Base de dados : LILACS
Pesquisa : D03.383.725.192 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 24 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 3 ir para página          

  1 / 24 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-875568
Autor: Armaganijan, Dikran; Armaganijan, Luciana Vidal; Staico, Rodolfo.
Título: Terapias anticoagulantes na doença renal crônica / Anticoagulant therapies in chronic renal disease
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;27(3):f:238-l:242, jul.-set. 2017. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Os pacientes com doença renal crônica (DRC) têm tendências hemorrágicas e trombóticas e, por isso, a indicação de anticoagulantes é complexa nos indivíduos com fibrilação atrial (FA). A FA é a arritmia mais frequente na DRC, sendo o tromboembolismo e o ictus suas principais complicações. A introdução de novos anticoagulantes orais diretos (DOACs) tem se mostrado superior aos antagonistas da vitamina K, tanto na prevenção de tromboembolismos sistêmicos como no risco de sangramento. Contudo, devem ser prescritos com cautela nesse grupo de pacientes. Para os indivíduos com DRC e clearance renal entre 30 e 50 ml/min, as doses da dabigatrana e da rivaroxabana devem ser reduzidas, no caso de pacientes com elevado risco de sangramento, não havendo necessidade de reduzir as doses de apixabana e edoxabana. Em pacientes com clearance renal entre 15 e 29 ml/min o uso da dabigatrana é contraindicado, a rivaroxabana e a edoxabana não exigem ajuste terapêutico e a dose de apixabana deve ser ajustada. Nenhum dos DOACs é indicado em pacientes com clearance renal < 15 mg/min. Outro problema da terapêutica com os DOACs é o custo do medicamento, muito superior aos dos antagonistas da vitamina K, trazendo algumas implicações clínicas relevantes: suspensão terapêutica por restrições econômicas, que mesmo quando transitória, coloca o paciente em risco de eventos tromboembólicos devido à perda rápida de seus efeitos anticoagulantes e pela possibilidade de hipercoagulabilidade paradoxal. A maior parte da população é tratada em hospitais públicos e recebe os antagonistas de vitamina K. Por isso, enquanto a relação custo-efetividade dos DOACs não for esclarecida, a prevenção e o tratamento de pacientes com DRC e FA com os antagonistas de vitamina K estão consagrados e podem trazer benefícios para esse grupo de pacientes

Patients with chronic renal disease (CRD) have hemorrhagic and thrombotic tendencies, therefore the indication of anticoagulants is complex in individuals with atrial fibrillation (AF). AF is the most frequent arrhythmia in CRD, and thromboembolism and cerebral stroke are its main complications. The introduction of new oral anticoagulants (DOACs) has proven to be superior to vitamin K antagonists in preventing systemic thromboembolisms and bleeding risk. However, they should be prescribed with caution in this group of patients. For individuals with CRD and renal clearance between 30 and 50 ml/min, the doses of dabigatran and rivaroxaban should be reduced, in the case of patients with high risk of bleeding, and it is not necessary to reduce the doses of apixaban and edoxaban. In patients with renal clearance between 15 and 29 ml/min, the use of dabigatran is contraindicated, rivaroxaban and edoxaban do not require therapeutic adjustment, and the dose of apixaban should be adjusted. No DOACs is indicated in patients with renal clearance < 15 mg/min. Another problem with DOACs therapy is the cost of the medication, which is much higher than that of vitamin K antagonists, with some important clinical implications: therapeutic suspension due to economic restrictions, even if temporary, place the patient at risk of thromboembolic events due to the rapid loss of anticoagulant effects and the possibility of paradoxical hypercoagulability. Most of the population is treated in public hospitals, and receives vitamin K antagonists. Therefore, while the cost-effectiveness ratio of DOACs has not been clarified, prevention and treatment of patients with CRD and AF with vitamin K antagonists is consecrated, and can bring benefits for this group of patients
Descritores: Fatores de Risco
Acidente Vascular Cerebral/complicações
Insuficiência Renal Crônica/terapia
Anticoagulantes/uso terapêutico
-Fibrilação Atrial/terapia
Tromboembolia/terapia
Varfarina/efeitos adversos
Fator X
Prevalência
Eletrocardiografia Ambulatorial/métodos
Fibrinolíticos/uso terapêutico
Rivaroxabana/uso terapêutico
Dabigatrana/efeitos adversos
Dabigatrana/uso terapêutico
Hemorragia/terapia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


  2 / 24 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-875463
Autor: Pavanello, Ricardo.
Título: Terapia anticoagulante nas valvopatias / Anticoagulant therapy in valvulopathies
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;27(3):f:228-l:233, jul.-set. 2017.
Idioma: pt.
Resumo: As valvopatias, especialmente na presença da fibrilação atrial (FA), aumentam o risco de eventos tromboembólicos que, além de modificar a história natural da doença, têm impacto significativo na sobrevida e na qualidade de vida dos pacientes. Além do envelhecimento da população mundial, com o consequente número crescente de pacientes com fibrilação atrial, há cada vez mais associações de valvopatias com a doença arterial coronariana (DAC). Nesse grupo de pacientes para os quais há indicação emergencial ou eletiva de intervenção coronariana percutânea (ICP) com implante de stents, serão prescritos antiplaquetários e anticoagulantes ao menos nos primeiros meses pós-ICP. A prevenção do tromboembolismo (TE) com anticoagulantes, como a varfarina ou com os anticoagulantes orais diretos (AOD), é recomendada na maioria das diretrizes. O emprego dos escores CHADS2-VASc e HAS-BLED são úteis para a quantificação dos riscos TE e hemorrágicos

Valvulopathies, especially in the presence of atrial fibrillation (AF), increase the risk of thromboembolic events, which in addition to modifying the natural history of the disease; have a significant impact on survival and quality of life of patients. In addition to the aging of the world's population, with a consequent increase in the number of patients with atrial fibrillation, there are increasing cases of associations of valvular diseases with coronary artery disease (CAD). In this group of patients, in whom there is an emergency or elective indication for percutaneous coronary intervention (PCI) with the implantation of stents, antiplatelet and anticoagulant therapies will be prescribed, at least in the first months after PCI. The prevention of thromboembolic events (TE) with anticoagulants, such as warfarin, or with direct oral anticoagulants (DAOCs), is recommended in most of the Guidelines. The use of the CHADS2-VASc and HAS-BLED scores are useful in the quantification of TE and hemorrhagic risks
Descritores: Tromboembolia/terapia
Inibidores dos Fatores de Coagulação Sanguínea
Doenças das Valvas Cardíacas/diagnóstico
Doenças das Valvas Cardíacas/terapia
Anticoagulantes/uso terapêutico
-Fibrilação Atrial/diagnóstico
Fibrilação Atrial/terapia
Varfarina/efeitos adversos
Doença da Artéria Coronariana
Heparina/uso terapêutico
Fatores de Risco
Implante de Prótese de Valva Cardíaca/métodos
Rivaroxabana/administração & dosagem
Rivaroxabana/uso terapêutico
Dabigatrana/uso terapêutico
Hemorragia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


  3 / 24 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-875408
Autor: Pieri, Alexandre.
Título: Anticoagulantes não antagonistas da vitamina K na prevenção do acidente vascular cerebral / Non-vitamin K antagonist anticoagulants in the prevention of stroke
Fonte: Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo;27(3):f:217-l:222, jul.-set. 2017. tab, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: O acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi) causado por fibrilação atrial (FA) é comum e mais grave que os de outra etiologia. Devido à eficácia e segurança maiores ou similares dos anticoagulantes orais diretos (DOAC) comparados à varfarina e à comodidade de uso, esses fármacos são considerados o tratamento de escolha na prevenção do AVCi por FA. Pacientes com FA e AVCi agudo apresentam alto risco de recorrência e devem ser submetidos à anticoagulação precoce, seguindo-se a "regra 1, 3, 6, 12 dias". Nos casos de acidente vascular cerebral hemorrágico (AVCh) durante o uso de (DOAC), pode-se recomendar o concentrado de complexo protrombínico, porém não há evidência que apoie essa conduta. O advento dos agentes reversores traz a oportunidade de ampliar o uso dos DOAC, porque proporcionam maior controle nas situações de urgência, como o AVC. Por serem mais fáceis de usar e apresentarem menor interação medicamentosa, os DOAC assumem um importante papel nos pacientes com declínio cognitivo. Pacientes com FA não devem ser excluídos do uso de anticoagulantes somente por apresentarem alto risco de quedas. Para pacientes com indicação de anticoagulação, os benefícios geralmente suplantam os riscos

Atrial fibrillation (AF)-related ischemic stroke (IS) is common and more severe than stroke due to other causes. Due to the greater or similar efficacy and safety to direct oral anticoagulants (DOAC) compared to warfarin, and their ease of use, these drugs are considered the treatment of choice for the prevention of AF-related stroke. Patients with AF and acute IS present a high risk of recurrent stroke and should be submitted to early anticoagulation, following the "1-3-6-12 day rule". In cases of DOACs-related intracerebral hemorrhage (ICH), prothrombin complex concentrate (PCC) can be recommended for use, but there is no evidence to support this conduct. The advent of reversal agents brings the opportunity to increase the use of DOACs, because they provide better control in emergency situations, such as stroke. Because they are easy to use and present less drug interactions, DOACs play an important role in patients with cognitive decline. Patients with AF should not be excluded from the use of oral anticoagulants solely because they present high risk of falls. For patients with a valid indication for anticoagulation, the benefits generally outweigh the risks
Descritores: Fibrilação Atrial/diagnóstico
Fibrilação Atrial/terapia
Vitamina K/uso terapêutico
Acidente Vascular Cerebral/mortalidade
Acidente Vascular Cerebral/prevenção & controle
Anticoagulantes/uso terapêutico
-Trombose/terapia
Varfarina/uso terapêutico
Heparina/uso terapêutico
Fatores de Risco
Rivaroxabana/uso terapêutico
Dabigatrana/uso terapêutico
Hemorragia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


  4 / 24 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-837598
Autor: Martinuzzo, Marta; Duboscq, Cristina; López, Marina Sol; Montenegro, Marina; Viñuales, Susana; Girardi, Beatriz; Penchasky, Diana; Otero, Victoria; Ceresetto, José; Stemmelin, German; Barrera, Luis; Otaso, Juan Carlos; Oyhamburu, José.
Título: Dabigatran en plasma: tiempos de trombina diluido, Ecarin y veneno de víbora de Russell diluido / Plasma dabigatran: diluted thrombin time, Ecarin and diluted Russell Viper Venom Time / Dabigatrana em plasma: tempos de trombina diluído, Ecarin e veneno de víbora de Russell diluído
Fonte: Acta bioquím. clín. latinoam;50(2):193-203, jun. 2016. graf, tab.
Idioma: es.
Resumo: Los objetivos del trabajo fueron verificar la calidad analítica del ensayo tiempo de trombina diluido (DTI) para medición de la concentración plasmática (cc) de dabigatran comparando dos coagulómetros de detección foto-óptica, comparar los resultados con el tiempo de Ecarin (ECT) y correlacionar las cc con las pruebas básicas de coagulación Tiempo de protrombina (TP), APTT y Tiempo de trombina (TT), y tiempo de veneno de víbora de Russell con fosfolípidos concentrados (DRVVTC). Se tomaron 43 muestras de plasma en el valle (10-14 h de la última toma) de 40 pacientes que recibían dabigatran. DTI y ECT presentaron (%) repetitividad <5,4% y <7,5%, CV interensayo <6% y <9%, respectivamente, en el protocolo EP15A2, aceptables para un Error Total permitido (TEa) <15%. Las cc medidas en pacientes fueron: mediana 83 (4-945) ng/mL. La comparación de equipos ACL TOP 300 y 500 dio resultados equivalentes por procedimiento alternativo de comparación de métodos. La comparación ECT vs. DTI fue satisfactoria por regresión de Deming (pendiente 1,143, ordenada al origen -19,33). Las correlaciones de cc vs. APTT, TP y DRVVTC fueron moderadas y no lineales tendiendo a plateau a cc>350 ng/mL, r2 0,59, 0,66 y 0,59, respectivamente. El TT fue extremadamente sensible: >120 s a cc 50 ng/mL. DTI presentó un buen desempeño analítico y permitió cuantificar dabigatran plasmático a cc bajas y altas en ambos equipos utilizados. ECT presentó resultados comparables a DTI. Se verifica una correlación moderada entre cc de dabigatran y las pruebas clásicas y DRVVTC, pudiendo ser estimadores de cc a partir de los 50 ng/mL.

The aims of the study were to verify the analytical performance of Dilute Thrombin Time (DTI) test to measure plasma dabigatran concentration (cc) in two photo-optical coagulometers, compare Ecarin clotting Time (ECT) and DTI results, and correlate cc with classical coagulation tests: prothrombin time (PT), APTT, thrombin time (TT) and diluted Russell Viper Venom Time tests with high phospholipid concentration (DRVVTC). Forty three plasma samples from 40 patients taking dabigatran were drown at through (10-14 hs.since last dose). DTI and ECT showed repetitivity (%) <5.4% and <7.5%, interassay CV <6% and <9%, respectively, following EP15A2 protocol, acceptable considering a Allowed Total Error (TEa)<15%. Patients` cc: median 83 (4-945) ng/mL. The comparison between ACL TOP 300 and 500 coagulometers showed equivalent results by using the alternative method comparison test. ECT vs. DTI: acceptable by Deming`s regression (slope 1.143, Y insert -19.33). cc vs. APTT, TP and DRVVTC: nonlinear and moderate correlations with plateau reached at cc >350 ng/mL, r2 0.59, 0.66 y 0.59, respectively. TT is extremely prolonged at cc >50 ng/mL. In conclusion: DTI showed a good analytical performance in both coagulometers. ECT showed comparable results to DTI. We verified that dabigatran cc presented moderate correlations with PT, APTT and DRVVTC, and that these tests could only qualitative estimate cc >50 ng/mL.

Os objetivos do trabalho foram verificar a qualidade analítica do ensaio tempo de trombina diluído (DTI) para medição da concentração plasmática (cc) de dabigatrana, comparando dois coagulômetros de detecção foto-óptica, comparar os resultados com o tempo de Ecarina (ECT) e correlacionar as cc com os testes básicos de coagulação Tempo de protrombina (TP), APTT e Tempo de trombina (TT), e tempo de veneno de víbora de Russell com fosfolipídios concentrados (DRVVTC). Foram tomadas 43 amostras de plasma no vale (10-14 h. da última toma) de 40 pacientes que recebiam dabigatrana. DTI e ECT apresentaram (%) repetitividade <5,4% e <7,5%, CV interensaio <6% e <9%, respectivamente, no protocolo EP15A2, aceitáveis para um Erro Total permitido (TEa) <15%. Cc medidas em pacientes: mediana 83 (4-945) ng/mL. Comparação de equipamentos ACL TOP 300 e 500: resultados equivalentes por procedimento alternativo de comparação de métodos. Comparação ECT vs. DTI: satisfatória por regressão de Deming (pendente 1,143, ordenada à origem -19,33). Correlações cc vs. APTT, TP e DRVVTC: moderadas e não lineares tendendo a plateau a cc>350 ng/mL, r2 0,59; 0,66 e 0,59, respectivamente. O TT é extremamente sensível: >120 s a cc 50 ng/mL. DTI apresentou um bom desempenho analítico e permitiu quantificar dabigatrana plasmática a cc baixas e altas em ambos os equipamentos utilizados. ECT apresentou resultados comparáveis com DTI. Verifica-se uma correlação moderada entre cc de dabigatrana e os testes clássicos e DRVVTC, podendo ser estimadores de cc a partir dos 50 ng/mL.
Descritores: Tempo de Protrombina
Trombina
Dabigatrana
-Fosfolipídeos
Tempo de Trombina
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: AR1.2 - Instituto de Investigaciónes Epidemiológicas


  5 / 24 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1102279
Autor: Zurrú, María Cristina.
Título: [¿Cuándo sospechar fibrilación auricular como causa del acv criptogénico?] / [When to suspect atrial fibrillation as the cause of cryptogenic stroke?]
Fonte: Rev. Hosp. Ital. B. Aires (2004);40(1):31-32, mar. 2020. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Fibrilação Atrial/epidemiologia
Acidente Vascular Cerebral/diagnóstico por imagem
-Fibrilação Atrial/fisiopatologia
Sinais e Sintomas
Tromboembolia/complicações
Aspirina/uso terapêutico
Acidente Vascular Cerebral/etiologia
Acidente Vascular Cerebral/patologia
Rivaroxabana/uso terapêutico
Dabigatrana/uso terapêutico
Cardiopatias
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Comentário
Responsável: AR2.1 - Biblioteca Central


  6 / 24 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Costa Rica
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-960263
Autor: Hinojar, Rocío; Jiménez Natcher, José Julio; Fernández-Golfín, Covadonga; Zamorano, José Luis.
Título: Segunda publicación nuevos anticoagulantes orales: guía práctica para los médicos / Second publication new oral anticoagulants: a practical guide for doctors
Fonte: Rev. costarric. cardiol;20(1):7-21, ene.-jun. 2018. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Resumen Los nuevos anticoagulantes orales suponen una atractiva alternativa para los clásicos antagonistas de la vitamina K (AVKs) en la prevención de ictus en pacientes con fibrilación auricular no valvular. A diferencia de los AVKs, estos anticoagulantes no requieren monitorización ni ajuste de dosis y poseen propiedades farmacológicas favorables. La falta de antídoto efi caz, su coste, o dudas en cuanto a la seguridad en los pacientes con enfermedad renal avanzada pueden explicar su lento ritmo de expansión. El uso seguro y eficaz de estos nuevos medicamentos depende en gran medida de la experiencia clínica entre la comunidad médica. Esta revisión discute las peculiaridades de los nuevos anticoagulantes orales, propor cionando algoritmos prácticos y fáciles de usar para su aplicación en la práctica clínica diaria.

Abstract New oral anticoagulants suppose an attractive alternative for classical vitamin K antagonists (AVKs) in stroke prevention for patients with non-valvular atrial fibrillation. Unlike AVKs, these anticoagulants do not require monitoring or dose adjustment and have favourable pharmacological properties. The lack of an effective antidote, its cost, or doubts regarding the safety of patients with advanced kidney disease may explain its slow rate of expansion. The safe and effective use of these new medications depends largely on clinical experience among the medical community. This review discusses the peculiarities of the new oral anticoagulants, providing practical and easy-to-use algorithms for their application in daily clinical practice.
Descritores: Arritmias Cardíacas
Fibrilação Atrial
Guia de Prática Clínica
Inibidores do Fator Xa/uso terapêutico
Rivaroxabana/uso terapêutico
Dabigatrana/uso terapêutico
Anticoagulantes
Antifibrinolíticos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Guia de Prática Clínica
Responsável: CR1.1 - BINASSS - Biblioteca Nacional de Salud y Seguridad Social


  7 / 24 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Costa Rica
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-900880
Autor: González Juanatey, José R; Álvarez Álvarez, Belén.
Título: Anticoagulantes directos en pacientes con fibrilación auricular. De los ensayos clínicos a los registros del mundo real / Direct anticoagulants in patients with atrial fibrillation. From clinical trials to real-world records
Fonte: Rev. costarric. cardiol;19(1/2):9-11, ene.-dic. 2017. graf.
Idioma: es.
Resumo: Resumen Los resultados de los ensayos clínicos con los anticoagulantes directos en pacientes con fibrilación auricular demuestra mayor eficacia en la prevención del ictus versus warfarina. Las guías de práctica clínica recomiendan que estos fármacos deberían preferirse a los antagonistas de la vitamina K para anticoagular los pacientes con fibrilación auricular no valvular.

Abstract Direct anticoagulants in patients with atrial fibrillation. From clinical trials to real-world records The results of clinical trials with direct anticoagulants in patients with atrial fibrillation show greater efficacy in the prevention of stroke versus warfarin. Clinical practice guidelines recommend that these drugs should be preferred to vitamin K antagonists to anticoagulate patients with non-valvular atrial fibrillation.
Descritores: Fibrilação Atrial
Varfarina/uso terapêutico
Rivaroxabana/uso terapêutico
Dabigatrana/uso terapêutico
Anticoagulantes/uso terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CR1.1 - BINASSS - Biblioteca Nacional de Salud y Seguridad Social


  8 / 24 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-1010390
Autor: Laguado Nieto, Marlon Adrián; Ardila Acuña, Laura Yesenia; Mayorga Quintero, Jairo Alberto; Rangel Vera, Jully Andrea.
Título: Manejo práctico de los nuevos anticoagulantes orales en fibrilación auricular no valvular / Practical use of new oral anticoagulants in non-valvular atrial fibrillation / Manejo prático dos novos anticoagulantes orais na fibrilação atrial não valvar
Fonte: MedUNAB;22(1):38-50, 31/07/2019.
Idioma: es.
Resumo: Introducción. La fibrilación auricular es la arritmia más frecuente en la práctica clínica, cuya incidencia viene en ascenso alcanzando el 8 % en edades que superan los 80 años, con un impacto importante en la morbimortalidad relacionado con las complicaciones cerebrovasculares. El objetivo es identificar los aspectos farmacológicos y de manejo práctico de los nuevos anticoagulantes orales en paciente con fibrilación auricular no valvular. División de los temas tratados. Se realizó una revisión bibliográfica no sistemática en bases de datos y bibliotecas electrónicas (PubMed, Cochrane, Lilacs) incluyendo artículos desde 2008 hasta 2019, en idioma inglés y español que contuvieran los tópicos de interés. Se realizó una descripción detallada de las generalidades de los anticoagulantes orales en fibrilación auricular, incluyendo dabigatrán, rivaroxabán, apixabán y edoxabán; monitorización de la actividad anticoagulante; descripción del manejo perioperatorio de los nuevos anticoagulantes orales y reversión de la anticoagulación para los nuevos anticoagulantes orales. Conclusiones. El uso de nuevos anticoagulantes orales en paciente con fibrilación auricular no valvular es una buena alternativa, con facilidad de administración oral, sin aumento significativo del riesgo de sangrado, comparado con warfarina, con la ventaja de no requerir monitoría continua con paraclínicos. [Laguado-Nieto MA, Ardila-Acuña LC, Mayorga-Quintero JA, Rangel-Vera JA. Manejo práctico de los nuevos anticoagulantes orales en fibrilación auricular no valvular. MedUNAB. 2019;22(1):38-50 . doi: 10.29375/01237047.2823]

Introduction. Atrial fibrillation is the most common arrhythmia in clinical practice. Its incidence has been on the rise, reaching 8 % among those patients over the age of 80, with a significant impact on morbimortality related to cerebrovascular complications. The objective is to identify aspects of pharmacology and practical use of the new oral anticoagulants in patients with non-valvular atrial fibrillation. Division of topics covered. A non-systematic literature research was conducted in databases and digital libraries (PubMed, Cochrane, Lilacs), including articles from 2008 to 2019, both in English and in Spanish that included the topics of interest. A detailed description of the generalities of oral anticoagulants for atrial fibrillation was made, including dabigatran, rivaroxaban, apixaban and edoxaban; monitoring anticoagulant activity; description of the perioperative use of new oral anticoagulants and reversal of anticoagulation for the new oral anticoagulants. Conclusions. The use of new oral anticoagulants in patients with non-valvular atrial fibrillation is a good alternative, with easy oral administration, without significant increase in the risk of bleeding, compared to warfarin, and with the advantage of not requiring continuous paraclinical monitoring. [Laguado-Nieto MA, Ardila-Acuña LC, Mayorga-Quintero JA, Rangel-Vera JA. Practical use of new oral anticoagulants in non-valvular atrial fibrillation. MedUNAB. 2019;22(1):38-50 . doi: 10.29375/01237047.2823].

Introdução. A fibrilação atrial é o tipo de arritmia mais frequente na prática clínica, cuja incidência está em ascensão, atingindo 8 % nas idades acima de 80 anos, com impacto importante na morbimortalidade relacionada às complicações cerebrovasculares. O objetivo é identificar os aspectos farmacológicos e de manejo prático dos novos anticoagulantes orais em pacientes com fibrilação atrial não valvar. Divisão dos tópicos abordados. Foi realizada uma revisão bibliográfica não sistemática nas bases de dados e bibliotecas eletrônicas (PubMed, Cochrane, Lilacs), incluindo artigos de 2008 até 2016, em inglês e espanhol, que continham os tópicos de nosso interesse. Foi feita uma descrição detalhada das generalidades dos anticoagulantes orais na fibrilação atrial, incluindo dabigatrana, rivaroxabana, apixabana e edoxabana; monitorização da atividade anticoagulante; descrição do manejo perioperatório dos novos anticoagulantes orais e reversão da anticoagulação para os novos anticoagulantes orais. Conclusões. O uso de novos anticoagulantes orais em pacientes com fibrilação atrial não valvar é uma boa alternativa, com facilidade de administração por via oral, sem aumento significativo do risco de sangramento, comparado à varfarina, com a vantagem de não necessitar de monitoramento contínuo com paraclínicos. [Laguado-Nieto MA, Ardila-Acuña LC, Mayorga-Quintero JA, Rangel-Vera JA. Manejo prático dos novos anticoagulantes orais na fibrilação atrial não valvar. MedUNAB. 2019;22(1):38-50 . doi: 10.29375/01237047.2823].
Descritores: Anticoagulantes
-Fibrilação Atrial
Acidente Vascular Cerebral
Rivaroxabana
Dabigatrana
Responsável: CO179.1 - Biblioteca


  9 / 24 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1016561
Autor: Rocha, Amanda Leal.
Título: Terapia anticoagulante oral: complicações hemorrágicas em indivíduos submeticos à cirurgia oral menor e avaliação in vitro do efeito sobre células ósseas / Oral anticoagulant therapy: Bleeding complications in individuals submitted to dental surgery and in vitro effects on bone cells.
Fonte: Belo Horizonte; s.n; 2019. 130 p. ilus, tab.
Idioma: en; pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Odontologia para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Os objetivos deste trabalho foram 1) avaliar o impacto da terapia anticoagulante oral no sangramento associado à exodontias durante os períodos intraoperatório e pósoperatório; 2) investigar os efeitos do etexilato de dabigatrana, um inibidor direto da trombina, sobre as células ósseas. Para atender o objetivo 1, foram recrutados indivíduos em uso de anticoagulantes orais do tipo antagonista de vitamina K (AVK) e alvo-específico (DOAC, do inglês direct oral anticoagulant) e indivíduos sem terapia anticoagulante com indicação de exodontia. As exodontias foram realizadas sem a suspensão da terapia anticoagulante e parâmetros associados a desfechos hemorrágicos foram avaliados. A avaliação quantitativa do sangramento intraoperatório foi realizada por meio da mensuração do volume e análise dos fluidos aspirados durante o procedimento e normalizada por um escore. Obtivemos como resultados que as complicações hemorrágicas pós-operatórias bem como o escore de sangramento intraoperatório foi similar entre os grupos, sendo que nenhum evento hemorrágico foi observado no grupo DOAC. A história prévia de complicações hemorrágicas em procedimentos odontológicos (p=0,001) e uso de medidas hemostáticas locais (p=0,017) foram estatisticamente maiores no grupo AVK. Para atender o objetivo 2, experimentos foram conduzidos a partir de modelo in vitro, no qual o efeito da terapia anticoagulante foi avaliado diretamente sobre as células ósseas e em modelo animal ex-vivo. Neste modelo ex-vivo, células de animais previamente tratados com etexilato de dabigatrana foram diferenciadas em osteoclastos. Culturas primárias de células-tronco de camundongos e ratos foram diferenciadas em osteoclastos e osteoblastos e tratadas com o fármaco disponível comercialmente, etexilato de dabigatrana (Pradaxa® 1-6 µg/mL) bem como seu princípio ativo, dabigatrana (0,1, 0,3, 3 e 6 µg/mL). Células não expostas aos medicamentos foram utilizadas como controle. A diferenciação de osteoclastos foi inibida pelo tratamento em ambos os modelos, in vitro e ex-vivo. Paralelamente, observou-se a redução da expressão gênica e proteica do marcador Catepsina K e da atividade reabsortiva destas células. Nas culturas de osteoblastos, o tratamento inibiu a expressão gênica dos marcadores fosfatase alcalina (ALP) e osteocalcina, reduziu a atividade in situ de ALP e a deposição de matriz extracelular, indicando um efeito negativo na diferenciação dos osteoblastos. Concluiu-se que o uso de anticoagulantes orais não aumentou a ocorrência de desfechos hemorrágicos na população estudada, o que reforça a manutenção da terapia para a realização de exodontias. O tratamento sobre culturas celulares utilizando etexilato de dabigatrana impactou negativamente a diferenciação e atividade de osteoclastos e osteoblastos.(AU)

The objectives of this study were 1) to evaluate the impact of oral anticoagulant therapy on the pattern of intraoperative and postoperative bleeding in dental surgery; 2) to investigate the effects of dabigatran etexilate, a direct thrombin inhibitor, on bone cells. To fulfill objective 1, individuals undergoing oral anticoagulant therapy with vitamin K antagonists (VKA) or direct oral anticoagulants (DOAC) and individuals without anticoagulant therapy, who had indication of dental extraction were included. Dental surgery procedures were performed without interruption of anticoagulant therapy and parameters associated with hemorrhagic outcomes were evaluated. Intraoperative bleeding was evaluated by means of the measurement of the total amount of blood collected during the procedure corrected by absorbance reading and normalized by score. The results showed that the occurrence of bleeding events and the intraoperative blood loss were similar among groups and hemorrhagic episodes were not observed amongst the individuals taking DOACs. The previous history of complications in dental procedures (p=0.001) and the use of additional hemostatic measures (p=0.017) were significantly higher in the VKA group. To fulfill objective 2, experiments were conducted by means of an in vitro model in which the direct effect of anticoagulant therapy on bone cells was evaluated. An ex-vivo animal model in which cells of animals previously treated with dabigatran etexilate were differentiated was also carried out into osteoclasts. Primary cultures of mice and rats cells were differentiated into osteoclasts and osteoblasts and treated with dabigatran etexilate solution (Pradaxa® 1-6 µg/mL) and its active principle dabigatran (0.1, 0.3, 3 and 6 µg/mL). Untreated cells were used as controls and the effects of the treatment on cell viability and differentiation were evaluated. Both dabigatran etexilate and its active principle, dabigatran inhibited osteoclast differentiation and activity in vitro and in the ex-vivo model, as demonstrated by the reduction of resorption pits and cathepsin K gene and protein expression. In osteoblast cultures, dabigatran etexilate reduced the in situ alkaline phosphatase (ALP) activity, matrix mineralization and gene expression of ALP and osteocalcin. These findings indicated osteoblast inhibition. In conclusion, oral anticoagulant therapy did not result in increased bleeding outcomes in this sample, which strengthen the advocacy of the maintenance of the therapy during dental surgery. Dabigatran etexilate treatment impaired the activity and differentiation of osteoclasts and osteoblasts.(AU)
Descritores: Osteoblastos
Cirurgia Bucal
Extração Dentária
Varfarina
Hemorragia Pós-Operatória
Dabigatrana
Anticoagulantes/uso terapêutico
-Estudos de Coortes
Limites: Humanos
Responsável: BR365.1 - BIB - Biblioteca
BR365.1; D047, R672t, 2019


  10 / 24 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-984688
Autor: Raymundo, Selma Regina de Oliveira; Lobo, Suzana Margareth Ajeje; Hussain, Kassim Mohamede Kassim; Hussein, Kassim Guzzon; Secches, Isabela Tobal.
Título: O que mudou nas últimas décadas na profilaxia do tromboembolismo venoso em pacientes internados: artigo de revisão / What has changed in venous thromboembolism prophylaxis for hospitalized patients over recent decades: review article
Fonte: J. vasc. bras;18:e20180021, 2019.
Idioma: pt.
Resumo: O tromboembolismo venoso (TEV) é uma doença frequente e de alta morbimortalidade, sendo considerada a maior causa evitável de mortalidade em pacientes hospitalizados. Apesar da incidência altíssima de TEV em todos os países e das evidências de que a tromboprofilaxia reduz as complicações tromboembólicas em pacientes clínicos e cirúrgicos, e a custo baixo, persistem grandes dúvidas quanto à segurança desse tipo de intervenção nos pacientes e quanto à tromboprofilaxia ideal. Inúmeros estudos e recomendações baseadas em evidências comprovam a eficácia da profilaxia na prevenção do TEV e/ou da morte dos pacientes, mas ainda hoje ela é subutilizada. Neste artigo, apresentamos uma ampla revisão dos métodos de profilaxia existentes até os dias atuais, publicados em diretrizes e estudos nacionais e internacionais sobre tromboprofilaxia

Venous thromboembolism (VTE) is a common disease with high rates of morbidity and mortality and is considered the number one cause of avoidable mortality among hospitalized patients. Although VTE incidence is extremely high in all countries and there is ample evidence that thromboprophylaxis inexpensively reduces the rate of thromboembolic complications in both clinical and surgical patients, a great deal of doubt remains with respect to patient safety with this type of intervention and in relation to the ideal thromboprophylaxis methods. Countless studies and evidence-based recommendations confirm the efficacy of prophylaxis for prevention of VTE and/or patient deaths, but it remains underutilized to this day. This article presents a wide-ranging review of existing prophylaxis methods up to the present, from guidelines and national and international studies of thromboprophylaxis
Descritores: Prevenção de Doenças
Tromboembolia Venosa/prevenção & controle
Pacientes Internados
-Embolia Pulmonar/terapia
Fatores de Risco
Guias de Prática Clínica como Assunto/normas
Enoxaparina/uso terapêutico
Extremidade Inferior
Inibidores do Fator Xa/uso terapêutico
Rivaroxabana/uso terapêutico
Dabigatrana/uso terapêutico
FUCOSEABDOMINAL NEOPLASMS
Hemorragia/complicações
Anticoagulantes/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt



página 1 de 3 ir para página          
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde