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Id: lil-90779
Autor: Galarza Cotera, Jorge; Loyola Zapata, Juan; Ramírez Ramos, Alberto; Cueto Duthurburu, Armando; Makino M., Roberto.
Título: Efecto de la Pirenzepina sobre la Secreción Gástrica en personas normales. / Effects of Pirenzepine on Gastric Secretion in normal subjects.
Fonte: Rev. gastroenterol. Perú;2(2):99-103, mayo-ago. 1982. tab.
Idioma: es.
Resumo: En 13 pacientes se estudiaron los efectos de la Pirenzepina sobre el volumen y acidez gástrica basales y estimulados.En cada uno se realizaron dos tubajes gástricos para medir volumen y acidez, antes y después de la administración del medicamento. Con el uso de la Pirenzepina a una dosis de 150 mg. diarios hemos encontrado que tanto el volumen como la S.B.M., R.M.H.y R.M.T. muestran una reducción estadísticamente significativa en los pacientes estudiados, dándoles un nivel de significación de 0.01 y un grado de confianza del 99% al medicamento. En conclusión la Pirenzepina es un excelente inhibidor de la secreción ácida, basal y estimulante; creando así condiciones favorables para la cicatrización de la úlcera duodenal.
Descritores: Pirenzepina/uso terapêutico
Ácido Gástrico
Estômago
-Úlcera Duodenal
Limites: Humanos
Criança
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Texto completo SciELO Chile
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Id: lil-646976
Autor: Rodríguez C, Hernán; González A, Hugo; Meneses M, Juan.
Título: Síntomas de discontinuación luego de suspensión abrupta de olanzapina / Discontinuation symptoms following olanzapine abrupt withdrawal
Fonte: Rev. chil. neuro-psiquiatr;50(2):100-105, jun. 2012.
Idioma: es.
Resumo: Extended use of atypical neuroleptics in clinical practice, may be explained by their effectiveness as antipsychotics and also with recent approvals for therapeutic benefits of this drugs beyond psychotic disorders. Receptor adaptation mechanisms rises critical issues about treatment discontinuation strategies. Clinical data of two patients who have required the use of atypical antipsychotics are discussed. In both cases, abrupt discontinuation of the drug occurred followed by the emergence of extrapyramidal symptoms. Adaptation mechanisms in synaptic structures would be responsible for this phenomena and the subsequent amelioration of this extrapyramidal symptoms when initial treatment is replaced. The authors concluded that atypical antipsychotics, as other psychotropic agents shouldn't be abruptly discontinued even when they are replaced by other drugs from the same family.

El uso de los antipsicóticos atípicos ha ido aumentando con el tiempo entre otras cosas, por el hecho de que se están usando no sólo para los cuadros psicóticos sino que también para otras patologías. Como con otros fármacos que actúan a nivel de receptores deben considerarse los mecanismos de adaptación receptorial que se producen con su uso. Lo anterior es de suma importancia cuando pensamos en la discontinuación del tratamiento y en sus formas de hacerlo. En este trabajo presentamos dos casos clínicos de pacientes que han requerido el uso de antipsicóticos atípicos. En ambos casos se ha realizado una suspensión brusca del fármaco lo que ha generado la aparición de síntomas extrapiramidales, que en nuestra opinión, son explicados por mecanismos de adaptación a nivel sináptico y que han disminuido con el reinicio del tratamiento inicial. Debemos tener presente que estos fármacos no deben ser discontinuados en forma súbita aun cuando sean remplazados por otros de la misma familia.
Descritores: Antipsicóticos/efeitos adversos
Pirenzepina/efeitos adversos
Síndrome de Abstinência a Substâncias/etiologia
Transtorno Bipolar/tratamento farmacológico
-Antipsicóticos/administração & dosagem
Benzodiazepinas
Pirenzepina/administração & dosagem
Pirenzepina/análogos & derivados
Limites: Humanos
Feminino
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-480997
Autor: Gabbay, Mônica de A. Lima.
Título: Adjuvantes no tratamento da hiperglicemia do diabetes melito tipo 1: [revisão] / Adjunctive therapies to glycaemic control of type 1 diabetes mellitus: [review]
Fonte: Arq. bras. endocrinol. metab;52(2):279-287, mar. 2008.
Idioma: pt.
Resumo: Desde o Diabetes Control and Complications Trial (DCCT), a terapia insulínica intensiva tem sido direcionada para alcançar valores de glicemia e hemoglobina glicada (HbA1c) tão próximos do normal quanto a segurança permita. Entretanto, a hiperglicemia (especialmente a hiperglicemia pós-prandial) e a hipoglicemia continuam a ser um problema no manejo do diabetes tipo 1. O objetivo de associar outras drogas à terapia insulínica é diminuir a glicemia pós-prandial. A terapia adjunta pode ser dividida em três grupos, conforme seu mecanismo de ação: 1. Aumento da ação da insulina (metformina e tiazolidinedionas); 2. Alteração da liberação de nutrientes no trato gastrintestinal (acarbose e amilina); 3. Outros modos de ação [pirenzepina, fator de crescimento insulina-símile (IGF-1) e peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1). Muitos desses agentes mostraram, em estudos de curto prazo, diminuição de 0,5 por cento a 1 por cento na HbA1c, diminuir a hiperglicemia pós-prandial e as doses diárias de insulina.

Since Diabetes Control and Complications Trial (DCCT), intensive therapy has been directed at achieving glucose and glycosylated hemoglobin (HbA1c) values as close to normal as possible regarding safety issues. However, hyperglycemia (especially postprandial hyperglycemia) and hypoglicemia continue to be problematic in the management of type 1 diabetes. The objective of associating other drugs to insulin therapy is to achieve better metabolic control lowering postprandial blood glucose levels. Adjunctive therapies can be divided in four categories based on their mechanism of action: enhancement of insulin action (e.g. the biguanides and thiazolidinediones), alteration of gastrointestinal nutrient delivery (e.g. acarbose and amylin) and other targets of action (e.g. pirenzepine, insulin-like growth factor I and glucagon-like peptide-1). Many of these agents have been found to be effective in short-term studies with decreases in HbA1c of 0.5-1 percent, lowering postprandial blood glucose levels and decreasing daily insulin doses.
Descritores: Glicemia/efeitos dos fármacos
Diabetes Mellitus Tipo 1/tratamento farmacológico
Hemoglobina A Glicada/metabolismo
Hipoglicemiantes/uso terapêutico
Insulina/uso terapêutico
Tiazolidinedionas/uso terapêutico
-Acarbose/metabolismo
Acarbose/uso terapêutico
Amiloide/metabolismo
Amiloide/uso terapêutico
Quimioterapia Combinada
Diabetes Mellitus Tipo 1/metabolismo
Trato Gastrointestinal/efeitos dos fármacos
Trato Gastrointestinal/metabolismo
Peptídeo 1 Semelhante ao Glucagon/análogos & derivados
Peptídeo 1 Semelhante ao Glucagon/metabolismo
Peptídeo 1 Semelhante ao Glucagon/uso terapêutico
Hiperglicemia/tratamento farmacológico
Hiperglicemia/metabolismo
Hipoglicemia/tratamento farmacológico
Incretinas/metabolismo
Incretinas/uso terapêutico
Fator de Crescimento Insulin-Like I/metabolismo
Fator de Crescimento Insulin-Like I/uso terapêutico
Metformina/uso terapêutico
Antagonistas Muscarínicos/metabolismo
Antagonistas Muscarínicos/uso terapêutico
Período Pós-Prandial
Pirenzepina/metabolismo
Pirenzepina/uso terapêutico
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-419562
Autor: Oliveira, Alexandra Virgínia Guimarães.
Título: Ganho de peso em pacientes em uso de olanzapina e antipsicóticos típicos: um ensaio clínico randomizado / Weight gain in patients in use of olanzapine and typical antipsychoctics: a randomized clinical trial.
Fonte: São Paulo; s.n; 2005. [93] p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. Curso de Psiquiatria para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Objetivos: O propósito deste estudo foi avaliar o ganho de peso com Olanzapina e os Antipsicóticos de Primeira Geração (APGs). Método: Estudo aberto, multicêntrico, naturalístico, randomizado, comparando Olanzapina com APGs, desde a hospitalização e durante nove meses de acompanhamento. Os avaliadores dos desfechos estavam cegos para a droga de alocação. As doses dos Antipsicóticos (APs) foram determinadas pelos médicos de acordo com sua prática clínica. As medidas de peso foram realizadas mensalmente. Resultados: 197 pacientes foram alocados para Olanzapina (n=104) e APGs (n=93). A proporção de pacientes com ganho de peso clinicamente relevante (aumento >_ 7 por cento do peso inicial) foi maior com Olanzapina (66,7 por cento) que APGs (50,0 por cento). O ganho de peso tendei a formar platô em cerca de 6 meses. O aumento médio no peso foi de 8,6 kg (18,96 Ibs) no grupo olanzapina e 5,4 kg (11,90 Ibs) com APGs. Os fatores associados com ganho de peso foram idade, índice de Massa Corporal (IMC) inicial e duração da doença. 0 peso e IMC iniciais foram os melhores determinantes para ganho de peso pela regressão linear. Conclusão: Ambos, olanzapina e APGs estão associados com ganho de peso. Quando comparada com APGs, olanzapina parece induzir maior ganho de peso. 0 tratamento com APs contribui para o ganho de peso de modo apenas parcialmente compreendido. Outros fatores, como efeito genético e comportamento estão claramente envolvidos com o ganho de peso
Descritores: Antipsicóticos
Ensaios Clínicos Controlados Aleatórios como Assunto
Pirenzepina/análogos & derivados
Esquizofrenia
Ganho de Peso
Responsável: BR1.2 - Biblioteca Central
BR1.2; 9301


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Brasil, Marco Antonio Alves
Bueno, Joäo Romildo
Id: lil-330663
Autor: Frota, Leopoldo Hugo; Brasil, Marco Antônio Alves; Bueno, João Romildo; Alves, Jussara Margareth França; Silva Filho, João Ferreira da.
Título: Olanzapina: comentários e sugestões ao protocolo preliminar do Ministério da Saúde / Olanzapine: prelimminary official guidelines for Brazilian mental health services ð critical appraisal and suggestions
Fonte: J. bras. psiquiatr;50(1/2):23-34, jan.-fev. 2001. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: Após breve revisão da literatura, examina-se criticamente a proposta preliminar (Anexo I da Portaria SAS 347, de 21/09/2000) da Secretaria de Assistência à Saúde do Ministério da Saúde, que contém diretrizes para o emprego clínico da olanzapina em pacientes esquizofrênicos refratários com mais quatro anos de enfermidade no Sistema Único de Saúde. A relevância e a oportunidade da iniciativa terapêutica da clozapina na esquizofrenia refratária, além do baixo perfil de efeitos adversos extrapiramidais e cognitivos, com utilidade comprovada nos sintomas positivos e quadros agudos esquizofrênicos equivalente ao haloperidol, sugere-se a dispensa de um procedimento prêvio para a obtenção formal de consentimento e uma ampliação dos critérios de inclusão de forma a alcançar, segundo ordem de prioridade, pacientes com outras formas de intolerância grave aos antipsicóticos convencionais além de discinesia tardia; pacientes refratários intolerantes ou com contra-indicação à clozapina; esquizofrênicos crônicos não-refratários graves; esquizofrênicos agudos; e pacientes com outras nosologias, em que o uso de atípico com boa tolerância possa se constituir na melhor escolha (transtornos esquizoafetivos, mania aguda, distúrbios psicóticos do comportamento em pacientes com mal de Alzheimer, psicose intercorrente no tratamento com drogas dopaminérgicas no mal de Parkinson). Por se tratar de medicamento de alto custo, impeditivo de uma prescrição livre e generalizada, sugere-se eventual gerenciamento de cotas por região, além do procedimento de autorização e acompanhamento de resultados, a ser feito pelos comitês locais de especialistas previstos pela Portaria. Por razões de segurança, a retirada cuidadosa da medicação em curso (antipsicóticos e anticolinérgicos) é recomendada, com as doses iniciais protocolares de olanzapina partindo de 10mg e não de 5mg, como proposto
Descritores: Brasil
Legislação de Medicamentos
Pirenzepina
Esquizofrenia
Limites: Humanos
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-311181
Autor: Silva, Carlos Eduardo da Rocha e; Pereira, Basilio de Bragança; Rosenthal, Marcia; Henna Neto, Jorge; Elkis, Helio.
Título: Estratégias terapêuticas na esquizofrenia resistente: avaliação naturalística de três novos antipsicóticos / Therapeutic strategies for resistant schizophrenia: a naturalistic evaluation of three new antipsychotics
Fonte: J. bras. psiquiatr;51(1):19-29, fev. 2002. tab.
Idioma: pt.
Resumo: A clozapina ainda é o único agente comprovadamente eficaz no tratamento da esquizofrenia refratária. Entretanto o conceito de resistência, visto de forma ampla, abrange síndromes mais leves, e os novos antipsicóticos podem ser alternativa no tratamento. São apresentados aqui três estudosðpiloto realizados em um hospital público, o Instituto Municipal Nise da Silveira, localizado no Rio de Janeiro (RJ). Onze pacientes foram tratados com olanzapina. No estudo com risperidona foram incluídos oito pacientes. O tempo de seguimento dos dois estudos foi de seis meses. Análise dos dados foi feita com teste nãoðparamétrico, o Wilcoxon. Para tratamento com clozapina foram selecionados nove pacientes, todos devidamente monitorados do ponto de vista hematológico. O tempo de acompanhamento foi de 12 meses, e os resultados, analisados por meio do teste t pareado. Todos os pacientes tinham diagnóstico de esquizofrenia (CIDð10), e, para avaliação psicopatológica, usaram-se a PANSS e a BPRS nos seguintes tempos: admissão, terceiro, sexto e 12§ meses de tratamento. Com olanzapina, seis pacientes (54 por cento) atingiram o critério de melhora e apresentaram significativas diminuições do escore total, sintomas positivos e negativos (fator anergia) da BPRS. No tratamento com risperidona verificaram-se diminuições não-significantes da pontuação total e sintomas positivos da BPRS. Com clozapina, os nove pacientes apresentaram uma diminuição de 26 por cento a 86 por cento da pontuação total da BPRS. Adicionalmente os valores das subescalas de sintomas positivos, negativos e de psicopatologia geral da PANSS apresentaram reduções significativas após 12 meses. Apesar de suas limitações, este estudo aponta para a utilização dos novos antipsicóticos na abordagem farmacológica da esquizofrenia resistente e ressalta a necessidade de uma visão mais ampla do conceito de resistência ao tratamento antipsicótico
Descritores: Antipsicóticos/uso terapêutico
Clozapina
Pirenzepina
Risperidona
Esquizofrenia
Psicologia do Esquizofrênico
-Seguimentos
Escalas de Graduação Psiquiátrica
Resultado do Tratamento
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: lil-247398
Autor: Etchebehere, Elba C. S. C; Lima, Mariana C. L; Passos, Walmir; Maciel Junior, Jaime A; Santos, Allan O; Ramos, Celso Darío; Camargo, Edwaldo E.
Título: Brain spect imaging in Huntington's disease before and after therapy with olanzapine: case report
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;57(3B):863-6, set. 1999. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Olanzapine, an atypical antipsychotic drug, was administered to a patient with Huntington's disease (HD) with marked choreiform movements. Brain SPECT with (99m)Tc-HMPO was performed before and after treatment. Brain SPECT imaging has been performed in patients with HD in order to determine the status of basal ganglia perfusion. The use of brain SPECT with (99m)Tc-HMPAO before and after treatment in patients with HD has not been yet reported. The marked hypoperfusion of the basal ganglia on brain SPECT performed before therapy with olanzapine improved significantly after treatment.
Descritores: Antipsicóticos/uso terapêutico
Encéfalo
Doença de Huntington/tratamento farmacológico
Pirenzepina/uso terapêutico
Tomografia Computadorizada de Emissão de Fóton Único
-Doença de Huntington
Tecnécio/uso terapêutico
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-238806
Autor: Lima, Fábio Bittencourt; Cunha, Rosângela Santos; Costa, Leila Machado; Santos-Jesus, Rogério; Sena, Eduardo Pondé; Miranda-Scippa, Angela de; Ribeiro, Mônica Gonçalves; Oliveira, Irismar Reis de.
Título: Meta-análise para avaliar a eficácia e a segurança da olanzapina comparada ao haloperidol no tratamento da esquizofrenia: achados preliminares / Meta-analysis for evaluate the efficacy and safety of olanzpine compared to haloperidol in the treatment of schizophenia: preliminary findings
Fonte: J. bras. psiquiatr;48(4):169-75, abr. 1999. tab.
Idioma: pt.
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar, através de meta-análise, a eficácia clínica a curto prazo (seis semanas) e a segurança da olanzapina em comparaçäo como haloperidol e placebo, a luz dos dados obtidos a partir dos ensaios clínicos controlados. A busca realizada através do MEDLINE em CD ROM, das referências bibliográficas tanto dos artigos de revisäo quanto dos estudos primários, bem como o contato com o fabricante, resultaram em três ensaios randomizados, controlados, duplo-cegos comparando a olanzapina com haloperidol/placebo e um envolvendo a comparaçäo com placebo isoladamente. Os resultados clinicamente relevantes foram extraídos, quais sejam, (I) a proporçäo de pacientes que deixaram de alcançar pelo menos 40 por cento de melhora da Brief Psychiatric Rating Scale, (II) a proporçäo de pacientes que abandonaram o tratamento devido a efeitos adversos e (IV) o número de pacientes que necessitaram de medicaçäo antiparkinsoniana em decorrência dos sintomas extrapiramidais. Insucesso terapêutico, definido como a incapacidade de alcançar pelo menos 40 por cento de melhora da psicopatologia, esteve presente em 48 por cento dos pacientes tratados com olanzapina, em comparaçäo com 64 por cento daqueles tratados com haloperidol. Seria necessário tratar 6 pacientes com olanzapina para prevenir um insucesso terapêutico previsto para ocorrer nos pacientes tratados com haloperidol (OR=0,53, IC 95 por cento = 0,44-0,64, p<0,00001). Ocorreram significantemente menos interrupçöes prematuras do tratamento por ineficácia nos pacientes tratados com olanzapina do que nos foram tratados com haloperidol, respectivamente 20,7 por cento e 30,5 por cento (OR=0,60, IC 95 por cento = 0,49-0,62, p<0,00001). A interrupçäo prematura do tratamento devida a efeitos adversos foi mais frequente nos pacientes tratados com haloperidol do que naqueles tratados com olanzapina, respctivamente, 7 por cento e 4 por cento (OR = 0,58, IC 95 por cento = 0,39-0,85, p = 0,005). O uso de anticolinérgicos foi necessário em apenas 15 por cento dos pacientes tratados com olanzapina, em comparaçäo com 49 por cento daqueles tratados com haloperidol (OR = 0,19, IC 95 por cento = 0,15-0,23, p<0,0001). Em conclusäo, a olanzapina parece ser mais eficaz como antipsicótico do que o haloperidol. Ademais, parece mais segura, uma vez que promoveu menos interrupçöes por efeitos adversos e exigiu significantemente menos medicaçöes antiparkinsonianas
Descritores: Antipsicóticos/uso terapêutico
Haloperidol/uso terapêutico
Metanálise
Pirenzepina/uso terapêutico
Esquizofrenia/tratamento farmacológico
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-226028
Autor: Hanel, Ricardo A; Sandmann, Marcos C; Kranich, Martina; Bittencourt, Paulo R. M.
Título: Síndrome neuroléptica maligna: relato de caso com recorrência associada ao uso de olanzapina / Neuroleptic malignant syndrome: case report with recurrence associated with the use of olanzapine
Fonte: Arq. neuropsiquiatr;56(4):833-7, dez. 1998.
Idioma: pt.
Resumo: A síndrome neuroléptica maligna (SNM) consiste em reaçao idiossincrática a neurolépticos, provavelmente relacionada a bloqueio dos receptores dopaminérgicos nos gânglios da base, sendo por isso também conhecida como síndrome da deficiência aguda de dopamina. A SNM é caracterizada por hiperpirexia, alteraçao do nível de consciência, hipertonia, disfunçao autonômica e insuficiência respiratória, podendo ainda ser encontrados rabdomiólise e leucocitose. O haloperidol é a droga mais frequentemente associada à síndrome. Relatamos o caso de um paciente de 30 anos que apresentou SNM em duas ocasioes diferentes, a primeira delas relacionada ao uso de haloperidol e clorpromazina e a segunda relacionada ao uso de olanzapina, fato este sem mençao anterior na literatura indexada.
Descritores: Antipsicóticos/efeitos adversos
Clorpromazina/efeitos adversos
Haloperidol/efeitos adversos
Síndrome Maligna Neuroléptica/diagnóstico
Pirenzepina/análogos & derivados
-Síndrome Maligna Neuroléptica/tratamento farmacológico
Recidiva
Limites: Adulto
Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-147306
Autor: Celener, D; Ledesma de Paolo, Maria Isabel; González, E; Bonfanti, M; Rosembeck, G; Bandi, J. C; Tiscornia, O; Bustos Fernández, L.
Título: Influence of pirenzepine on colonic serotonin changes induced by short chaim fatty acid
Fonte: Acta physiol. pharmacol. ther. latinoam;44(1/2):11-6, 1994. ilus, tab.
Idioma: en.
Resumo: En este trabajo hemos la influencia de un ácido graso de cadena corta (acetato) sobre el número de células enterocromafines (EC) conteniendo serotonina (5HT) a dos diferentes pH (pH 6.9, estímulo absortivo y pH 2.9 estímulo secretor) infundido durante una hora en el colon. El número de células EC disminuye significativament con una solución infundida a pH 2.9, especialmente en el ciego. La acción de la pirencepina en prevenir esta reducción demuestra que el mecanismo se efectúa parcialmente a través de receptores colinérgicos. Por parte, se observa una disminución de la liberación de 5HT, a través de un mecanismo colinérgico, como lo indica la inhibición observada con la droga antimuscarínica
Descritores: Ácidos Graxos Voláteis/farmacologia
Colo/citologia
Pirenzepina/farmacologia
Serotonina/metabolismo
-Acetatos/farmacologia
Ceco/citologia
Ceco/efeitos dos fármacos
Ceco/metabolismo
Células Enterocromafins
Células Enterocromafins
Colo/efeitos dos fármacos
Colo/metabolismo
Concentração de Íons de Hidrogênio
Infusões Intravenosas
Mucosa Intestinal/citologia
Ratos Sprague-Dawley
Limites: Animais
Masculino
Ratos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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