for Identification of Resistant Patients and Standardization of the Therapeutic Regimen. Both examples illustrate the importance of institutions (in this case, InCor) in providing a favorable environment and conditions for professionals from different disciplines (clinicians, physiologists, molecular biologists, bioengineers, nurses, nutritionists, physiotherapists, physical educators, etc.) to work in an integrated way and practice Translational Cardiology
Descritores: Sistemas de Saúde
Pesquisa Médica Translacional
Hipertensão
-Espironolactona/administração & dosagem
Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina
Enalapril/administração & dosagem
Prevalência
Clonidina/administração & dosagem
Pesquisa Básica
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: lil-324897
Autor: lMartínez González, Larisa; León Vázquez, Alfonso R; Orizondo Pajón, Sergio A.
Título: Clonidina intratecal para alivio del dolor posoperatorio en cirugía proctológica: su combinación con otros agentes / Intrathecal clonidine to release postoperative pain in proctological surgery: its combination with other agents
Fonte: Rev. cuba. cir;40(4):297-304, oct.-dic. 2001. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Se realizó un estudio de tipo ensayo clínico-terapéutico, comparativo y prospectivo, aleatorizado y a ciegas, para evaluar la eficacia de la clonidina de producción nacional por vía intratecal en combinación con otros agentes, para el alivio del dolor posoperatorio (PO) y describir los efectos adversos atribuibles a su uso. Se seleccionaron a 100 pacientes programados para cirugía proctológica. Se conformaron 4 grupos de 25 casos: lidocaína hiperbárica (G-1), lidocaína hiperbárica más fentanyl (G-2), lidocaína hiperbárica más clonidina (G-3), lidocaína hiperbárica más fentanyl más clonidina (G-4). El tiempo de analgesia PO más prolongado se logró en G-4, también en él ningún paciente refirió dolor severo. El tiempo de analgesia menor se encontró en G-1, así como la mayor cantidad de pacientes con dolor severo. La hipotensión transoperatoria y la retención urinaria PO fueron los efectos adversos más frecuentes, aunque no significativos(AU)

A clinicotherapeutic comparative and prospective randomised blind study was conducted to evaluate the efficacy of clonidine of national production administered by intrathecal route in combination with other agents to relieve postoperative pain (PP) and to describe the adverse effects attributable to its use. 100 patients that were scheduled to undergo proctological surgery were selected and divided into 4 groups of 25 cases each: hyperbaric lidocaine hydrochloride (G-1), hyperbaric lidocaine hydrochoride plus fentanyl (G-2), hyperbaric lidocaine hydrochloride plus clonidine (G-3), and hyperbaric lidocaine hydrochloride plus fentanyl plus clonidine (G-4). The longest analgesia time (AT) was attained in G-4 and no patient had acute pain in this group. The lowest analgesia time was found in G-1 , as well as the highest number of patients with acute pain. Transoperative hypotension and postoperative retention of urine were the commonest adverse effects, although they were not significant(AU)
Descritores: Cuidados Pós-Operatórios/métodos
Doenças Retais/cirurgia
Clonidina/uso terapêutico
Quimioterapia Combinada/métodos
-Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-1161320
Autor: Siufi, Angel; Boada, Nancy.
Título: Síndrome de abstinencia neonatal / Neonatal narcotic with drawal
Fonte: Clin. perinatol. argent;1:41-94, 1999-2000. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Naloxona/uso terapêutico
Síndrome de Abstinência Neonatal/diagnóstico
Síndrome de Abstinência Neonatal/etiologia
Síndrome de Abstinência Neonatal/tratamento farmacológico
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/complicações
Ópio/efeitos adversos
-Cannabis/efeitos adversos
Clonidina/uso terapêutico
Clorpromazina/uso terapêutico
Diazepam/uso terapêutico
Dietilamida do Ácido Lisérgico/efeitos adversos
Etanol/efeitos adversos
Fenobarbital/uso terapêutico
Metadona/uso terapêutico
Morfina/efeitos adversos
Recém-Nascido
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/epidemiologia
Transtornos Relacionados ao Uso de Substâncias/fisiopatologia
Limites: Feminino
Humanos
Gravidez
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Guia de Prática Clínica
Revisão
Responsável: AR144.1 - CIBCHACO - Centro de Información Biomedica del Chaco


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-787614
Autor: Faria-Silva, Raphael; Rezende, Daniel Câmara de; Ribeiro, Juarez Mundim; Gomes, Telmo Heleno; Oliveira, Braulio Antônio Maciel Faria Mota; Pereira, Fábio Maciel R; Almeida Filho, Ildeu Afonso de; Carvalho Junior, Antônio Enéas Rangel de.
Título: Association of clonidine and ropivacaine in brachial plexus block for shoulder arthroscopy / Associação de clonidina e ropivacaína no bloqueio de plexo braquial para artroscopia de ombro
Fonte: Rev. bras. anestesiol;66(4):335-340tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Arthroscopy for shoulder disorders is associated with severe and difficult to control pain, postoperatively. The addition of clonidine to local anesthetics for peripheral nerve block has become increasingly common, thanks to the potential ability of this drug to reduce the mass of local anesthetic required and to prolonging analgesia postoperatively. The present study aimed to evaluate the success of brachial plexus block for arthroscopic rotator cuff surgery using local anesthetic with or without clonidine. Method: 53 patients of both genders, between 18 and 70 years old, American Society of Anesthesiologists I or II, who were scheduled to undergo arthroscopic shoulder surgery were selected. Patients were then randomized into two groups. The verbal numerical pain scale and the presence of motor block were obtained in the post-anesthetic recovery room and 6, 12, 18 and 24 h postoperatively. Results: The association of clonidine (0.15 mg) to a solution of 0.33% ropivacaine (30 mL) in brachial plexus block for shoulder arthroscopy has not diminished the visual numeric pain scale values, nor the need for opioid rescue postoperatively. There was a lower incidence of nausea/vomiting postoperatively and a significant motor block time prolongation in the group of patients who received clonidine as adjuvant. Conclusions: The use of brachial plexus block with local anesthetic for analgesic postoperative control is well established in the literature. The addition of clonidine in the dose proposed for prolongation of the analgesic effect and reduction of opioid rescue proved unhelpful.

Resumo Justificativa e objetivos: A artroscopia para afecções do ombro associa-se a dor de forte intensidade no pós-operatório, de difícil manejo. A adição de clonidina ao anestésico local em bloqueios periféricos tornou-se progressivamente maior graças à potencial habilidade dessa droga em reduzir a massa de anestésicos locais necessários e prolongar a analgesia no pós-operatório. O presente estudo teve como objetivo avaliar o sucesso do bloqueio de plexo braquial para a cirurgia artroscópica de manguito rotador com o uso de anestésico local associado ou não à clonidina. Método: Foram selecionados 53 pacientes de ambos os sexos, entre 18 e 70 anos, ASA I ou II, que seriam submetidos à cirurgia de ombro por artroscopia. Os pacientes foram então randomizados em dois grupos. A escala numérica verbal de dor e a presença de bloqueio motor eram obtidas na sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) e com seis, 12, 18 e 24 horas de pós-operatório. Resultados: A associação de clonidina (0,15 mg) à solução de ropivacaína 0,33% (30 mL) no bloqueio de plexo braquial para artroscopia de ombro não diminuiu os valores da escala visual numérica de dor, nem a necessidade de resgate com opioides no pós-operatório. Houve uma menor incidência de náuseas e vômitos no pós-operatório (NVPO) e aumento considerável do tempo de bloqueio motor no grupo de pacientes que recebeu clonidina como adjuvante. Conclusões: O uso do bloqueio de plexo braquial com anestésico local para controle analgésico pós-operatório está consolidado na literatura. A adição de clonidina na dose proposta para prolongamento do efeito analgésico e redução de resgate com opioides mostrou-se pouco útil.
Descritores: Dor Pós-Operatória/tratamento farmacológico
Artroscopia/métodos
Articulação do Ombro/cirurgia
Clonidina/uso terapêutico
Bloqueio do Plexo Braquial/métodos
Amidas/uso terapêutico
-Manguito Rotador/cirurgia
Quimioterapia Combinada/métodos
Ropivacaina
Analgésicos/uso terapêutico
Anestésicos Locais/uso terapêutico
Tempo de Internação/estatística & dados numéricos
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-897773
Autor: Carvalho, Joana Chaves Gonçalves Rodrigues de; Agualusa, Luís Miguel; Moreira, Luísa Manuela Ribeiro; Costa, Joana Catarina Monteiro da.
Título: Multimodal therapeutic approach of vaginismus: an innovative approach through trigger point infiltration and pulsed radiofrequency of the pudendal nerve / Terapêutica multimodal do vaginismo: abordagem inovadora por meio de infiltração de pontos gatilho e radiofrequência pulsada do nervo pudendo
Fonte: Rev. bras. anestesiol;67(6):632-636, Nov.-Dec. 2017. graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Vaginismus is a poorly understood disorder, characterized by an involuntary muscular spasm of the pelvic floor muscles and outer third of the vagina during intercourse attempt, which results in aversion to penetration. It is reported to affect 1-7% of women worldwide. With this report the authors aim to describe the case of a young patient with vaginismus in whom techniques usually from the chronic pain domain were used as part of her multimodal therapeutic regimen.

Resumo O vaginismo é uma doença pouco compreendida que se caracteriza por uma contração muscular involuntária dos músculos do pavimento pélvico e do terço externo da vagina durante as tentativas de intercurso sexual, o que resulta em aversão à penetração. Estima-se que possa afetar entre 1%-7% da população feminina mundial. Com este relato os autores pretendem apresentar o caso de uma paciente jovem com vaginismo na qual foram usadas técnicas habitualmente do domínio da medicina da dor crônica como parte do seu esquema terapêutico multimodal.
Descritores: Clonidina/administração & dosagem
Vaginismo
Tratamento por Radiofrequência Pulsada
Ropivacaina/administração & dosagem
Analgésicos/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
-Terapia Combinada
Pontos-Gatilho
Nervo Pudendo
Anestesia Local
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-897799
Autor: Venkatraman, Rajagopalan; Karthik, Krishnamoorthy; Pushparani, Anand; Mahalakshmi, Annadurai.
Título: A prospective, randomized, double-blinded control study on comparison of tramadol, clonidine and dexmedetomidine for post spinal anesthesia shivering / Estudo prospectivo randômico, duplo-cego e controlado comparando tramadol, clonidina e dexmedetomidina para tremores pós-raquianestesia
Fonte: Rev. bras. anestesiol;68(1):42-48, Jan.-Feb. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Introduction Shivering, a common intraoperative problem under spinal anesthesia increases the oxygen consumption considerably and is uncomfortable and distressing to the patient, anesthesiologist as well as surgeon. The present study was designed to explore the effectiveness of tramadol, clonidine and dexmedetomidine in the treatment of post spinal anesthesia shivering and to look for their adverse effects. Methods This prospective, randomized, double blinded control study was done on 90 patients who developed shivering under spinal anesthesia. They were randomly allocated into three groups with Group T receiving tramadol 1 mg.kg-1, Group C getting clonidine 1 mcg.kg-1 and Group D patients receiving dexmedetomidine 0.5 mcg.kg-1. The time taken to control shivering, recurrence rate, hemodynamic variables, sedation score and adverse effects were observed. Results Dexmedetomidine was faster in the control of shivering in 5.7 ± 0.79 minutes (min) whereas tramadol took 6.76 ± 0.93 min and clonidine was slower with 9.43 ± 0.93 min. The recurrence rate was much lower in the dexmedetomidine group with 3.3% than for clonidine (10%) and tramadol (23.3%) group. The sedation achieved with dexmedetomidine was better than clonidine and tramadol. The tramadol group had more cases of vomiting (four) and dexmedetomidine group had six cases of hypotension and two cases of bradycardia. Two of the clonidine patients encountered bradycardia and hypotension. Conclusion Dexmedetomidine is better than tramadol and clonidine in the control of shivering because of its faster onset and less recurrence rate. Though complications are encountered in the dexmedetomidine group, they are treatable.

Resumo Introdução O tremor, problema comum no período intraoperatório sob raquianestesia, aumenta consideravelmente o consumo de oxigênio, além de ser desconfortável e angustiante para o paciente, o anestesiologista e o cirurgião. O presente estudo foi concebido para explorar a eficácia de tramadol, clonidina e dexmedetomidina no tratamento de tremores pós-raquianestesia e observar seus efeitos adversos. Métodos Este estudo prospectivo, randômico, controlado e duplo-cego foi feito com 90 pacientes que desenvolveram tremores sob raquianestesia. Os pacientes foram randomicamente alocados em três grupos para receber 1 mg.kg-1 de tramadol (Grupo T), 1 mcg.kg-1 de clonidina (Grupo C) e 0,5 mcg.kg-1 de dexmedetomidina (Grupo D). O tempo necessário para controlar os tremores, a taxa de recorrência, as variáveis hemodinâmicas, os níveis de sedação e os efeitos adversos foram registrados. Resultados Dexmedetomidina foi mais rápida para controlar os tremores, com tempo de 5,7 ± 0,79 minutos (min); o tempo de tramadol foi de 6,76 ± 0,93 min; clonidina foi mais lenta, com tempo de 9,43 ± 0,93 min. A taxa de recorrência foi muito menor no grupo dexmedetomidina (3,3%) do que nos grupos clonidina (10%) e tramadol (23,3%). A sedação obtida com dexmedetomidina foi melhor do que a obtida com clonidina e tramadol. O grupo tramadol teve mais casos de vômito (quatro); o grupo dexmedetomidina teve seis casos de hipotensão e dois casos de bradicardia. Dois pacientes do grupo clonidina apresentaram bradicardia e hipotensão. Conclusão Dexmedetomidina foi melhor do que tramadol e clonidina para o controle de tremores devido ao seu início de ação mais rápido e à taxa de recorrência mais baixa. Embora complicações tenham sido observadas no grupo dexmedetomidina, elas foram tratáveis.
Descritores: Tremor por Sensação de Frio/efeitos dos fármacos
Tramadol/uso terapêutico
Clonidina/uso terapêutico
Dexmedetomidina/uso terapêutico
Hipnóticos e Sedativos/uso terapêutico
Complicações Intraoperatórias/tratamento farmacológico
Raquianestesia/efeitos adversos
Entorpecentes/uso terapêutico
-Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-977427
Autor: Bonisson, Ana Cláudia Mota; Fernandes, Magda Lourenço; Araújo, Guilherme Freitas; Vieira, Fabrício Eduardo; Noronha, Luíza Melo; Gomez, Renato Santiago.
Título: Combination of clonidine-bupivacaine in caudal epidural anesthesia for hypospadias surgery in children: prospective, randomized, blind study / Associação clonidina-bupivacaína na anestesia peridural caudal para cirurgia de hipospádia em crianças: estudo prospectivo, randomizado, encoberto
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(1):27-34, Jan.-Feb. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: The combination of clonidine with local anesthetic administered for epidural anesthesia via caudal route seems to improve the quality of postoperative analgesia, but with conflicting results. This study compared the postoperative analgesia of three different doses of clonidine combined with bupivacaine in caudal epidural anesthesia in children undergoing hypospadias repair. Methods: Eighty children aged 1-10 years, candidates for surgical repair of hypospadias, were randomly divided into four groups of 20 patients to receive general anesthesia combined with caudal epidural anesthesia with bupivacaine 0.165% alone or in combination with 1, 2 or 3 µg.kg- 1 of clonidine. The primary outcome was morphine consumption in the first 24 h postoperatively. Mean arterial pressure, heart rate, end-tidal concentration of sevoflurane, time to awakening, pain severity (FLACC scale), level of sedation (RAMSAY), duration of analgesia, and occurrence of adverse effects were also compared. Results: Intraoperatively, there was no difference between groups regarding mean arterial pressure, heart rate, end-tidal concentration of sevoflurane, and time to awakening. Postoperative morphine consumption and pain severity were similar between groups, but the group receiving clonidine (3 µg.kg-1) had lower heart rate and higher sedation level than the group receiving bupivacaine alone. Conclusions: The combination of clonidine at doses of 1, 2 or 3 µg.kg-1 with bupivacaine 0.16% via caudal epidural route did not alter the consumption of morphine in the early postoperative period of children undergoing hypospadias repair.

Resumo Justificativa e objetivos: A associação de clonidina ao anestésico local administrado por via peridural caudal parece melhorar a qualidade da analgesia pós-operatória, mas com resultados conflitantes. Este estudo comparou a analgesia pós-operatória de três diferentes doses de clonidina associada à bupivacaína na anestesia peridural caudal em crianças submetidas à correção de hipospádia. Método: Oitenta crianças entre um e dez anos, candidatas à correção cirúrgica de hipospádia, foram divididas, aleatoriamente, em quatro grupos de 20 pacientes para receber anestesia geral associada à anestesia peridural caudal com bupivacaína 0,166% isolada ou associada a 1, 2 ou 3 µg.Kg-1 de clonidina. Como desfecho principal avaliou-se o consumo de morfina nas primeiras 24 horas de pós-operatório. Compararam-se também pressão arterial média, frequência cardíaca, concentração expirada de sevoflurano, tempo de despertar da anestesia, intensidade da dor pela escala FLACC, nível de sedação (Ramsay), tempo de duração da analgesia e ocorrência de efeitos adversos. Resultados: No transoperatório, não houve diferença entre os grupos quanto à pressão arterial média, frequência cardíaca, concentração expirada de sevoflurano e ao tempo de despertar. No pós-operatório, o consumo de morfina e a intensidade da dor foram similares entre os grupos, mas o grupo que recebeu 3 µg.Kg-1 de clonidina apresentou menor frequência cardíaca e maior sedação do que o grupo que recebeu somente bupivacaína. Conclusões: A associação de clonidina nas doses de 1, 2 ou 3 µg.Kg-1 à bupivacaína 0,166% por via peridural caudal não alterou o consumo de morfina no pós-operatório imediato de crianças submetidas à correção de hipospádia.
Descritores: Bupivacaína/administração & dosagem
Clonidina/administração & dosagem
Analgésicos/administração & dosagem
Hipospadia/cirurgia
Anestesia Epidural/métodos
Anestésicos Locais/administração & dosagem
-Método Simples-Cego
Estudos Prospectivos
Combinação de Medicamentos
Limites: Humanos
Masculino
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1013422
Autor: Arora, Suman; Sadashivappa, Chethan; Sen, Indu; Sahni, Neeru; Gandhi, Komal; Batra, Y. K; Dhillon, M. S.
Título: Comparison of adductor canal block for analgesia in arthroscopic surgery with ropivacaine alone and ropivacaine and clonidine / Comparação do bloqueio do canal adutor para analgesia em cirurgia artroscópica com ropivacaína isolada e ropivacaína + clonidina
Fonte: Rev. bras. anestesiol;69(3):272-278, May-June 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Background and objectives: Inadequate pain relief after anterior cruciate ligament reconstruction affects mobility leading to development of adhesions, weakened ligament insertion and muscle atrophy. Adductor canal block for postoperative analgesia preserves quadriceps strength. The present study was conducted to compare pain free period in patients undergoing arthroscopic anterior cruciate ligament reconstruction, receiving ultrasound-guided adductor canal block with ropivacaine alone and ropivacaine with clonidine. Methods: A prospective randomized double blinded study was conducted including sixty-three adult, ASA class I, II patients undergoing anterior cruciate ligament reconstruction. They were randomized into three groups: Group S - control group received adductor canal block with 30 mL saline, Group R - ropivacaine group received adductor canal block with 30 mL of 0.375% ropivacaine and Group RC - clonidine group received adductor canal block with 30 mL of 0.375% ropivacaine with clonidine 1 µg.kg-1. The primary aim was to compare the pain free period in patients receiving adductor canal block with ropivacaine alone or ropivacine with clonidine. The secondary outcomes were pain score at rest and movement, total analgesic requirement, sedation score and postoperative nausea and vomiting. Results: The mean pain free periods were 20 min, 384.76 min and 558.09 min for Group S, Group R and Group RC, respectively and this difference was statistically significant (p < 0.001). There was no significant difference between Group R and Group RC in terms of pain scores at rest and movement and total analgesic requirement. Conclusion: Addition of clonidine to ropivacaine in USG guided adductor canal block led to significant prolongation of pain free period though pain score at rest and movement, and rescue analgesic requirement, did not differ.

Resumo Justificativa e objetivos: O alívio inadequado da dor após a reconstrução do ligamento cruzado anterior afeta a mobilidade, leva ao desenvolvimento de aderências, inserção do ligamento enfraquecido e atrofia muscular. O bloqueio do canal adutor para analgesia pós-operatória preserva a força do quadríceps. O presente estudo foi feito para comparar o período sem dor em pacientes de reconstrução artroscópica do ligamento cruzado anterior, submetidos ao bloqueio do canal adutor guiado por ultrassom com ropivacaína isolada e ropivacaína + clonidina. Métodos: Um estudo prospectivo, randômico e duplo-cego foi conduzido com 63 pacientes adultos, estado físico ASA I-II, submetidos à reconstrução do ligamento cruzado anterior. Os pacientes foram randomizados em três grupos: Grupo S, que recebeu bloqueio do canal adutor com 30 mL de solução salina para controle; Grupo R, que recebeu bloqueio do canal adutor com 30 mL de ropivacaína a 0,375%; Grupo RC, que recebeu bloqueio do canal adutor com 30 mL de ropivacaína a 0,375% e 1 µg.kg-1 de clonidina. O desfecho primário do estudo foi comparar o período sem dor nos pacientes que receberam bloqueio do canal adutor com ropivacaína isolada ou ropivacina + clonidina. Os desfechos secundários foram escores de dor em repouso e movimento, necessidade total de analgésicos, escore de sedação, além de náusea e vômito no pós-operatório. Resultados: Os períodos médios sem dor foram 20 min, 384,76 min e 558,09 min para os grupos S, R e RC, respectivamente, e essa diferença foi estatisticamente significativa (p < 0,001). Não houve diferença significativa entre os grupos R e RC em termos de escores de dor em repouso e movimento e a necessidade total de analgésicos. Conclusão: A adição de clonidina à ropivacaína em bloqueio do canal adutor guiado por ultrassom levou a um prolongamento significativo do período sem dor, embora os escores de dor em repouso e movimento, e a necessidade de analgésico de resgate, não tenham diferido.
Descritores: Artroscopia/métodos
Clonidina/administração & dosagem
Reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior/métodos
Ropivacaina/administração & dosagem
Bloqueio Nervoso/métodos
-Dor Pós-Operatória/prevenção & controle
Método Duplo-Cego
Estudos Prospectivos
Ultrassonografia de Intervenção/métodos
Quimioterapia Combinada
Analgésicos/administração & dosagem
Anestésicos Locais/administração & dosagem
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME



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