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Id: lil-224657
Autor: Jayaweera, Dushyantha T; Scerpella, Ernesto G; Rodríguez, Allan E; Fischl, Margaret A.
Título: Trombocitopenia asociada a infección con virus de inmunodeficiencia humana tipo 1 (HIV-1): tratamiento con danazol / Danazol therapy in thrombocytopenia associated with HIV-1 infection
Fonte: Rev. méd. hered;7(4):150-3, dic. 1996. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Objetivo: Evaluar la eficacia del danazol para el tratamiento de la trombocitopenia asociada con el virus de la inmunodeficiencia humana tipo 1 (HIV-1). Pacientes y Métodos: Estudio retrospectivo, diseño serie de casos. Se identificaron 8 pacientes con trombocitopenia asociada a infección con HIV-1 que fueron tratados con danazol (300-800 mg/día) por más de 3 meses. El seguimiento fue de 3 meses a 2 años. Se definió respuesta favorable al tratamiento como un incremento en el recuento de plaquetas por encima del 25 por ciento con referencia a los valores pre-tratamiento. Resultados: El recuento de plaquetas promedio(ñ desviación estándar) antes de la terapia con danazol fue de 51ñ24 x 10/L, con un rango de 19-88 x 10/L.Siete (87 por ciento) de los 8 pacientes tuvieron respuestas favorables al danazol. Los recuentos promedio a 12 y 24 meses de terapia fueron 104+108 x 10/L, y 112ñ28 x 10/L, respectivamente. Se observó una tendencia al incremento de los recuentos plaquetarios durante el tratamiento con danazol. Conclusión: Danazol puede ser de utilidad en el tratamiento de la trombocitopenia asociada a HIV-1.
Descritores: Trombocitopenia/terapia
HIV
Danazol/administração & dosagem
Limites: Humanos
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Id: biblio-1102292
Autor: Belardo, María Alejandra; Canet Marchevsky, Paula.
Título: Uso de testosterona en mujeres: un comentario sobre el consenso global sobre el uso de la terapia de testosterona para mujeres / Global consensus position statement on the use of testosterone therapy for women
Fonte: Rev. Hosp. Ital. B. Aires (2004);40(1):34-38, mar. 2020. tab.
Idioma: es.
Resumo: Las mujeres han sido tratadas por décadas con testosterona intentando aliviar una gran variedad de síntomas con riesgos y beneficios inciertos. En la mayoría de los países, la testosterona se prescribe "off-label", de modo que las mujeres están utilizando compuestos y dosis ideadas para tratamientos en hombres. En este sentido, varias sociedades médicas de distintos continentes adoptaron recientemente por consenso una toma de posición sobre los beneficios y potenciales riesgos de la terapia con testosterona en la mujer, explorar las áreas de incertidumbre e identificar prácticas de prescripción con potencial de causar daño. Las recomendaciones con respecto a los beneficios y riesgos de la terapia con testosterona se basan en los resultados de ensayos clínicos controlados con placebo de al menos 12 semanas de duración. A continuación se comentan las recomendaciones. (AU)

There are currently no clear established indications for testosterone replacement therapy for women. Nonetheless, clinicians have been treating women with testosterone to alleviate a variety of symptoms for decades with uncertainty regarding its benefits and risks. In most countries, testosterone therapy is prescribed off-label, which means that women are using testosterone formulations or compounds approved for men with a modified dose for women. Due to these issues, there was a need for a global Consensus Position Statement on testosterone therapy for women based on the available evidence from placebo randomized controlled trials (RCTs). This Position Statement was developed to inform health care professionals about the benefits and potential risks of testosterone therapy intended for women. The aim of the Consensus was to provide clear guidance as to which women might benefit from testosterone therapy; to identify symptoms, signs, and certain conditions for which the evidence does not support the prescription of testosterone; to explore areas of uncertainty, and to identify any prescribing practices that have the potential to cause harm. (AU)
Descritores: Testosterona/uso terapêutico
Pós-Menopausa/efeitos dos fármacos
-Depressores do Apetite/efeitos adversos
Fenitoína/efeitos adversos
Placebos/administração & dosagem
Psicotrópicos/efeitos adversos
Tamoxifeno/efeitos adversos
Testosterona/administração & dosagem
Testosterona/análise
Testosterona/efeitos adversos
Testosterona/farmacologia
Fármacos Cardiovasculares/efeitos adversos
Indometacina/efeitos adversos
Hormônio Liberador de Gonadotropina/efeitos adversos
Pós-Menopausa/fisiologia
Ensaios Clínicos Controlados como Assunto
Antagonistas Colinérgicos/efeitos adversos
Anticoncepcionais Orais/efeitos adversos
Disfunções Sexuais Psicogênicas/etiologia
Disfunções Sexuais Psicogênicas/terapia
Danazol/efeitos adversos
Consenso
Inibidores da Aromatase/efeitos adversos
Uso Off-Label
Inibidores do Fator Xa/efeitos adversos
Anfetaminas/efeitos adversos
Antagonistas dos Receptores Histamínicos/efeitos adversos
Antagonistas de Androgênios/efeitos adversos
Androgênios/fisiologia
Cetoconazol/efeitos adversos
Entorpecentes/efeitos adversos
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Comentário
Responsável: AR2.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-887019
Autor: Akoglu, Gulsen; Kesim, Belgin; Yildiz, Gokhan; Metin, Ahmet.
Título: Outcomes of long term treatments of type I hereditary angioedema in a Turkish family
Fonte: An. bras. dermatol;92(5):655-660, Sept.-Oct. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract: Background: Hereditary angioedema is a rare autosomal dominantly inherited immunodeficiency disorder characterized by potentially life-threatening angioedema attacks. Objective: We aimed to investigate the clinical and genetic features of a family with angioedema attacks. Methods: The medical history, clinical features and C1-INH gene mutation of a Turkish family were investigated and outcomes of long-term treatments were described. Results: Five members had experienced recurrent swellings on the face and extremities triggered by trauma. They were all misdiagnosed as familial Mediterranean fever (FMF) depending on frequent abdominal pain and were on colchicine therapy for a long time. They had low C4 and C1-INH protein concentrations and functions. A mutation (c.1247T>A) in C1-INH gene was detected. They were diagnosed as having hereditary angioedema with C1-INH deficiency (C1-INH hereditary angioedema) for the first time. Three of them benefited from danazol treatment without any significant adverse events and one received weekly C1 esterase replacement treatment instead of danazol since she had a medical history of thromboembolic stroke. Study limitations: Small sample size of participants. Conclusion: Patients with C1-INH hereditary angioedema may be misdiagnosed as having familial Mediterranean fever in regions where the disorder is endemic. Medical history, suspicion of hereditary angioedema and laboratory evaluations of patients and their family members lead the correct diagnoses of hereditary angioedema. Danazol and C1 replacement treatments provide significant reduction in hereditary angioedema attacks.
Descritores: Danazol/uso terapêutico
Antagonistas de Estrogênios/uso terapêutico
Proteína Inibidora do Complemento C1/genética
Angioedemas Hereditários/tratamento farmacológico
-Linhagem
Fatores de Tempo
Turquia
Sequência de Bases
Amplificação de Genes
Resultado do Tratamento
Proteína Inibidora do Complemento C1/uso terapêutico
Angioedemas Hereditários/diagnóstico
Angioedemas Hereditários/genética
Mutação
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-545676
Autor: Menke, Carlos Henrique; Delazeri, Gerson Jacob.
Título: Dor mamária: propedêutica e terapêutica / Breast pain: propaedeutic and therapeutic
Fonte: Femina;37(12):661-666, dez. 2009.
Idioma: pt.
Resumo: Mastalgia é um dos sintomas mais comuns em mulheres, tendo uma prevalência de 41 a 69% e pode se apresentar como um leve desconforto até dor severa, que interfere na qualidade de vida. A principal preocupação das pacientes que consultam por este sintoma é o medo do câncer. Essa é classificada em mastalgia cíclica, acíclica ou extramamária. Cíclica quando se apresenta no período pré-menstrual; na acíclica não há relação com o ciclo e, geralmente, acomete pacientes na pós-menopausa. A extramamária é a dor referida na mama, porém usualmente é de origem musculoesquelética. Na presença de achados clínicos e radiológicos normais, aproximadamente 85% das pacientes melhoram apenas com orientação e tranquilização, não necessitando de medicação. Foi realizada uma revisão sistemática para avaliar as possibilidades terapêuticas e seus níveis de evidência. Os anti-inflamatórios não esteróides tópico, para mastalgia cíclica ou acíclica, e o fitoterâpico Agnus castus, para mastalgia cíclica, demonstraram boa eficácia e tolerabilidade e podem ser usados como medida inicial. O tamoxifeno e o danazol são medicamentos eficazes, porém apresentam mais efeitos colaterais. Para casos especiais, ainda há a alternativa de usar bromocriptina e goserelina. O manejo da dor mamária pode ser sintetizado em três itens: excluir câncer, orientar e tranquilizar ao máximo e medicar ao mínimo.(AU)

Breast pain or mastalgia is one of the most common symptoms in women, with a prevalence ranging from 41 to 69%. It presents as a mild discomfort to severe pain, that interferes with the quality of life. The main concern of patients consulting for this symptom is the fear of cancer. It is classified as cyclical, acyclical or extra-mammary. When presented during the premenstrual period, it is cyclical; acyclical, when not cycle-related and usually affects patients in post-menopausal. Extra-mammary is the breast referred pain, but it is usually of muscle-skeptical origin. In the presence of normal clinical and radiological findings, approximately 85% of patients improve only with reassurance, not requiring medication. A systematic review was performed to assess the therapeutic possibilities and their evidence levels. Topical non-steroidal anti-inflammatory drugs, for cyclic or acyclic mastalgia, and the phytotherapic Agnus castus, for cyclic mastalgia, showed good efficacy and tolerability and can be used as an initial measure. Tamoxifen and danazol are effective drugs, but they present more side effects. For special cases, there is the alternative of using bromocriptin and goserelin. Breast pain management can be summarized in three items: exclude cancer, maximum reassurance and minimum medication.(AU)
Descritores: Mastodinia/classificação
Mastodinia/diagnóstico
Mastodinia/etiologia
Mastodinia/tratamento farmacológico
-Literatura de Revisão como Assunto
Anti-Inflamatórios não Esteroides/uso terapêutico
Bases de Dados Bibliográficas
Gosserrelina/efeitos adversos
Gosserrelina/uso terapêutico
Primula
Agnus castus/uso terapêutico
Bromocriptina/efeitos adversos
Bromocriptina/uso terapêutico
Danazol/efeitos adversos
Danazol/uso terapêutico
Medição da Dor
Tamoxifeno/efeitos adversos
Tamoxifeno/uso terapêutico
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1365.1 - Biblioteca Biomédica A - CB/A


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Id: biblio-875643
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde.
Título: Sistema intrauterino liberador de levonorgestrel para o tratamento da menorragia idiopática / Levonorgestrel-releasing intrauterine system for the treatment of idiopathic menorrhagia.
Fonte: Brasília; CONITEC; 2013. graf, tab.
Idioma: pt.
Resumo: A DOENÇA: Aspectos clínicos e epidemiológicos da doença: A menorragia é clinicamente definida como a perda sanguínea, durante o período menstrual, excessiva em quantidade ou número de dias (definidos como habituais naquela mulher). O sangramento excessivo é considerado na maioria dos casos, aquele que envolvem uma perda de sangue menstrual maior que 80 ml. Em um sentido mais amplo, a menorragia também é definida como a perda excessiva de sangue menstrual que interfere com a qualidade física, social, emocional e /ou material de uma mulher. Isso pode ocorrer por si só ou em combinação com outros sintomas. Esta condição não está associada com uma mortalidade significativa, no entanto, trata-se de causa comum de procura ao ginecologista. Deve-se distinguir a menorragia de outros diagnósticos ginecológicos comuns. Isso inclui a metrorragia (perda sanguínea, de origem corporal, fora do período menstrual), menometrorragia (perda sanguínea irregular e prolongada) e polimenorréia (sangramento com intervalos menores do que 21 dias). Muitas vezes estes termos recebem descrições e definições conflitantes. Em boa parte das mulheres que sofrem de menorragia, as patologias ou causas que levam à perda excessiva de sangue não podem ser identificadas, justificando dessa forma a denominação menorragia idiopática. . Esse diagnóstico é firmado após a realização de exames diagnósticos, como a ultrassonografia, e o descarte de outras condições que poderiam levar à desregulação ou sangramento em excesso, como endometriose, terapia de reposição hormonal, dentre outros. Outras causas como complicações da gestação (ectópica, aborto), doenças pélvicas (mioma, pólipo endometrial ou cervical, adenomiose, cervicite, grave infecção vaginal, carcinoma do trato reprodutivo, hiperplasia endometrial), doenças sistêmicas (distúrbios hemostáticos, distúrbios da tireóide, lúpus eritematoso sistêmico, insuficiência renal crônica, insuficiência hepática) e causas iatrogênicas (hormonioterapia, contraceptivos injetáveis, medicamentos como tranquilizantes, antidepressivos, anticoagulantes e corticoides) também devem ser afastadas. Os dados epidemiológicos da menorragia idiopática são bastante imprecisos, pela própria subjetividade ou dificuldade em se determinar um sangramento menstrual excessivo. Assim, os estudos trazem acometimentos entre 8,0-51,6% de mulheres com uma maior prevalência em mulheres com idade mais avançada. No Brasil, não há uma estatística nacional sobre a doença, mas um estudo realizado em 2011 na cidade de Pelotas-RS mostrou que a prevalêcia de mulheres com menorragia atendidas pelo SUS de 2006 a 2011 foi de 35,3%, com maior prevalência entre as mulheres mais velhas e com elevado número de gravidezes. TRATAMENTO RECOMENDADO: O tratamento médico da menorragia pode envolver tratamentos farmacológicos ou cirúrgicos, e a escolha do tratamento adequado deve levar em conta algumas condições individuais das mulheres, como idade, doença concomitantes, tratamentos anteriores, opção pela fertilidade e o próprio custo do tratamento, que estará relacionado à sua adesão ao tratamento. Como alternativas de tratamento para a menorragia temos: Antiinflamatórios não esteróides, Contraceptivos orais, Terapia com prostagênio, Agonistas do hormônio liberador de gonadotrofina, Danazol, Estrogênios conjugados, Ácido tranexâmico, Sistema intra-uterino liberador de levonorgestrel (SIU-LNG), Curetagem, Ablação endometrial, Histerectomia. A TECNOLOGIA: Levonorgestrel - O levonorgestrel é um progestógeno com atividade anti-estrogênica utilizado em ginecologia de diversas formas: como componente progestogênico em contraceptivos orais e na terapia de reposição hormonal ou isoladamente para contracepção em pílulas contendo somente progestógeno e implantes subdérmicos. O lenorgestrel também pode ser administrado na cavidade uterina por meio de um endoceptivo (SIU) possibilitando o uso de doses menores, com liberação diretamente no órgão-alvo. EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS: Além da análise dos estudos apresentados pelo demandante, a Secretaria-Executiva da CONITEC realizou busca na literatura por artigos científicos, com o objetivo de localizar a melhor evidência científica disponível sobre o tema. Para isso, foi considerada a estratégia de busca descrita no Quadro 3, tendo como principal critério de inclusão o tipo de estudo considerado a melhor evidência para avaliar a eficácia de uma tecnologia para tratamento, isto é, revisões sistemáticas e ensaios clínicos randomizados (ECR). Outro critério de inclusão foi estudos que avaliassem a eficácia e/ou segurança do dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel no tratamento de Menorragia Idiopática. Alguns critérios de exclusão foram estabelecidos: registros de ensaios controlados em andamento, revisões narrativas, estudos sobre outros medicamentos que não o de interesse, estudos que incluam outras indicações do medicamento, estudos de biologia molecular ou ensaios pré-clínicos (com modelos animais), estudos fase I/II, estudos sem grupo comparador, relatos ou séries de casos, e estudos escritos em outro idioma que não inglês, português ou espanhol. Não houve restrições com relação à data de publicação, sendo resgatados artigos até a data de 29/01/2013. CONSIDERAÇÕES FINAIS: As evidências atualmente disponíveis sobre eficácia e segurança do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52mg mostram que o produto apresentou-se como alternativa possível a mulheres com menorragia idiopática, com resultados de redução do sangramento menstrual superior ao das terapias farmacológicas existentes e, em termos de melhora na qualidade de vida, similares ao da histerectomia, alternativa cirúrgica padrão-ouro com 100% de eficácia. No entanto, a evidência comparando diretamente os desfechos entre o uso do SIU-LNG e a histerectomia ainda é escassa, e não demonstrou superioridade em relação à histerectomia sob qualquer aspecto, sugerindo-se que estudos de longo prazo sejam realizados para avaliar as taxas de permanência e satisfação com o dispositivo, e se o tratamento cirúrgico está sendo de fato evitado ou apenas postergado. Mesmo considerando o fato de que a opção pelo SIU-LNG é menos invasiva e com menor potencial para complicações do que o procedimento cirúrgico da histerectomia, observou-se nos estudos uma alta taxa de descontinuação do uso do SIU-LNG pelas mulheres e posterior opção pela cirurgia. Considerando todas as limitações metodológicas e de impacto orçamentário, os resultados sugerem que a tecnologia demandada, no contexto do Sistema Único de Saúde, não apresentou superioridade clínica e pode não ser mais custo-efetiva que a histerectomia, procedimento padrão já incorporado ao SUS, com similaridade em relação aos aspectos de qualidade de vida, além de maior eficácia. Assim, o conjunto de argumentos à disposição configura-se como insuficiente para assegurar que a incorporação do produto, dentro da indicação e escopo oferecidos, apresenta reais e inequívocas vantagens para o sistema de saúde público brasileiro. DELIBERAÇÃO FINAL: Na 15º reunião ordinária, os membros do plenário da CONITEC discutiram todas as contribuições da consulta pública, no entanto nenhuma delas trouxe informações ou dados relevantes para a mudança da decisão. Houve consenso que o SIU-LNG não se aplica a toda a população-alvo apresentada pelo demandante, e que o SUS dispõe de outras opções terapêuticas farmacológicas para o tratamento desta condição, nos casos em que não é necessária a histerectomia. Assim, os membros da CONITEC presentes na 15º reunião ordinária, ratificaram, por unanimidade, a deliberação de não recomendar a incorporação do sistema intrauterino liberador de levonorgestrel 52mg para o tratamento da menorragia idiopática. DECISÃO: PORTARIA Nº 31, de 3 de julho de 2013 - Torna pública a decisão de não incorporar o sistema intrauterino liberador de levonorgestrel para o tratamento da menorragia idiopática no Sistema Único de Saúde (SUS).
Descritores: Anti-Inflamatórios não Esteroides/uso terapêutico
Anticoncepcionais Orais/uso terapêutico
Danazol/uso terapêutico
Estrogênios Conjugados (USP)/uso terapêutico
Gonadotropinas/uso terapêutico
Dispositivos Intrauterinos
Levanogestrel
Menorragia/tratamento farmacológico
Avaliação da Tecnologia Biomédica
-Brasil
Análise Custo-Benefício/economia
Dilatação e Curetagem/métodos
Técnicas de Ablação Endometrial
Histerectomia
Sistema Único de Saúde
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-849349
Autor: Brasil. Ministério da Saúde.
Título: Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas: endometriose / Clinical protocol and therapeutic guidelines: endometriosis.
Fonte: s.l; s.n; [2014].
Idioma: pt.
Descritores: Protocolos Clínicos/normas
Endometriose/diagnóstico
Endometriose/tratamento farmacológico
Endometriose/cirurgia
-Anticoncepcionais Orais/administração & dosagem
Danazol/administração & dosagem
Gosserrelina/administração & dosagem
Laparoscopia/métodos
Leuprolida/administração & dosagem
Progestinas/administração & dosagem
Pamoato de Triptorrelina/administração & dosagem
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Guia de Prática Clínica
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-847823
Autor: Perú. EsSalud. Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación.
Título: Eficacia y seguridad de eltrombopag en pacientes con aplasia medular severa, no tributarios a terapia triple inmunosupresora ni trasplante de medula ósea / Efficacy and safety of eltrombopag in patients with severe medullary aplasia, non-tributary to immunosuppressive triple therapy and bone marrow transplantation.
Fonte: Lima; s.n; sept. 2016.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: Antecedentes: El presente dictamen responde a la solicitud de evaluación de tecnología sanitaria del uso fuera del petitorio de Eltrombopag en pacientes con aplasia medular severa, no tributarios a terapia triple inmunosupresora ni trasplante de médula ósea. Aspectos Generales: La trombopeyetina es un factor humoral o citoquina, el cual estimula la producción de trombocitos (plaquetas), proliferación de megacariocitos de la médula ósea y por ende liberación de plaquetas en un mecanismo llamado trombopoyesis. El rol principal de las plaquetas es proveer la interacción y activación de factores de coagulación en la cascada de coagulación. Los pacientes con anemia aplásica exhiben altos niveles de trombopoyetina y pero aún así presentan trombocitopenia debido a una supresión o falla por parte de la producción de plaquetas en la médula ósea. Tecnología Sanitaria de Interés: Eltrombopag (ETP), Revolade o Promacta (GlaxoSmithKline lnc) es un medicamento agonista del receptor de la trombopoyetina (TPOr) que promueve la diferenciación megacariocítica, la proliferación y la producción de plaquetas. Es un agente hematopoyético que actúa como agonista no peptídico del receptor de la trombopoyetina. Interacciona con el dominio transmembrana e induce a la proliferación y diferenciación de los megacariocitos produciendo, a consecuencia de ello, un incremento en el recuento plaquetario. METODOLOGÍA: Estrategia de Búsqueda: Se llevó a cabo una búsqueda sistemática de la literatura con respecto a la eficacia y seguridad de Eltrombopag en pacientes con aplasia medular severa, no tributarios a terapia triple inmunosupresora ni trasplante de médula ósea. Para la búsqueda primaria se revisó en primer lugar la información disponible por entes reguladoras y normativas de autorización comercial como la Administración de Drogas y Alimentos (FDA) de Estados Unidos, la Agencia de Medicamentos Europea (EMA) y la Dirección General de Medicamentos y Drogas (DIGEMID) en el Perú. Seguidamente, se emplearon los motores de búsqueda de los metabuscadores Translating Research into Practice (TRIPDATABASE), Epistemonikos y Health Systems Evidence (HSE). Asimismo, se buscó información generada por grupos internacionales que realizan revisiones sistemáticas, evaluaciones de tecnologías sanitarias y guías de práctica clínica, tales como el National Institute for Health and Care Excellence (NICE) del Reino Unido, National Guideline Clearinghouse (NGC) de Estados Unidos, Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health (CADTH) de Canadá, Scottish Medicines Consortium (SMC) de Escocia, Haute Authorité de Santé (HAS) de Francia, el Instituto de Evaluación de Tecnologías Sanitarias (IETS) de Colombia, el Instituto de efectividad clínica y sanitaria (IECS) de Argentina. Finalmente, se realizó una búsqueda dentro de las bases de datos Pubmed, EMBASE, y The Web of Science que a su vez fue complementada con una búsqueda en www.clinicaltrials.gov y www.clinicaltrialsregister.eu. RESULTADOS: Sinopsis de la Evidencia: De acuerdo con la pregunta PICO, se llevó a cabo una búsqueda de evidencia científica relacionada al uso de eficacia y seguridad de eltrombopag en pacientes con aplasia medular severa, no tributarios a terapia triple inmunosupresora ni trasplante de médula ósea. En la presente sinopsis se describe la evidencia encontrada a la fecha. Guías de práctica clínica: No se encontraron guías de práctica clínica de buena calidad que recomienden eltrombopag en AAS. Evaluaciones de tecnologías sanitarias: El grupo evaluador de NICE revisó este año (2016) la evidencia disponible para AAS con eltrombopag. Sin embargo es observable que tanto la CADTH de Canada, la SMC de Escocia, el IECS Argentina, IETS Colombia, y la HAS de Francia los cuales son referentes internacionales de evaluaciones de tecnologías sanitarias, no han realizado aún evaluaciones ni han emitido recomendaciones para el uso de eltrombopag en AAS. Ensayos clínicos: Se encontraron los ensayos clínicos fase II de Olnes et al., 2012 y Desmond et al., 2014. Ensayos clínicos no-publicados: Se encontraron tres estudios en progreso en la página de clinicaltrials.gov que corresponden a NCT01891994, NCT 01703169, y NCT 02148133. Otros documentos adicionales: Documento de recomendación como Guía de la BCSH. CONCLUSIONES: El presente dictamen responde a la solicitud de evaluación de tecnología sanitaria del uso fuera del petitorio de Eltrombopag en pacientes con aplasia medular severa, no tributarios a terapia triple inmunosupresora ni trasplante de médula ósea. Se encontraron dos ensayos clínicos fase II, no-aleatorizados, abiertos y de un solo brazo y tres ensayos clínicos en proceso no-publicados, los cuales evaluaron la respuesta hematológica a eltrombopag en la población de interés. La evidencia generada por éstos contiene limitaciones severas para la interpretación y generalización de los resultados para la población de interés. El Instituto de Evaluación de Tecnologías en Salud e Investigación ­IETSI, aprueba el uso de Eltrombopag en pacientes con aplasia medular severa, no tributarios a terapia triple inmunosupresora ni trasplante de médula ósea. La vigencia del presente dictamen preliminar es de un año. En los subsiguientes meses a la publicación del presente dictamen, se evaluará la nueva evidencia publicada en la literatura internacional, y se analizarán los datos clínicos de todos aquellos pacientes que hayan recibido eltrombopag en el contexto del presente dictamen, con el fin de establecer el impacto del mismo. Esta información será tomada en cuenta para actualizar el presente dictamen al culminar su vigencia.
Descritores: Doenças da Medula Óssea/tratamento farmacológico
-Ciclosporina/efeitos adversos
Danazol/efeitos adversos
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Trombopoetina/administração & dosagem
Trombopoetina/agonistas
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-847114
Autor: Martínez Soto, Damián; Vanegas Escamilla, Egdda Patricia; Linares, Adriana; Abello, Virginia; Reyes, Jheremy.
Título: Efectividad y seguridad de los regímenes de tratamiento que incluyen inmunoglobulina antitimocítica comparados con ciclofosfamida, ciclosporina, danazol y terapia de soporte / Effectiveness and safety of treatment regimens including antithymocyte immunoglobulin compared to cyclophosphamide, cyclosporine, danazol and supportive therapy.
Fonte: Bogotá; IETS; dic. 2014. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: La anemia aplásica es una enfermedad poco común que afecta a 2 de cada 1´000.000 de personas anualmente con igual distribución en hombres y mujeres. Se caracteriza por la sustitución del tejido hematopoyético de la medula ósea por grasa causando una pancitopenia periférica, con diferentes niveles de gravedad, originando un síndrome anémico, hemorragias e infecciones graves que pueden llevar a desenlaces fatales de no recibir tratamiento oportuno. La primera opción de tratamiento en pacientes no compatibles para trasplante de progenitores hematopoyeticos es la terapia inmunosupresora. La evidencia actual sugiere la efectividad del tratamiento con inmunoglobulina antitimocítica en los esquemas de tratamiento. Objetivo: Examinar los beneficios y riesgos del uso de la inmunoglobulina antitimocítica en pacientes con anemia aplásica no hereditaria severa a muy severa. Metodología: Se realizó una búsqueda sistemática de estudios clinicos incluyendo utilizando las bases de datos MEDLINE (In-Process & Other Non-Indexed Citations y Daily Update) EMBASE, Cochrane Database of Systematic Reviews, Database of Abstracts of Reviews of Effects ­ DARE, LILACS y la revisión de publicaciones obtenidas por otros medios comparando el uso de inmunoglobulina antitimocitica en pacientes con anemia aplasica no hereditaria, no candidatos a trasplante de prognitores hematopoyéticos con otros tratamientos inmunosupresores, considerando los resultados en cuanto a tasa de respuesta, sobrevida, recaída y transformación clonal. Resultados: Se obtuvieron 103 publicaciones, 24 fueron tamizadas para valoración de los criterios de inclusión. Tres cumplieron con estos y se evaluaron con las herramientas de la colaboración Cochrane. Todas las referencias reportaron alto riesgo de sesgo. Un ensayo clinico controlado no reportó diferencias significativas para ninguno de los desenlaces evaluados comparando CTX más CsA frente a ATGr más CsA. Uno de los estudios de cohorte reportó una efectividad de 77.8% y sobrevida a 5 años fue de 74.1%. La segunda cohorte reportó respuesta completa (17.7%), respuesta parcial (37.9%) y tasa de respuesta global (55.6%). La recaida fue de 3.2%, la transformacion clonal 0.8% y la sobrevida a 5 años fue 74.7%. Conclusiones: La evidencia sobre la efectividad y seguridad de la inmunoglobulina antitimocitica es limitada y de baja calidad. Con los hallazgos obtenidos en esta revision no es posible determinar la superioridad de esta tecnología frente a otras opciones de tratamiento disponibles.(AU)
Descritores: Anemia Aplástica/terapia
Antifúngicos/administração & dosagem
Ciclofosfamida/administração & dosagem
Ciclosporina/administração & dosagem
Danazol/administração & dosagem
Imunoglobulinas/administração & dosagem
-Tecnologia Biomédica
Colômbia
Adesão à Medicação
Reprodutibilidade dos Testes
Resultado do Tratamento
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Revisão
Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-794152
Autor: Álvarez Paneque, Osmany; Portelles Ferrero, Mirelis Milagros; Martínez Ramírez, Ricardo; Pérez González, Aurora.
Título: Angioedema hereditario, una enfermedad de fácil confusión en su diagnóstico / Hereditary angioedema, a disease of easily diagnosis confusion
Fonte: Rev. cuba. hematol. inmunol. hemoter;32(1):150-155, ene.-mar. 2016. ilus.
Idioma: es.
Resumo: El angioedema hereditario es una enfermedad genética rara, autosómica dominante, con una aparición de 1:10 000 a 1:50 000 habitantes, que presenta como síntoma principal episodios de edema definido, doloroso, deformante con ausencia de prurito, generalmente localizado en las extremidades. El diagnóstico se realiza basado en anamnesis, examen físico y determinación de C4, C1 - INH, cuyos niveles séricos deben encontrarse bajos. Se presenta el caso de un paciente masculino de 33 años que asiste a consulta con un edema deformante en el rostro y en las extremidades superiores, refiere que en su familia un abuelo presentó un cuadro semejante y sus dos hijos tienen estos síntomas. Los exámenes realizados reflejaron: C3: 87 mg/dL, C4: 10 mg/dL y actividad funcional de C1-INH: 33 por ciento; el resto de los estudios hormonales e inmunológicos mostraron valores dentro de los rangos normales. Se diagnosticó como angioedema hereditario tipo II y se impuso tratamiento profiláctico con Danazol (200 mg); el paciente lleva cuatro meses sin episodios(AU)

Hereditary angioedema is a rare genetic autosomal dominant disease with an appearance from 1:10 000 to 1:50 000, which main symptom is defined episodes of painful deforming edema with absence of pruritus, usually located in extremities. Diagnosis is based on anamnesis, physical examination and determination of C4, C1-INH, where low serum must be found. We present a male patient aged 33, who attends a consultation with disfiguring edema in the face and upper extremities reporting that in his family a grandfather presented a similar symptom as well as his two sons. The tests made reflected: C3: 87 mg / dl, C4: 10 mg / dl and functional activity of C1-INH: 33 percernt; other hormonal and immunological studies showed values within normal ranges. He was diagnosed as hereditary angioedema type II and received prophylactic treatment with Danazol (200 mg); the patient has now been four months without episodes(AU)
Descritores: Angioedema Hereditário Tipos I e II/tratamento farmacológico
-Angioedemas Hereditários/diagnóstico
Danazol/uso terapêutico
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: lil-699570
Autor: Nunes, Aline Regina; Conde, Délio Marques; Sousa, Juarez Antônio de.
Título: Mastalgia cíclica: abordagem clínica / Cyclic mastalgia: clinical approach
Fonte: Rev. bras. mastologia;21(3):135-139, jul.-set. 2011. ilus.
Idioma: pt.
Resumo: A mastalgia é uma queixa comum nos consultórios de mastologia. Devido à intensidade da dorou pelo medo do câncer de mama, mulheres com mastalgia buscam orientação com o mastologista.Nesse sentido, o mastologista deve estar familiarizado com o tema. Considerando que aqueixa de dor mamária está entre as mais frequentes em mastologia, conduziu-se uma revisão daliteratura, enfatizando-se a abordagem terapêutica da mastalgia.

Mastalgia is a common complaint in mastology offices. Women who are experiencing mastalgia seekclarification with the breast cancer specialist due to the intensity of the pain or because they fear breastcancer. Therefore, the specialist shall understand such issue. Considering that the complaint concerningbreast pain is one of the most frequent complaints in mastology, a literature review was carried outemphasizing the therapeutic approach of mastalgia.
Descritores: Ácido gama-Linolênico/uso terapêutico
Borago
Bromocriptina/uso terapêutico
Danazol/uso terapêutico
Doenças Mamárias/terapia
Gonadotropinas/uso terapêutico
Lisurida/uso terapêutico
Mastodinia/terapia
Primula
Tamoxifeno/uso terapêutico
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR14.1 - Biblioteca Central



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