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Id: biblio-1115648
Autor: Chopra, Nitin; Ruan, Can-Jun; McCollum, Betsy; Ognibene, Judy; Shelton, Charles; de Leon, Jose.
Título: High Doses of Drugs Extensively Metabolized by CYP3A4 Were Needed to Reach Therapeutic Concentrations in Two Patients Taking Inducers / Dos pacientes que tomaban inductores necesitaron dosis altas de medicamentos metabolizados en gran medida por el CYP3A4 para alcanzar concentraciones terapéuticas
Fonte: Rev. colomb. psiquiatr;49(2):84-95, abr.-jun. 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Introduction: In the last 20 years of clinical practice, the senior author has identified these 2 rare cases in which the patients needed extremely high doses of drugs metabolized by CYP3A4 to reach and maintain serum therapeutic concentrations. Methods: The high metabolic ability of these 2 patients was demonstrated by the low concentration-to-dose ratios (C/D ratios) of several drugs metabolized by CYP3A4. Results: Case 1 was characterized by a history of high carbamazepine doses (up to 2,000 mg/day) and needed 170 mg/day of diazepam in 2 days to cooperate with dental cleaning. The high activity of the CYP3A4 isoenzyme was manifested by fast metabolism for quetiapine and diazepam, which took more than 1 year to normalize after the inducer, phenytoin, was stopped. Case 2 was also very sensitive to CYP3A4 inducers as indicated by very low C/D ratios for carbamazepine, risperidone and paliperidone. The carbamazepine (2,800 mg/day) and risperidone (20 mg/day) dosages for this second patient are the highest doses ever seen for these drugs by the senior author. Risperidone induction appeared to last for many months and metabolism was definitively normal 3 years after stopping carbamazepine. On the other hand, olanzapine C/D ratios were normal for induction. Conclusions: The literature has never described similar cases of very high doses of drugs metabolized by CYP3A4. We speculate that these 2 patients may have unusual genetic profiles at the nuclear receptor levels; these receptors regulate induction of drugs.

RESUMEN Introducción: Durante sus últimos 20 años de práctica, el último autor ha identificado estos 2 infrecuentes casos que necesitaban dosis extremadamente altas de medicaciones metabolizadas por el CYP3A4 para alcanzar y mantener concentraciones séricas terapéuticas. Métodos: La gran capacidad metabólica de estos 2 pacientes se demostró por los bajos cocientes entre concentración y dosis (C/D) de varias medicaciones metabolizadas por el CYP3A4. Resultados: El caso 1 se caracterizaba por una historia de altas dosis de carbamazepina (1.500 mg/día) y la necesidad de tomar 170 mg de diazepam en 2 días para facilitar una limpieza dental. La gran actividad de la isoenzima CYP3A4 se manifestó por una gran capacidad metabólica de quetiapina y diazepam, cuya normalización tardó más de 1 año tras la toma de un inductor, fenitoína. El caso 2 tambien era muy sensible a la inducción, lo cual se demuestra por los bajos cocientes C/D de carbamazepina, risperidona y paliperidona. Las dosis de carbamazepina (2.800 mg/día) y risperidona (20 mg/día) de este segundo paciente son las más altas nunca vistas por el último autor. La inducción de risperidona duró muchos meses y su metabolismo era normal 3 años después de interrumpir la carbamazepina. El cociente C/D de olanzapina era normal para la inducción. Conclusiones: Nunca se habían descrito casos similares de dosis tan altas de medicaciones metabolizadas por el CYP3A4. Se especula con que estos pacientes podrían tener unos perfiles genéticos inusuales en los receptores nucleares que regulan la inducción de medicamentos.
Descritores: Preparações Farmacêuticas
Citocromo P-450 CYP3A
Indutores do Citocromo P-450 CYP3A
-Triacetonamina-N-Oxil
Carbamazepina
Receptores Citoplasmáticos e Nucleares
Risperidona
Diazepam
Dosagem
Fumarato de Quetiapina
Palmitato de Paliperidona
Olanzapina
Métodos
Limites: Humanos
Responsável: CO78 - Asociación Colombiana de Psiquiatría


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1055341
Autor: Savitz, Adam J; Xu, Haiyan; Gopal, Srihari; Nuamah, Isaac; Mathews, Maju; Soares, Bernardo.
Título: Efficacy and safety of paliperidone palmitate 3-month formulation in Latin American patients with schizophrenia: A subgroup analysis of data from two large phase 3 randomized, double-blind studies
Fonte: Braz. J. Psychiatry (São Paulo, 1999, Impr.);41(6):499-510, Nov.-Dec. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Objective: To analyze the efficacy and safety of paliperidone palmitate 3-monthly (PP3M) in Latin American patients with schizophrenia vs. rest-of-world (ROW). Methods: We analyzed data from two multinational, double-blind (DB), randomized, controlled phase 3 studies including patients with schizophrenia (DSM-IV-TR) previously stabilized on PP1M/PP3M (open-label [OL] phase). Patients were randomized to PP3M or PP1M (noninferiority study A) and PP3M or placebo (study B) in DB phase. The subgroup analysis included Latin American (Argentina, Brazil, Colombia, Mexico) patients. Primary efficacy endpoints were relapse-free rates (study A) and time-to-relapse (study B). Results: In study A, 63/71 (88.7%) and in study B 38/43 (88.4%) Latin American patients completed the DB phase. In study A, relapse-free percentage was similar in Latin America (PP3M: 97%, PP1M: 100%) and ROW (PP3M: 91%, PP1M: 89%). In study B, median time-to-relapse was not estimable in the Latin American subgroup for either placebo or PP3M groups, nor for the ROW PP3M group; the median time-to-relapse in the ROW placebo group was 395 days. Caregiver burden improved in patients switching from oral antipsychotics (OL baseline) to PP3M/PP1M in DB phase (Involvement Evaluation Questionnaire score mean ± SD change, -9.4±15.16; p < 0.001). Treatment emergent adverse events with PP3M during DB phase were similar in Latin America (study A: 24/34 [70.6%]; study B: 15/21 [71.4%]) and ROW (study A: 318/470 [67.7%]; study B: 84/139 [60.4%]) subgroups. Conclusion: PP3M was efficacious and showed no new safety concerns in patients with schizophrenia from Latin America, corroborating ROW findings. Clinical trial registration: NCT01515423, NCT01529515
Descritores: Esquizofrenia/tratamento farmacológico
Antipsicóticos/administração & dosagem
Palmitato de Paliperidona/administração & dosagem
-Recidiva
Fatores de Tempo
Efeito Placebo
Método Duplo-Cego
Inquéritos e Questionários
Reprodutibilidade dos Testes
Resultado do Tratamento
Estimativa de Kaplan-Meier
Prevenção Secundária
América Latina
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-837146
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Palmitato de paliperidona para o tratamento de esquizofrenia / Paliperidone palmitate for the treatment of schizophrenia.
Fonte: Brasília; CONITEC; abr. 2013. tab, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Esquizofrenia é uma síndrome caracterizada por uma variedade de problemas comportamentais, emocionais e cognitivos. Os sintomas da esquizofrenia são classificados em positivos e negativos. Os sintomas positivos são relacionados a distorções das funções sensoriais, incluindo alucinações (geralmente auditivas), ilusões, fala desorganizada ou desordem do pensamento e comportamento desorganizado, bizarro ou catatônico. Os sintomas negativos são relacionados à inibição das funções afetivas e psicomotoras e incluem: apatia emocional, isolamento social, comportamento anormalmente desinteressado, falta de motivação e perda do prazer. O controle da esquizofrenia envolve vários cuidados com o objetivo de suprir todas as necessidades clínicas, emocionais e sociais do indivíduo. O tratamento farmacológico da esquizofrenia é realizado com drogas antipsicóticas. Os antipsicóticos convencionais, ou típicos, atualmente disponíveis no SUS são o haloperidol (oral e injetável de longa ação), clorpromazina e tioridazina. A melhora clínica é definida como uma diminuição de pelo menos 30% nos escores da escala BPRS-A. Entretanto, todos os medicamentos antipsicóticos são associados a eventos adversos que variam de acordo com o indivíduo e com o tipo de medicamento. Esses eventos incluem sintomas extrapiramidais (como parkinsonismo, distonia aguda, acatisia e discinesia tardia), efeitos autônomos (como visão borrada, aumento da pressão intra-ocular, olhos e boca secos, constipação e retenção urinária), aumento dos níveis de prolactina, convulsões, sedação, disfunção sexual e ganho de peso. Diante das limitações aos antipsicóticos convencionais, ou típicos, foram desenvolvidos os novos antipsicóticos ou antipsicóticos atípicos, que focam em produzir alívio de ambos os sintomas positivos e negativos através de efeitos simultâneos nos níveis de dopamina e serotonina no Sistema Nervoso Central. Estes medicamentos apresentam menor probabilidade do que os típicos em induzir sintomas extrapiramidais agudos. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde para o tratamento da Esquizofrenia Refratária atualmente vigentes antipsicóticos atípicos são a segunda linha de tratamento, sendo indicados quando os medicamentos de primeira linha (antipsicóticos típicos), não fazem mais efeito ou são intolerados. Dentre os antipsicóticos atípicos disponíveis no SUS estão clozapina em comprimidos de 25 e 100 mg; olanzapina em comprimidos de 5 e 10 mg; quetiapina em comprimidos de 25, 100 e 200 mg; risperidona em comprimidos de 1 e 2 mg; e ziprasidona em cápsulas de 40 e 80 mg. No entanto, este protocolo está sendo atualizado. Nele, todos os antipsicóticos foram considerados semelhantes em termos de eficácia, por isso, não há ordem de preferência para a escolha do antipsicótico a ser utilizado (haloperidol, clorpromazina, risperidona, quetiapina, ziprasidona ou olanzapina), com exceção à clozapina, que deve ser utilizada após refratariedade a pelo menos 2 medicamentos. O uso do decanoato de haloperidol (injetável de deposição) é indicado em pacientes com impossibilidade de adequada adesão ao uso oral de qualquer um dos medicamentos acima. O palmitato de paliperidona, metabólito ativo da risperidona, é um novo antipsicótico atípico injetável de liberação prolongada, como tratamento da esquizofrenia e prevenção da recorrência dos sintomas da esquizofrenia. A evidência disponível até o momento mostra benefício do palmitato de paliperidona (PP) em comparação ao placebo quando aplicado ao tratamento da esquizofrenia. Os resultados de eficácia foram avaliados por meio de redução na escala PANSS. Foi encontrado um único estudo que avaliou a taxa de recaída, e que também mostrou benefício do PP em relação ao placebo. Os estudos de não-inferioridade demonstram que o PP é não inferior à risperidona injetável de longa ação, em relação à descontinuação do tratamento, melhora clínica (redução do PANSS) e taxas de recaída. O que não traz novidades uma vez que o PP é o principal metabólito ativo da risperidona. Estes estudos, no entanto, tiveram algumas limitações importantes, tais como a comparação com placebo, a curta duração e as perdas significativas de seguimento. Os eventos adversos observados nos estudos mostram que o uso do PP é seguro, no entanto, em se tratando de medicamento novo e de uso crônico, os estudos foram demasiadamente curtos para fazer tal afirmativa. Embora nos estudos econômicos elaborados pelo demandante o palmitato de paliperidona tenha se mostrado custo-efetivo, deve-se ressaltar que os dados de efetividade utilizados no modelo foram obtidos de estudos da risperidona injetável de longa ação e não da paliperidona. Como a proposta da paliperidona injetavel é oferecer alternativa de tratamento antipsicotico para pacientes com baixa adesão ao tratamento oral, o decanoato de haloperidol, já disponível no elenco do SUS para esta condição clínica, deveria ter sido o comparador escolhido para a análise. Considerou-se que o arsenal medicamentoso atualmente disponibilizado no SUS é suficiente para atender às necessidades dos portadores da doença, devendo os esforços do sistema se concentrar na oferta de práticas que garantam o atendimento integral em saúde mental, promovam o melhor conhecimento e aceitação da doença entre pacientes e familiares e favoreçam a adesão aos tratamentos e a maximização dos resultados. Diante do exposto, os membros da CONITEC, presentes na 10ª Reunião Ordinária do plenário, realizada no dia 08/11/2012, recomendaram a não incorporação do medicamento palmitato de paliperidona para o tratamento da esquizofrenia. Os membros da CONITEC presentes na 3ª reunião extraordinária do plenário do dia 20/12/2012, por unanimidade, ratificaram a deliberação de não recomendar a incorporação do medicamento Palmitato de Paliperidona para o tratamento da Esquizofrenia. O Conselho Nacional de Saúde se absteve de votar conforme posição acordada pelo Plenário do CNS. A Portaria SCTIE-MS N.º 15, de 2 de abril de 2013 - Torna pública a decisão de não incorporar o medicamento palmitato de paliperidona para o tratamento de esquizofrenia no Sistema Único de Saúde (SUS).
Descritores: Antipsicóticos/efeitos adversos
Clozapina/efeitos adversos
Palmitato de Paliperidona
Fumarato de Quetiapina/efeitos adversos
Risperidona/efeitos adversos
Esquizofrenia/terapia
-Brasil
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Sistema Único de Saúde
Limites: Humanos
Adulto
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME



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