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Id: lil-292291
Autor: Corvera, Jorge.
Título: Revisión de los medicamentos antivertiginosos / a review of antivertigo medication
Fonte: An. otorrinolaringol. mex;45(2):79-93, mar.-mayo 2000. CD-ROM.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo. Valorar la información existente sobre los efectos de las sustancias antivertiginosas, basados en la bibliografía asequible. Información. Se localizaron artículos pertinentes en Medline y en revistas obtenidas en la ciudad de México. Selección del material. Los artículos se seleccionaron en base a su aparente consistencia interna y su relación con el propósito de la revisión. Conclusión. Se evaluaron 22 substancias pertenecientes a 8 grupos farmacológicos (colinérgicos, antihistamínicos, GABAérgicos, bloqueadores de canales de calcio, serotoninérgicos, hemorreológicos, antiagregantes plaquetarios y diuréticos) útiles en diversos padecimientos vertiginosos. Se advirtió la necesidad de un método objetivo y cuantitativo para valorar resultados de ensayos clínicos en humanos. Mientra esto no ocurra, tendremos que usar los medicamentos en base de una información veraz, confiable y basada sólidamente en la farmacología estudiada en experimentos con animales y en la valoración cuidadosa de los efectos -buenos y malos- observados en nuestros pacientes.
Descritores: Acetilcolina/farmacologia
Antagonistas Colinérgicos/farmacologia
Atropina/farmacologia
Histamina/farmacologia
Escopolamina/farmacologia
Vertigem/tratamento farmacológico
-beta-Histina/farmacologia
Bloqueadores dos Canais de Cálcio/farmacologia
Cinarizina/farmacologia
Clemastina/farmacologia
Dimenidrinato/farmacologia
Antagonistas dos Receptores Histamínicos H1/farmacologia
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: MX1.1 - CENIDSP - Centro de Información para Decisiones en Salud Pública


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Id: lil-186165
Autor: Geller, Mário.
Título: Benefício parcial da dapsona no controle da urticária e angioedema por pressäo tardios / Partial benefit of dapsone in the control of delayed pressure urticaria and angioedema
Fonte: An. Acad. Nac. Med;155(2):97-8, abr.-jun. 1995.
Idioma: pt.
Resumo: A urticária e o angioedema por pressao tardios constituem afecçao crônica rara (menos de 1 por cento das urticárias). O tratamento clássico com anti-histamínicos é insatisfatório e freqüentemente torna-se necessária a introduçao dos corticosteróides. Apresentamos um caso ilustrativo beneficiado com o emprego da diaminodifenilsulfona (dapsona).
Descritores: Angioedema/tratamento farmacológico
Dapsona/uso terapêutico
Urticária/tratamento farmacológico
-Clemastina/uso terapêutico
Quimioterapia Combinada
Indometacina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Pessoa de Meia-Idade
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-165161
Autor: Geller, Mário.
Título: Angioedema vibratório / Vibratory angioedema
Fonte: An. Acad. Nac. Med;155(4):240-1, out.-dez. 1995.
Idioma: pt.
Resumo: O angioedema vibratório é uma modalidade rara das urticárias/angioedemas físicos. A história clínica sugestiva é geralmente suficiente para o estabelecimento diagnóstico. O diagnóstico diferencial inclui os demais quadros de urticária e angioedema, as reaçoes alérgicas pós-picadas de insetos, reaçoes adversas medicamentosas, edemas de etiologia clínica, e doenças reumáticas, entre outros. Apresentamos a primeira documentaçao de angioedema vibratório em nosso meio. O quadro clínico foi controlado adequadamente com a utilizaçao de anti-histamínico clássico anti-H1 (clemastina).
Descritores: Angioedema/etiologia
Vibração/efeitos adversos
-Angioedema/diagnóstico
Angioedema/tratamento farmacológico
Clemastina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-77885
Autor: Siu Loy, Rosa; Zebede, Moisés.
Título: Estudio del uso de antihistamínicos de primera y segunda generación en pacientes pediátricos con rinitis alérgica / Use of first and second generation antihistamines in pediatrics patients with allergic rhinitis
Fonte: Rev. méd. Panamá;14(3):128-34, sept. 1989. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Se estudiaron las historias clínicas de 75 pacientes ambulatorios, de la Consulta de Alergia Pediátrica del Complejo Hospitalario Metropolitano de la Caja de Seguro Social y de los Consultorios Médicos de Paitilla; las edades fluctuaban entre 4 y 14 años; 28 eran de sexo femenino y 47 eran de sexo masculino. Sufrían de rinitis alérgica y la mayoría (84%) tenía un valor elevado de Inmunoglobulina E. Las pruebas cutáneas fueron positivas con polvo (en el 100% de los pacientes), con ácaros (95%), moho (92%) y con grama o hierba (22%). Los síntomas se presentaban en 56 (73%) pacientes en cualquier época del año; y en la época de lluvia solamente en 20 (27%) casos. Todos fueron examinados por el mismo investigador, al comienzo del estudio y al final de la primera y de la segunda semana. El familiar hacía la evaluación diaria de los síntomas, en la mañana y en la noche. Con tal objeto se usó la siguiente escala de intensidad : de 0= cuando no tenía síntoma; 1= leve; 2= moderado; 3= severo. Los síntomas más evaluados fueron la congestión nasal y el estornudo, la rinorrea y la congestión de la conjuntiva ocular, la descarga post-nasal y la irritación faríngea. Los signos eveluados fueron la presencia de ojeras, la hipertrofia de los cornetes, la coloración de la mucosa nasal, la presencia de pólipos y la desviación del tabique. Este estudio demostró que la Terfenadina mejoró la rinitis en 87.5% de los pacientes; que la Clemastina fue eficaz en el 70.5%; y el Placebo, en el 43% de los pacientes. También demostró que con la Terfenadina se observó somnolencia en el 4% y resequedad en el 8% de los casos; mientras que la Clemastina produjo somnolencia en el 32% de los pacimntes
Descritores: Clemastina/uso terapêutico
Antagonistas dos Receptores Histamínicos H1/uso terapêutico
Rinite Alérgica Sazonal/tratamento farmacológico
Rinite Alérgica Perene/tratamento farmacológico
-Compostos Benzidrílicos
Ensaios Clínicos como Assunto
Avaliação de Medicamentos
Pirrolidinas
Limites: Lactente
Pré-Escolar
Criança
Adolescente
Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: PA2 - CIDCyT - Centro de Información y Documentación Científica y Tecnologica


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Id: lil-35225
Autor: Stamm, Aldo Cassol; Seballos, Sérgio; Menon, Antonio Douglas.
Título: Astemizol em rinite alérgica perene: comparaçäo duplo-cega com meclastina / Astemizole in perennial allergic rhinitis: double-blind comparison with meclastine
Fonte: Folha méd;92(1/2):93-8, jan.-fev. 1986. tab, ilus.
Idioma: pt.
Resumo: O astemizol, novo anti-histamínico bloqueador específico dos receptores H1, foi comparado à meclastina, em estudo duplo-cego e randomizado, em 40 pacientes adultos portadores de rinite alérgica perene. O astemizol foi administrado em dose única diária de 10mg, enquanto que a meclastina foi tomada na dose de 1mg duas vezes ao dia. O estudo teve duraçäo total de quatro semanas. A evoluçäo dos sintomas analisados (espirros, secreçäo e obstruçäo nasais, prurido no nariz e olhos e lacrimejamento) mostrou queda estatisticamente significante da intensidade dos mesmos, já a partir da 1ª semana de tratamento, tanto para o grupo astemizol quanto ao da meclastina, com exceçäo de obstruçäo nasal, cuja melhora foi significante após duas semanas de tratamento no grupo astemizol e somente após quatro semanas do tratamento no grupo meclastina. Da mesma maneira, analisando-se os diários dos pacientes, näo se observou diferença estatisticamente significante entre os grupos (testes de Mann-Whitney bicaudal), apesar de que a partir do 9§ dia de tratamento, o grupo astemizol apresentou médias baixas que o grupo meclastina. A tolerabilidade a ambas as drogas foi considerada boa, sendo as reaçöes adversas de graus leve ou moderado, de desaparecimento espontâneo
Descritores: Benzimidazóis/uso terapêutico
Clemastina/uso terapêutico
Rinite Alérgica Perene/tratamento farmacológico
-Método Duplo-Cego
Limites: Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME



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