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Id: biblio-836912
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Sapropterina no tratamento da hiperfenilalaninemia com deficiência de BH4 / Sapropterin in the treatment of hyperphenylalaninemia with BH4 deficiency.
Fonte: Brasília; CONITEC; ago. 2013. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Fenilcetonúria (FNC) é uma doença genética, autossômica recessiva, causada por mutações no gene localizado no cromossomo 12q22-q24, o qual codifica a enzima hepática fenilalanina-hidroxilase (FAH). Sua ausência ou deficiência impede a conversão hepática de fenilalanina (FAL), um dos aminoácidos essenciais e mais comuns do organismo, em tirosina, causando acúmulo de FAL no sangue e em outros tecidos. O aumento de fenilalanina no sangue em 98% dos casos é devido a mutações na codificação genética para a enzima fenilalanina-hidroxilase, enquanto 2% são devidos a defeitos no metabolismo da tetrahidrobiopterina (BH4), que é um cofator essencial para a atividade da fenilalanina-hidroxilase. A principal característica da doença não tratada é retardo mental, com piora durante a fase de desenvolvimento do cérebro e que se estabilizaria com a maturação completa deste órgão. O quociente de inteligência (QI) mede a extensão deste retardo e varia de leve a gravemente prejudicado. A HFA não tratada resulta em progressivo retardo mental, com QI < 50. A piora está relacionada aos níveis sanguíneos de FAL. Caso a doença seja diagnosticada logo após o nascimento e o paciente for mantido em dieta restrita em FAL, os sintomas podem ser prevenidos e a criança pode ter desenvolvimento e expectativa de vidas normais. Nesse sentido, o rastreamento no Brasil é realizado pelo teste do pezinho, cuja necessidade consta no Estatuto da Criança e do Adolescente, e está regulamentado pela portaria que estabeleceu o Programa Nacional de Triagem Neonatal para diagnóstico precoce de fenilcetonúria. No Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde para Fenilcetonúria foram incluídos os pacientes com níveis de FAL≥ 10mg/dl (600 µmol/l) em dieta normal 1,14 e todos os que apresentarem níveis de FAL entre 8 e 10 mg/dl persistentes (pelo menos em 3 dosagens consecutivas, semanais, em dieta normal). Dieta restrita em FAL é eficaz em reduzir os níveis sanguíneos de FAL e melhorar o QI e o prognóstico neuropsicológico dos pacientes com HFA. O tratamento deve ser iniciado tão cedo quanto possível, idealmente até o 10º dia de vida. O aleitamento materno deve ser encorajado e associado ao uso de fórmula isenta de FAL. Os níveis de FAL devem ser diminuídos rapidamente. Além da dieta, o tratamento clínico recomendado pelo PCDT do Ministério da Saúde para o controle metabólico dos pacientes é a utilização de fórmulas alimentares especiais. As fórmulas são medicamentos que devem conter as quantidades recomendadas de vitaminas e sais minerais adequadas à faixa etária do paciente. Sapropterina é uma forma sintética oral de BH4 (BH4 supplementation sapropterin dihydrochloride). Há relatos de casos de pessoas com FCN que apresentaram boa resposta após o uso de doses farmacológicas de BH4, com redução dos níveis de FAL. Todos tinham mutação no gene FAH. Pessoas com resposta ao BH4 são identificadas inicialmente por um teste com teste de tolerância a BH4. Resposta positiva é considerada como uma redução de 30% ou mais na concentração de FAL, 24 horas após a administração de BH4. A variação na intensidade da resposta é independente da gravidade da FCN, da dose de BH4 empregada no teste de tolerância, duração do teste e genótipo. Pessoas com mesmo genótipo mostram respostas diferentes. Há poucos resultados de uso de longa duração de BH4 que mostram que pode haver relaxamento da restrição dietética sem efeitos adversos. A maioria dos indivíduos dos estudos apresentava doença moderada ou leve. A Secretaria-Executiva da CONITEC realizou busca na literatura por artigos científicos, com o objetivo de localizar a melhor evidência científica disponível sobre o tema. A CONITEC em sua 14ª reunião ordinária realizada no dia 04 de abril de 2013, recomendou a não incorporação no SUS da sapropterina para o tratamento de hiperfenilalaninemia (HFA) com deficiência em tetrahidrobiopterina (BH4). Considerou-se que os estudos, a maioria de baixa qualidade metodológica, não conseguiram comprovar a superioridade do tratamento, principalmente no que diz respeito à ausência de dados específicos para o subgrupo com deficiência de BH4. Os membros da CONITEC presentes na 15ª reunião do plenário do dia 09/05/2013 deliberaram, por unanimidade, por não recomendar a sapropterina para o tratamento de hiperfenilalaninemia (HFA) com deficiência em tetrahidrobiopterina (BH4). A Portaria nº 34, de 6 de agosto de 2013 - Torna pública a decisão de não incorporar o medicamento sapropterina no tratamento da hiperfenilalaninemia com deficiência de BH4 no Sistema Único de Saúde (SUS).
Descritores: Biopterina/análogos & derivados
Fenilalanina Hidroxilase/deficiência
Fenilcetonúrias/terapia
-Biopterina
Brasil
Análise Custo-Benefício
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Sistema Único de Saúde
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudos de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-593191
Autor: Giugliani, Luciana; Sitta, Angela; Vargas, Carmen R; Santana-da-Silva, Luiz C; Nalin, Tatiéle; Saraiva-Pereira, Maria Luiza; Giugliani, Roberto; Schwartz, Ida Vanessa D.
Título: Responsividade à tetrahidrobiopterina em pacientes com deficiência de fenilalanina hidroxilase / Tetrahydrobiopterin responsiveness of patients with phenylalanine hydroxylase deficiency
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);87(3):245-251, maio-jun. 2011. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: OBJETIVO: Identificar indivíduos responsivos à tetrahibrobiopterina (BH4) em uma amostra de pacientes brasileiros com hiperfenilalaninemia por deficiência de fenilalanina-hidroxilase (HPA-PAH). MÉTODOS: Estudo intervencional, amostragem por conveniência. Para serem incluídos no estudo, os pacientes deveriam: possuir diagnóstico bioquímico de HPA-PAH; ter idade > 7 anos; estar em tratamento dietético; e apresentar níveis de fenilalanina (Phe) > 6 mg/dL em todas as medidas realizadas no ano anterior à inclusão no estudo. Os níveis de Phe foram determinados por meio de espectrometria de massas in tandem no dia anterior (dia 1) e nos pontos de hora 0, 4 e 8 h (dia 2) e 24 h (dia 3) após ingestão de BH4. Os critérios utilizados para definir responsividade ao BH4 foram: critério 1-redução > 30 por cento de Phe após 8 h da administração de BH4; e critério 2-redução > 30 por cento de Phe após 24 h da administração. RESULTADOS: Dezoito pacientes foram incluídos no estudo (mediana de idade = 14 anos, sexo masculino = 12). Cinco pacientes foram responsivos ao BH4, sendo três (forma clássica: um; forma leve: dois) de acordo com ambos os critérios, e dois (forma clássica: um; forma não definida: um) de acordo com o critério 2. Os níveis de Phe plasmáticos do dia 1 não demonstraram variação nos pontos de hora (p = 0,523). Entretanto, quando comparamos os níveis de Phe nos pontos de hora dos dias 1 e 2, encontramos uma variação significativa (p = 0,006). A análise da associação genótipo-fenótipo confirmou o caráter multifatorial da responsividade ao BH4. CONCLUSÃO: Os nossos achados estão de acordo com a literatura e indicam que um número relevante de pacientes brasileiros com HPA-PAH é responsivo à BH4.

OBJECTIVE: To identify patients responsive to tetrahydrobiopterin (BH4) in a sample of Brazilians with hyperphenylalaninemia due to phenylalanine hydroxylase deficiency (HPA-PAH). METHODS: Interventional study, convenience sampling. The inclusion criteria were: diagnosis of HPA-PAH; age > 7 years; phenylalanine-restricted diet and phenylalanine (Phe) levels > 6 mg/dL in all blood tests 1 year before inclusion. Blood samples were obtained the day before (day 1) and at 0, 4, 8 (day 2) and 24 h (day 3) after BH4 intake. Phe levels were measured using tandem mass spectrometry. The criteria used to define responsiveness to BH4 were: criterion 1- Phe reduction > 30 percent 8 h after BH4 administration; criterion 2 - Phe reduction > 30 percent 24 h after BH4 administration. RESULTS: Eighteen patients were enrolled (median age, 14 years; 12 boys). Five patients were responsive to BH4, 3 according to both criteria (one classical PKU, two mild PKU); and two according to criterion 2 (one classical PKU; one indefinite PKU type). There were no differences between Phe serum levels on day 1 and at the other time points (p = 0.523). However, Phe levels on days 1 and 2 were significantly different (p = 0.006). The analysis of the phenotype-genotype association confirmed its multifactorial character. CONCLUSION: A relevant number of Brazilian patients with HPA-PAH are responsive to BH4, in agreement with other studies in the literature.
Descritores: Biopterina/análogos & derivados
Fenilalanina/sangue
Fenilcetonúrias/tratamento farmacológico
-Administração Oral
Análise de Variância
Biopterina/uso terapêutico
Fenilcetonúrias/dietoterapia
Fenilcetonúrias/genética
Índice de Gravidade de Doença
Limites: Adolescente
Feminino
Seres Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-402169
Autor: Mccauley, S. D; Gilchrist, M; Befus, A. D.
Título: Nitric oxide: a major determinant of mast cell phenotype and function
Fonte: Mem. Inst. Oswaldo Cruz;100(supl.1):11-14, Mar. 2005. tab.
Idioma: en.
Resumo: Mast cells (MC) are important in the numerous physiological processes of homeostasis and disease. Most notably, MC are critical effectors in the development and exacerbation of allergic disorders. Nitric oxide (NO) is a diatomic radical produced by nitric oxide synthase (NOS), and has pluripotent cell signaling and cytotoxic properties. NO can influence many MC functions. Recent evidence shows the source of this NO can be from the mast cell itself. Governing the production of this endogenous NO, through alterations in the expression of tetrahydrobiopterin (BH4), a NOS cofactor, has stabilizing effects on MC degranulation. Furthermore, NO regulates the synthesis and secretion of de novo generated mediators, including leukotrienes and chemokines. These novel observations add to the growing body of knowledge surrounding the role of NO in the MC.
Descritores: Mastócitos/fisiologia
Óxido Nítrico/fisiologia
-Biopterina/análogos & derivados
Biopterina/metabolismo
Células Cultivadas
Degranulação Celular/fisiologia
Quimiocinas/fisiologia
Leucotrienos/fisiologia
Mastócitos/enzimologia
Óxido Nítrico Sintase/metabolismo
Óxido Nítrico/metabolismo
Fenótipo
Ratos Sprague-Dawley
Limites: Animais
Seres Humanos
Masculino
Camundongos
Ratos
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Traub-Cseko, Y. M
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Id: lil-340117
Autor: Sampaio, M. C. R; Traub-Cseko, Y. M.
Título: The 245 kb amplified chromosome of Leishmania (V. ) braziliensis contains a biopterin transporter gene
Fonte: Mem. Inst. Oswaldo Cruz;98(3):377-378, Apr. 2003. ilus.
Idioma: en.
Resumo: Leishmania (V.) braziliensis M2903 presents a small linear and stable 245 kb chromosome originating from a genomic amplification. Similar amplifications present in other species of Leishmania contain a gene coding for a biopterin transporter. Since Leishmania is auxotrophic for this metabolite, this amplification could result from the need to better capture biotpterin from growth media under specific circumstances. In this paper we show that this gene is also present in L. (V.) braziliensis small chromosome, which shares sequences with other genomic amplifications already described
Descritores: Biopterina
Leishmania braziliensis
-Cromossomos
Eletroforese em Gel de Campo Pulsado
Amplificação de Genes
Genes de Protozoários
Limites: Animais
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Weimer, Tania A
Id: lil-37384
Autor: Dutra, Janice Coelho; Weimer, Tania A; Giugliani, Roberto; Netto, Carlos A.
Título: Heterozygote detection in two hyperphenylaninemia types: classic phenylketonuria and dihydrobiopterin biosynthesis deficiency
Fonte: Rev. bras. genét = Braz. j. genet;9(1):123-31, mar. 1986. ilus, tab.
Idioma: en.
Resumo: Controles normais (N=41) e heterozigotos comprovados para dois tipos de hiperfenilalaninemia (HP), fenilcetonúria clássica (HP I, N=8) e deficiência de síntese de dihidrobiopterina (HP V, N = 6), foram estudados quanto aos níveis séricos de fenilalanina (P) e tirosina (T), medidos por fluorometria. Foram observados os seguintes valores para P e T, respectivamente: controles, 79,4 + ou - 15,8 e 86,6 + ou - 19,0; HP I, 158,5 + ou - 18,8 e 96,7 + ou - 25,7; HP V, 148,3 + ou - 28,8 e 85,5 + ou - 27,7. A relaçäo p2/T e a funçäo discriminante usando simultaneamente P e T foram os parâmetros que melhor distinguiram controles dos dois tipos de heterozigotos. Näo foi possível separar heterozigotos para HP I daqueles para HP V por nenhum desses parâmetros
Descritores: Biopterina/análogos & derivados
Triagem de Portadores Genéticos
Fenilalanina/sangue
Fenilcetonúrias/genética
-Biopterina/deficiência
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-37194
Autor: Giugliani, Roberto; Costa, Jaderson Costa da; Dutra Filho, Carlos Severo; Dutra, Janice Coelho; Pereira, Maria Luiza Saraiva; Niederwieser, Alois.
Título: Successful therapy of hyperphenylalaninemia due to defective tetrahydrobiopterin metabolism in two siblings
Fonte: Rev. bras. genét = Braz. j. genet;9(4):685-92, dec. 1986. tab, ilus.
Idioma: en.
Resumo: Alguns pacientes com o diagnóstico inicial de fenilcetonúria (PKU) näo apresentam melhora clínica mesmo apesar de tratados com uma dieta pobre em fenilalanina. Inúmeros trabalhos publicados nos últimos dez anos têm atribuído esses casos a erros no metabolismo da tetra hidrobiopterina (BH4), um cofator essencial para a hidroxilaçäo de fenilalanina, tirosina e triptofânio. Descrevem-se duas irmäs que apresentam um defeito na síntese de BH4, nas quais a administraçäo oral de BH4, L-Dopa, Carbidopa e 5-hidróxi-triptofânio foi seguida de significativa melhora clínica, neurofisiológica e bioquímica. Dados obtidos na nossa regiäo permitem supor que a freqüência de defeitos no metabolismo do BH4, entre os pacientes com hiperfenilalaninemia seja maior que a presentemente estimada. Ao contrário dos indivíduos com PKU clássica, alguns pacientes com deficiência de BH4 parecem responder ao tratamento mesmo quando este é introduzido tardiamente. Enfatiza-se a importância de aplicar o teste para o diagnóstico de deficiência de BH4 em todos os pacientes com hiperfenilalaninemia
Descritores: Biopterina/análogos & derivados
Fenilalanina/uso terapêutico
Fenilcetonúrias/genética
-Biopterina/metabolismo
Fenilcetonúrias/tratamento farmacológico
Limites: Criança
Seres Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
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Id: lil-18931
Autor: Giugliani, R; Costa, J. C; Dutra Filho, Carlos Severo; Niederwieser, A.
Título: Tetrahydrobiopterin deficiency in two patients with phenylketonuria who did not respond adequately to dietary treatment.
Fonte: Rev. bras. genét = Braz. j. genet;6(3):557-64, 1983.
Idioma: en.
Resumo: Desde 1974 vem sendo descritos pacientes com fenilcetonuria (PKU) nos quais a deterioracao neurologica progride apesar de um tratamento dietetico adequado. Esses individuos, considerados portadores de PKU atipica, apresentam deficiencia de tetrahidrobiopterina (BH4), um cofator essencial para a hidroxilacao de fenilalanina, tirosina e triptofanio. A adminsitracao de BH4 a esses pacientes, seguida da determinacao de fenilalanina serica e das pterinas urinarias, permite a diferenciacao dos casos de PKU classica, causada por deficiencia da enzima fenilalanina-4-hidroxilase, dos devidos a deficiencia de BH4. O tratamento dos pacientes portadores de PKU por deficiencia BH4 atraves da reposicao de BH4.L-dopa e 5-hydroxi-triptofanio tem se acompanhado de significativa melhora clinica e laboratorial. No presente relato sao descritos 2 pacientes com PKU que, por nao responderem adequadamente ao tratamento dietetico, foram submetidos ao teste para deficiencia de BH4-. As determinacoes realizadas no soro, urina e liquido cefalo-raquidiano indicaram uma biossintese deficiente de BH4 nos 2 pacientes.O diagnostico permitiu que o tratamento fosse corrigido e trouxe modificacoes substanciais no aconselhamento genetico prestado as familias. Os autores recomendam que o teste para deficiencia de BH4 seja aplicado em todos os pacientes com PKU, especialmente naqueles que nao respondem adequadamente ao tratamento convencional
Descritores: Biopterina
Portador Sadio
Aconselhamento Genético
Fenilcetonúrias
-Dietoterapia
Limites: Lactente
Seres Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR1.1 - BIREME



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